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Portfólio de design – Como fazer seu portfólio de forma eficaz

Portfólio de design – Como fazer seu portfólio de forma eficaz

Portfólio. Eis aqui uma ferramenta que potencialmente pode ser a chave para abrir portas de oportunidades, mas que muitas negligenciam sobre sua utilização. Muitos nem imaginam o poder de um Portfólio de Design.

Este artigo é para desenferrujar essa chave e tirar suas dúvidas sobre como criar um portfólio eficaz para que você possa destrancar de vez as portas do mercado de trabalho.

Quem atua, ou pretende atuar, no ramo de design sabe que para conseguir algum trabalho, desde o estágio até um cargo sênior, é de fundamental importância ter um portfólio eficiente e atualizado.

Então até o final deste conteúdo você terá informações suficientes para começar agir proativamente na construção do seu portfólio de design. Principalmente você que está começando agora e se sente perdido, pois ainda não trabalhou em nenhum projeto, em nenhuma empresa, e/ou ainda não conseguiu cliente como freela.

O que você verá neste artigo:

O que é portfólio?Vantagens de possuir um portfólioTipos de portfólioComo organizar seu portfólio de designDicas de como criar portfólio se você ainda não tem trabalhos para apresentarPlataformas para apresentar meu portfólioComo promover seu portfólio?

O que é portfólio?

Um portfólio é uma coleção organizada de projetos relevantes que mostram seus talentos, habilidades mais relevantes que evidenciam seu crescimento profissional.

Podemos dizer que é uma apresentação das habilidades, qualificações e experiências de um candidato a emprego para empregadores em potencial, e para oportunidades de trabalho em geral.

No caso de um web designer, por exemplo, pode ser um conjunto de seus melhores websites. Ou no caso de um designer gráfico, pode ser um conjunto das suas melhores peças.

Vantagens de possuir um portfólio

A grande vantagem de possuir um portfólio nas áreas relacionadas ao design e de criativos em geral é que por se tratar de uma apresentação visual causa muito mais impacto que apresentar um currículo.

Não quero dizer aqui que o currículo não tenha importância. Mas o portfólio, quando bem feito, apresenta para o recrutador o que você é capaz de fazer na prática e isso já te deixa em posição de destaque em relação aos seus concorrentes.

Apresentar um portfólio também é vantajoso para o profissional que avalia seu trabalho, porque ele poderá ter uma ideia antecipadamente de como é seu trabalho na prática e poder comparar com os trabalhos de outros profissionais. Isso é muito bom para saber se seu perfil é adequado ao projeto proposto antes de fechar qualquer contrato.

Mas sem dúvida alguma um portfólio é muito vantajoso para um iniciante porque somente apresentando um bom portfólio será possível obter os primeiros trabalhos.

Tipos de portfólio

Basicamente podem construir dois tipos de portfólio, o físico e o digital. Vamos a eles:

Portfólio físico:

Portfólio por Piotrek Chuchla

Não é tão comum, visto que com o avanço da internet e demais tecnologias, diminui o uso de portfólio físico.

Mas pode ser que, para casos específicos, seja necessário apresentar trabalhos em versões impressas.

Então basicamente, um portfólio físico, é uma pasta contendo versões impressas dos melhores trabalhos.

É indicado que para causar um impacto positivo durante a apresentação dos trabalhos eles sejam produzidos com papel e impressão de qualidade.

Portfólio digital:

Portfólio de aluna do Chief of Design

Basicamente podemos considerar como portfólio digital peças que podem ser enviadas e baixadas através de um arquivo PDF para serem visualizadas em um dispositivo como celulares, tablets e computadores. Ou trabalhos que podem ser visualizados em um navegador ao acessar um endereço eletrônico, ou seja um portfólio online.

Portfólio em PDF

O portfólio em PDF é um meio bastante prático. Várias softwares são capazes de salvar ou exportar versões em PDF da criação de um portfólio e com isso você pode enviar para qualquer pessoa.

A visualização de qualquer trabalho em PDF é algo também bem comum para os avaliadores, portanto também é prático para eles acessar as informações que eles precisam.

Entretanto toda essa praticidade tem um ponto negativo. Certamente os recrutadores recebem muitos arquivos como este e seu projeto não for notável pode ser esquecido entre os concorrentes.

Portfólio online

O principal benefício de ter uma página de portfólio é que ela estabelece sua marca na web. 

O simples fato de ter uma menção ao seu serviços online dá acesso a muitas pessoas que fazem suas pesquisas através dos mecanismos de busca antes mesmo de decidir trabalhar com uma empresa ou contratar uma nova pessoa.

Uma vez que os sites estão disponíveis 24 horas por dia, as pessoas podem navegar até o seu portfólio sempre que for necessário. Um portfólio online é, portanto, uma ótima ferramenta de aquisição de clientes ou de busca de empregos.

Como organizar seu portfólio de design?

Vou apresentar agora para você alguns passos para te ajudar a organizar seu portfólio. Você pode adaptar para seus objetivos e para o segmento que você atua, seja na área de design gráfico, web design, UX/UI, entre outras.

1 – Foque em apresentar por completo as soluções

Coloquei este tópico logo de cara porque acredito que ele fala de algo que apresenta mais do que um projeto em si. Mostra sim como você se envolve em cada solução.

Um erro bastante comum em portfólios é focar apenas nas manchetes ou nos aspectos visuais do seu trabalho. Quando fazemos isso deixamos de lado a oportunidade de mostrar como analisamos os problemas, como tomamos as decisões, e os processos que chegaram a tal solução. 

Em outras palavras, não mostre apenas as imagens, ou os nomes do que você fez, ou das empresas para as quais trabalhou. Em vez disso, concentre-se em como você pode agregar valor.

Se concentre em falar sobre as metas que foram alcançadas e como seu envolvimento tornou isso possível. Isso fornece muito contexto e informa à pessoa que está avaliando por que o projeto foi um sucesso.

2 – Coloque em seu portfólio somente os melhores projetos

Três projetos bem feitos é muito melhor do que vários insatisfatórios.

Mesmo se você incluísse apenas um exemplo incrível de seu trabalho, você ainda estaria em melhor situação do que ao incluir 20 pequenos projetos “meio a bocas”.

Qualidade é mais importante do que quantidade. Se tiver muitos trabalhos escolha somente os melhore, apresente-os e os mantenha atualizados.

3 – A apresentação visual deve valorizar os trabalhos

É imprescindível que o local que seus trabalhos serão apresentados, principalmente se for online, não estrague a experiência de quem avaliará seu portfólio.

Você pode ter trabalhos fantásticos, mas é importante que a plataforma escolhida para expor seus trabalhos seja adequada. O layout do site não deve chamar mais atenção que seus trabalhos.

Um portfólio online deve possuir um site bem organizado, acessível e com um visual agradável que não compete com sua galeria de trabalhos.

Uma dica é apostar na simplicidade com um layout cujo layout que facilite a leitura, a visualização e a navegação.

Aqui no Chief of Design você tem dezenas de artigos com ensinamentos sobre construção de interfaces, design e web design que podem te orientar nessa missão.

4 – A ordem na apresentação de seus trabalhos

Não existe uma regra certa. Você pode definir o critério que você julgar melhor, só não deixa “jogado”.

Você pode optar por categorizar por assunto. Exemplo: em um portfólio de websites você pode criar categorias: ecommerce, institucional, blog, landing-pages, etc  

Ordenar por data, seja de forma crescente ou decrescente pode revela para o cliente a evolução de seu trabalho.

Mas simplesmente você pode optar por organizar de acordo com seu critério de qualidade, do melhor, para o de menor “qualidade”.

Você também pode levar em consideração os feedbacks que recebe para definir o nível de qualidade de cada um de seus trabalhos.

5 –  Apresente-se e liste suas principais realizações e habilidades

Não só seus trabalhos devem brilhar no seu portfólio, você também é a estrela. Portanto apresente-se e suas principais realizações e habilidades.

Aproveite suas habilidades criativas para apresentar na interface no portfólio suas principais habilidades, realizações, certificações, graduação e tudo que agrega valor.

6 – Informações de contato

Tão importante como ter seu portfólio avaliado e ser contactado depois. Por isso dê às pessoas a capacidade de entrar em contato com você.

As principais ferramentas que encontramos para construirmos portfólios possibilitam inserir suas informações de contato  acesso para redes sociais importantes como o Linkedin.

Construtores de sites como o WordPress permitem construir formulários de contato  com alguns poucos passos.

7 – Testemunhos

Se você os tiver, os depoimentos podem ser um elemento incrivelmente poderoso e, provavelmente, a melhor maneira de provar que suas realizações e o valor que você pode agregar são realmente reais.

Mas quando estamos começando, talvez os testemunhos sejam escassos. Até mesmo trabalhos para apresentar no portfólio podem ser difíceis de conseguir. Por isso, no próximo tópico passarei dicas de  como criar portfólio se você ainda não tem trabalhos para apresentar.

BÔNUS: “Desafio O seu Portfólio online”

Se você está com dificuldades para construir seu portfólio, eu trago uma novidade que criei para você. Se trata do “Desafio O seu Portfólio online”.

O Desafio o seu Portfólio Online é um projeto que vai te munir com as melhores estratégias para você criar e expor seu portfólio.

Este curso é indicado para você que almeja sucesso na carreira, mas nem sequer tem um portfólio, ou até tem um, mas você não está seguro sobre a qualidade dele.

O Desafio o Seu Portfólio Online vai te ajudar a criar seu portfólio e a se destacar da multidão. Então clique neste link para conhecer melhor o projeto!

Dicas de como criar portfólio de design se você ainda não tem trabalhos para apresentar

Redesign de web site

Muitas pessoas travam na construção de seus portfólios porque não conseguem trabalhos para apresentar. Mas você pode começar sim, mesmo sem ser contratado para jobs.

O segredo está em construir “peças fantasmas”.

Você pode achar que isso não tem credibilidade, mas você se engana. Não é porque um cliente te contrata para um projeto que ele, concluído e aprovado pelo cliente, que este seja um primor de qualidade.

Na verdade, muitos bons trabalhos podem vir de peças fantasmas. Então ponha a mão na massa e crie cases.

Veja alguns exemplos:

Você pode imaginar um cliente fictício, criar um briefing para ele, responder você mesmo as perguntas, faça todo o planejamento e criar um site, uma identidade.Você pode fazer o redesign de uma marca ou interface de site.Você pode fazer um trabalho de forma gratuita para uma entidade beneficente que precise ser divulgada. Além de ajudar você terá material para seu portfólio.

Isso é só algumas ideias para você começar. E onde você pode construir seu portfólio caso você queira apresentar online?

É isso que veremos no próximo tópico.

Plataformas para apresentar meu portfólio

Eu gosto da ideia de um profissional ter seu próprio site para expor seus trabalhos. Um local só seu para ser encontrado. Mesmo que de forma paralela ele opte por outras plataformas.

Traz um ar de seriedade e profissionalismo maior. Ainda mais se for Web Designer. Mas isso é minha opinião.

Caso você queira seguir este caminho terá que investir em hospedagem e domínio para manter seu portfólio no ar. E também com o custo para construir o site.

Existe o WordPress que facilita as coisas ainda mais se instalar a ferramenta Elementor que possibilita construir sites com mais facilidade. Você pode saber mais dessas ferramentas clicando aqui.

