Category: Internet

O e-mail que mudou tudo

O e-mail que mudou tudo

Em abril de 2004, o Google anunciou algo que, na época, parecia pegadinha: um e-mail com 1GB de espaço para armazenamento. E de graça. Resolvendo o problema da falta de espaço e da recuperação de informações, o Gmail alcançou a marca de 1,8 bilhão de usuários. Hoje, ele vai muito além da comunicação: tornou-se um arquivo pessoal e o passaporte da internet.

O e-mail que mudou tudo (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, conversamos sobre os 20 anos do e-mail que mudou tudo. Como eram as coisas antes do Gmail? E de que forma os recursos trazidos por ele mudaram a nossa relação com o e-mail de modo geral? Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Josué de Oliveira

Emerson Alecrim

Mande seu recado

Grupos da Caixa Postal do Tecnocast:

Telegram: t.me/caixapostaltecnocast

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O e-mail que mudou tudo

O e-mail que mudou tudo
Fonte: Tecnoblog

Conheça o WooCommerce, uma plataforma versátil para criar a sua loja online

Conheça o WooCommerce, uma plataforma versátil para criar a sua loja online

Conheça o WooCommerce, uma plataforma versátil para criar a sua loja online (imagem: reprodução/Hostinger)

Montar uma loja virtual não precisa ser uma tarefa complexa. Hoje, você pode criar um e-commerce facilmente usando o WooCommerce, uma solução baseada no WordPress. É necessário ter um bom servidor para isso? É. A boa notícia é que a Hostinger oferece tudo o que você precisa em uma hospedagem WooCommerce.

O que é WooCommerce?

O WooCommerce é um plugin gratuito e de código aberto desenvolvido para que qualquer pessoa possa criar um comércio eletrônico usando o WordPress. A solução permite implementar temas personalizados, cadastrar centenas de produtos, integrar serviços de pagamento e envio de pedidos, acompanhar estatísticas de acesso e muito mais.

A existência do WooCommerce causa alguma surpresa, pois existe a crença de que o WordPress serve apenas como plataforma de blogs. Mas a verdade é que esse é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) que suporta várias outras aplicações além de blogs, como sites institucionais e lojas online.

O WooCommerce se destaca como solução de e-commerce para WordPress por contar com numerosos recursos e ser de fácil utilização. Não é por acaso que cerca de 4 milhões de lojas virtuais de várias partes do mundo são baseadas nessa plataforma.

Quais recursos o WooCommerce oferece para a minha loja?

O WooCommerce é muito mais do que uma vitrine digital. Ao usar a plataforma, a sua loja online contará com recursos como:

Cadastro de produtos: você pode cadastrar os produtos ou serviços oferecidos informando SKU (identificação única), preço, categoria (como roupas ou calçados), galeria de fotos, entre outros;

Sistemas de pagamento: o WooCommerce pode ser integrado facilmente a serviços financeiros (gateways) para que a sua loja aceite pagamento por cartão de crédito, Pix e boleto bancário, por exemplo;

Acompanhamento e relatórios: você pode acompanhar o status de cada pedido a qualquer momento, bem como ter acesso a relatórios que te ajudam a criar campanhas de marketing ou a diminuir as desistências;

Otimização para SEO: o WooCommerce tem recursos de SEO (Search engine optimization) para aumentar as chances de a loja aparecer nos primeiros resultados das buscas;

Personalização: você pode usar um tema próprio ou pré-pronto, bem como adicionar informações de contato, integração com redes sociais e com plugins de logística, como o dos Correios, e outros recursos para deixar o WooCommerce totalmente adequado ao seu negócio.

Montando uma loja com o WooCommerce (imagem: reprodução/WordPress.org)

Vantagens de usar a Hostinger para hospedagem WooCommerce

Você já sabe que o WooCommerce oferece numerosos benefícios. Mas, para usufruir deles, é importante contratar uma plataforma confiável para a sua hospedagem WooCommerce, afinal, você não vai querer que o e-commerce fique lento ou deixe de funcionar sem explicação.

É neste ponto que a Hostinger se destaca. Estamos falando de um dos mais renomados serviços de hospedagem de sites do mercado. No que diz respeito ao WooCommerce, a companhia oferece:

Ativação rápida, com apenas um clique;

Otimização de desempenho com a ferramenta LiteSpeed Cache;

Inteligência artificial que gera descrições de produtos;

CDN gratuita que distribui o conteúdo da loja para os servidores mais próximos do seu público;

Migração gratuita se a loja estiver hospedada em outro servidor;

Firewall, detecção de malwares e proteção contra ataques DDoS.

Vale destacar que todos os planos de hospedagem WooCommerce da Hostinger são gerenciados, ou seja, contam com servidores já preparados e otimizados para operações de loja virtual baseadas nessa plataforma.

