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Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre Design thinking?

Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o termo, principalmente se você atua em um mercado criativo.

Neste artigo trago a ponta do iceberg de conhecimento sobre o Design Thinking, para você entender um pouco mais do seu conceito, para que serve e uma das maneiras de utilizá-lo, a fim que você inicie os estudos e dê os primeiros passos nessa abordagem e modelo de pensar o design.

O Design Thinking pode proporcionar uma abordagem capaz de combinar empatia com o usuário, dentro do contexto de um problema, com questões de negócios e de tecnologia.

Por tudo isso que neste artigo vamos falar sobre o famoso Design Thinking. Preparado? Vamos nessa?

Neste artigo você vai aprender:

Como surgiu o termo Design Thinking? O que é e para que serve o Design Thinking? Os 3 Pilares da abordagem 5 passos essenciais do Design Thinking

Como surgiu o termo Design Thinking?

Apesar do termo ter ganho popularidade nos anos 2000, a sua origem, mesmo que ainda não tivesse o nome design thinking, começou muito antes, entre as décadas de 1950 e 1960. É possível encontrar trabalhos de vários designers e profissionais de outras áreas que contribuíram para o design thinking como o conhecemos hoje. Nomes como Buckminister Fuller, Herbert Simon, Victor Papanek, Horst Rittel e Melvin M. Webber, entre outros, foram importantes para o “pensar design”.

“Um designer é uma síntese emergente de um artista, inventor, mecânico, economista objetivo e estrategista evolucionário.” Buckminister Fuller

O Design Thinking como ficou mais conhecido e aplicado em diferentes empresas e projetos, foi cunhado por Tim Brown e David Kelley, ambos designers e fundadores da empresa IDEO (empresa internacional de design e consultoria em inovação), onde eles começaram a aplicar essa nova abordagem, já em 1991.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas, desde antropologia até administração de negócios, para estudar design thinking.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a efetiva prática do design, a ideia era criar times multidisciplinares para aumentar e qualificar as suas equipes e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso eles conseguiram disseminar essa abordagem. Termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas. Programas educacionais foram lançados, como na d.school e também em outras universidades prestigiadas de todo o mundo.

Além desses programas educacionais, existem dois livros que são os pilares dessa abordagem e que foram os grandes agentes da popularização do termo. São eles:

Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation.

E o livro Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brown.

Essas duas obras são responsáveis por explicitar mais a abordagem, e fundamentar alguns conceitos ligados à área da tecnologia e do design.

O que é e para que serve o Design Thinking?

Se você é da área do design, seja qual for o seu segmento (design gráfico, web design, ui design, product designer), provavelmente já deve ter escutado esse termo, seja em workshops, palestras ou cursos… Mas afinal, o que é esse tal Design Thinking?

De acordo com o livro do próprio Tim Brown, esse não deve ser entendido como uma metodologia, e sim como uma abordagem, ou seja, uma forma de agir e de enxergar o design.

Dessa maneira, essa
abordagem se diferencia das demais porque não está focada simplesmente no
processo de criação e no retorno do mercado, mas também, e principalmente, está
preocupado no ser humano, ou seja, no usuário. Por esse motivo, leva em
consideração as questões do público, do negócio e da tecnologia.

Sendo assim, esse tipo de abordagem pode ajudar ao designer, ou quem estiver aplicando essa abordagem, a resolver problemas para criar produtos, por exemplo, focando nas pessoas, além de outros problemas, como problemas de comunicação visual, de acesso, de usabilidade, de proposta de valores para melhorar situações e status.

Mas engana-se quem acha que esse design é utilizado somente no design propriamente dito! O Design Thinking pode ser aproveitado no âmbito empresarial, organizacional etc.

É muito comum vermos pessoas que não são designers falarem sobre Design Thinking, por não se trata apenas de design, e muito menos de design visual, e sim de uma forma de pensar e abordar os problemas, seja eles de um projeto de design ou não.

A abordagem Design Thinking utiliza de uma visão sistemática de um projeto levando em consideração 3 pontos fundamentais que são: desejabilidade, tecnicalidade e viabilidade.

Desejabilidade

Trata-se de quanto o usuários querem aquilo e para que desejam, qual a finalidade para elas, se será útil e de qual maneira. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: Será que existe procura por isso? Se sim, por quê? Como? Será que as pessoas gostariam disso? Gostaria de usar? Qual o benefício que elas podem obter com esse projeto?

Tecnicalidade

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de tecnologia. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É tecnicamente possível criar o que está propondo? Quais tecnologias serão envolvidas? Do que é preciso do ponto de vista técnico para publicar o projeto?

Viabilidade de negócio

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de negócio. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É possível comercializar o projeto? As pessoas pagariam por isso? Quanto o usuário estaria disposto a investir nisso? Existe algo parecido no mercado?

Esses pontos são a primeira parte do projeto e devem ser discutido e avaliados por todos os envolvidos. Após isso, é preciso entender também os pilares do Design Thinking. A seguir entenderemos sobre isso com os pilares do DesignThinking.

Os 3 Pilares da abordagem

Esse conceito se trata de uma abordagem, uma maneira de resolver os problemas, e, portanto, não há um passo a passo que deve ser seguido a risca para um bom aproveitamento. Por isso, o sucesso do Design Thinking está em como você entende e adapta essa abordagem!

Entretanto, existem 5 passos essenciais, que independente do seu entendimento, devem ser seguidos. Mas antes de tudo, você deve ter em mente que para o design funcionar, você deve entender os 3 pilares da abordagem: empatia, colaboração e experimentação.

Empatia: está relacionada ao entendimento do próximo, ou seja, imergir no problema do outro, sem pré-julgamento e preconceitos. Por isso, eu costumo chamar também esse pilar de Empatia Prática, porque você busca imergir de cabeça no problema.Colaboração: está relacionada a um mesmo fato poder ter várias interpretações. Ou seja, um mesmo problema pode ter visões diferentes, assim como, modos diversos de serem resolvidos. Dessa maneira, o Design Thinking trabalha com equipes multidisciplinares, para que as soluções e criações sejam pensadas por várias pessoas para potencializar a chance de encontrar o melhor caminho para solução daquele problema.Experimentação: está relacionada com a experimentação do produto propriamente dito, ou seja, a fase de colocar para testar na prática se tudo aquilo que foi pensado e planejado faz realmente sentido e se funciona como o esperado.

Esses pilares são fundamentais dentro do Design Thinking e todos os passos a seguir estão inclusos dentro desses pilares.

5 passos essenciais do Design Thinking

Como falado anteriormente, o Design Thinking é subdividido em 5 etapas. Essas etapas e as sua realização podem variar de acordo com a interpretação de cada um, já que a intenção nunca foi ser algo fechado. Um dos pontos positivos do Design Thinking é justamente essa liberdade na abordagem.

São elas: Entendimento/Observação, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Entendimento/ Observação:

O primeiro passo é marcado pela organização da equipe, isso inclui separação de tarefas, confecção do cronograma etc. Nesse momento, você irá utilizar o primeiro pilar do Design Thinking, e aplicar a empatia, em busca de entender o outro e o problema, e as diversas formas de resolução. Para tanto, você poderá utilizar as ferramentas de pesquisa de campo, conversa, testes e mapas de empatia.

Definição:

Neste passo você irá utilizar as informações obtidas no passo anterior, e, a partir disso definir um problema e sua solução. Essa etapa tem relação direta com as etapas do que tem que ser feito.

Ideação:

Como o próprio nome diz, aqui você unirá todo o conhecimento adquirido nos passos anteriores para ajudar a conceber a sua ideia. Ou seja, você começará a tirar da parte das ideias e começar a por em prática as soluções para o seu problema. Para isso, você pode utilizar as ferramentas de brainstorming para trazer ideias de como colocar em prática.

Prototipação:

Aqui você irá juntar ou definir as ideias para criar algo que possa ser utilizado e testado em campo por usuários. E será com esse protótipo que você começar a testá-la. Para tanto, você pode, por exemplo, utilizar um MVP, que em português seria Mínimo Produto Viável .

Teste:

Por fim, temos a fase de teste em campo, com os usuários, do seu Design Thinking. O divertido e importante dessa parte é que você receberá feedbacks, e, assim poderá melhorar e validar o seu produto.

É válido ressaltar que mesmo com essas etapas pré definidas, esse processo não é algo fechado. Sendo assim, algumas pessoas podem subdividir algumas dessas etapas, como por exemplo, a quinta etapa, que pode ser dívida em uma sexta etapa denominada de “interação”.

Além disso, é recomendado que durante todo o processo a equipe seja multidisciplinar, para obter óticas diferentes e dar opções diferentes para o mesmo problema.

Vídeo : O que é Design Thinking?

Para contribuir ainda mais com o aprendizado sobre o assunto, eu decidi gravar um vídeo onde explico sobre a abordagem Design Thinking. Nesse vídeo eu falo sobre as vantagens de se utilizar essa abordagem explicando cada parte do processo e como você pode iniciar os seus estudos sobre essa forma de encarar o design e o processo criativo.

Considerações Finais

Você viu ao longo deste artigo quão benéfico pode ser aplicar essa abordagem. Mas devo te alertar sobre uma coisa: essa abordagem não se trata de uma poção mágica para resolver todos os seus problemas de design.

O Design Thinking é ótimo, mas não é a solução para tudo. Essa abordagem e modo de pensar está aqui mais para guiar, ou seja, ser um facilitador/professor. Nesse sentindo, essa abordagem busca acima de tudo te ensinar sobre o que é o projeto que você está trabalhando. É uma abordagem que trabalha acima de tudo com o entendimento e pensamento pratico do projeto.

E, embora haja um passo a passo e por vezes possa parecer algo distante de nós, o Design Thinking é algo intrínseco, se pararmos para pensar com calma, da função de um Designer, e que já deveria ter por essência a facilidade e a disposição para trabalhar em grupo, gerar empatia e desenvolver uma visão sistemática intuitiva afim de resolver o problema do projeto.

