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7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta

7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta

Talvez você, assim como eu, em um determinado momento da vida, tenha olhado para o céu e se imaginado lá em cima, gravitando sob o planeta. Talvez você quisesse sentir a ansiedade antes da nave decolar, ouvir o “cinco, quatro, três, dois, um”; e, depois, ver o incrível “pálido ponto azul” que Carl Sagan tanto comentou.
Ou… Que tal uma selfie com a Terra no fundo? E brincar com a gravidade?
É, a vida de um astronauta tem suas vantagens; mas para ser um é preciso estudar muito e aprender a suportar algumas coisas não tão legais assim, como por exemplo…
1 – Você sabia que o astronauta bebe seu próprio xixi?
Sim, é isso mesmo. A NASA transforma a urina e o suor dos astronautas em água potável para eles consumam durante a missão. Para driblar os desafios do reabastecimento de água, a agência desenvolveu técnicas de purificação da urina dos astronautas – que é composta por 95% de água e 5% de resíduos químicos do corpo. A estimativa é que um astronauta beba aproximadamente 730 litros de água reaproveitada durante uma missão de um ano. Leia mais aqui.
2 – Como faz para escovar os dentes em uma nave espacial?
A escova e o creme dental são os mesmos que utilizamos normalmente, porém, para escovar os dentes na gravidade, é preciso usar uma bolha de água potável – uma para molhar a escova e outra para lavá-la. A escovação continua do mesmo modo, porém o astronauta não enxágua a boca; ele deve engolir a pasta e tudo o que estiver grudado nos dentes.
3 – E para comer, como faz?
A comida geralmente vai desidratada, em pacotes, para o espaço. Na nave os astronautas precisam hidratá-la antes de ingeri-la. O astronauta Chris Hadfield gravou um vídeo preparando um pacote de espinafre na ISS – Estação Espacial Internacional. Ele precisa escolher a quantidade que vai comer, encaixar o pacote no distribuidor de água e aguardar até que a comida esteja hidratada e pronta para ser consumida. Assista ao vídeo: 

4 – E se o astronauta ficar enjoado e passar mal?
Ao chegar ao espaço é provável que o astronauta se sinta enjoado, por causa da falta da gravidade. Segundo Chris Hadfield, há um saco especial para secreções contaminadas, como vômitos e espirros.
5 – O que aconteceu quando um astronauta levou um spinner para o espaço?
Um grupo de astronautas levou um fidget spinner para a Estação Espacial Internacional com o intuito de descobrir se ele funcionaria como na Terra ou se seria diferente por causa da gravidade zero. O astronauta Randy Bresnik compartilhou um vídeo em seu Twitter mostrando a interação com o “brinquedo”. Sim, o spinner funcionou e rendeu boas risadas! Confira aqui.
6 – Como os astronautas dormem?
Se você pensa que os astronautas dormem como a gente, está bem enganado. Ao contrário de nós, que dormimos na horizontal, eles dormem na vertical quando estão no espaço. Os “quartos” dos astronautas ficam em dois lugares diferentes da estação e dentro de cada cabine há um saco de dormir preso à parede – é nele que os profissionais dormem. Saiba mais aqui.
7 – Cineminha ao “ar livre”?
Além de se divertirem com spinners os astronautas também podem “ir ao cinema” mesmo estando no espaço. O astronauta Mark T. Vande Hei postou uma foto no Twitter de sua equipe assistindo a Star Wars: Os Últimos Jedi na estação espacial. Vai dizer, melhor do que muito cinema por aí! ;)

 
E então, gostou das curiosidades? Sabe de mais um fato interessante sobre a vida dos astronautas? Deixe nos comentários! Ah, se você se interessa pelo espaço, talvez curta também este artigo sobre Como a viagem à lua provocou avanços na tecnologia. ;)
 
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7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta
Fonte: Locaweb

8 metas legais para cumprir em 2018

8 metas legais para cumprir em 2018

Este artigo é para você, que não teve tempo para pensar nas metas de 2018. Ou ainda, para você, que está cansado das mesmas metas – inatingíveis – de todos os anos e quer novas, para que dessa vez consiga cumpri-las, enquanto se diverte e aprende.