E caso algo mais simples, mas com boa qualidade, temos plataformas interessantes exclusivas para criativos. Veja a lista a seguir:

Behance

O Behance é uma ferramenta para criação de sites gratuitos, e geralmente utilizada para a confecção de portfólios online. 

Basta você acessar para ver esta ferramenta para ver uma infinidade de trabalhos de criativos em geral.

Ela oferece recursos para você organizar imagens e textos e publicar seu portfólio.

Dribbble

O Dribbble é uma comunidade para designers e criativos em geral na qual os participantes podem interagir entre si, mas que para você conseguir postar seus trabalhos é necessário que você seja convidado por um usuário que já faça parte dele.

Isso ajuda a controlar a qualidade do ambiente, segundo os defensores desse método,

Cargo Collective

É uma plataforma para criação de sites bem simples e gratuita. E é possível encontrar trabalhos de criativos por lá, isso porque ele oferece templates relacionados à criatividade, apesar de serem um poucos estranhos.

DeviantArt

É uma famosa galeria online para exposição de ilustrações artísticas. Possibilita a inserção de uma bio, descrição e exposição de imagens dos seus trabalhos.

É mais adequado ao portfólio de ilustradores.

Medium

O Medium é uma plataforma mais adequada para construção de artigos, mas vem sendo bastante utilizada também para estruturar cases de portfólios de UI/UX.

Como divulgar seu portfólio de design?

Não existe melhor lugar que a internet para divulgar seus trabalhos. As próprias plataformas dão uma força neste sentido.

Entretanto, você pode usar as principais redes sociais para fazer a divulgação, sendo que o Linkedin é uma das melhores já que lida com questões profissionais.

Você pode também usar os mecanismos de busca a seu favor. Eles sempre estão pesquisando os melhores conteúdos e se você além de criar, gosta de escrever pode escrever um blog e quem sabe receber visitas que se interesse pelo seu trabalho como Designer. É uma forma indireta de divulgar seu portfólio.

E por fim, caso queira atuar como freelancer, você pode pagar anúncios para que o site do seu portfólio seja encontrado interessado por seu serviço. Só que aqui deve-se considerar um certo investimento que talvez não seja interessante arcar quando se está começando.

Conclusão

Um portfólio de design profissional é uma coleção de trabalhos e outros documentos que mostram suas habilidades para empregadores em potencial.

Pode ser criado em formato digital ou físico.Com seu portfólio lançado e devidamente promovido você notará alguns benefícios:Mais cedo ou mais tarde seu trabalho será encontrado;Ele possibilitará que seu trabalho seja avaliado pelos clientes;Surgirão as primeiras propostas devido ao meio natural de promoção;Seu trabalho poderá ser notado por outros profissionais da área;Você pode ser convidado para fazer parcerias;Surgirão oportunidades de melhorias decorrentes do feedback dos clientes e dos parceiros.

E caso você precise de uma orientação mais detalhada sugiro que você conheça o “Desafio O seu Portfólio online”.

Espero que você tenha gostado do conteúdo. Deixe seu comentário em caso de dúvidas e aproveite e compartilhe esse artigo com seus amigos.

Abraço!
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Portfólio de design – Como fazer seu portfólio de forma eficaz
Fonte: Chef of Design

Como Criar um Currículo Criativo?

Como Criar um Currículo Criativo?

Eae!
Td bele?
Neste artigo vou falar de algo que todo mundo que está à procura de um emprego precisa ter: um currículo (curriculum vitae, CV).
Mas eu não vou falar de um currículo comum feito no “word”. Eu vou falar de um currículo de um criativo. Sim, isso mesmo! O seu currículo também precisa ser criativo se você está procurando um trampo nessa área.
Muitas vezes o currículo pode ser sua carta de visitas, o passe para você ser selecionado para outro estágio da seleção ou até mesmo conseguir o emprego em definitivo.
Então a seguir você verá dicas para criar o seu currículo de forma criativa, bele?
Vamos nessa! 😀
A importância de um currículo criativo
Se você é designer, trabalha com comunicação, com criatividade e afins; é super importante que você tenha um currículo bem desenvolvido e atualizado.
Em muitas oportunidades o seu CV será a primeira impressão que seu futuro empregador/cliente terá sobre você.
Um currículo com certeza pode ser o determinante para a sua contratação ou não. Através dele a pessoa que está te contratando poderá conhecer o seu perfil profissional e verificar se você tem potencial ou não para atender as expectativas da empresa/cliente.
Um currículo bem construído pode fazer a diferença e chamar a atenção do empregador se destacando em meio aos concorrentes.

Me lembro uma vez que criei um currículo basicamente com tons de azul e com orientação de paisagem(horizontal). Um dia enviei este CV para uma vaga e depois fui selecionado para uma entrevista pessoalmente. Ao chegar na empresa o entrevistador logo falou: “ Ah, você é o David do CV azul, né?  Muito legal. Eu gostei dele. Foi marcante. ”
Esse é só um exemplo que aconteceu comigo sobre como um CV criativo pode te ajudar a conquistar aquela vaga dos seus sonhos.
Coloque somente o essencial
Não se engane ao pensar que criando um currículo de 3 páginas contando a sua história desde o maternal será eficaz e vai te ajudar a conseguir um emprego. Seu currículo deve ser sucinto e conter somente as informações relevantes para quem irá te contratar. Normalmente as informações que se coloca em CV criativo são:

 Identificação: seu logo, nome, marca.
Dados de contato: e-mail, rede sociais, site, telefone
Sobre: uma breve descrição (eu disse breve!) sobre você, sobre o que gosta, sobre como trabalha, sobre suas qualidades e etc.
Formação:  onde estudou, cursos que fez, faculdade, etc;
Experiência: normalmente no máximo os três ou quatros últimos empregos já está bom, caso tenha passado por várias empresas. Aqui você também pode detalhar em poucas palavras o que você fazia nos cargos anteriores.
Habilidades:  seu nível de habilidade em determinada área, softwares, etc.
Objetivo: qual o cargo e/ou área que você quer atuar.

Um currículo com 1 ou no máximo 2 folhas já é o suficiente para você colocar todas as informações necessárias.
Seja criativo e mostre o seu potencial
Você deve encarar o CV como a criação de uma peça de comunicação, como se fosse um “job” mesmo. Leve a sério e crie algo legal. Elimine aquele tradicional currículo feito no Microsoft Word. Use algum software de edição visual (o Photoshop, Illustrator, Indesign, etc) para criar. Use formas e cores (caso necessite) para expor da melhor maneira possível tanto o seu perfil como mostrar que você tem potencial e criatividade para criar.

Então, pense com cuidado na(s) fonte(s) que irá usar, nas cores, no contrate, no elementos gráficos e utilize um grid para te ajudar. [clique aqui para saber mais sobre grids].
Aplique seu estilo no CV
Procure manter originalidade no seu currículo. Aplique seu estilo de criação. Mostre quem você é também através da arte do seu currículo. Caso já tenha um portfólio é interessante criar algo que faça uma conexão com seu portfólio.  Muitas vezes ele será uma extensão do seu portfólio online. Como no exemplo abaixo do meu xará gringo. 😛

Salve e envie em formato PDF
O formato PDF de arquivos (Portable Document Format ou Formato Portátil de Documento) é um tipo de arquivo padrão. Quase todos (ou todos) sistemas operacionais consegue abri-lo sem problemas. Além disso as pessoas também já familiarizadas com tal tipo de documento.
Portanto na hora de exportar nada de JPG e PNG que podem até ser facilmente manipulados. Exporte seu CV no formato PDF e de preferência coloque uma proteção com senha (claro que portas podem ser destrancadas, ainda mais se tratando de web, mas não é por isso que você vai deixar sua casa aberta para qualquer um, né?).
Um currículo bom na tela e bom no papel
Na grande maioria das vezes o seu currículo será visto somente na tela de um computador, porém em alguns casos ele poderá ser impresso. Portanto cuidado com certas “estripulias visuais” e fontes pouco legíveis [saiba mais sobre como escolher uma fonte legal, clicando aqui].

Crie um CV que caiba numa folha A4
Você pode criar um currículo na vertical ou horizontal, tanto faz.  O mais importante é que ele caiba e fique legal em uma folha A4. Isso porquê normalmente se o entrevistador precisar imprimir o seu CV ele o fará em uma impressora doméstica e em um papel A4 comum. E também o mesmo serve para você caso tenha que levá-lo impresso no dia da entrevista.
Mantenha seu CV atualizado e pronto para qualquer ocasião
Sempre deixe seu CV atualizado com as últimas informações, mesmo que não esteja procurando um emprego. Toda mudança na sua carreira, como novos cursos, qualificações e experiências devem ser inclusas no CV.

Cuidado com a escrita
Tome cuidado com a redação do seu currículo. Leia e releia. E também se possível peça par alguém ler também. Erros de português e de digitação podem passar a impressão de que você é alguém desleixado podendo colocar tudo a perder. Tenha atenção a essa parte também.
Não crie só mais de currículo e sim uma carta de vendas, ou se precisar, várias cartas de vendas
Seu currículo pode ser muito mais que apenas uma simples folha onde você coloca suas experiências e objetivos. Ele pode ser uma carta de vendas.
Mude sua mentalidade sobre um CV. Apresente suas experiências e projetos como verdadeiros casos de sucesso. Coloque informações que mostrem que você pode solucionar os problemas do seu cliente. Mas tome cuidado para não inflar demais o seu ego e colar informações não verdadeiras, bele?
E você também pode criar currículos específicos para determinado cargo ou empresa assim como um técnico de futebol ajusta seu time dependendo do adversário. Por exemplo:
A empresa “X” dispõe de uma vaga que você deseja. Só que a maioria das qualificações que você tem não será utilizada no cargo. Então o que fazer?
Customize o campo de qualificações retirando estas informações desnecessárias e dê destaque para as outras qualificações que realmente se enquadram e serão aproveitadas caso você conquiste a vaga. Com isso você estará passando informações reais sobre você focando naquilo que a empresa espera de um novo colaborador.
As qualificações que não são necessárias para este cargo podem até não estarem de encontro com os objetivos do cargo. Todavia, isso não quer dizer que não possam ser utilizadas em promoções dentro da empresa. Quando surgir a oportunidade volte a customizar seu currículo.
RESUMINDO: Para cada jogo, um esquema tático específico. Para cada empresa ou vaga, faça um currículo diferente.
O Currículo é um braço do seu Portfólio, não um substituto.
Não basta ter apenas um currículo legal. É importante que você tenha um portfólio também. Normalmente um CV é uma extensão resumida do seu portfólio e feito para ser utilizado em determinada ocasiões. Por isso é essencial deixar claro e visível o endereço do seu portfólio online.  Um portfólio é sempre mais importante e tem mais peso.