E você já utilizou ou usa o Design Thinking em seus projetos? Tem algo a acrescentar a este artigo? Deixe o seu comentário abaixo. Ele será bem-vindo. 🙂Forte abraço.

Até mais.

Fontes: https://www.ilabs.services/post/2018/06/26/a-origem-do-design-thinking-e-quem-fez-isso-acontecer

https://brasil.uxdesign.cc/design-thinking-para-leigos-2f018a30a3a0

Livro: Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brow
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Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário
Fonte: Chef of Design

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Eae, td bele?
Hoje irei falar sobre o trabalho remoto. Eu atualmente trabalho desse jeito. Já trabalhei em agência, empresa de tecnologia, startup, estúdio e até banco, mas confesso que prefiro, sempre que posso escolher, trabalhar de forma de remoto por certos motivos que irei mostrar para você neste artigo. Porém trabalhar a distância ou em casa também tem certos pontos fracos. Esse tipo de trabalho com certeza não é para qualquer um. A cada dia que passa tenho mais certeza disso.
E praticamente todo mundo que trabalha com design/comunicação/criatividade/tecnologia sabe o que é trabalhar assim, seja atuando em um freela ou trabalhando para uma empresa.
Portanto, neste artigo tentarei te passar o máximo, e de forma verdadeira, o que sei sobre trabalhar desse jeito. Eu adquiri conhecimento trabalhando desse modo e tenho quase 3 anos de experiência (juntando o tempo de duas oportunidades que tive ao longo da minha jornada) sobre essa modalidade de emprego.
Ok? Então, vamos nessa!
Neste artigo você vai saber sobre:

O que é o trabalho remoto
As empresas e o trabalho remoto
Para quem é o trabalho remoto
Para quem NÃO é o trabalho remoto
Pontos fortes do trabalho remoto
Pontos fracos do trabalho remoto
Dicas para  quem quer trabalhar a distância/homeoffice

O que é o Trabalho Remoto
O trabalho remoto nada mais é do que o trabalho a distância. Você trabalhar de casa ou de qualquer lugar do País e quiçá do mundo (aí deve-se levar em conta o fuso horário). Trabalhar desse jeito não tem nada de demais e é como qualquer outro trabalho: você pode ter metas, tarefas e horários à cumprir, mas o diferencial e que você não precisa ir para a empresa todo dia. Você pode trabalhar do seu quarto ou de um coworking, por exemplo. Você só precisa apenas de um PC, ou Notebook, e uma conexão estável com a internet.

Usa-se muito o termo home office, ou escritório/trabalho em casa, para o trabalho remoto. Todavia, como já disse anteriormente, trabalhar de forma remoto não significa somente trabalhar de casa. Claro que na maior parte do tempo você estará em casa, mas você tem a opção em um dia que tem visitas na sua casa e você não terá silêncio, ir até uma cafeteria e trabalhar de lá, por exemplo.
E o trabalho remoto pode servir para quem é funcionário (o cara com carteira registrada, por exemplo), para o freelancer e até mesmo para quem é empresário. Existe muita gente por aí que tem a sua própria empresa trabalhando apenas de casa e o melhor: faturando milhões.
O mercado e o trabalho remoto
As possibilidades que temos hoje em dia de se comunicar através de voz, mensagem e vídeo facilitam demais essa modalidade de emprego.
Cada dia mais softwares de gestão evoluem e ficam mais acessíveis para todos.
A velocidade e o acesso a internet que, apesar de ser muito lenta e cara aqui no Brasil, vem melhorando evoluindo a cada dia.

A aquisição de tecnologia como tablets, smartphones e computadores em geral também a cada dia está mais fácil.
Com tudo isso que temos hoje fica mais fácil poder trabalhar e/ou gerenciar o trabalho da sua empresa de casa.
Cada vez mais as empresas vem compreendendo que o trabalho remoto para certas funções pode ser muito vantajoso e lucrativo:

As empresas muitas vezes pagam menos encargos (podem não pagar vale transporte e alimentação, por exemplo);
O número de faltas por questões médicas diminui;
A produtividade dos funcionários na maioria dos casos aumenta;
A satisfação e o prazer de trabalhar dos colaboradores também aumentam;
Pode trazer uma grande redução de custos operacionais.

Existem muito mais vantagens para as empresas sobre o trabalho remoto. É claro que nem toda profissão pode se dar ao luxo de trabalhar assim, mas na área criativa e de tecnologia isso não é problema e as empresas desses segmentos estão entendendo isso.
Em países de primeiro mundo, por exemplo, o trabalho remoto já é muito mais desenvolvido e é uma tendência global. No Brasil o trabalho a distância só cresce. Cada vez mais está mais comum, apesar de toda a burocracia da nossa legislação e também do nosso “jeitinho brasileiro de ser”, trabalhar a distância. 😀
Para quem NÃO é o trabalho remoto

Pode parecer brincadeira, mas o que vou dizer agora é a pura verdade: trabalhar em casa não é para qualquer um. E não ter o perfil para trabalhar em casa não significa que isso seja algo ruim. Todo mundo tem um jeito e perfil diferente.
“Ah David, mas eu fico o dia todo em frente ao PC no Facebook. Para mim isso é moleza!”
Aí que você se engana, Galucho. Trabalhar em casa precisa de muito mais foco e responsabilidade. E ficar em casa o dia todo no Facebook é muito diferente do que trabalhar em casa.
Portanto ao invés de começar falando para quem é o trabalho remoto, irei falar para quem não é o trabalho remoto. O trabalho remoto NÃO é para quem:

Necessita de pessoas por perto no trabalho;
Perde o foco fácil;
Necessita de um chefe em cima para cumprir o determinado;
Precisa de um chefe para dizer tudo o que você deve fazer;
Tem dificuldades com a vida social;
É desorganizado;
Mora em um ambiente muito agitado;
Não sabe dizer “NÃO”.

O trabalho a distância é um trabalho como qualquer um, porém exige muito mais responsabilidade do colaborador já que não tem ninguém para “vigiá-lo”.
E desses itens que citei o principal é o saber dizer não.
Quando você trabalha em casa muitas vezes as pessoas entendem de forma errada que você está disponível a todo momento.
Por isso pessoas que não sabem dizer “não” para tais situações, mesmo que seja para pessoas da família e amigos, não são indicadas para trabalhar de forma remoto.
Outro ponto a se destacar é que não são todas as profissões que podem atuar desta maneira. Isso é meio óbvio, mas é bom salientar. Entretanto para a área criativa e de tecnologia o trabalho remoto é uma alternativa muito bem-vinda e que pode proporcionar inúmeros benefícios.
Para quem é o trabalho remoto

Exceto os perfis citados no tópico anterior, o trabalho remoto serve praticamente para qualquer profissional, principalmente para os criativos. Então se você é:

Organizado e responsável;
Cumpre datas sem precisar de alguém em cima te cobrando;
Não necessita de gente ao seu lado para trabalhar, na verdade prefere um fone de ouvido;
Não é depressivo, carente e é bem resolvido pessoalmente;
Mora em um ambiente tranquilo ou não muito agitado;
Sabe dizer “NÃO” quando precisa;

Agora que você já sabe para qual tipo de perfil serve o trabalho a distância, vamos falar das vantagens e desvantagens. Vamos começar pelas vantagens!
Pontos fortes do trabalho remoto
Como qualquer tipo de trabalho, o trabalho remoto tem seus pontos fortes e fracos. Abaixo vou começar pelos pontos fortes, bele? Vamos lá!
Qualidade de vida

Com certeza o maior ponto forte de se trabalhar à distância é a melhora na qualidade de vida.  Irei listar algumas coisas que influenciam nessa melhora:

Você não tem estresse com trânsito e/ou transporte público;
Você consegue, muitas vezes, dormir mais e melhor;
Você come mais comida caseira e menos condimentada e de fast-food (se você não for preguiçoso e quiser cozinha, claro kkkkk);
Você não tem chefe atrás do seu computador como um cão de guarda olhando tudo o que você faz;
Você não tem que lidar com pessoas chatas e inconvenientes que praticamente toda empresa tem;
Você tem mais tempo para sua família;
Você tem mais tempo para fazer o que gosta;
Você tem mais liberdade para trabalhar e, no caso dos criativos, para criar;
Você não precisa ir trabalhar com roupa social e ficar sofrendo com ar condicionados super gelados ou que não funcionam;
Você não fica triste quando chega segunda feira.

Existem muito mais coisas que poderia citar, mas acho que essas já são suficientes. Trabalhando em casa você tem muito menos estresse. Claro que estresse sempre tem, não tem como, todo trabalho é assim, mas só de você não ter tudo isso ( de pegar trânsito, aguentar gente chata,etc) já diminui muito o seu estresse e melhora automaticamente a sua qualidade de vida.
Mais Liberdade

Um ponto importante a se destacar é a liberdade. Para quem trabalha com criação sabe o quão é ruim trabalhar sobre fortíssima pressão (não que não exista pressão trabalhando a distância, porém ela é menor) e sem poder buscar referências na net porque a “empresa” bloqueia todos os sites onde você busca referências.
No caso da liberdade é importante não confundi-la com libertinagem. É preciso não se deixar levar por redes sociais e afins.Sabendo fazer as coisas esse fator ajuda muito nós criativos.
Flexibilidade no horário

Por mais que você possa ter um horário a cumprir no trabalho remoto, você tem sim mais flexibilidade nesse quesito. Você consegue encaixar compromissos pessoais, se preciso, de forma muito mais fácil. Comumente o mais importante mesmo é você cumprir o prazo estabelecido e com qualidade.  Então você pode eventualmente ir resolver algo de dia e terminar o trabalho mais a noite, principalmente se você for freelancer.
Mais produtividade

