Category: Marketing

Como otimizar as palavras-chave nas campanhas de Links Patrocinados?

Como otimizar as palavras-chave nas campanhas de Links Patrocinados?

Criar uma campanha de Links Patrocinados está longe de ser uma tarefa fácil, não é mesmo? É preciso pensar na estrutura das campanhas, grupos de anúncios e palavras-chave, além de todas as outras ferramentas que o Google disponibiliza como extensões de anúncios, CPC otimizado e assim por diante.
Pensando nas otimizações necessárias para garantir os melhores resultados, acabamos partindo – quase sempre, senão sempre – da lista de palavras chave que estamos ‘comprando’, afinal é por meio delas que nossos possíveis clientes nos encontrarão.
Listei algumas dicas de como é possível otimizar os termos que você utiliza em sua conta.
Não são regras e não precisam ser seguidas na ordem que foram listadas, mas é importante se atentar aos pontos abaixo para buscar os melhores resultados.
Lembrando que o que pode funcionar para uma conta não vai funcionar necessariamente para outra e que os testes são fundamentais. É preciso ajustar e acompanhar, evitar muitas alterações ao mesmo tempo para que você consiga observar os resultados e entender quais modificações realmente foram responsáveis por uma melhora ou piora na conta.

Vamos começar?

Pense como o seu cliente pensa: quais termos são mais prováveis de serem utilizados na busca quando seu cliente procura pelo seu produto ou serviço? Assim você pode incluir em suas campanhas as palavras mais relevantes para seu negócio;

Confira as URLs de direcionamento dos anúncios: depois de clicar no anúncio, vindo por uma determinada palavra-chave, o ideal é que o usuário acesse o site justamente na página que trata do assunto abordado tanto na palavra-chave que ele buscou, quanto no anúncio pelo qual ele se interessou.

Se você anuncia sapatos e o cliente chegou depois de ter buscado um modelo específico se certifique de que ele vai acessar a página desse modelo pelo qual ele está interessado;

Negative termos irrelevantes: nos relatórios que você tem acesso ao anunciar no Google, por exemplo, é possível encontrar as informações sobre Termos de Pesquisa. Pense o seguinte: você pode adicionar em sua conta o termo vestido e um usuário pode buscar no Google pela palavra vestido de festa, caso você não tenha negativado a palavra festa em sua conta o seu anúncio pode aparecer no resultado dessa pesquisa.

É possível que esse termo seja importante para você ou não. Você pode vender apenas vestidos para mulheres e aparecer no resultado de busca pelo termo vestido para bonecas, por exemplo. Nesse caso você pode negativar em sua conta a palavra bonecas e seu anúncio não vai mais aparecer quando um usuário buscar por qualquer uma das palavras em sua conta +boneca.

Pode parecer complexo no início, mas essa otimização é fundamental. Com ela você irá direcionar as impressões das suas campanhas para termos que realmente podem trazer clientes em potencial. Para saber mais, clique aqui;

Inclua termos relevantes: o relatório de Termos de Pesquisa pode ajudar você a incluir termos em suas campanhas também. Pequenos erros de grafia, novas formas de nomear seus produtos e ideias inclusive de abordagens para os anúncios podem surgir ao revisar esse relatório;

Correspondência das Palavras-chave: é preciso estar sempre atento a forma como os as palavras-chave estão cadastradas na conta, pois isso vai influenciar seu investimento, sua relevância na busca, seu índice de qualidade e posicionamento.
A explicação ficaria muito extensa mas você pode acompanhar detalhadamente nesse link.

 
É importante entender que as otimizações precisam ser constantes e o acompanhamento dos resultados também. Existem diversos fatores externos a sua conta que podem impactar nos seus resultados. Seja uma movimentação do mercado, um novo concorrente que começa a oferecer um CPC mais alto ou uma condição especial de pagamento.
E você, como otimiza suas campanhas? Compartilhe conosco suas experiências!
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Como otimizar as palavras-chave nas campanhas de Links Patrocinados?
Fonte: Locaweb

Prepara! Evento de e-commerce mais lucrativo do ano está chegando.

Prepara! Evento de e-commerce mais lucrativo do ano está chegando.

