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O que é WordPress? Como funciona? Como começar?!

O que é WordPress? Como funciona? Como começar?!

Eae, td bele?

Vamos falar sobre WordPress?

Você já desenvolveu sites estáticos? Tipos aqueles com poucas páginas de puro HTML?

Talvez você já tenha feito…Talvez não… Mas o fato é que dependendo do projeto, eles podem ser ainda usados. Entretanto, com o passar do tempo, alguns projetos crescem e necessitam de assumir funções de sites dinâmicos.

Caso você não saiba, um site dinâmico é aquele permite receber e processar informações de visitantes, gerenciar conteúdo, entre outras funções; e que só podem ser alcançadas com o uso de linguagens de programação integradas com banco de dados. Funções estas que não possíveis com sites estáticos.

Se você enxerga que precisa entregar sites dinâmicos para seus clientes ou até para você mesmo e você não tem conhecimento em linguagens de programação, por exemplo, a mega utilizada PHP, você tem 3 caminhos a seguir, dependendo do seu projeto:

1° Aprender uma linguagem de programação.

Porém vai levar um tempo, quiçá um bom tempo, para você conseguir desenvolver sites completos. Sabendo disso, você pode considerar a segunda opção a seguir;

2° Contratar um programador.

Neste caso talvez você não queira ficar por muito, pois pode requerer investir uma boa grana na mão de obra do desenvolvedor.

Ainda mais quando souber que existe uma terceira opção que pode ser utilizada para diversos casos (claro que não todos absolutamente) e com uma curva de aprendizado mais curta que o aprendizado de certas linguagens.

E este é o terceiro caminho que você pode seguir, que é:

3 °Aprender a utilizar um CMS como o WordPress. 😀

Portanto será sobre este terceiro caminho que trataremos neste artigo, bele? Preparado?

Então… “Ale hop”!

Neste artigo você saberá:

O que é o WordPress;O que você poderá fazer caso domine este CMS chama WordPress;Quais recursos o WordPress oferece;Porque você deve aprender a mexer na plataforma WordPress;Que existe outro tipo limitado de WordPress para você não se confundir;Vídeos ensinando a instalar o WordPress;Plugins essenciais;Dicas para você utilizar o WordPress.

O que é o WordPress?

Caso você nunca tenha ouvido falar em WordPress saiba que ele é uma plataforma de Gerenciamento de conteúdo, ou para muitos o CMS (que tem na prática o mesmo significado). Esta a é a plataforma para publicação de conteúdo mais usada no mundo e engloba quase 70% do mercado que trabalham com CMSs.

CMS é o acrônimo de Content Management System — que traduzindo significa, sistema de gerenciamento de conteúdo.

Existem vários CMS por aí e você, caso tenha conhecimentos em programação, pode até criar o seu. O Objetivo de um CMS, como o WordPress, é facilitar a criação e a edição de conteúdos em um site sem a necessidade de lidar diretamente com uma linguagem de programação.

Portanto, a ideia é que qualquer um possa criar um site, um blog, por exemplo, e também atualizá-lo, sem necessariamente ter domínio de linguagens de programação. Com o Wordpres é possível criar conteúdos de forma simples e intuitiva, adicionando textos, inserindo imagens e vídeos, desenvolvendo formulários, etc; e até mesmo editando o layout e estrutura do site, sem necessariamente colocar a mão em códigos.

Grandes sites, de grandes corporações, em todo o mundo utilizam o Wordpres. Existem pesquisas que apontam que mais de 30% dos sites da web, de todo o mundo, são feitos em WordPress.Aqui no Brasil, temos alguns exemplos como o site da Toyota, da editora Abril, do Rock in Rio, da Gisele Bündchen e até mesmo o blog do Wix (vejam só hehehe) é feito em WordPress.

A Anyssa Ferreira, designer e desenvolvedora que já entrevistei aqui no Chief, tem um post em seu site sobre o tema.

Quais as vantagens e benefícios de usar o WordPress?

Existem várias vantagens em utilizar o CMS mais utilizado no mundo, abaixo cito as principais que acredito e tornam o WordPress tão útil.

É livre;

O WordPress é open source e livre de restrições comerciais e limitações. Trata-se um software livre, ou seja, qualquer um pode desenvolver e criar temas, plugins, melhorias, etc; e publicar na comunidade.

É gratuito;

Você não precisa pagar para utilizar o WordPress. Basta baixar e instalar o software no seu servidor, ou até mesmo localmente na sua máquina, e pronto. Você já pode começar a criar e mexer no seu site.

Além do software, existem vários recursos para ele como plugins e temas, totalmente gratuitos. A variedade de recursos gratuitos é muito grande.

Existe certa confusão entre WordPress.org e WordPress.com, mas a seguir falaremos sobre isso.

A curva de aprendizagem é menor se comparada com outras opções;

O WordPress é fácil de aprender. Seu painel é intuito e bem simples de utilizar. Inclusive o painel de administração do WordPress e também as interfaces para criar post e páginas são semelhantes a outros que utilizamos em nosso cotidiano.

Comunidade gigante;

Essa é uma dar partes mais legais. A comunidade do WordPress é muito grande no mundo inteiro. Aqui no Brasil temos uma das maiores comunidade do mundo. O nosso WordCamp SP já é o maior do mundo.

E uma comunidade grande significa que temos mais segurança, melhorias constantes e coisas novas sendo criadas a todo momento.

Maior número de Plugins (wordpress plugins);

Plugins são extensões que adicionam novas funcionalidades ao seu WordPress. Essas funcionalidades podem ser desde itens para acrescentar no seu site até mesmo artefatos para melhor a sua experiência de uso do sistema.

A quantidade de plugins que o WordPress tem é incomparável com qualquer outro CMS. Inclusive sempre costume dizer que caso não exista um para o WordPress provavelmente não exista para nenhum outro, devido a essa enormidade.

Maior número de Temas (WordPress Themes);

Tema WordPress nada mais é do que um modelo de site pronto para editar. Existem modelos Free (gratuitos) e Premium (pagos).

E também nesse quesito o WordPress ganha de lavada. Existem milhares de temas, free ou premium, para você fazer download.

É seguro;

Devido a todo esse volume de pessoas utilizando, é claro que o volume de ataque e tentativas de invasão são grandes. Porém, como já foi dito, a comunidade é gigante e por isso temos diversos plugins e atualizações para garantir a segurança do sistema.

Normalmente erros de segurança são devido a erro humano e não do software.

Tem muita coisa em português;

Graças a grande comunidade brasileira, temos muita coisa de WordPress em português. O próprio WordPress já tem como padrão uma instalação em português.

É otimizado para SEO;

Todo site precisa ser “encontrável”. Isso  independe do nicho, do tema, da ferramenta que você utiliza.  SEO significa otimização para buscadores, e o WordPress é bem-conceituado neste quesito.

Nada mais, nada menos que Matt Cutts, engenheiro de software e ex-chefe da equipe de spam da web no Google declarou que o WordPress cuida de 80 a 90% de SEO.

Caso você não saiba o que é SEO, sugiro que depois leia este artigo.

Não precisa fazer do zero;

Com o WordPress você não precisa desenvolver do zero. Com temas e plugins abundantes, você consegue criar um site muito mais rápido.

Eu tenho um outro artigo onde falo sobre porque utilizar o WordPress, caso queira saber mais clique aqui.

O que você poderá fazer caso domine este CMS chamado WordPress?

Depende do objetivo. Se você pretende apenas trabalhar com conteúdo você poderá administrar todas as publicações do site através da construção de páginas, galeria de imagens, páginas de produtos, posts de blogs, entre outro tipos de conteúdo, e também executar agendamento e exclusão dos mesmos.

Aqui em meus projetos sempre que posso utilizo o WordPress. Os blogs Chief of Design e Designimador são feitos em WordPress. E não só eles, mas tudo o que envolve com página de eBooks, hangouts e etc.

Eu palestrei no WordCamp SP 2018 falando como o WordPress pode ser uma ótima ferramenta de marketing digital. Se quiser conferir, depois acesse esse link (clique aqui).

Com o WordPress você também poderá instalar funcionalidades através de instalação de plugins e gerenciar comentários, se ativada esta função no projeto, e até gerenciamento de contas de colaboradores do projeto.

Caso seu objetivo seja a construção de um site, você poderá usar de recursos próprios do WordPress para agilizar seu trabalho e até ativar funcionalidades interessantes na própria interface desta plataforma sem muitas dificuldades. Entretanto você potencializará os seus layouts caso possua conhecimentos em linguagens de marcação, estilização [** Dica: To falando do HTML & CSS  e o melhor é que temos um ebook pra isso, viu! É só clicar no banner que está aí algum lugar desta página :P]  e/ou programação.

Quais recursos o WordPress oferece?

Além das inúmeras funcionalidades que esta plataforma disponibiliza, através de seus temas e plugins, também possui suporte em uma das comunidades mais engajadas que podemos encontrar na web, o que possibilita a você encontrar muitas variedades de soluções para problemas diversos.

Porque você deve aprender a mexer nesta plataforma?

O aprendizado deste CMS é imprescindível nos dias de hoje porquê:

pelo fato do mercado exigir cada vez mais profissionais habilitados nesta plataforma, pela possibilidade de oferecer aos criativos que não lidam com programação uma forma de aplicar funcionalidades através de configurações intuitivas em seu painel de controle;porque possibilita a profissionais de front-end personalizar temas já existentes através de HTML e CSS e a desenvolvedores criarem temas do zero bastando ter acesso à documentação do WP;E o principal: como esse sistema possibilita o gerenciamento, seus clientes poderão realizar a atualização dos conteúdos dos sites sem depender de você, bastando que ele seja orientado com as ferramentas de publicação que o WordPress oferece.

Não confunda WordPress.ORG com WordPress.COM

É importante ressaltar que tudo que foi dito até agora foi sobre o WordPress.ORG.

O WordPress.ORG é um projeto que oferece um aplicativo gratuito cujos arquivos você tem a total liberdade para modificá-los. Para que este aplicativo funcione, e você possa mexer na plataforma para construir seu site, você precisa hospedá-lo em um servidor.

Em relação ao WordPress.COM se trata de uma plataforma online, isso quer dizer que você não precisa baixar arquivos de forma alguma para instalar em uma hospedagem. Todos os recursos já vem prontos em uma hospedagem própria da plataforma. Mas possui muitas limitações. Exemplo: para que você ative funcionalidades extras você é obrigado a adquirir planos pagos para isso. Para você ter uma ideia para apenas adicionar um domínio é precisa pagar um plano.

Já com o WordPress.ORG. não existem estas limitações em relação as customizações, e grande parte das funcionalidades que você instala através de plugins é gratuita.

E por onde começar com o WordPress?

Além de ficar atentos aos próximos conteúdos aqui no Chief que abordarão um pouco mais sobre o WP, sugiro fortemente que você aprenda a instalar o WordPress para que você possa conhecer a interface da administração deste CMS e até fazer pequenas experiências.

Você pode instalar o WordPress tanto local, ou seja, no seu computador, para poder testar como publicar na internet. Para publicar na web você precisa de hospedagem.

A seguir vou te mostrar como você pode instalar o WordPress na sua máquina. Para isso disponibilizo dois vídeos sobre instalação local do Wordpress.

Instalação XAMPP

Este é um vídeo que faz parte de um dos vários módulos do meu curso de Web Designer e que estou liberando para este artigo para você possa fazer pequenos testes aí na sua máquina. Nele ensino a instalar o XAMPP que é um servidor local que possibilita que você rode o WordPress em sua máquina sem a necessidade de contratar um serviço de hospedagem.

Instalação WordPress

E agora neste vídeo eu mostro como instalar o WordPress em seu servidor local (como já disse anteriormente, esse vídeo faz parte do meu treinamento de Web Designer ).

Instalação WordPress no Servidor

Agora, caso você tenha um serviço de hospedagem, você pode instalar o WordPress no seu servidor web. Dependendo da sua empresa de hospedagem a forma de instalação pode ser diferente. No exemplo a seguir mostraremos uma instalação em uma hospedagem que tem o Cpanel.

Plugins essenciais para você utilizar no seu WordPress.

W3 Total Cache

Um aspecto importante que devemos levar em consideração é a performance das páginas de nossos sites. Isso porque o tempo de carregamento pode determinar o sucesso de nosso projetos.

Um site que carrega lento pode fazer que visitantes desistam de navegar em seu site o que é extramente ruim porque seu projeto não conseguirá atingir seus objetivos. E ainda poderá ter consequências ruins porque cada desistência reflete no aumento de taxa de rejeição que não é bem-vista pelo Google.

Levando tudo isso em consideração é importante utilizar um plugin que melhore o desempenho de seu site WordPress como o W3 Total Cache.

Ele aumentará a velocidade de seu site, porque ele executa uma otimização em diferentes aspectos como compactação de HTML, CSS e Javascript, e execução de caching dos conteúdos e arquivos, diminuindo assim o tempo de carregamento das páginas.

Link para o plugin W3 Total Cache »

Autoptimize

Ainda se tratando em desempenho de sites o Autoptimize é um plugin que também possibilita armazenar cópias em cache e comprimir arquivos. Mas o grande atrativo dele é a possibilidade de otimizar Google Fonts, remover emojis desnecessários e outros extras que aumentará a velocidade de suas páginas.

Link para o plugin Autoptimize »

EEE Image Optimizer

Essa é outra ferramenta que também aumenta a velocidade das páginas só que desta vez através da otimização das imagens.

A compactação resultante do plugin EEE Image Optimizer utiliza algoritmos exclusivos para obter a máxima compactação mas mantendo as imagens sem perdas visuais.

Com este plugin você poderá otimizar a imagem quando você enviar ao seu site e também otimizar as imagens existentes na biblioteca de mídia.

Link para o plugin EEE Image Optimizer »

Yoast SEO

O Yoast SEO trabalha com diferentes aspectos para otimização. Já na configuração é possível:

Fazer verificação com ferramentas para Webmasters como o Google Search Console, Ferramentas de Webmasters do Bing, Alexa ou Yandex;Configurações para títulos e meta-descrições;Configurações de meta robots;Configurações para informar os buscadores sobre as contas de redes sociais associadas ao site;Gerar de forma simples um arquivo sitemap.xml, entre outros.

Mas o ponto forte da ferramenta é como ela auxilia na tarefa de otimizar um conteúdo em texto.

Ela vem com um recurso que orienta sobre a utilização da palavra-chave para partes específicas do editor de conteúdo dando sugestão e guiando para melhorias.

Outro ponto interessante é Snippet Preview. Onde este possível editar e visualizar como o resultado da página publicada pode aparecer nos resultados dos mecanismos de buscas.

Neste campo o Yoast alerta também sobre as melhores práticas informando os limites de inserção de caracteres para o título e meta-descrição.

Link para o plugin Yoast SEO »

UpdraftPlus

Possuir um site Worpdress leva a uma obrigação posterior que é possuir um sistema que gerencie backups. Portanto instalar um plugin que execute esta tarefa deve ser uma das primeiras coisas que você deve fazer após instalação do WordPress.