Outros benefícios oferecidos pela Hostinger

A Hostinger oferece recursos que beneficiam todo tipo de site, desde um blog pessoal até uma loja virtual com hospedagem WooCommerce. Entre eles estão:

Uptime garantido de 99,9% no ano;

Domínio grátis no primeiro ano;

Certificados SSL ilimitados e gratuitos (essenciais para comércio eletrônico);

Suporte por chat 24 horas por dia, em português;

Contas de e-mail gratuitas e personalizadas;

Servidores em vários países, incluindo o Brasil;

Otimização para hospedagem WordPress;

Painel de controle intuitivo;

Backups automáticos.

A Hostinger tem planos para todos os tipos de sites (imagem: reprodução/Hostinger)

O melhor custo-benefício para WooCommerce

Você não precisa gastar uma fortuna para ter uma boa hospedagem WooCommerce. Na Hostinger, os planos começam em R$ 17,99 no plano de 48 meses ou em R$ 24,99 no plano anual. Ambas as opções têm domínio grátis por um ano.

Leitores do Tecnoblog ganham ainda outros 10% de desconto nos planos de hospedagem de 12 meses ou mais. Basta usar o código TECNOBLOG.

Se você não ficar satisfeito, terá 30 dias para pedir reembolso. Mas é improvável que isso aconteça. A Hostinger tem planos para diversos tipos de lojas online, desde o dropshipping de um microempreendedor até a plataforma de uma empresa que já tem e-commerce, mas precisa potencializar a sua presença online.
Conheça o WooCommerce, uma plataforma versátil para criar a sua loja online

Conheça o WooCommerce, uma plataforma versátil para criar a sua loja online
Fonte: Tecnoblog

Google enfrenta sério problema de Wi-Fi em novo prédio

Google enfrenta sério problema de Wi-Fi em novo prédio

Campus do Google tem design moderno, inovador, sustentável e é péssimo para o Wi-Fi (Imagem: Divulgação/Google)

A arquitetura do novo prédio do Google, que foi totalmente desenhado pela big tech, está causando problemas com os sinais de Wi-Fi. De acordo com alguns funcionários, que falaram com a Reuters sob condição de anonimato, o teto ondulado da empresa prejudica a propagação das ondas de rádio dos roteadores. O Google não se pronunciou sobre a causa do sinal fraco de Wi-Fi.

O mais inacreditável, já que falamos de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e uma das principais líderes de serviços de internet, é que a situação está assim há meses. Em resposta a Reuters, o Google afirma que está trabalhando para melhorar cobertura do sinal no campus Bay View.

Um funcionário, também em declaração anônima, destacou o seu sentimento sobre sofrer com o Wi-Fi na big tech. “Você pensa que a companhia líder em internet já teria resolvido isso”, disse o empregado. O caso fica ainda mais complicado pelo fato do Google ter abandonado o trabalho remoto para adotar uma rotina híbrida de três dias de escritório.

Quem não tem cão, caça com celular

Para contornar o problema, os funcionários estão utilizando os bons e velhos cabos ethernet. Se faltar cabo, aí eles têm três opções: rotear a internet do celular, trabalhar ao ar livre ou usar o Wi-Fi da cafeteria da Bay View — os dois últimos contam com sinal mais forte do que o da área voltada para o trabalho. Alguns empregados ganharam notebooks com uma placa de rede mais potente.

O prédio do campus de Bay View, localizado na cidade Mountain View, sua sede há décadas, foi totalmente projetado pelo Google. Em uma publicação sobre o prédio, a empresa relata que teve a chance de “repensar a ideia de escritório”.

O desenho do lugar é bonito, possui um visual moderno e recursos para sustentabilidade. As “ondas” permitem maior entrada de luz natural. O teto possui células fotovoltaicas para geração de energia e possui infraestrutura para capturar água da chuva.

Os módulos do teto ajudam nessa proposta sustentável. Por outro lado, seu formato cria formas convexas e parabólicas voltadas para a parte interna, o que pode ser a causa do problema de propagação das ondas de rádio. Mas isso algum físico youtuber poderá explicar melhor (alô, Pedro Loos e FísicoTurista).

Com informações: Ars Techinica e Reuters
Google enfrenta sério problema de Wi-Fi em novo prédio

Google enfrenta sério problema de Wi-Fi em novo prédio
Fonte: Tecnoblog

Como escolher a melhor hospedagem WordPress

Como escolher a melhor hospedagem WordPress

Por que pensar na Hostinger ao procurar a melhor hospedagem WordPress (imagem: reprodução/Hostinger)

O WordPress é o sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) mais popular da internet. Seu uso permite a você fazer publicações com textos, fotos, vídeos e outros recursos de modo prático e a partir de qualquer lugar. Mas, para usufruir desses benefícios, é preciso contar com uma boa hospedagem WordPress. Neste ponto, a Hostinger se destaca.

O que é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS)?