Por isso, listamos 8 sugestões de metas diferentonas, legais e empolgantes para o próximo ano. Confira:

1 – Maratonar a série ou os filmes que você mais gosta
Há quanto tempo você não revê aquela série que tanto gostava? Ou os filmes que fizeram parte da sua infância/adolescência? Tirar um tempo para assisti-los novamente é uma ótima ideia. Harry Potter, Senhor dos Anéis, Star Wars, De Volta para o Futuro, Matrix, Freaks & Geeks, Friends, Smallville… São muitas as opções para trazer aquela sensação de “conforto” quando a rotina está cada vez mais atarefada. Volte no tempo, descubra se você ainda gosta daquilo que curtia antes.

2 – Ler pelo menos um livro ao mês
Quer aumentar o número de livros que lê durante o ano? Escolha livros que realmente lhe interessam e estipule pelo menos 12 obras para ler durante o ano. A gente sabe que por causa da correria do dia a dia essa meta nem sempre é cumprida, porém, você lerá muito mais do que leu durante esse ano, por exemplo. Outra forma de ler mais livros é estabelecendo um número de capítulos ou páginas diárias.

3 – Aprender a cozinhar um prato gostoso
Diminua os congelados e os macarrões instantâneos em seus armários e geladeira!
Em 2018, aprenda a cozinhar um prato que você goste – e que não seja estrogonofe (porque, convenhamos, é fácil). Pegue uma receita, incremente-a com seus ingredientes favoritos e chame os amigos! Além de ser divertido, cozinhar é terapêutico e lhe ajudará relaxar depois de um dia cansativo.

4 – Turistar em sua própria cidade
Você realmente conhece a cidade em que mora? Aproveite o ano para descobrir mais sobre o lugar em que você vive. Vá às feiras, ao Mercado Público, converse com os moradores mais antigos; vá aos museus, aos pontos turísticos. Conheça novos bairros! Você irá se surpreender!

5 – Adotar um pet
Tem se sentido sozinho? Adotar um animal de estimação é uma ótima ideia. Você terá mais responsabilidade, sairá mais com seu bichinho e terá uma companhia quando chegar em casa. Ah, não pode ter um pet no momento? Adote uma planta! ;)

6 – Sair sozinho
Sair consigo mesmo é muito bom. Sabe aquele filme que você quer tanto ver, mas seus amigos não querem? Ou o restaurante novo que abriu na cidade, mas toda vez que você tenta marcar de sair com a galera, não rola? Experimente sozinho! Vá ao cinema, vá ao restaurante, vá ao teatro, vá a uma festa sozinho. Leve-se para passear e esteja na melhor companhia: você mesmo. Com esse exercício você se conhecerá mais, confiará mais em si e conseguirá tomar decisões melhores.

7 – Participar de um projeto voluntário
Terminou a faculdade, o curso e agora está com um tempo livre e não sabe o que fazer? Participe de um projeto voluntário! Muitas instituições precisam de pessoas que possam contar histórias, ensinar matemática – e a programar, por exemplo. Pesquise por ONGs de sua cidade e faça o bem em 2018! :)

8 – Adotar o conceito “happy hour”
Essa meta é para aqueles que sempre desmarcam com os amigos por falta de tempo. Organize melhor sua agenda e deixe um dia da semana para sair com seus colegas, o (a) crush ou a sua família. Conversar e se divertir com quem você gosta faz bem e é importante para manter a vida em equilíbrio.

Esperamos que você consiga manter o foco em 2018 e dê um “check” em todas as suas metas! Sucesso! ;)
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8 metas legais para cumprir em 2018
Fonte: Locaweb

As séries que você precisa assistir nas férias

As séries que você precisa assistir nas férias

O ano passou voando e você não teve tempo de acompanhar as séries que todo mundo estava vendo quando foram lançadas? Não se preocupe! Com as férias você terá tempo de sobra para maratonar as que deram o que falar em 2017.

Por isso, selecionamos 5 séries para que você assista e não fique de fora das conversas dos amigos (ou com medo de tomar spoiler). Confira:

// 1 – Game of Thrones
Game of Thrones sempre dá o que falar e em 2017 não foi diferente. A sétima temporada estreou em julho desse ano e a continuação parece que só virá em 2019. Logo, você terá tempo de sobra para ver todos os episódios (se ainda não assistiu à série) ou colocar a sétima em dia.

// 2 – Stranger Things
Os anos 1980 voltaram no Halloween de 2017 e todo mundo vibrou com isso.
A Netflix acertou em cheio com a segunda temporada de Stranger Things. Conseguimos acompanhar a evolução dos personagens, descobrimos o que aconteceu com a Eleven e vemos a atuação de Noah Schnapp como Will. Vale aproveitar as férias para ver a segunda temporada (ou as duas, se você ainda não assistiu).

