Category: Curiosidades

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro

Um cometa conhecido que recebeu o nome de Siding Spring ou (C/2013 A1), que havia sido descoberto por cientistas em janeiro do ano passado, passou perto de Marte neste último domingo (19).
Segundo Gustavo Rojas, pesquisador da Universidade Federal de São Carlos, a proximidade do planeta vermelho era de 139.500 quilômetros, distância esta que pode ser comparada a metade do espaço entre a Terra e a Lua. Ainda segundo o pesquisador, o cometa é dez vezes menor do que os que costumam passar pela Terra.
O nome dado ao corpo celeste descoberto “Siding Spring”, faz referência ao observatório australiano responsável pela descoberta.

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro
Fonte: Revista W

Prepare-se: você se sentirá mais velho em 2018

Prepare-se: você se sentirá mais velho em 2018

Este texto não é para qualquer leitor – principalmente para quem ainda não completou 18 anos. Isso porque a maioria dos fatos abordados neste artigo vai impactar muito mais quem nasceu antes dos anos 2000.

SIM. Fez a conta?
Quem nasceu em 2000 completa 18 anos em 2018! Estará pronto para a maioridade.
É… Estamos envelhecendo e, ao contrário do que muitos acham, isso é bom. Tão bom que decidimos trazer algumas curiosidades que só quem é “velho” vai se divertir ao lembrar.

1 – Vamos falar de cinema? Há 20 anos, em janeiro de 1998, Titanic estreava nas salas de cinema brasileiras. Ele também tinha sido o primeiro filme a arrecadar um bilhão de dólares em bilheteria e ganhou 11 estatuetas na 70ª edição do Oscar. Pois é… Durante todo esse tempo temos discutido se Jack caberia na porta junto com a Rose. OH, JACK!

2 – Lembra do filme Sexto Sentido? – sim, aquele do “Eu vejo gente morta todo o tempo”. O ator que interpretou Cole, o menininho que disse essa frase emblemática, completa TRINTA ANOS em 2018!

3 – Quer saber quem também virará “trintão” em 2018? Nosso querido Rupert Grint, o eterno Rony Weasley de Harry Potter. Ele é o primeiro do trio de amigos, Harry e Hermione, a alcançar os 30.
4 – Ah, falando nisso, o lançamento do livro Harry Potter e a Câmara Secreta, o segundo da série, completa duas décadas neste ano.

5 – As atrizes Maisie Williams de Game of Thrones e Chloë Moretz, de Kick-Ass – Quebrando Tudo, completarão 21 anos em 2018.
6 – Agora, quando o assunto é tecnologia, nós também temos muito o que relembrar. Você sabia que o Google também completa 20 anos em 2018? É…

7 – Outro que também completa 20 anos é o famoso Windows 98!
8 – Assim como o primeiro Apple iMac que também completa duas décadas em 2018.
9 – Foi em 1998 que os Europeus também concordaram em ter uma moeda única: o euro.
10 – Há 10 anos a Google nos apresentou ao Google Chrome e ao sistema Android.

11 – Também foi em 2008 que Barack Obama foi eleito o presidente dos Estados Unidos pela primeira vez.
Quer se sentir mais “velho” ainda? Ok, por sua conta e risco!

12 – Lembra do viral Dimitri descobre? Ele completará uma década.

13 – Assim como a Dança do Quadrado.

14 – E os Rage Faces: Derp e Derpina, Trollface, Ok Guy, Forever Alone, Me Gusta, o Like a Boss e, claro, o FFFUUUU. A gente sabe que você usou muuuuuuito…

E então, gostou de relembrar tudo isso? Esperamos que sim.
Lembrando que hoje, dia 30 de janeiro, comemoramos o Dia da Saudade. Aproveitando a data, do que mais você sente saudade na tecnologia? Deixe sua resposta nos comentários – ela pode render um novo artigo. ;)
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Prepare-se: você se sentirá mais velho em 2018
Fonte: Locaweb