Um plugin que sugiro é o UpdraftPlus. Ele possibilita criar backups automatizados e agendados e com várias opções de locais para armazenamento dos arquivos como no Google Drive e Dropbox.

Além de backup o plugin faz restauração de sites.

Link para o plugin UpdraftPlus »

Contact Form 7

Contact Form 7 é um plugin que permite que você construa um simples e eficaz formulário de contato para seu site.

Vejo o nosso aqui.

O máximo que exigirá de você será um conhecimento bem básico de HTML e da sintaxe do próprio plugin (que não é nada aterrorizante).

Link para o plugin Contact Form 7 »

Disqus

Este é um plugin responsável por gerenciamento de comentários e pode substituir o sistema padrão do WordPress.

O bacana dele é que, além de ter uma visual agradável, existe a possibilidade de enriquecer os comentários com a ferramenta que permite que o usuário vote nos comentários dando positivo ou negativo.

E você pode classificar os comentários por ordem de relevância ordenando para o Disqus exibir os mais votados.

Outra funcionalidade interessante é de compartilhamento dos comentários.

Link para o plugin Disqus »

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Really Simple SSL

O certificado SSL (Secure Socket Layer) é uma proteção para manter uma conexão segura com a internet. A tecnologia envolvida evita que qualquer dado transferido entre usuário e website fique exposto evitando assim também ataques maliciosos.

Verificamos que um site possui o certificado SSL quando na barra de endereço contém o cadeado verde. Também será notado que o protocolo é https.

O certificado mostra ao visitante que seu site é autêntico e confiável.

Sabendo disto tudo o que você precisa de uma ferramenta que te ajude a configurar seu site para ser executado em https. E é nessa hora que entra o plugin Really Simple SSL.

Este plugin ativa o SSL em seu site com simples passos.

Mas existem um porém. É que você precisa obter um certificado SSL. Este plugin somente detecta o SSL e possibilita sua ativação. Entretanto a simplicidade de configuração que este plugin oferece faz dele um recurso necessário.

Link para o plugin Really Simple SSL »

Dicas para você utilizar o WordPress

Agora vou te passar uma relação de dicas que vão te ajudar em diversos aspectos do gerenciamento do WordPress.

Algumas destas dicas vão te prevenir de possíveis dores de cabeça que possam surgir só pelo simples fato de você não ter um conhecimento prévio de processos comuns no WordPress como questões envolvendo segurança e desempenho, por exemplo. Então vamos a elas.

Manter o WordPress sempre atualizado

Um dos principais motivos de se adotar o WordPress é que ele disponibiliza atualizações constantes. E é de fundamental importância que você as execute sempre que o WordPress alertar que existem atualizações disponíveis.

Essas atualizações procuram fornecer novos recursos, melhorias, melhor performance nas novas versões e também consertar bugs e brejas de segurança. E é principalmente pela questão de segurança é que você deve executar as atualizações porque você está se precavendo que seu site seja alvo de ataques.

Um ponto positivo do WordPress é que existe uma grande e ativa comunidade por trás que constantemente está melhorando a codificação dos arquivos usados no núcleo do WordPress, nos temas, plugins e traduções e isso possibilita que sua instalação tenha acesso aos recursos recentemente otimizados.

E como você pode saber se existem atualizações para serem executadas na sua instalação? Na parte superior do Dashboard, toda vez que existir atualizações o WordPress indicará notificações. Para isto no painel de controle vá para o menu “Atualizações” que fica do lado esquerdo. Na tela de atualizações você será notificado sobre qual versão do WordPress seu site está usando e se necessita atualizar. Nesta mesma página você terá uma relação de plugins, temas e traduções que necessitam atualizações.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE! Certifique-se que antes de qualquer atualização do sistema você tenha um backup do seu WordPress.

Faça um backup do WordPress

Essa é a dica mais importante que vou te passar nesta relação. Para algumas alterações em sua instalação WordPress é indicadíssimo ter um backup. Isso porque se alguma coisa der errado como quebrar o site ou dados se perderem você poderá ficar tranquilo porque você tem uma cópia para restaurar seu site.

Lógico que se algo acontecer ao seu site você poderá ficar estressado, mas a coisa pode ficar pior se você não tiver efetuado um backup.

A comunidade WordPress disponibiliza alguns plugins que auxiliam na criação de backups com a possibilidade de você hospedar aos arquivos de sua instalação nas nuvens e também podem realizar backups automáticos e agendados.

No tópico sobre plugins deste artigo eu destaquei o UpdraftPlus que você pode ativar em seu site e que te auxiliará na tarefa de executar e gerenciar seus backups.

Usar o mínimo possível de plugins

Apesar de todo mundo saber que os plugins oferecem diversas funcionalidades que potencializam seu website o uso exagerado destes recursos podem ter o efeito colateral de aumentar o tempo de carregamento das páginas diminuindo a performance de um site.

Muitas vezes para seguir uma moda instalamos plugins com recursos que façam nosso site parecer “moderno” e seguir as tendências, mas o que temos mesmo que decidir e se tal recurso tem uma função realmente relevante para o projeto.

Importante mesmo é evitar de instalar plugins desnecessários e somente utilizar os plugins fundamentais para funcionamento do website.

Não utilize o usuário “admin” e crie uma senha forte

Se você não for rigoroso em escolher uma senha forte para proteger sua instalação WordPress isso pode comprometer a segurança do site.

Seu site WordPress pode ser alvo de um ataque de força bruta que consiste em tentativas de adivinhar dados de acesso combinando senha e nome de usuário.

Portanto senhas fracas e comuns, ou óbvias como data do nascimento têm mais chances de serem descobertas ainda mais quando você utiliza na instalação o padrão admin.

Mude o padrão admin para que este dado fique difícil de ser descoberto em um possível ataque. Com isso o invasor tem mais um percalço a percorrer.

Os grupos de usuários responsáveis pela administração do WordPress devem garantir uma senha forte porque o acesso a essas contas permite o controle total das funcionalidades do site.

O WordPress oferece um recurso nativo para que você possa gerir uma senha forte onde ele mede a força da senha. Mas cabe a você definir a senha forte porque ele não restringe a criação de senhas fracas.

Como sugestão você pode criar uma senha da seguinte forma:

Utilize uma combinação com letras maiúsculas e minúsculas;Utilize números;Utilize caracteres especiais como %#@&!;Garanta que sua senha tenha no mínimo 8 caracteres.

Utilize urls amigáveis

Url é a sigla de Uniform Resource Locator e quer dizer Localizador Padrão de Recursos. Corresponde ao endereço virtual de site, página ou arquivo. A url deste página que você lê é https://www.chiefofdesign.com.br/wordpress/

No caso desta página podemos notar que é a url é formada por:

um protocolo: https;o dominio do Chief of Design: www.chiefofdesign.com.br;e um recurso: /wordpress/

As urls amigáveis são urls de fácil compreensão para os usuários e também para os mecanismos de buscas.

Por padrão o WordPress utiliza um modelo não amigável de url como no exemplo a seguir:

www.seusite.com/?p=123

Esta url é de difícil compreensão tanto para os usuários quanto para os mecanismos de buscas porque é formado por caracteres que não descrevem sobre o assunto da página.

Mas existe uma configuração no WordPress chamada Links Permanentes que possibilita alterar este padrão para outras opções.

Dentre as opções eu indico que escolha a “Nome do post”. Ele possibilita uma url mais curta que é bastante indicada para se obter uma url amigável. Além de usar uma url curta é indicado também:

Usar hífen para separar palavras;Não usar acento e cedilhas (é, â, ã, ç);Preferir letras minúsculas porque são limpas visualmente;Procure inserir na url uma palavra-chave que resuma o assunto da página.

Exemplo de url com a as características citadas:

Arquitetura da Informação – Ciência para estruturar conteúdos

Configurado o links permanentes o sistema estará habilitado para você criar suas urls amigáveis. No campo logo abaixo do título na seção de edição de posts e páginas você pode criar sua url.

Agende seus posts para o futuro

Uma funcionalidade interessante do WordPress é o agendamento de postagens. Essa é uma mão na roda para que você administre melhor seu tempo.

Com o agendamento de postagens você não precisa estar presente na hora da publicação, basta que você no momento de criação da página ou post agende para o conteúdo ser publicado em uma data e horário no futuro que o sistema colocará o conteúdo no ar no horário programado.

Extra: Construtor de página e sites “Elementor WordPress”

Se não bastasse a infinidade de recursos que o WordPress oferece, nos últimos anos, a comunidade que acompanha este CMS trabalhou ainda mais duro para facilitar a construção de páginas e sites pelos usuários.

Com isso surgiram ferramentas chamadas de page-builders, ou construtores de páginas. Até o próprio WordPress mudou seu editor clássico para que os conteúdos pudessem ser construídos através de blocos que agilizam a tarefa. Eu falo do editor WordPress Gutenberg, que tem até artigo aqui no blog.

Surgiram muitos construtores no mercado, mas o que vem se destacando bastante é o Elementor. Com ele é possível criar páginas de sites em uma interface real-time e do tipo “drag&drop”, ou seja, clicando e arrastando.

O Elementor é plugin que está entre um dos mais populares na comunidade WordPress, e o que faz dele o o principal page-builder da plataforma. Para utilizar o Elementor, basta ter um site em WordPress. Caso você queira saber mais sobre essa ferramenta sugiro que leia este artigo.

 

Conclusão

O WordPress possibilita que você tenha uma certa independência para que possa oferecer sites dinâmicos sem a necessidade de terceirizar tarefas. Esta aposta pode ser interessantíssima porque a curva de aprendizagem pode ser muito mais curta do que aprender programação e os conhecimentos adquiridos possibilitam criar projetos de baixa, média e até, em alguns casos, de alta complexidade.

Espero que tenha gostado desse artigo.

Mais a frente falaremos mais sobre WordPress e como você pode utilizá-lo, bele?

E você? Já trabalha com o WordPress? O que você acha sobre ele?

Deixe a sua dica aí.  Você pode comentar abaixo!

Forte abraço!

Até mais!
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O que é WordPress? Como funciona? Como começar?!
Fonte: Chef of Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

Eae! Tudo bele?

UI Design. Este é um tema com dúvidas frequentes nos canais do Chief of Design. E eu não poderia ficar insensível aos pedidos de meus seguidores e decidi responder as dúvidas daqueles que estão iniciando e daqueles que ainda estão nas primeiras pesquisas sobre o que faz um UI Designer.

Separei as questões mais relevantes, algumas até frequentes para montar esse conteúdo.

Lógico que não é possível cobrir todos os aspectos em um só artigo, mas acredito que os principais, para quem é iniciante, está sendo abordado por aqui.

Então com você as 20 questões sobre UI Design, para iniciantes, respondidas.

Aproveite e confira! Espero muito que você encontre uma questão semelhante àquela dúvida que ainda pairando em sua mente.

Vamos para as questões?

Antes só quero te lembrar que nós temos o nosso próprio curso de UI Design, o UI EXPERT. 

No Curso UI EXPERT você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

1 – O que faz um UI Designer?

UI Designer (Designer de interfaces) é o profissional responsável por projetar o layout e os elementos interativos destes.

Partindo do princípio que a área de UI design (Design de interface de usuário) estuda o meio pela qual existe uma interação entre o indivíduo e um dispositivo, software, ou aplicativo, a função do UI Designer é garantir que a interação seja bem-sucedida resultante de uma facilidade de uso e acesso à interface gráfica.

O UI Designer deve projetar interfaces claras e objetivas para que a utilização do usuário seja intuitiva e sem entraves.
2 – Como anda o mercado brasileiro para UI Designers?
O mercado favorece o UI Designer destacadamente pela crescente necessidade de criação de desenvolvimento de aplicativos móveis.

O Brasil, junto da índia e da Indonésia, está entre os mercados que mais executaram download no quarto trimestre de 2017 dos aplicativos do Google Play, trimestre esse que foi considerado de maior desempenho para download. Os downloads ultrapassaram a marca de 19 bilhões.

Segundo outra pesquisa, realizada pela App Annie, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países com maior número de apps utilizados por mês, mais de 40. E o mesmo estudo aponta que os brasileiros, em um período de 24 horas, abrem em média quase 10 aplicativos, colocando nosso país no topo da lista.

E não podemos esquecer também a demanda de UI Designers para criação de interfaces para web sites em um cenário onde temos 51,3 consumidores obrigando o empresariado a possuir uma presença online para divulgar seus produtos e serviços.
3 – Onde pode trabalhar um UI Designer?

O UI Designer pode atuar em todos tipos empresas que necessitam de desenvolver interfaces, principalmente quando se trata de interfaces digitais.

Podem ser tanto empresas que prestam serviços do tipo, como agências e escritórios de Design, startups, consultorias, empresas de TI, até empresas que tem setores apenas para cuidar das suas interfaces como bancos, ecommerces, entre outros.
4 – Quanto ganha um UI Designer?
Segundo a Love Mondays, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário médio para UI Designer, baseado em 192 salários postados por funcionários na plataforma e que atuam nesta profissão, é de R$ 4.284,00 por mês.

Mais esse números podem variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa entre outros. A própria Love Mondays alerta que o salário pode variar de R$ 824,00 a R$ 11.487,00.
5 – Existe algum requisito para começar a aprender sobre UI Design?
Não há um pré-requisito. Mas algumas coisas que você se identifica ou alguns comportamentos podem indicar que você pode se dar bem na área como: gostar de tecnologia, comunicação, design, criatividade, dar grande atenção aos detalhes e resolver problemas.

E se você acredita que pode se dar bem é quer saber onde estudar aqui no blog tem um artigo que pode te ajudar a escolher um bom curso de UI Designer.
6 – Vale pena ser UI Designer?
Sim. Principalmente se você se enquadra no perfil do tópico anterior que é algo que aumenta as chances de você gostar de Design de interfaces.

Gostar de algo é o que nos faz enfrentar os desafios diariamente.
7 – Onde encontramos UI Design?

Uma interface á a ponte visual entre um usuário (humano) e uma máquina, serviço, sistema, produto. O UI Design se aplicar principalmente a interfaces gráficas.

Por isso algumas pessoas podem alegar que UI Design trata de interfaces para sistemas virtuais encontrados principalmente em computadores, smartphones, vídeo-games e realidade virtual.

Porém, podemos encontrar uma interface em qualquer objeto projetado para disponibilizar um meio para interação com o usuário de forma eficaz.

Você pode encontrar UI Design, seja através de interface gráfica ou física, em painéis de controle em máquinas industriais, em equipamentos para área de saúde, sistemas automotivos e de aviação, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, softwares de computadores e dispositivos móveis, aplicativos, websites, entre tantos.