// 3 – The Handmaid’s Tale
Baseada no livro O Conto da Aia, de Margaret Atwood, a série distópica fez barulho na web. Indicada a 11 categorias do Emmy, a série estreou este ano e traz Elisabeth Moss (Mad Men) no papel de Offred, uma “handmaid”, cujo poder é apenas procriar e manter os níveis demográficos da população. A série está disponível no Hulu. Vale assistir!

// 4 – Big Little Lies
Outra grande série que estreou em 2017 e você precisa assistir é Big Little Lies. Ela estreou em fevereiro na HBO e o sucesso foi tanto que também foi indicada no Emmy Awards. Big Little Lies conta a história de três mulheres com vidas aparentemente “perfeitas”, até que são afetadas por um assassinato. Assista enquanto só está na primeira temporada!

// 5 – Os Defensores
Uns gostaram, outros não. Os Defensores, mais uma série da Marvel em parceria com a Netflix, estreou em agosto deste ano e dividiu a opinião dos amantes dos quadrinhos. A série conta com Jessica Jones, Demolidor, Punho de Ferro e Luke Cage defendendo Hell’s Kitchen.

Tem mais alguma série para indicar? Deixe suas sugestões nos comentários! Agora… Divirta-se! Boas férias! ;)
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As séries que você precisa assistir nas férias
Fonte: Locaweb

Top 10: os posts mais lidos do blog da Locaweb em 2017

Top 10: os posts mais lidos do blog da Locaweb em 2017

Dezembro chega, “Então é Natal” começa a tocar, as atrações dos especiais são divulgadas e as retrospectivas começam. Mais um ano está terminando… E, por falar em retrospectiva, também decidimos relembrar os artigos mais lidos do blog em 2017.
Como o ano passou rápido, agora você terá a chance de ler (ou reler) nossos melhores textos. Confira nosso TOP 10:

// 1 – Instalando o PostgreSQL no Ubuntu 16.04
Nossos tutoriais foram muito lidos em 2017 e, no primeiro lugar do nosso ranking ficou o artigo do nosso Engenheiro de Software, Pablo Silva, com o passo a passo da instalação do PostgreSQL no Ubuntu 16.04. Se você acha que é difícil, está bem enganado! Confira o tutorial aqui.

// 2 – O que sua foto de perfil diz sobre você no LinkedIn
Neste ano muitos resolveram prestar mais atenção em seus perfis do LinkedIn. Afinal, a rede social é importantíssima para conquistar novas oportunidades no mercado de trabalho e fortalecer a rede de contatos. Nosso segundo lugar ficou com o artigo sobre as impressões que sua fotografia de perfil pode gerar na rede social.

O que você acha de dar uma atenção para seu LinkedIn em 2018? Leia aqui o artigo e coloque as dicas em prática! ;)

// 3 – Para que serve o Google Analytics e como implementá-lo?
Métricas também é um assunto importante dentro do meio digital. Muitos ainda têm dúvidas sobre as ferramentas, principalmente sobre o popular Google Analytics. Em terceiro lugar em nosso ranking ficou o artigo que explica a importância do Analytics e como você pode implementá-lo em seu site para mensurar informações como visitas, vendas, público e afins. Você pode ler o post aqui.

// 4 – 5 livros que lhe farão pensar diferente
Gosta de livros? Quer sair fora da caixa em 2018 e aflorar sua criatividade? Então você precisa ler o artigo também escrito por Pablo Silva. Em quarto lugar em nosso ranking, o post traz uma lista com 5 livros importantes para pensar a partir de uma nova ótica. Leia aqui.

// 5 – E quando a procrastinação fala mais alto, o que fazer?
Se você procrastinou muito em 2017 e deseja ter mais foco, organização e atitude em 2018, precisa ler este artigo. Descubra quais são os 5 perfis mais comuns de procrastinadores, se você pertence a algum deles e o que pode fazer para melhorar. Leia o artigo aqui.

// 6 – Redes sociais que todo devorador de livros precisa conhecer
Mais um texto para os apaixonados por livros – e por redes sociais também. No artigo, que está em sexto lugar em nosso ranking, você descobre quais são as redes ideais para quem gosta de literatura – aproveite o recesso para criar seu perfil! Confira o post aqui.