Rick Riordan além de Percy Jackson

Rick Riordan além de Percy Jackson

Quem gosta de livros (e de filmes) conhece, mesmo que por cima, a história do Percy Jackson: um jovem semideus que descobre suas origens e luta ao lado de amigos para salvar o mundo. Sem spoilers, esse é o resumo do resumo da história. Particularmente uma história que amo, apenas de gostar mais dos livros que dos filmes.
Mas o Rick Riordan, de longe um dos meus autores favoritos, possui uma vasta lista de obras que encantam desde os mais jovens leitores até aqueles mais avançados na arte de encarar livros complexos e cheios de reviravoltas.
Não é mistério para ninguém que suas obras abordam mitologias, desde os deuses do olimpo até os deuses nórdicos. O que faz com que as histórias sejam um convite à fantasia e ao conhecimento e reflexão sobre crenças e costumes.
Abaixo listei algumas coleções que li e recomendo:
// Magnus Chase: sobre mitologia nórdica é a última coleção que li desse autor. A história traz diversas reflexões, inclusive sobre respeito a religiões e questões de gênero (mesmo que não seja o foco principal da obra). Com um toque cômico e alguns personagens conhecidos do público, a história nos leva para dentro da mitologia nórdica, nos apresenta deuses que eu – particularmente – não conhecia.
// A Pirâmide Vermelha: primeiro livro da coleção que fala sobre mitologia egípcia. Narrada em primeira pessoa pelos irmãos Kane é uma história que vai prendê-lo do início ao fim. Uma aventura mais curta que Percy Jackson, mas cheia de emoção e com um toque de comédia, que já é familiar nos livros do tio Rick.
// The 39 Clues – Labirinto dos Ossos: além das histórias escritas por ele, desde o início ao fim, Rick Riordan também faz parte de uma coleção escrita por diversos autores e que começa com uma obra sua. Em The 39 Clues acompanhamos a história de dois irmãos que se vêem jogados dentro de uma incrível aventura para encontrar o maior tesouro do mundo, além de descobrir mistérios sobre a sua família. Os livros passam por diversos autores que narram uma única história. Vale a pena conferir.
 
Essa é apenas uma pequena lista com os que mais gostei! E você? Quais são seus livros favoritos desse autor? Deixe nos comentários! :)
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Rick Riordan além de Percy Jackson
Fonte: Locaweb

7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta

7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta

Talvez você, assim como eu, em um determinado momento da vida, tenha olhado para o céu e se imaginado lá em cima, gravitando sob o planeta. Talvez você quisesse sentir a ansiedade antes da nave decolar, ouvir o “cinco, quatro, três, dois, um”; e, depois, ver o incrível “pálido ponto azul” que Carl Sagan tanto comentou.
Ou… Que tal uma selfie com a Terra no fundo? E brincar com a gravidade?
É, a vida de um astronauta tem suas vantagens; mas para ser um é preciso estudar muito e aprender a suportar algumas coisas não tão legais assim, como por exemplo…
1 – Você sabia que o astronauta bebe seu próprio xixi?
Sim, é isso mesmo. A NASA transforma a urina e o suor dos astronautas em água potável para eles consumam durante a missão. Para driblar os desafios do reabastecimento de água, a agência desenvolveu técnicas de purificação da urina dos astronautas – que é composta por 95% de água e 5% de resíduos químicos do corpo. A estimativa é que um astronauta beba aproximadamente 730 litros de água reaproveitada durante uma missão de um ano. Leia mais aqui.
2 – Como faz para escovar os dentes em uma nave espacial?
A escova e o creme dental são os mesmos que utilizamos normalmente, porém, para escovar os dentes na gravidade, é preciso usar uma bolha de água potável – uma para molhar a escova e outra para lavá-la. A escovação continua do mesmo modo, porém o astronauta não enxágua a boca; ele deve engolir a pasta e tudo o que estiver grudado nos dentes.
3 – E para comer, como faz?
A comida geralmente vai desidratada, em pacotes, para o espaço. Na nave os astronautas precisam hidratá-la antes de ingeri-la. O astronauta Chris Hadfield gravou um vídeo preparando um pacote de espinafre na ISS – Estação Espacial Internacional. Ele precisa escolher a quantidade que vai comer, encaixar o pacote no distribuidor de água e aguardar até que a comida esteja hidratada e pronta para ser consumida. Assista ao vídeo: 

4 – E se o astronauta ficar enjoado e passar mal?
Ao chegar ao espaço é provável que o astronauta se sinta enjoado, por causa da falta da gravidade. Segundo Chris Hadfield, há um saco especial para secreções contaminadas, como vômitos e espirros.
5 – O que aconteceu quando um astronauta levou um spinner para o espaço?
Um grupo de astronautas levou um fidget spinner para a Estação Espacial Internacional com o intuito de descobrir se ele funcionaria como na Terra ou se seria diferente por causa da gravidade zero. O astronauta Randy Bresnik compartilhou um vídeo em seu Twitter mostrando a interação com o “brinquedo”. Sim, o spinner funcionou e rendeu boas risadas! Confira aqui.
6 – Como os astronautas dormem?
Se você pensa que os astronautas dormem como a gente, está bem enganado. Ao contrário de nós, que dormimos na horizontal, eles dormem na vertical quando estão no espaço. Os “quartos” dos astronautas ficam em dois lugares diferentes da estação e dentro de cada cabine há um saco de dormir preso à parede – é nele que os profissionais dormem. Saiba mais aqui.
7 – Cineminha ao “ar livre”?
Além de se divertirem com spinners os astronautas também podem “ir ao cinema” mesmo estando no espaço. O astronauta Mark T. Vande Hei postou uma foto no Twitter de sua equipe assistindo a Star Wars: Os Últimos Jedi na estação espacial. Vai dizer, melhor do que muito cinema por aí! ;)