Segundo um estudo patrocinado pela Dell, O Global Evolving Workforce, 54% dos brasileiros se consideram mais produtivos ao trabalhar em casa. E isso é uma verdade, principalmente para quem trabalha com tecnologia e criação.
Todos os fatores que já citei neste artigo contribuem para isso, porém podemos adicionar mais um que é o maior tempo de trabalho efeito, ou seja, tempo em que você realmente trabalha.
Existem vários estudos que apontam que em um trabalho de 8 horas em uma empresa normalmente trabalhamos apenas 6 ou 5 horas. No trabalho remoto com certeza as horas trabalhadas aumentam. Isso porquê você tem menos interrupções (se você souber dizer não e estiver em um ambiente tranquilo, como já citei a cima) e mais concentração no trabalho.
Na verdade o trabalho em casa tem muito menos o famoso “migué”.
Por mais que você pare um pouco “para respirar”, você não perderá tanto tempo como, por exemplo, quando vai ir tomar um café com o pessoal da empresa e perde vários minutos falando da vida alheia, mulher, futebol, da rotina da empresa, etc.
E mesmo que você perca o mesmo tempo, quando você volta normalmente você se concentra muito mais rápido na tarefa.
Você não fica contando as horas para chegar logo às “18h” para sair correndo. E nem fica enrolando das 17:30 até as 18h quando já está cheio daquele ambiente de escritório.
Bom para você, para a empresa e para o meio ambiente

Como já falei a empresa também pode ganhar com tal modalidade de trabalho, mas além dela e de você, o meio ambiente e a sociedade também podem ganhar.
Por mais que você gaste mais energia elétrica em casa, etc, você gasta muito menos do que na empresa.  Você também não sai com seu carro na rua (você é menos um em cidade cada vez mais cheia), você não vai ficar ilhado na avenida alagada, não vai brigar com um passageiro do metrô, entre outros.
Se o seu trabalho pode ser executado a distância, com certeza todos ganham e inclusive o mundo.
Possibilidade de morar em cidades mais distantes

Como o trabalho é a distância você pode morar na capital ou lá no meio do mato, sem problemas. Desde que você tenha uma conexão estável com a internet, tá valendo.
Dependendo do caso você pode morar até em outro país sem problema.
E isso também é muito bom porque pode te possibilitar viajar mesmo que não esteja de férias.
Pontos fracos do trabalho remoto
Agora irei listar os possíveis “calcanhares de Aquiles” do trabalho remoto. Alguns nem considero defeitos, mas é bom citar. Vamos conferir?
Isolamento/ solidão
Trabalhar a distância significa que você não terá um monte de gente ao seu lado todo dia. Você não verá todo dia o seu chefe, o seu amigo de time ou a moça da copa. Em praticamente todo o tempo você estará sozinho. E por mais que você possa ir trabalhar onde tem gente, em coworks, por exemplo, mesmo assim ainda você estará sozinho no seu trabalho. Você não tem com quem falar sobre “aquela task que passaram para você”.

Por mais que hoje tenhamos Skype, hangout, whatsapp, etc; nada se compara a interação pessoal.
Existem pessoas que podem não se adaptar a essa situação, pois gostam de falar, de interagir com pessoas, de ir na mesa do colega ao lado, de ir no barzinho na sexta a noite entre outros.
Portanto se você é desse tipo de pessoa que precisa de tal convívio, o trabalho remoto não é indicado para você.
Comunicação

Nada substitui a comunicação pessoal, nada. No trabalho a distância a gente depende de ferramentas e principalmente se a outra pessoa está online, ou se está afim de te responder.
Isso é muito diferente, por exemplo, quando temos um problema no trabalho e para agilizar vamos na mesa do colega e perguntamos como podemos resolver aquilo na hora.
Apesar disso cada dia mais está mais fácil de se comunicar a distância, tanto por vídeo, áudio ou texto, então essa não chega a ser uma questão tão grave assim principalmente se você tiver pessoas trabalhando com você que estão comprometidas com o trabalho e na mesma sincronia.
Possíveis mais custos domésticos

Como você ficará na maior parte do tempo em casa, você muito provavelmente não terá vale transporte, vale refeição e etc. Além disso você provavelmente consumirá mais energia elétrica, água, gás, internet, equipamentos, etc.
Se você mora com sua família talvez nem sinta diferença, mas se mora sozinho talvez sinta. Mesmo valendo o custo benefício é importante saber que tais gastos podem aumentar.
Falta de entendimento da sociedade
O trabalho a distância no Brasil ainda é bem novo e mal compreendido. Quando você fala que trabalha a distância não é raro você ver aquele “sorriso” sarcástico no rosto das pessoas do tipo: “ah é moleza, que mamata”.
Normalmente associam o trabalho remoto como “o não faz nada o dia todo” ou “isso não é trabalho de verdade” e por aí vai.
E isso aumenta, por incrível que pareça, se você for do sexo masculino e dependendo da região em que você mora.

E eu sei bem o que é isso. Na verdade, muitas vezes até evito falar que trabalho assim. Não porquê tenho vergonha e etc, mas simplesmente só para evitar perguntas e comentários imbecis. E sobre esse tipo de comentários e perguntas o ideal é que você não dê bola.Apenas ignore!
O trabalho remoto cresce cada vez mais no Brasil e no mundo inteiro. As coisas estão mudando e com certeza esses pensamentos toscos cada dia mais irão se dissipar.
Mais horas de trabalho
Isso vale principalmente se você trabalhar por conta própria. No trabalho em casa é normal você não fazer 1 hora de almoço. Você vai parar pouco (ou quase não para no trabalho), você vai trabalhar até mais tarde, quiçá até de madrugada, e também poderá trabalhar mais aos finais de semana.

Quando você trabalha em casa não tem aquela coisa de “bateu 18h partiu casa, dane-se a task, amanhã eu termino”. Como o trabalho tá ali para você todo dia a toda hora, se você tiver terminando algo e ver que não vai conseguir até as 18h você vai continuar até às 19h,20h,21h…
Do mesmo modo, não tem aquela coisa “ ah tenho que terminar até as 18h de hoje para entregar amanhã às 10h”. Caso você não consiga até as 18h, você pode parar descansar, respirar, ver tv, etc, e voltar par aa tarefa às 21h, por exemplo.
É importante que você saiba dosar a sua vida pessoal e descanso com o trabalho. Por mais que você trabalhe um pouco a mais, você não pode ficar somente nele. Tudo tem seu tempo e você precisará de um tempo para descansar e curtir a vida também. Você não quer ficar que nem o personagem principal do filme “ O Click”, né?
Trabalha sempre e o máximo que puder
Quando você está atuando em uma empresa e você acorda mal, indisposto, com gripe e etc, mesmo que dê para você ir, você pode preferir ir no médico, ver o que tem, e no outro dia dar a declaração médica, para justificar a falta, para o seu chefe.
No trabalho remoto não tem isso e principalmente se você trabalhar para si.
Como você trabalha na maior parte do tempo em casa, você provavelmente ficará menos doente. E mesmo que fique doente, uma gripe por exemplo, você vai trabalhar do mesmo jeito. Você pode até ir no médico pegar declaração e apresentar para sua empresa, mas quando voltar do médico você vai acabar trabalhando um pouco.
Você só vai parar de trabalhar se realmente ficar muito ruim, tiver que operar e etc.
A declaração médica é só um exemplo, pois na verdade isso vale para qualquer tipo de “migué” ou desculpa.
Falta de legislação específica
Ainda não temos uma legislação específica para o trabalho remoto no Brasil. Então, tanto empresas quanto funcionários podem estar perdendo benefícios e sendo prejudicados por isso.
Com o crescimento desse tipo de trabalho com certeza daqui há alguns anos teremos leis específicas sobre ele (tomará!). Por momento nos basta esperar.
Dicas para você que quer trabalhar à distância.
Depois de tudo isso que falei, vou dar algumas dicas me baseando em tudo o que vi, li e principalmente no meu conhecimento empírico da coisa. Seguem as dicas:

Procure manter uma rotina. Tente acordar e começar a trabalhar sempre no mesmo horário. Crie um espaço confortável para você. Isto vai te ajudar na organização e no seu bem-estar;
Leve seu trabalho a sério. Não perca muito tempo com redes sociais e etc. Não se deixe levar pelas distrações da sua casa e da internet;
Mantenha o espaço de trabalho limpo e o mais organizado possível;
Não esqueça da sua vida particular. A vida não é só trabalho. Organize seus horários e tenha horas de folgas. Saía, divirta-se, faça o que gosta;
Participe de cursos presenciais, eventos, trabalhe algumas vezes em lugares diferentes. Faça contatos e não se isole;
No final do ano passado li uma frase muito interessante: “Quem não tem agenda acaba virando agenda dos outros. ” Portanto, diga não quando precisar! Tenha sua agenda definida e não vire agenda dos outros;
Seja responsável e cumpra sua palavra. Sua palavra vale muito mais no trabalho a distância. Se definiu uma data cumpra o prazo e caso não consiga seja honesto e relate o que aconteceu. Não perca a confiança do seu time;
Mantenha tudo o que for necessário para trabalhar perto de você;
Não ligue para opiniões alheias;
Procure ao máximo estar acessível (pelo menos no horário comercial ou horário de trabalho) quando o chefe e/ou cliente ligar e de preferência em um ambiente silencioso;

Home Office – Como ser produtivo trabalhando em casa?
Para complementar o conteúdo passado neste artigo, deixo abaixo um vídeo onde falo sobre o trabalho remoto e home office.
Nesse vídeo sobre o tema, eu passo dicas valiosas da minha experiência atuando como home office há anos a bastante tempo, de forma contínua.
Confira abaixo, e se gostar deixe um like no vídeo:

Conclusão
Muitas empresas já estão adotando o sistema para que seus funcionários trabalhem no mínimo alguns dias da semana em casa. Outras já tem departamentos inteiros totalmente remotos.
O trabalho a distância só cresce no Brasil e isso vale principalmente para as pessoas que atuam com tecnologia e criatividade. É um novo caminho que está ficando cada vez mais forte. Essa nova opção pode beneficiar muitas pessoas e empresas. Vejo que as vantagens são muito maiores que as desvantagens.
Talvez uma das maiores pedras que temos seja o entendimento das pessoas e a falta de legislação específica.
Me lembro uma vez que quando estava no ambiente acadêmico, eu comentei, por lapso meu, que tinha voltado a trabalhar em casa. Muitos dos meus colegas tinham ideias toscas (como já citei neste artigo) e por isso de vez em quando sempre soltavam alguma piadinha sobre. E por mais que falassem “na brincadeira” você sabe que sempre tem um ponta de verdade.
Eu sempre levei de boa (entra por um ouvido e sai por outro) e enquanto eles falavam tais coisas eu pensava:
Vai nessa… Enquanto você está se sacrificando todo dia para ir trabalhar, pegando condução lotada eu to em casa ganhando 2 ou 3 vezes mais que você. Fica fazendo piada aí mesmo!
E inclusive essa é uma questão que pega neste tópico: dinheiro.
Então por mais que as pessoas tenham esse pensamento, enquanto você estiver com dinheiro, pagando as coisas para elas e etc; está tudo bem e elas te respeitarão. Agora se você estiver trabalhando em casa e na pendura aí vão querer criticá-lo. É assim que as coisas funcionam no mundo.
Galucho, tanto na bonança quanto na pendura é importante você sempre se lembrar dos seus objetivos, dos seus sonhos e da sua verdade. Mantenha o foco nisso e visualize o seu futuro e bem-estar. Isto é o que deve importar para você. Se trabalhar a distância é uma boa para você, pessoalmente, financeiramente e profissionalmente, então siga em frente.
E antes de começar a trabalhar em casa analise muito bem se você tem o perfil para trabalhar em casa/remoto. E em caso de dúvidas faça um teste, bele?
Espero que esse artigo tenha sido útil para você 😀
Até mais.
Forte abraço!
Referências:

Home office: o futuro das relações profissionais reside no trabalho remoto


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Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre
Fonte: Chef of Design

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Eae, tudo bele?

Uma peça fundamental na carreira de um profissional que trabalha com design é a elaboração de bom portfolio. Como você deve saber um bom portfolio vale muito mais que um currículo, pois ele apresenta com provas o que você sabe fazer, o seu estilo e a qualidade do seu trabalho.

Para criar um portfolio online existem várias ferramentas, uma delas é justamente o Behance, a comunidade para designer e criativos da Adobe. Com certeza, o Behance é uma das principais opções quando se pensar em ter um portfólio online. Além da possibilidade de expor os seus trabalhos, também você pode fazer parte de um rede social de criativos, conquistando seguidores e fãs.

Por isso, decidi criar este conteúdo para te ajudar a criar o seu portfolio no Behance, e não só isso! Também para te ajudar a ter mais engajamento e consequentemente mais sucesso nessa plataforma. A seguir veremos 11 dicas que vão potencializar o seu portfolio no Behance. Vamos nessa?

O que é o Behance?

O site Behance é uma rede social para designers gráficos, fotógrafos, ilustradores e criativos em geral, onde é possível criar um perfil e a apresentação do seu trabalho, através de um portfolio online.

O Behance é de propriedade da Adobe, a mesma produtora do Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. Ao contrário de outros sites, qualquer um pode subir o seu trabalho no Behance. Você não precisa de convite para criar um portfolio no Behance.

No Behance você pode criar o seu portfolio de forma totalmente online e grátis. Para criar um portfólio no Behance basta ter uma conta no Creative Cloud da Adobe, e depois subir os seus projetos de acordo com as opções do site.

O site conta com milhares de trabalhos de profissionais de todo o mundo, por isso trata-se de uma ótima fonte de inspiração. E o Behance reconhece os trabalhos mais notórios dentro da comunidade, com os famosos “selos”. Esses selos são um reconhecimento do site para um trabalho bem feito e existem vários tipos de selos como nas categorias de design gráfico, design de interface, photoshop, illustrator, e por aí vai.

O mito da qualidade do trabalho no Behance!

Existe um pensamento de auto sabotagem em alguns designers que pensam que apenas trabalhos excepcionais podem ser expostos no Behance. Com tal visão, muitos deles acabam não postando os seus trabalhos na plataforma com medo ou vergonha de que os seus trabalhos não estejam no “nível Behance” de qualidade e com isso acabam não usando o site.

Esse pensamento é mais comum com designers iniciantes que ficam se comparando a profissionais mais tarimbados e que possuem os “selos” na plataforma.

Se você, que está lendo este artigo, pensa dessa maneira, saiba que você está totalmente errado.

O Behance é livre, é gratuito e qualquer pessoa pode postar o seu trabalho no site. A plataforma não é uma curadoria dos melhores trabalhos do mundo, muito menos uma seleção ou algo do tipo. O Behance é um local onde designers e criativos em geral expõem os seus trabalhos, independente do nível e experiência profissional.

Portanto, se você deseja usar o Behance, saiba que não existe nada disso de “qualidade Behance”. Tudo isso é fruto da insegurança e medo de críticas dos profissionais. O site é livre para uso, mesmo que você esteja começando agora.

A seguir vou te passar dicas para você criar um portfolio coeso e profissional para que você se aproxime mais do reconhecimento do Behance, alcançando os famosos selos!

1 – Preencha o seu perfil profissional.

Um dos erros primários dos criativos ao criarem o seu portfolio no Behance é justamente não preencher corretamente o seu perfil profissional.

É importante que você preencha o seu perfil profissional de forma completa e coesa. Claro que não é necessário, e muito menos indicado, escrever “um livro” em sua descrição profissional, mas também deixá-lo a esmo não vai ajudar você passar uma imagem digna para quem pesquisar e achar o seu portfólio.

2 – Adicione na imagem de perfil a sua marca ou uma boa foto do seu rosto

Pode parecer algo trivial, mas é ponto que com certeza interfere na sua apresentação profissional que é simplesmente a foto. Muitos profissionais esquecem dessa parte adicionando fotos que não tem nada a vê com uma postura profissional.

Essa questão fácil e simples de resolver: adicione uma foto normal, sóbria, em seu perfil ou coloque o símbolo da sua marca pessoal.

3 – Crie uma imagem de capa atrativa para o seu projeto

Dicas simples e também fácil de fazer. Crie uma imagem de capa (a miniatura) que atrai as pessoas a clicar. É importante que ela seja uma parte importante do seu projeto, que possa resumir de certa forma, ali em uma imagem, todo o rico conteúdo do seu projeto.

Então pense bem e elabore uma boa imagem para apresentar e chamar a atenção para o seu projeto.

4 – Crie uma apresentação ampla e detalhada do seu projeto

Se tem algo em comum em praticamente todo projetos de sucesso no Behance é justamente a apresentação ampla e detalhada. Por isso explique, apresente e mostre o seu trabalho com detalhes e contando a história do seu projeto.

Grande parte dos profissionais ao subirem um trabalho no Behance se esquecem de apresentar de forma adequada e contando todo o processo criativo até a conclusão do projeto. É necessário explicar o que você fez, como você fez e usar imagens que a valorizem o seu trabalho.

Mostre todo o processo criativo e apresente o problema que você resolveu com o seu design, assim além de trazer mais valor ao seu trabalho você também alcançará mais engajamento no Behance.

5 – Apresente o seu trabalho em inglês

O Behance é uma plataforma mundial, por isso se você deseja ter um maior alcance é importante colocar o seu trabalho em inglês.

Utilize a ferramenta de texto do site para descrever o seu projeto em português e também em inglês. Com isso você aumenta as chances de ser reconhecido de ganhar um selo no Behance.

6. Divulgação do seu projeto (principalmente nas primeiras 24hrs)

Para ter um maior alcance no Behance você precisa divulgar massivamente o seu trabalho. Por isso não tenha vergonha de divulgar o seu trabalho. Dissemine o que você fez o máximo que puder, claro que sempre com cautela para não incomodar e nem fazer spam. Faça isso principalmente nas primeiras 24hrs.

Quanto maior for o acesso ao seu trabalho, principalmente nas primeiras 24hrs, maiores serão as chances de você conseguir ter um maior engajamento na plataforma.

Não tenha vergonha ou receio de divulgar o seu projeto, pois isso é parte fundamental para que você alcance o seu objetivo.

7. Tenha uma linha Projetual

Ter foco é também é importante. Defina o seu tema. Ele pode ser: marcas, interfaces, produto, fotografia, ilustração, etc.

Escolha o seu seguimento favorito e trabalhe em cima dele, não importa qual seja. Mas é muito melhor para o seu perfil seguir uma linha projetual do que um aglomerado de trabalhos de diferentes áreas.

Ter um foco também vai te ajudar a conseguir mais seguidores e autoridade na comunidade. E quanto mais seguidores você tiver, maior será o seu engajamento no Behance.

8. Participe da comunidade

É importante que você participe da comunidade do Behance. Quanto mais você participar, maiores são as chances de conseguir seguidores e consequentemente audiência.

Então comente os trabalhos de outros profissionais, faça críticas e sugestões construtivas, elogios e também curta os trabalhos.

9. Priorize os seus melhores trabalhos

Um portfólio não é uma restropectiva da sua vida, nem um longa-metragem. Um portfolio seria mais como um álbum onde você insere os melhores momentos dela.

Portanto, priorize os seus trabalhos por importância e qualidade. Não se preocupe em retirar alguns que não estão tão legais ou que são de uma época onde você estava em nível inferior.

10. Dê os créditos para outras pessoas que participaram do trabalho

Caso o projeto tenha a participação de outras pessoas, não esqueça de dar os devidos créditos para os profissionais que colaboraram. Além de ser o certo a se fazer, essa atitude também será vista com bons olhos por quem está acessando o seu portfolio.

11. Tenha zelo e cuide do seu portfolio: mantenha atualizado

O seu portfolio traduz o que faz, uma parte do que você é e isso transparece para quem está vendo. Portanto não deixe o seu portfolio, e também o seu perfil, no Behance as moscas. Atualize sempre que tiver algum trabalho legal, participe do site e divulgue o máximo o seu link para que você ganhe seguidores e curtidas nos projetos.