// 7 – APIs descomplicadas no Rails 5 com Rails API
Em sétimo lugar temos um artigo para desenvolvedores. Em mais um tutorial de Pablo Silva você descobre quais os benefícios do Rails API, que entrou para o core do Rails, prometendo trazer mais visibilidade para os projetos, e como criar sua API a partir dele. Leia aqui.

// 8 – Tendências em marketing digital para 2018
Marketing digital é um assunto muito importante para os leitores de nosso blog e em oitavo lugar em nosso ranking temos um artigo que traz as tendências nessa área para 2018. Se você trabalha no meio e deseja ficar por dentro do que está por vir, vale a pena conferir o post. Clique aqui.

// 9 – Instalando o PostgreSQL no Mac OS X via Brew
O ano foi realmente dos tutoriais. Em nono lugar temos mais um artigo de nosso Engenheiro de Software, Pablo Silva. Dessa vez, o texto ensina como instalar o PostgreSQL no Mac OS X por meio do Brew. Para conferir, leia o post aqui.

// 10 – Descubra os tesouros perdidos no Netflix
Por último, mas não menos importante, temos um artigo especial para quem adora passar um tempinho na frente do Netflix. Você sabia que algumas categorias estão “escondidas” dentro do serviço de streaming, cheia de filmes legais? Leia o texto para saber mais.

Esse foi o TOP 10 de posts mais lidos em nosso blog neste ano. Gostou?
Em 2018 tem mais, viu? Boas festas! ;)
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Top 10: os posts mais lidos do blog da Locaweb em 2017
Fonte: Locaweb

Saiba mais sobre o Bundler 2.0

Saiba mais sobre o Bundler 2.0

Se você já usou Rails, já usou o Bundler, certo? Inclusive eu escrevi um artigo sobre como otimizar o Bundler.
Na RubyConf 2017, assisti à palestra do Samuel Giddins. Ele é um dos caras que trabalha no desenvolvimento do Bundler e ele trouxe algumas novidades que estão sendo desenvolvidas no Bundler 2.0, irei falar sobre as que mais gostei abaixo:
1- Sem compatibilidade com versões antigas do Ruby e RubyGems
Essa nova versão do Bundler precisa de no mínimo Ruby >= 2.3 e RubyGems >= 2.5.
É importante entender porque eles fizeram isso, segundo o Samuel, eles tinham muito trabalho para manter a compatibilidade porque cada versão do Ruby e RubyGems trabalhava de uma maneira diferente e quanto mais eles tentavam manter a compatibilidade, mais o projeto virava um monstro de tão complexo.
Para facilitar a continuidade do projeto e a aparição de novas features eles decidiram remover a compatibilidade.
2- Nova interface de configuração
A interface de configuração não era muito intuitiva e foi alterada para facilitar o entendimento dos comandos.
* Interface antiga
$ bundle config # Lista todas as configurações
$ bundle config “path” # Mostra a pasta de configuraçẽos atual
$ bundle config “path” “vendor” # Muda a pasta de configurações para “vendor”
$ bundle config –delete “path” # Deleta as configurações atuais da pasta
* Interface nova
$ bundle config list # Lista todas as configurações
$ bundle config get “path” # Mostra a pasta de configuraçẽos atual
$ bundle config set “path” “vendor” # Muda a pasta de configurações para “vendor”
$ bundle config unset “path” # Deleta as configurações atuais da pasta
A mudança foi sutil, mas agora você deixa claro o que você quer executar – e isso, em minha opinião, faz toda a diferença.
3- Segurança no Multi-source
Agora você pode usar multi-source no Gemfile com segurança de que a gem que você quer realmente será instalada corretamente.
Exemplo:
source ‘https://rubygems.org’
source ‘https://another-gems-repository.com’
gem ‘rails’
4- Cache
A nova versão traz um sistema de cache agressivo para otimizar o Bundler, fazendo cache de repositórios de gems e builds locais.
O novo Bundler vai agilizar e melhorar a vida de todos que usam, uma pena que ainda não sabemos a data de lançamento ainda, mas vale a pena esperar. Se tiver interesse, você pode ver os slides da palestra da RubyConf aqui.
Gostou do novo Bundler? Quer saber mais sobre algo específico dele? Deixe um comentário. :)
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Saiba mais sobre o Bundler 2.0
Fonte: Locaweb