 
E então, gostou das curiosidades? Sabe de mais um fato interessante sobre a vida dos astronautas? Deixe nos comentários! Ah, se você se interessa pelo espaço, talvez curta também este artigo sobre Como a viagem à lua provocou avanços na tecnologia. ;)
 
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7 fatos curiosos sobre a vida de um astronauta
Fonte: Locaweb

Bill Gates e suas indicações literárias

Bill Gates e suas indicações literárias

Gosta de ler mas não tem se dedicado tanto aos livros quanto queria? Estabelecer uma meta de leitura é uma boa maneira de começar 2018. Grandes nomes da tecnologia veem na leitura uma forma de aprender mais.
Bill Gates, por exemplo, acredita que seu sucesso tenha a ver com a quantidade de livros que lê (cerca de 50 ao ano). Em seu blog, Gates Notes, ele sempre divulga os que mais gostou. As edições de 2017 já estão lá e é sobre elas que vamos falar hoje.
Descubra quais são os 5 livros que o cofundador da Microsoft mais gostou de ler durante este ano:
// O Melhor que podíamos fazer
O quadrinho foi escrito por Thi Bui e foi baseado em sua própria história. No Brasil, o livro foi publicado pela editora Nemo e explora a angústia da imigração e os efeitos que o deslocamento tem em uma criança. A autora consegue documentar a fuga de sua família após a queda do Vietnã do Sul, em 1970, e conta como foi construir uma nova realidade.
Para Bill Gates, Thi Bui “fez um ótimo trabalho ao capturar como é desanimador ser responsável por toda uma família e, ao mesmo tempo, sua experiência familiar ser diferente da maioria”.
// Evicted: Poverty and Profit in the American City
O livro escrito por Matthew Desmond Harvard ainda não foi publicado no Brasil, mas se você lê em inglês e gosta de aprender mais sobre economia, é uma boa indicação.
O autor conta sua experiência ao viver 18 meses em dois bairros de Milwaukee, em Wisconsin – um desses bairros é majoritariamente branco e, o outro, abriga mais a população negra.
Segundo Gates, o livro é um retrato da pobreza americana e ao lê-lo, conseguiu entender porque pessoas financeiramente desfavorecidas tomam decisões que muitos não conseguem compreender.
“Se você quer uma boa compreensão de como as questões que causam a pobreza estão entrelaçadas, você deve ler este livro sobre a crise de despejo em Milwaukee. Desmond escreveu um retrato brilhante dos americanos que vivem na pobreza. Ele me deu uma melhor ideia do que é ser pobre neste país do que qualquer outra coisa que eu tenha lido“.
// Believe Me: A Memoir of Love, Death and Jazz Chickens
Para quem não sabe, Eddie Izzard – o autor do livro – é um ator, comediante e roteirista britânico. Em Believe Me, ele reúne suas memórias, conta como conseguiu lidar com as dificuldades durante a infância, como descobriu suas habilidades e se tornou um grande artista e ativista. Sobre o livro, que não foi traduzido para o português, Bill Gates fala o seguinte:
“A história pessoal de Izzard é fascinante: ele sobreviveu a uma infância difícil e trabalhou incansavelmente para superar sua falta de talento natural e se tornar uma estrela internacional. Se você é um grande fã dele, como eu sou, você vai adorar este livro. Sua escrita é muito semelhante à sua voz no palco, e eu me encontrei rindo em voz alta várias vezes ao lê-lo“.
// O Simpatizante
O livro, escrito por Viet Thanh Nguyen ganhou um Pulitzer – e isso já é um bom motivo para lê-lo. Em O Simpatizante, lemos a história de um agente duplo do Vietnã que espiona refugiados abrigados em Los Angeles. Bill Gates gostou do livro porque ele dá uma visão de como seria viver os dois lados da Guerra do Vietnã. No Brasil, o livro foi publicado pela editora Alfaguara. ;)
// Energy and Civilization: A History
Escrito por Vaclav Smil, o livro fala sobre como a energia moldou nossa sociedade e, infelizmente, não está disponível em português. A opinião de Gates foi a seguinte:
“Smil é um dos meus autores favoritos, e esta é a obra-prima dele. Ele explica como a nossa necessidade por energia moldou a história humana – desde a era das usinas até a busca de energia renovável. Não é o livro mais fácil de ler, mas, ao final, você se sentirá mais inteligente e informado sobre como a inovação energética altera o curso das civilizações.“
E então, gostou? Aproveite as dicas de Bill Gates e leia mais em 2018. ;)
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Bill Gates e suas indicações literárias
Fonte: Locaweb