E se você quiser saber mais sobre como construir um bom portfólio, eu te indico fortemente que você baixe gratuitamente o ebook sobre portfólio do Chief of Design.
Comece a enviar o seu currículo agora mesmo!
Não adianta nada você pensar no currículo, diagramá-lo da melhor maneira e expor com maestria todas as informações sobre o seu perfil se você não o submete para vagas. Por isso não pare por aqui: entre em sites de empregos e envie o seu currículo.
Uma dica de site muito boa é o Jooble.org. Nesse site você encontrará vagas especificas para o mercado criativo e de tecnologia como Web Design, Design, Desenvolvedor, Analista de sistemas, Programador, Analista , entre outros.
Acesse agora o site da Jooble e envie o seu currículo para as vagas. CLIQUE AQUI PARA CONHECER!
Conclusão
Criar um currículo diferente, criativo e com um bom design pode fazer toda a diferença entre conseguir ou não uma boa oportunidade. Claro que você não deve colocar todas as suas fichas no seu CV criativo, ele deve ser a aliado a um bom portfólio. Use-o como uma carta de visitas que abrirá portas para você.
Caso não tenha muitas ideias por onde começar, faça uma pequena pesquisa na internet sobre currículos criativos (você já viu alguns exemplos aqui neste artigo). Você encontrará desde currículos de outros profissionais até modelos já prontos. Use tais referências apenas para se inspirar e evite usar modelos prontos e nunca plagie o CV de alguém. Crie o seu próprio CV e exponha toda sua criatividade.
E se você quiser mais dicas sobre como criar um currículo e inclusive sobre os erros que você não pode cometer ao elaborar o seu CV, basta você baixar o e-book sobre portfólio neste link.
Até mais.
Forte abraço!
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Como Criar um Currículo Criativo?
Fonte: Chef of Design

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

Eae, tudo bele?

Você sabe o que é Branding, Marca e Identidade Visual? Sabe quais as diferenças e semelhanças entre eles?

Nesse mundo criativo existem muitas confusões e uma delas é justamente sobre a aplicação dos termos citados a cima. Algumas pessoas por não terem conhecimento acabam utilizando de forma errada algum desses termos, outros usam de forma deliberada a fim de conseguir uma melhorar valorização do seu job e até mesmo profissional. Mas o fato é que cada um desses termos, Branding, Marca e Identidade Visual, são coisas distintas apesar de serem semelhantes. Por isso neste artigo vamos destrinchar cada tópico para que você utilize esses termos da forma certa.

Vamos nessas?

Neste artigo você verá:

O que é Identidade VisualO que é MarcaO que é BrandingComo elas funcionam em conjuntoVídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

O que é Identidade Visual?

Identidade visual (IDV) é um conjuntos de elementos visuais que representam algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc.

Esse conjunto de elementos pode variar de acordo com cada projeto, mas é comum encontrar elementos como:

Paleta de cores – Uma esquema de cores é usada para identificação da marca. Embora a paleta de cores geralmente comece com o logotipo, essas cores devem ser reaproveitadas para todos os materiais da marca.Tipografia – É a forma ou o estilo do texto que você usa em uma marca.Padrões – São elementos que se repetem de maneira ilimitada para aplicação em qualquer superfície de maneira infinita e que ajuda a comunicar a personalidade de uma marca.Texturas – Aspecto de uma superfície usada para reforçar a personalidade de uma marca.Mascotes – Animal, pessoa ou coisa, que representa visualmente uma marca ajudando a criar um vínculo com o público. Ícones – São os elementos gráficos, tradicionalmente pequenos, usados ​​para fornecer informações rapidamente e que agregam valor à marca.Entre outros.

Dentre esses elementos temos o Logo, que é assinatura visual da empresa, também conhecida por marca gráfica. A partir desse elemento que todos os outros tomam forma, ou seja, todos os componentes de um projeto de Identidade Visual são oriundos e circundam o elemento principal que é o Logo.

Todos esses outros elementos de um projeto de IDV atuam como coadjuvantes da marca com o objetivo de potencializá-la, como se fossem escudeiros de um cavaleiro, afim de fixa-la na mente do seu público.

É muito comum algumas pessoas confundirem ou associarem identidade visual apenas ao Logo. Obviamente que isso faz sentido, pois como vimos trata-se do principal ator de projeto de IDV. Todavia um projeto desses não é composto apenas por este único elemento. Um projeto de Identidade Visual trata-se de do conjunto de elementos visuais que possuem a finalidade de representar e distinguir algum produto, serviço, etc.

O profissional responsável por um projeto de IDV é justamente um Designer, ou uma equipe de Designers.

Aplicações da Identidade visual

Normalmente um projeto de identidade visual é acompanhado por um manual de marca, que é um documento onde se coloca todas as diretrizes de aplicação e utilização correta da Identidade Visual. E as diretrizes podem reger aplicações para:

Papelaria institucional; Embalagens;Aparência do PDV;Uniformes;SinalizaçãoSites, aplicativos e redes sociais, entre outros.

Caso queira saber mais sobre um projeto de Identidade Visual e mais sobre manual de marca, nós temos aqui no Chief um artigo exclusivo sobre manual de marca. Clique aqui para acessar.

O que é Marca?

Essa pergunta pode ter mais de uma resposta dependendo da área e do pensamento de cada um. Se perguntares para um designer, ele provavelmente responderá:

“Marca é um símbolo gráfico visual que representa algo, como uma empresa, produto, serviço, pessoa, entre outros; com a função de identificá-la e distingui-la de um modo imediato.”

Por outro lado se você perguntar para um publicitário, ou alguém de marketing, provavelmente terá como resposta algo semelhante a seguinte afirmação:

“Marca é o conjunto de valores, percepções e experiência que ela passa ou representa para o seu público. Com isso marca não é somente um símbolo gráfico, mas sim a representação de um todo perante o seu nicho de atuação e também ao seu público.”

E o fato é que as duas afirmações estão corretas. Caso você siga a linha mais do design, é justamente a primeira resposta. Porém se você seguir uma linha mais estratégia e publicitária, será segunda resposta. As duas estão corretas e se complementam, afinal não basta apenas criar um símbolo gráfico e achar que ele será uma marca reconhecida mundialmente. Existe todo um trabalho para que aquela representação simbólica visual realmente se firme passando bons valores e percepções par ao seu público e mercado de atuação.

Por isso é comum alguns profissionais usarem o termo “marca gráfica” quando se referem exclusivamente ao símbolo gráfico e não a todas as outras questões que envolvem a conceituação e estratégia da marca.

O que é Branding?

Como vimos anteriormente, não basta apenas criar uma marca gráfica. É preciso muito trabalho de estratégia e posicionamento para se alcançar os objetivos planejados. E para isso temos o Branding.

Branding é o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público. Então, todas as questões de valores, experiências e percepções planejadas para a marca, são executadas por ações de Branding.

Todos os pontos de contato do público com a marca, são planejados ou gerenciados pelo Branding. Esse trabalho ajuda tanto a fidelizar os clientes quanto prospectar novos clientes.

Por isso que Branding tem um valor fundamental no processo de construção de uma marca perante ao mercado e o público-alvo. Para isso o Branding utiliza dos elementos de identidade visual, desde a marca gráfica até a paleta de cores, por exemplo, alinhados as estratégias de comunicação e posicionamento da marca.

Esse trabalho é normalmente elaborado por uma equipe multidisciplinar composta por designers, publicitários, social medias, atendimento, etc. Por exigir uma equipe multidisciplinar, comumente, e principalmente quando se trata de grandes empresas, esse trabalho é executado por agências especializadas.

Como Branding, Marca e Identidade Visual funcionam em conjunto?

Como vimos, todos os 3 elementos fazem parte de uma cadeia estratégica da comunicação visual de uma empresa que convergem entre si para alcançar o objetivo estratégico de comunicação e posicionamento da marca.

Apesar dessas sinergias, existem diferenças e não são iguais, logo nem todos os profissionais estão hábeis para executar todas as tarefas. Não é porque você cria uma identidade visual que necessariamente você está habilitado para fazer o Branding. Da mesma maneira não é porque você entende e trabalha com Branding que você saberá construir com maestria a Identidade Visual.

Portanto, saiba qual parte do processo você faz parte e não utilize os termos de forma deliberadamente errada para conseguir possíveis ganhos financeiros. Por mais que seja tentador e por mais que possa até dar resultado a primeira vista, ao longo do tempo você poderá prejudicar a sua carreira e literalmente “queimar o seu filme” no mercado. Cuidado.

Vídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

Para aprofundar mais no assunto e levantar pontos que seriam difíceis de apresentar em texto, eu criei um vídeo que está em nosso canal no Youtube, onde falo sobre esse três tópicos e complemento as informações apresentadas aqui neste artigo. Sugiro fortemente que assista ao vídeo abaixo para completar o raciocínio e a explanação sobre o assunto. Confira abaixo o vídeo sobre o que é Branding, Marca e Identidade Visual.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você. E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]

Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço._

Fonte das imagens:

Shuttterstock – https://shutr.bz/2SlCLjM
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O que é Identidade Visual, Branding e Marca?
Fonte: Chef of Design

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre Design thinking?

Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o termo, principalmente se você atua em um mercado criativo.

Neste artigo trago a ponta do iceberg de conhecimento sobre o Design Thinking, para você entender um pouco mais do seu conceito, para que serve e uma das maneiras de utilizá-lo, a fim que você inicie os estudos e dê os primeiros passos nessa abordagem e modelo de pensar o design.

O Design Thinking pode proporcionar uma abordagem capaz de combinar empatia com o usuário, dentro do contexto de um problema, com questões de negócios e de tecnologia.

Por tudo isso que neste artigo vamos falar sobre o famoso Design Thinking. Preparado? Vamos nessa?

Neste artigo você vai aprender:

Como surgiu o termo Design Thinking? O que é e para que serve o Design Thinking? Os 3 Pilares da abordagem 5 passos essenciais do Design Thinking

Como surgiu o termo Design Thinking?

Apesar do termo ter ganho popularidade nos anos 2000, a sua origem, mesmo que ainda não tivesse o nome design thinking, começou muito antes, entre as décadas de 1950 e 1960. É possível encontrar trabalhos de vários designers e profissionais de outras áreas que contribuíram para o design thinking como o conhecemos hoje. Nomes como Buckminister Fuller, Herbert Simon, Victor Papanek, Horst Rittel e Melvin M. Webber, entre outros, foram importantes para o “pensar design”.

“Um designer é uma síntese emergente de um artista, inventor, mecânico, economista objetivo e estrategista evolucionário.” Buckminister Fuller

O Design Thinking como ficou mais conhecido e aplicado em diferentes empresas e projetos, foi cunhado por Tim Brown e David Kelley, ambos designers e fundadores da empresa IDEO (empresa internacional de design e consultoria em inovação), onde eles começaram a aplicar essa nova abordagem, já em 1991.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas, desde antropologia até administração de negócios, para estudar design thinking.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a efetiva prática do design, a ideia era criar times multidisciplinares para aumentar e qualificar as suas equipes e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso eles conseguiram disseminar essa abordagem. Termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas. Programas educacionais foram lançados, como na d.school e também em outras universidades prestigiadas de todo o mundo.

Além desses programas educacionais, existem dois livros que são os pilares dessa abordagem e que foram os grandes agentes da popularização do termo. São eles:

Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation.

E o livro Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brown.

Essas duas obras são responsáveis por explicitar mais a abordagem, e fundamentar alguns conceitos ligados à área da tecnologia e do design.

O que é e para que serve o Design Thinking?

Se você é da área do design, seja qual for o seu segmento (design gráfico, web design, ui design, product designer), provavelmente já deve ter escutado esse termo, seja em workshops, palestras ou cursos… Mas afinal, o que é esse tal Design Thinking?

De acordo com o livro do próprio Tim Brown, esse não deve ser entendido como uma metodologia, e sim como uma abordagem, ou seja, uma forma de agir e de enxergar o design.

Dessa maneira, essa
abordagem se diferencia das demais porque não está focada simplesmente no
processo de criação e no retorno do mercado, mas também, e principalmente, está
preocupado no ser humano, ou seja, no usuário. Por esse motivo, leva em
consideração as questões do público, do negócio e da tecnologia.

