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O que é design digital? O que faz um designer digital?

O que é design digital? O que faz um designer digital?

Eae? Td bele!

Existem tantos nome e terminologias referentes ao Design, que vira e mexe temos que abordar sobre elas nos canais do Chief, na web, para esclarecer as dúvidas dos Galuchos. A terminologia da vez é o Design Digital.

Se você atua com criação e utiliza os fundamentos do design você verá que o Design Digital tem muita similaridade como por exemplo, o Design Gráfico e o Web Design.

E se você quer saber mais sobre a profissão de Designer Digital, neste artigo você encontrará as principais informações sobre esta profissão e poderá assim decidir se esse caminho que você quer seguir profissionalmente.

E neste artigo você saberá:

O que é Design Digital?;Diferenças e semelhanças entre o Design Digital e o Design Gráfico;O que faz um Designer Digital?;O Perfil de um Designer Digital;Conhecimentos fundamentais;O Mercado de trabalho;Quanto ganha um Designer Digital?;Precisa de diploma para ser Designer Digital?Quais outras opções de cursos?

O que é Design Digital?

Design Digital é um segmento do Design Visual em que o Designer projeta soluções funcionais para telas de dispositivos diversos.

Para que as soluções se tornem funcionais, nessas telas, o profissional da área utiliza-se da aplicação de conceitos e técnicas específicas para desenvolvimento de layout em telas e dos fundamentos de design necessários.

Entenda-se que o Design Digital tem como uma peculiaridade de fazer com que os layouts projetados funcionem, na maioria dos casos, em dispositivos de diferentes tamanhos. Hoje no mercado temos uma variedade de tamanhos de telas que vai desde telas dos Smartwatches, passando pelos smartphones e chegando até as Smart TVs.

Design Digital versus Design Gráfico

Existe muita similaridade entre o Design Gráfico e o Design Digital, isso porque ambos usam praticamente os mesmos fundamentos. O que diferencia é onde os fundamentos são aplicados, já que cada um deles trabalha em “plataformas” diferentes. Sendo assim, o Designer Gráfico atua em processos gráficos, impressão e podendo até criar peças digitais. O Designer Digital é mais específico para projetar para telas de dispositivos.

O que faz um Designer Digital?

O Designer Digital é o profissional especializado em programação visual que aplica-o em diversos meios digitais.

Ele utiliza recursos como imagens, textos e ilustrações que são distribuídos harmoniosamente aplicando-se os fundamentos do design necessários para expressar os objetivos de comunicação do projeto.

Com esses recursos em mãos esse profissional desempenha importante papel em tarefas que envolvam o planejamento e produção de comunicação visual para:

Sites;Interfaces digitais;Animação/Motion Design;eBooks;Editoração eletrônico;Social Media;Games.

Mas podendo também fazer:

Identidade visual;Peças gráficas;Direção de arte;UX;Arquitetura de informação;Outros.

Perfil de um Designer Digital

Os desafios encontrados em áreas correlacionados do Design são muitos parecidos e geralmente são focados em soluções de problemas, e na maioria dos casos, relacionados a pessoas.

Por isso acredito que as que as principais característica que te favorecem a ser um bom Designer Digital são a vontade de aprender, a empatia e gostar de resolver problemas de forma criativa.

Mas logicamente que existem outras características podem indicar se você tem o perfil para atuar na área. Dentre elas se destacam:

Gostar de artes e eventos culturais – Quanto maior é o seu repertório, mais abrangente de elementos visuais, mais a sua criatividade aflora e contribuí na composição de seus projetos. Portanto assistir filmes, ir em exposições, ler livros e revistas, e até analisar a composição gráfica destes podem aumentar seu repertório.

Ter bom senso estético – Você precisa saber julgar e decidir não só o que é belo, mas também agradável aos sentidos do ser humano.

Saber expressar ideias através do desenho – Isso não quer dizer que você precisa ser um exímio desenhista, não é isso. Basta que com alguns traços você consiga rascunhar uma ideia.

Gostar de tecnologia – Atualmente Design e tecnologia caminham juntos. Um Designer passa boa parte do tempo manuseando softwares gráficos e pesquisando referências na internet.

Saber trabalhar em equipe – Você pode até trabalhar de forma independente como freelancer, mas de qualquer forma em muitos projetos você precisará interagir com profissionais de outras áreas e equipes para debater sobre planejamento e outras questões.

Comprometimento com os resultados – Se comprometer com o que foi acordado garante que você entregue de acordo com os requisitos e dentro do prazo.

Conhecimentos fundamentais

Para que você possa entregar soluções que tragam resultados a seus clientes você precisa se munir de conhecimentos fundamentais. Vou apresentar alguns deles dividindo em duas categorias: os fundamentos e as ferramentas.

Fundamentos:

Me refiro aqui a fundamentos como proximidade, alinhamento, unidade, equilíbrio, formas, ergonomia, semiótica, gestalt, cor, tipografia, grids, diagramação,imagens, etc.

Ferramentas:

Fundamental também é dominar softwares diversos que vão desde editores gráficos, passando para editores de vídeo, até construtores de interfaces e editores de códigos. 

Destacamos o Photoshop, Illustrator, Corel Draw, InDesign, After Effects, Premiere, Figma, Adobe XD, Invision, Sketch e Sublime Text.

Mercado de trabalho – Onde trabalha um Designer Digital

Basicamente o Designer Digital atua com Web Design, Design para APPs, Animação Digital, Design de informação, Design de interação, Edição de vídeo, Social Media, Criação de Games, entre outros.

O Designer Digital é requisitado por empresas de comunicação e indústrias de diversos setores. Ele pode trabalhar tanto em Instituições públicas, privadas e do terceiro setor que demandem criação projetos de comunicação visual.

Ele pode atuar em:

agências de publicidade;empresas de TI;departamento de comunicação e marketing de empresas;escritórios e estúdios de design;produtoras de vídeo e cinema, emissoras de TV;produtoras de games e animações;startups;empresas que precisam de programação visual em geral.

Ele também pode atuar como freelancer pessoa física ou jurídica.

Quanto ganha um Designer Digital?

Segundo o site Glassdoor, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário de um Designer Digital está entre R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00.

Mas esse valor pode variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa, sua experiência, entre outros.

Precisa de diploma para ser Designer Digital? Precisa ter Curso Superior?

Para que uma pessoa trabalhe como Designer Digital não é exigida a formação superior, pois a profissão ainda não é regulamentada. 

Portanto a experiência de mercado e um bom portfólio que comprove que você é capaz de executar as tarefas inerentes a área, podem ser (normalmente são) mais importantes e os suficientes para que você atue no mercado de trabalho.

Óbvio que um curso superior sempre terá um peso extra. Inclusive se você quiser saber mais sobre faculdade de Design Digital, sugiro pesquisar no Quero Bolsa.

O site Quero Bolsa disponibiliza bolsas com até 75% em cursos superior, tecnólogo ou bacharel ,e de pós-graduação em design.

Se você vai entrar na faculdade, antes de qualquer coisa sugiro fortemente que acesse agora o Quero Bolsa e veja se não tem nenhuma bolsa na faculdade que você deseja entrar. Eu mesmo usei o Quero Bolsa e foi muito útil na minha época. Não perca tempo! CLIQUE AQUI e saiba mais.

Quais outras opções de cursos o mercado oferece para mim?

Além do Curso Superior (Bacharelado e Tecnólogo), as outras opções de aprender sobre Design Digital são:

Cursos livres (presenciais): cursos presenciais de curta duração;Cursos online: cursos no formato EAD, onde você pode estudar de casa com um preço, comumente, mais barato. Aqui no Chief of Design nós possuímos o curso Web Designer PRO que apesar da nomenclatura, ele oferece um sua grade importantes conceitos e técnicas para quem quer atuar com Design Digital.Curso Técnico;Curso de Especialização, Pós-Graduação;Mestrado.

Material complementar

Para mais detalhes sobre a área de Design Digital eu disponibilizo a seguir uma material extra em vvídeo a seguir.

Considerações Finais

A área de Design Digital é uma área dinâmica que vai de encontro com as tecnologias mais modernas abrindo espaço para o profissional possa até se aventurar por ramificações do design como UX Design, UI Design, Web Design, Design de Games só para citar alguns.

Caso você queira contar com uma fonte de conteúdos que abrange conhecimentos fundamentais do Design Digital eu te indico conhecer o Curso Web Designer PRO onde você será apresentado a técnicas e fundamentos importantes para construção de interfaces para diferentes dispositivos.

⭐️Curso Web Designer PRO⭐️

Saiba mais ➡ https://www.webdesignercursos.com.br/

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse artigo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse 😀

Deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de Design Digital, nos comentários abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço.
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O que é design digital? O que faz um designer digital?
Fonte: Chef of Design

WordPress como Ferramenta de Marketing Digital

WordPress como Ferramenta de Marketing Digital

Eae, tudo bele?
No dia 13/10/2018 eu palestrei no WordCamp2018. O tema da minha palestra foi: WordPress como Ferramenta de Marketing Digital: Como o WordPress pode te ajudar a alavancar o seu negócio?
O WordPress é uma ótima ferramenta para quem é empreendedor e nessa palestra eu mostrei como nós utilizamos esse CMS aqui no Chief of Design e também em outros projetos.
E a oportunidade de palestrar no WordCamp foi incrível. A comunidade aqui do Brasil, e principal a de São Paulo, é uma das maiores do mundo.
Assista abaixo a palestra que ministrei e veja como foi esse super evento de tecnologia. E caso queira os slides da palestra, você pode conferir aqui.
WordPress como ferramenta de marketing digital – Palestra WordCamp 2018

E já que falei tanto sobre WordPress na palestra, vou complementar este artigo com mais conteúdo, para você entender por completo entender como o WordPress pode ser uma ótima ferramenta de marketing digital ajudando a melhorar o seu negócio, vamos entender um pouco do que se trata esse CMS.
O que é o WordPress?

Caso você nunca tenha ouvido falar em WordPress saiba que ele é uma plataforma de Gerenciamento de conteúdo, ou para muitos o CMS (que tem na prática o mesmo significado). Esta a é a plataforma para publicação de conteúdo mais usada no mundo e engloba quase 70% do mercado que trabalham com CMSs.
O que você poderá fazer caso domine este CMS?

Depende do objetivo. Se você pretende apenas trabalhar com conteúdo você poderá administrar todas as publicações do site através da construção de páginas, galeria de imagens, páginas de produtos, posts de blogs, entre outro tipos de conteúdo, e também executar agendamento e exclusão dos mesmos.
Também poderá instalar funcionalidades através de instalação de plugins e gerenciar comentários, se ativada esta função no projeto, e até gerenciamento de contas de colaboradores do projeto.
Caso seu objetivo seja a construção de um site, você poderá usar de recursos próprios do WordPress para agilizar seu trabalho e até ativar funcionalidades interessantes na própria interface desta plataforma sem muitas dificuldades. Entretanto você potencializará os seus layouts caso possua conhecimentos em linguagens de marcação, estilização [** Dica: To falando do HTML & CSS  e o melhor é que temos um ebook pra isso, viu! é  clicar no banner que está aí algum lugar desta página :P]  e/ou programação.
Quais recursos o WordPress oferece?

Além das inúmeras funcionalidades que esta plataforma disponibiliza, através de seus temas e plugins, também possui suporte em uma das comunidades mais engajadas que podemos encontrar na web, o que possibilita a você encontrar muitas variedades de soluções para problemas diversos.
Porque você deve aprender a mexer nesta plataforma?
O aprendizado deste CMS é imprescindível nos dias de hoje porquê:

pelo fato do mercado exigir cada vez mais profissionais habilitados nesta plataforma, pela possibilidade de oferecer aos criativos que não lidam com programação uma forma de aplicar funcionalidades através de configurações intuitivas em seu painel de controle;
porque possibilita a profissionais de front-end personalizar temas já existentes através de HTML e CSS e a desenvolvedores criarem temas do zero bastando ter acesso à documentação do WP;
E o principal: como esse sistema possibilita o gerenciamento, seus clientes poderão realizar a atualização dos conteúdos dos sites sem depender de você, bastando que ele seja orientado com as ferramentas de publicação que o WordPress oferece.

Não confunda WordPress.ORG com WordPress.COM

É importante ressaltar que tudo que foi dito até agora foi sobre o WordPress.ORG.
O WordPress.ORG é um projeto que oferece um aplicativo gratuito cujos arquivos você tem a total liberdade para modificá-los. Para que este aplicativo funcione, e você possa mexer na plataforma para construir seu site, você precisa hospedá-lo em um servidor.
Em relação ao WordPress.COM se trata de uma plataforma online, isso quer dizer que você não precisa baixar arquivos de forma alguma para instalar em uma hospedagem. Todos os recursos já vem prontos em uma hospedagem própria da plataforma. Mas possui muitas limitações. Exemplo: para que você ative funcionalidades extras você é obrigado a adquirir planos pagos para isso. Para você ter uma ideia para apenas adicionar um domínio é precisa pagar um plano.
Já com o WordPress.ORG. não existem estas limitações em relação as customizações, e grande parte das funcionalidades que você instala através de plugins é gratuita.
Na palestra eu falo sobre motivos para você utilizar o WordPress e como você pode utilizar o WordPress para a criação de:

Blogs;
Landingpages;
Testes A/B;
Para conseguir tráfego via SEO;
Entre outros.