Descubra como surgiu o erro 404

Descubra como surgiu o erro 404

Ele é tão temido quanto o treze. Talvez ele não tenha o mesmo impacto supersticioso, mas que todo mundo tenta fugir dele quando o encontra, ah, isso é verdade – seja você o dono de um grande site ou apenas um internauta.
O quatrocentos e quatro não saiu de um dos livros de Stephen King, mas se fosse o número do quarto de um hotel assombrado, ninguém duvidaria. Afinal, todos sabemos que seria um erro se hospedar nele. Sabe-se lá o que encontraríamos, ou melhor, o que não encontraríamos.
O que talvez você não saiba é que no início dos anos 2000, acreditava-se que o erro 404 tivesse surgido a partir de um quarto com esse número (começou a ficar com medo?). Esse quarto ficava na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, na Suíça, e abrigava os primeiros servidores da web.
Segundo a teoria, Tim Berners-Lee tinha até um escritório por lá – para que não pudesse ser encontrado com frequência. Por isso o erro 404 levaria esse nome e carregaria consigo a frase icônica: página não encontrada.
Mas parece que esse é só um conto. De acordo com uma reportagem publicada na Wired, a história real por trás do erro 404 não tem nada a ver com nenhum mistério envolvendo quartos.
Na matéria, Robert Cailliau, pesquisador que desenvolveu o conceito da World Wide Web em conjunto com Berners-Lee declarou que os códigos de erro eram uma necessidade, mas não uma preocupação central.
Segundo ele, quando se escreve um código para um novo sistema, não se desperdiça muito tempo com mensagens longas para situações em que um erro é detectado. Além disso, naquele momento a memória também era levada em conta, por isso mensagens mais longas eram “impraticáveis”. Ele ainda brinca: “Os geeks modernos já não têm ideia do que era programar com 64k de memória.”.
A solução foi então designar intervalos numéricos para as categorias de erro – e eles foram designados de acordo com os caprichos dos programadores. Os erros destinados aos clientes estavam na faixa 400 e o 404 foi atribuído ao “não encontrado”. Simples assim!
Logo, tudo não passava de uma história para programadores dormirem (ou não dormirem)… “404 nunca foi vinculado a qualquer lugar ou lugar físico no CERN – Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear – esse é um mito completo”, declarou Robert Cailliau para a Wired, dando fim ao mistério do erro 404.
É, amigos, não foi dessa vez que encontramos uma versão tecnológica e real dos livros de Stephen King ou dos mistérios escritos por Arthur Conan Doyle. Mesmo que 404 não tenha surgido de um quarto misterioso, ainda assim, ele continua um pouco assustador dependendo do contexto…
E você, já sabia como o erro 404 foi criado? Quer saber como surgiu o nome de outros erros clássicos ou tem outros mistérios tecnológicos que gostaria que nós desvendássemos? Deixe sua sugestão nos comentários! ;)
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Descubra como surgiu o erro 404
Fonte: Locaweb