Bill Gates e suas indicações literárias

Bill Gates e suas indicações literárias

Gosta de ler mas não tem se dedicado tanto aos livros quanto queria? Estabelecer uma meta de leitura é uma boa maneira de começar 2018. Grandes nomes da tecnologia veem na leitura uma forma de aprender mais.
Bill Gates, por exemplo, acredita que seu sucesso tenha a ver com a quantidade de livros que lê (cerca de 50 ao ano). Em seu blog, Gates Notes, ele sempre divulga os que mais gostou. As edições de 2017 já estão lá e é sobre elas que vamos falar hoje.
Descubra quais são os 5 livros que o cofundador da Microsoft mais gostou de ler durante este ano:
// O Melhor que podíamos fazer
O quadrinho foi escrito por Thi Bui e foi baseado em sua própria história. No Brasil, o livro foi publicado pela editora Nemo e explora a angústia da imigração e os efeitos que o deslocamento tem em uma criança. A autora consegue documentar a fuga de sua família após a queda do Vietnã do Sul, em 1970, e conta como foi construir uma nova realidade.
Para Bill Gates, Thi Bui “fez um ótimo trabalho ao capturar como é desanimador ser responsável por toda uma família e, ao mesmo tempo, sua experiência familiar ser diferente da maioria”.
// Evicted: Poverty and Profit in the American City
O livro escrito por Matthew Desmond Harvard ainda não foi publicado no Brasil, mas se você lê em inglês e gosta de aprender mais sobre economia, é uma boa indicação.
O autor conta sua experiência ao viver 18 meses em dois bairros de Milwaukee, em Wisconsin – um desses bairros é majoritariamente branco e, o outro, abriga mais a população negra.
Segundo Gates, o livro é um retrato da pobreza americana e ao lê-lo, conseguiu entender porque pessoas financeiramente desfavorecidas tomam decisões que muitos não conseguem compreender.
“Se você quer uma boa compreensão de como as questões que causam a pobreza estão entrelaçadas, você deve ler este livro sobre a crise de despejo em Milwaukee. Desmond escreveu um retrato brilhante dos americanos que vivem na pobreza. Ele me deu uma melhor ideia do que é ser pobre neste país do que qualquer outra coisa que eu tenha lido“.
// Believe Me: A Memoir of Love, Death and Jazz Chickens
Para quem não sabe, Eddie Izzard – o autor do livro – é um ator, comediante e roteirista britânico. Em Believe Me, ele reúne suas memórias, conta como conseguiu lidar com as dificuldades durante a infância, como descobriu suas habilidades e se tornou um grande artista e ativista. Sobre o livro, que não foi traduzido para o português, Bill Gates fala o seguinte:
“A história pessoal de Izzard é fascinante: ele sobreviveu a uma infância difícil e trabalhou incansavelmente para superar sua falta de talento natural e se tornar uma estrela internacional. Se você é um grande fã dele, como eu sou, você vai adorar este livro. Sua escrita é muito semelhante à sua voz no palco, e eu me encontrei rindo em voz alta várias vezes ao lê-lo“.
// O Simpatizante
O livro, escrito por Viet Thanh Nguyen ganhou um Pulitzer – e isso já é um bom motivo para lê-lo. Em O Simpatizante, lemos a história de um agente duplo do Vietnã que espiona refugiados abrigados em Los Angeles. Bill Gates gostou do livro porque ele dá uma visão de como seria viver os dois lados da Guerra do Vietnã. No Brasil, o livro foi publicado pela editora Alfaguara. ;)
// Energy and Civilization: A History
Escrito por Vaclav Smil, o livro fala sobre como a energia moldou nossa sociedade e, infelizmente, não está disponível em português. A opinião de Gates foi a seguinte:
“Smil é um dos meus autores favoritos, e esta é a obra-prima dele. Ele explica como a nossa necessidade por energia moldou a história humana – desde a era das usinas até a busca de energia renovável. Não é o livro mais fácil de ler, mas, ao final, você se sentirá mais inteligente e informado sobre como a inovação energética altera o curso das civilizações.“
E então, gostou? Aproveite as dicas de Bill Gates e leia mais em 2018. ;)
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Bill Gates e suas indicações literárias
Fonte: Locaweb

Frameworks PHP: conheça o Zend

Frameworks PHP: conheça o Zend

Continuando a série de Frameworks PHP (veja o primeiro, sobre usar ou não usar um Framework e, o segundo, sobre Laravel). Hoje vamos falar sobre o mais utilizado e difundido no mercado de trabalho, o Zend Framework.