Um CMS (Content Management System) é uma plataforma que permite a você publicar conteúdo na internet sem precisar de conhecimentos de HTML, CSS e outros padrões web. Sistemas do tipo trazem editor de textos, suportam inserção de fotos e vídeos, salvam rascunhos e possibilitam a atualização do conteúdo após ele ser publicado.

O WordPress é o CMS mais popular da web, não só por oferecer esses recursos, mas também por suportar milhares de plugins que levam a ele funcionalidades extras. Além disso, é possível personalizar o visual das suas páginas no WordPress com temas prontos ou feitos sob medida para o seu projeto.

WordPress serve para blogs, sites institucionais, lojas e mais

Embora o WordPress tenha se popularizado como um CMS para blogs, ele não serve só para isso. Seja com recursos nativos ou com plugins, é possível utilizar o WordPress para projetos como:

Sites institucionais

Sites de notícias

Portfólios online

Galerias de fotos

Comunidades online

Cursos online

Páginas de newsletters

Páginas de eventos

Lojas virtuais

A melhor parte é que, por ser uma iniciativa com código-fonte aberto, o WordPress pode ser ajustado para as necessidades de cada projeto. Além disso, essa característica faz o WordPress ser atualizado regularmente para otimização de recursos e correção de falhas, o que o torna bastante versátil e seguro.

Interface do WordPress (imagem: reprodução/Emerson Alecrim)

A Hostinger tem a melhor hospedagem WordPress

O WordPress é uma solução completa para gerenciar conteúdo, mas tamanha versatilidade exige que a plataforma seja instalada em um bom serviço de hospedagem, do contrário, seu site poderá apresentar erros, ficar lento ou até deixar de funcionar.

A boa notícia é que você não precisa ir longe para encontrar uma hospedagem de sites WordPress decente. Sabendo da importância que esse CMS tem no mercado, a Hostinger oferece servidores estáveis, e também integração nativa com o LiteSpeed, recurso de cache que deixa o WordPress mais rápido.

O desempenho não é a única vantagem. A Hostinger permite que você instale o WordPress em sua hospedagem com apenas um clique. Você não precisa se preocupar em baixar o pacote de instalação ou configurar manualmente o banco de dados, portanto.

Tem mais. Na Hostinger, o WordPress:

Pode ser migrado automaticamente a partir de outro provedor

É atualizado automaticamente

Conta com detector de vulnerabilidades

Suporta linha de comando para atualizações e configurações

Suporta múltiplos sites na mesma instalação

Tem ambiente de testes, ferramentas de IA e cache de objetos nos planos mais avançados

Não é por acaso que a Hostinger é considerada a melhor hospedagem WordPress nos principais rankings que comparam esse tipo de serviço.

O envolvimento da Hostinger com esse CMS é tão amplo que a companhia contribui até para a iniciativa Five for the Future, que visa melhorar continuamente o WordPress.

Você pode criar vários tipos de site usando WordPress e o hospedando na Hostinger (imagem: reprodução/Hostinger)

Outras vantagens de hospedar seu site na Hostinger

A Hostinger é um serviço de hospedagem prestigiado em escala global. Isso porque, além de ser bastante amigável para o WordPress, o serviço oferece recursos que beneficiam vários tipos de aplicações. Entre esses recursos estão:

Armazenamento que começa em 100 GB

E-mail profissional grátis

Certificados SSL ilimitados e gratuitos

Criador de sites com inteligência artificial (para quem não quiser WordPress)

Backups semanais, com opção de cópia diária

Domínio grátis no primeiro ano

Detector de malwares

Proteção contra ataques DDoS

Garantia de 99,9% de uptime

Servidores em vários países (você pode escolher o mais adequado para seu site)

Suporte via chat 24 horas por dia, em português, com espera de até 5 minutos

Esses e outros benefícios explicam o fato de mais de 2 milhões de pessoas no mundo todo hospedarem seus sites na Hostinger. Muitos delas estavam em busca justamente da melhor hospedagem para WordPress e encontraram no serviço tudo o que esperavam.

Na Hostinger você pode instalar o WordPress com um clique (imagem: reprodução/Hostinger)

A Hostinger capricha no custo-benefício

A Hostinger se destaca ainda por oferecer hospedagem WordPress barata. Os planos começam em R$ 11,99 na assinatura de 48 meses e ainda incluem três meses grátis. Se você quiser um período menor, tudo bem. As assinaturas anuais partem de R$ 17,99 (preços em vigor na data de publicação deste texto).

Para completar, leitores do Tecnoblog ganham mais 10% de desconto nos planos de hospedagem de 12 meses ou mais com o código TECNOBLOG.

Todos os planos com 12 meses de assinatura ou mais oferecem um ano de domínio gratuito.