Apesar dessa grande variedades, a maioria dos empregos para UI Designer são para desenvolvimento de interfaces de app e web.
8 – Qual a diferença entre UI e UX Designer?
Basicamente o que difere é que o UI Designer desenvolve interface e o UX Designer se preocupa em como o usuário vai se sentir ao interagir com a interface e se encontrará valor quando interagir com os produtos ou serviços de uma empresa.

UI Design e UX Design são áreas que se complementam e colaboram uma com a outra. UI Design possibilita que uma ideia se concretize na interface e que o usuário consiga aproveitar o que está sendo apresentado. E o UX Design faz com o seja apresentado na interface garante boas sensações de uso.

Eu tenho um vídeo onde falo especificamente sobre isso.

9 – Web Design e UI Design não são parecidos?
Sim, são parecidos em partes. Mas precisamos entender um pouco do perfil de cada para identificar as semelhanças

Um Web Designer pode executar peças como criação de banners, pequenas animações, e artes para redes sociais, design para aplicativos, entre outras.

Mas a tarefa principal de um Web Designer é criar websites, ponto.

Agora o que faz um UI Designer?

O UI Design faz a ligação entre o usuário e um dispositivo ou sistema. O UI Designer é responsável por projetar a interface que promove a essa ligação.

Existem diferentes tipos de interface em diferentes produtos. Imagine o display de um micro-ondas. Aquilo é uma interface. O Designer de interfaces pode projetar todo tipo de interface inclusive as digitais e para web, como os websites. E é por isso que o Web Design e o UI Design são “parecidos”.

Na verdade o Web Design é mais amplo e o UI Design é uma área do conhecimento abrangida pelo Web Design. Para entender melhor eu gravei um vídeo que explica melhor as diferenças entre as duas áreas. Veja a seguir:

10 – Por quais conteúdos eu devo começar a aprender?
Alguns conhecimentos podem te ajudar nos primeiros passos como os Fundamentos de Design, usabilidade, elementos da interface, anatomia de interfaces, prototipagem e procurar dominar algum software gráfico.
11 – É possível entrar na área sem realizar um curso especializado? Eu consigo aprender tudo sobre UI Design sozinho?
A internet é um bom recurso para você aprender e dar seus primeiros passos.

No Youtube você pode adquirir conhecimentos como autodidata sem gastar um centavo ao realizar buscas sobre “ui design” e “Design de interface do usuário”. Inclusive encontrará diversos vídeos do Chief of Design que falam sobre o assunto. Aconselho até que acompanhe nosso canal para saber mais clique neste link.

A mesma pesquisa você pode executar no Google. A comunidade web dispõe artigos em blogs que explicam sobre área.

O grande problema é que dá muito trabalho angariar conteúdo que estão espalhados. Sem contar que você não tem conhecimento prévio sobre diversos assuntos e fica difícil saber o que pesquisar quando nunca se viu falar na vida sobre determinado assunto, técnica ou ferramenta.

Para agrupar em um só lugar conteúdos que você levaria muito tempo pesquisando, para preencher lacunas que conteúdos do internet não cobrem e para atender pessoas que não tem como frequentar um curso presencial eu disponibilizo o UI EXPERT

Neste curso você vai aprender os principais conceitos de UI Design para interfaces digitais para iniciar a sua jornada na área. Além das aulas, ao vivo e gravadas, você terá suporte diretamente comigo.

Para saber mais sobre as próximas turmas do curso CLIQUE AQUI.
12 – Quais as principais ferramentas que um UI Designer precisa saber utilizar para se destacar na área?
Entre as principais ferramentas se destacam o Sketch App, (para Mac) o Abode XD, o InVison, Balsamiq e Axure para prototipagem, InVision Studio, Figma e Photoshop.
13 – É preciso saber desenhar?
Saber desenhar o básico ajuda. Você não precisa ser exatamente um ilustrador, um artista, mas conseguir criar traços no papel para expressar as ideias visualmente e se fazer se entender o mínimo é de grande valia.

Desenhar ajuda em alguns processos, mas não é mandatório.
14 – Quais as principais características de um bom UI Designer?
É uma pergunta difícil de responder porque em um grupo de bons UI Designers podem existir profissionais com características muitos diferentes. Sem contar que empregadores podem considerar que as competências do profissional têm um peso maior para definir que ele é bom em relação as características comportamentais.

Entretanto podemos relatar algumas propriedades da área que pode favorecer um ou outro perfil. Vamos a algumas:

Criatividade é uma característica que permeia toda a área de Design, portanto ser criativo colabora muito para que você seja considerado bom UI Designer.

Apesar de UI Design mexer com a criatividade esta é uma área que também preza por uma organização sistemática que visa garantir a melhor interação. Portanto em alguns momentos vale a pena o fato de ser metódico.

Um UI Designer precisa muito se relacionar com equipes em diferentes etapas do processo. Portanto além de ser bom comunicador na comunicação visual ele deve ser bom na comunicação verbal.

Pensar e agir com UI Design é dar grande atenção aos detalhes. Portanto ser detalhista é uma boa característica também.

O trabalho de UI Designer está todo centrado no usuário. Suas decisões de Design vão definir o bom resultado da interação.

Então ter empatia por quem vai interagir na interface projetada é um grande passo para que as coisas resultem bem. A empatia fará você enxergar todas as nuances do processo desde a pesquisa do público-alvo até a execução da interface.

Essas são algumas características importantes. Se você acha que outras características devem ser mencionadas, agradeço se você contribuir na seção de comentários com mais conteúdo para esse artigo.
15 – Qual dica você me daria para garantir uma boa execução de UI Design?
Existem uma relação de boas práticas para serem executadas, mas se for para escolher uma só eu te indicaria não querer inventar a roda. E o que eu quero dizer com isso?

Quero dizer que nem sempre você precisará criar uma solução nova porque existentes ótimos padrões para você adaptar no seu projeto. Se tratam de padrões familiares de UI.

Ao adaptar alguns destes padrões tirados de um ambiente similar você ganhará tempo e também a certeza de estar utilizando algo que já foi testado.

Você com certeza já interagiu com o ícone hambúrguer. Ele é um padrão que vem sendo bastante disseminado quando pensamos em mobile. A limitação de espaço existente em interfaces destinadas a dispositivos menores criou a necessidade de adotar esse padrão para suportar os tradicionais menus.

A melhor forma de encontrar padrões é pesquisando por onde o público-alvo do projeto interage a maior parte do tempo.

Pesquise elementos de interface em redes sociais, sites de notícias, sites de bancos, sites de universidades, aplicativos de mensagens instantânea, algum software específico, etc.
16 – Como manter a clareza nas interfaces?
Manter a clareza na interface é a qualidade de não inserir “ruídos”.

Uma boa forma de manter a clareza é evitar elementos que não deixam claro sua função. O usuário deve precisar daquele elemento, ele não deve ser um entrave.

Elementos necessários são sucintos e fazem sentido.

Eu tenho um artigo e vídeo aqui no blog onde falo sobre Gestalt (clique aqui para conferir). Acredito que tal conteúdo possa te ajudar nessa tarefa.
17 – O que é Style Guide?

O Style Guide determina quais as regras e padrões devem ser utilizadas em um sistema. Serve como guia para que as equipes de trabalhos estejam alinhadas ao propósito do projeto e que o produto final tenha consistência.

Ele estabelece um padrão visual e gera todos componentes necessários para interface.

Como isso você estabelece o padrão visual de componentes como cores, tipografia, botões, navegação, listas, formulários, entre outros.
18 – Não tenho experiência de trabalho com UI Design. O que fazer para ser contratado?
Parece óbvio. Mas você deve obter experiência. Você deve correr atrás dela.

Não. Você não procurará emprego e muito menos deve se preocupar em ganhar muito dinheiro agora. Tudo que você tem que fazer é se cadastrar em plataformas de trabalhos freelance e se candidatar a jobs que correspondem ao seu nível de habilidade atual.

Ao acumular jobs concluídos você, além de conquistar experiência, poderá criar um portfólio. Se você não sabe como criar um portfólio clique neste link e conheça nossa guia para construir um.

Com um portfólio em mãos você tem como comprovar uma certa experiência para disputar vagas. Porém pode acontecer de você ter se dado bem como freelancer e conquistados contatos que não queira mais um emprego.
19 – É possível trabalhar remotamente como UI Designer?
Sim. O trabalho remoto vem cada vez mais sendo adotado por grandes e pequenas empresas. Existem empresas que são totalmente remotas.
20 – Vale a pena migrar do Design Gráfico para o UI Design?
Vale a pena se você se vê encantado pela possibilidade de gerar resultados planejando interfaces. Também vale a pena porque a média salarial e as possibilidade de ganhos, financeiros e profissionais, são maiores.

O Design Gráfico é sim uma área que desempenha um papel muito importante. Mas pode ser que você se sente desmotivado agora. Pode se algo passageiro. Entretanto se você anda flertando com novas tecnologias sugiro que pesquise bastante que nem você está fazendo agora.

Leia bastante sobre assunto e converse com profissionais da área para que você comece a fazer uma migração de forma tranquila se esta vier a ser sua vontade.
Considerações finais
Neste artigo procurei abordar questões relevantes e recorrentes sobre UI Design. Pode ser que alguma dúvida que você possui não tenha sido abordada. Por isso peço que você utilize a seção de comentários e compartilhe conosco o seu pensamento.

Espero que as respostas sirvam para te dar um norte e te direcione de forma positiva as suas decisões. UI Design é a uma área que está em expansão e que vem despertando grande interesse de contratantes por isso procurar informação é questão valiosa para que não exista decepções com as possíveis escolhas.

Espero que você tenha gostado do artigo!

Compartilhe com seus amigos que queiram conhecer um pouco mais sobre a área e deixe seu comentário também.

E não deixe de conhecer o nosso Curso UI EXPERT que é focado para você aprender do zero até ao avançado em UI Design e migrar para uma área que valoriza o design.

Forte abraço!

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O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design
Fonte: Chef of Design

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

Eae, tudo bele?

Vamos falar sobre UX Design e UI Design. Essas duas áreas estão muito em alta e confundi-las é muito comum, principalmente para quem está iniciando. Por isso não fique acanhado caso você não saiba o que é ou as diferenças entre UX Design e UI Design.

Independente da nomenclatura, do nome, etc. O fato é que as duas áreas são importantes e as duas áreas tem grande sinergias. Apesar de diferentes e de tratarem de determinadas camadas dentro de um projeto, elas trabalham em conjunto.

E elas estão com bastante visibilidade ultimamente, principalmente porque designers e criativos em geral, enxergam nessas áreas possibilidades de melhores ganhos financeiros e reconhecimento profissional.

Por isso neste artigo vou passar para você o que é cada área, falar sobre as suas diferenças e também das coisas em comum que compartilham. Bele?

Nós aqui do Chief of Design temos o Curso UI EXPERT. Em nosso curso de UX/UI você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

Então, vamos começar a brincadeira 😀

Neste artigo você vai aprender:

O que é UI Design.
O que é UX Design.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design.
Vídeo UX Design e UI Design.

O que UI Design?
UI Design significa User Interface Design (Design de Interface do Usuário).

UI é área do Design que elabora, cria e planeja  o meio pela qual uma pessoa (chamado normalmente de usuário) interage e controla um determinado dispositivo. Esse dispositivo pode ser um sistema, software, produto, serviço, aplicativo, etc.

Essa interação e controle são feitas através de um interface. Essa interface pode ser composta por botões, menus e qualquer elemento que possibilite a interação entre o usuário e o dispositivo.

Imagem ilustrativa de um UI Designer prototipando um projeto.Por MIND AND I /Shutterstock
Portanto o profissional UI Designer vai utilizar de conhecimentos de diversas disciplinas para criar essa interface.

E nós lidamos como interfaces a todo momento. Apesar de sempre associarmos interfaces a telas digitais, aplicativos mobiles e websites. Interfaces existem antes de tais tecnologias existirem.

Um exemplo clássico disso seria o controle de uma televisão. O controle de uma TV é por onde interagimos com a aparelho, determinando qual canal queremos sintonizar, qual o volume mais adequado entre tantas outras funções disponíveis através da interação que temos com o controle remoto.

E um bom projeto de Design de Interface do Usuário, independente se seja o controle de uma TV ou um aplicativo web, é projetado de forma a antecipar as reais necessidades de utilização do usuário.

Uma boa interface é simples de aprender e é fácil de usar. A ideia principal da interface é que o usuário consiga realizar o que ele pode, quer e espera realizar. Tudo isso de modo simples, fácil e com uma boa experiência, a chamada “user-friendly”, ou seja, experiência amigável. Sobre experiência, veremos mais a frente.

E sobre UI Design eu tenho outros artigos, mais detalhados, sobre o assunto. Também tenho uma playlist no Youtube. Por isso vou encerrar por aqui e deixar esses links para depois você continuar os estudos sobre UI Design.

Seguem os artigos:

O que é User Interface Design:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-design/

10 Princípios fundamentais de design para um UI Designer:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-designer/

Web Design x UI Design

https://www.chiefofdesign.com.br/web-design-ou-ui-design/

Posto isso, agora vamos para o UX Design. A seguir falarei sobre UX Design antes de entendermos as diferenças entre eles. Vamos nessa?
O que é UX Design?
UX Design significa User Experience Design( Design de Experiência do Usuário).

UX lida com as emoções e experiências dos usuários. É parte do Design que pensa exclusivamente na relação do usuário com o produto ou serviço.

A meta do UX é  torna mais amigável ( olha o “user-friendly”, aqui de novo), natural e simples a experiência de uso de um determinado serviço ou produto.

Logo os UX Designers estudam e projetam com base no comportamento humano. E não só isso. Com base, essencialmente também, nos comportamentos do público usuário em questão.

Criativo Web Designer planejamento de aplicativos e desenvolvimento de layout modelo, quadro para o telefone móvel. Conceito de experiência do usuário (UX).Por MIND AND I /Shutterstock
O objetivo é oferecer um serviço que garanta uma boa experiência, gerando satisfação  e evitando frustrações no usuário. Projetar experiências que encantem e fidelizem clientes é o cenário mais do que ideal.

Portanto o UX Design está diretamente relacionado ao uso do serviço, a interação, e como isso afeta as emoções e experiências do usuário.

Existem um outro artigo onde falo um pouco mais sobre experiência do usuário. Você pode conferir clicando aqui.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design?
A principal diferença entre UX Design e UI Design no papel que cada um tem um projeto e como você já percebeu, apesar de UX Design e UI Design serem termos semelhantes, os significados são diferente.

O UI Design está mais conectado com camada física, tangível e prática do projeto. Afinal, a interface que será utilizada diretamente pelo usuário.

É nessa parte onde se cria e estiliza os botões, menus e todos os artefatos que tornaram possível essa utilização. E para isso o profissional UI Designer normalmente utiliza de ferramentas (quando falamos de interfaces digitais) como Sketch app, Adobe XD, Figma, entre outros.