Sendo assim, esse tipo de abordagem pode ajudar ao designer, ou quem estiver aplicando essa abordagem, a resolver problemas para criar produtos, por exemplo, focando nas pessoas, além de outros problemas, como problemas de comunicação visual, de acesso, de usabilidade, de proposta de valores para melhorar situações e status.

Mas engana-se quem acha que esse design é utilizado somente no design propriamente dito! O Design Thinking pode ser aproveitado no âmbito empresarial, organizacional etc.

É muito comum vermos pessoas que não são designers falarem sobre Design Thinking, por não se trata apenas de design, e muito menos de design visual, e sim de uma forma de pensar e abordar os problemas, seja eles de um projeto de design ou não.

A abordagem Design Thinking utiliza de uma visão sistemática de um projeto levando em consideração 3 pontos fundamentais que são: desejabilidade, tecnicalidade e viabilidade.

Desejabilidade

Trata-se de quanto o usuários querem aquilo e para que desejam, qual a finalidade para elas, se será útil e de qual maneira. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: Será que existe procura por isso? Se sim, por quê? Como? Será que as pessoas gostariam disso? Gostaria de usar? Qual o benefício que elas podem obter com esse projeto?

Tecnicalidade

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de tecnologia. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É tecnicamente possível criar o que está propondo? Quais tecnologias serão envolvidas? Do que é preciso do ponto de vista técnico para publicar o projeto?

Viabilidade de negócio

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de negócio. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É possível comercializar o projeto? As pessoas pagariam por isso? Quanto o usuário estaria disposto a investir nisso? Existe algo parecido no mercado?

Esses pontos são a primeira parte do projeto e devem ser discutido e avaliados por todos os envolvidos. Após isso, é preciso entender também os pilares do Design Thinking. A seguir entenderemos sobre isso com os pilares do DesignThinking.

Os 3 Pilares da abordagem

Esse conceito se trata de uma abordagem, uma maneira de resolver os problemas, e, portanto, não há um passo a passo que deve ser seguido a risca para um bom aproveitamento. Por isso, o sucesso do Design Thinking está em como você entende e adapta essa abordagem!

Entretanto, existem 5 passos essenciais, que independente do seu entendimento, devem ser seguidos. Mas antes de tudo, você deve ter em mente que para o design funcionar, você deve entender os 3 pilares da abordagem: empatia, colaboração e experimentação.

Empatia: está relacionada ao entendimento do próximo, ou seja, imergir no problema do outro, sem pré-julgamento e preconceitos. Por isso, eu costumo chamar também esse pilar de Empatia Prática, porque você busca imergir de cabeça no problema.Colaboração: está relacionada a um mesmo fato poder ter várias interpretações. Ou seja, um mesmo problema pode ter visões diferentes, assim como, modos diversos de serem resolvidos. Dessa maneira, o Design Thinking trabalha com equipes multidisciplinares, para que as soluções e criações sejam pensadas por várias pessoas para potencializar a chance de encontrar o melhor caminho para solução daquele problema.Experimentação: está relacionada com a experimentação do produto propriamente dito, ou seja, a fase de colocar para testar na prática se tudo aquilo que foi pensado e planejado faz realmente sentido e se funciona como o esperado.

Esses pilares são fundamentais dentro do Design Thinking e todos os passos a seguir estão inclusos dentro desses pilares.

5 passos essenciais do Design Thinking

Como falado anteriormente, o Design Thinking é subdividido em 5 etapas. Essas etapas e as sua realização podem variar de acordo com a interpretação de cada um, já que a intenção nunca foi ser algo fechado. Um dos pontos positivos do Design Thinking é justamente essa liberdade na abordagem.

São elas: Entendimento/Observação, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Entendimento/ Observação:

O primeiro passo é marcado pela organização da equipe, isso inclui separação de tarefas, confecção do cronograma etc. Nesse momento, você irá utilizar o primeiro pilar do Design Thinking, e aplicar a empatia, em busca de entender o outro e o problema, e as diversas formas de resolução. Para tanto, você poderá utilizar as ferramentas de pesquisa de campo, conversa, testes e mapas de empatia.

Definição:

Neste passo você irá utilizar as informações obtidas no passo anterior, e, a partir disso definir um problema e sua solução. Essa etapa tem relação direta com as etapas do que tem que ser feito.

Ideação:

Como o próprio nome diz, aqui você unirá todo o conhecimento adquirido nos passos anteriores para ajudar a conceber a sua ideia. Ou seja, você começará a tirar da parte das ideias e começar a por em prática as soluções para o seu problema. Para isso, você pode utilizar as ferramentas de brainstorming para trazer ideias de como colocar em prática.

Prototipação:

Aqui você irá juntar ou definir as ideias para criar algo que possa ser utilizado e testado em campo por usuários. E será com esse protótipo que você começar a testá-la. Para tanto, você pode, por exemplo, utilizar um MVP, que em português seria Mínimo Produto Viável .

Teste:

Por fim, temos a fase de teste em campo, com os usuários, do seu Design Thinking. O divertido e importante dessa parte é que você receberá feedbacks, e, assim poderá melhorar e validar o seu produto.

É válido ressaltar que mesmo com essas etapas pré definidas, esse processo não é algo fechado. Sendo assim, algumas pessoas podem subdividir algumas dessas etapas, como por exemplo, a quinta etapa, que pode ser dívida em uma sexta etapa denominada de “interação”.

Além disso, é recomendado que durante todo o processo a equipe seja multidisciplinar, para obter óticas diferentes e dar opções diferentes para o mesmo problema.

Vídeo : O que é Design Thinking?

Para contribuir ainda mais com o aprendizado sobre o assunto, eu decidi gravar um vídeo onde explico sobre a abordagem Design Thinking. Nesse vídeo eu falo sobre as vantagens de se utilizar essa abordagem explicando cada parte do processo e como você pode iniciar os seus estudos sobre essa forma de encarar o design e o processo criativo.

Considerações Finais

Você viu ao longo deste artigo quão benéfico pode ser aplicar essa abordagem. Mas devo te alertar sobre uma coisa: essa abordagem não se trata de uma poção mágica para resolver todos os seus problemas de design.

O Design Thinking é ótimo, mas não é a solução para tudo. Essa abordagem e modo de pensar está aqui mais para guiar, ou seja, ser um facilitador/professor. Nesse sentindo, essa abordagem busca acima de tudo te ensinar sobre o que é o projeto que você está trabalhando. É uma abordagem que trabalha acima de tudo com o entendimento e pensamento pratico do projeto.

E, embora haja um passo a passo e por vezes possa parecer algo distante de nós, o Design Thinking é algo intrínseco, se pararmos para pensar com calma, da função de um Designer, e que já deveria ter por essência a facilidade e a disposição para trabalhar em grupo, gerar empatia e desenvolver uma visão sistemática intuitiva afim de resolver o problema do projeto.

E você já utilizou ou usa o Design Thinking em seus projetos? Tem algo a acrescentar a este artigo? Deixe o seu comentário abaixo. Ele será bem-vindo. 🙂Forte abraço.

Até mais.

Fontes: https://www.ilabs.services/post/2018/06/26/a-origem-do-design-thinking-e-quem-fez-isso-acontecer

https://brasil.uxdesign.cc/design-thinking-para-leigos-2f018a30a3a0

Livro: Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brow
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Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário
Fonte: Chef of Design

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Eae, td bele?
Hoje irei falar sobre o trabalho remoto. Eu atualmente trabalho desse jeito. Já trabalhei em agência, empresa de tecnologia, startup, estúdio e até banco, mas confesso que prefiro, sempre que posso escolher, trabalhar de forma de remoto por certos motivos que irei mostrar para você neste artigo. Porém trabalhar a distância ou em casa também tem certos pontos fracos. Esse tipo de trabalho com certeza não é para qualquer um. A cada dia que passa tenho mais certeza disso.
E praticamente todo mundo que trabalha com design/comunicação/criatividade/tecnologia sabe o que é trabalhar assim, seja atuando em um freela ou trabalhando para uma empresa.
Portanto, neste artigo tentarei te passar o máximo, e de forma verdadeira, o que sei sobre trabalhar desse jeito. Eu adquiri conhecimento trabalhando desse modo e tenho quase 3 anos de experiência (juntando o tempo de duas oportunidades que tive ao longo da minha jornada) sobre essa modalidade de emprego.
Ok? Então, vamos nessa!
Neste artigo você vai saber sobre:

O que é o trabalho remoto
As empresas e o trabalho remoto
Para quem é o trabalho remoto
Para quem NÃO é o trabalho remoto
Pontos fortes do trabalho remoto
Pontos fracos do trabalho remoto
Dicas para  quem quer trabalhar a distância/homeoffice

O que é o Trabalho Remoto
O trabalho remoto nada mais é do que o trabalho a distância. Você trabalhar de casa ou de qualquer lugar do País e quiçá do mundo (aí deve-se levar em conta o fuso horário). Trabalhar desse jeito não tem nada de demais e é como qualquer outro trabalho: você pode ter metas, tarefas e horários à cumprir, mas o diferencial e que você não precisa ir para a empresa todo dia. Você pode trabalhar do seu quarto ou de um coworking, por exemplo. Você só precisa apenas de um PC, ou Notebook, e uma conexão estável com a internet.

Usa-se muito o termo home office, ou escritório/trabalho em casa, para o trabalho remoto. Todavia, como já disse anteriormente, trabalhar de forma remoto não significa somente trabalhar de casa. Claro que na maior parte do tempo você estará em casa, mas você tem a opção em um dia que tem visitas na sua casa e você não terá silêncio, ir até uma cafeteria e trabalhar de lá, por exemplo.
E o trabalho remoto pode servir para quem é funcionário (o cara com carteira registrada, por exemplo), para o freelancer e até mesmo para quem é empresário. Existe muita gente por aí que tem a sua própria empresa trabalhando apenas de casa e o melhor: faturando milhões.
O mercado e o trabalho remoto
As possibilidades que temos hoje em dia de se comunicar através de voz, mensagem e vídeo facilitam demais essa modalidade de emprego.
Cada dia mais softwares de gestão evoluem e ficam mais acessíveis para todos.
A velocidade e o acesso a internet que, apesar de ser muito lenta e cara aqui no Brasil, vem melhorando evoluindo a cada dia.

A aquisição de tecnologia como tablets, smartphones e computadores em geral também a cada dia está mais fácil.
Com tudo isso que temos hoje fica mais fácil poder trabalhar e/ou gerenciar o trabalho da sua empresa de casa.
Cada vez mais as empresas vem compreendendo que o trabalho remoto para certas funções pode ser muito vantajoso e lucrativo:

As empresas muitas vezes pagam menos encargos (podem não pagar vale transporte e alimentação, por exemplo);
O número de faltas por questões médicas diminui;
A produtividade dos funcionários na maioria dos casos aumenta;
A satisfação e o prazer de trabalhar dos colaboradores também aumentam;
Pode trazer uma grande redução de custos operacionais.