Como ter engajamento no seu portfolio Behance para alcançar o primeiro selo?

Para te dar mais dicas, apresentar outra perspectiva e apresentar as possibilidades com o Behance de uma outra forma, eu criei um vídeo exclusivo para você criar o portfolio no Behance da melhor maneira possível e quem sabe conquistar o famoso selo.Assista ao vídeo agora aprenda muito mais. Não perca tempo:

Considerações Finais

Pode parecer difícil para quem está iniciando criar um portfolio, mas é importante começar o quanto antes. Não tem como você conseguir freelas, contratado por empresas, seja como empregado ou freelancer, e participar de projetos legais sem ter um portfolio.

Para te ajudar a dar os primeiros passos com o seu portfolio, eu te ofereço de graça o ebook mias baixado do Chief, o Guia Definitivo sobre Portfolio.

Nesse eBook eu te falo como você pode fazer para dar os primeiros passos na construção do seu portfolio, mesmo que você não tenha clientes reais. Aproveita agora e baixe aqui o eBook!

Espero que esse conteúdo tenha sido útil para ti.

Se você tem algum comentário ou informação que venha contribuir com esse artigo, não se acanhe, deixe um comentário logo abaixo.Forte abraço.Até mais.
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Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?
Fonte: Chef of Design

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Uma das primeiras tarefas de um futuro empreendedor é escolher um nome e um logo para a sua empresa. Muitas vezes, este assunto precede até mesmo a reflexão sobre a estratégia da empresa, o plano de negócios ou as projeções financeiras. Contudo, pensar em um logo, é pensar na empresa!

Quando se trata de criar o branding da sua marca, é importante começar definindo claramente os objetivos da sua empresa, pensar em uma estratégia corporativa e, acima de tudo, garantir a coerência de todos os elementos que vão compor a imagem da marca. A imagem da marca é um ativo da empresa. Ela tem seu valor, mesmo que seja difícil de quantificar.

Muitos componentes são usados para criar uma imagem corporativa e cada um deles deve ser cuidadosamente estudado.

O produto ou serviço

O produto ou serviço, por sua forma, suas características, seu preço e sua engenhosidade, é o primeiro ator e, muitas vezes, o principal agente criador da imagem da empresa. Muitas empresas nascem como resultado de uma ideia de produto ou serviço. Essa ideia inicial frequentemente modela a imagem na qual o público terá em relação a empresa.

Nome e identidade visual

A empresa molda a sua imagem principalmente através do nome e da identidade visual, portanto, não pode ser apenas uma fachada sem alma. Está claro que essas coisas não podem ser destacadas de nenhum interesse comercial.

História e experiência

A imagem também é criada de acordo com a história, a visão e os valores da empresa, o know-how dos líderes, os pontos fortes e fracos, a experiência de compra e venda, as compras online ou offline, o serviço pós-venda e os funcionários.

De qualquer forma, criar um logo é um trabalho complexo. Além da elegância e peculiaridade do design, é preciso revelar uma marca que seja memorável e transmita os valores da sua empresa. E isso tudo deve estar contido em um nome, em um logo.

Existem muitas opções para você criar uma ótima marca – designers, editores gráficos, serviços e ferramentas online. Aquela que você vai escolher depende apenas do seu orçamento, habilidade e tempo. Uma das maneiras mais rápidas é usar um criador de logo online, por exemplo, o Logaster. Por quê? Porque todo o processo de design estará em suas mãos e para criar um logo forte, você não precisará ter habilidades especiais, apenas um pouco de imaginação, desejo e tempo. Tudo o que você precisa fazer é inserir o nome da sua empresa, escolher um dos logos propostos e, se desejar, editar a paleta de cores, texto, layout, tamanhos dos elementos, formas, etc. Além disso, você poderá obter um kit de marca para mídia social com o seu logo otimizado para as principais redes sociais: Pinterest, Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube, etc.

Mas e quais são as características de um bom logo? Trazemos algumas respostas.

1. Singularidade

Ele deve revelar os produtos ou serviços da sua empresa e se conectar com os seus clientes existentes ou clientes em potencial. Ele deve refletir a sua identidade, destacar-se dos logos das outras empresas e, acima de tudo, evitar transmitir confusão, principalmente com o logotipo dos concorrentes.

2. Falar por si só

Seu significado deve ser claro e óbvio. Seu logo deve carregar a mensagem da sua empresa. Ele deve incorporar os seus valores e traduz visualmente a sua cultura.

3. Simplicidade

O design sóbrio de um logo inspira confiança nas pessoas. Quanto mais simples for o seu logo, mais ele ficará na memória. Muitos exemplos vêm à mente: Apple, Nike, VW, CNN, etc. Qualquer que seja o campo de atividade, as empresas de maior renome mundial optaram por logos simples e facilmente reconhecíveis em todo o mundo.

4. Fácil de lembrar

Ele deve ser reconhecido facilmente e associado à sua empresa, mesmo que nenhuma tipografia esteja presente no logo. Observe que a percepção das cores é imediata. Elas são percebidas primeiro, antes do reconhecimento das formas e da leitura do texto.

designer de marca de design de logotipo. Por REDPIXEL.PL / Shutterstock

5. Flexibilidade

Seu logo deve ser funcional e capaz de ser aplicado nos diversos meios de comunicação: papelaria, site, assinatura de e-mail, redes sociais… Ele deve permanecer legível e compreensível em qualquer circunstância, mesmo quando exibido em versões pequenas ou em preto e branco.

6. Sem limites

Ele deve atravessar eras e durar com o tempo. Um bom logo não segue qualquer tendência e não muda a cada nova moda. Se bem pensado, exigirá, após vários anos de uso, apenas uma reformulação, ou seja, uma atualização.

7. Equilíbrio

As proporções de um logo são ainda mais importantes, pois a mente percebe um design harmonioso como naturalmente agradável e atraente. Para alcançar essa harmonia, seu logo deve apostar no equilíbrio entre gráficos, cores, ícones e tipografia. As dimensões do seu logo também são importantes: não se esqueça de testar a legibilidade dele em tamanhos diferentes.

O design efetivo de um logo não é improvisado, é um trabalho que deve ser feito por um profissional que dedica tempo para ouvir você e entender a sua atividade, para depois poder traduzir tudo em uma identidade visual. Contudo, você que tem facilidade com novas tecnologias, também pode chegar a um resultado muito bom. Basta pensar em seus valores e objetivos.
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Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo
Fonte: Chef of Design

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Eae, tudo bele?

Neste artigo,vamos falar sobre o aplicativo Adobe Spark, da Creative Cloud da Adobe.

Adobe Spark é um software da Adobe, criado para ser uma alternativa para criativos, Designers e aspirantes a Designers. Ele é totalmente gratuito e está disponível na versão web, via navegador, e para celulares iOS (iPhone) ou Android.

Com a adesão das redes sociais para o trabalho com
marketing, programas que ofereçam a oportunidade de criação de imagens que
chamem a atenção tornou-se necessidade.

Pensando nisso, a Adobe criou um programa para aquelas
pessoas que não entendem muito sobre criação de imagens para redes sociais e impressos.

Você conhece o Adobe Spark? Gostaria de entender o funcionamento deste programa de edição? Continue acompanhando este artigo que vamos te explicar.

O que é Adobe Spark?

O Spark é um programa ideal para pessoas que não tem muito conhecimento em programas de edição. Diferente de outros produtos da marca, como Photoshop e InDesign, o Adobe Spark possuí uma plataforma de fácil uso, semelhante ao Canva.

O programa é dividido em três subcategorias:

Spark Post

Ideal para a criação e edição de imagens, pode ser utilizado
para a criação de anúncios, publicações e capas para as redes sociais. Além
disso, é possível criar artes para folhetos, cartões de visitas e vários outros tipos de designs para impressão.

Spark Page

Com o Adobe Spark Page, o usuário pode criar páginas de web
no estilo revista digital. O programa oferece diversos templates e layouts
projetados para a criação de um bom trabalho.

Spark Vídeo

Como o nome já diz, ele é ideal para a criação de vídeos. O programa edita vozes, coloca música de fundo e gráficos de movimento. Além disso, existem outras opções para serem exploradas.

Se você acessar pelo computador, você terá essas três opções diretamente no seu browser, sem precisar instalar nada. Caso queira fazer uso via celular, aí cada categoria é um aplicativo diferente que você pode instalar de forma individual.

Para quem é o Adobe Spark?

Essa ferramenta da Adobe foi criado com o objetivo de ser mais acessível e ajudar os seguintes perfis de usuários:

Pessoas que desejam criar alguma arte rápida para rede social, por exemplo, mas que não dominam as ferramentas mais avançadas de como Photoshop, Illustrator, Premiere, InDesign,entre outros. Para quem está iniciando e deseja fazer experimentos e pequenas artes, mas que ainda não possui grana para adquirir o Creative Cloud da Adobe.Para Designers e criativos que eventualmente não estão em frente ao seus computadores, mas precisam criar alguma arte de forma rápida, como por exemplo, um post criativo para o Instagram.

O que eu posso fazer no Adobe Spark?

Ideal para pessoas que não tem muita prática com design, o
Adobe Spark pode ser utilizado para uma infinidade de criações digitais e
gráficas. Entre elas podemos destacar:

Colagem de fotosPublicações para Facebook, Instagram e PinterestCapa para Facebook e TwitterMiniatura para o YoutubeBannersPostersVídeos TeasersConvitesFolhetos e panfletosVídeos explicativosInformativosInfográficosApresentaçõesDesign para blogsCartão de visitasCapa de playlistsPortfólios

Gratuito, o Spark permite que qualquer um crie imagens, flyers, posts para redes sociais, layouts para sites e blogs, slideshows e até mesmo vídeos, com direito a som e animações simples. Além da versão web acessível via navegador, o Spark pode ser usado em celulares com iOS (iPhone) ou Android.