Além de todas essas possibilidades de criação, deixarei alguns desses motivos aqui em texto para você conferir.
WordPress é fácil para instalar, configurar, gerenciar e manter
Umas das questões que tenho que lidar é administração de tempo. Ah , como é complicado, viu!
Então lidar com uma ferramenta que traga facilidades é um dos pré-requisitos para escolha de um CMS.
Já naquele tempo, quando comecei a rascunhar as primeiras ideias sobre o Chief, ganhar tempo era uma prioridade, afinal só poderia mexer no projeto nos momentos de folga e dedicar o maior tempo com criação de conteúdo e o mínimo com gerenciamento.
Para quem for instalar o WordPress pela primeira vez pode se surpreender se espera por uma instalação complexa. Porque é simples e rápido.
Em questão de configuração e gerenciamento a curva de aprendizagem é curta. E o CMS avisa sobre a necessidade de atualizações que podem ser feitas a um clique.
Caso você queira saber como instalar o WordPress veja este artigo.
E dependendo da hospedagem que utilizar essa ação pode até ser mais simples com instaladores automáticos. Como a Hostnet, por exemplo que tem o seu próprio sistema de instalação focado em WordPress.
É de código aberto

Vista que o Chief era um projeto que estava começando, umas das premissas era atingir os primeiros objetivos com o mínimo de recursos possíveis, ou seja, com pouca audiência prevista nos primeiros meses não se justificava investir em ferramentas caras, servidor dedicado e no que se refere a gerenciador, logicamente, soluções pagas estavam fora de cogitação. Uma solução open source era o que eu buscava.
Pois bem. O WordPress é open source e livre de restrições comerciais e limitações. Você pode baixá-lo e subi-lo no servidor de hospedagem que você escolher e usar da forma que você bem entender.
Possui uma comunidade enorme

Esse lado positivo do WordPress eu enxerguei muito antes mesmo de passar em minha mente em construir um blog sobre conteúdos para Web. Foi quando tive a necessidade de construir um site dinâmico e não sabia por onde começar, que encontrei soluções práticas na grande comunidade que cria conteúdos sobre WordPress, e soube que a partir daí teria respostas para grande parte das minhas dúvidas.
Essa comunidade enorme é consequência de um enorme número de seguidores sedentos por conteúdo. Daí o resultado foi “zilhões” de sites que falam sobre o assunto, um fórum feito especialmente para dar suporte, diversos eventos presenciais sobre o tema pelo mundo e desenvolvedores que criam temas e plugins para o WordPress.
Sabendo disso antecipadamente tive a certeza que o Chief estaria bem amparado.
Lógico que tem muita coisa espalhada na web e que você tem que angariar com paciência, ou optar por treinamentos como o meu curso Web Designer Pro, que possui módulos organizados sobre esse assunto.
Além da comunidade Web, também existem eventos presenciais da comunidade como palestras, workshops e meetups. Inclusive o meu primeiro WordCamp foi o de 2016 aqui em São Paulo. Duvido você me encontrar na foto abaixo

E
Ele é amigável para os mecanismos de buscas
Ter um site “encontrável” é objetivo para qualquer projeto, independente da ferramenta que você desenvolve. Você pode criar um site estático somente com HTML e CSS, mas sua preocupação com SEO deve estar presente.
De nada adiantaria escolher um CMS para o Chief, por melhor que ele seja, que não fosse amigável aos mecanismos de buscas. E WordPress é bem-conceituado neste quesito.
Nada mais, nada menos que Matt Cutts, engenheiro de software e ex-chefe da equipe de spam da web no Google declarou que o WordPress cuida de 80 a 90% de SEO.

Sem contar que você pode instalar uma funcionalidade através de um plugin gratuito chamado Yoast SEO que facilita e muito sua vida, provendo vários aspectos de SEO em seus sites.
Não abro mão deste plugin no Chief. Se você quiser saber mais sobre plugins importantes para o seu site em WordPress, sugiro que leia este outro artigo do aqui do blog.
WordPress é muito mais que um gerenciador para blogs
Já passou da época em que o Worpdress era um ótimo gerenciador de blog. Na verdade, ele é um CMS completo para todos tipos de sites. Basta a instalação de alguns plugins e você já tem uma loja virtual ou uma rede social.
Enquanto projetava o Chief of Design, vislumbrava o que mais um gerenciador de conteúdo poderia prover se eu quisesse oferecer de forma diferente os meus conteúdos. De repente poderia me ver com a necessidade de fornecer aos meus seguidores uma área de membros, poderia necessitar de algum recurso que me ajudasse a conquistar leads, etc.
Hoje em dia, boa parte destes recursos são realidades mesmo que através de plugins premium (pagos). O que faz que eu tenha uma melhor interação com meus seguidores além da interface do blog.
O WordPress possibilita a integração, desde que você adquira ferramentas corretas,desde criados de landingpages, áreas de membros até com ferramentas de e-mail marketing, por exemplo.
Interface de administração intuitiva

Está aí uma coisa que gosto muito no WordPress. A interface administrativa deste CMS é muito boa. O que faz que em pouco tempo usuários comuns possam gerenciar seus projetos.
A interface é intuitiva, fácil de usar e de acessar dados.
Acredito que esse é um os diferenciais do WordPress que você pode levar em consideração na hora de escolher um CMS.
Afinal, grande parte (ou praticamente tudo) das ações que um cliente realizará em um site dinâmico, construído por você, será na área administrativa. E o WordPress manda bem no que se refere ao Design de interface de usuário.
O WordPress possui ótimos temas modernos e responsivos

Existe uma gama de desenvolvedores que constroem sites adaptados para diferentes resoluções de telas. Isso já esperado quando comecei a descobrir o WordPress, tanto que quando comecei o Chief sabia que encontrar um bom tema responsivo não seria problema.
Claro que tendo conhecimentos em CSS, você poderá trabalhar ainda mais a responsividade de seus sites (sobre personalização vou falar mais à frente). Foi o que eu fiz no tema que o Chief usa atualmente.
O WordPress possui uma ferramenta de busca que possibilita encontrar diversos temas. Possui até filtro por características. Mas caso não encontre nos gratuitos o tema o ideal para  você, pode optar por temas pagos como os do site themeforest.
O WordPress possui plugins que são uma mão na roda

O WordPress foi criado para ser estendido. E esta forma de extensão é gerada pelos chamados plugins. A comunidade web aderiu a esta possibilidade e por isso que desenvolvedores em todo mundo criam funcionalidades extras, a todo tempo, que são adicionadas ao núcleo do gerenciador.
Pensou em uma funcionalidade para seu site? A chances de Worpdress ter um plugin que supre essa necessidade é grande.
Reconheço que outros CMSs, como o Drupal e o Joomla, dispõem de extensões como os plugin do Worpdress, mas a disponibilidade e variedade do WordPress é impressionante.
Existem alguns plugins que são tão bem classificados que dificilmente imagino o Chief sem alguns deles.
São plugins para SEO, segurança, performance, redes sociais, formulários, entre tantas funcionalidades que fico pensando o que seria de mim se tivesse que desenvolver tudo isso. Com poucos cliques você instala e ativa e, se precisar, realizar algumas configurações.
Obs.: Só não abuse no uso de plugins para não diminuir a performance de seus sites.
Altamente personalizável
A minha preocupação na hora de construir os meus projetos era se com apenas o domínio de HTML e CSS e fuçando na documentação do WordPress, seria possível personalizar um tema, que baixei na web, a partir do código inserindo campos e seções e personalizando o layout. E a resposta foi sim, tanto que visualmente o blog do Chief é muito diferente do tema original.
Esta personalização é feita através de temas filhos, assunto que poderemos abordar no futuro.
Se você manja de PHP você poderá ter um domínio ainda maior da personalização, pois grande porcentagem da parte funcional de um tema WordPress é formada por arquivos com extensão .php.
É possível também que você faça uma personalização mais abrangente se você dominar a criação de temas raiz ou a partir de um framework para ganhar mais tempo, como por exemplo o framework Odin, desenvolvido pela comunidade brasileira de WordPress.
Temas a partir do zero, temas a partir de frameworks e temas filhos são as formas que possibilitam um projeto altamente personalizável. Todavia ainda existe uma forma que possibilita uma menor de customização, que é através da customização do tema. Essa personalização varia de tema para tema e não mexe de forma efetiva com códigos.
Dependendo do tema é possível alterar a cor de fundo, a imagem de cabeçalho, inserir logo, inserir widgets e até mexer na tipografia.
Em comparação com os outros métodos citados anteriormente ele é bem inferior, porque não permite mexer de forma efetiva e profunda no layout.
 Por que você deveria usar WordPress em seus sites?
Acredito que você já tenha percebido o potencial do wordpress e que utilizá-lo é uma ótima escolha se precisas de sites dinâmicos.
O WordPress pode trazer boas vantagens como: facilidade de instalação e gerenciamento, uma comunidade disposta a oferecer os melhores conteúdos de suporte, um site otimizado para os mecanismos de buscas, funcionalidades extras e temas diversos e a possibilidade de customização. Tudo isso já seria suficiente para aderir a este CMS.
Considerações Finais
Como apresentei na palestra no WordCamp SP 2018, o WordPress pode ser uma ótima ferramenta em suas estratégias de marketing digital.
Se você trabalha com marketing e conteúdo, pode testar esse CMS, você não vai se arrepender. E quem sabe a gente se encontra em algum WordCamp, né?
Deixe o seu comentário ou dúvida abaixo. Fique à vontade!
Forte abraço.
Até Mais.
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WordPress como Ferramenta de Marketing Digital
Fonte: Chef of Design

Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Hoje trago mais um super conteúdo para você. Fiz uma entrevista com o Andrei Gurgel do canal UXlab.
O Andrei é UX/UI Designer dono do canal UXlab, onde ele compartilha conteúdo sobre design de uma forma geral e, principalmente, UX Design.
Nesse bate-papo nós conversamos sobre UX Design, sobre o mercado, Design de Interface, Web Design e UX Design além de dicas para você iniciar na área, como estudar, quais livros pesquisar e etc.
O assunto UX Design está muito em voga, muitos designers gráficos, inclusive, veem no UX uma possibilidade de projeção profissional e melhores ganhos. E isso não é à toa, afinal UX é um assunto muito importante para qualquer empresa independente do serviço ou do produto.
E cada vez mais as empresas estão percebendo isso, por isso, estamos vendo cada vez mais vagas para UX Designers. Por isso sugiro fortemente que você assista o vídeo abaixo.
Então pega o café, se acomoda e curte o vídeo. Confira abaixo a entrevista completa:

Conheça o trabalho do Andrei Gurgel do UXlab:
Andrei Gurgel é Mestre em Design pela UFRN (2014) e trabalha como Designer com foco em interação desde 1997, desenvolvendo desde então diversos projetos de interfaces digitais para empresas no Brasil e no exterior.
Desde 2016, inspirado no seu dia-a-dia como Designer Freelancer, produz conteúdos relacionados ao Design para o canal UXlab no YouTube. Atualmente trabalha como Product Designer (UX e UI) na Toptal e é propagador da Cultura Remota.
Youtube: https://www.youtube.com.br/uxlab
Instagram: https://instagram.com/uxlab.cc
Twitter: https://twitter.com/andreigurgel
O que você achou do vídeo?
Se  gostou do vídeo deixe o seu comentário abaixo! Isso é muito importante para continuarmos com o nosso trabalho e melhorarmos cada vez mais.
Ajude nosso canal curtindo e compartilhando com seus amigos o vídeo.
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Forte abraço.
Até Mais.
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Andrei Gurgel – UXlab – Entrevista🎙 Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief

Eae, tudo bele?
Hoje trago uma entrevista com a desenvolvedora Jakeliny Gracielly, do FCamara.
Além de desenvolvedora a Jake também é palestrante de tecnologia e participa da organização de Meetups como o Nerdzão, o NerdGirls e o WordPress SP.
Essa entrevista é diferente, pois foi gravada pessoalmente, AO VIVO literalmente, feito na empresa FCamara.
Nesse bate-papo nós conversamos sobre mercado de tecnologia, faculdade de tecnologia, posicionamento profissional entre outros assuntos. E também falamos sobre como é o mercado de tecnologia para mulheres. É fato que existem muito menos mulheres nesse segmento, por isso uma parte importante do vídeo é justamente sobre esse assunto.
Então senta, relaxa, pega um café e assista abaixo essa super entrevista.
Entrevista: David Arty e Jakeliny Gracielly

Conheça a Jakeliny Gracielly
Líder de desenvolvimento na FCamara e decodificadora da Matrix. Analista de sistemas e técnica em programação, trabalha há 5 anos em projetos de tecnologia e desenvolvimento. É co-organizadora de comunidades (WordPress São Paulo, Nerdzão e FC Tech), entusiasta de cyber security e inteligência artificial.
Siga a Jakeliny Gracielly:
Site: https://jakeliny.com.br/
Medium: https://medium.com/@jakeliny.gr
Twitter: https://twitter.com/jakelinygr
Instagram:
https://www.instagram.com/jakelinygracielly/
Gostou do vídeo? Eu gostei
Espero que o vídeo tenha sido útil para você, que você tenha gostado e que te ajude de alguma maneira, agregando conhecimento e informação para você seguir a sua trajetória profissional.
Aproveite que está aqui e deixe o seu comentário abaixo!
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Forte abraço.
Até Mais.
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Jakeliny Gracielly – Entrevista🎙Na mesa do Chief
Fonte: Chef of Design

Web designer vs Front-end

Web designer vs Front-end

Eae, tudo bele?
Web designer vs Front-end? O que faz um Web Designer e um Front-End? Quais as diferenças e semelhanças?
Essa dúvida é bem recorrente para os iniciantes e muitos acabam confundindo cada área e o que cada profissional faz. Por isso gravei um vídeo (ao final deste artigo) sobre o tema. Mas antes de você~e assistir ao vídeo (não ouse sair deste artigo sem ver o nosso vídeo, viu!) eu explicarei aqui mesmo neste artigo com detalhes sobre cada tópico.
Vamos nessa?
O que faz um Web Designer?