Existem muito mais vantagens para as empresas sobre o trabalho remoto. É claro que nem toda profissão pode se dar ao luxo de trabalhar assim, mas na área criativa e de tecnologia isso não é problema e as empresas desses segmentos estão entendendo isso.
Em países de primeiro mundo, por exemplo, o trabalho remoto já é muito mais desenvolvido e é uma tendência global. No Brasil o trabalho a distância só cresce. Cada vez mais está mais comum, apesar de toda a burocracia da nossa legislação e também do nosso “jeitinho brasileiro de ser”, trabalhar a distância. 😀
Para quem NÃO é o trabalho remoto

Pode parecer brincadeira, mas o que vou dizer agora é a pura verdade: trabalhar em casa não é para qualquer um. E não ter o perfil para trabalhar em casa não significa que isso seja algo ruim. Todo mundo tem um jeito e perfil diferente.
“Ah David, mas eu fico o dia todo em frente ao PC no Facebook. Para mim isso é moleza!”
Aí que você se engana, Galucho. Trabalhar em casa precisa de muito mais foco e responsabilidade. E ficar em casa o dia todo no Facebook é muito diferente do que trabalhar em casa.
Portanto ao invés de começar falando para quem é o trabalho remoto, irei falar para quem não é o trabalho remoto. O trabalho remoto NÃO é para quem:

Necessita de pessoas por perto no trabalho;
Perde o foco fácil;
Necessita de um chefe em cima para cumprir o determinado;
Precisa de um chefe para dizer tudo o que você deve fazer;
Tem dificuldades com a vida social;
É desorganizado;
Mora em um ambiente muito agitado;
Não sabe dizer “NÃO”.

O trabalho a distância é um trabalho como qualquer um, porém exige muito mais responsabilidade do colaborador já que não tem ninguém para “vigiá-lo”.
E desses itens que citei o principal é o saber dizer não.
Quando você trabalha em casa muitas vezes as pessoas entendem de forma errada que você está disponível a todo momento.
Por isso pessoas que não sabem dizer “não” para tais situações, mesmo que seja para pessoas da família e amigos, não são indicadas para trabalhar de forma remoto.
Outro ponto a se destacar é que não são todas as profissões que podem atuar desta maneira. Isso é meio óbvio, mas é bom salientar. Entretanto para a área criativa e de tecnologia o trabalho remoto é uma alternativa muito bem-vinda e que pode proporcionar inúmeros benefícios.
Para quem é o trabalho remoto

Exceto os perfis citados no tópico anterior, o trabalho remoto serve praticamente para qualquer profissional, principalmente para os criativos. Então se você é:

Organizado e responsável;
Cumpre datas sem precisar de alguém em cima te cobrando;
Não necessita de gente ao seu lado para trabalhar, na verdade prefere um fone de ouvido;
Não é depressivo, carente e é bem resolvido pessoalmente;
Mora em um ambiente tranquilo ou não muito agitado;
Sabe dizer “NÃO” quando precisa;

Agora que você já sabe para qual tipo de perfil serve o trabalho a distância, vamos falar das vantagens e desvantagens. Vamos começar pelas vantagens!
Pontos fortes do trabalho remoto
Como qualquer tipo de trabalho, o trabalho remoto tem seus pontos fortes e fracos. Abaixo vou começar pelos pontos fortes, bele? Vamos lá!
Qualidade de vida

Com certeza o maior ponto forte de se trabalhar à distância é a melhora na qualidade de vida.  Irei listar algumas coisas que influenciam nessa melhora:

Você não tem estresse com trânsito e/ou transporte público;
Você consegue, muitas vezes, dormir mais e melhor;
Você come mais comida caseira e menos condimentada e de fast-food (se você não for preguiçoso e quiser cozinha, claro kkkkk);
Você não tem chefe atrás do seu computador como um cão de guarda olhando tudo o que você faz;
Você não tem que lidar com pessoas chatas e inconvenientes que praticamente toda empresa tem;
Você tem mais tempo para sua família;
Você tem mais tempo para fazer o que gosta;
Você tem mais liberdade para trabalhar e, no caso dos criativos, para criar;
Você não precisa ir trabalhar com roupa social e ficar sofrendo com ar condicionados super gelados ou que não funcionam;
Você não fica triste quando chega segunda feira.

Existem muito mais coisas que poderia citar, mas acho que essas já são suficientes. Trabalhando em casa você tem muito menos estresse. Claro que estresse sempre tem, não tem como, todo trabalho é assim, mas só de você não ter tudo isso ( de pegar trânsito, aguentar gente chata,etc) já diminui muito o seu estresse e melhora automaticamente a sua qualidade de vida.
Mais Liberdade

Um ponto importante a se destacar é a liberdade. Para quem trabalha com criação sabe o quão é ruim trabalhar sobre fortíssima pressão (não que não exista pressão trabalhando a distância, porém ela é menor) e sem poder buscar referências na net porque a “empresa” bloqueia todos os sites onde você busca referências.
No caso da liberdade é importante não confundi-la com libertinagem. É preciso não se deixar levar por redes sociais e afins.Sabendo fazer as coisas esse fator ajuda muito nós criativos.
Flexibilidade no horário

Por mais que você possa ter um horário a cumprir no trabalho remoto, você tem sim mais flexibilidade nesse quesito. Você consegue encaixar compromissos pessoais, se preciso, de forma muito mais fácil. Comumente o mais importante mesmo é você cumprir o prazo estabelecido e com qualidade.  Então você pode eventualmente ir resolver algo de dia e terminar o trabalho mais a noite, principalmente se você for freelancer.
Mais produtividade

Segundo um estudo patrocinado pela Dell, O Global Evolving Workforce, 54% dos brasileiros se consideram mais produtivos ao trabalhar em casa. E isso é uma verdade, principalmente para quem trabalha com tecnologia e criação.
Todos os fatores que já citei neste artigo contribuem para isso, porém podemos adicionar mais um que é o maior tempo de trabalho efeito, ou seja, tempo em que você realmente trabalha.
Existem vários estudos que apontam que em um trabalho de 8 horas em uma empresa normalmente trabalhamos apenas 6 ou 5 horas. No trabalho remoto com certeza as horas trabalhadas aumentam. Isso porquê você tem menos interrupções (se você souber dizer não e estiver em um ambiente tranquilo, como já citei a cima) e mais concentração no trabalho.
Na verdade o trabalho em casa tem muito menos o famoso “migué”.
Por mais que você pare um pouco “para respirar”, você não perderá tanto tempo como, por exemplo, quando vai ir tomar um café com o pessoal da empresa e perde vários minutos falando da vida alheia, mulher, futebol, da rotina da empresa, etc.
E mesmo que você perca o mesmo tempo, quando você volta normalmente você se concentra muito mais rápido na tarefa.
Você não fica contando as horas para chegar logo às “18h” para sair correndo. E nem fica enrolando das 17:30 até as 18h quando já está cheio daquele ambiente de escritório.
Bom para você, para a empresa e para o meio ambiente

Como já falei a empresa também pode ganhar com tal modalidade de trabalho, mas além dela e de você, o meio ambiente e a sociedade também podem ganhar.
Por mais que você gaste mais energia elétrica em casa, etc, você gasta muito menos do que na empresa.  Você também não sai com seu carro na rua (você é menos um em cidade cada vez mais cheia), você não vai ficar ilhado na avenida alagada, não vai brigar com um passageiro do metrô, entre outros.
Se o seu trabalho pode ser executado a distância, com certeza todos ganham e inclusive o mundo.
Possibilidade de morar em cidades mais distantes

Como o trabalho é a distância você pode morar na capital ou lá no meio do mato, sem problemas. Desde que você tenha uma conexão estável com a internet, tá valendo.
Dependendo do caso você pode morar até em outro país sem problema.
E isso também é muito bom porque pode te possibilitar viajar mesmo que não esteja de férias.
Pontos fracos do trabalho remoto
Agora irei listar os possíveis “calcanhares de Aquiles” do trabalho remoto. Alguns nem considero defeitos, mas é bom citar. Vamos conferir?
Isolamento/ solidão
Trabalhar a distância significa que você não terá um monte de gente ao seu lado todo dia. Você não verá todo dia o seu chefe, o seu amigo de time ou a moça da copa. Em praticamente todo o tempo você estará sozinho. E por mais que você possa ir trabalhar onde tem gente, em coworks, por exemplo, mesmo assim ainda você estará sozinho no seu trabalho. Você não tem com quem falar sobre “aquela task que passaram para você”.

Por mais que hoje tenhamos Skype, hangout, whatsapp, etc; nada se compara a interação pessoal.
Existem pessoas que podem não se adaptar a essa situação, pois gostam de falar, de interagir com pessoas, de ir na mesa do colega ao lado, de ir no barzinho na sexta a noite entre outros.
Portanto se você é desse tipo de pessoa que precisa de tal convívio, o trabalho remoto não é indicado para você.
Comunicação

Nada substitui a comunicação pessoal, nada. No trabalho a distância a gente depende de ferramentas e principalmente se a outra pessoa está online, ou se está afim de te responder.
Isso é muito diferente, por exemplo, quando temos um problema no trabalho e para agilizar vamos na mesa do colega e perguntamos como podemos resolver aquilo na hora.
Apesar disso cada dia mais está mais fácil de se comunicar a distância, tanto por vídeo, áudio ou texto, então essa não chega a ser uma questão tão grave assim principalmente se você tiver pessoas trabalhando com você que estão comprometidas com o trabalho e na mesma sincronia.
Possíveis mais custos domésticos

Como você ficará na maior parte do tempo em casa, você muito provavelmente não terá vale transporte, vale refeição e etc. Além disso você provavelmente consumirá mais energia elétrica, água, gás, internet, equipamentos, etc.
Se você mora com sua família talvez nem sinta diferença, mas se mora sozinho talvez sinta. Mesmo valendo o custo benefício é importante saber que tais gastos podem aumentar.
Falta de entendimento da sociedade
O trabalho a distância no Brasil ainda é bem novo e mal compreendido. Quando você fala que trabalha a distância não é raro você ver aquele “sorriso” sarcástico no rosto das pessoas do tipo: “ah é moleza, que mamata”.
Normalmente associam o trabalho remoto como “o não faz nada o dia todo” ou “isso não é trabalho de verdade” e por aí vai.
E isso aumenta, por incrível que pareça, se você for do sexo masculino e dependendo da região em que você mora.

E eu sei bem o que é isso. Na verdade, muitas vezes até evito falar que trabalho assim. Não porquê tenho vergonha e etc, mas simplesmente só para evitar perguntas e comentários imbecis. E sobre esse tipo de comentários e perguntas o ideal é que você não dê bola.Apenas ignore!
O trabalho remoto cresce cada vez mais no Brasil e no mundo inteiro. As coisas estão mudando e com certeza esses pensamentos toscos cada dia mais irão se dissipar.
Mais horas de trabalho
Isso vale principalmente se você trabalhar por conta própria. No trabalho em casa é normal você não fazer 1 hora de almoço. Você vai parar pouco (ou quase não para no trabalho), você vai trabalhar até mais tarde, quiçá até de madrugada, e também poderá trabalhar mais aos finais de semana.