7 curiosidades sobre a Atari que você precisa saber

7 curiosidades sobre a Atari que você precisa saber

Há 45 anos era lançado um dos jogos mais clássicos da Atari, o Pong. Ele não tinha os gráficos que os games de hoje possuem, mas foi extremamente importante para a história do videogame.
O jogo eletrônico simula o tênis de mesa; foi desenvolvido por Nolan Bushnell e Ted Dabney e instalado pela primeira vez em um bar de São Francisco, na Califórnia. Ele nada mais era do que um console ligado a um monitor e movido a moedas. Foi por causa do Pong que a Atari foi fundada – em 27 de junho de 1972.
Diante disso, listamos 7 curiosidades sobre a Atari que todo gamer precisa saber. Confira:
1 – O preço nos dias de hoje
Em 1972, quando foi lançado, o Atari custava US$ 250 (o que hoje equivale a R$ 800, levando em consideração a cotação atual do dólar). Se corrigirmos o valor do videogame de acordo com a inflação nesses anos, seu preço estaria em torno dos R$ 3 mil – isso sem contar com as tributações brasileiras…
2 – Steve Jobs foi funcionário da Atari
Talvez você não saiba que Steve Jobs trabalhou na Atari entre 1974 e 1975 e essa foi sua única experiência como empregado. Depois ele saiu da empresa para montar a Apple, em conjunto com Steve Wozniak. Antes, os dois criaram o Breakout, jogo de 1976 da Atari.
Para quem deseja saber mais sobre esse tempo que ele passou na empresa, indicamos o livro Steve Jobs – A Biografia, escrito por Walter Isaacson e o filme Jobs.
3 – Bill Gates também participou da história da Atari
A Atari precisou contratar uma empresa que a auxiliasse na linguagem de programação BASIC para o Atari 800. Um jovem desenvolvedor foi responsável pelo projeto, ele era ninguém mais, ninguém menos do que Bill Gates e a organização que ofereceu o serviço era a Microsoft, mas depois de um ano o tal software não estava pronto. Com isso, Gates foi dispensado.
4 – O Atari teve sua versão fitness
O primeiro aparelho eletrônico que visava a prática de exercícios físicos foi criado pela Atari, em 1982 e se chamava Puffer. A ideia é que as pessoas jogassem ao mesmo tempo em que pudessem exercitar o corpo e melhorar sua saúde e a empresa até chegou a lançar games para o segmento.
5 – Parceria com a Nintendo?
Quando a Nintendo decidiu investir no mercado de games, chegou a considerar uma parceria com a Atari para desenvolver seu primeiro console. Como sabemos, as negociações não vingaram e a Nintendo criou o NES. Mas já parou para pensar em como seria se as duas empresas se unissem?
6 – Um outro tipo de “uniforme”
Em 1980 praticamente nenhuma empresa permitia que seus funcionários usassem roupas casuais para trabalhar, diferentemente da Atari – e isso dava uma espécie de “status” para eles. Além disso, quando as metas eram batidas eles comemoravam com festas em piscinas e bebida liberada.
7 – Um E.T. sem sucesso
Quando o Atari 2600 foi lançado, em 1979, as pessoas deixaram de ir ao fliperama para jogar em casa, já que o console permitia o uso de cartuchos. Com isso, vários jogos foram lançados, muitos sem qualidade – como foi o caso do game inspirado no filme E.T. – O Extraterrestre, considerado o pior jogo de todos os tempos.
O jogo foi licenciado por US$ 21 milhões e a Atari precisava vender 4 milhões de cartuchos para recuperar o valor e o que investiu em divulgação. As negociações para lançar o game terminaram em julho e ele deveria estar pronto até o Natal. Para aproveitar a data, eles tiveram que adiantar a produção para setembro e tiveram apenas 5 semanas para desenvolver o jogo. Óbvio que isso não deu muito certo e impactou a empresa.
E.T. ficou conhecido como o pior jogo da história, principalmente por causa dos bugs. Com isso, a Atari enterrou milhões de cartuchos no deserto.
Então, lembra do Atari? O videogame era do seu tempo? Se tiver mais alguma curiosidade para compartilhar com a gente, deixe nos comentários! ;)
 
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7 curiosidades sobre a Atari que você precisa saber
Fonte: Locaweb

NERDs: os novos rockstars que você respeita!

NERDs: os novos rockstars que você respeita!