Zend é referência quando falamos de PHP, até porque o Zend ajuda a manter o PHP e que dá treinamento e certificação de PHP. O Zend foi lançado em 2006 e já se encontra na versão 3, apesar de não ser o mais buscado nas pesquisas do Google, uma parcela fiel do seu público são empresas.
Um dos pontos que prejudica o Zend é a alta curva de aprendizagem para dominar o Framework, o que acaba afastando novos desenvolvedores. Além disso, um dos pontos que os desenvolvedores costumam reclamar do Zend é que ele é mais pesado que a maioria dos Frameworks do mercado.

Eu utilizei o Zend poucas vezes, foi mais quando já tinha aprendido a linguagem e queria experimentar um Framework. Apanhei bastante nas primeiras vezes para configurar, mesmo depois da primeira, continuou difícil (pelo menos na versão 1). Por ser um Framework MVC, o Zend me ajudou muito no meu primeiro contato com esse padrão de projeto, o que me ajudou bastante a entender como as camadas de Model-View-Controller são separadas.

Caracteristicas do framework

Linguagem

PHP

Banco de dados

MySQL

Postgress
Redis
MongoDB
Cassandra
SQL Server
Redis
Oracle
MariaDB
Memcache
DB2

Features

Scaffold
Internacionalização (i18n)

Modelos de DB

Relacional
Orientado a objeto
NoSQL
XML

Princípios de desenvolvimento

TDD (Test-driven development)
Don’t repeat yourself

Veja mais características do Zend aqui

O Zend é um Framework mais robusto que a maioria do mercado e podemos ver isso por sua gama de recursos. Ele por si só possui integração com mais bancos de dados que o Laravel e outros. Também trabalha com os modelos de banco de dados NoSQL e o XML.
O Zend possui as features do Scaffold e internacionalização que já conversamos no post do Laravel também estão integradas no Zend.
O Zend pode ser uma boa pedida se você quer construir grandes aplicações em aplicações menores o poderio dele é muito grande o que seria como aquela velha comparação de querer matar uma barata com uma bala de canhão, talvez um outro Framework ou até não usar Framework poderia ser mais fácil e rápido.

Para iniciar um projeto com o Zend 3 caso você tenha o composer instalado, basta rodar o comando:
composer create-project -s dev zendframework/skeleton-application path/to/install
Após isso, configure o Apache ou o Nginx para ter sua aplicação inicial rodando.

Gostou do Zend? Quer conhecer um pouco mais? Dê uma olhada na doc e no github dos caras. Se ficou alguma dúvida, sugestão ou se quiser ler sobre algum Framework específico, deixe nos comentários!
 
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Frameworks PHP: conheça o Zend
Fonte: Locaweb

10 curiosidades sobre Star Wars que você precisa saber

10 curiosidades sobre Star Wars que você precisa saber

Estamos em dezembro e, enquanto muitos esperam pelo Natal e pelo Ano Novo, outros (e eu me encaixo nessa) esperam ansiosos por apenas uma coisa: o lançamento do novo filme da saga Star Wars.
Afinal, quem precisa de Papai Noel quando se tem o Chewbacca, não é mesmo? – ok, isso foi só uma brincadeira, até porque o Noelzão seria muito bem-vindo se trouxesse um BB-8 de presente! ;)
Para a alegria dos fãs, Star Wars: Os Últimos Jedi estreia nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro (veja o trailer aqui). Inclusive, o filme conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e 5 ovos no Omelete. Para entrarmos no clima, reunimos 10 curiosidades sobre a saga que você precisa saber.
 
1 – Mais que amigos, friends
Sabia que George Lucas e Steven Spielberg são amigos? Sim! E o mais interessante nisso tudo é que Spielberg venceu uma aposta feita com Lucas e uma bela porcentagem da renda de Star Wars vai para ele.
Tudo porque George estava com problemas na produção de Star Wars e temia que o filme fosse um fracasso. Nisso, Steven estava gravando Contatos imediatos do terceiro grau. Ele tinha certeza de que o filme de Spielberg faria muito mais sucesso e por isso perguntou se ele trocaria porcentagens. Lucas daria 2,5% de Star Wars se Spielberg desse 2,5% de Contatos.
2 – Luke Starkiller?
Nos primeiros rascunhos de Star Wars Luke era um general Jedi e não “apenas um garoto” de Tatooine. Depois, ele se tornaria um baixinho e gordinho, teria 18 anos e se chamaria Luke Starkiller, sendo que Skywalker era um santo que teria existido milhares de anos atrás, mas George Lucas mudou de ideia.
3 – NSYNC em Star Wars?
Durante as gravações do Episódio II: Ataque dos Clones, o grupo NSYNC participou do filme como integrantes do exército Jedi – o que deixou os fãs da saga furiosos e fez com que George Lucas não inserisse as cenas.