Quando você trabalha em casa não tem aquela coisa de “bateu 18h partiu casa, dane-se a task, amanhã eu termino”. Como o trabalho tá ali para você todo dia a toda hora, se você tiver terminando algo e ver que não vai conseguir até as 18h você vai continuar até às 19h,20h,21h…
Do mesmo modo, não tem aquela coisa “ ah tenho que terminar até as 18h de hoje para entregar amanhã às 10h”. Caso você não consiga até as 18h, você pode parar descansar, respirar, ver tv, etc, e voltar par aa tarefa às 21h, por exemplo.
É importante que você saiba dosar a sua vida pessoal e descanso com o trabalho. Por mais que você trabalhe um pouco a mais, você não pode ficar somente nele. Tudo tem seu tempo e você precisará de um tempo para descansar e curtir a vida também. Você não quer ficar que nem o personagem principal do filme “ O Click”, né?
Trabalha sempre e o máximo que puder
Quando você está atuando em uma empresa e você acorda mal, indisposto, com gripe e etc, mesmo que dê para você ir, você pode preferir ir no médico, ver o que tem, e no outro dia dar a declaração médica, para justificar a falta, para o seu chefe.
No trabalho remoto não tem isso e principalmente se você trabalhar para si.
Como você trabalha na maior parte do tempo em casa, você provavelmente ficará menos doente. E mesmo que fique doente, uma gripe por exemplo, você vai trabalhar do mesmo jeito. Você pode até ir no médico pegar declaração e apresentar para sua empresa, mas quando voltar do médico você vai acabar trabalhando um pouco.
Você só vai parar de trabalhar se realmente ficar muito ruim, tiver que operar e etc.
A declaração médica é só um exemplo, pois na verdade isso vale para qualquer tipo de “migué” ou desculpa.
Falta de legislação específica
Ainda não temos uma legislação específica para o trabalho remoto no Brasil. Então, tanto empresas quanto funcionários podem estar perdendo benefícios e sendo prejudicados por isso.
Com o crescimento desse tipo de trabalho com certeza daqui há alguns anos teremos leis específicas sobre ele (tomará!). Por momento nos basta esperar.
Dicas para você que quer trabalhar à distância.
Depois de tudo isso que falei, vou dar algumas dicas me baseando em tudo o que vi, li e principalmente no meu conhecimento empírico da coisa. Seguem as dicas:

Procure manter uma rotina. Tente acordar e começar a trabalhar sempre no mesmo horário. Crie um espaço confortável para você. Isto vai te ajudar na organização e no seu bem-estar;
Leve seu trabalho a sério. Não perca muito tempo com redes sociais e etc. Não se deixe levar pelas distrações da sua casa e da internet;
Mantenha o espaço de trabalho limpo e o mais organizado possível;
Não esqueça da sua vida particular. A vida não é só trabalho. Organize seus horários e tenha horas de folgas. Saía, divirta-se, faça o que gosta;
Participe de cursos presenciais, eventos, trabalhe algumas vezes em lugares diferentes. Faça contatos e não se isole;
No final do ano passado li uma frase muito interessante: “Quem não tem agenda acaba virando agenda dos outros. ” Portanto, diga não quando precisar! Tenha sua agenda definida e não vire agenda dos outros;
Seja responsável e cumpra sua palavra. Sua palavra vale muito mais no trabalho a distância. Se definiu uma data cumpra o prazo e caso não consiga seja honesto e relate o que aconteceu. Não perca a confiança do seu time;
Mantenha tudo o que for necessário para trabalhar perto de você;
Não ligue para opiniões alheias;
Procure ao máximo estar acessível (pelo menos no horário comercial ou horário de trabalho) quando o chefe e/ou cliente ligar e de preferência em um ambiente silencioso;

Home Office – Como ser produtivo trabalhando em casa?
Para complementar o conteúdo passado neste artigo, deixo abaixo um vídeo onde falo sobre o trabalho remoto e home office.
Nesse vídeo sobre o tema, eu passo dicas valiosas da minha experiência atuando como home office há anos a bastante tempo, de forma contínua.
Confira abaixo, e se gostar deixe um like no vídeo:

Conclusão
Muitas empresas já estão adotando o sistema para que seus funcionários trabalhem no mínimo alguns dias da semana em casa. Outras já tem departamentos inteiros totalmente remotos.
O trabalho a distância só cresce no Brasil e isso vale principalmente para as pessoas que atuam com tecnologia e criatividade. É um novo caminho que está ficando cada vez mais forte. Essa nova opção pode beneficiar muitas pessoas e empresas. Vejo que as vantagens são muito maiores que as desvantagens.
Talvez uma das maiores pedras que temos seja o entendimento das pessoas e a falta de legislação específica.
Me lembro uma vez que quando estava no ambiente acadêmico, eu comentei, por lapso meu, que tinha voltado a trabalhar em casa. Muitos dos meus colegas tinham ideias toscas (como já citei neste artigo) e por isso de vez em quando sempre soltavam alguma piadinha sobre. E por mais que falassem “na brincadeira” você sabe que sempre tem um ponta de verdade.
Eu sempre levei de boa (entra por um ouvido e sai por outro) e enquanto eles falavam tais coisas eu pensava:
Vai nessa… Enquanto você está se sacrificando todo dia para ir trabalhar, pegando condução lotada eu to em casa ganhando 2 ou 3 vezes mais que você. Fica fazendo piada aí mesmo!
E inclusive essa é uma questão que pega neste tópico: dinheiro.
Então por mais que as pessoas tenham esse pensamento, enquanto você estiver com dinheiro, pagando as coisas para elas e etc; está tudo bem e elas te respeitarão. Agora se você estiver trabalhando em casa e na pendura aí vão querer criticá-lo. É assim que as coisas funcionam no mundo.
Galucho, tanto na bonança quanto na pendura é importante você sempre se lembrar dos seus objetivos, dos seus sonhos e da sua verdade. Mantenha o foco nisso e visualize o seu futuro e bem-estar. Isto é o que deve importar para você. Se trabalhar a distância é uma boa para você, pessoalmente, financeiramente e profissionalmente, então siga em frente.
E antes de começar a trabalhar em casa analise muito bem se você tem o perfil para trabalhar em casa/remoto. E em caso de dúvidas faça um teste, bele?
Espero que esse artigo tenha sido útil para você 😀
Até mais.
Forte abraço!
Referências:

Home office: o futuro das relações profissionais reside no trabalho remoto


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Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre
Fonte: Chef of Design

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Eae, tudo bele?

Uma peça fundamental na carreira de um profissional que trabalha com design é a elaboração de bom portfolio. Como você deve saber um bom portfolio vale muito mais que um currículo, pois ele apresenta com provas o que você sabe fazer, o seu estilo e a qualidade do seu trabalho.

Para criar um portfolio online existem várias ferramentas, uma delas é justamente o Behance, a comunidade para designer e criativos da Adobe. Com certeza, o Behance é uma das principais opções quando se pensar em ter um portfólio online. Além da possibilidade de expor os seus trabalhos, também você pode fazer parte de um rede social de criativos, conquistando seguidores e fãs.

Por isso, decidi criar este conteúdo para te ajudar a criar o seu portfolio no Behance, e não só isso! Também para te ajudar a ter mais engajamento e consequentemente mais sucesso nessa plataforma. A seguir veremos 11 dicas que vão potencializar o seu portfolio no Behance. Vamos nessa?

O que é o Behance?

O site Behance é uma rede social para designers gráficos, fotógrafos, ilustradores e criativos em geral, onde é possível criar um perfil e a apresentação do seu trabalho, através de um portfolio online.

O Behance é de propriedade da Adobe, a mesma produtora do Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. Ao contrário de outros sites, qualquer um pode subir o seu trabalho no Behance. Você não precisa de convite para criar um portfolio no Behance.

No Behance você pode criar o seu portfolio de forma totalmente online e grátis. Para criar um portfólio no Behance basta ter uma conta no Creative Cloud da Adobe, e depois subir os seus projetos de acordo com as opções do site.

O site conta com milhares de trabalhos de profissionais de todo o mundo, por isso trata-se de uma ótima fonte de inspiração. E o Behance reconhece os trabalhos mais notórios dentro da comunidade, com os famosos “selos”. Esses selos são um reconhecimento do site para um trabalho bem feito e existem vários tipos de selos como nas categorias de design gráfico, design de interface, photoshop, illustrator, e por aí vai.

O mito da qualidade do trabalho no Behance!

Existe um pensamento de auto sabotagem em alguns designers que pensam que apenas trabalhos excepcionais podem ser expostos no Behance. Com tal visão, muitos deles acabam não postando os seus trabalhos na plataforma com medo ou vergonha de que os seus trabalhos não estejam no “nível Behance” de qualidade e com isso acabam não usando o site.

Esse pensamento é mais comum com designers iniciantes que ficam se comparando a profissionais mais tarimbados e que possuem os “selos” na plataforma.

Se você, que está lendo este artigo, pensa dessa maneira, saiba que você está totalmente errado.

O Behance é livre, é gratuito e qualquer pessoa pode postar o seu trabalho no site. A plataforma não é uma curadoria dos melhores trabalhos do mundo, muito menos uma seleção ou algo do tipo. O Behance é um local onde designers e criativos em geral expõem os seus trabalhos, independente do nível e experiência profissional.

Portanto, se você deseja usar o Behance, saiba que não existe nada disso de “qualidade Behance”. Tudo isso é fruto da insegurança e medo de críticas dos profissionais. O site é livre para uso, mesmo que você esteja começando agora.

A seguir vou te passar dicas para você criar um portfolio coeso e profissional para que você se aproxime mais do reconhecimento do Behance, alcançando os famosos selos!

1 – Preencha o seu perfil profissional.

Um dos erros primários dos criativos ao criarem o seu portfolio no Behance é justamente não preencher corretamente o seu perfil profissional.

É importante que você preencha o seu perfil profissional de forma completa e coesa. Claro que não é necessário, e muito menos indicado, escrever “um livro” em sua descrição profissional, mas também deixá-lo a esmo não vai ajudar você passar uma imagem digna para quem pesquisar e achar o seu portfólio.

2 – Adicione na imagem de perfil a sua marca ou uma boa foto do seu rosto

Pode parecer algo trivial, mas é ponto que com certeza interfere na sua apresentação profissional que é simplesmente a foto. Muitos profissionais esquecem dessa parte adicionando fotos que não tem nada a vê com uma postura profissional.

Essa questão fácil e simples de resolver: adicione uma foto normal, sóbria, em seu perfil ou coloque o símbolo da sua marca pessoal.

3 – Crie uma imagem de capa atrativa para o seu projeto

Dicas simples e também fácil de fazer. Crie uma imagem de capa (a miniatura) que atrai as pessoas a clicar. É importante que ela seja uma parte importante do seu projeto, que possa resumir de certa forma, ali em uma imagem, todo o rico conteúdo do seu projeto.

Então pense bem e elabore uma boa imagem para apresentar e chamar a atenção para o seu projeto.

4 – Crie uma apresentação ampla e detalhada do seu projeto

Se tem algo em comum em praticamente todo projetos de sucesso no Behance é justamente a apresentação ampla e detalhada. Por isso explique, apresente e mostre o seu trabalho com detalhes e contando a história do seu projeto.

Grande parte dos profissionais ao subirem um trabalho no Behance se esquecem de apresentar de forma adequada e contando todo o processo criativo até a conclusão do projeto. É necessário explicar o que você fez, como você fez e usar imagens que a valorizem o seu trabalho.

Mostre todo o processo criativo e apresente o problema que você resolveu com o seu design, assim além de trazer mais valor ao seu trabalho você também alcançará mais engajamento no Behance.

5 – Apresente o seu trabalho em inglês

O Behance é uma plataforma mundial, por isso se você deseja ter um maior alcance é importante colocar o seu trabalho em inglês.

Utilize a ferramenta de texto do site para descrever o seu projeto em português e também em inglês. Com isso você aumenta as chances de ser reconhecido de ganhar um selo no Behance.