Por outro lado, o UX Designer é profissional o que estuda e planeja como o usuário se sentirá ao usar interface. Então ao invés de focar na cor ou no formato do botão, ele irá pelo lado do projeto que pensa como serão as experiências e emoções ao interagir com aquela interface.

Tem sempre uma imagem que gosto de utiliza que mostra o UI Design como uma ponte que liga o que foi planejado pelo UX Design com o Usuário.

Então enquanto o UI Design cuida da interação da interface e usuário o UX Design cuida do lado emocional, sempre focando em como proporcionar a melhor experiência ao usuário.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design?
UI e UX Design tem muitas coisas em comum. Como diz a gíria do popular brasuca, “é tudo junto e misturado”.

É inconcebível pensar em um UI Designer projetar sem pensar na experiência do usuário, da mesma maneira não tem aplicar tudo que foi pensado no UX Design sem ajuda do UI. O UI design é o que torna viável essa experiências.

E podemos considerar a experiência do usuário como conjunto de fatores e o UI Design é um entre esses fatores.

Existe uma imagem desenvolvida por Dan Saffer (que apesar de ser de 2008 ainda é atual) que demonstra que UX  união de vários aspectos. Todos eles influenciarão e ajudarão a compor a experiência final do usuário.

Nele, inclusive, podemos ver outras áreas que são ligadas e estão relacionadas como Visual Design e Product Design.

Também temos o famoso guarda-chuva de UX que demonstra que UI é um fator para um projeto de UX Design.

Não tem como desligar as áreas. Até por isso os vários profissionais se apresentar como UX/UI Designer.

E também, mas metologias, tarefas e projetos como Design Sytem, Design Sprint e Design Thinking, ambos os lados podem participar e realizar em seus cotidianos.
Vídeo UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Para sintetizar tudo o que foi escrito neste artigo e também para acrescentar mais itens importantes a essa questão, que eu gravei um vídeo exclusivo sobre o assunto falando sobre UX Design e UI Design e qual é a diferença entre eles.

Sugiro fortemente que assista o vídeo, pois ele é um complemento valioso de tudo o que foi apresentado até aqui.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você.

E caso não seja inscrito, se inscreva em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]

Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele? 😀

Até mais.

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UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Fonte: Chef of Design

O que é design digital? O que faz um designer digital?

O que é design digital? O que faz um designer digital?

Eae? Td bele!

Existem tantos nome e terminologias referentes ao Design, que vira e mexe temos que abordar sobre elas nos canais do Chief, na web, para esclarecer as dúvidas dos Galuchos. A terminologia da vez é o Design Digital.

Se você atua com criação e utiliza os fundamentos do design você verá que o Design Digital tem muita similaridade como por exemplo, o Design Gráfico e o Web Design.

E se você quer saber mais sobre a profissão de Designer Digital, neste artigo você encontrará as principais informações sobre esta profissão e poderá assim decidir se esse caminho que você quer seguir profissionalmente.

E neste artigo você saberá:

O que é Design Digital?;Diferenças e semelhanças entre o Design Digital e o Design Gráfico;O que faz um Designer Digital?;O Perfil de um Designer Digital;Conhecimentos fundamentais;O Mercado de trabalho;Quanto ganha um Designer Digital?;Precisa de diploma para ser Designer Digital?Quais outras opções de cursos?

O que é Design Digital?

Design Digital é um segmento do Design Visual em que o Designer projeta soluções funcionais para telas de dispositivos diversos.

Para que as soluções se tornem funcionais, nessas telas, o profissional da área utiliza-se da aplicação de conceitos e técnicas específicas para desenvolvimento de layout em telas e dos fundamentos de design necessários.

Entenda-se que o Design Digital tem como uma peculiaridade de fazer com que os layouts projetados funcionem, na maioria dos casos, em dispositivos de diferentes tamanhos. Hoje no mercado temos uma variedade de tamanhos de telas que vai desde telas dos Smartwatches, passando pelos smartphones e chegando até as Smart TVs.

Design Digital versus Design Gráfico

Existe muita similaridade entre o Design Gráfico e o Design Digital, isso porque ambos usam praticamente os mesmos fundamentos. O que diferencia é onde os fundamentos são aplicados, já que cada um deles trabalha em “plataformas” diferentes. Sendo assim, o Designer Gráfico atua em processos gráficos, impressão e podendo até criar peças digitais. O Designer Digital é mais específico para projetar para telas de dispositivos.

O que faz um Designer Digital?

O Designer Digital é o profissional especializado em programação visual que aplica-o em diversos meios digitais.

Ele utiliza recursos como imagens, textos e ilustrações que são distribuídos harmoniosamente aplicando-se os fundamentos do design necessários para expressar os objetivos de comunicação do projeto.

Com esses recursos em mãos esse profissional desempenha importante papel em tarefas que envolvam o planejamento e produção de comunicação visual para:

Sites;Interfaces digitais;Animação/Motion Design;eBooks;Editoração eletrônico;Social Media;Games.

Mas podendo também fazer:

Identidade visual;Peças gráficas;Direção de arte;UX;Arquitetura de informação;Outros.

Perfil de um Designer Digital

Os desafios encontrados em áreas correlacionados do Design são muitos parecidos e geralmente são focados em soluções de problemas, e na maioria dos casos, relacionados a pessoas.

Por isso acredito que as que as principais característica que te favorecem a ser um bom Designer Digital são a vontade de aprender, a empatia e gostar de resolver problemas de forma criativa.

Mas logicamente que existem outras características podem indicar se você tem o perfil para atuar na área. Dentre elas se destacam:

Gostar de artes e eventos culturais – Quanto maior é o seu repertório, mais abrangente de elementos visuais, mais a sua criatividade aflora e contribuí na composição de seus projetos. Portanto assistir filmes, ir em exposições, ler livros e revistas, e até analisar a composição gráfica destes podem aumentar seu repertório.

Ter bom senso estético – Você precisa saber julgar e decidir não só o que é belo, mas também agradável aos sentidos do ser humano.

Saber expressar ideias através do desenho – Isso não quer dizer que você precisa ser um exímio desenhista, não é isso. Basta que com alguns traços você consiga rascunhar uma ideia.

Gostar de tecnologia – Atualmente Design e tecnologia caminham juntos. Um Designer passa boa parte do tempo manuseando softwares gráficos e pesquisando referências na internet.

Saber trabalhar em equipe – Você pode até trabalhar de forma independente como freelancer, mas de qualquer forma em muitos projetos você precisará interagir com profissionais de outras áreas e equipes para debater sobre planejamento e outras questões.

Comprometimento com os resultados – Se comprometer com o que foi acordado garante que você entregue de acordo com os requisitos e dentro do prazo.

Conhecimentos fundamentais

Para que você possa entregar soluções que tragam resultados a seus clientes você precisa se munir de conhecimentos fundamentais. Vou apresentar alguns deles dividindo em duas categorias: os fundamentos e as ferramentas.

Fundamentos:

Me refiro aqui a fundamentos como proximidade, alinhamento, unidade, equilíbrio, formas, ergonomia, semiótica, gestalt, cor, tipografia, grids, diagramação,imagens, etc.

Ferramentas:

Fundamental também é dominar softwares diversos que vão desde editores gráficos, passando para editores de vídeo, até construtores de interfaces e editores de códigos. 

Destacamos o Photoshop, Illustrator, Corel Draw, InDesign, After Effects, Premiere, Figma, Adobe XD, Invision, Sketch e Sublime Text.

Mercado de trabalho – Onde trabalha um Designer Digital

Basicamente o Designer Digital atua com Web Design, Design para APPs, Animação Digital, Design de informação, Design de interação, Edição de vídeo, Social Media, Criação de Games, entre outros.

O Designer Digital é requisitado por empresas de comunicação e indústrias de diversos setores. Ele pode trabalhar tanto em Instituições públicas, privadas e do terceiro setor que demandem criação projetos de comunicação visual.

Ele pode atuar em:

agências de publicidade;empresas de TI;departamento de comunicação e marketing de empresas;escritórios e estúdios de design;produtoras de vídeo e cinema, emissoras de TV;produtoras de games e animações;startups;empresas que precisam de programação visual em geral.

Ele também pode atuar como freelancer pessoa física ou jurídica.

Quanto ganha um Designer Digital?

Segundo o site Glassdoor, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário de um Designer Digital está entre R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00.

Mas esse valor pode variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa, sua experiência, entre outros.

Precisa de diploma para ser Designer Digital? Precisa ter Curso Superior?

Para que uma pessoa trabalhe como Designer Digital não é exigida a formação superior, pois a profissão ainda não é regulamentada. 

Portanto a experiência de mercado e um bom portfólio que comprove que você é capaz de executar as tarefas inerentes a área, podem ser (normalmente são) mais importantes e os suficientes para que você atue no mercado de trabalho.

Óbvio que um curso superior sempre terá um peso extra. Inclusive se você quiser saber mais sobre faculdade de Design Digital, sugiro pesquisar no Quero Bolsa.

O site Quero Bolsa disponibiliza bolsas com até 75% em cursos superior, tecnólogo ou bacharel ,e de pós-graduação em design.

Se você vai entrar na faculdade, antes de qualquer coisa sugiro fortemente que acesse agora o Quero Bolsa e veja se não tem nenhuma bolsa na faculdade que você deseja entrar. Eu mesmo usei o Quero Bolsa e foi muito útil na minha época. Não perca tempo! CLIQUE AQUI e saiba mais.

Quais outras opções de cursos o mercado oferece para mim?

Além do Curso Superior (Bacharelado e Tecnólogo), as outras opções de aprender sobre Design Digital são:

Cursos livres (presenciais): cursos presenciais de curta duração;Cursos online: cursos no formato EAD, onde você pode estudar de casa com um preço, comumente, mais barato. Aqui no Chief of Design nós possuímos o curso Web Designer PRO que apesar da nomenclatura, ele oferece um sua grade importantes conceitos e técnicas para quem quer atuar com Design Digital.Curso Técnico;Curso de Especialização, Pós-Graduação;Mestrado.

Material complementar

Para mais detalhes sobre a área de Design Digital eu disponibilizo a seguir uma material extra em vvídeo a seguir.

Considerações Finais

A área de Design Digital é uma área dinâmica que vai de encontro com as tecnologias mais modernas abrindo espaço para o profissional possa até se aventurar por ramificações do design como UX Design, UI Design, Web Design, Design de Games só para citar alguns.

Caso você queira contar com uma fonte de conteúdos que abrange conhecimentos fundamentais do Design Digital eu te indico conhecer o Curso Web Designer PRO onde você será apresentado a técnicas e fundamentos importantes para construção de interfaces para diferentes dispositivos.

⭐️Curso Web Designer PRO⭐️

Saiba mais ➡ https://www.webdesignercursos.com.br/

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse artigo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse 😀

Deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de Design Digital, nos comentários abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço.
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O que é design digital? O que faz um designer digital?
Fonte: Chef of Design

WordPress como Ferramenta de Marketing Digital

WordPress como Ferramenta de Marketing Digital

Eae, tudo bele?
No dia 13/10/2018 eu palestrei no WordCamp2018. O tema da minha palestra foi: WordPress como Ferramenta de Marketing Digital: Como o WordPress pode te ajudar a alavancar o seu negócio?
O WordPress é uma ótima ferramenta para quem é empreendedor e nessa palestra eu mostrei como nós utilizamos esse CMS aqui no Chief of Design e também em outros projetos.
E a oportunidade de palestrar no WordCamp foi incrível. A comunidade aqui do Brasil, e principal a de São Paulo, é uma das maiores do mundo.
Assista abaixo a palestra que ministrei e veja como foi esse super evento de tecnologia. E caso queira os slides da palestra, você pode conferir aqui.
WordPress como ferramenta de marketing digital – Palestra WordCamp 2018

E já que falei tanto sobre WordPress na palestra, vou complementar este artigo com mais conteúdo, para você entender por completo entender como o WordPress pode ser uma ótima ferramenta de marketing digital ajudando a melhorar o seu negócio, vamos entender um pouco do que se trata esse CMS.
O que é o WordPress?

Caso você nunca tenha ouvido falar em WordPress saiba que ele é uma plataforma de Gerenciamento de conteúdo, ou para muitos o CMS (que tem na prática o mesmo significado). Esta a é a plataforma para publicação de conteúdo mais usada no mundo e engloba quase 70% do mercado que trabalham com CMSs.
O que você poderá fazer caso domine este CMS?

Depende do objetivo. Se você pretende apenas trabalhar com conteúdo você poderá administrar todas as publicações do site através da construção de páginas, galeria de imagens, páginas de produtos, posts de blogs, entre outro tipos de conteúdo, e também executar agendamento e exclusão dos mesmos.
Também poderá instalar funcionalidades através de instalação de plugins e gerenciar comentários, se ativada esta função no projeto, e até gerenciamento de contas de colaboradores do projeto.
Caso seu objetivo seja a construção de um site, você poderá usar de recursos próprios do WordPress para agilizar seu trabalho e até ativar funcionalidades interessantes na própria interface desta plataforma sem muitas dificuldades. Entretanto você potencializará os seus layouts caso possua conhecimentos em linguagens de marcação, estilização [** Dica: To falando do HTML & CSS  e o melhor é que temos um ebook pra isso, viu! é  clicar no banner que está aí algum lugar desta página :P]  e/ou programação.
Quais recursos o WordPress oferece?

Além das inúmeras funcionalidades que esta plataforma disponibiliza, através de seus temas e plugins, também possui suporte em uma das comunidades mais engajadas que podemos encontrar na web, o que possibilita a você encontrar muitas variedades de soluções para problemas diversos.
Porque você deve aprender a mexer nesta plataforma?
O aprendizado deste CMS é imprescindível nos dias de hoje porquê:

pelo fato do mercado exigir cada vez mais profissionais habilitados nesta plataforma, pela possibilidade de oferecer aos criativos que não lidam com programação uma forma de aplicar funcionalidades através de configurações intuitivas em seu painel de controle;
porque possibilita a profissionais de front-end personalizar temas já existentes através de HTML e CSS e a desenvolvedores criarem temas do zero bastando ter acesso à documentação do WP;
E o principal: como esse sistema possibilita o gerenciamento, seus clientes poderão realizar a atualização dos conteúdos dos sites sem depender de você, bastando que ele seja orientado com as ferramentas de publicação que o WordPress oferece.

Não confunda WordPress.ORG com WordPress.COM

É importante ressaltar que tudo que foi dito até agora foi sobre o WordPress.ORG.
O WordPress.ORG é um projeto que oferece um aplicativo gratuito cujos arquivos você tem a total liberdade para modificá-los. Para que este aplicativo funcione, e você possa mexer na plataforma para construir seu site, você precisa hospedá-lo em um servidor.
Em relação ao WordPress.COM se trata de uma plataforma online, isso quer dizer que você não precisa baixar arquivos de forma alguma para instalar em uma hospedagem. Todos os recursos já vem prontos em uma hospedagem própria da plataforma. Mas possui muitas limitações. Exemplo: para que você ative funcionalidades extras você é obrigado a adquirir planos pagos para isso. Para você ter uma ideia para apenas adicionar um domínio é precisa pagar um plano.
Já com o WordPress.ORG. não existem estas limitações em relação as customizações, e grande parte das funcionalidades que você instala através de plugins é gratuita.
Na palestra eu falo sobre motivos para você utilizar o WordPress e como você pode utilizar o WordPress para a criação de:

Blogs;
Landingpages;
Testes A/B;
Para conseguir tráfego via SEO;
Entre outros.