De forma sucinta, um Web Designer é um profissional que executa design para web. Por isso para compreendermos melhor sua função temos que conhecer o conceito de web design. Veja a seguir:
“Web design é uma área que executa processos que envolvem o planejamento, a criação e a manutenção de interfaces para websites, aplicações web e interfaces digitais em geral, levando em conta a arquitetura de informações, a navegação, a usabilidade e demais aspectos que devem envolver fundamentos de Design.”
Logo um Web Designer planeja, cria e mantém interfaces digitais para web considerando aspectos importantes do Design.
Precisa ser Designer para trabalhar com Web Design?
Se formar Designer será um diferencial para quem pretende criar interfaces para web, porém não acredito ser o primeiro caminho que você deva tomar levando em conta que muitos bons profissionais nem possuem essa formação.
É possível, portanto, se tornar Web Designer sem cursar Design Gráfico. Basta que você utilize todos os meios possíveis para aprender os conceitos de Design.
Pessoas trabalhando, conversando e sorrindo em uma reunião no escritório Por Morrowind /Shutterstock
Web Design é uma área que deriva em suma do Design gráfico, lógico que com suas particularidades que se refere a aplicação para dispositivos web, mas os principais conceitos, como Teoria das cores, Tipografia, Gestalt, Grid, Imagens, entre outros, são presentes para essa área.
Então você tem diferentes possibilidades de aprender esses conceitos. Você pode aprender em:

cursos onlines ou presenciais,
lendo livros,
consultando a web,
em contato com outros profissionais,
em congressos e palestras, etc.

Mais tudo isso só será tão forte quanto cursar uma faculdade se você pôr em prática no dia-a-dia.
Vale ressaltar que um curso superior em Design sempre será bem-vindo. A questão é que ele somente não é o suficiente para te tornar um profissional da área e nem tão pouco um Web Designer de sucesso.
O que é um Front-end?
É um profissional que trabalha com HTML, CSS e JavaScript, basicamente. Ele trabalha com a parte que o usuário “vê “na tela. É a “parte da frente” do site. Ele é responsável pelo “meio de campo” entre o usuário e o Back-End.
Caso não saiba o que é Back-End, trata-se do desenvolvedor ( ou programador) . Ele trabalha com, por exemplo, PHP, ASP, Java, entre outros. O “dev” trabalha com a parte que o usuário ” não vê “na tela. É a “parte de trás” do site.
Web designer vs Front-end?
Como vimos o Web Designer cuida da criação da interface gráfica, já o Front-End da codificação que tornará possível que a interface gráfica, feita no Adobe XD, Sketch ou Photoshop, por exemplo, seja acessada e utilizada.
Um layout em algum programa gráfico, como o Adobe Photoshop, é algo estático. Trata-se apenas de uma imagem. Então para que aquela interface se torne realmente algo utilizável com possíveis ações pelo usuário (como clicar em um botão, por exemplo) quando é implementado com códigos. Esses códigos sãos, no mínimo, HTML e CSS.
O profissional que faz essa implementação é o Front-End. Logo para isso ele utilizará de linguagens web como HTML, CSS e Javascript.
Para CSS e JavaScript existem várias bibliotecas e frameworks que muitos profissionais se especializam como: Angular, Bootstrap, Jquery, Sass, VueJS, entre outros.
Portanto, cada profissional tem seu papel dentro de um projeto de uma interface gráfica. Tanto o Designer, que planejará e construirá uma interface a fim de facilitar a utilização do sistema (e não só facilitar, mas também deixar mais bonito, por que não?) o Front-End developer será o profissional responsável por tornar realidade(realidade virtual no caso rsrsr) as funcionalidades e o todo o layout planejado e estruturado pelo Designer.
São áreas que se complementam, pois toda interface gráfica (ou quase todas) precisa de um Design, mas para esse Design funcione ele precisa ser implementado no código. Portanto um depende do outro e vice e versa. É óbvio que um site pode ser feito apenas por um Front-End, mas falando de sites profissionais e com objetivos comerciais e de comunicação, o Design se faz muito importante. Existem pesquisas que apontam que pessoas saem do site caso o layout não seja agradável, pois pode transparecer que a empresa é desleixada, que não é confiável ou até mesmo que é uma empresa antiquada.
Caso esteja a fim de fazer um curso online sobre Web Design e que também tem matérias de front-end como CSS3, HTML,CSS Flebox e CSS grid layout, WordPress, entre outros, eu te indico o nosso curso de Web Design: o Web Designer PRO (clique aqui para saber mais).
O curso é 100% online. Os conteúdos são disponibilizados em uma plataforma 24 horas no ar, sendo que você pode assistir as aulas a qualquer hora e qualquer lugar que tenha um dispositivo com acesso a internet. O acesso é ilimitado, você pode ver e rever as aulas quantas vezes achar necessário.
Já são mais de 100 vídeo aulas na plataforma divididas em módulos. A grande maioria do conteúdo está disponível em vídeos e contempla aulas teóricas e práticas com exercícios e exposições de temas sobre web design e outros relacionados. São também disponibilizados materiais extras para download que complementam as vídeo-aulas.
Como complemento das aulas oferecemos tarefas específicas para que observar o processo de seu desenvolvimento criativo.
Também disponibilizamos na plataforma um campo para você expor suas dúvidas.
Então se quiser saber mais sobre o curso, é só acessar http://www.webdesignercursos.com.br/
Vídeo Web designer vs Front-end?
Abaixo segue o vídeo que gravei para falar sobre esse tema. Nele falo sobre o que cada profissional faz e as diferenças entre cada área. Assista e confira:

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse
E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]
Deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de Web design, nos comentários abaixo, bele?
Até mais.
Forte abraço.
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Web designer vs Front-end
Fonte: Chef of Design

O que é CSS?

O que é CSS?

Este artigo é dedicado a quem está interessado em trabalhar com o aspecto visual de sites através de códigos. E isso é possível através do CSS. Mas afinal, o que é CSS?
Possivelmente você está em suas primeiras pesquisas sobre desenvolvimento web, web design e afins, sabe que o CSS é um dos caminhos a se trilhar e precisa saber mais sobre essa linguagem. Portanto neste artigo você será apresentado a um conteúdo que vai te guiar para que você possa entender a sintaxe, criar os primeiros estilos e dar forma às primeiras páginas web.
Sem mais delongas vamos ver o que você verá neste artigo.

O que é CSS?;
O que é possível fazer com CSS?;
Requisitos para aprender CSS;
Benefícios da aplicação de CSS;
Regras CSS;
Tipos de seletores básicos;
Selecionando elementos aninhados;
Grupamento de seletores;
Declaração única;
Efeito cascata;
Herança;
Especificidade;
Vinculação das folhas de estilos ao documento HTML;
Como criar um arquivo CSS.

O que é CSS?

CSS, sigla em inglês para Cascading Style Sheet, que em português quer dizer Folha de Estilo em Cascata, é uma linguagem que cuida da apresentação visual de páginas web através de regras de estilos. Podemos resumir que é uma linguagem de estilização ou apresentação.
A história da Folha de Estilo começou a surgir quando seu criador Håkon Wium Lie constatou que não havia como estilizar documentos em uma plataforma para publicação eletrônica. Em novembro de 1994 em Chicago, Håkon apresentou a proposta inicial do CSS em uma Web conferência.
Esta linguagem consiste em dar forma aos elementos HTML presentes na página web. HTML e CSS são parceiros. O CSS só existe em função do HTML.
Ela pega uma página praticamente sem estilos e enriquece com cores, formas, tamanhos e até animações. E esta linguagem que define qual a cor de um texto, onde determinado bloco será posicionado, entre outros estilos.
E o que é muito bacana é que o CSS também é um recurso acessível para estilizar o que você projetou em seu editor gráfico através de suas propriedades.
Um dos maiores atrativos do CSS é separar a apresentação em um arquivo externo. Com isso o HTML, que antes estava com a função de marcar e apresentar visualmente o conteúdo, ficou responsável por somente estruturar o conteúdo através da marcação.
O que é possível fazer com CSS?
Com aplicação das folhas de estilos é possível fazer muita coisa. Só para citar algumas, você pode:

Estruturar o layout do site;
Posicionar elementos na página web;
Mudar a ordem de apresentação dos elementos HTML;
Colocar espaçamentos entre elementos;
Preencher com espaço vazio entre a borda de um bloco e seu conteúdo;
Colocar diferentes tipos de bordas de diferentes cores nos blocos;
Inserir bordas arredondadas aos blocos;
Colocar cor de fundo, gradiente ou imagem de fundo aos blocos;
Trabalhar com diversas propriedades para tipografia. Tanto que aqui no Chief tem um artigo dedicado a muitas delas. CONFIRA AQUI!;
Inserir sombras em textos e blocos;
Fazer pequenas animações, transições;
Ocultar elementos, entre tantas coisas.

Requisitos para aprender CSS
Para aprender CSS é necessário para você possuir boas noções de HTML. Se você não conhece nada de HTML aconselho ler esse artigo para introdução. Caso você queira se aprofundar tanto no HTML quanto no CSS sugiro adquirir o E-book Solidário de Fluência em HTML e CSS.
Você precisa também ter instalado em sua máquina um bom navegador tipo Mozilla Firefox ou Google Chrome e um editor para desenvolvimento web. Para começar a aprender o bloco de notas basta.
Benefícios da aplicação de CSS
Entre os principais benefícios destaco:

A separação da folha de estilo da marcação;
Facilidade de manutenção visual do site através de um arquivo externo;
Disponibilidade de diretiva para construção de layouts que atendam diferentes tipos de dispositivos.
Aumento na velocidade de carregamento de páginas.

Regras CSS
Através das regras CSS é que você vai conseguir dar forma as suas páginas web. Portanto a atenção nas informações que vêm a seguir é fundamental.
A regra CSS é um comando que serve para definir o estilo que um elemento HTML receberá. Ele é composto por um ou mais seletores, e uma ou mais declarações. As declarações estão contidas entre chaves e são formadas pela propriedade e o valor da propriedade. O seletor vincula um elemento do documento HTML a declaração CSS.
Uma regra básica segue o seguinte esquema:
seletor { propriedade: valor }
Na imagem a seguir você poderá os detalhes da regra.