6. Divulgação do seu projeto (principalmente nas primeiras 24hrs)

Para ter um maior alcance no Behance você precisa divulgar massivamente o seu trabalho. Por isso não tenha vergonha de divulgar o seu trabalho. Dissemine o que você fez o máximo que puder, claro que sempre com cautela para não incomodar e nem fazer spam. Faça isso principalmente nas primeiras 24hrs.

Quanto maior for o acesso ao seu trabalho, principalmente nas primeiras 24hrs, maiores serão as chances de você conseguir ter um maior engajamento na plataforma.

Não tenha vergonha ou receio de divulgar o seu projeto, pois isso é parte fundamental para que você alcance o seu objetivo.

7. Tenha uma linha Projetual

Ter foco é também é importante. Defina o seu tema. Ele pode ser: marcas, interfaces, produto, fotografia, ilustração, etc.

Escolha o seu seguimento favorito e trabalhe em cima dele, não importa qual seja. Mas é muito melhor para o seu perfil seguir uma linha projetual do que um aglomerado de trabalhos de diferentes áreas.

Ter um foco também vai te ajudar a conseguir mais seguidores e autoridade na comunidade. E quanto mais seguidores você tiver, maior será o seu engajamento no Behance.

8. Participe da comunidade

É importante que você participe da comunidade do Behance. Quanto mais você participar, maiores são as chances de conseguir seguidores e consequentemente audiência.

Então comente os trabalhos de outros profissionais, faça críticas e sugestões construtivas, elogios e também curta os trabalhos.

9. Priorize os seus melhores trabalhos

Um portfólio não é uma restropectiva da sua vida, nem um longa-metragem. Um portfolio seria mais como um álbum onde você insere os melhores momentos dela.

Portanto, priorize os seus trabalhos por importância e qualidade. Não se preocupe em retirar alguns que não estão tão legais ou que são de uma época onde você estava em nível inferior.

10. Dê os créditos para outras pessoas que participaram do trabalho

Caso o projeto tenha a participação de outras pessoas, não esqueça de dar os devidos créditos para os profissionais que colaboraram. Além de ser o certo a se fazer, essa atitude também será vista com bons olhos por quem está acessando o seu portfolio.

11. Tenha zelo e cuide do seu portfolio: mantenha atualizado

O seu portfolio traduz o que faz, uma parte do que você é e isso transparece para quem está vendo. Portanto não deixe o seu portfolio, e também o seu perfil, no Behance as moscas. Atualize sempre que tiver algum trabalho legal, participe do site e divulgue o máximo o seu link para que você ganhe seguidores e curtidas nos projetos.

Como ter engajamento no seu portfolio Behance para alcançar o primeiro selo?

Para te dar mais dicas, apresentar outra perspectiva e apresentar as possibilidades com o Behance de uma outra forma, eu criei um vídeo exclusivo para você criar o portfolio no Behance da melhor maneira possível e quem sabe conquistar o famoso selo.Assista ao vídeo agora aprenda muito mais. Não perca tempo:

Considerações Finais

Pode parecer difícil para quem está iniciando criar um portfolio, mas é importante começar o quanto antes. Não tem como você conseguir freelas, contratado por empresas, seja como empregado ou freelancer, e participar de projetos legais sem ter um portfolio.

Para te ajudar a dar os primeiros passos com o seu portfolio, eu te ofereço de graça o ebook mias baixado do Chief, o Guia Definitivo sobre Portfolio.

Nesse eBook eu te falo como você pode fazer para dar os primeiros passos na construção do seu portfolio, mesmo que você não tenha clientes reais. Aproveita agora e baixe aqui o eBook!

Espero que esse conteúdo tenha sido útil para ti.

Se você tem algum comentário ou informação que venha contribuir com esse artigo, não se acanhe, deixe um comentário logo abaixo.Forte abraço.Até mais.
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Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?
Fonte: Chef of Design

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Uma das primeiras tarefas de um futuro empreendedor é escolher um nome e um logo para a sua empresa. Muitas vezes, este assunto precede até mesmo a reflexão sobre a estratégia da empresa, o plano de negócios ou as projeções financeiras. Contudo, pensar em um logo, é pensar na empresa!

Quando se trata de criar o branding da sua marca, é importante começar definindo claramente os objetivos da sua empresa, pensar em uma estratégia corporativa e, acima de tudo, garantir a coerência de todos os elementos que vão compor a imagem da marca. A imagem da marca é um ativo da empresa. Ela tem seu valor, mesmo que seja difícil de quantificar.

Muitos componentes são usados para criar uma imagem corporativa e cada um deles deve ser cuidadosamente estudado.

O produto ou serviço

O produto ou serviço, por sua forma, suas características, seu preço e sua engenhosidade, é o primeiro ator e, muitas vezes, o principal agente criador da imagem da empresa. Muitas empresas nascem como resultado de uma ideia de produto ou serviço. Essa ideia inicial frequentemente modela a imagem na qual o público terá em relação a empresa.

Nome e identidade visual

A empresa molda a sua imagem principalmente através do nome e da identidade visual, portanto, não pode ser apenas uma fachada sem alma. Está claro que essas coisas não podem ser destacadas de nenhum interesse comercial.

História e experiência

A imagem também é criada de acordo com a história, a visão e os valores da empresa, o know-how dos líderes, os pontos fortes e fracos, a experiência de compra e venda, as compras online ou offline, o serviço pós-venda e os funcionários.

De qualquer forma, criar um logo é um trabalho complexo. Além da elegância e peculiaridade do design, é preciso revelar uma marca que seja memorável e transmita os valores da sua empresa. E isso tudo deve estar contido em um nome, em um logo.

Existem muitas opções para você criar uma ótima marca – designers, editores gráficos, serviços e ferramentas online. Aquela que você vai escolher depende apenas do seu orçamento, habilidade e tempo. Uma das maneiras mais rápidas é usar um criador de logo online, por exemplo, o Logaster. Por quê? Porque todo o processo de design estará em suas mãos e para criar um logo forte, você não precisará ter habilidades especiais, apenas um pouco de imaginação, desejo e tempo. Tudo o que você precisa fazer é inserir o nome da sua empresa, escolher um dos logos propostos e, se desejar, editar a paleta de cores, texto, layout, tamanhos dos elementos, formas, etc. Além disso, você poderá obter um kit de marca para mídia social com o seu logo otimizado para as principais redes sociais: Pinterest, Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube, etc.

Mas e quais são as características de um bom logo? Trazemos algumas respostas.

1. Singularidade

Ele deve revelar os produtos ou serviços da sua empresa e se conectar com os seus clientes existentes ou clientes em potencial. Ele deve refletir a sua identidade, destacar-se dos logos das outras empresas e, acima de tudo, evitar transmitir confusão, principalmente com o logotipo dos concorrentes.

2. Falar por si só

Seu significado deve ser claro e óbvio. Seu logo deve carregar a mensagem da sua empresa. Ele deve incorporar os seus valores e traduz visualmente a sua cultura.

3. Simplicidade

O design sóbrio de um logo inspira confiança nas pessoas. Quanto mais simples for o seu logo, mais ele ficará na memória. Muitos exemplos vêm à mente: Apple, Nike, VW, CNN, etc. Qualquer que seja o campo de atividade, as empresas de maior renome mundial optaram por logos simples e facilmente reconhecíveis em todo o mundo.

4. Fácil de lembrar

Ele deve ser reconhecido facilmente e associado à sua empresa, mesmo que nenhuma tipografia esteja presente no logo. Observe que a percepção das cores é imediata. Elas são percebidas primeiro, antes do reconhecimento das formas e da leitura do texto.

designer de marca de design de logotipo. Por REDPIXEL.PL / Shutterstock

5. Flexibilidade

Seu logo deve ser funcional e capaz de ser aplicado nos diversos meios de comunicação: papelaria, site, assinatura de e-mail, redes sociais… Ele deve permanecer legível e compreensível em qualquer circunstância, mesmo quando exibido em versões pequenas ou em preto e branco.

6. Sem limites

Ele deve atravessar eras e durar com o tempo. Um bom logo não segue qualquer tendência e não muda a cada nova moda. Se bem pensado, exigirá, após vários anos de uso, apenas uma reformulação, ou seja, uma atualização.

7. Equilíbrio

As proporções de um logo são ainda mais importantes, pois a mente percebe um design harmonioso como naturalmente agradável e atraente. Para alcançar essa harmonia, seu logo deve apostar no equilíbrio entre gráficos, cores, ícones e tipografia. As dimensões do seu logo também são importantes: não se esqueça de testar a legibilidade dele em tamanhos diferentes.

O design efetivo de um logo não é improvisado, é um trabalho que deve ser feito por um profissional que dedica tempo para ouvir você e entender a sua atividade, para depois poder traduzir tudo em uma identidade visual. Contudo, você que tem facilidade com novas tecnologias, também pode chegar a um resultado muito bom. Basta pensar em seus valores e objetivos.
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Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo
Fonte: Chef of Design

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Eae, tudo bele?

Neste artigo,vamos falar sobre o aplicativo Adobe Spark, da Creative Cloud da Adobe.

Adobe Spark é um software da Adobe, criado para ser uma alternativa para criativos, Designers e aspirantes a Designers. Ele é totalmente gratuito e está disponível na versão web, via navegador, e para celulares iOS (iPhone) ou Android.

Com a adesão das redes sociais para o trabalho com
marketing, programas que ofereçam a oportunidade de criação de imagens que
chamem a atenção tornou-se necessidade.

Pensando nisso, a Adobe criou um programa para aquelas
pessoas que não entendem muito sobre criação de imagens para redes sociais e impressos.

Você conhece o Adobe Spark? Gostaria de entender o funcionamento deste programa de edição? Continue acompanhando este artigo que vamos te explicar.

O que é Adobe Spark?

O Spark é um programa ideal para pessoas que não tem muito conhecimento em programas de edição. Diferente de outros produtos da marca, como Photoshop e InDesign, o Adobe Spark possuí uma plataforma de fácil uso, semelhante ao Canva.

O programa é dividido em três subcategorias:

Spark Post

Ideal para a criação e edição de imagens, pode ser utilizado
para a criação de anúncios, publicações e capas para as redes sociais. Além
disso, é possível criar artes para folhetos, cartões de visitas e vários outros tipos de designs para impressão.

Spark Page

Com o Adobe Spark Page, o usuário pode criar páginas de web
no estilo revista digital. O programa oferece diversos templates e layouts
projetados para a criação de um bom trabalho.

Spark Vídeo

Como o nome já diz, ele é ideal para a criação de vídeos. O programa edita vozes, coloca música de fundo e gráficos de movimento. Além disso, existem outras opções para serem exploradas.

Se você acessar pelo computador, você terá essas três opções diretamente no seu browser, sem precisar instalar nada. Caso queira fazer uso via celular, aí cada categoria é um aplicativo diferente que você pode instalar de forma individual.

Para quem é o Adobe Spark?

Essa ferramenta da Adobe foi criado com o objetivo de ser mais acessível e ajudar os seguintes perfis de usuários:

Pessoas que desejam criar alguma arte rápida para rede social, por exemplo, mas que não dominam as ferramentas mais avançadas de como Photoshop, Illustrator, Premiere, InDesign,entre outros. Para quem está iniciando e deseja fazer experimentos e pequenas artes, mas que ainda não possui grana para adquirir o Creative Cloud da Adobe.Para Designers e criativos que eventualmente não estão em frente ao seus computadores, mas precisam criar alguma arte de forma rápida, como por exemplo, um post criativo para o Instagram.

O que eu posso fazer no Adobe Spark?