O Adobe Spark possui templates prontos para atender qualquer necessidade criativa. Há modelos para criar postagens para redes sociais, levando em conta as dimensões toleradas em cada plataforma.

Confira abaixo um tesear sobre a ferramenta.

Como funciona o Adobe Spark?

Para acessar a ferramenta, o usuário precisa ter uma conta da Adobe, chamada de Adobe ID. É a mesma usada pela empresa na distribuição dos softwares integrantes da Creative Cloud. Caso precise criar uma, é possível vincular o Adobe Spark ao Facebook ou Google. É gratuito.

O programa pode ser acessado através do computador ou
baixando o aplicativo para celular. Após isto, deve ser feito um cadastro e o
usuário pode optar pelo programa gratuito ou uma das opções pagas, que
disponibilizam mais recursos.

Por mais que exista a opção de pacotes pagos, não significa
que o programa gratuito seja ruim. Ele fornece diversos tamanhos para a criação
de diversos tipos de imagens.

O Spark é bem organizado quanto à divisão de etapas para as criações. É possível criar layouts incríveis, pois o programa disponibiliza ótimos templates, imagens, paletas de cores e opções de edição.

Além disso, você tem acesso aos projetos criados anteriormente, podendo desta forma re-editar, copiar e duplicar o que já existe. Mostrando preocupação com o cliente, a Adobe disponibiliza vídeos que ensinam como utilizar o programa.

Vale a pena o Adobe Spark?

A proposta do Adobe Spark é ajudar aqueles que precisam criar ates para as redes sociais, mas que não tem domínio de ferramentas mais completas, como o Adobe Photoshop. Como em todo programa existem prós e contras, mas o Adobe Spark é muito útil para quem está começando agora ou como alternativa para quem está os outros softwares. Como pontos positivos, os principais são:

Ferramenta fácil de usar e que não requer grandes habilidades;Possuí vasta biblioteca com recursos, templates e imagens;Ideal para pessoas que não conhecem funcionamentos de programas como Photoshop e inDesign;Bom para quem trabalha com redes sociais;Pode ser utilizado tanto no computador através da web como no celular, através do aplicativo.

Já experimentou o Adobe Sparks? Sugiro fortemente que você faça um teste.

Para conhecer mais a ferramenta e testá-la agora, de graça, acesse o site do Adobe Spark e comece agora a utilizar a ferramenta.

Deixe nos comentários a sua experiência!

Forte abraço.

Até mais.
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Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais
Fonte: Chef of Design

Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Mais um bate-papo para você. Hoje a troca de ideias é com o Max Denvir.
O Max é publicitário formado pela PUC do RJ e atua com a criação de conteúdo. Ele também faz parte da organização de comunidades como o WordCamp. E junto comigo, ele está organizando o meetup sobre design, criatividade, conteúdo e tecnologia que é o Insights.
Caso você não saiba, meetup são reuniões e encontros de uma comunidade para compartilhar conteúdo e trocar experiências. Normalmente são gratuitos e nasceram lá no Vale do Silício.
Meetups são algo comum em comunidades de tecnologia, mas quando se trata de design ou outra área criativa, ainda é bem raro encontrar algo.
Por isso decidimos criar esse meetup. E além de gratuito, qualquer um pode participar do Insights, seja palestrando, organizando ou assistindo.
Se você quiser participar do nosso meetup, basta a acessar o link a seguir e se cadastrar: https://www.meetup.com/pt-BR/insights-meetup/
Mas nesse entrevista com o Max Denvir não foi somente sobre meetups. Conversamos sobre vários assuntos referente a design, conteúdo, marketing e publicidade e propaganda.
Falamos sobre posicionamento no mercado criativo, sobre criação de conteúdo, sobre oportunidades, clientes, faculdade e outros tópicos relacionados.
Sugiro que você assista o vídeo até o final.
Entrevista com Max Denvir Na mesa do Chief

Conheça o publicitário Max Denvir
Max Denvir é estrategista de conteúdo e trabalha com conteúdo e planejamento na Aza.ag. Na área criativa desde 2009, possui experiência em branding, design, marketing digital e tecnologias para comunicação. Formado em comunicação na PUC-Rio e pós-graduando em cultura alimentar, trabalha em projetos de gastronomia social e pequenos negócios alimentares na Taperebá.
Instagram: https://instagram.com/maxdenvir
LinkedIn: https://linkedin.com/in/maxdenvir
O que você achou do vídeo?
Se  gostou do vídeo deixe o seu comentário abaixo! Isso é muito importante para continuarmos com o nosso trabalho e melhorarmos cada vez mais.
Ajude nosso canal curtindo e compartilhando com seus amigos o vídeo.
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Forte abraço.
Até Mais.
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Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?

Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?

Eae, tudo bele?
Você sabe qual é a melhor tipografia? Qual é aquela fonte ideal para o seu projeto de design?
Pois bem, eu trago este conteúdo para falar um pouco sobre isso. Escolher uma família tipográfica nem sempre é uma tarefa fácil, por mais incrível que possa parecer, pois hoje em dia temos tantas opções.
Talvez esse número grande de opções que por um lado nos dá um mar de possibilidades, por outro abre um leque de dúvidas.
A questão sobre “Qual é a melhor tipografia” é muito relativo, porque qualquer fonte pode ser a melhor para um determinado projeto. Antes de pensar em sair caçando fonte na internet e baixando tudo o que vê pela frente, você deve entender o projeto, quais seus objetivos de comunicação e principalmente qual “voz” ele precisa ou deseja transmitir.
E sim, você não leu errado! Eu disse voz do projeto. A seguir vamos entender do que se trata, pois se trata de uma parte importante quando a questão é “qual é a melhor tipografia?”.
Também é importante lembrar que é preciso levar em conta várias questões técnicas como legibilidade, leiturabilidade, se é uma tipografia feita para ver ou para ler, entre outras questões.
Eu falo sobre tudo isso em uma série de artigos sobre tipografia que temos no Chief of Design. Você pode conferir nos links abaixo:

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 01]

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 02]

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 03]


Então vamos começar a fala sobre qual é a melhor tipografia. Antes de tudo, primeiro, vamos entender o que é tipografia. Vamos nessa?
Mas afinal…O que é tipografia?
Tipografia: Do grego typos = forma e graphein = escrita.
É a mecanização da escrita feita através da tecnologia para a reprodução de textos em série.
Tipografia também é o termo usado para definir o estudo dos tipos (apesar de algumas pessoas usarem bastante também o termo tipologia).
Quando falamos de tipografia no design, estamos falando do estudo da aplicação dos tipos em um layout.
Existem vários pontos a serem estudados, desde técnicos até psicológicos e emocionais.
A tipografia é com certeza um dos elementos mais importantes da mídia impressa e também digital. Talvez seja o principal elemento quando estamos falando do Design Visual.
Em 2006, o designer Oliver Reichenstein criou um artigo onde dizia que a 95% do Web Design era composto por tipografia. Eu não posso afirmar com 100% de certeza que realmente a tipografia corresponde a tal número, mas com certeza desde muito antes desse artigo a tipografia já era rei de peças do design visual.
Por isso escolher uma família tipográfica não é, em muitas vezes, um caso simples de definir. poder qualificada apenas como aglomerado de letras. A sua escolha e aplicação deve ser pensada a fim de atingir o objetivo de comunicação.
Escolher e utilizar a tipografia da maneira certa pode fazer a total diferença entre um projeto bem sucedido de um trabalho que irá para o limbo.
A seguir vou te passar algumas dicas de tipografia. Mas não irei a fundo em outros temas que envolvem o mundo da tipografia, pois já falei sobre eles em outros conteúdos.
Aqui no Chief of Design nos temos muito conteúdo sobre isso e também temos uma playlist exclusiva sobre o assunto em nosso canal no Youtube.
Mas voltando ao assunto, um desses pontos, que citei anteriormente, e que tem extrema importância é descobrir qual é a voz do seu projeto. Então a seguir vamos entender do que se trata.
Qual é a “A Voz” do seu projeto?
Em um projeto devemos considerar todos os aspectos: desde técnicos até os psicológicos e socioculturais que trataremos.
E sobre a tipografia a primeira coisa que devemos levar em conta para escolher uma família tipográfica é escolher “qual a voz que queremos transmitir”.
E aí, como de de costume, você me pergunta: David? Como assim? Voz do que?
A tipografia é feita para comunicar, logo ela é a voz da sua comunicação. Compreendes?
Irei exemplificar:
Imagine que você chega em casa e no espelho do banheiro está escrito com batom a seguinte mensagem:

Agora pegamos a mesma mensagem e colocamos com uma tipografia um pouco diferente, veja o resultado.