Você ainda conta com 30 dias para pedir reembolso, se não ficar satisfeito. Mas é pouco provável que isso aconteça. A Hostinger é referência global em hosting, oferecendo soluções ideais para empreendedores, desenvolvedores, pequenas empresas e assim por diante, seja com hospedagem WordPress, seja com outras aplicações.
Como escolher a melhor hospedagem WordPress

Como escolher a melhor hospedagem WordPress
Fonte: Tecnoblog

Como criar uma conta da Netflix para assinar o serviço de streaming

Como criar uma conta da Netflix para assinar o serviço de streaming

Netflix possui um catálogo recheado de séries, filmes e documentários (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Criar uma conta da Netflix é uma exigência para conseguir assinar o serviço e desfrutar o catálogo. A plataforma permite criar uma conta pelo navegador, a partir do celular ou do PC.

Será necessário escolher o plano que deseja contratar durante o processo de cadastro na Netflix. O serviço de streaming não oferece mais 30 dias grátis para degustar o catálogo.

A configuração do perfil também pode ser feita ao criar a conta da Netflix. Uma conta pode ter até cinco perfis para as pessoas que moram na mesma casa. Dependendo do plano, dá para acessar a plataforma em até quatro dispositivos (telas) simultaneamente.

A seguir, veja como criar uma conta na Netflix:

ÍndiceComo criar uma conta da Netflix pelo celular1. Acesse o site da Netflix pelo navegador do celular2. Escolha um plano de assinatura da Netflix3. Cadastre um e-mail e uma senha para a conta da Netflix4. Defina a forma de pagamento da conta da NetflixComo criar uma conta da Netflix pelo PC1. Acesse o site da Netflix para iniciar o cadastro da conta2. Cadastre uma senha para fazer sua conta na Netflix3. Escolha um plano de assinatura da Netflix4. Defina a forma de pagamento da conta da NetflixDá para criar uma conta da Netflix pela TV?Tem como criar uma conta da Netflix com 30 dias grátis?Posso criar uma conta da Netflix para outra pessoa?É possível excluir uma conta da Netflix?

Como criar uma conta da Netflix pelo celular

1. Acesse o site da Netflix pelo navegador do celular

Use o navegador do seu celular, como o Google Chrome no Android ou o Apple Safari no iPhone, para acessar o site netflix.com/signup. Então, toque no botão vermelho “Próximo” para começar a fazer uma conta da Netflix.

2. Escolha um plano de assinatura da Netflix

Selecione um dos três planos de assinatura da Netflix disponíveis:

Premium;

Padrão:

Padrão com anúncios.

Após escolher o plano, desça a tela do aplicativo e toque no botão vermelho “Próximo” para continuar a criar a conta da Netflix.

3. Cadastre um e-mail e uma senha para a conta da Netflix

Toque no botão vermelho “Próximo” para configurar a sua conta da Netflix. Cadastre um e-mail de acesso e uma senha e, mais uma vez, toque no botão vermelho “Próximo” para contratar a Netflix.

4. Defina a forma de pagamento da conta da Netflix

Escolha uma forma de pagamento da assinatura da Netflix – cartão de crédito, de débito ou código de cartão pré-pago (gift card) – e informe os dados solicitados. Por fim, toque no botão vermelho “Iniciar assinatura” para concluir o cadastro e usar a plataforma de filmes e séries.

Como criar uma conta da Netflix pelo PC

1. Acesse o site da Netflix para iniciar o cadastro da conta

Use o navegador do seu PC para acessar o site netflix.com/br/. Digite seu endereço de e-mail no campo “Email” e clique no botão vermelho “Vamos lá”.

2. Cadastre uma senha para fazer sua conta na Netflix

Clique no botão vermelho “Próximo” para iniciar a configuração da sua conta na Netflix. Então, cadastre uma senha de acesso para a plataforma e, novamente, clique no botão vermelho “Próximo”.

3. Escolha um plano de assinatura da Netflix

Na próxima tela, clique no botão vermelho “Próximo” para ver as opções de assinatura da Netflix:

Premium;

Padrão;

Padrão com anúncios.

Selecione um dos planos que você deseja contratar da Netflix e clique no botão vermelho “Próximo” no final da tela.

4. Defina a forma de pagamento da conta da Netflix

Escolha uma das formas de pagamento do plano da Netflix – cartão de crédito, de débito ou código de cartão pré-pago (gift card) – e preencha os dados necessários. Por fim, clique no botão vermelho “Iniciar assinatura” para começar a usar a plataforma de streaming.

Dá para criar uma conta da Netflix pela TV?

Você não consegue assinar a Netflix na TV. Embora seja possível iniciar o cadastro pelo app do streaming em uma smart TV, você precisará de um celular ou um computador para acessar o e-mail com o link de ativação para criar a conta na plataforma de filmes e séries.

Tem como criar uma conta da Netflix com 30 dias grátis?

Não é possível assinar a Netflix com 30 dias grátis. O streaming encerrou o período de teste gratuito em fevereiro de 2020. Agora, ao realizar uma nova assinatura, você precisa escolher um plano da Netflix com a cobrança a partir da data do cadastro na plataforma.