Alguns ganharam ingressos, muitos compraram e outros foram convidados – não precisam de nenhuma espécie de ticket para apreciarem o show. Mas não importa a forma como entraram no espaço gigante e bem localizado. Todos, ou boa parte do público, estão ansiosos e não veem a hora do show começar. Afinal, assim como os outros, este promete.
As luzes se apagam e o palco ganha destaque. A inquietação toma conta dos espectadores, que não vestem camisetas de bandas, nem seguram copos plásticos com cerveja ou refrigerante.
Sentados, com blocos de notas e canetas; smartphones e notebooks, têm garrafas de água por perto. Outros, no entanto, bebem café ou energético e, em coro, todos gritam pelo nome da estrela da vez.
Nenhum solo de guitarra antecede a entrada triunfal. Em vez disso, vídeos motivacionais, conceitos elaborados e belas imagens surgem no telão enquanto ele chega. Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg – e tantos outros, tantas outras. Quem disse que dentro da tecnologia e do empreendedorismo não existem rockstars? Muitos dão show, viram ícones nacionais e internacionais.
Ao invés de trechos de músicas, frases retiradas de entrevistas e apresentações são compartilhadas em exaustão nas redes sociais. Livros, filmes, séries e documentários sobre os gênios tecnológicos são vendidos, lidos, visualizados.
Se antes ser um NERD era “vergonhoso”, hoje isso mudou. Estudar, gostar de tecnologia, participar de eventos e criar a própria startup é cool. É sinônimo de sucesso. Alguma dúvida de que o NERD virou popstar, ou melhor, rockstar?
Das garagens para o mundo m/
Um grupo escreve músicas, arranha acordes, deixa os vizinhos irritados com a bateria, com o barulho. O outro, faz cálculos, anotações, cria protótipos e deixa os vizinhos nervosos com possíveis curto-circuitos.
Apesar de serem segmentos diferentes, ambos começaram lá, na garagem de casa ou em uma alugada mesmo. De um lado temos os rockstars: Metallica, Ramones e até mesmo The Beatles. De outro, os NERDs da tecnologia: Bill Gates e Paull Allen com a Microsoft; Steve Jobs e Steve Wozniak com a Apple; Larry Page e Sergey Brin com o Google; Bill Hewlett e Dave Packard com a HP.
Não há como negar que a garagem tenha papel importante na tecnologia e no rock.
Foi lá que muitos jovens brilhantes, sedentos por mudanças e vontade de revolucionar, começaram e fizeram história. Ela serviu – e ainda serve – de “QG” daqueles que sonham em impactar o mundo com músicas e produtos/serviços inovadores. Mais uma prova de que “rockstars” também nascem em polos tecnológicos.
Um longo caminho a ser percorrido m/
“It’s a long way to the top if you wanna rock ‘n’ roll” – esse é o trecho de uma das músicas do AC/DC e exemplifica muito bem o caminho que as bandas de rock e os NERDs precisam trilhar para conquistar o sucesso. Não é fácil. É preciso talento, foco, persistência e muito trabalho, já que os desafios são muitos e a concorrência é grande – nos dois segmentos.
Muitos shows estarão vazios; muitos produtos e serviços terão baixa procura, muitos sócios brigarão, mas aqueles que realmente querem provocar mudança não desistem. Buscam alívio na criatividade e aprendem com essas experiências. Usam todos esses elementos como escada para chegar ao topo. Quer exemplos? Steve Jobs foi demitido da Apple. Rita Lee, expulsa dos Mutantes. E os dois, de formas diferentes, conseguiram dar a volta por cima. Yeeaah! m/
Toda banda e toda empresa precisa de um líder m/
 Mais um ponto em comum entre os dois mundos: a liderança.
Uma banda de rock e uma empresa tech precisam de um bom líder. Em um artigo publicado no blog do TED Talks, Jim Crupi traça um paralelo entre a música e o empreendedorismo. Para ele, um líder é um cantor e compositor, precisa tocar o coração e a mente das pessoas com o que diz; contar histórias significativas, de maneira impactante. A “música” deve ressoar no coração do ouvinte.
Harmonia entre os integrantes também é importante e cabe ao líder essa responsabilidade. Se o baterista, o guitarrista e o baixista, por exemplo, estão dessincronizados, não há como passar uma boa mensagem para o público, o trabalho cai – e as vaias começam. Em uma empresa o equilíbrio também é importante. Cada profissional precisa ter consciência de sua importância para aquele lugar e o líder deve unir, certificar-se que todos estão tocando como deveriam, de forma harmônica e impactante. Para ler o texto na íntegra, clique aqui.
 
I wanna be a rockstar m/
A prova final de que grandes nomes da tecnologia e rockstars têm tudo a ver?
Os jornalistas Marco Bezzi e Daniel Fernandes no livro Como o Rock Pode Ajudar Você a Empreender mostram como Kiss, Guns N’ Roses e outras bandas conseguiram sobreviver em um mercado competitivo e trazem grandes dicas para quem deseja abrir o próprio negócio.
Em entrevista para o portal O Globo, quando perguntado sobre o que uma empresa e uma banda de rock têm em comum, Marco conta que “uma banda é uma empresa que tem seus funcionários (músicos contratados e técnicos) e seus consumidores (fãs).”
Daniel ressalta que ambas precisam oferecer ao público uma experiência diferenciada, tendo o desafio de inovar a todo momento. No livro, publicado pela editora Benvirá, eles extraem pontos muito específicos de bandas de rock e trazem para o dia a dia de um empreendedor. Vale a leitura! ;)
Agora, depois disso tudo, se você também gosta de tecnologia e não vê a hora de criar sua própria empresa, pegue seus óculos (de sol ou de grau) e let’s go! É a hora de ser um Nerdstar rockstar.
Inspire-se nas grandes bandas, estude, coloque a mão na massa e prepare-se. O próximo a dar um show e a lotar grandes espaços pode ser você. #YouRock! m/
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NERDs: os novos rockstars que você respeita!
Fonte: Locaweb

3 dicas importantes para freelancers

3 dicas importantes para freelancers

Já pensou em ser freelancer? Já tentou e não conseguiu? Já foi e não deu certo?
A vida como freelancer não é fácil. O profissional precisa lidar diretamente com clientes, prazos apertados e muitas vezes trabalhar além da conta porque não pode dispensar um job. Eu já tive a experiência de trabalhar um ano inteiro como freelancer e aprendi muito. Por isso compartilho neste artigo, algumas das coisas que acho mais importante.