Seletor: Ele é responsável por selecionar o elemento, ou elementos HTML que receberão determinado estilo.
Propriedade: Se refere às características visuais que um elemento pode possuir. Tomamos como comparação qualquer objeto que podemos medir suas dimensões. Altura e largura seriam propriedades deste objeto quando pensamos em tamanho. Os elementos HTML também possuem propriedades de altura e largura.
Valor: Corresponde ao produto da propriedade. Ou seja, ele define como o elemento será apresentado. Se um elemento tem uma altura, o valor corresponde ao seu tamanho seguida pela sua unidade de medida. Um bloco com 2 cm de altura possui a propriedade altura cujo valor é 2 cm.
Outro exemplo para fixar o conceito é selecionar um parágrafo (seletor) para que apresente no navegador uma cor (propriedade) e cujo valor desta cor é vermelha (valor). Veja na sequência como apresentaríamos esta regra para apresentar um parágrafo vermelho.p { color: red; }
“p” seleciona todo e qualquer elemento HTML <p> encontrado no documento.
A propriedade “color” define que queremos estilizar a cor dos parágrafos.
E “red”, que quer dizer vermelha, é a cor escolhida para os parágrafos.
Outro ponto importante a saber é que uma regra CSS pode ter mais que uma declaração. Veja:p {
color: red;
font-size: 14px;
}
Tipos de seletores básicos
Existem uma lista repleta de seletores com diferentes objetivos. Mas existem 3 tipos de seletores básicos cuja aplicação é constante e cujo conhecimento para iniciantes é obrigatório. São eles que apresentaremos aqui.
Para conhecer a lista completa visite o site da W3C.
Vamos agora aos 3 tipos básicos.
Seletor de tipo
Este seletor seleciona um elemento html específico para estilização. A sintaxe é bem simples. Depois de escolhido o elemento que você propõe estilizar basta digitá-lo antes da abertura de chaves da declaração, conforme exemplo a seguir para o elemento <h1>.h1 {
color: blue;
}
Como só deve existir um elemento <h1> por página somente ele recebe esta estilização. Mas caso o elemento estilizado aparece mais vezes no documento HTML todos receberão o estilo, a menos que um deles receba um seletor específico.
Seletor ID
Este seletor seleciona um elemento HTML cujo atributo id tenha o mesmo nome do seletor. Observe o seguinte elemento HTML:<div id=”wrapper”></div>
Acima vemos um elemento que possui o atributo id com o valor wrapper. O nome do valor é um nome de sua escolha que você acha melhor colocar. Você pode selecioná-lo digitando o nome do valor precedido por tralha (#). Veja a seguir:#container { background-color: yellow; }
Ao utilizar # estamos selecionando um elemento com atributo id. O elemento <div> que recebe o id com valor “wrapper” terá uma cor de fundo amarela.
Duas observações importantes. O valor do atributo id só pode ser usado em um elemento dentre todas as tags de uma página. E caso haja conflito entre duas regras o seletor ID prevalecerá. Entenda a seguir.
HTML:<div id=”container”></div>
CSS:div { background-color: blue; }
#container { background-color: yellow; }


/* Isso é um simples comentário em CSS */
O elemento <div> foi selecionado duas vezes para receber cores de fundo diferentes, mas ele somente receberá a cor amarela porque o seletor ID tem prioridade em relação ao do tipo que seleciona elemento.
Seletor class
Este seletor seleciona um ou mais elementos HTML cujo atributo class tenha o mesmo nome do seletor. O fato deste tipo de seletor poder selecionar mais que um elemento HTML torna-o mais vantajoso em relação o do tipo id. Com uma simples regra é possível definir estilos que poderão ser aplicados por todo documento HTML onde exista necessidade de repetir estilos. Com isso economiza-se código e tempo de desenvolvimento. Observe o código HTML a seguir.<header class=”container”></header>
<section class=”container”></section>
<footer class=”container”></footer>
Digamos que você deseja que ambos tenham um padding (propriedade esta que preenche com um espaço vazio entre a extremidade do elemento até a área do conteúdo) de 15 pixels. Em vez de você criar uma regra para cada elemento você cria uma para o valor do atributo class que é “container”..container { padding: 15px; }
Note que antes de colocar o nome do seletor ele é precedido por um ponto para que funcione.
Observação sobre nomes de IDs e classes
Os nomes de IDs e classes é algo que você “cria”. Mas não é indicado inventar números e caracteres especiais. Simplifica as coisas usando apenas letras.
Esses nomes não devem ter espaço em branco. Espaço em branco em um atributo de um elemento HTML indica que existem dois seletores. Veja:<div class=”bloco maior”></div>
Isso não indica que exista uma class com seletor .bloco maior, e sim que existem duas classes, .bloco e .maior.
Selecionando elementos aninhados
Em muitos casos você terá a necessidade de criar um seletor para um elemento aninhado e para isso você precisará indicar o caminho que indica os elementos antecedentes. Observe a lista com links a seguir:<ul>
<li><a href=”home.html”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html”>Contato</a></li>
</ul>
Você quer definir um tamanho de fonte de 14 pixels e poderia simplesmente fazer da seguinte forma.a { fonte-size: 14px; }
Daria certo. Mas agora imagine que você tenha mais links na página onde não deseja esse valor. Então estilizar “a” não seria a melhor solução.
Poderia então criar uma class para o elemento da lista. Mas repare a seguir no HTML.<ul>
<li><a href=”home.html” class=”tamanho-fonte”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html” class=”tamanho-fonte”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html” class=”tamanho-fonte”>Contato</a></li>
</ul>
É um pouco trabalhoso colocar um atributo class em cada elemento, imagine uma lista com muitos elementos. E também é uma decisão pouco inteligente.
A melhor forma nesse caso é indicar os elementos antecedentes do elemento “a”. Veja a seguir.ul li a { font-size: 14px; }
Simples assim. Você coloca os elementos que precedem o “a” antes dele e com espaço entre ambos.
A regra com aninhamento também pode ser aplicada quando presente os outros tipos de seletores. Veja:<ul class=”menu”>
<li><a href=”home.html”>Home</a></li>
<li><a href=”sobre.html”>Sobre</a></li>
<li><a href=”contato.html”>Contato</a></li>
</ul>
Agora o CSS:.menu li a { font-size: 14px; }
Grupamento de seletores
Um uso também comum em CSS é em uma mesma declaração você colocar mais que um seletor com separação por vírgula. Veja a seguir:article, aside, details, figcaption, figure, footer, header, hgroup, menu, nav, section {
display: block;
}
O código acima pega todos elementos acima e informa que eles devem ser elementos em bloco. Esses elementos foram introduzidos no HTML5 e este código é um recurso para que navegadores antigos os reconheçam como elementos em bloco.
Mas você pode utilizar mais que um seletor não só para elementos HTML mais também mesclando os outros tipos de seletores. Veja a seguir:span, a, #seletor-1, .seletor-2 { font-weight: bold; }
Este código acima negrita os textos dos elementos selecionados.
Declaração única
Existem alguns casos que temos propriedades que atuam separadamente para resultar em estilo, mas que podem estar reunidas em uma só declaração. É o que chamamos de declaração única. Este tipo abrevia declarações reunindo todos seus valores em uma só.
Isso é muito útil para diminuir código e ganhar tempo.
Podemos tomar como exemplo as seguintes propriedades que estilizam borda.
Border-width: Propriedade que define a espessura da borda;
Border-style: Propriedade que define o tipo de borda (contínua, tracejada, etc);
Border-color: Propriedade que define a cor da borda;
Para reunir os valores das 3 propriedades podemos utilizar uma propriedade única chamada border.
Veja as seguintes declarações para uma div:div {
border-width: 1px;
border-style: solid;
border-color: black;
}
Agora a junção de seus valores em uma declaração única usando border.div {
border: 1px solid black;
}
Efeito cascata
O efeito cascata estabelece qual regra é prioritária na aplicação de estilo de um elemento. Ela é importante quando um elemento está recebendo mais que um valor de uma determinada propriedade através de regras diferentes gerando um conflito.
Imagine que uma regra determine que um contêiner receba a cor de fundo amarela e outra regra determina a cor de fundo azul. Neste momento alguns fatores vão determinar qual estilo será aplicado, como a localização da folha de estilo, a ordem da declaração da regra e a especificidade.
Herança
Algumas propriedades quando aplicadas a elementos pais são herdadas por elementos filhos. A isso chamamos de herança.
Elementos filhos são os elementos contidos no elemento pai. Veja seguir:<div>
<p>Este é um elemento filho de “div”.</p>
</div>
Digamos que definimos um valor de font-size (tamanho da fonte) para a <div> (elemento pai). Automaticamente o elemento <p> (elemento filho) herdará esse valor caso não for especificado outro valor de font-size específico para ele. Veja:div {
font-size: 14px;
}
p {
color: red;
}
No exemplo vemos que além de receber a cor vermelha o parágrafo também terá 14 pixels de tamanho de fonte herdado automaticamente de <div>.
Logicamente que nem todas as propriedades são herdadas. Você pode usar o valor inherit para força a herança. Veja no exemplo a seguir:div {
border: 1px solid #000000 /* borda de um pixel de cor preta */
}
p {
border: inherit;
}
O elemento <p> herda a borda de <div>. Toda vez que alterar o valor da declaração do elemento pai a característica vai ser replicada no elemento filho que recebe o valor inherit.
Especificidade
Isso vai acontecer com você no futuro. Você vai ter um texto com uma cor, mas ao verificar seu CSS você está vendo que o valor está indicando outra cor. Isso vai fritar sua mente.
O porque disso é que em uma página web pode ser que um elemento HTML esteja vinculado a diferentes regras CSS ao mesmo tempo gerando um conflito. A especificidade pode atuar determinando qual regra é prioritária. Vamos ao código HTML a seguir.<p>Você está lendo um artigo sobre CSS.</p>
<p>Também conhecido como Folha de Estilo em Cascata.</p>
<div>
<p>Esses são seus primeiros passos sobre a linguagem.</p>
</div>
E agora o CSS.p { color: red; }
Sem segredos. Todos os elementos possuem a cor vermelha.
Mas em muitos momentos seu projeto precisará de um estilo específico e não depender de uma regra genérica. Agora vamos a novas regras.p { color: red; }
div p { color: blue; }
Agora inserimos um novo seletor que muda a forma de estilizar os parágrafos. Os parágrafos continuam recebendo a cor vermelha, menos o parágrafo dentro da div que recebe uma regra específica que determina a cor do parágrafo como azul. Essa regra tem prioridade sobre a regra genérica com seletor “p”.
Vinculação das folhas de estilos ao documento HTML
A vinculação das folhas de estilos ao documento HTML é uma forma de fornecer estilos à página web. Existem 4 formas de fazer essa vinculação.

Por folha de estilo externa;
Por folha de estilo incorporada;
Por folha de estilo em escopo;
e por folha de estilo inline.

Folha de estilo externa
Para se obter uma folha de estilo externa temos que declarar as regras CSS em um arquivo a parte com e extensão .css. Com este tipo de vinculação você pode mudar um estilo no site inteiro apenas com uma pequena alteração no arquivo CSS.
A vinculação da folha de estilo externa pode se dar de 3 maneiras. Vamos a elas:
Linkando o arquivo através do elemento HTML ‹link›<head>
<link rel=”stylesheet” type=”text/css” href=”estilos.css”>
</head>
Acima vemos a primeira e mais comum forma de vinculação de folha de estilo externa. Uma observação importante é que o código deve estar entre as tags de abertura e fechamento do elemento head.
Usar folha de estilo de forma externa traz a vantagem de você deixar a página HTML menor, com um carregamento mais leve e você pode usar o mesmo arquivo CSS em diferentes páginas.
Importando o arquivo dentro do arquivo CSS externo@import url(estilos-extras.css);
.um-seletor-qualquer {
margin: 0;
padding: 0;
background-color: #ff0000;
font-size: 18px;
}
Note que para fazer a vinculação utilizamos a diretiva @import e ela deve ser declarada na folha de estilos antes de qualquer regra.
Importando o arquivo dentro do HTML
Este tipo faz a vinculação dentro do documento HTML entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, através do elemento ‹style›, mas usando a diretiva @import antes das regras CSS.<head>
<style type=”text/css”>
@import url(estilos-extras.css);
</style>
</head>
O uso da diretiva @import não é a mais indicada para incorporação de folha de estilo externa devida a problemas de performance. Procure, sempre que possível, usar o elemento ‹link›.
Folha de estilo incorporada
Folha de estilo incorporada também conhecida como folha de estilo interna é aquela que você vincula dentro documento entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, através do elemento ‹style›. Veja como a seguir:<head>
<style type=”text/css”>
.um-seletor-qualquer {
margin: 0;
padding: 0;
background-color: #ff0000;
font-size: 18px;
}
<style>
<head>
Este tipo de vinculação é indicada para aplicar em uma página única, ou seja, somente a página que tiver a folha de estilo incorporada receberá os estilos.
Folha de estilo em escopo
A folha de estilo em escopo também é utilizada dentro do documento HTML, mas o que difere das incorporadas é que elas ficam dentro de um contêiner de marcação HTML e os estilos somente serão aplicados para os elementos dentro deste contêiner. Veja a seguir.<div>
<style type=”text/css” scopped=”scopped”>
/* Aqui vão as regras CSS */
</style>

<!– Aqui vão os elementos HTML que receberão os estilos

</div>
Folha de estilo inline
Folha de estilos inline é quando uma declaração CSS é incorporada dentro de uma tag de abertura de um elemento através do atributo style. Veja a seguir.<p style=”font-size: 14px; color: #ccc; text-align: center;”>Aqui está um parágrafo de cor cinza alinhado no centro.</p>
Este tipo de vinculação deve ser desencorajado por misturar marcação com apresentação onde se perde as vantagens de se utilizar o CSS.
Como criar um arquivo CSS
Quando os estilos CSS estiverem dentro do arquivo HTML, obviamente a extensão será .html. Agora um arquivo com estilos separados para ser vinculado ao site deve ser salvo com a extensão .css.
Você pode até criar logo de cara um arquivo CSS. Mas faz mais sentido antes de criar este arquivo ter acesso aos elementos que serão estilizados. Então você precisa primeiro de um arquivo HTML.
Vamos então a uma página básica com um simples parágrafo. E nele insira uma folha de estilo externa. Você pode nomeá-la como estilo.css ou outro nome que desejar e que seja relacionado com o projeto.<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”UTF-8″>
<title>Minha primeira página com meus estilos CSS</title>
<link rel=”stylesheet” href=”estilo.css”>
</head>
<body>
<p>Esta página possui a cor de fundo azul conforme valor declarado na regra CSS dentro do arquivo “estilo.css”</p>
<p>O texto usado possui a cor branca.</p>
</body>
</html>
Você pode salvar o documento com o nome que desejar desde que tenha a extensão .html. A imagem a seguir mostra uma página sem seus estilos CSS.