4 – BB-8 é um robô
Sabia que o BB-8 é um robô de verdade? Sim! Para as filmagens de O Despertar da Força foram necessários sete “modelos” do BB-8.
5 – Em todos os filmes…
“Tenho uma sensação ruim sobre isso” é uma frase que foi dita em todos os filmes da franquia Star Wars – e provavelmente será dita também em Os Últimos Jedi.
6 – Mito ou verdade?
Durante as gravações finais de Uma nova esperança, o ator Mark Hamill, que interpreta Luke em Star Wars, sofreu um acidente que deixou seu rosto desfigurado. Dizem que o ataque de Wampa, em O Império contra-ataca foi escrita por George Lucas levando em consideração as mudanças do rosto do ator. Enquanto muitos acreditam nisso, o próprio George disse que não passa de uma “lenda urbana”. Será?
7 – Que físico, hein!?
Sabia que nosso querido Mestre Yoda teve suas feições inspiradas em ninguém mais, ninguém menos do que Albert Einstein?

8 – Segredinhos nos bastidores…
Apenas George Lucas, Mark Hamill (Luke) e Irvin Kershner (Vader) sabiam que Darth Vader afirmaria ser o pai de Luke.
9 – Nave gourmet
Acredite você ou não, mas um sanduíche parcialmente comido por George Lucas inspirou o design da nave Millenium Falcon.
10 – A icônica respiração de Vader
Você já deve ter reparado na respiração de Darth Vader – em determinados momentos ela chega a dar medo e você sabe que o vilão está chegando sem ao menos vê-lo. Para criar o som, um microfone foi colocado dentro de um regulador de respiração de mergulho e o designer de som, Ben Burtt, ficou respirando nele de várias maneiras.

E então, mais empolgado para assistir ao filme? Essas são apenas 10 de muitas curiosidades sobre a saga. Se você quiser uma nova versão, com mais fatos sobre Star Wars, comente neste post!
 
Ah, se amanhã de manhã você encontrar muitos amigos com olheiras, cansados, bocejando pelos cantos (eu serei uma dessas pessoas), é bem possível que eles não tenham ido para uma balada. Eles foram à pré-estreia de Star Wars: Os Últimos Jedi (e seria muito bom se você desse uma caneca cheia de café para eles terem Força o suficiente para trabalhar).
Que a Força esteja com a gente! ;)
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10 curiosidades sobre Star Wars que você precisa saber
Fonte: Locaweb

Monitore erros de graça

Monitore erros de graça

No começo do ano eu falei sobre o Sentry, uma ferramenta de monitoração de erros capaz de “prever” dificuldades que possam se tornar gargalos em sua aplicação (leia o artigo aqui) e alguns problemas, como a queda de banco de dados e outros.
No site do Sentry você encontra uma opção gratuita, mas para grandes aplicações ela acaba sendo bem limitada, já que tem limite de eventos por mês, restrição de usuários e histórico dos 7 últimos dias apenas.
Porém o Sentry é open source e fornece um docker oficial para que você possa subir ele em um servidor e utilizar todos os recursos sem as limitações anteriormente citadas.

Abaixo você confere o passo a passo e descobre como configurar o docker do Sentry:

// Tutorial

1- Inicie um container do Redis
 `docker run -d –name sentry-redis redis`

2- Inicie um container do Postgres
 `docker run -d –name sentry-postgres -e POSTGRES_PASSWORD=secret -e POSTGRES_USER=sentry postgres`

3- Gere uma chave de acesso para todos os containers do Sentry. Você terá que salvar essa chave, pois irá utilizar ela sempre que precisar subir o Sentry. Nos passos seguintes sempre que ver <secret-key> você deve substituir pela chave gerada.
 `docker run –rm sentry config generate-secret-key`

4- Se for a primeira vez que está subindo o Sentry, você precisa dar um upgrade nos containers. Nesse passo você poderá criar o usuário do Sentry.
 `docker run -it –rm -e SENTRY_SECRET_KEY='<secret-key>’ –link sentry-postgres:postgres –link sentry-redis:redis sentry upgrade`