Posso criar uma conta da Netflix para outra pessoa?

Sim, a Netflix permite criar uma conta para outra pessoa. Vale dizer que isso é diferente de criar um perfil para outra pessoa na Netflix. Ao criar uma conta, você assina o serviço de streaming para outro usuário. Já ao criar um perfil, você dividirá a sua conta com alguém que mora com você no mesmo endereço.

É possível excluir uma conta da Netflix?

Sim. Para excluir seu cadastro, você precisa cancelar a assinatura da Netflix e aguardar 10 meses após o cancelamento para que a plataforma apague seus dados. Caso você queira antecipar a exclusão da conta, é possível solicitar a ação enviando e-mail para privacy@netflix.com.

Ao excluir a conta da Netflix, suas preferências, perfis e histórico de visualização são apagados do serviço.
Como criar uma conta da Netflix para assinar o serviço de streaming

Como criar uma conta da Netflix para assinar o serviço de streaming
Fonte: Tecnoblog

SpaceX vai tirar de órbita 100 satélites da Starlink por risco de falha

SpaceX vai tirar de órbita 100 satélites da Starlink por risco de falha

Starlink diz que decisão é para manter o espaço seguro e sustentável (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A SpaceX anunciou que vai retirar de funcionamento cerca de 100 satélites da Starlink, devido a um problema não especificado, que pode aumentar a probabilidade de falhas. A empresa garante que clientes do serviço de internet não sofrerão interrupções e diz que a decisão é para manter o espaço “seguro e sustentável”.

Segundo a SpaceX, os satélites afetados são da primeira geração. Eles estão funcionando de maneira efetiva e é possível manobrá-los, o que vai evitar colisões com outros satélites durante a descida. No entanto, a equipe da Starlink encontrou um problema comum a essa “pequena população”, que pode causar falhas futuramente.

Repor essas cerca de 100 unidades não deverá ser um problema para a SpaceX, já que a empresa tem, atualmente, capacidade para construir 55 por semana e lançar 200 por mês. Mesmo assim, a decisão de desativar uma quantia relevante de equipamentos não é comum.

SpaceX consegue lançar 200 satélites da Starlink por mês (Imagem: Divulgação/SpaceX)

“Apesar de esta abordagem proativa trazer o ônus da perda de satélites que estão servindo nossos usuários, acreditamos que é a coisa certa a se fazer para manter o espaço seguro e sustentável”, escreveu a companhia no comunicado.

Projetos com muitos satélites, como é o caso da Starlink, recebem críticas por aumentar o problema do lixo espacial. Isso explica a iniciativa da SpaceX e a ênfase dada pelo comunicado à questão de manter o espaço seguro e sustentável.

Descida controlada vai levar seis meses

O procedimento de retirada da órbita começará nas próximas semanas ou meses. A SpaceX explica que estes satélites seguirão uma operação de descida controlada, segura e circular, que deve levar aproximadamente seis meses. Durante o processo, eles terão condições para evitar choques com outros equipamentos.

Dos quase 6 mil satélites da Starlink lançados, 406 já tiveram seu processo de descarte iniciado, incluindo 17 que não podem mais ser manobrados — eles cairão naturalmente e queimarão na atmosfera da Terra, mas continuam sendo monitorados pela SpaceX, para evitar acidentes.

Com informações: SpaceX, TechCrunch, Gizmodo, Space.com
SpaceX vai tirar de órbita 100 satélites da Starlink por risco de falha

SpaceX vai tirar de órbita 100 satélites da Starlink por risco de falha
Fonte: Tecnoblog

Threads deve ganhar “trending topics” em breve

Threads deve ganhar “trending topics” em breve

Ícone do Threads no iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Meta está testando uma função de “trend topics” no Threads. O recurso, que é uma característica notável do rival X/Twitter, destaca os assuntos do momento que têm mais relevância na rede social. O que causa espanto é o teste ter sido revelado alguns dias depois de a Meta afirmar que não promoveria conteúdo político na plataforma.

Por enquanto, o teste está restrito aos Estados Unidos. A lista de tópicos em destaque aparece na página de pesquisa e na aba “Para você” do Threads nas contas que já têm acesso à novidade.

De acordo com Adam Mosseri, CEO do Instagram, sistemas de inteligência artificial analisam quantas pessoas estão comentando determinado assunto, bem como as interações com essas postagens, para definir se aquele tópico deve ou não aparecer na lista.

Ainda segundo Mosseri, já há uma equipe de especialistas em conteúdo atuando para garantir que os tópicos destacados não sejam confusos, duplicados ou violem as diretrizes do Threads.

Usuários também poderão denunciar tópicos potencialmente problemáticos, casos eles não tenham sido barrados pela equipe de moderação.