Com o HTML salvo você já pode estilizar os elementos.
Utilizando seu editor de códigos preferido abra um novo documento. Se ele permitir escolha que deve ser um arquivo do tipo CSS. Aqui no exemplo vou utilizar o bloco de notas.
Digite suas primeiras regras CSS. Como você ainda não conhece muito sobre propriedades copie o código a seguir:body {
background-color: #05a4e7;
margin: 0;
padding: 2em;
font-size: 1.2em;
}
p {
color: #fff;
}
Salve o arquivo com o nome do arquivo conforme está dentro da tag do elemento <link>. Você pode salvar na mesma pasta que salvou o arquivo HTML.
Não esqueça de digitar e extensão .css. Escolha também no bloco de notas o tipo como “Todos os arquivos” e a codificação UTF-8.

Vá para o local onde você salvou o documento HTML e abra o arquivo clicando duas vezes sobre ele.
Você verá a página aberta no navegador principal instalado em sua máquina.

Lógico que o resultado é simples porém é mais apresentável do que a página sem estilos.
Agora o próximo caminho é conhecer as propriedades CSS. Você pode começar aos poucos por aquelas com uso mais acentuado. Aqui no Chief você pode encontrar uma lista com explicação de propriedades bastante usadas que eu sugiro a leitura.
Conclusão
Este guia só foi o pontapé inicial para você começar aplicar as primeiras regras em CSS. A partir dele você já pode criar suas primeiras folhas de estilo, executar todos os tipos de vinculação e fazer pequenas estilizações.
Mas os estudos precisam avançar! Por isso deixo uma lista útil de artigos do Chief of Design sobre CSS para você consultar posteriormente.
CSS e suas Propriedades mais usadas!
Tipografia para web – Parte 01
Como usar o CSS3 media queries para que seu site atenda a diferentes resoluções de tela
Flexbox CSS3 – Guia para iniciantes
CSS Grid Layout – Guia introdutório
CSS3 Animation – Tutorial para iniciantes
Espero que este artigo tenha sido útil e esclarecido suas dúvidas iniciais. Quaisquer dúvidas deixe um comentário.
Abraço!
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O que é CSS?
Fonte: Chef of Design

O que é HTML?

O que é HTML?

Se você chegou até este artigo é provável que no mínimo saiba que o HTML é uma linguagem para construção de websites. É bem possível também que tenha interesse em descobrir sobre o processo para desenvolvimento de websites.
Pois bem. Como iniciante, começar com HTML é o caminho mais indicado, pois te trará um resultado visual mínimo em pouco tempo de estudo e porque se trata da linguagem base para estruturação de páginas web.
Tá a fim de aprender a construir páginas web? Então te convido a continuar a leitura deste artigo que vai te mostrar os princípios básicos desta linguagem que foi o ponto de partida para muitos desenvolvedores e web designers de sucesso e que pode ser o seu também.
Neste artigo você encontrará a definição de elementos, atributos, tags, termos esses comuns e relacionados ao HTML. Conhecerá alguns elementos básicos e suas estruturas de marcação. E entenderá também a estrutura de uma página web comum construída com puro HTML.
Neste artigo você verá:

O que é HTML?
Para que o HTML serve?
O HTML integra as linguagens que formam as camadas de desenvolvimento web
Vale a pena aprender HTML?
Os requisitos para aprender HTML
O que são tags e o que são elementos HTML?
Sintaxe HTML
Elemento HTML

Elementos vazios
Elementos dentro de outros elementos
Atributos
Estrutura básica do HTML [Montando sua primeira página web]

O que é HTML?

HTML é um acrônimo para HyperText Markup Language, que em português quer dizer linguagem de marcação de hipertexto. Se trata de uma linguagem de marcação que usamos para publicarmos conteúdo (texto, imagem, vídeo, áudio e etc) na Web.
Para que o HTML serve?

Serve para que o navegador o interprete, informando-o como estruturar a página web, e exiba seu conteúdo quando você acessa essa página pela internet.
O HTML integra as linguagens que formam as camadas de desenvolvimento web
Quando acessamos uma página web a interface resultante, em grande parte dos casos, é obtida através de 3 camadas com funções diferenciadas. Cada camada é representada por uma linguagem específica.
É importante que você saiba da existência dessas camadas para entender que o HTML não trabalha sozinho. As outras linguagens que formam a camada de desenvolvimento são o CSS e o Javascript. Grande parte das páginas web são formadas por códigos das 3 linguagens.
HTML – A camada que apresenta o conteúdo
Podemos dizer que o HTML é a primeira camada. É nesta camada que atribuímos semântica ao conteúdo. É onde podemos dizer que determinada informação é um parágrafo, que determinado texto é um artigo, etc.
O HTML é responsável por exibir o conteúdo dando-lhe significado.
CSS – A camada que dá forma aos elementos do HTML
O CSS é uma linguagem de estilização, formatação. Quando você vê um texto com determinada estilo, uma página com determinada cor de fundo ou um bloco envolto a uma borda saiba que tudo isso foi obtido com CSS.
O CSS seleciona um elemento do HTML para estilizá-lo e apresentá-lo como nova forma no navegador.
Javascript – A camada que adiciona comportamentos dinâmicos
Quando o usuário está em contato com a interface de uma página pode a qualquer momento executar uma ação que resulte em um comportamento na página. Muitos desses resultados devem-se a acionamentos de scripts criado pela linguagem Javascript.
Um exemplo bem comum de comportamento dinâmico obtido com Javascript é quando ao preencher um formulário erramos o e-mail é o sistema nos avisa.
Mas o HTML é o fundamental
O HTML é a linguagem base e a primeira que acredito que deve ser aprendida. Ela é tão importante que tanto o CSS quanto o Javascript vinculam em seus códigos elementos, classes ou identificadores HTML para que uma ação seja executa dentro do arquivo HTML.
Entender as camadas de desenvolvimento web te ajudará na compreensão de como as linguagens se relacionam e também como a área de desenvolvimento atribuem as funções entre seus colaboradores.
A seguir deixo um material mais aprofundado em vídeo que ilustra bem as camadas web.

Vale a pena aprender HTML?

Se seu objetivo é mesmo construir sites, vale a pena aprender HTML. Mesmo que você tenha dúvida se é difícil ou trabalhoso, vale pelo menos começar a ter contato com a linguagem para você avaliar.
As opiniões são divididas sobre o nível de dificuldade em aprender o HTML. Lógico que a absorção de conhecimentos não é a mesma em todas pessoas, porém qualquer receio não te deve paralisar na meta de aprender.
Já nos primeiros contatos com o HTML você conseguirá visualizar resultados animadores em seu navegador com os primeiros conteúdos expostos. É isso te animará no decorrer dos estudos.
O que faz valer a pena começar a aprender esta linguagem são os fatos de você já começar a entender todo o funcionamento que envolve a confecção de páginas, a construir suas primeiras páginas, a entender e interpretar códigos para fazer a manutenção de sites e saber se comunicar com equipes de trabalho sobre detalhes que envolvem a codificação.
Sem contar que para aprender outras linguagens que envolvem a construção de sites é pré-requisito já dominar o HTML.
Requisitos para aprender HTML

Para que você aprenda HTML é suficiente ter conhecimentos básicos de informática. Também é necessário que esteja instalado em sua máquina um software que possibilite a manipulação de códigos. O bloco de notas consegue executar a tarefa e ele te força aprender por não ter nenhum recurso que autocomplete códigos.
Softwares são criados e descontinuados, por isso vou indicar dois que uso que estão ativos no momento que escrevo este artigo, e que você pode usar quando já tiver um bom domínio e quiser algo que agilize seu trabalho. São eles; o Sublime Text e o Notepad ++. Mas você é livre para pesquisar sobre editores HTML até encontrar aquele que te traga melhores benefícios.
O que são tags e o que são elementos HTML?
Quando se fala em trabalhar com códigos HTML temos em mente que existe uma forma lógica para dispor o conjunto de caracteres para construção desses códigos que mostrarão o conteúdo. Se trata da sintaxe. A forma trabalhada no HTML são através de tags.
Tags são marcas específicas, instruções que delimitam o conteúdo e informam ao navegador sobre que tipo de informação se trata (um título, um parágrafo, uma lista). Quando você enxerga um elemento visual em una página web, desde um texto, uma foto ou um vídeo, saiba que eles são inseridos através de tags.
Toda tag contém um nome (nome da marca) e este também dá designação ao elemento HTML. Elas são usadas para marcar o início e o final de um elemento. A partir daí podemos concluir que os elementos HTML são construídos por tags.
Elementos especificam como documentos HTML devem ser construídos. Através deles pode-se determinar qual tipo de conteúdo e onde ele, dentro do documento HTML, pode ser inserido e também transmitir significado semântico ao conteúdo inserido.
Vamos agora expor melhor na sintaxe HTML como as tags formam os elementos HTML.
Sintaxe HTML
Cada elemento é formado por uma tag de abertura e uma tag de fechamento. E entre essas tags é colocado o conteúdo.
Tag de abertura
A tag de abertura marca o início do elemento. Ela inicia-se com o sinal de menor <, seguindo pelo nome da tag que representa o elemento que queremos inserir no documento HTML e finalizando com o sinal de maior >.
Para exemplificar vamos usar a tag que instrui para inserção de um parágrafo (p).

Tag de fechamento
A tag de fechamento marca o fim do elemento. É similar a tag de abertura e se diferencia pelo uso de uma barra após o sinal de menor. Então, inicia-se com o sinal de menor <, seguido pelo sinal de barra ⁄, depois pelo nome da tag que representa o elemento que queremos inserir no documento HTML e finalizando com o sinal de maior >.

A seguir temos mais um vídeo que ilustra bem didática a sintaxe web. Confira!

Agora o que falta é entender como forma o elemento.
Elemento
Vamos continuar usando o parágrafo como exemplo. Para desenvolver o elemento primeiro colocamos a tag de abertura <p>, depois a informação que queremos exibir, e para encerrar a tag de fechamento </p>.<p>Este é um parágrafo.</p>

Elementos vazios
Existem alguns elementos que possuem apenas a tag de abertura. São chamados elementos vazios ou nulos. A tag de abertura destes elementos possuem fechamento automático.

Vamos ver um exemplo com a tag usada para quebra de linha em textos:<p>Av. Itaquera, 1000 – Itaquera<br>São Paulo – SP</p>
Neste caso vemos um parágrafo onde após o elemento <br>; a linha é quebrada e o conteúdo continua na linha seguinte.
O uso do elemento do vazio é simples assim com somente uma tag. Não existem conteúdos entre tags de abertura e fechamento como nos elementos comuns.
Em alguns casos você poderá encontrar elementos nulos com auto-fechamento. Eles geralmente são encontrados em uma versão extensível do HTML, o XHTML. O resultado das duas versões é o mesmo. Veja a seguir o resultado:<p>Av. Itaquera, 1000 – Itaquera<br/>São Paulo – SP</p>
Elementos dentro de outros elementos (Aninhamento)
Será comum para você, quando tiver lidando com códigos HTML, ver um elemento dentro de outro. A este comportamento chamamos de aninhamento, onde se costuma também dizer que o elemento que contém, que abriga o elemento interno é o elemento “pai” (elemento ancestral) e o abrigado é o elemento “filho” (elemento descendente).
Vamos a um exemplo:<p>O Web Designer PRO é <strong>o curso oficial de web design</strong> do Chief of Design. <strong>Não aceite imitações!</strong></p>
No exemplo acima temos um elemento pai (p) que contém dois elementos filhos (strong). Portanto strong, tag usada para enfatizar trecho de uma frase, está aninhada dentro de p.
Atributos
São instruções extras que damos a um elemento HTML para que se execute um comportamento específico. Estes atributos são inseridos nas tags de abertura.
Digamos que queremos que um texto venha a possuir uma cor vermelha. Podemos inserir na tag de abertura um atributo chamado “class”. Class se significa “classe”. Com essa classe podemos acionar a tag (que está com a determinada class) com a linguagem de formatação CSS e assim alterar a cor do texto para vermelho.
A inserção do atributo se dá da seguinte forma na tag de abertura:

Primeiro insira o sinal de menor < seguido do nome da tag do elemento a ser inserido.
Em seguida deixe um espaço vazio.
Depois coloque o nome do atributo a ser usado seguido de um sinal de igual ₌.
Logo após abra duas aspas e coloque dentro um valor para o atributo.
Para encerrar coloque o sinal de maior >.