Além de todas essas possibilidades de criação, deixarei alguns desses motivos aqui em texto para você conferir.
WordPress é fácil para instalar, configurar, gerenciar e manter
Umas das questões que tenho que lidar é administração de tempo. Ah , como é complicado, viu!
Então lidar com uma ferramenta que traga facilidades é um dos pré-requisitos para escolha de um CMS.
Já naquele tempo, quando comecei a rascunhar as primeiras ideias sobre o Chief, ganhar tempo era uma prioridade, afinal só poderia mexer no projeto nos momentos de folga e dedicar o maior tempo com criação de conteúdo e o mínimo com gerenciamento.
Para quem for instalar o WordPress pela primeira vez pode se surpreender se espera por uma instalação complexa. Porque é simples e rápido.
Em questão de configuração e gerenciamento a curva de aprendizagem é curta. E o CMS avisa sobre a necessidade de atualizações que podem ser feitas a um clique.
Caso você queira saber como instalar o WordPress veja este artigo.
E dependendo da hospedagem que utilizar essa ação pode até ser mais simples com instaladores automáticos. Como a Hostnet, por exemplo que tem o seu próprio sistema de instalação focado em WordPress.
É de código aberto

Vista que o Chief era um projeto que estava começando, umas das premissas era atingir os primeiros objetivos com o mínimo de recursos possíveis, ou seja, com pouca audiência prevista nos primeiros meses não se justificava investir em ferramentas caras, servidor dedicado e no que se refere a gerenciador, logicamente, soluções pagas estavam fora de cogitação. Uma solução open source era o que eu buscava.
Pois bem. O WordPress é open source e livre de restrições comerciais e limitações. Você pode baixá-lo e subi-lo no servidor de hospedagem que você escolher e usar da forma que você bem entender.
Possui uma comunidade enorme

Esse lado positivo do WordPress eu enxerguei muito antes mesmo de passar em minha mente em construir um blog sobre conteúdos para Web. Foi quando tive a necessidade de construir um site dinâmico e não sabia por onde começar, que encontrei soluções práticas na grande comunidade que cria conteúdos sobre WordPress, e soube que a partir daí teria respostas para grande parte das minhas dúvidas.
Essa comunidade enorme é consequência de um enorme número de seguidores sedentos por conteúdo. Daí o resultado foi “zilhões” de sites que falam sobre o assunto, um fórum feito especialmente para dar suporte, diversos eventos presenciais sobre o tema pelo mundo e desenvolvedores que criam temas e plugins para o WordPress.
Sabendo disso antecipadamente tive a certeza que o Chief estaria bem amparado.
Lógico que tem muita coisa espalhada na web e que você tem que angariar com paciência, ou optar por treinamentos como o meu curso Web Designer Pro, que possui módulos organizados sobre esse assunto.
Além da comunidade Web, também existem eventos presenciais da comunidade como palestras, workshops e meetups. Inclusive o meu primeiro WordCamp foi o de 2016 aqui em São Paulo. Duvido você me encontrar na foto abaixo

E
Ele é amigável para os mecanismos de buscas
Ter um site “encontrável” é objetivo para qualquer projeto, independente da ferramenta que você desenvolve. Você pode criar um site estático somente com HTML e CSS, mas sua preocupação com SEO deve estar presente.
De nada adiantaria escolher um CMS para o Chief, por melhor que ele seja, que não fosse amigável aos mecanismos de buscas. E WordPress é bem-conceituado neste quesito.
Nada mais, nada menos que Matt Cutts, engenheiro de software e ex-chefe da equipe de spam da web no Google declarou que o WordPress cuida de 80 a 90% de SEO.

Sem contar que você pode instalar uma funcionalidade através de um plugin gratuito chamado Yoast SEO que facilita e muito sua vida, provendo vários aspectos de SEO em seus sites.
Não abro mão deste plugin no Chief. Se você quiser saber mais sobre plugins importantes para o seu site em WordPress, sugiro que leia este outro artigo do aqui do blog.
WordPress é muito mais que um gerenciador para blogs
Já passou da época em que o Worpdress era um ótimo gerenciador de blog. Na verdade, ele é um CMS completo para todos tipos de sites. Basta a instalação de alguns plugins e você já tem uma loja virtual ou uma rede social.
Enquanto projetava o Chief of Design, vislumbrava o que mais um gerenciador de conteúdo poderia prover se eu quisesse oferecer de forma diferente os meus conteúdos. De repente poderia me ver com a necessidade de fornecer aos meus seguidores uma área de membros, poderia necessitar de algum recurso que me ajudasse a conquistar leads, etc.
Hoje em dia, boa parte destes recursos são realidades mesmo que através de plugins premium (pagos). O que faz que eu tenha uma melhor interação com meus seguidores além da interface do blog.
O WordPress possibilita a integração, desde que você adquira ferramentas corretas,desde criados de landingpages, áreas de membros até com ferramentas de e-mail marketing, por exemplo.
Interface de administração intuitiva

Está aí uma coisa que gosto muito no WordPress. A interface administrativa deste CMS é muito boa. O que faz que em pouco tempo usuários comuns possam gerenciar seus projetos.
A interface é intuitiva, fácil de usar e de acessar dados.
Acredito que esse é um os diferenciais do WordPress que você pode levar em consideração na hora de escolher um CMS.
Afinal, grande parte (ou praticamente tudo) das ações que um cliente realizará em um site dinâmico, construído por você, será na área administrativa. E o WordPress manda bem no que se refere ao Design de interface de usuário.
O WordPress possui ótimos temas modernos e responsivos

Existe uma gama de desenvolvedores que constroem sites adaptados para diferentes resoluções de telas. Isso já esperado quando comecei a descobrir o WordPress, tanto que quando comecei o Chief sabia que encontrar um bom tema responsivo não seria problema.
Claro que tendo conhecimentos em CSS, você poderá trabalhar ainda mais a responsividade de seus sites (sobre personalização vou falar mais à frente). Foi o que eu fiz no tema que o Chief usa atualmente.
O WordPress possui uma ferramenta de busca que possibilita encontrar diversos temas. Possui até filtro por características. Mas caso não encontre nos gratuitos o tema o ideal para  você, pode optar por temas pagos como os do site themeforest.
O WordPress possui plugins que são uma mão na roda

O WordPress foi criado para ser estendido. E esta forma de extensão é gerada pelos chamados plugins. A comunidade web aderiu a esta possibilidade e por isso que desenvolvedores em todo mundo criam funcionalidades extras, a todo tempo, que são adicionadas ao núcleo do gerenciador.
Pensou em uma funcionalidade para seu site? A chances de Worpdress ter um plugin que supre essa necessidade é grande.
Reconheço que outros CMSs, como o Drupal e o Joomla, dispõem de extensões como os plugin do Worpdress, mas a disponibilidade e variedade do WordPress é impressionante.
Existem alguns plugins que são tão bem classificados que dificilmente imagino o Chief sem alguns deles.
São plugins para SEO, segurança, performance, redes sociais, formulários, entre tantas funcionalidades que fico pensando o que seria de mim se tivesse que desenvolver tudo isso. Com poucos cliques você instala e ativa e, se precisar, realizar algumas configurações.
Obs.: Só não abuse no uso de plugins para não diminuir a performance de seus sites.
Altamente personalizável
A minha preocupação na hora de construir os meus projetos era se com apenas o domínio de HTML e CSS e fuçando na documentação do WordPress, seria possível personalizar um tema, que baixei na web, a partir do código inserindo campos e seções e personalizando o layout. E a resposta foi sim, tanto que visualmente o blog do Chief é muito diferente do tema original.
Esta personalização é feita através de temas filhos, assunto que poderemos abordar no futuro.
Se você manja de PHP você poderá ter um domínio ainda maior da personalização, pois grande porcentagem da parte funcional de um tema WordPress é formada por arquivos com extensão .php.
É possível também que você faça uma personalização mais abrangente se você dominar a criação de temas raiz ou a partir de um framework para ganhar mais tempo, como por exemplo o framework Odin, desenvolvido pela comunidade brasileira de WordPress.
Temas a partir do zero, temas a partir de frameworks e temas filhos são as formas que possibilitam um projeto altamente personalizável. Todavia ainda existe uma forma que possibilita uma menor de customização, que é através da customização do tema. Essa personalização varia de tema para tema e não mexe de forma efetiva com códigos.
Dependendo do tema é possível alterar a cor de fundo, a imagem de cabeçalho, inserir logo, inserir widgets e até mexer na tipografia.
Em comparação com os outros métodos citados anteriormente ele é bem inferior, porque não permite mexer de forma efetiva e profunda no layout.
 Por que você deveria usar WordPress em seus sites?
Acredito que você já tenha percebido o potencial do wordpress e que utilizá-lo é uma ótima escolha se precisas de sites dinâmicos.
O WordPress pode trazer boas vantagens como: facilidade de instalação e gerenciamento, uma comunidade disposta a oferecer os melhores conteúdos de suporte, um site otimizado para os mecanismos de buscas, funcionalidades extras e temas diversos e a possibilidade de customização. Tudo isso já seria suficiente para aderir a este CMS.
Considerações Finais
Como apresentei na palestra no WordCamp SP 2018, o WordPress pode ser uma ótima ferramenta em suas estratégias de marketing digital.
Se você trabalha com marketing e conteúdo, pode testar esse CMS, você não vai se arrepender. E quem sabe a gente se encontra em algum WordCamp, né?
Deixe o seu comentário ou dúvida abaixo. Fique à vontade!
Forte abraço.
Até Mais.
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WordPress como Ferramenta de Marketing Digital
Fonte: Chef of Design

Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Hoje trago mais um super conteúdo para você. Fiz uma entrevista com o Andrei Gurgel do canal UXlab.
O Andrei é UX/UI Designer dono do canal UXlab, onde ele compartilha conteúdo sobre design de uma forma geral e, principalmente, UX Design.
Nesse bate-papo nós conversamos sobre UX Design, sobre o mercado, Design de Interface, Web Design e UX Design além de dicas para você iniciar na área, como estudar, quais livros pesquisar e etc.
O assunto UX Design está muito em voga, muitos designers gráficos, inclusive, veem no UX uma possibilidade de projeção profissional e melhores ganhos. E isso não é à toa, afinal UX é um assunto muito importante para qualquer empresa independente do serviço ou do produto.
E cada vez mais as empresas estão percebendo isso, por isso, estamos vendo cada vez mais vagas para UX Designers. Por isso sugiro fortemente que você assista o vídeo abaixo.
Então pega o café, se acomoda e curte o vídeo. Confira abaixo a entrevista completa:

Conheça o trabalho do Andrei Gurgel do UXlab:
Andrei Gurgel é Mestre em Design pela UFRN (2014) e trabalha como Designer com foco em interação desde 1997, desenvolvendo desde então diversos projetos de interfaces digitais para empresas no Brasil e no exterior.
Desde 2016, inspirado no seu dia-a-dia como Designer Freelancer, produz conteúdos relacionados ao Design para o canal UXlab no YouTube. Atualmente trabalha como Product Designer (UX e UI) na Toptal e é propagador da Cultura Remota.
Youtube: https://www.youtube.com.br/uxlab
Instagram: https://instagram.com/uxlab.cc
Twitter: https://twitter.com/andreigurgel
O que você achou do vídeo?
Se  gostou do vídeo deixe o seu comentário abaixo! Isso é muito importante para continuarmos com o nosso trabalho e melhorarmos cada vez mais.
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Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Hoje trago uma entrevista com a desenvolvedora Jakeliny Gracielly, do FCamara.
Além de desenvolvedora a Jake também é palestrante de tecnologia e participa da organização de Meetups como o Nerdzão, o NerdGirls e o WordPress SP.
Essa entrevista é diferente, pois foi gravada pessoalmente, AO VIVO literalmente, feito na empresa FCamara.
Nesse bate-papo nós conversamos sobre mercado de tecnologia, faculdade de tecnologia, posicionamento profissional entre outros assuntos. E também falamos sobre como é o mercado de tecnologia para mulheres. É fato que existem muito menos mulheres nesse segmento, por isso uma parte importante do vídeo é justamente sobre esse assunto.
Então senta, relaxa, pega um café e assista abaixo essa super entrevista.
Entrevista: David Arty e Jakeliny Gracielly

Conheça a Jakeliny Gracielly
Líder de desenvolvimento na FCamara e decodificadora da Matrix. Analista de sistemas e técnica em programação, trabalha há 5 anos em projetos de tecnologia e desenvolvimento. É co-organizadora de comunidades (WordPress São Paulo, Nerdzão e FC Tech), entusiasta de cyber security e inteligência artificial.
Siga a Jakeliny Gracielly:
Site: https://jakeliny.com.br/
Medium: https://medium.com/@jakeliny.gr
Twitter: https://twitter.com/jakelinygr
Instagram:
https://www.instagram.com/jakelinygracielly/
Gostou do vídeo? Eu gostei
Espero que o vídeo tenha sido útil para você, que você tenha gostado e que te ajude de alguma maneira, agregando conhecimento e informação para você seguir a sua trajetória profissional.
Aproveite que está aqui e deixe o seu comentário abaixo!
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Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Web designer vs Front-end

Web designer vs Front-end

Eae, tudo bele?
Web designer vs Front-end? O que faz um Web Designer e um Front-End? Quais as diferenças e semelhanças?
Essa dúvida é bem recorrente para os iniciantes e muitos acabam confundindo cada área e o que cada profissional faz. Por isso gravei um vídeo (ao final deste artigo) sobre o tema. Mas antes de você~e assistir ao vídeo (não ouse sair deste artigo sem ver o nosso vídeo, viu!) eu explicarei aqui mesmo neste artigo com detalhes sobre cada tópico.
Vamos nessa?
O que faz um Web Designer?