R$ 2,19 bi. Essa é a estimativa de vendas para o Black Friday desse ano, segundo o portal G1. O número representa uma alta de 15% se comparado ao mesmo período do ano passado. Dá pra ver que os consumidores estão se rendendo aos descontos sedutores da data. Se você tem algum negócio, é hora de se programar e aproveitar ao máximo essa oportunidade. E para isso, a gente selecionou algumas dicas bacanas parar te ajudar a se organizar e conseguir um up nas suas vendas com o Black Friday.
Prepare disparos de e-mail marketing
Informação é tudo! O primeiro passo é alertar os seus clientes sobre a proximidade da data. Prepare e-mails de conteúdo e layouts bem bacanas e informativos para explicar que sua empresa participará do Black Friday. Uma dica útil para atrair a pessoa que receberá a mensagem, é fornecer algum tipo de prévia sobre um desconto que estará disponível durante o período do evento. Veja alguns exemplos de assunto para os e-mails relacionados à data:

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Não deixe de conferir nossos descontos para a Black Friday. Aproveite!

Use o Black Friday para saber os desejos de compra dos consumidores
A partir dos disparos de e-mail marketing, você saberá quantas pessoas abriram o e-mail, clicaram no link de determinado produto, etc. Com esses dados, você poderá ser mais assertivo nos descontos que serão programados para a Black Friday, ou seja, saberá exatamente qual desconto dar e em qual produto. Isso significa que identificar as preferências de seu público-alvo, aumentará a chance de venda. Por isso não se esqueça: conheça seus clientes e estabeleça um relacionamento próximo.
Assegure ao cliente que sua loja é confiável
Sabia que um dos maiores receios dos compradores da Black Friday são as fraudes? Daí vem aquela famosa piadinha: “já vai começar o Black Fraude”. Por isso, seja transparente, forneça descontos reais e não o famoso preço pela “metade do dobro”. Faça questão de afirmar que os descontos aplicados irão beneficiar o cliente. Seja transparente!
Quer mais dicas de como usar datas comemorativas para bombar seu negócio? Clique aqui.
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Prepara! Evento de e-commerce mais lucrativo do ano está chegando.
Fonte: Locaweb

Você sabe o que são os testes A/B?

Você sabe o que são os testes A/B?

O ambiente de produção é muito sensível porque lida diretamente com seu cliente, então todo cuidado é pouco. Todos os dias devemos tomar decisões e, em alguns casos, podemos errar. Mas você já imaginou se essas decisões tivessem um impacto menor e você pudesse ter dados sólidos antes de tomar uma decisão definitiva?
Há uma forma de testar suas soluções e gerar dados que mostrarão se a decisão que você tomar é acertada ou não. Estamos falando de testes A/B.
O teste é feito com o usuário final e consiste na alteração do sistema para entender seu comportamento a partir de determinada mudança. Com base em seu comportamento, modifica-se ou não o sistema definitivamente, a fim de agregar valor ao usuário e gerar conversões para sua empresa.
Se você quiser implementar os testes A/B, existem algumas ferramentas que podem ajudá-lo. Com elas você pode implantar as alterações em seu sistema e aplicá-las para uma parcela de seus clientes – apenas esse grupo verá as alterações, ou seja, nem todos os usuários verão a(s) mudança(s).
Através do comportamento dessa parcela de usuários, a ferramenta mostrará os dados de seu comportamento. Com base nessas informações será mais fácil saber se a alteração que você pretende fazer será benéfica para seu negócio ou não.
Por exemplo: você possui uma lanchonete e em seu site recebe pedidos para delivery.
O layout de seu site está em amarelo, mas aí surgiu a ideia de deixá-lo em vermelho – porque, segundo a psicologia das cores, essa cor pode estimular seu público-alvo.
Antes de fazer uma mudança dessas no site sem números, você implementa um teste A/B para verificar o comportamento de seu cliente. De acordo com as conversões você terá os dados e saberá se a mudança de cor agregará valor ou não.
A adoção de testes A/B está crescendo dentro das empresas porque ele faz com que a mudanças de seu sistema sejam acertadas e gerem valor, tanto para os clientes quanto para a empresa em si. Além disso, dão mais liberdade para que você possa experimentar novas possibilidades.
Você já usou teste A/B? Conhece alguma ferramenta? Quer conhecer? Deixe nos comentários.
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Você sabe o que são os testes A/B?
Fonte: Locaweb

Transformação Digital: o que a sua empresa tem a ver com isso?

Transformação Digital: o que a sua empresa tem a ver com isso?