Um exemplo da sintaxe:<p class=”altera_Cor”>Texto vermelho</p>
Nem todos os tipos de atributos são usados por todos elementos, alguns são específicos para cada tipo de elemento. Quando um atributo pode ser usado em qualquer elemento HTML ele faz parte dos atributos globais.
É importante conhecer os atributos, entretanto a princípio eu aconselho a focar em conhecer os elementos HTML para em segundo momento conhecer os atributos. Você pode consultar mais sobre atributos neste link.
Estrutura básica [Montando sua primeira página web]
Agora te explicarei em passos simples como montar sua primeira página web. Não espere nada avançado. É como aprender a dirigir: começamos pela primeira marcha. No nosso caso, uma página com conteúdo simples.
Vamos montar a estrutura mais básica usando elementos HTML estruturais comuns e fundamentais em qualquer página.
O que vamos precisar?
Você pode optar por fazer o que proponho a qualquer momento. Mas de toda forma vou te passar o processo em etapas, que no total nem leva 5 minutos para executar, e dentro das etapas explico a função de cada elemento usado.
Tudo que você precisa é abrir em sua máquina um editor de texto estilo bloco de notas ou seu editor favorito. Opcionalmente você pode até deixar preparada uma pasta para salvar este arquivo e possíveis arquivos que você venha a criar como forma de estudo.
Passo 1 – Inserção do elemento html
O elemento html é a raiz do documento. Ele é formado pela tag de abertura <html> e pela tag de fechamento </html>. Essas tags delimitam o documento.
Abra um novo documento em seu editor e digite as tags do elemento html da forma a seguir:<html>
</html>
No código acima podemos notar que iniciamos, na primeira linha com elemento raiz cuja abertura deu-se com a tag <html> e seu fechamento se concretiza na última linha com a tag </html>.
Passo 2 – Inserção do elemento head
O elemento head é responsável por abrigar elementos do cabeçalho. É comum encontras elementos para estilos, scripts e meta tags. Ele é formado pela tag de abertura <head> e pela tag de fechamento </head>. Essas tags delimitam o documento.
O elemento head é “filho” do elemento “html”.
Para esse segundo passo coloque as tags de head entre as tags de abertura e fechamento do elemento html conforme a seguir:<html>
<head>
</head>
</html>
OBSERVAÇÃO: Você pode notar que antes das tags de head existem espaços em branco. Esse comportamento é resultado da indentação. Indentação consiste em organizar seu código para que ele fique esteticamente agradável e principalmente legível.
Você pode indentar seu código usando a tecla TAB antes das tags.
Passo 3 – Inserção da meta tag que informa o formato de codificação de caracteres
Meta tags são responsáveis por fornecer informações importantes sobre o documento HTML. Com elas é possível passar informações que descrevem o conteúdo da sua página para os buscadores, informar qual o idioma usado na página, informar quem é o autor do código, entre outras funções.
Nesse passo vamos usar uma meta tag que informa o formato de codificação de caracteres. Isso para que sua página não fique com caracteres estranhos como na imagem a seguir.

Nesta meta tag usaremos o atributo charset e o valor utf-8.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento head a metag tag.
OBSERVAÇÃO: Esta meta tag é um elemento vazio.<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
</head>
</html>
Passo 4 – Inserção do elemento title
Esse elemento é responsável pela exibição título que você vê na parte superior do seu navegador (barra de ferramentas).
Ele é formado pela tag de abertura <title> e pela tag de fechamento </title>. O conteúdo que você digitar entre essas tags será o texto que aparecerá na parte superior do navegador.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento head, e logo após a meta tag, as tags do elemento title conforme a seguir:<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
</html>
OBSERVAÇÃO: Você é livre para digitar o conteúdo que bem entender entre as tags de title. Faça o teste.
Passo 5 – Inserção do elemento body
Esse é um elemento fundamental dentro do documento HTML. Ele ilustra o corpo da página. E através dele que é possível exibir conteúdos na página. Entre as tags deste elemento é que vão ser inseridas outras tags específicas para inserção de conteúdo e divisão de seções.
O elemento body é formado pela tag de abertura <body> e pela tag de fechamento </body>.
Insira entre as tags de abertura e fechamento do elemento html, e logo após a tag de fechamento do elemento head as tags do elemento body conforme a seguir:<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
</body>
</html>
Passo 6 – Inserção do DOCTYPE
Prometi para você mostrar as tags fundamentais em uma página. Nos passos apresentados você teve contato com elas. Entretanto existem um elemento adicional importante, que não se trata de uma tag, e deve constar dentro documento HTML, Falo do DOCTYPE.
DOCTYPE é uma declaração responsável por dizer aos navegadores qual a versão do HTML que foi escrito o documento. Essa declaração deve estar posicionada no começo do documento.
A versão mais comum encontrada em sites no momento que escrevo este artigo é o HTML5. Também é a versão mais simples de declarar. Você pode conhecer os outros tipos de declaração neste link.
Aqui vou exemplificar uso do DOCTYE para o HTML5. Para declara basta que você digite o seguinte código na primeira linha de seu editor antes da tag de abertura do elemento html.<!DOCTYPE html>
Veja a seguir como deve ficar o código:<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
</body>
</html>
Passo 6 – Salvar o documento HTML
Salve o arquivo no seu computador na pasta de seu escolha.
Caso use o bloco de notas, no menu selecione “Arquivo” e depois “Salvar como”.
Nomeie o arquivo “index.html”. Você pode definir até outro nome para o arquivo, porém a extensão deve ser .html.
Em tipo seleciona a opção “Todos os arquivos” e defina a codificação como “UTF-8”.

Passo 7 – Visualize a página no seu navegador
Vá para o local onde você salvou o documento HTML e abra o arquivo clicando duas vezes sobre ele.
Você verá a página aberta no navegador principal instalado em sua máquina.
Entretanto os passos NÃO PARAM por aí, porque apesar de termos uma página HTML pronta ainda não é possível ver o conteúdo. No exemplo, você somente verá o título da página no topo do navegador.

Mas não fique decepcionado. Mostrarei mais dois elementos HTML bastante usado em páginas web que mostrarão enfim sua página com conteúdo no próximo passo.
Passo 8 – Inserção dos elementos h1 e p
O elemento h1 é responsável por exibir o título mais importante no corpo da página. Não confundir este título com o título do elemento title. Como você já sabe o title exibe o título no topo do navegador.
O elemento p é um velho conhecido. Ele é responsável por inserir parágrafos.
Esses elementos serão inseridos entre as tags de abertura e fechamento de body. Proceda conforme o código a seguir. Você pode alterar os conteúdos entre as tags dos elementos se preferir.<!DOCTYPE html>
<html>
<head>
<meta charset=”utf-8″>
<title>Minha primeira página web</title>
</head>
<body>
<h1>Minha primeira página web</h1>
<p>Aprendi a construir minha primeira página web com o Chief of Design.</p>
</body>
</html>
Salve o arquivo no mesmo local que você salvou a última vez. Seu sistema alertará se você quer substituir o arquivo. Substitua.
Após isso, vá até o arquivo e abra para visualizar no navegador. Você terá um resultado similar a este:

Lógico que é o resultado obtido foi algo simples. Ao adquirir o conhecimento sobre as outras tags existentes você pode evoluir e inserir diversos tipos de conteúdo. Com o HTML é possível inserir itens que você com certeza já interagiu navegando pela web como vídeos, imagens, listas, formulários, tabelas, áudios, entre outros.
Conclusão
Este guia só foi o pontapé inicial, mas o fundamental de uso mais constantes você já conheceu. O HTML é uma linguagem fantástica daquela que quando pegamos gosto se torna um conhecimento que sempre queremos aplica-lo e evoluir em saber mais.
Espero que este artigo tenha sido útil e esclarecido suas dúvidas iniciais. Outras virão. Então se sinta a vontade para expor suas dúvidas na seção de comentários.
Sugiro também a leitura do artigo “18 coisas sobre HTML que eu gostaria que tivessem me dito quando comecei a criar meu primeiro site”. E que também assista a playlist do Chief of Design sobre HTML e CSS. Você pode assistir o curso de fluência em HTML e CSS clicando aqui!
Peço também que compartilhe esta artigo com amigos que também queiram se informar sobre o HTML.
Abraço!
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O que é HTML?
Fonte: Chef of Design

UI Design – O que é UI Design (User Interface Design)?

UI Design – O que é UI Design (User Interface Design)?

Eae! Td bele?
Não sei se você sabe, mas a área que eu mais gosto de atuar é na criação de interfaces, ou seja, UI Design. Na verdade eu comecei basicamente criando interfaces para web e só depois fui estudar outros assuntos.
A área de criação de interfaces também é muito promissora.  Existe uma boa demanda de empregos  para o Designer de interfaces, aqui no Brasil e no exterior. Tenho colegas que trabalham na europa, atuando na criação de interfaces.
E o UI Design pode ser uma boa opção para quem é designer gráfico, por exemplo, e deseja alçar novos vôos em busca de uma melhor qualificação profissional e melhores rendimentos.
Portanto neste artigo iremos falar sobre UI Design (Design de Interface do Usuário), beleza?
Siga-me os bons
Neste artigo você verá:

O que é UI Design?
Qual a diferença entre UX e UI Design?
Qual a diferença entre Web Designer e UI Designer?
Principais estilos de UI Design?
Dicas de Design de Interface

O que é UI Design?
UI Design ou User Interface Design (Design de Interface do Usuário) é área que estuda o meio pelo qual uma pessoa interage ou controla um dispositivo, software ou aplicativo. Essa interação pode ser feita através de elementos que forneçam ações entre o dispositivo e o usuário, como por exemplo, botões, links, menus e qualquer outro elemento que permita uma interação entre o dispositivo e o usuário.
É a parte ”visível” do projeto ou sistema em qual o usuário interage, ou seja, se refere a interface gráfica.
No nosso caso iremos focar  nas interfaces digitais, ou seja, nas interfaces gráficas de sites, aplicativos, entre outros.
Importante salientar que User Interface não se limita somente a parte visual do projeto. UI Design é sobretudo como será realizada interação entre o usuário e o meio (que no nosso caso é a interface gráfica), indo muito além da estética/aparência do projeto.
Um bom projeto de UI antecipa as necessidades do usuário e garante que a interface seja fácil de usar e de acessar. Ele garante uma boa experiência de interação evitando ou minimizando dificuldades de utilização e frustrações ao utilizador.
Qual a diferença entre UX Design e UI Design?
User Experience trata-se de como o visitante se sente ao usa o sistema, enquanto UI é o que projeta o  sistema proporcionando que ele interaja e chegue ao objetivo.
UI Designer é o profissional que desenvolve a interface e o UX Designer é o que planeja como o usuário vai se sentir ao utilizar determinada interface, como serão  as experiências e emoções ao interagir com o sistema.
O UI Design seria como uma ponte que liga o que foi planejado pelo UX com o Usuário.