De forma sucinta, um Web Designer é um profissional que executa design para web. Por isso para compreendermos melhor sua função temos que conhecer o conceito de web design. Veja a seguir:
“Web design é uma área que executa processos que envolvem o planejamento, a criação e a manutenção de interfaces para websites, aplicações web e interfaces digitais em geral, levando em conta a arquitetura de informações, a navegação, a usabilidade e demais aspectos que devem envolver fundamentos de Design.”
Logo um Web Designer planeja, cria e mantém interfaces digitais para web considerando aspectos importantes do Design.
Precisa ser Designer para trabalhar com Web Design?
Se formar Designer será um diferencial para quem pretende criar interfaces para web, porém não acredito ser o primeiro caminho que você deva tomar levando em conta que muitos bons profissionais nem possuem essa formação.
É possível, portanto, se tornar Web Designer sem cursar Design Gráfico. Basta que você utilize todos os meios possíveis para aprender os conceitos de Design.
Pessoas trabalhando, conversando e sorrindo em uma reunião no escritório Por Morrowind /Shutterstock
Web Design é uma área que deriva em suma do Design gráfico, lógico que com suas particularidades que se refere a aplicação para dispositivos web, mas os principais conceitos, como Teoria das cores, Tipografia, Gestalt, Grid, Imagens, entre outros, são presentes para essa área.
Então você tem diferentes possibilidades de aprender esses conceitos. Você pode aprender em:

cursos onlines ou presenciais,
lendo livros,
consultando a web,
em contato com outros profissionais,
em congressos e palestras, etc.

Mais tudo isso só será tão forte quanto cursar uma faculdade se você pôr em prática no dia-a-dia.
Vale ressaltar que um curso superior em Design sempre será bem-vindo. A questão é que ele somente não é o suficiente para te tornar um profissional da área e nem tão pouco um Web Designer de sucesso.
O que é um Front-end?
É um profissional que trabalha com HTML, CSS e JavaScript, basicamente. Ele trabalha com a parte que o usuário “vê “na tela. É a “parte da frente” do site. Ele é responsável pelo “meio de campo” entre o usuário e o Back-End.
Caso não saiba o que é Back-End, trata-se do desenvolvedor ( ou programador) . Ele trabalha com, por exemplo, PHP, ASP, Java, entre outros. O “dev” trabalha com a parte que o usuário ” não vê “na tela. É a “parte de trás” do site.
Web designer vs Front-end?
Como vimos o Web Designer cuida da criação da interface gráfica, já o Front-End da codificação que tornará possível que a interface gráfica, feita no Adobe XD, Sketch ou Photoshop, por exemplo, seja acessada e utilizada.
Um layout em algum programa gráfico, como o Adobe Photoshop, é algo estático. Trata-se apenas de uma imagem. Então para que aquela interface se torne realmente algo utilizável com possíveis ações pelo usuário (como clicar em um botão, por exemplo) quando é implementado com códigos. Esses códigos sãos, no mínimo, HTML e CSS.
O profissional que faz essa implementação é o Front-End. Logo para isso ele utilizará de linguagens web como HTML, CSS e Javascript.
Para CSS e JavaScript existem várias bibliotecas e frameworks que muitos profissionais se especializam como: Angular, Bootstrap, Jquery, Sass, VueJS, entre outros.
Portanto, cada profissional tem seu papel dentro de um projeto de uma interface gráfica. Tanto o Designer, que planejará e construirá uma interface a fim de facilitar a utilização do sistema (e não só facilitar, mas também deixar mais bonito, por que não?) o Front-End developer será o profissional responsável por tornar realidade(realidade virtual no caso rsrsr) as funcionalidades e o todo o layout planejado e estruturado pelo Designer.
São áreas que se complementam, pois toda interface gráfica (ou quase todas) precisa de um Design, mas para esse Design funcione ele precisa ser implementado no código. Portanto um depende do outro e vice e versa. É óbvio que um site pode ser feito apenas por um Front-End, mas falando de sites profissionais e com objetivos comerciais e de comunicação, o Design se faz muito importante. Existem pesquisas que apontam que pessoas saem do site caso o layout não seja agradável, pois pode transparecer que a empresa é desleixada, que não é confiável ou até mesmo que é uma empresa antiquada.
Caso esteja a fim de fazer um curso online sobre Web Design e que também tem matérias de front-end como CSS3, HTML,CSS Flebox e CSS grid layout, WordPress, entre outros, eu te indico o nosso curso de Web Design: o Web Designer PRO (clique aqui para saber mais).
O curso é 100% online. Os conteúdos são disponibilizados em uma plataforma 24 horas no ar, sendo que você pode assistir as aulas a qualquer hora e qualquer lugar que tenha um dispositivo com acesso a internet. O acesso é ilimitado, você pode ver e rever as aulas quantas vezes achar necessário.
Já são mais de 100 vídeo aulas na plataforma divididas em módulos. A grande maioria do conteúdo está disponível em vídeos e contempla aulas teóricas e práticas com exercícios e exposições de temas sobre web design e outros relacionados. São também disponibilizados materiais extras para download que complementam as vídeo-aulas.
Como complemento das aulas oferecemos tarefas específicas para que observar o processo de seu desenvolvimento criativo.
Também disponibilizamos na plataforma um campo para você expor suas dúvidas.
Então se quiser saber mais sobre o curso, é só acessar http://www.webdesignercursos.com.br/
Vídeo Web designer vs Front-end?
Abaixo segue o vídeo que gravei para falar sobre esse tema. Nele falo sobre o que cada profissional faz e as diferenças entre cada área. Assista e confira:

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse
E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]
Deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de Web design, nos comentários abaixo, bele?
Até mais.
Forte abraço.
Até mais.
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Web designer vs Front-end
Fonte: Chef of Design

O que é CSS?

O que é CSS?

Este artigo é dedicado a quem está interessado em trabalhar com o aspecto visual de sites através de códigos. E isso é possível através do CSS. Mas afinal, o que é CSS?
Possivelmente você está em suas primeiras pesquisas sobre desenvolvimento web, web design e afins, sabe que o CSS é um dos caminhos a se trilhar e precisa saber mais sobre essa linguagem. Portanto neste artigo você será apresentado a um conteúdo que vai te guiar para que você possa entender a sintaxe, criar os primeiros estilos e dar forma às primeiras páginas web.
Sem mais delongas vamos ver o que você verá neste artigo.

O que é CSS?;
O que é possível fazer com CSS?;
Requisitos para aprender CSS;
Benefícios da aplicação de CSS;
Regras CSS;
Tipos de seletores básicos;
Selecionando elementos aninhados;
Grupamento de seletores;
Declaração única;
Efeito cascata;
Herança;
Especificidade;
Vinculação das folhas de estilos ao documento HTML;
Como criar um arquivo CSS.

O que é CSS?

CSS, sigla em inglês para Cascading Style Sheet, que em português quer dizer Folha de Estilo em Cascata, é uma linguagem que cuida da apresentação visual de páginas web através de regras de estilos. Podemos resumir que é uma linguagem de estilização ou apresentação.
A história da Folha de Estilo começou a surgir quando seu criador Håkon Wium Lie constatou que não havia como estilizar documentos em uma plataforma para publicação eletrônica. Em novembro de 1994 em Chicago, Håkon apresentou a proposta inicial do CSS em uma Web conferência.
Esta linguagem consiste em dar forma aos elementos HTML presentes na página web. HTML e CSS são parceiros. O CSS só existe em função do HTML.
Ela pega uma página praticamente sem estilos e enriquece com cores, formas, tamanhos e até animações. E esta linguagem que define qual a cor de um texto, onde determinado bloco será posicionado, entre outros estilos.
E o que é muito bacana é que o CSS também é um recurso acessível para estilizar o que você projetou em seu editor gráfico através de suas propriedades.
Um dos maiores atrativos do CSS é separar a apresentação em um arquivo externo. Com isso o HTML, que antes estava com a função de marcar e apresentar visualmente o conteúdo, ficou responsável por somente estruturar o conteúdo através da marcação.
O que é possível fazer com CSS?
Com aplicação das folhas de estilos é possível fazer muita coisa. Só para citar algumas, você pode:

Estruturar o layout do site;
Posicionar elementos na página web;
Mudar a ordem de apresentação dos elementos HTML;
Colocar espaçamentos entre elementos;
Preencher com espaço vazio entre a borda de um bloco e seu conteúdo;
Colocar diferentes tipos de bordas de diferentes cores nos blocos;
Inserir bordas arredondadas aos blocos;
Colocar cor de fundo, gradiente ou imagem de fundo aos blocos;
Trabalhar com diversas propriedades para tipografia. Tanto que aqui no Chief tem um artigo dedicado a muitas delas. CONFIRA AQUI!;
Inserir sombras em textos e blocos;
Fazer pequenas animações, transições;
Ocultar elementos, entre tantas coisas.

Requisitos para aprender CSS
Para aprender CSS é necessário para você possuir boas noções de HTML. Se você não conhece nada de HTML aconselho ler esse artigo para introdução. Caso você queira se aprofundar tanto no HTML quanto no CSS sugiro adquirir o E-book Solidário de Fluência em HTML e CSS.
Você precisa também ter instalado em sua máquina um bom navegador tipo Mozilla Firefox ou Google Chrome e um editor para desenvolvimento web. Para começar a aprender o bloco de notas basta.
Benefícios da aplicação de CSS
Entre os principais benefícios destaco:

A separação da folha de estilo da marcação;
Facilidade de manutenção visual do site através de um arquivo externo;
Disponibilidade de diretiva para construção de layouts que atendam diferentes tipos de dispositivos.
Aumento na velocidade de carregamento de páginas.

Regras CSS
Através das regras CSS é que você vai conseguir dar forma as suas páginas web. Portanto a atenção nas informações que vêm a seguir é fundamental.
A regra CSS é um comando que serve para definir o estilo que um elemento HTML receberá. Ele é composto por um ou mais seletores, e uma ou mais declarações. As declarações estão contidas entre chaves e são formadas pela propriedade e o valor da propriedade. O seletor vincula um elemento do documento HTML a declaração CSS.
Uma regra básica segue o seguinte esquema:
seletor { propriedade: valor }
Na imagem a seguir você poderá os detalhes da regra.

Seletor: Ele é responsável por selecionar o elemento, ou elementos HTML que receberão determinado estilo.
Propriedade: Se refere às características visuais que um elemento pode possuir. Tomamos como comparação qualquer objeto que podemos medir suas dimensões. Altura e largura seriam propriedades deste objeto quando pensamos em tamanho. Os elementos HTML também possuem propriedades de altura e largura.
Valor: Corresponde ao produto da propriedade. Ou seja, ele define como o elemento será apresentado. Se um elemento tem uma altura, o valor corresponde ao seu tamanho seguida pela sua unidade de medida. Um bloco com 2 cm de altura possui a propriedade altura cujo valor é 2 cm.
Outro exemplo para fixar o conceito é selecionar um parágrafo (seletor) para que apresente no navegador uma cor (propriedade) e cujo valor desta cor é vermelha (valor). Veja na sequência como apresentaríamos esta regra para apresentar um parágrafo vermelho.p { color: red; }
“p” seleciona todo e qualquer elemento HTML <p> encontrado no documento.
A propriedade “color” define que queremos estilizar a cor dos parágrafos.
E “red”, que quer dizer vermelha, é a cor escolhida para os parágrafos.
Outro ponto importante a saber é que uma regra CSS pode ter mais que uma declaração. Veja:p {
color: red;
font-size: 14px;
}
Tipos de seletores básicos
Existem uma lista repleta de seletores com diferentes objetivos. Mas existem 3 tipos de seletores básicos cuja aplicação é constante e cujo conhecimento para iniciantes é obrigatório. São eles que apresentaremos aqui.
Para conhecer a lista completa visite o site da W3C.
Vamos agora aos 3 tipos básicos.
Seletor de tipo
Este seletor seleciona um elemento html específico para estilização. A sintaxe é bem simples. Depois de escolhido o elemento que você propõe estilizar basta digitá-lo antes da abertura de chaves da declaração, conforme exemplo a seguir para o elemento <h1>.h1 {
color: blue;
}
Como só deve existir um elemento <h1> por página somente ele recebe esta estilização. Mas caso o elemento estilizado aparece mais vezes no documento HTML todos receberão o estilo, a menos que um deles receba um seletor específico.
Seletor ID
Este seletor seleciona um elemento HTML cujo atributo id tenha o mesmo nome do seletor. Observe o seguinte elemento HTML:<div id=”wrapper”></div>
Acima vemos um elemento que possui o atributo id com o valor wrapper. O nome do valor é um nome de sua escolha que você acha melhor colocar. Você pode selecioná-lo digitando o nome do valor precedido por tralha (#). Veja a seguir:#container { background-color: yellow; }
Ao utilizar # estamos selecionando um elemento com atributo id. O elemento <div> que recebe o id com valor “wrapper” terá uma cor de fundo amarela.
Duas observações importantes. O valor do atributo id só pode ser usado em um elemento dentre todas as tags de uma página. E caso haja conflito entre duas regras o seletor ID prevalecerá. Entenda a seguir.
HTML:<div id=”container”></div>
CSS:div { background-color: blue; }
#container { background-color: yellow; }