Em linhas gerais, esse seria apenas mais um recurso para incrementar a experiência do usuário na rede social se não fosse por um detalhe: Mosseri disse que a lista de tópicos poderá conter temas políticos.

Não vai ter política, mas pode ter

No dia 9 de fevereiro, Mosseri usou o Threads para reforçar um discurso feito no meio de 2023: o de que a rede social não irá incentivar ou promover discussões políticas.

Não que tópicos políticos sejam proibidos. A Meta só não quer que a rede social seja usada como campo de batalha para opiniões políticas diferentes, razão pela qual não haverá mecanismos para alavancar esse tipo de conteúdo.

Ou não haveria. Se tendências políticas puderem aparecer na lista de tópicos do Threads, como Mosseri enfatizou, o discurso de que conteúdo político não seria incentivado na rede social deixa de ser totalmente verdadeiro.

Ao Techcrunch, um representante da Meta explicou que tópicos políticos só serão removidos da lista se eles violarem as diretrizes de comunidade da rede social. Isso porque, no entendimento da companhia, esses tópicos refletem assuntos relevantes na plataforma, não podendo ser entendidos como recomendações personalizadas.

“Trend topics” no Threads (imagem: reprodução/Techcrunch)

X permitirá que anunciantes exibam publicidade com criadores selecionados

Enquanto o Threads segue na missão de incrementar as suas funcionalidades, o X/Twitter tenta recuperar pelo menos parte dos anunciantes que perdeu desde que Elon Musk assumiu o controle da rede social.

A medida mais recente é um recurso que permite que anunciantes escolham veicular anúncios junto com perfis de criadores de conteúdo selecionados pelo próprio X/Twitter. A intenção é dar ao anunciante mais controle sobre como seus anúncios aparecem na rede social.

Isso pode impedir que os anúncios sejam vinculados junto a postagens polêmicas ou até ilegais. O Techcrunch cita como exemplo o movimento de anunciantes que paralisaram suas campanhas no X/Twitter em 2023 depois que seus anúncios apareceram ao lado de conteúdo nazista.
Threads deve ganhar “trending topics” em breve

Threads deve ganhar “trending topics” em breve
Fonte: Tecnoblog

Instagram e Threads não vão mais recomendar conteúdo político

Instagram e Threads não vão mais recomendar conteúdo político

Instagram já restringia conteúdos políticos no Reels (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Instagram e Threads vão parar de recomendar conteúdo político de contas que o usuário não segue. Isso se aplica à seção Explorar, Reels, recomendações no próprio feed e usuários sugeridos. A Meta, empresa dona das duas redes, diz que a mudança não afeta as contas que o usuário segue, e que existe a opção de voltar a ver recomendações desse tipo.

A companhia já tinha uma política assim para os Reels, mas agora ela será expandida para mais áreas das duas redes. O conceito de conteúdo político da Meta é bem amplo, incluindo publicações que envolvem leis, eleições e questões sociais. As novidades também estão no blog do Instagram e na página de transparência da Meta.

Adam Mosseri, CEO do Instagram, anunciou as mudanças no Threads. “Não queremos amplificar proativamente conteúdo político de contas que você não segue”, explicou o executivo. “Nossa meta é preservar a opção de interagir com conteúdo político, respeitando o interesse de cada pessoa.”

Publicado por @mosseri Ver no Threads

Usuário pode reativar recomendações políticas

A Meta oferece opção de desativar essa restrição nas configurações da conta. Assim, o usuário volta a ver recomendações de conteúdos que “provavelmente mencionam governos, eleições ou questões sociais que afetam grupos de pessoas ou a sociedade toda”.

Contas profissionais no Instagram poderão verificar se elas estão elegíveis a ter seu conteúdo recomendado, com base no que publicaram recentemente. Para isso, é necessário acessar a área “Status da conta”. Por lá, dá para editar e remover posts ou até mesmo solicitar uma revisão.

Mosseri disse que não vai encorajar notícias no Threads (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Meta não recomenda conteúdo político no Facebook

A medida da Meta de diminuir as recomendações de conteúdo político no Instagram e no Threads segue o que a companhia adotou no Facebook. Desde 2022, a empresa fez mudanças no feed para reduzir a distribuição de publicações desse tipo.

Mosseri também já disse que o Threads seria diferente do X (antigo Twitter) e não iria encorajar notícias e discussões políticas. Para ele, o objetivo da nova rede era ser um lugar “menos raivoso” para conversas. Além disso, o executivo considera que jornalismo e assuntos políticos trazem escrutínio, negatividade e riscos de integridade, que não valem a pena.

Com informações: Meta, Instagram, TechCrunch, The Verge
Instagram e Threads não vão mais recomendar conteúdo político

Instagram e Threads não vão mais recomendar conteúdo político
Fonte: Tecnoblog

Google decide aposentar cache de páginas na busca

Google decide aposentar cache de páginas na busca

Cache do Google foi criado para acessar páginas que estavam fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Google não vai mais disponibilizar links para o cache das páginas nos resultados de busca. O recurso foi sendo abandonado ao longo dos anos e já tinha desaparecido para alguns usuários nos últimos meses. Agora, o fim foi confirmado por Danny Sullivan, relações públicas da pesquisa do Google.