Então enquanto o UI Design trata da  interação entre a interface e o usuário, o  UX lida com  o lado emocional do usuário e como será a sua experiência ao utilizar o sistema, capiche?
Qual a diferença entre Web Designer e UI Designer?
Um UI Designer normalmente projeta o layout e os elementos interativos prevendo os seus possíveis estados (on/off, por exemplo) e como eles funcionam juntos. Utilizando de conhecimentos e estudos sobre a interação humano-interface ele pode criar o layout do projeto. Sua  atuação pode ser um pouco híbrida.
Já o Web Designer também é um designer de interface, mas mais voltado a interfaces Web.  Na teoria o Web designer projeta o layout e os elementos da interface, mas normalmente não vai tão a fundo na questão da interação humano e interface como quem atua com UI Design. O foco seria mais na criação do layout, na parte visual e não tanto na interação. Em contra-partida o Web Designer tende a ir um pouquinho além incluindo o CSS, HTML, JavaScript, etc.
Porém tudo isso é na teoria. Na pratica é bem diferente. Na prática, na maioria das vagas, quase não existe diferem reças e ambos realizam praticamente as mesmas funções já que mais de 90% dos profissionais de UI Design atuam criando interfaces web, ou seja, web design.
Web Design e UI Design tem muitos pontos em comuns e é um pouco complexo diferenciá-los de forma definitiva. Em muitos casos isso se trata mais de uma terminologia de mercado do que qualquer outra coisa.Para saber mais sobre o Web Designer, você pode acessar esse outro artigo.
E em meu canal no Youtube, eu gravei um vídeo onde fala sobre a diferença entre as áreas e os profissionais. Veja o vídeo abaixo:

Principais estilos de UI Design?
Exitem alguns estilos principais quando se trata de UI Design. Você muito – mas muito mesmo – provavelmente já viu alguns deles por aí e também já utilizou alguns deles em seus projetos mesmo sem saber.  Veja a seguir os principais estilos de Design para interfaces.
Skeumorfismo
Trata-se de um estilo que faz referência aos objetos reais no meio digital/gráfico.
Utiliza-se muito de artifícios como texturas, sombras, gradientes, proporções, entre outros; para simular os objetos do nosso cotidiano.
Esse estilo foi disseminado pela  empresa Apple na década de 1980 ao criar para os seus “macintosh” interfaces gráficas em que o usuário pudesse interagir e executar comandos no computador sem a necessidade de digitar códigos. E para facilitar o entendimento e a assimilação, adotou-se este estilo que tenta reproduzir nas interfaces digitais coisas com as quias já estamos acostumados.

O Skeumorfismo foi muito utilizado por muito tempo nas interfaces digitais (os antigos sites feitos em “Adobe Flash” que o digam!). Hoje em dia esse estilo perdeu o seu status e já não é mais usado como antigamente (veja o infográfico interativo abaixo).

Via: TemplateMonster.com
Os principais motivos para isso acontecer  foram o avanço das tecnologias como HTML5 e CSS3, que vem proporcionando novas possibilidades de interação e de criação, e a disseminação do uso da tecnologia. As pessoas se acostumaram a utilizar interfaces digitais, com isso já não se faz tão necessário simular objetos da vida real no digital.
Flat Design
Flat Design significa “Design Plano”. Trata-se de um estilo minimalista que utiliza cores  e formas chapadas, com poucos (ou quase sem) efeitos de volume, sombras e texturas.
Como já citei em outras oportunidades o Design Web e Design de Interfaces “deriva do design gráfico”. Por isso quase tudo que vemos hoje em dia na Web e/ou digitais  deriva do impresso e também da arte em geral.

Não é possível se afirmar com certeza absoluta de onde vem e quando começou o movimento do Flat Design. Mas é nítido que o Flat Design tem raízes oriundas em movimentos anteriores como o Estilo Suíço de Design, Escola Bauhaus e no Movimento Artístico Minimalista.
Ao mesmo tempo que o avanço das tecnologias e do uso cada vez mais comum das interfaces digitais diminuiu a utilização do Skeumorfismo, aumentou a aplicação do Flat Design.

Hoje em dia não é mais preciso simular a textura, sombra e volume em elemento para incidcar ao usuário que “aquilo é um botão”. Um simples retângulo com uma cor chapada (ou até mesmo só o contorno) mais um texto descritivo já o suficiente para o usuário entender. Além disso o Flat Design por ser mais simples tende a ser mais leve melhorando assim também a performance da interface. Outro fator preponderante para a popularização do Flat Design foi o conceito de Design Responsivo, pois o Flat Design é muito mais maleável e adaptável que o Skeumorfismo.
Metro Design
Trata-se de um estilo minimalista com influência nítida do estilo Suíço criado pela Microsoft.
Possui esse nome porque  foi inspirado na sinalização do metrô de Londres. É muito parecido com o Flat Design, porém um pouco mais minimalista.

Material Design
É o estilo criado pelo Google que utiliza as características do Flat Design, porém adiciona outros artifícios como efeitos 3D. Ele utiliza a física e um pouco de Skeumorfismo para comunicar e criar o visual.

Nos dias atuais talvez seja o estilo mais utilizado em interfaces digitais. O trabalho feito pelo Google é de se tirar o chapéu. Você pode conferir como funciona este estilo acessando aqui: https://material.google.com/
E qual estilo é o melhor??
Aquele que atende adequadamente a proposta do projeto! Existem projetos que exigem o Skeumorfismo enquanto que outros tem o perfil mais para o Flat. O importante é não ser radical e acolher a um como se fosse um filho e desprezar o outro como se fosse um bastardo. Cada um pode ser utilizado em determinados momentos e diferentes projetos.
Dicas de para criar interfaces
A seguir seguem algumas dicas que podem te ajudar na criação de interfaces. Como você já deve saber, Galucho, não existe uma receita de bolo para isso (se existisse eu estaria vendendo e ficando rico :P). Acima de tudo use o bom senso e fundamentos do design para criar suas interfaces.
Designs podem ser testados. Não tenha medo de mudar caso precise
Não tenha medo de testar as suas interfaces. [Saiba mais sobre testes clicando aqui para ler um artigo do Chief sobre isso]. Se os testes indicarem que o design precisa mudar, mude. É preciso estar sempre aberto à mudanças para alcançar melhores resultados
Projete para os usuários, não para o você mesmo
A interface você cria (ou deveria) para o mundo e não para você. É preciso deixar o lado paternalista para sua interface evoluir e realmente alcançar o objetivo traçado. Para ter sucesso é preciso projetar para os usuários. Não tome decisões baseadas somente no seu gosto pessoal  e sem fundamentos e argumentos que justifiquem tal escolha.
A estética é importante, mas não é a principal medida
Sim, a estética tem grande influência no resultado final. Ninguém gosta de algo feio e desagradável. Contudo, temos que entender que a principal medida de sucesso é o desempenho e não somente o visual.
O objetivo é fazer a interação do usuário tão eficiente e simples possível. Não adianta você ter uma interface linda, se ela não proporciona uma boa a experiência.
Seja simples
Talvez o segredo da sofisticação esteja na simplicidade.  Pense simples e crie coisas simples de usar.Você não precisa criar coisas escalafobéticas para atingir o objetivo com beleza estética e funcional. Não confunda simplicidade com pobreza criativa. Você pode ser muito criativo pensando e criando soluções simples.
Estruture a informação
Organizar a interface de forma deliberada, de forma consistente, de forma reconhecível para os usuário. Junte os elementos relacionados e separe os não relacionados, distingua de forma clara as coisas  que são diferentes e equipare os semelhantes.Estruture o conteúdo de forma clara, concisa e coesa.
O princípio visibilidade
Seu projeto deve manter todas as opções primárias, fundamentais de forma visível sem distrair o usuário com informações irrelevantes ou redundantes. Bons projetos não sobrecarregam os usuários com muitos caminhos ou confunde-os com informações desnecessárias.
Dê feedback ao usuário
Seu projeto de UI Design deve manter os usuários informados sobre as ações da interface. Sejam interpretações, alterações de estado, condicionais, exceções ou erros.  Todas ações  que são relevantes e de interesse para o usuário devem ser explicitas de uma forma clara, com uma linguagem simples e inequívoca.
O princípio da tolerância
Seu projeto deve ser flexível e tolerante aos erros ou um possível mau uso, permitindo assim o usuário desfazer ou refazer ações. Tente reduzir ao máximo as dificuldades evitando os erros e caso eles ocorram sempre comunique ao usuário sobre o que está acontecendo.
Crie um padrão para interface
Seu projeto deve ter um padrão de componentes e comportamentos. Procure manter a consistência do layout com um propósito. Reutilize  os elementos e os comportamentos da interface. Com isso é possível reduzir a necessidade dos usuários de repensar e lembrar a passo na navegação.
A forma segue a função
Em um bom design de interfaces os elementos devem seguir a forma da sua função.
O usuário deve ser capaz de entender e/ou prever como um elemento na interface irá se comportar de forma intuitiva, clara, objetiva; apenas olhando para ele. Então se um elemento tem aparência de um botão, deve funcionar como um botão, por exemplo.
Mantenha a atenção do usuário
Hoje me dia temos muitas informações, muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo,etc. Por isso se tornou muito mais difícil prender a atenção de alguém neste mundo tecnológico.
Portanto, evite elementos desnecessários que podem distrair o seu usuário. Toda interface é concebida com um objetivo e este é a real razão por ela existir. Não se esqueça disso!
Você pode conferir mais dicas sobre UI nesse outro artigo onde falo sobre os fundamentos do UI Design (Clique aqui).
Conclusão
Um bom design de interface de usuário (UI Design) facilita a vida do usuário e não o contrário, ela não chama atenção de forma desnecessária para si  e nem  se baseia somente na estética. Ele ajuda o usuário a efetuar a ação/tarefa planejada com um visual agradável e conciso.
Design de Interfaces é uma área muito promissora e com bastante oportunidades onde você, Galucho criativo, pode aplicar o seu talento criando interfaces diferentes e ainda ganhar uma boa grana com o seu trabalho.
E você gosta da área de UI Design?
Deixe o seu comentário, bele?
Até mais!
Abraço!
Referências
http://arquiteturadeinformacao.com/
http://www.uxdesign.blog.br/
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UI Design – O que é UI Design (User Interface Design)?
Fonte: Chef of Design

Faculdade de Web Design – Onde fazer? Como funciona?

Faculdade de Web Design – Onde fazer? Como funciona?

Eae, tudo bele?
Vamos falar sobre faculdade de Web Design?
Muitas pessoas, quando desejam iniciar uma carreira de Web Designer, começam a procurar por faculdade de Web Design. E nós aqui do Chief of Design recebemos várias questões a respeito disso.
Devido a essa demanda eu que eu decidi fazer um vídeo exclusivo sobre o assunto. O vídeo está logo ao final do artigo. Você pode conferir clicando aqui.
Mas antes de falar sobre faculdade de Web Design, vamos entender o contexto por trás. Tudo bem? Então vamos nessa!!
O que é Web Design e o que faz o o profissional Web Designer?
Web design é um fragmento do Design que deriva do Design Gráfico. A área é formada por profissionais que executam a criação, o desenvolvimento e a manutenção da interface web, como de sites, blogs e aplicativos.
Apesar da finalidade mor de um Web Designer ser a criação de interfaces Web, ele também está apto a realizar outros tipos de trabalhos como criação de artes paras redes sociais, tratamento de imagens, publicidade para Web e social advertising.
O profissional Web Designer precisa ter conhecimentos necessários para utilizar programas específicos da área para criação como Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe XD, Sketch, entre outros que podem ser solicitados dependendo do Job. Além disso, também é necessário conhecimentos em linguagens Web como HTML e CSS, no mínimo. Por consequência também é necessário saber manusear softwares de edição de código como Sublime Text e Brackets.
Com tais conhecimentos o Web Designer estará apto para trabalhar tanto na criação de toda parte gráfica de interfaces web, e de outras peças aqui citadas, como na no desenvolvimento de linguagens de front-end.
Como é a área de Web Design?
A área de Web Design é bem nova. A sua história começa a partir de meados da década de 1990. Ao longo do tempo ela vem evoluindo e se transformando de acordo com o avanço das tecnologias e das novas necessidades.
No começo os trabalhos de Web Design eram executados, na grande maioria das vezes, de forma amadora principalmente por programadores que estavam começando a trabalhar com desenvolvimento Web. Com o passar do tempo, as áreas de desenvolvimento e design para web foram se consolidando como coisas separadas dentro do contexto de um desenvolvimento web.
Com isso, o design para web começou a ser executado por Designers, normalmente oriundos do design gráfico.
No mercado de trabalho, o profissional de Web Design pode atuar em empresas de diversos segmentos, desde de empresas de tecnologias até empresas de ramos distintos a web, tecnologia e design, mas que necessitam de criação e manutenção de sites e também da criação de artes para a web de uma forma geral.