Por Sandra Turchi
Transformação Digital é um conceito que abrange a sua empresa, mesmo que ela ainda não tenha se conscientizado. Vai além do uso de tecnologias para “resolver problemas pontuais”. Está associado ao que chamo de “Digital Mindset”: uma completa mudança na forma de entender e aplicar a tecnologia. Abrange a visão sobre como a companhia, as pessoas e os processos deveriam evoluir para conquistar valor para os diversos stakeholders: acionistas, consumidores, funcionários, governo, comunidade.
Transformação digital é uma das tendências mais importantes do universo dos negócios. Orienta sobre como as empresas devem trabalhar, comercializar e inovar para competir numa economia digital em constante mudança. De maneira profunda e irreversível, está modificando as relações entre indivíduos e o próprio ambiente de negócios, impactados por uma ampla gama de desafios, mas também de oportunidades. Compreender em que nível de “maturidade digital” a companhia se encontra é imperativo. Cada estágio serve como um balizador para orientar a mudança de dentro para fora.
Segundo a consultoria tecnológica Altimeter, autora de um estudo que pontua os principais níveis de Transformação Digital em empresas, a consciência acerca da própria realidade auxilia as organizações a: 1) entregar experiências significativas e valiosas para clientes e colaboradores; 2) Desenvolver mentalidade empresarial, modelos e operações para superar concorrentes; 3) Criar produtos e serviços inovadores, reduzindo ameaças de tecnologias disruptivas; 4) Acelerar iniciativas de “go-to-market”, alavancando relevância e retorno financeiro; 5) Desenvolver ações mais efetivas para enfrentar novos competidores.
Conheça os seis principais estágios da Transformação Digital dentro das empresas:
1- Business As Usual (negócios como sempre fizemos)
A maioria das empresas tradicionais se encontra neste nível: trabalham a partir de uma única visão de negócio, legada de gestões passadas; do que lhes é familiar. Elas acreditam que existe apenas um único caminho a ser trilhado. Podemos resumir com a frase: “em time que está ganhando não se mexe.”
2- Present and Active (presente e ativo)
Geralmente, é o estágio em que as empresas estão mais abertas à Transformação Digital. Como o próprio nome diz, elas passam a ser mais ativas. Ações isoladas e dispersas de experimentação e de inovação digital, com foco no desenvolvimento e na melhoria de processos específicos, já começam a ser percebidas.  As companhias que se encontram neste nível já contam com agentes de mudança preocupados em implementar tendências digitais nos processos.
3 – Formalized (formalizado)
É o estágio em que o senso de urgência atinge a empresa. As iniciativas tornam-se mais ousadas e os agentes de mudança buscam apoio da direção para novos recursos tecnológicos. A experimentação passa a ser intencional e executada em níveis mais altos na organização. Investimentos estratégicos em pessoas, processos e tecnologias se tornam reais. Começam a surgir insights que guiam a empresa na “estrada” da Transformação Digital.
4 – Strategic (estratégico)
As empresas deste nível já entendem o digital como prioridade. Os agentes de mudança criaram, finalmente, o senso de urgência imprescindível para estimular as transformações. Grupos e equipes de trabalho na organização já reconhecem a importância da colaboração. A transformação digital é parte no desenvolvimento de planos estratégicos, com responsáveis, ações e investimentos definidos.
5 – Converged (convertido)
A Transformação Digital já está no DNA da empresa. Voltadas aos objetivos empresariais e centradas no cliente, as estratégias e ações passam a ser geridas por times dedicados a unificar processos ao passo em que também visam oferecer experiências integradas e consistentes. A nova infraestrutura envolve o desenvolvimento de papéis, expertise, modelos, processos e sistemas para apoiar a transformação como um todo. A tecnologia tem um propósito tanto na integração voltada para o cliente quanto no back-office.
6 – Innovate and Adaptive (Inovador e Adaptável)
A Transformação Digital já não é um caminho a ser trilhado, mas a própria forma como a empresa caminha. Este é o sexto e último estágio. As lideranças reconheceram que a mudança é constante e que a transformação digital se tornou um modelo de negócios. Um novo ecossistema está apto a identificar e agir em relação às tendências da tecnologia e do mercado. O foco agora é sempre inovar e estar pronto para se adaptar às mudanças que ainda estão por vir.
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Transformação Digital: o que a sua empresa tem a ver com isso?
Fonte: Locaweb

Documentários sobre design para assistir no Netflix

Documentários sobre design para assistir no Netflix

Quando chega um feriado, muitos têm vontade de sair, viajar, aproveitar os dias livres com a família e os amigos. Outros, no entanto, escolhem ficar em casa e relaxar. Reservam esse tempo para colocar a leitura em dia, os filmes e, claro, os documentários.
Se você faz parte desse segundo grupo e pretende passar a folga no sofá, conectado ao Netflix, temos uma boa notícia: não precisa perder muito tempo procurando algo legal para assistir. Nós vamos facilitar sua vida!
Se você gosta de design e curte um bom documentário, não pode deixar de ver os que estão nessa lista. Confira:
1 – Abstract – The art of design
Uma série documental criada pela própria Netflix sobre design. O que esperar? Algo muito bom, claro. Abstract conta com oito episódios e cada um deles fala sobre design sob óticas diferentes. Os episódios são todos muito bem desenvolvidos – a fotografia, o conteúdo e a trilha sonora merecem destaque.
Ele aborda fotografia, arquitetura, ilustração, tipografia, design de tênis, de carros, design de interiores e cenografia. Todos os profissionais têm algo a ensinar. Vale assistir – às vezes com um caderninho ao lado para anotar insights. ;)