Agora eu te pergunto: qual voz de cada mensagem?
Aposto que na primeira opção pensou em se tratar de uma mensagem de uma pessoa apaixonada e que transmite afeto. Pode ser uma mensagem de uma namorada, esposa ou até de um admirador secreto. Correto?
Porém, já no segundo caso, aposto que você interpretou com uma mensagem de terror, como se fosse um psicopata maluco ameaçando alguém. Certo? E mesmo que a pessoa , que escreveu o texto, tenha também um sentimento afetivo por ti, eu duvido que você vá querer algo com uma pessoa assim, né?
E eu não preciso ser “adivinho” ou mágico para saber o que você pensou. Simplesmente a voz que cada família tipográfica transmite me diz o que você achou de cada mensagem, mesmo que em ambos os casos utilizamos o mesmo conteúdo.
E isso é muito doido: utilizamos o mesmo conteúdo, no mesmo fundo, com mesma cor e mesmo assim a mensagem muda completamente do exemplo A para o exemplo B.
Agora você consegue compreender quando falo sobre a “voz do projeto”?
Então, pense nisso antes de escolher uma fonte. “Qual voz você quer transmitir?”
Esse é um dos caminhos para chegar na resposta da pergunta inicial que é sobre qual é a melhor tipografia para você utilizar.
Qual é a melhor Tipografia?
Essa questão é bem recorrente entre o pessoal que segue o Chief e entre os designers de uma forma em geral. Por isso decidi falar sobre.
Abaixo segue o vídeo que gravei para falar sobre esse tema. Nele falo sobre como você pode escolher a melhor tipografia para o seu design. Assista e confira:

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse
Espero que esse vídeo tenha sido útil para você e que você estude mais sobre tipografia. Só assim, com estudos, testes e trabalho, que você encontrará a tipografia ideal para o seu projeto.
E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]
Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele?
Até mais.
Forte abraço.
Até mais.
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Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?
Fonte: Chef of Design

Guia sobre Grid

Guia sobre Grid

Eae! Td bele?
Hoje vamos falar de Grids. Este artigo é um verdadeiro Guia sobre Grids.
Grids que são elementos fundamentais no design. Usamos eles para quase tudo: desde um cartão de visita até a criação de um site. Grid é o esqueleto dos nossos projetos auxiliando na criação, e por ter tal importância eu não poderia deixar de falar deles aqui no Chief, né?
Neste artigo vou falar do grid de uma forma mais ampla e que serve tão pro “online quanto pro gráfico”. Minha ideia não é ditar nenhuma regra e sim mostrar as principais possibilidades que temos, bele?
Então vamos começar!!
Neste artigo você descobrirá:

De onde vem os Grids
O que é um Grid
A anatomia de um Grid
A importância de se utilizar um Grid
Como criar um Grid
Como usar um Grid

Um pouco da história dos Grids
A utilização de grids é muita antiga, encontra-se casos de organização através de esquemas retangulares desde os  manuscritos. Com certeza Grids é mais antigo que o próprio design gráfico.

Nos primeiros impressos também encontramos grids definidos. E também é possível encontrar o termo grids na arte, na arquitetura, e na Gestalt.
Mas os grids ganharam mais força mesmo após a revolução industrial através de estudos como os de Theo van Doesburg , de  Jan Tschichold  no livro The New Typography (1928), e do movimento racional da Bauhaus.
Durante a Segunda Guerra, a Súiça, que era neutra, acolheu muitos refugiados intelectuais, incluindo nomes do design como o do próprio Jan Tschichold e Herbert Bayer. E esse grupo de artistas e designers refugiados ajudaram a formalizar e promover o uso da ferramenta que se tornou um ícone do design e do movimento suíço principalmente com seus cartazes famoso até hoje.
E toda essa racionalidade influenciou o design gráfico que a partir, principalmente dos anos 60, começou a usar largamente os Grids.

O que é um Grid
Grid é um elemento técnico-formal formado por um conjunto de linhas auxiliares na vertical e horizontal, ou de retângulos, que proporcionam uma estrutura para construção das nossas peças de comunicação visual, gráfico ou web, auxiliando na ordenação, distribuição, alinhamento e dimensão dos elementos gráficos (imagens, textos, formas).
A função principal do Grid é organizar as informações dentro de uma estrutura. É auxiliar o designer no sentido de conservar um padrão, uma consistência visual do layout  em  todas as suas telas, seja ela web ou gráfico.
A anatomia de um Grid
Cada parte de um grid tem um nome, uma função, por isso vamos conferir agora os elementos que compõem um grid. Vamos lá?
Margens
São os espaços negativos (em branco) entre o limite da página (borda) e o início do Conteúdo. As margens enquadram o conteúdo, auxiliam na questão do manuseio (quando se trata do impresso), dão “respiro” aos textos e imagens proporcionando também descanso dos olhos, além de servirem como um espaço para informações secundárias.

Guias horizontais
São os alinhamentos horizontais. As faixas quebram o espaço horizontalmente. São usadas para orientar os olhos na leitura e também para criar diferentes inícios, pausas, áreas de respiro (em branco) para os textos e imagens.

Colunas
São as estruturas verticais que criam divisões horizontais, delimitam o espaço a ser ocupado pelo conteúdo entre as margens. A largura e quantidade das colunas é indeterminado, depende do projeto e do que o designer definir ser o melhor.

Módulos
São unidades formadas através da junção da coluna com a linha base.

Zonas Especiais
São conjuntos de módulos, que formam uma unidade.

Calhas(gutters)
São os espaços em branco de separação entre colunas e linhas.

Marcadores
São elementos secundários localizados na parte externa (margem), como por exemplo, cabeçalhos, nomes de seções, paginação e etc.

A importância de se utilizar um Grid
Usar um sistema de “grid” permite projetar com mais facilidade, simplicidade, na organização dos elementos gráficos da peça, seja ela um site ou um cartaz.
Grid é tudo de bom, porque:
Podemos mais facilmente determinar o fluxo de leitura que queremos o nosso leitor tenha.
nos ajuda a projetar em proporções harmoniosas balanceando os pesos dos elementos gráficos do layout.
Permite criar peças mais eficazes.
Auxilia a posicionar os elementos com maior precisão.
Mas David, ele vai limitar minha criatividade?
Não!!! Relaxa, Galucho, não tem nada a vê isso.
Grid é usado há muitos anos pelos melhores designers do mundo.
Ele é uma ferramenta de suporte que nos ajuda na construção, no posicionamento dos elementos, etc.
O Grid não é limitador, pelo contrário, ele nos ajuda a dispor melhor o nosso layout.  Como já falei no artigo sobre Gestalt (veja aqui) é importante saber usar com parcimônia fatores variados como contraste, repetição, pregnância, etc. Não é porque você está usando um grid que precisa deixar tudo “alinhado a esquerda”, saka?
Ele será uma diretriz, mas um designer criativo saberá como “quebrar a regra” para atingir seu objetivo de comunicação.
Grid não é limitador para nada, seja um site ou um projeto gráfico, basta saber usar e “quebra-lo” quando precisar. Quebre as regras quando precisar.

Como criar um Grid
Primeiro você precisa saber qual será o suporte: Qual o tamanho da página, qual orientação, quais limitações. (você pode conferir mais sobre isso aqui).
Também precisa saber qual o conteúdo será diagramado e para que será diagramado?
É texto corrido de uma revista ou é uma capa de um livro? É um site portfólio de um fotógrafo com várias imagens grandes ou um portal de notícias com mais texto do que imagens?
A partir daí será possível definir a melhor maneira de organizar o conteúdo através do auxílio do Grid.
Existem várias formas de criar Grids, e o Indesign e o Photoshop (através de GuideGuide) fazem isso automaticamente.
Para web existem muitos Grids prontos (a maioria voltado para criação de websites) como o br.blurb.com, Modular Grid, Gridpak , Bootstrap responsive grid PSD .
E até Grids para a criação de ícone de IOS: Free App Icon Templates, iOS 7 Icon Template, iOS Icons Guidelines.
E você pode e deve criar o seu grid dependendo do projeto. Existem vários modos para isso.
Temos os famosos Grids de Villard e de  Jan Tschichold .

Mas uma dica útil e que serve para quase todos os caso é usar um grid modular através da  Proporção Áurea (um dia ainda escrevo sobre hehe). Existem outros modos de se alcançar essa proporção, mas o modo mais rápido é  dividir o seu layout em 3 partes iguais usando a regra dos terços e achar os quatros pontos áureos no layout.
E depois subdivido esses retângulos para achar mais pontos, subpontos, e assim  ganhamos inúmeras possibilidades.

Tipos de Grids
Existem várias maneiras de utilizarmos os grids. Irei mostrar a seguir os  modelos mais comuns.
Grid de uma coluna
É usado geralmente para textos grandes, corridos, contínuos, como livros, relatórios ,etc. Possui uma estrutura mais simples e basicamente é formado por apenas um bloco de texto.

Grid de duas colunas
Esse grid é mais flexível que a de uma coluna e normalmente é usado para conter grande volume de textos.

Pode ser utilizado para apresentar somente um texto ou textos independentes separados pelas colunas. Pode ser organizado com colunas de larguras idênticas ou diferentes.  Neste caso, normalmente para manter a proporção,  a mais larga tem o dobro da largura da coluna estreita.

Grid de múltiplas colunas
Nos dá mais flexibilidade que as anteriores. Também é usado para grande quantidade de conteúdo e pode utilizar colunas de larguras variadas. Websites, jornais, revistas, tabelas, etc; utilizam bastante esse tipo de grid.

Grid modular
Esse Grid utiliza colunas verticais mais múltiplas guias horizontais.
É geralmente utilizado em projetos mais complexos, como jornais, gráficos, etc. Os módulos proporcionam maior controle do conteúdo e dos espaços menores.

Grid hierárquico
O grid hierárquico é composto por zonas de hierarquias, como o próprio nome já diz, e dividi as telas, impresso ou online, horizontalmente.
É praticamente um grid de colunas horizontais com larguras diferentes.

Os sites na Internet utilizam bastante esse tipo de grid devido a estrutura usual e também ao conteúdo dinâmico e redimensionamento que ocorre por causa dos diferentes tipos de tela.
Mas não é somente para sites, esse grid se adapta às exigências do projeto, então podemos usá-los também em livros, revistas, cartazes, etc.
Como usar um Grid
Existem vários tipos de técnicas para a diagramação.  Irei mostrar as mais aplicadas no mercado.  Todas nós vemos no nosso cotidiano principalmente em revistas, jornais, anúncios e folhetos.  Porém cm o avanço da tecnologia e do design web, também é possível aplicar praticamente todas elas em interfaces web, claro que com alguns nuances hehehe.
Vamos conferir?
Técnica do “L”
Muito utilizado em diversas mídias, principalmente em revistas e jornais. Nessa técnica o posicionamento da mancha de texto, em relação a imagem acaba criando o formato da letra L.
A letra L pode ser usada em ambos os lados e de cabeça para baixo.

Técnica do “U”
O caminho por onde o texto corre, em relação a imagem acaba criando
a forma a letra U.

Técnica do “T”
Também temos a estrutura da letra T. Ela ajuda a dar sentido de continuidade.

Técnica do “H”
Também temos uma estrutura feita com a letra H. Podemos usar tanto o H maiúsculo quanto o minúsculo.