Os tipos de empresas também é bastante variado podendo atuar em públicas e privadas, agências de publicidade, startups, entre outros. 
O Web Designer também pode atuar  como empreendedor individual, realizando trabalhos sob demanda, ou seja, sendo freelancer. E, claro, também pode abrir a sua própria empresa para atuar nesse segmento.
A área de web design é multidisciplinar que exige muito mais do que apenas conhecimentos técnicos e tecnológicos. Estude sempre e não se prenda apenas a questões técnicas da área. Você precisa também entender de gente, e de como as pessoas utilizam os serviços, produtos e tecnologias.
Cursos de Web Design?
Apesar de não ser obrigatório ter um curso de Web Design para atuar na área, existem algumas possibilidades para quem deseja se atualizar e aprender Web Design, como por exemplo:

Cursos Onlines
Cursos livres presenciais
Cursos técnicos

Cada tipo tem pontos fortes e fracos. Caso esteja decido a fazer um curso, o ideal é analisar o seu perfil e o investimento necessário para realizar o curso.
Também é preciso ficar atento ao conteúdo do curso. A matriz curricular pode variar bastante entre os cursos de Web Design. Caso queira saber mais, eu tenho um outro conteúdo sobre esse assunto aqui no Chief of Design.
No caso de curso online, sempre indico o nosso curso de Web Design: o Web Designer PRO (clique aqui para saber mais).
O curso é 100% online. Os conteúdos são disponibilizados em uma plataforma 24 horas no ar, sendo que você pode assistir as aulas a qualquer hora e qualquer lugar que tenha um dispositivo com acesso a internet. O acesso é ilimitado, você pode ver e rever as aulas quantas vezes achar necessário.
Já são mais de 100 vídeo aulas na plataforma divididas em módulos. A grande maioria do conteúdo está disponível em vídeos e contempla aulas teóricas e práticas com exercícios e exposições de temas sobre web design e outros relacionados. São também disponibilizados materiais extras para download que complementam as vídeo-aulas.
Como complemento das aulas oferecemos tarefas específicas para que observar o processo de seu desenvolvimento criativo.
Também disponibilizamos na plataforma um campo para você expor suas dúvidas.
Então se quiser saber mais sobre o curso, é só acessar http://www.webdesignercursos.com.br/
E talvez você esteja se perguntando: Mas e a faculdade de Web Design?
Calma! Tenha calma, Galucho
Falarei agora sobre essa questão no tópico a seguir.
Faculdade de Web Design: como funciona?
Infelizmente eu preciso te falar que não existe faculdade de Web Design. Sim, é isso mesmo! Não tem faculdade de Web design.
Você pode procurar no Google pelo termo Web Designer faculdade, faculdade de Web Designer…Enfim… Você não encontrará nenhum curso de bacharelado e nem tecnólogo com esse título.
E um ponto importante para lembrar, é que você não precisa de faculdade para ser um Web Designer. Logicamente, qualquer curso superior pode ajudar sim na sua carreira, mas no caso dessa área não é pré-requisito inquestionável.
Portanto você pode trabalhar na área mesmo que não exista uma faculdade de Web Design. O que você fizer de trabalhos na área e as provas que você tem competência para atuar com web design, ao longo da sua carreira, serão mais importante do que qualquer título.
Apesar de não ter, até o momento que estou escrevendo este artigo, faculdade de Web Design, você pode, caso ache necessário, fazer uma faculdade similar para ter uma graduação.
A opção que mais se aproxima é a faculdade de Design Digital. Infelizmente esse tipo de curso não tem disponível em todo o brasil. Aqui em São Paulo, onde moro, existem algumas universidades que oferecem esse curso, mas em outras regiões pode não ter.
Então outra opção que você tem é fazer um facul de Design Gráfico. Como citado aqui neste artigo, o Web Design deriva do Design Gráfico, logo os fundamentos e conhecimentos que aprenderá no curso de DG, serão aproveitados no Web Design.
Você também pode tentar fazer outros cursos que tem a haver com Design e Comunicação Visual como Publicidade e Propaganda ou até mesmo cursos mais voltados para tecnologia como Sistema da Informação e depois se especializar em Web Design.
Mas eu não indicaria essas opções, ao menos que não reste mais nenhuma outra. Se puder opte por Design Digital ou Design Gráfico, pois são cursos que se aproximam e tem mais matérias em comum com Web Design.
Abaixo deixo o vídeo onde falo sobre faculdade de Web Design com mais detalhes. Confira!!!
Faculdade de Web Design – Vídeo

Então é isso, Galucho!
Compartilhe a sua opinião, dúvida e/ou experiência deixando o seu comentário abaixo, bele?
Caso tenha mais dúvidas eu vou deixar abaixo alguns links com mais conteúdos esclarecedores sobre a área de Web Design:

Web Designer – Essa é a profissão certa para você?


https://www.chiefofdesign.com.br/web-design-e-desenvolvimento-web-50-perguntas-e-respostas/
https://www.chiefofdesign.com.br/o-que-um-web-designer-faz/

Vale a pena ser Web Designer?

10# excelentes razões para você se tornar um Web Designer!


E não se esqueça de assinar o nosso canal. Então inscreva-se em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ] Ajuda aí!!
Forte abraço.
Até mais.
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Faculdade de Web Design – Onde fazer? Como funciona?
Fonte: Chef of Design

O que faz um Web Designer? Saiba tudo sobre a Profissão Web Designer

O que faz um Web Designer? Saiba tudo sobre a Profissão Web Designer

E ae! Tudo bele?
Você sabe o que faz um Web Designer?
Com a popularização da internet cresceu a necessidade de se apresentar páginas web com um melhor aspecto visual para comunicar os objetivos das instituições. A preocupação era de aplicar os fundamentos de design para sanar essa necessidade. Foi a partir daí que começou a surgir a carreira de Web Designer.
O que vemos no cenário atual é que as pessoas cada vez mais utilizam-se da internet para não só buscar informações, mas para interagir socialmente, e também cada vez mais realizar compras pela praticidade que o sistema oferece.
As empresas investem cada vez mais em presença online porque isso é imprescindível para alcançar um público cada vez mais adepto por tecnologia e sedento por novidades. Com isso a procura por Web Designers qualificados para atender essas empresas têm gerado bastante oportunidades e crescimento profissional.
Você já deve estar percebendo que ingressar nesta área oferece um mundo cheio de possibilidades. Então para que você fique melhor informado neste artigo falarei para você sobre as dúvidas recorrentes que os seguidores do Chief of Design sempre me perguntam, como, o o que faz um Web Designer, onde ele atua, quanto ganha, qual faculdade é indicado fazer, entre outras coisas!
Portanto se você tem dúvidas sobre a área, se tem interesse em ingressar ou até migrar para o segmento web, te convido a continuar a leitura.
O que faz um Web Designer?

Na introdução deste artigo você ficou sabendo que para apresentar as páginas web com um melhor aspecto visual se viu a necessidade da aplicação de fundamentos de Design. Com isso o profissional responsável por projetar as páginas deviam possuir conhecimentos nesse fundamentos.
Portanto o que um Web Designer faz hoje é aplicar os fundamentos de Design para criação de layouts para sites. Ou seja, ele é um Designer que cria para web. Na prática ele utiliza de conhecimentos como Tipografia, Teoria das cores, Diagramação, Gestalt, entre outros para construir sites que consigam transmitir os objetivos de comunicação dos clientes e que facilitam sua utilização pelos usuários.
O Web Designer também é responsável por construir diferentes peças digitais utilizadas na web como banners para sites, imagens para mídias sociais e pequenas animações.
E sobre mais o que faz um Web Designer? Dependendo do projeto ele também pode ser requisitado para participar de diferentes etapas como decisões sobre a arquitetura de informação, construção de wireframes, codificações, etc.
Existe algum pré-requisito para ser Web Designer?
Querer se Web Designer é o principal requisito. Não considero ser uma questão de talento, mas sim a determinação para fazer as coisas a principal característica para atuar nesta área.
Logicamente que possuir algumas características ajuda, como:

Gostar de tecnologia;
Gostar de design;
Gostar de artes;
Ter empatia pelas pessoas;
Gostar de resolver problemas;
Ser criativo.

Web Designer precisa saber programar?

David, você citou mexer com codificação, em um tópico anterior, uma possível atividade do Web Designer. Quando eu estiver atuando na área eu precisarei programar?
Não! Definitivamente um Web Designer não precisa saber programar. Lógico que você tiver uma noção sobre linguagens de programação poderá trazer alguns benefícios, mas ter o domínio sobre os conhecimentos para atuar na área de web design já é o suficiente.
O que acontece é que cada vez mais o mercado entende que o Web Designer tem suas funções bem definidas e que não se devem confundir com funções de outros profissionais também responsáveis por um projeto web.
Pode até ser que ainda existem vagas requisitando que um Web Designer tenha além dos conhecimentos em sua área, também conhecimentos de programação. Mas não deveria ser assim.
A programação é de responsabilidade dos desenvolvedores, como também existem outros profissionais que são responsáveis pela a UX, pelo front-end, arquitetura de informação e por aí vai.
Mas caso você saiba programar, ótimo. Você terá uma ótima visão sobre o processo que envolve o projeto e poderá contribuir com as melhores práticas e quem sabe até utilizar deste conhecimento para assumir projetos freela.
Então o que faz um Web Designer que não é lidar com código? Bem, não é assim radical. Veremos a seguir como funciona essa parte de códigos.
O que faz um Web Designer com o HTML e CSS?

Ainda não nós livramos do assunto codificação. Mas calma! Isso não é o fim do mundo.
Eu sou um defensor de que Web Designers devem conhecer codificação referente a duas linguagens. Falo de HTML e CSS. E antes que você fique contrariado já afirmo que estas não são linguagens de programação.
O HTML é uma linguagem que marca o conteúdo. Portanto é uma linguagem de marcação. Esta é uma linguagem base para construção de sites e que tem a função de apresentar o conteúdo em páginas. Todo o conteúdo que você vê em uma página é inserido por códigos HTML.
Já o CSS é uma linguagem de estilização. Ela é responsável por formatar o conteúdo marcado pelo HTML. Através dela é possível que você realize tarefas como definir um tamanho e cor de um texto, posicionar um bloco da interface em algum lugar na tela, colocar uma cor ou imagem de fundo, entre outros tipos de estilizações.
E por que eu defendo que Web Designers devem conhecer HTML e CSS?
Eu defendo porque com isso o profissional vai entender quais as possibilidades e limitações seu layout poderá proporcionar nas próximas etapas do projeto sem necessariamente botar a mão nos códigos.
Ter esses conhecimentos também podem contribuir em uma maior integração entre as equipes de trabalho.
Onde encontro Faculdade de web design?

Não existe uma Faculdade de web design. E então o que fazer?
Como já falei um Web Designer precisa conhecer os Fundamentos de Design. Então um caminho interessante é fazer uma Faculdade de Design Gráfico.
Mas mesmo sendo um caminho não quer dizer que você deva começar em uma Faculdade. Para conhecer como funciona você pode começar a explorar conteúdos disponíveis na web gratuitamente ou em cursos pagos, como o Web Designer Pro, que costumam oferecer conteúdo mais organizado.

Também você pode se aperfeiçoar:

Lendo livros da área;
Participando de eventos;
Em cursos livres presenciais;
Ou em contato com outros profissionais.

Qual é o salário de um Web Designer? O que faz um Web Designer??

Vários fatores podem influenciar no salário de um Web Designer. Podemos levar em conta seu nível de experiência, a região do país, o segmento da empresa, etc.
Acredito que a média salarial de um Web Designer esteja entre 2.000 a 3.000 Reais. Mas é claro que existem casos que fogem desta média. Conheço profissionais que ganham valores superiores a essa média.
É possível sim existir pagamentos maiores sobre o que faz um Web Designer, quando ele atua por conta própria e tem um certo reconhecimento no mercado e um público-alvo diferenciado.
Onde um Web Designer atua? O que faz um Web Designer??

Imagine todas as possibilidades de lugares onde precisa-se construir e manter interfaces digitais para web. Todos esses lugares precisam de Web Designers.
Só para citar algumas temos departamentos de comunicação, marketing, em agências de publicidade, empresas de TI, lojas virtuais, startups, produtoras de vídeo, editoras de jornais e revistas on-line, ONGs, entre outras.
E caso você tenha espírito empreendedor você pode prestar serviços como Freelancer ou administrando sua própria agência.
Outros insights sobre a Profissão Web Designer
Procurei aqui (neste artigo) abordar sobre os principais aspectos que envolvem a profissão de Web Designer e o que ele faz. Também elaborei um vídeo que complementa o que foi abordado até então.
Nesse vídeo eu falo sobre o que faz um Web Designer e também sobre mercado, salário, faculdade, entre outros assuntos.
Portanto, para saber mais e de forma mais didática, confira o conteúdo do vídeo e, na seção de comentários, comente o que você achou, suas dúvidas e experiências na área! Bele?

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Espero que tenha lhe ajudado a saber mais sobre a profissão Web Designer. As tarefas que um um Web Designer pode executar no dia a dia vão além de criar um site. Pode passar por todo o planejamento até pela criação de outras artes.
E você entendeu o que faz um Web Designer? Deixe o seu comentário abaixo. Se tiver alguma dúvida, deixe também.
Então é isso!
Até mais.
Forte abraço!
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O que faz um Web Designer? Saiba tudo sobre a Profissão Web Designer
Fonte: Chef of Design