/* Isso é um simples comentário em CSS */
O elemento <div> foi selecionado duas vezes para receber cores de fundo diferentes, mas ele somente receberá a cor amarela porque o seletor ID tem prioridade em relação ao do tipo que seleciona elemento.
Seletor class
Este seletor seleciona um ou mais elementos HTML cujo atributo class tenha o mesmo nome do seletor. O fato deste tipo de seletor poder selecionar mais que um elemento HTML torna-o mais vantajoso em relação o do tipo id. Com uma simples regra é possível definir estilos que poderão ser aplicados por todo documento HTML onde exista necessidade de repetir estilos. Com isso economiza-se código e tempo de desenvolvimento. Observe o código HTML a seguir.<header class=”container”></header>
<section class=”container”></section>
<footer class=”container”></footer>
Digamos que você deseja que ambos tenham um padding (propriedade esta que preenche com um espaço vazio entre a extremidade do elemento até a área do conteúdo) de 15 pixels. Em vez de você criar uma regra para cada elemento você cria uma para o valor do atributo class que é “container”..container { padding: 15px; }
Note que antes de colocar o nome do seletor ele é precedido por um ponto para que funcione.
Observação sobre nomes de IDs e classes
Os nomes de IDs e classes é algo que você “cria”. Mas não é indicado inventar números e caracteres especiais. Simplifica as coisas usando apenas letras.
Esses nomes não devem ter espaço em branco. Espaço em branco em um atributo de um elemento HTML indica que existem dois seletores. Veja:<div class=”bloco maior”></div>
Isso não indica que exista uma class com seletor .bloco maior, e sim que existem duas classes, .bloco e .maior.
Selecionando elementos aninhados
Em muitos casos você terá a necessidade de criar um seletor para um elemento aninhado e para isso você precisará indicar o caminho que indica os elementos antecedentes. Observe a lista com links a seguir:<ul>
<li><a href=”home.html”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html”>Contato</a></li>
</ul>
Você quer definir um tamanho de fonte de 14 pixels e poderia simplesmente fazer da seguinte forma.a { fonte-size: 14px; }
Daria certo. Mas agora imagine que você tenha mais links na página onde não deseja esse valor. Então estilizar “a” não seria a melhor solução.
Poderia então criar uma class para o elemento da lista. Mas repare a seguir no HTML.<ul>
<li><a href=”home.html” class=”tamanho-fonte”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html” class=”tamanho-fonte”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html” class=”tamanho-fonte”>Contato</a></li>
</ul>
É um pouco trabalhoso colocar um atributo class em cada elemento, imagine uma lista com muitos elementos. E também é uma decisão pouco inteligente.
A melhor forma nesse caso é indicar os elementos antecedentes do elemento “a”. Veja a seguir.ul li a { font-size: 14px; }
Simples assim. Você coloca os elementos que precedem o “a” antes dele e com espaço entre ambos.
A regra com aninhamento também pode ser aplicada quando presente os outros tipos de seletores. Veja:<ul class=”menu”>
<li><a href=”home.html”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html”>Contato</a></li>
</ul>
Agora o CSS:.menu li a { font-size: 14px; }
Grupamento de seletores
Um uso também comum em CSS é em uma mesma declaração você colocar mais que um seletor com separação por vírgula. Veja a seguir:article, aside, details, figcaption, figure, footer, header, hgroup, menu, nav, section {
display: block;
}
O código acima pega todos elementos acima e informa que eles devem ser elementos em bloco. Esses elementos foram introduzidos no HTML5 e este código é um recurso para que navegadores antigos os reconheçam como elementos em bloco.
Mas você pode utilizar mais que um seletor não só para elementos HTML mais também mesclando os outros tipos de seletores. Veja a seguir:span, a, #seletor-1, .seletor-2 { font-weight: bold; }
Este código acima negrita os textos dos elementos selecionados.
Declaração única
Existem alguns casos que temos propriedades que atuam separadamente para resultar em estilo, mas que podem estar reunidas em uma só declaração. É o que chamamos de declaração única. Este tipo abrevia declarações reunindo todos seus valores em uma só.
Isso é muito útil para diminuir código e ganhar tempo.
Podemos tomar como exemplo as seguintes propriedades que estilizam borda.
Border-width: Propriedade que define a espessura da borda;
Border-style: Propriedade que define o tipo de borda (contínua, tracejada, etc);
Border-color: Propriedade que define a cor da borda;
Para reunir os valores das 3 propriedades podemos utilizar uma propriedade única chamada border.
Veja as seguintes declarações para uma div:div {
border-width: 1px;
border-style: solid;
border-color: black;
}
Agora a junção de seus valores em uma declaração única usando border.div {
border: 1px solid black;
}
Efeito cascata
O efeito cascata estabelece qual regra é prioritária na aplicação de estilo de um elemento. Ela é importante quando um elemento está recebendo mais que um valor de uma determinada propriedade através de regras diferentes gerando um conflito.
Imagine que uma regra determine que um contêiner receba a cor de fundo amarela e outra regra determina a cor de fundo azul. Neste momento alguns fatores vão determinar qual estilo será aplicado, como a localização da folha de estilo, a ordem da declaração da regra e a especificidade.
Herança
Algumas propriedades quando aplicadas a elementos pais são herdadas por elementos filhos. A isso chamamos de herança.
Elementos filhos são os elementos contidos no elemento pai. Veja seguir:<div>
<p>Este é um elemento filho de “div”.</p>
</div>
Digamos que definimos um valor de font-size (tamanho da fonte) para a <div> (elemento pai). Automaticamente o elemento <p> (elemento filho) herdará esse valor caso não for especificado outro valor de font-size específico para ele. Veja:div {
font-size: 14px;
}
p {
color: red;
}
No exemplo vemos que além de receber a cor vermelha o parágrafo também terá 14 pixels de tamanho de fonte herdado automaticamente de <div>.
Logicamente que nem todas as propriedades são herdadas. Você pode usar o valor inherit para força a herança. Veja no exemplo a seguir:div {
border: 1px solid #000000 /* borda de um pixel de cor preta */
}
p {
border: inherit;
}
O elemento <p> herda a borda de <div>. Toda vez que alterar o valor da declaração do elemento pai a característica vai ser replicada no elemento filho que recebe o valor inherit.
Especificidade
Isso vai acontecer com você no futuro. Você vai ter um texto com uma cor, mas ao verificar seu CSS você está vendo que o valor está indicando outra cor. Isso vai fritar sua mente.
O porque disso é que em uma página web pode ser que um elemento HTML esteja vinculado a diferentes regras CSS ao mesmo tempo gerando um conflito. A especificidade pode atuar determinando qual regra é prioritária. Vamos ao código HTML a seguir.<p>Você está lendo um artigo sobre CSS.</p>
<p>Também conhecido como Folha de Estilo em Cascata.</p>
<div>
<p>Esses são seus primeiros passos sobre a linguagem.</p>
</div>
E agora o CSS.p { color: red; }
Sem segredos. Todos os elementos possuem a cor vermelha.
Mas em muitos momentos seu projeto precisará de um estilo específico e não depender de uma regra genérica. Agora vamos a novas regras.p { color: red; }
div p { color: blue; }
Agora inserimos um novo seletor que muda a forma de estilizar os parágrafos. Os parágrafos continuam recebendo a cor vermelha, menos o parágrafo dentro da div que recebe uma regra específica que determina a cor do parágrafo como azul. Essa regra tem prioridade sobre a regra genérica com seletor “p”.
Vinculação das folhas de estilos ao documento HTML
A vinculação das folhas de estilos ao documento HTML é uma forma de fornecer estilos à página web. Existem 4 formas de fazer essa vinculação.

Por folha de estilo externa;
Por folha de estilo incorporada;
Por folha de estilo em escopo;
e por folha de estilo inline.

Folha de estilo externa
Para se obter uma folha de estilo externa temos que declarar as regras CSS em um arquivo a parte com e extensão .css. Com este tipo de vinculação você pode mudar um estilo no site inteiro apenas com uma pequena alteração no arquivo CSS.
A vinculação da folha de estilo externa pode se dar de 3 maneiras. Vamos a elas:
Linkando o arquivo através do elemento HTML ‹link›<head>
<link rel=”stylesheet” type=”text/css” href=”estilos.css”>
</head>
Acima vemos a primeira e mais comum forma de vinculação de folha de estilo externa. Uma observação importante é que o código deve estar entre as tags de abertura e fechamento do elemento head.
Usar folha de estilo de forma externa traz a vantagem de você deixar a página HTML menor, com um carregamento mais leve e você pode usar o mesmo arquivo CSS em diferentes páginas.
Importando o arquivo dentro do arquivo CSS [email protected] url(estilos-extras.css);
.um-seletor-qualquer {
margin: 0;
padding: 0;
background-color: #ff0000;
font-size: 18px;
}
Note que para fazer a vinculação utilizamos a diretiva @import e ela deve ser declarada na folha de estilos antes de qualquer regra.
Importando o arquivo dentro do HTML
Este tipo faz a vinculação dentro do documento HTML entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, através do elemento ‹style›, mas usando a diretiva @import antes das regras CSS.<head>
<style type=”text/css”>
@import url(estilos-extras.css);
</style>
</head>
O uso da diretiva @import não é a mais indicada para incorporação de folha de estilo externa devida a problemas de performance. Procure, sempre que possível, usar o elemento ‹link›.
Folha de estilo incorporada
Folha de estilo incorporada também conhecida como folha de estilo interna é aquela que você vincula dentro documento entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, através do elemento ‹style›. Veja como a seguir:<head>
<style type=”text/css”>
.um-seletor-qualquer {
margin: 0;
padding: 0;
background-color: #ff0000;
font-size: 18px;
}
<style>
<head>
Este tipo de vinculação é indicada para aplicar em uma página única, ou seja, somente a página que tiver a folha de estilo incorporada receberá os estilos.
Folha de estilo em escopo
A folha de estilo em escopo também é utilizada dentro do documento HTML, mas o que difere das incorporadas é que elas ficam dentro de um contêiner de marcação HTML e os estilos somente serão aplicados para os elementos dentro deste contêiner. Veja a seguir.<div>
<style type=”text/css” scopped=”scopped”>
/* Aqui vão as regras CSS */
</style>

<!– Aqui vão os elementos HTML que receberão os estilos

</div>
Folha de estilo inline
Folha de estilos inline é quando uma declaração CSS é incorporada dentro de uma tag de abertura de um elemento através do atributo style. Veja a seguir.<p style=”font-size: 14px; color: #ccc; text-align: center;”>Aqui está um parágrafo de cor cinza alinhado no centro.</p>
Este tipo de vinculação deve ser desencorajado por misturar marcação com apresentação onde se perde as vantagens de se utilizar o CSS.
Como criar um arquivo CSS
Quando os estilos CSS estiverem dentro do arquivo HTML, obviamente a extensão será .html. Agora um arquivo com estilos separados para ser vinculado ao site deve ser salvo com a extensão .css.
Você pode até criar logo de cara um arquivo CSS. Mas faz mais sentido antes de criar este arquivo ter acesso aos elementos que serão estilizados. Então você precisa primeiro de um arquivo HTML.
Vamos então a uma página básica com um simples parágrafo. E nele insira uma folha de estilo externa. Você pode nomeá-la como estilo.css ou outro nome que desejar e que seja relacionado com o projeto.<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”UTF-8″>
<title>Minha primeira página com meus estilos CSS</title>
<link rel=”stylesheet” href=”estilo.css”>
</head>
<body>
<p>Esta página possui a cor de fundo azul conforme valor declarado na regra CSS dentro do arquivo “estilo.css”</p>
<p>O texto usado possui a cor branca.</p>
</body>
</html>
Você pode salvar o documento com o nome que desejar desde que tenha a extensão .html. A imagem a seguir mostra uma página sem seus estilos CSS.

Com o HTML salvo você já pode estilizar os elementos.
Utilizando seu editor de códigos preferido abra um novo documento. Se ele permitir escolha que deve ser um arquivo do tipo CSS. Aqui no exemplo vou utilizar o bloco de notas.
Digite suas primeiras regras CSS. Como você ainda não conhece muito sobre propriedades copie o código a seguir:body {
background-color: #05a4e7;
margin: 0;
padding: 2em;
font-size: 1.2em;
}
p {
color: #fff;
}
Salve o arquivo com o nome do arquivo conforme está dentro da tag do elemento <link>. Você pode salvar na mesma pasta que salvou o arquivo HTML.
Não esqueça de digitar e extensão .css. Escolha também no bloco de notas o tipo como “Todos os arquivos” e a codificação UTF-8.

Vá para o local onde você salvou o documento HTML e abra o arquivo clicando duas vezes sobre ele.
Você verá a página aberta no navegador principal instalado em sua máquina.

Lógico que o resultado é simples porém é mais apresentável do que a página sem estilos.
Agora o próximo caminho é conhecer as propriedades CSS. Você pode começar aos poucos por aquelas com uso mais acentuado. Aqui no Chief você pode encontrar uma lista com explicação de propriedades bastante usadas que eu sugiro a leitura.
Conclusão
Este guia só foi o pontapé inicial para você começar aplicar as primeiras regras em CSS. A partir dele você já pode criar suas primeiras folhas de estilo, executar todos os tipos de vinculação e fazer pequenas estilizações.
Mas os estudos precisam avançar! Por isso deixo uma lista útil de artigos do Chief of Design sobre CSS para você consultar posteriormente.
CSS e suas Propriedades mais usadas!
Tipografia para web – Parte 01
Como usar o CSS3 media queries para que seu site atenda a diferentes resoluções de tela
Flexbox CSS3 – Guia para iniciantes
CSS Grid Layout – Guia introdutório
CSS3 Animation – Tutorial para iniciantes
Espero que este artigo tenha sido útil e esclarecido suas dúvidas iniciais. Quaisquer dúvidas deixe um comentário.
Abraço!
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O que é CSS?
Fonte: Chef of Design

O que é HTML?

O que é HTML?

Se você chegou até este artigo é provável que no mínimo saiba que o HTML é uma linguagem para construção de websites. É bem possível também que tenha interesse em descobrir sobre o processo para desenvolvimento de websites.
Pois bem. Como iniciante, começar com HTML é o caminho mais indicado, pois te trará um resultado visual mínimo em pouco tempo de estudo e porque se trata da linguagem base para estruturação de páginas web.
Tá a fim de aprender a construir páginas web? Então te convido a continuar a leitura deste artigo que vai te mostrar os princípios básicos desta linguagem que foi o ponto de partida para muitos desenvolvedores e web designers de sucesso e que pode ser o seu também.
Neste artigo você encontrará a definição de elementos, atributos, tags, termos esses comuns e relacionados ao HTML. Conhecerá alguns elementos básicos e suas estruturas de marcação. E entenderá também a estrutura de uma página web comum construída com puro HTML.
Neste artigo você verá:

O que é HTML?
Para que o HTML serve?
O HTML integra as linguagens que formam as camadas de desenvolvimento web
Vale a pena aprender HTML?
Os requisitos para aprender HTML
O que são tags e o que são elementos HTML?
Sintaxe HTML
Elemento HTML

Elementos vazios
Elementos dentro de outros elementos
Atributos
Estrutura básica do HTML [Montando sua primeira página web]

O que é HTML?

HTML é um acrônimo para HyperText Markup Language, que em português quer dizer linguagem de marcação de hipertexto. Se trata de uma linguagem de marcação que usamos para publicarmos conteúdo (texto, imagem, vídeo, áudio e etc) na Web.
Para que o HTML serve?

Serve para que o navegador o interprete, informando-o como estruturar a página web, e exiba seu conteúdo quando você acessa essa página pela internet.
O HTML integra as linguagens que formam as camadas de desenvolvimento web
Quando acessamos uma página web a interface resultante, em grande parte dos casos, é obtida através de 3 camadas com funções diferenciadas. Cada camada é representada por uma linguagem específica.
É importante que você saiba da existência dessas camadas para entender que o HTML não trabalha sozinho. As outras linguagens que formam a camada de desenvolvimento são o CSS e o Javascript. Grande parte das páginas web são formadas por códigos das 3 linguagens.
HTML – A camada que apresenta o conteúdo
Podemos dizer que o HTML é a primeira camada. É nesta camada que atribuímos semântica ao conteúdo. É onde podemos dizer que determinada informação é um parágrafo, que determinado texto é um artigo, etc.
O HTML é responsável por exibir o conteúdo dando-lhe significado.
CSS – A camada que dá forma aos elementos do HTML
O CSS é uma linguagem de estilização, formatação. Quando você vê um texto com determinada estilo, uma página com determinada cor de fundo ou um bloco envolto a uma borda saiba que tudo isso foi obtido com CSS.
O CSS seleciona um elemento do HTML para estilizá-lo e apresentá-lo como nova forma no navegador.
Javascript – A camada que adiciona comportamentos dinâmicos
Quando o usuário está em contato com a interface de uma página pode a qualquer momento executar uma ação que resulte em um comportamento na página. Muitos desses resultados devem-se a acionamentos de scripts criado pela linguagem Javascript.
Um exemplo bem comum de comportamento dinâmico obtido com Javascript é quando ao preencher um formulário erramos o e-mail é o sistema nos avisa.
Mas o HTML é o fundamental
O HTML é a linguagem base e a primeira que acredito que deve ser aprendida. Ela é tão importante que tanto o CSS quanto o Javascript vinculam em seus códigos elementos, classes ou identificadores HTML para que uma ação seja executa dentro do arquivo HTML.
Entender as camadas de desenvolvimento web te ajudará na compreensão de como as linguagens se relacionam e também como a área de desenvolvimento atribuem as funções entre seus colaboradores.
A seguir deixo um material mais aprofundado em vídeo que ilustra bem as camadas web.