Técnica do “I”
Na estrutura da letra I criamos uma ou mais colunas. Ela é bem dinâmica e e pode conferir mais espaço para as imagens e por vezes até certa elegância ao layout.

Técnica de suporte
A estrutura de suporte é mais monótona e podemos colocar o texto tanto acima quanto abaixo da imagem. Apesar de um pouco “pobre”, na  web funciona bem, principalmente em blogs e sites com bastante texto.

Áreas de respiro e Ritmo de leitura
Precisamos dar atenção para as áreas de respiro que são as áreas brancas do layout que servem para deixa-la mais leve , clean, e menos cansativa. Por vezes, somente adicionando uma área de respiro você consegue modificar totalmente uma peça. Só basta saber usá-lo com coerência.

E também devemos prestar atenção no ritmo de leitura. Olhe o Primeiro exemplo como é confuso saber para onde devo seguir a leitura:

Já nesse outro caso é bem mais fácil saber para onde seguir, né?

É o Designer que determina o ritmo e direcionar a leitura, para onde ele quer que o leitor siga.
Vídeo – Grids no Design – O que é Diagramação? O que são Grids Design?
Abaixo deixo um vídeo que gravei para o meu curso Web Designer PRO sobre grids e diagramação. Nele falo tanto sobre grids para projetos digitais quanto gráficos.

Considerações Finais
Como podemos ver um sistema de grid é uma ferramenta que ajuda, e muitos os designers a organizar a informação de maneira coerente e harmoniosa.
Utilizar um grid com certeza é algo muito vantajoso, e de forma alguma vai prejudicar a sua criação, pelo contrário, vai ajudar para que suas ideias sejam postas de maneira mais clara e seu projeto mais estruturado.
Tudo isso que vimos até nesse post ainda é pouco comparado ao tanto de coisas que se tem para estudar e a para falar sobre Grids.
Então continue estudando aí que eu vou continuar daqui, bele?
E você, utiliza grids em seus layout? Comente abaixo!
Forte abraço.
Até mais.
Referências:
Livro: Crias Grids – 100 Fundamentos de Layout

Perguntas Frequentes sobre Grids


http://99designs.com/designer-blog/2013/03/26/history-of-the-grid-part-2/
http://www.graphics.com/article-old/brief-history-grids
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Guia sobre Grid
Fonte: Chef of Design

Barbara Lasci – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Barbara Lasci – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Continuando com nossa série no canal onde chamo profissionais de áreas co-relacionadas para bater um papo que lhe traga conteúdo e informação, temos mais uma entrevista. Hoje trago uma entrevista com a Social Media Barbara Lasci, da página La Social.
A Barbara Lasci é a autora do La Social. La Social é o novo canal para falar de boas práticas em mídias sociais baseado em experiências reais de quem atua ativamente no mercado.
Nesse bate-papo conversamos sobre o universo das redes sociais e o profissional de mídia social. E esse conteúdo é muito válido principalmente para você que deseja atuar nessa área de social media. Mas não somente isso, falamos também sobre design, ferramentas, público-alvo, trabalho em agência, entre outros assuntos.
Abaixo você pode assistir agora essa super entrevista. Confira.
Entrevista: David Arty e Barbara Lasci

Conheça a Social Media Barbara Lasci
Barbara Lasci atua com mídias sociais há 8 anos, já atendeu grandes clientes como Hellmann’s, Knorr, L’Oréal, Mondelez, Marisa, Heineken em agências de renome, como Ogilvy & Mather, em projetos nacionais e internacionais. Seu trabalho já foi destaque em veículos como Adnews, Catraca Livre, O Globo, Tv Globo, Tv Cultura, Brainstorm 9 e diversos outros.
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Espero que o vídeo tenha sido útil para você, que você tenha gostado e que te ajude de alguma maneira, agregando conhecimento e informação para você seguir a sua trajetória profissional.
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Forte abraço.
Até Mais.
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Barbara Lasci – Entrevista🎙Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Qual Programa de Design você deve aprender?

Qual Programa de Design você deve aprender?

Eae, tudo bele?
Vamos falar sobre Programa de Design?
Uma das dúvidas mais recorrentes de quem está iniciando na área de Design, normalmente é: qual programa de design devo aprender?
Todo mundo que está iniciando quer saber sobre software. E isso é bem natural acontecer.
E essa dúvida é bem recorrente porque muita gente pensa que Design se resume apenas a softwares de design e também por existem muitas opções para escolher.
A gama de programas de design é bastante grande. Existe desde softwares pagos até 100% gratuitos. Existem vários pontos a se levar em consideração e dependendo de quem responde talvez a resposta varie bastante de profissional para profissional.
Mas para responder essa questão eu preciso te falar sobre 2 pontos que na minha ótica são importantes quando o assunto é programa de design.
1 – A Necessidade do projeto.
O primeiro, é que dependendo da necessidade, você terá que aprender um determinado programa de design. Por exemplo:
Se você entrar em uma empresa onde a equipe de criação só trabalha com Corel Draw, mesmo que você não tenha muita familiaridade com a ferramenta, você precisará aprender para trabalhar.
Se você, por exemplo, começar a trabalhar com criação de conteúdo em formato de vídeo, logo você terá que aprender a mexer em algum editor de vídeo como o Adobe Premiere ou Sony Vegas.
Portanto, dependendo da necessidade você terá que se adequar e aprender uma nova ferramenta de trabalho. E na maioria dos casos isso é uma coisa boa, pois você terá em seu arsenal de habilidade técnicas mais um programa de design. Você poderá até mesmo inserir no seu currículo se for o caso, mesmo que aquela ferramente que você aprende não seja a sua favorita. Todo conhecimento é agregador e pode ajudar na sua carreira.
Mas além do fato da necessidade do projeto, existe um segundo ponto que conta na hora de aprender um a usar um programa de design. Vamos ver a seguir?
2 – A área de atuação.
Dependendo da sua área de atuação você terá que aprender determinados softwares. Não tem jeito! Cada área conta com um arsenal mínimo de ferramentas a se conhecer.
Citarei alguns exemplos abaixo apenas para fim didático, mas a lista pode ser diferente e variar dependendo das circunstâncias.

Programas de Design gráfico: Corel Draw, Adobe Illustrator, Adobe
Photoshop, Adobe Indesign, etc.
Programas de Web Design/ UI Design: Adobe XD, Invision, Sketch, Adobe Illustrator, Adobe Photoshop, etc.
Programas de Edição de vídeo: Adobe Premiere, Final Cut, Sony Vegas, etc.
Programas de Motion Design: Adobe After Efects, Cinema 4D, etc.
Programas de edição de código: Sublime, Notepad ++, Netbeans, Brackets,etc
Programas de Design 3D: Cinema 4D, Maya, Modo, etc.

Os programas de design citado a cima são apenas um estimativa básica. Esse número pode ser bem maior, e dependendo da época que esteja lendo esse artigo ele pode ter mudado, afinal, programas de design pode serem interrompidos ou até mesmo surgirem novas ferramentas.
Mas se você quer trabalhar com design, independente da área, acredito que existem 2 programas que você deverá aprender mesmo. Vamos saber qual é?
Mas qual programa de design  é mais importante saber?
Existem dois programas de design que são praticamente coringas e que você utilizará nem que seja uma vez na vida. Não sei se você percebeu, mas existem dois softwares que apareceram com mais frequência na lista anterior. Esses programas são o Adobe Illustrator e Adobe Photoshop.
Todo Designer, independentemente da área de atuação, muito provavelmente fará uso dessas ferramentas em pelo menos em um momento da sua trajetória profissional.
Por isso, caso fosse indicar para alguém algum programa de design para iniciar, indicaria esses dois: Adobe Illustrator e Adobe Photoshop.
O Adobe Illustrator é um programa de design que lida com imagens vetoriais. Com ele você pode criar imagens com escalabilidade, que você pode aumentar e diminuir sem perder a qualidade. Ele é indicado para criação de peças impressas, logotipos, ilustrações, entre outros.
Já o Adobe Photoshop é uma ferramenta para edição e tratamento de imagens bitmaps. Com ele você pode tratar as imagens, criar manipulações entre tantas outras coisas que você pode fazer com esse programa de design.
Qual Programa de Design você deve aprender primeiro?
Se você está iniciando agora, eu sugeriria esses dois programas: Illustrator e Photoshop.
Focar nessas duas ferramentas pode ser muito interessante, pois você dominará uma ferramenta de vetor e uma de bitmap, o que já é um grande avanço. Caso não saiba o que é bitmap ou imagens vetoriais, sugiro que acesse este artigo e veja o bônus dentro dele.
Mas não basta apenas dominar tais ferramentas. É muito importante você também estudar os conceitos e fundamento do design.
Como você já deve saber, ou pelo menos imaginar, design não se trata apenas de software. Fazer design vai além de mexer em programas de design.
Obviamente, não quero tirar aqui a importância dos programas de design. Sim, eles não importantes! Entretanto você tem que ter a consciência que não eles são apenas ferramentas que ajudam você a fazer o seu trabalho.
Design, vai além das ferramentas. Tem muito estudo, experimentos por trás de um projeto. Por isso não se deixe enganar e estude também os fundamentos do design.
Tendo domínio dos fundamentos do design você deixará de ser uma papagaio de tutorial, que só sabe repetir as coisas dos outros, e também terá mais confiança para defender o seu trabalho e no seu dia-a-dia profissional.
Pensando nessa importância, dos Fundamentos do Design, eu estou preparando um curso em vídeo sobre o assunto. Se você tiver interesse e quiser receber em primeira mão e em condições especiais, acesse este link e se cadastre na pré-lista.
Sobre tudo isso eu gravei um vídeo onde falo sobre os programas de design e também um pouco sobre os fundamentos do design. Confira abaixo.
Qual Programa de Design você deve aprender?

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse
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Até mais.
Forte abraço.
Até mais.
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Qual Programa de Design você deve aprender?
Fonte: Chef of Design