Sullivan explicou a decisão em sua conta no X (antigo Twitter). “[O cache] era destinado a ajudar as pessoas a acessar páginas lá no passado, quando você não podia depender do carregamento de um site. Hoje em dia, as coisas melhoraram muito”, comentou. “Então, nós decidimos aposentá-lo.”

Hey, catching up. Yes, it’s been removed. I know, it’s sad. I’m sad too. It’s one of our oldest features. But it was meant for helping people access pages when way back, you often couldn’t depend on a page loading. These days, things have greatly improved. So, it was decided to…— Google SearchLiaison (@searchliaison) February 1, 2024

A ferramenta cache salvava sites da web em servidores do próprio Google. Assim, se o servidor estivesse com problemas, por exemplo, era possível acessar aquela versão. Nem sempre ela estava atualizada ou funcionava corretamente, mas em muitos casos, ajudava a conseguir a informação desejada.

Antigamente, os resultados de busca do Google tinham um link dizendo “Em cache” logo ao lado da URL. Com o tempo, ele foi movido para a seção “Sobre Este Resultado”. Nos últimos meses, alguns usuários perceberam que o botão desapareceu.

Versão em cache da página inicial do tecnoblog em 2 de março de 2018 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Ainda é possível acessar o cache de uma página com um truque. No Google, basta fazer uma busca por “cache:” e o endereço do site desejado. Porém, este operador de pesquisa também vai deixar de funcionar em breve, segundo Sullivan.

O fim nem chega a ser uma surpresa. Em 2021, Martin Splitt, que também trabalha na equipe de relações públicas da pesquisa do Google, disse que o cache era um “recurso legado sem manutenção”.

Cache contornava bloqueio e mostrava histórico

O cache também tinha outras utilidades, como comenta o Verge. Profissionais de SEO (otimização para motores de busca) usavam o recurso para saber como o Google estava “enxergando” suas páginas e as de concorrentes.

A ferramenta também ajudava a consultar versões antigas de páginas alteradas ou removidas. Além disso, ela ainda servia para acessar sites que estavam bloqueados em algumas regiões do mundo, sem precisar de VPN.

Wayback Machine também salva sites

Com o fim do cache, uma alternativa para acessar versões salvas de sites é o Wayback Machine, mantido pelo Internet Archive. O serviço mostra um histórico de versões salvas de um site ao longo do tempo.

Wayback Machine tem até visualização de calendário para acessar histórico de uma página web (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Sullivan, inclusive, diz torcer para que o Google passe a colaborar com o projeto, já que ele seria um bom substituto do cache. “Eu acho que seria bastante adequado para os objetivos de alfabetização informacional [da seção] Sobre Este Resultado”, comentou ele no X. Mesmo assim, ele não promete nada.

Com informações: The Verge, Search Engine Land
Google decide aposentar cache de páginas na busca

Google decide aposentar cache de páginas na busca
Fonte: Tecnoblog

Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

Em março de 2022, uma reportagem do The Washington Post revelou que o Facebook teria contratado uma firma de consultoria para lançar uma campanha difamatória contra o TikTok. Era um momento tenso para a empresa, que, pela primeira vez em sua história, registrava perda de usuários.

As redes sociais podem estar acabando, mas o Facebook, não (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A ideia da campanha era associar o TikTok a desafios e trends perigosas, criando uma imagem problemática para a empresa. O objetivo, é claro, era colocar algum empecilho no caminho do aplicativo de vídeos, provável destino dos usuários que abandonavam o Facebook.

O caso parecia indicar uma empresa desesperada, sem saber como preservar a relevância de seu principal produto. O TikTok, por sua vez, era o novo acontecimento no universo das mídias sociais. Um inesperado concorrente que evidenciava a falta de inovação do Facebook.

Só que muita coisa mudou de lá para cá. Os resultados financeiros mais recentes da Meta apresentam números sólidos. E isso inclui também o Facebook, que, diferente do cenário de 2022, cresceu em número de usuários.

No ano em que comemora seu vigésimo aniversário, a rede de Mark Zuckerberg mostra que ainda está bem viva.

Sinônimo de rede social

O Tecnocast 321 teve como tema os 20 anos do Facebook. Um dos pontos abordados na conversa foi a maneira como a plataforma conseguiu se definir como um sinônimo de rede social.

É claro que o Facebook não foi o primeiro site onde era possível criar um perfil, adicionar amigos, mandar recados e outras funções semelhantes. Antecessores como o Friendster e o Myspace já apresentavam essas funcionalidades. Isso sem falar no Orkut, queridinho entre os brasileiros.