Vale a pena aprender HTML?

Se seu objetivo é mesmo construir sites, vale a pena aprender HTML. Mesmo que você tenha dúvida se é difícil ou trabalhoso, vale pelo menos começar a ter contato com a linguagem para você avaliar.
As opiniões são divididas sobre o nível de dificuldade em aprender o HTML. Lógico que a absorção de conhecimentos não é a mesma em todas pessoas, porém qualquer receio não te deve paralisar na meta de aprender.
Já nos primeiros contatos com o HTML você conseguirá visualizar resultados animadores em seu navegador com os primeiros conteúdos expostos. É isso te animará no decorrer dos estudos.
O que faz valer a pena começar a aprender esta linguagem são os fatos de você já começar a entender todo o funcionamento que envolve a confecção de páginas, a construir suas primeiras páginas, a entender e interpretar códigos para fazer a manutenção de sites e saber se comunicar com equipes de trabalho sobre detalhes que envolvem a codificação.
Sem contar que para aprender outras linguagens que envolvem a construção de sites é pré-requisito já dominar o HTML.
Requisitos para aprender HTML

Para que você aprenda HTML é suficiente ter conhecimentos básicos de informática. Também é necessário que esteja instalado em sua máquina um software que possibilite a manipulação de códigos. O bloco de notas consegue executar a tarefa e ele te força aprender por não ter nenhum recurso que autocomplete códigos.
Softwares são criados e descontinuados, por isso vou indicar dois que uso que estão ativos no momento que escrevo este artigo, e que você pode usar quando já tiver um bom domínio e quiser algo que agilize seu trabalho. São eles; o Sublime Text e o Notepad ++. Mas você é livre para pesquisar sobre editores HTML até encontrar aquele que te traga melhores benefícios.
O que são tags e o que são elementos HTML?
Quando se fala em trabalhar com códigos HTML temos em mente que existe uma forma lógica para dispor o conjunto de caracteres para construção desses códigos que mostrarão o conteúdo. Se trata da sintaxe. A forma trabalhada no HTML são através de tags.
Tags são marcas específicas, instruções que delimitam o conteúdo e informam ao navegador sobre que tipo de informação se trata (um título, um parágrafo, uma lista). Quando você enxerga um elemento visual em una página web, desde um texto, uma foto ou um vídeo, saiba que eles são inseridos através de tags.
Toda tag contém um nome (nome da marca) e este também dá designação ao elemento HTML. Elas são usadas para marcar o início e o final de um elemento. A partir daí podemos concluir que os elementos HTML são construídos por tags.
Elementos especificam como documentos HTML devem ser construídos. Através deles pode-se determinar qual tipo de conteúdo e onde ele, dentro do documento HTML, pode ser inserido e também transmitir significado semântico ao conteúdo inserido.
Vamos agora expor melhor na sintaxe HTML como as tags formam os elementos HTML.
Sintaxe HTML
Cada elemento é formado por uma tag de abertura e uma tag de fechamento. E entre essas tags é colocado o conteúdo.
Tag de abertura
A tag de abertura marca o início do elemento. Ela inicia-se com o sinal de menor <, seguindo pelo nome da tag que representa o elemento que queremos inserir no documento HTML e finalizando com o sinal de maior >.
Para exemplificar vamos usar a tag que instrui para inserção de um parágrafo (p).

Tag de fechamento
A tag de fechamento marca o fim do elemento. É similar a tag de abertura e se diferencia pelo uso de uma barra após o sinal de menor. Então, inicia-se com o sinal de menor <, seguido pelo sinal de barra ⁄, depois pelo nome da tag que representa o elemento que queremos inserir no documento HTML e finalizando com o sinal de maior >.

A seguir temos mais um vídeo que ilustra bem didática a sintaxe web. Confira!

Agora o que falta é entender como forma o elemento.
Elemento
Vamos continuar usando o parágrafo como exemplo. Para desenvolver o elemento primeiro colocamos a tag de abertura <p>, depois a informação que queremos exibir, e para encerrar a tag de fechamento </p>.<p>Este é um parágrafo.</p>

Elementos vazios
Existem alguns elementos que possuem apenas a tag de abertura. São chamados elementos vazios ou nulos. A tag de abertura destes elementos possuem fechamento automático.

Vamos ver um exemplo com a tag usada para quebra de linha em textos:<p>Av. Itaquera, 1000 – Itaquera<br>São Paulo – SP</p>
Neste caso vemos um parágrafo onde após o elemento <br>; a linha é quebrada e o conteúdo continua na linha seguinte.
O uso do elemento do vazio é simples assim com somente uma tag. Não existem conteúdos entre tags de abertura e fechamento como nos elementos comuns.
Em alguns casos você poderá encontrar elementos nulos com auto-fechamento. Eles geralmente são encontrados em uma versão extensível do HTML, o XHTML. O resultado das duas versões é o mesmo. Veja a seguir o resultado:<p>Av. Itaquera, 1000 – Itaquera<br/>São Paulo – SP</p>
Elementos dentro de outros elementos (Aninhamento)
Será comum para você, quando tiver lidando com códigos HTML, ver um elemento dentro de outro. A este comportamento chamamos de aninhamento, onde se costuma também dizer que o elemento que contém, que abriga o elemento interno é o elemento “pai” (elemento ancestral) e o abrigado é o elemento “filho” (elemento descendente).
Vamos a um exemplo:<p>O Web Designer PRO é <strong>o curso oficial de web design</strong> do Chief of Design. <strong>Não aceite imitações!</strong></p>
No exemplo acima temos um elemento pai (p) que contém dois elementos filhos (strong). Portanto strong, tag usada para enfatizar trecho de uma frase, está aninhada dentro de p.
Atributos
São instruções extras que damos a um elemento HTML para que se execute um comportamento específico. Estes atributos são inseridos nas tags de abertura.
Digamos que queremos que um texto venha a possuir uma cor vermelha. Podemos inserir na tag de abertura um atributo chamado “class”. Class se significa “classe”. Com essa classe podemos acionar a tag (que está com a determinada class) com a linguagem de formatação CSS e assim alterar a cor do texto para vermelho.
A inserção do atributo se dá da seguinte forma na tag de abertura:

Primeiro insira o sinal de menor < seguido do nome da tag do elemento a ser inserido.
Em seguida deixe um espaço vazio.
Depois coloque o nome do atributo a ser usado seguido de um sinal de igual ₌.
Logo após abra duas aspas e coloque dentro um valor para o atributo.
Para encerrar coloque o sinal de maior >.

Um exemplo da sintaxe:<p class=”altera_Cor”>Texto vermelho</p>
Nem todos os tipos de atributos são usados por todos elementos, alguns são específicos para cada tipo de elemento. Quando um atributo pode ser usado em qualquer elemento HTML ele faz parte dos atributos globais.
É importante conhecer os atributos, entretanto a princípio eu aconselho a focar em conhecer os elementos HTML para em segundo momento conhecer os atributos. Você pode consultar mais sobre atributos neste link.
Estrutura básica [Montando sua primeira página web]
Agora te explicarei em passos simples como montar sua primeira página web. Não espere nada avançado. É como aprender a dirigir: começamos pela primeira marcha. No nosso caso, uma página com conteúdo simples.
Vamos montar a estrutura mais básica usando elementos HTML estruturais comuns e fundamentais em qualquer página.
O que vamos precisar?
Você pode optar por fazer o que proponho a qualquer momento. Mas de toda forma vou te passar o processo em etapas, que no total nem leva 5 minutos para executar, e dentro das etapas explico a função de cada elemento usado.
Tudo que você precisa é abrir em sua máquina um editor de texto estilo bloco de notas ou seu editor favorito. Opcionalmente você pode até deixar preparada uma pasta para salvar este arquivo e possíveis arquivos que você venha a criar como forma de estudo.
Passo 1 – Inserção do elemento html
O elemento html é a raiz do documento. Ele é formado pela tag de abertura <html> e pela tag de fechamento </html>. Essas tags delimitam o documento.
Abra um novo documento em seu editor e digite as tags do elemento html da forma a seguir:<html>
</html>
No código acima podemos notar que iniciamos, na primeira linha com elemento raiz cuja abertura deu-se com a tag <html> e seu fechamento se concretiza na última linha com a tag </html>.
Passo 2 – Inserção do elemento head
O elemento head é responsável por abrigar elementos do cabeçalho. É comum encontras elementos para estilos, scripts e meta tags. Ele é formado pela tag de abertura <head> e pela tag de fechamento </head>. Essas tags delimitam o documento.
O elemento head é “filho” do elemento “html”.
Para esse segundo passo coloque as tags de head entre as tags de abertura e fechamento do elemento html conforme a seguir:<html>
<head>
</head>
</html>
OBSERVAÇÃO: Você pode notar que antes das tags de head existem espaços em branco. Esse comportamento é resultado da indentação. Indentação consiste em organizar seu código para que ele fique esteticamente agradável e principalmente legível.
Você pode indentar seu código usando a tecla TAB antes das tags.
Passo 3 – Inserção da meta tag que informa o formato de codificação de caracteres
Meta tags são responsáveis por fornecer informações importantes sobre o documento HTML. Com elas é possível passar informações que descrevem o conteúdo da sua página para os buscadores, informar qual o idioma usado na página, informar quem é o autor do código, entre outras funções.
Nesse passo vamos usar uma meta tag que informa o formato de codificação de caracteres. Isso para que sua página não fique com caracteres estranhos como na imagem a seguir.

Nesta meta tag usaremos o atributo charset e o valor utf-8.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento head a metag tag.
OBSERVAÇÃO: Esta meta tag é um elemento vazio.<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
</head>
</html>
Passo 4 – Inserção do elemento title
Esse elemento é responsável pela exibição título que você vê na parte superior do seu navegador (barra de ferramentas).
Ele é formado pela tag de abertura <title> e pela tag de fechamento </title>. O conteúdo que você digitar entre essas tags será o texto que aparecerá na parte superior do navegador.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, e logo após a meta tag, as tags do elemento title conforme a seguir:<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
</html>
OBSERVAÇÃO: Você é livre para digitar o conteúdo que bem entender entre as tags de title. Faça o teste.
Passo 5 – Inserção do elemento body
Esse é um elemento fundamental dentro do documento HTML. Ele ilustra o corpo da página. E através dele que é possível exibir conteúdos na página. Entre as tags deste elemento é que vão ser inseridas outras tags específicas para inserção de conteúdo e divisão de seções.
O elemento body é formado pela tag de abertura <body> e pela tag de fechamento </body>.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento html, e logo após a tag de fechamento do elemento head as tags do elemento body conforme a seguir:<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
</body>
</html>
Passo 6 – Inserção do DOCTYPE
Prometi para você mostrar as tags fundamentais em uma página. Nos passos apresentados você teve contato com elas. Entretanto existem um elemento adicional importante, que não se trata de uma tag, e deve constar dentro documento HTML, Falo do DOCTYPE.
DOCTYPE é uma declaração responsável por dizer aos navegadores qual a versão do HTML que foi escrito o documento. Essa declaração deve estar posicionada no começo do documento.
A versão mais comum encontrada em sites no momento que escrevo este artigo é o HTML5. Também é a versão mais simples de declarar. Você pode conhecer os outros tipos de declaração neste link.
Aqui vou exemplificar uso do DOCTYE para o HTML5. Para declara basta que você digite o seguinte código na primeira linha de seu editor antes da tag de abertura do elemento html.<!DOCTYPE html>
Veja a seguir como deve ficar o código:<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
</body>
</html>
Passo 6 – Salvar o documento HTML
Salve o arquivo no seu computador na pasta de seu escolha.
Caso use o bloco de notas, no menu selecione “Arquivo” e depois “Salvar como”.
Nomeie o arquivo “index.html”. Você pode definir até outro nome para o arquivo, porém a extensão deve ser .html.
Em tipo seleciona a opção “Todos os arquivos” e defina a codificação como “UTF-8”.

Passo 7 – Visualize a página no seu navegador
Vá para o local onde você salvou o documento HTML e abra o arquivo clicando duas vezes sobre ele.
Você verá a página aberta no navegador principal instalado em sua máquina.
Entretanto os passos NÃO PARAM por aí, porque apesar de termos uma página HTML pronta ainda não é possível ver o conteúdo. No exemplo, você somente verá o título da página no topo do navegador.

Mas não fique decepcionado. Mostrarei mais dois elementos HTML bastante usado em páginas web que mostrarão enfim sua página com conteúdo no próximo passo.
Passo 8 – Inserção dos elementos h1 e p
O elemento h1 é responsável por exibir o título mais importante no corpo da página. Não confundir este título com o título do elemento title. Como você já sabe o title exibe o título no topo do navegador.
O elemento p é um velho conhecido. Ele é responsável por inserir parágrafos.
Esses elementos serão inseridos entre as tags de abertura e fechamento de body. Proceda conforme o código a seguir. Você pode alterar os conteúdos entre as tags dos elementos se preferir.<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
<h1>Minha primeira página web</h1>
<p>Aprendi a construir minha primeira página web com o Chief of Design.</p>
</body>
</html>
Salve o arquivo no mesmo local que você salvou a última vez. Seu sistema alertará se você quer substituir o arquivo. Substitua.
Após isso, vá até o arquivo e abra para visualizar no navegador. Você terá um resultado similar a este:

Lógico que é o resultado obtido foi algo simples. Ao adquirir o conhecimento sobre as outras tags existentes você pode evoluir e inserir diversos tipos de conteúdo. Com o HTML é possível inserir itens que você com certeza já interagiu navegando pela web como vídeos, imagens, listas, formulários, tabelas, áudios, entre outros.
Conclusão
Este guia só foi o pontapé inicial, mas o fundamental de uso mais constantes você já conheceu. O HTML é uma linguagem fantástica daquela que quando pegamos gosto se torna um conhecimento que sempre queremos aplica-lo e evoluir em saber mais.
Espero que este artigo tenha sido útil e esclarecido suas dúvidas iniciais. Outras virão. Então se sinta a vontade para expor suas dúvidas na seção de comentários.
Sugiro também a leitura do artigo “18 coisas sobre HTML que eu gostaria que tivessem me dito quando comecei a criar meu primeiro site”. E que também assista a playlist do Chief of Design sobre HTML e CSS. Você pode assistir o curso de fluência em HTML e CSS clicando aqui!
Peço também que compartilhe esta artigo com amigos que também queiram se informar sobre o HTML.
Abraço!
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O que é HTML?
Fonte: Chef of Design