Ideal para pessoas que não tem muita prática com design, o
Adobe Spark pode ser utilizado para uma infinidade de criações digitais e
gráficas. Entre elas podemos destacar:

Colagem de fotosPublicações para Facebook, Instagram e PinterestCapa para Facebook e TwitterMiniatura para o YoutubeBannersPostersVídeos TeasersConvitesFolhetos e panfletosVídeos explicativosInformativosInfográficosApresentaçõesDesign para blogsCartão de visitasCapa de playlistsPortfólios

Gratuito, o Spark permite que qualquer um crie imagens, flyers, posts para redes sociais, layouts para sites e blogs, slideshows e até mesmo vídeos, com direito a som e animações simples. Além da versão web acessível via navegador, o Spark pode ser usado em celulares com iOS (iPhone) ou Android.

O Adobe Spark possui templates prontos para atender qualquer necessidade criativa. Há modelos para criar postagens para redes sociais, levando em conta as dimensões toleradas em cada plataforma.

Confira abaixo um tesear sobre a ferramenta.

Como funciona o Adobe Spark?

Para acessar a ferramenta, o usuário precisa ter uma conta da Adobe, chamada de Adobe ID. É a mesma usada pela empresa na distribuição dos softwares integrantes da Creative Cloud. Caso precise criar uma, é possível vincular o Adobe Spark ao Facebook ou Google. É gratuito.

O programa pode ser acessado através do computador ou
baixando o aplicativo para celular. Após isto, deve ser feito um cadastro e o
usuário pode optar pelo programa gratuito ou uma das opções pagas, que
disponibilizam mais recursos.

Por mais que exista a opção de pacotes pagos, não significa
que o programa gratuito seja ruim. Ele fornece diversos tamanhos para a criação
de diversos tipos de imagens.

O Spark é bem organizado quanto à divisão de etapas para as criações. É possível criar layouts incríveis, pois o programa disponibiliza ótimos templates, imagens, paletas de cores e opções de edição.

Além disso, você tem acesso aos projetos criados anteriormente, podendo desta forma re-editar, copiar e duplicar o que já existe. Mostrando preocupação com o cliente, a Adobe disponibiliza vídeos que ensinam como utilizar o programa.

Vale a pena o Adobe Spark?

A proposta do Adobe Spark é ajudar aqueles que precisam criar ates para as redes sociais, mas que não tem domínio de ferramentas mais completas, como o Adobe Photoshop. Como em todo programa existem prós e contras, mas o Adobe Spark é muito útil para quem está começando agora ou como alternativa para quem está os outros softwares. Como pontos positivos, os principais são:

Ferramenta fácil de usar e que não requer grandes habilidades;Possuí vasta biblioteca com recursos, templates e imagens;Ideal para pessoas que não conhecem funcionamentos de programas como Photoshop e inDesign;Bom para quem trabalha com redes sociais;Pode ser utilizado tanto no computador através da web como no celular, através do aplicativo.

Já experimentou o Adobe Sparks? Sugiro fortemente que você faça um teste.

Para conhecer mais a ferramenta e testá-la agora, de graça, acesse o site do Adobe Spark e comece agora a utilizar a ferramenta.

Deixe nos comentários a sua experiência!

Forte abraço.

Até mais.
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Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais
Fonte: Chef of Design

Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Mais um bate-papo para você. Hoje a troca de ideias é com o Max Denvir.
O Max é publicitário formado pela PUC do RJ e atua com a criação de conteúdo. Ele também faz parte da organização de comunidades como o WordCamp. E junto comigo, ele está organizando o meetup sobre design, criatividade, conteúdo e tecnologia que é o Insights.
Caso você não saiba, meetup são reuniões e encontros de uma comunidade para compartilhar conteúdo e trocar experiências. Normalmente são gratuitos e nasceram lá no Vale do Silício.
Meetups são algo comum em comunidades de tecnologia, mas quando se trata de design ou outra área criativa, ainda é bem raro encontrar algo.
Por isso decidimos criar esse meetup. E além de gratuito, qualquer um pode participar do Insights, seja palestrando, organizando ou assistindo.
Se você quiser participar do nosso meetup, basta a acessar o link a seguir e se cadastrar: https://www.meetup.com/pt-BR/insights-meetup/
Mas nesse entrevista com o Max Denvir não foi somente sobre meetups. Conversamos sobre vários assuntos referente a design, conteúdo, marketing e publicidade e propaganda.
Falamos sobre posicionamento no mercado criativo, sobre criação de conteúdo, sobre oportunidades, clientes, faculdade e outros tópicos relacionados.
Sugiro que você assista o vídeo até o final.
Entrevista com Max Denvir Na mesa do Chief

Conheça o publicitário Max Denvir
Max Denvir é estrategista de conteúdo e trabalha com conteúdo e planejamento na Aza.ag. Na área criativa desde 2009, possui experiência em branding, design, marketing digital e tecnologias para comunicação. Formado em comunicação na PUC-Rio e pós-graduando em cultura alimentar, trabalha em projetos de gastronomia social e pequenos negócios alimentares na Taperebá.
Instagram: https://instagram.com/maxdenvir
LinkedIn: https://linkedin.com/in/maxdenvir
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Se  gostou do vídeo deixe o seu comentário abaixo! Isso é muito importante para continuarmos com o nosso trabalho e melhorarmos cada vez mais.
Ajude nosso canal curtindo e compartilhando com seus amigos o vídeo.
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Forte abraço.
Até Mais.
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Max Denvir – Entrevista🎙 Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?

Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?

Eae, tudo bele?
Você sabe qual é a melhor tipografia? Qual é aquela fonte ideal para o seu projeto de design?
Pois bem, eu trago este conteúdo para falar um pouco sobre isso. Escolher uma família tipográfica nem sempre é uma tarefa fácil, por mais incrível que possa parecer, pois hoje em dia temos tantas opções.
Talvez esse número grande de opções que por um lado nos dá um mar de possibilidades, por outro abre um leque de dúvidas.
A questão sobre “Qual é a melhor tipografia” é muito relativo, porque qualquer fonte pode ser a melhor para um determinado projeto. Antes de pensar em sair caçando fonte na internet e baixando tudo o que vê pela frente, você deve entender o projeto, quais seus objetivos de comunicação e principalmente qual “voz” ele precisa ou deseja transmitir.
E sim, você não leu errado! Eu disse voz do projeto. A seguir vamos entender do que se trata, pois se trata de uma parte importante quando a questão é “qual é a melhor tipografia?”.
Também é importante lembrar que é preciso levar em conta várias questões técnicas como legibilidade, leiturabilidade, se é uma tipografia feita para ver ou para ler, entre outras questões.
Eu falo sobre tudo isso em uma série de artigos sobre tipografia que temos no Chief of Design. Você pode conferir nos links abaixo:

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 01]

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 02]

Tipografia: Guia Sobre Tipos – Escolhendo a fonte certa [parte 03]


Então vamos começar a fala sobre qual é a melhor tipografia. Antes de tudo, primeiro, vamos entender o que é tipografia. Vamos nessa?
Mas afinal…O que é tipografia?
Tipografia: Do grego typos = forma e graphein = escrita.
É a mecanização da escrita feita através da tecnologia para a reprodução de textos em série.
Tipografia também é o termo usado para definir o estudo dos tipos (apesar de algumas pessoas usarem bastante também o termo tipologia).
Quando falamos de tipografia no design, estamos falando do estudo da aplicação dos tipos em um layout.
Existem vários pontos a serem estudados, desde técnicos até psicológicos e emocionais.
A tipografia é com certeza um dos elementos mais importantes da mídia impressa e também digital. Talvez seja o principal elemento quando estamos falando do Design Visual.
Em 2006, o designer Oliver Reichenstein criou um artigo onde dizia que a 95% do Web Design era composto por tipografia. Eu não posso afirmar com 100% de certeza que realmente a tipografia corresponde a tal número, mas com certeza desde muito antes desse artigo a tipografia já era rei de peças do design visual.
Por isso escolher uma família tipográfica não é, em muitas vezes, um caso simples de definir. poder qualificada apenas como aglomerado de letras. A sua escolha e aplicação deve ser pensada a fim de atingir o objetivo de comunicação.
Escolher e utilizar a tipografia da maneira certa pode fazer a total diferença entre um projeto bem sucedido de um trabalho que irá para o limbo.
A seguir vou te passar algumas dicas de tipografia. Mas não irei a fundo em outros temas que envolvem o mundo da tipografia, pois já falei sobre eles em outros conteúdos.
Aqui no Chief of Design nos temos muito conteúdo sobre isso e também temos uma playlist exclusiva sobre o assunto em nosso canal no Youtube.
Mas voltando ao assunto, um desses pontos, que citei anteriormente, e que tem extrema importância é descobrir qual é a voz do seu projeto. Então a seguir vamos entender do que se trata.
Qual é a “A Voz” do seu projeto?
Em um projeto devemos considerar todos os aspectos: desde técnicos até os psicológicos e socioculturais que trataremos.
E sobre a tipografia a primeira coisa que devemos levar em conta para escolher uma família tipográfica é escolher “qual a voz que queremos transmitir”.
E aí, como de de costume, você me pergunta: David? Como assim? Voz do que?
A tipografia é feita para comunicar, logo ela é a voz da sua comunicação. Compreendes?
Irei exemplificar:
Imagine que você chega em casa e no espelho do banheiro está escrito com batom a seguinte mensagem:

Agora pegamos a mesma mensagem e colocamos com uma tipografia um pouco diferente, veja o resultado.

Agora eu te pergunto: qual voz de cada mensagem?
Aposto que na primeira opção pensou em se tratar de uma mensagem de uma pessoa apaixonada e que transmite afeto. Pode ser uma mensagem de uma namorada, esposa ou até de um admirador secreto. Correto?
Porém, já no segundo caso, aposto que você interpretou com uma mensagem de terror, como se fosse um psicopata maluco ameaçando alguém. Certo? E mesmo que a pessoa , que escreveu o texto, tenha também um sentimento afetivo por ti, eu duvido que você vá querer algo com uma pessoa assim, né?
E eu não preciso ser “adivinho” ou mágico para saber o que você pensou. Simplesmente a voz que cada família tipográfica transmite me diz o que você achou de cada mensagem, mesmo que em ambos os casos utilizamos o mesmo conteúdo.
E isso é muito doido: utilizamos o mesmo conteúdo, no mesmo fundo, com mesma cor e mesmo assim a mensagem muda completamente do exemplo A para o exemplo B.
Agora você consegue compreender quando falo sobre a “voz do projeto”?
Então, pense nisso antes de escolher uma fonte. “Qual voz você quer transmitir?”
Esse é um dos caminhos para chegar na resposta da pergunta inicial que é sobre qual é a melhor tipografia para você utilizar.
Qual é a melhor Tipografia?
Essa questão é bem recorrente entre o pessoal que segue o Chief e entre os designers de uma forma em geral. Por isso decidi falar sobre.
Abaixo segue o vídeo que gravei para falar sobre esse tema. Nele falo sobre como você pode escolher a melhor tipografia para o seu design. Assista e confira:

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse
Espero que esse vídeo tenha sido útil para você e que você estude mais sobre tipografia. Só assim, com estudos, testes e trabalho, que você encontrará a tipografia ideal para o seu projeto.
E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]
Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele?
Até mais.
Forte abraço.
Até mais.
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Qual é a melhor Tipografia? Como escolher a fonte certa?
Fonte: Chef of Design