1- Como captar clientes?

Esse é um dos pontos mais questionados, pois não é nada fácil criar uma carteira de clientes como freelancer. Aqui vão duas dicas fundamentais para conquistá-los:
– Tenha um bom portfólio.
– Saiba se comunicar e passar confiança ao seu possível cliente.
Os clientes precisam se sentir seguros para fecharem negócio. Se você não tem nada, nenhum trabalho para apresentar a eles, fica realmente difícil. Então montar um bom portfólio acaba sendo um ponto chave. Você não precisa divulgar projetos que ainda estão em produção. Escolha projetos pessoais, que mostre um pouco (de preferência bastante) do seu trabalho.
Após a apresentação de seu portfólio, você precisa saber se comunicar com o cliente e passar a segurança de que realmente sabe o que está fazendo e que os projetos apresentados são seus de fato, não uma propaganda enganosa de seu trabalho.
Depois de trabalhar corretamente, ser profissional e honesto com seus clientes, você acabará fidelizando-os e, a partir dessa fidelização, conseguirá indicações – o que facilita bastante o trabalho.

2- Como cobrar?

Este é um ponto cheio de controvérsias. Alguns dizem para cobrar X por hora, enquanto o cliente apresenta um orçamento que o sobrinho dele fez e por aí vai…
Acho que o segredo nesse ponto é encontrar o equilíbrio entre trabalhar de forma que você não se sinta desvalorizado. Abaixo, deixo minha métrica para calcular o valor de um job. Fique à vontade para aplicá-la, caso você se sinta confortável para trabalhar dessa maneira.  
Eu adoto uma escala de 1 a 5, sendo uma para tempo e outra para complexidade.
Um projeto que tenha 2 na escala de tempo e 5 de complexidade deve ser mais caro do que um projeto que na escala tenha 1 de tempo e 3 de complexidade.
Já um projeto que tenha os mesmos 2 e 5 só que em escalas invertidas, ou seja, 5 de tempo e 2 de complexidade também deve ser mais barato do que o 2 de tempo e 5 de complexidade, porque na minha visão, a complexidade tem um peso maior que o tempo, mas você pode achar que o tempo é um fator mais importante pra você.
Por isso vai de cada um, além, claro, de poder acrescentar outros itens, como reuniões semanais, quinzenais ou mensais. Quanto mais reuniões mais caro o job porque esse é um tempo que você estaria codando e não está.

3- Como dividir o tempo?

Esse é um ponto crucial para você; não só como profissional, mas também como pessoa. Primeiramente, aqui você deve definir o quanto quer trabalhar por dia: são 6 horas, 8 horas, 10 horas…? Aí vai de você. Eu não o aconselharia a trabalhar mais do que 8 horas, pois é importante ter um bom descanso e uma vida saudável.
Após definir sua carga horária de trabalho semanal, precisará ver como estão seus prazos e como irá dividir seu tempo entre os clientes. Eu gostava de dividir meu dia para trabalhar em projetos de dois clientes – sendo 4 horas em cada um. No dia seguinte eu trocava os clientes, fazendo outras 4 horas em cada dois outros projetos.
Sendo assim, fazia segunda e quarta-feira o projeto do cliente X e do cliente Y. Já na terça e na quinta-feira, do cliente A e do B. Na sexta eu priorizava o projeto que estava com o prazo mais próximo de entregar.
As reuniões eu deixava sempre para o dia em que eu tivesse trabalhando no projeto daquele cliente, para não tomar horas de outros.
O que achou das três dicas? Gostou? Gostaria de alguma outra? Deixe um comentário!
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3 dicas importantes para freelancers
Fonte: Locaweb

Por que você deve ler Criatividade S.A.?

Por que você deve ler Criatividade S.A.?