Mas o jeito como o Facebook conseguiu concentrá-las num só lugar e expandir o aspecto social da rede é que o tornou o principal exemplar desse tipo de plataforma. Em dado momento, a quantidade de recursos disponíveis tornava difícil para qualquer outro concorrente oferecer algo que o Facebook já não tivesse.

Feed com atualizações, grupos fechados, páginas que podiam ser seguidas para acompanhar conteúdos específicos, chat, aniversários, eventos. Esse conjunto de elementos formava um ecossistema onde o usuário tinha inúmeros motivos para ficar.

No meio do caminho, a plataforma fazia experiências. Ajustes no feed; novos recursos, como o Facebook 360º (quem lembra?); e até mesmo uma tentativa de competir com a Twitch através do Facebook Gaming.

Site do Facebook (Imagem: Austin Distel/Unsplash)

Vários desses experimentos falhavam, e plataforma os deixava de lado. Na prática, eram tentativas de acrescentar ao que a rede já tinha de sólido. Mesmo quando coisas novas fracassavam, o de sempre continuava funcionando — e trazendo os usuários de volta.

Outro ponto que fortalecia ainda mais o Facebook enquanto rede social era que, em determinado momento, todo mundo já estava lá. Seus amigos, familiares, colegas de faculdade. Ir para outro lugar fazia menos sentido num contexto como esse.

É claro que tamanha concentração de gente num único espaço trouxe seus problemas. E os problemas do Facebook, apesar de seu indiscutível sucesso, se multiplicaram ao longo de seus 20 anos.

Privacidade, bolhas e desinformação

Por melhores que sejam os números reportados — 3.07 bilhões de usuários mensais e 2.11 bilhões de usuários diários —, é inegável que o Facebook de hoje tem um problema de imagem. Os inúmeros escândalos na plataforma são responsáveis por isso.

O mais famoso de todos é o da Cambridge Analytica, quando a empresa de consultoria política teve acesso a dados de 50 milhões de usuários. Tudo devido a permissões dadas a aplicativos externos. De posse dessas informações, foi possível disparar propaganda política direcionada.

A reputação da empresa saiu manchada, e continuaria assim devido a outros casos envolvendo falhas de privacidade. Outro ponto sensível foi a desinformação, que, segundo pesquisadores, recebia muito mais engajamento na plataforma do que histórias e matérias de fontes fidedignas.

A imagem do Facebook como um local cheio de fake news é herdada de eleições recentes, quando a circulação desse tipo de conteúdo se tornou lugar-comum na rede. Isso pôde ser verificado tanto no contexto das últimas eleições americanas quanto nas eleições brasileiras mais recentes.

Notificação para quem interagiu com fake news sobre COVID-19 (Imagem: Divulgação/Facebook)

Da mesma forma, passou-se a questionar mais o papel dos algoritmos na criação de bolhas ideológicas, que reforçam as convicções dos usuários pela oferta reiterada de conteúdos com os quais a pessoa já concorda. Uma espécie de barreira que dificulta o contato com quem pensa diferente.

Estes problemas certamente fizeram o Facebook perder usuários. A saída de muitos nessa época, combinada à perda de usuários mais jovens nos anos recentes, ajudou a criar a noção de uma rede decadente, onde apenas os nossos pais estão.

Os números, no entanto, continuam contando outra história.

Onde está o foco de Mark Zuckerberg?

Em 2021, o metaverso foi apontado como o projeto principal da Meta. A empresa ganhou até um novo nome por conta disso. Mas é evidente que a ideia não ganhou a tração que Zuckerberg gostaria.

Agora, o criador do Facebook e CEO de sua empresa-mãe volta sua atenção para inteligência artificial. Nenhuma surpresa aí: é o que todos no mercado de tecnologia estão fazendo.

Antes disso, houve o lançamento do Threads, concorrente do Twitter. E ainda outros projetos ao longo dos últimos anos que capturaram a atenção de Zuckerberg, desde streaming de vídeo até a criação de uma criptomoeda.

Mark Zuckerberg (imagem: Reprodução/Facebook)

Uma matéria recente da Bloomberg descreve essas mudanças de foco do chefão da Meta como tentativas de criar algo maior que o Facebook, que possa fortalecer as perspectivas da empresa para o futuro.

No entanto, o Facebook segue sendo o produto mais popular da Meta. Por mais que o crescimento não seja tão acentuado quanto no passado e que usuários jovens estejam migrando para o TikTok, algo no Facebook ainda faz com que mais de 2 bilhões de pessoas o acessem todos os dias.

Num momento em que se fala sobre o fim das redes sociais, com novas formas de consumo de conteúdo tomando o lugar das antigas formas de interação on-line, a maior rede de todas mostra que não está nem perto do fim.
Aos 20 anos de idade, o Facebook não vai a lugar nenhum

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Fonte: Tecnoblog