5- Inicie o Sentry. No lugar de <my-sentry> você pode substituir por qualquer nome que queira identificar o seu container.
 `docker run -d -p 8080:9000 –name <my-sentry> -e SENTRY_SECRET_KEY='<secret-key>’ –link sentry-redis:redis –link sentry-postgres:postgres sentry`

6- Inicie o cron e os workers,
 `docker run -d –name sentry-cron -e SENTRY_SECRET_KEY='<secret-key>’ –link sentry-postgres:postgres –link sentry-redis:redis sentry run cron`

7- Inicie o(s) worker(s). Você pode criar quantos workers forem necessários para sua aplicação, sempre com um nome único, substitua o <sentry-worker-name> pelo nome único
 `docker run -d –name <sentry-worker-name> -e SENTRY_SECRET_KEY='<secret-key>’ –link sentry-postgres:postgres –link sentry-redis:redis sentry run worker`  

8- Se você não criou o usuário do Sentry no passo 4, você deve executar o passo abaixo.
 `docker run -it –rm -e SENTRY_SECRET_KEY='<secret-key>’ –link sentry-redis:redis –link sentry-postgres:postgres sentry createuser`

Feito isso, o Sentry está criado e pronto para ser utilizado na sua aplicação, basta se logar na plataforma criar as chaves necessárias e começar a usar.

O que achou da dica, gostou? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário neste artigo que o ajudaremos! ;)
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Monitore erros de graça
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Descubra como surgiu o erro 404

Descubra como surgiu o erro 404

Ele é tão temido quanto o treze. Talvez ele não tenha o mesmo impacto supersticioso, mas que todo mundo tenta fugir dele quando o encontra, ah, isso é verdade – seja você o dono de um grande site ou apenas um internauta.
O quatrocentos e quatro não saiu de um dos livros de Stephen King, mas se fosse o número do quarto de um hotel assombrado, ninguém duvidaria. Afinal, todos sabemos que seria um erro se hospedar nele. Sabe-se lá o que encontraríamos, ou melhor, o que não encontraríamos.
O que talvez você não saiba é que no início dos anos 2000, acreditava-se que o erro 404 tivesse surgido a partir de um quarto com esse número (começou a ficar com medo?). Esse quarto ficava na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, na Suíça, e abrigava os primeiros servidores da web.
Segundo a teoria, Tim Berners-Lee tinha até um escritório por lá – para que não pudesse ser encontrado com frequência. Por isso o erro 404 levaria esse nome e carregaria consigo a frase icônica: página não encontrada.
Mas parece que esse é só um conto. De acordo com uma reportagem publicada na Wired, a história real por trás do erro 404 não tem nada a ver com nenhum mistério envolvendo quartos.
Na matéria, Robert Cailliau, pesquisador que desenvolveu o conceito da World Wide Web em conjunto com Berners-Lee declarou que os códigos de erro eram uma necessidade, mas não uma preocupação central.
Segundo ele, quando se escreve um código para um novo sistema, não se desperdiça muito tempo com mensagens longas para situações em que um erro é detectado. Além disso, naquele momento a memória também era levada em conta, por isso mensagens mais longas eram “impraticáveis”. Ele ainda brinca: “Os geeks modernos já não têm ideia do que era programar com 64k de memória.”.
A solução foi então designar intervalos numéricos para as categorias de erro – e eles foram designados de acordo com os caprichos dos programadores. Os erros destinados aos clientes estavam na faixa 400 e o 404 foi atribuído ao “não encontrado”. Simples assim!
Logo, tudo não passava de uma história para programadores dormirem (ou não dormirem)… “404 nunca foi vinculado a qualquer lugar ou lugar físico no CERN – Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear – esse é um mito completo”, declarou Robert Cailliau para a Wired, dando fim ao mistério do erro 404.
É, amigos, não foi dessa vez que encontramos uma versão tecnológica e real dos livros de Stephen King ou dos mistérios escritos por Arthur Conan Doyle. Mesmo que 404 não tenha surgido de um quarto misterioso, ainda assim, ele continua um pouco assustador dependendo do contexto…
E você, já sabia como o erro 404 foi criado? Quer saber como surgiu o nome de outros erros clássicos ou tem outros mistérios tecnológicos que gostaria que nós desvendássemos? Deixe sua sugestão nos comentários! ;)
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