“Nunca julgue um livro pela capa.”
Essa frase ecoa toda vez que entro em uma livraria e eu juro que tento segui-la. Só que não há como deixar de julgar um livro, quando ele tem Buzz Lightyear na capa e você é fã de Toy Story – e da Pixar. É óbvio que você (nesse caso, eu) vai comprá-lo. E foi o que fiz.
Criatividade S.A. contraria essa lógica já defasada, em minha opinião, de que livros com capas bonitas não têm muita profundidade. O conteúdo, assim como o design, surpreende – vai “ao infinito e além”, como diria Buzz, e traz lições valiosas.
Ed Catmull, cofundador da Pixar Animation Studios, em um texto leve e fluido, nos convida a refletir sobre sonhos, medos e fracassos, desafios e, claro, insights e inovação. Você já parou para pensar em como a Pixar se tornou a Pixar e como continua atual e surpreendente? São 319 páginas para descobrir – e valem o tempo investido.
O livro mistura biografia, contando a trajetória profissional de Ed, e também traz lições de empreendedorismo – o que é ótimo para quem deseja abrir o próprio negócio e busca por uma visão diferente sobre o assunto. Catmull é honesto com o leitor, não tem medo de expor suas dificuldades e seus fracassos, muito pelo contrário.

// A importância do compartilhamento de ideias
Já reparou que em uma reunião não é todo mundo que compartilha ideias? Muitos têm medo de serem julgados quando elas não forem aceitas e outros têm receio de que as ideias sejam “roubadas”. Em Criatividade S.A. Ed Catmull ressalta a importância da troca de opiniões e mostra que é assim, quando todos contribuem com insights, que uma empresa se renova, inova e cresce.
O autor também dá um belo “sincerão”, e nos faz compreender que não somos nossas ideias. Que se elas não forem postas em prática ou se forem modificadas, não devemos levar isso para o lado pessoal. É preciso focar na solução do problema e não na pessoa que deu ou vetou uma sugestão.

// Por trás de uma empresa de sucesso há uma equipe de sucesso
Outra lição que Criatividade S.A. traz é a de construir uma boa equipe. Catmull acredita que talento não é tudo quando pessoas talentosas trabalham juntas e não conseguem se integrar. Quando os integrantes não são compatíveis, a equipe acaba sendo ineficaz e nos faz refletir, mostrando que a ideia certa nem sempre é importante, mas sim, uma equipe que tenha a química certa.
“Dê uma boa ideia para uma equipe medíocre e eles irão estragar tudo. Mas dê uma ideia medíocre para uma equipe brilhante e eles irão consertá-la ou jogá-la fora e propor algo melhor.”.

// Tenha um banco de cérebros
Novamente ressaltando a importância de ter uma boa equipe, a Pixar criou um Banco de Cérebros – e no livro há um capítulo inteiro explicando o que é e porque ele é tão importante.
O Banco nada mais é do que um grupo formado por membros altamente qualificados da criação da empresa, que se reúne para conversar sobre as produções.
Essas pessoas são essenciais para questionar os filmes, encontrar problemas e resolvê-los de forma inteligente e criativa. Para exemplificar, Ed cita algo que aconteceu durante a criação de Os Incríveis.
Em uma cena, o personagem Roberto Pêra briga com a esposa e, quem assistiu ao filme, sabe que o personagem é grande perto de Helena, que é baixinha. Ao ver a cena, o Banco de Cérebros chegou a conclusão de que algo estava errado. Por causa da proporção, parecia que Roberto poderia agredir a esposa a qualquer momento.
Depois da análise, a equipe não mudou o diálogo, mas a cena em si. Como Helena é a Mulher-Elástica, durante a discussão ela se estica e fica maior que o marido, equilibrando a situação.

// Cara de pau e competência para assumir responsabilidades que não são suas
Ed deixa claro que na Pixar qualquer funcionário pode contribuir e assumir responsabilidades. Tanto o gerente, quanto o estagiário têm autonomia para oferecer soluções e ajudar a empresa. Corrigir problemas não é uma tarefa de determinada equipe, é uma tarefa de todos, pois todos trabalham em prol de um objetivo.
Esse modo de pensar também tem a ver com o “Discurso Toyota”, em que os funcionários da empresa poderiam tomar decisões sem esperar por permissão e resolver um problema quando ele aparecesse. O resultado? Aperfeiçoamento, consciência do que pode ser mudado, aprendizado e mais qualidade.

// Mantendo a curiosidade e a vontade de criar
Mesmo que a Pixar tenha chegado onde chegou, seus criadores nunca perderam a essência, a vontade de ir além, de produzir coisas novas. Quando uma empresa perde essa característica, pode até fracassar. Ela se acostuma a repetir o que deu certo e não se abre para novas possibilidades, deixando de lado essa “inquietude” positiva, muito presente no início do negócio.
São motivos suficientes para você ir para uma livraria e comprar seu exemplar ou adquirir o e-book, não? E se você já leu Criatividade S.A. e tem outros livros para indicar, deixe seu comentário! ;)
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Por que você deve ler Criatividade S.A.?
Fonte: Locaweb