2 – Face a Face
Outra série documental muito boa! Face a Face não fala totalmente sobre design, mas sobre muitos “designers” e como se dava a concorrência entre eles e suas marcas. Ela também é composta por oito episódios e aborda categorias diferentes. Se você tem curiosidade sobre a rivalidade entre a Coca-Cola e a Pepsi, a Puma e a Adidas, Steve Jobs e Bill Gates, vai gostar do conteúdo.
3 – Grand Designs
O Netflix disponibilizou duas temporadas de Grand Designs. Na série, o apresentador Kevin McCloud mostra como algumas pessoas conseguem construir suas próprias casas e acompanha o passo a passo desses projetos – às vezes um tanto ambiciosos.
As duas temporadas tem entre sete a nove episódios. Se você gosta de arquitetura, essa é a escolha certa para o feriadão.
4 – Minimalism: A Documentary about the important things  
Este documentário fala sobre um tema bem pertinente: o minimalismo. Será que realmente precisamos de tudo o que consumimos? Minimalism fala sobre consumo e, também, sobre design. Nele acompanhamos uma série de entrevistas com pessoas que acreditam que bens materiais não trazem felicidade e como são seus estilos de vida. Vale assistir.

 Espero que depois dessas dicas você consiga se divertir, relaxar e refletir no feriadão. Tem mais algum documentário legal para indicar sobre design? Comente! :)
 
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Documentários sobre design para assistir no Netflix
Fonte: Locaweb

O que é e como funciona o Remarketing ou Retargeting?

O que é e como funciona o Remarketing ou Retargeting?

Quem nunca clicou numa bolsa, livro ou tênis e viu aquela mesma imagem depois, ao ser “perseguido” em todos os sites por onde passou? A insistência dessas campanhas acaba nos fazendo comprar algo que ainda estávamos na dúvida, ou ainda, nos incomoda e atrapalha a navegação, não é mesmo?
Essa estratégia se chama Remarketing ou Retargeting, que são praticamente a mesma coisa, sendo apenas uma questão de nomenclatura. O Google utiliza o nome Retargeting para nomear a sua própria ferramenta e os demais veículos costumam usar o termo Remarketing.
Com ela você consegue reimpactar um usuário que demonstrou interesse ou interagiu com o seu produto ou serviço, fazendo com que peças gráficas ou anúncios de texto o acompanhem até que ele realize uma compra – ou por um período pré-determinado na configuração da sua campanha.
Abaixo listamos alguns pontos que são importantes numa estratégia como essa.
Lembrando que não existem verdades absolutas para uma campanha de marketing. Sempre que possível, o ideal é testar ideias e validá-las de acordo com as métricas de sucesso. Vamos lá?
Para saber quem entrou no seu site e reimpactar esse usuário é preciso que você inclua em sua página tags específicas. Elas são ‘pedaços’ de código que cada veículo disponibiliza para coletar as informações dos usuários que passaram pela sua página. Facebook, Google e Bing Ads, por exemplo, possuem suas respectivas tags de acompanhamento desses dados. Vale conferir no site de cada um qual procedimento seguir.
Pense no fluxo de compra do seu produto ou serviço. Quanto tempo um futuro cliente pode levar, em média, para finalizar uma compra com você? Produtos que exigem um tempo maior de consideração podem ter uma estratégia de Remarketing onde a peça pode aparecer para o futuro cliente por um tempo maior. Caso a compra desse produto ou serviço seja decidida num espaço menor de tempo você pode impactar as pessoas que entraram em seu site ou interagiram com algum conteúdo seu por um tempo menor.
Você pode criar campanhas com peças gráficas (banners) ou campanhas de Remarketing para Links Patrocinados. O Google disponibiliza um material rico sobre o tema, onde você pode aprofundar seus conhecimentos. Aqui a ideia principal é criar listas de pessoas mais relevantes, que tenham uma chance maior de converter em seu site.
Podemos então pegar a lista de pessoas que criaram um boleto, mas não efetuaram um pagamento e ofertar por essa lista um CPC (Custo por Clique) 500% maior em relação às demais ofertas de CPC de uma determinada campanha.
Sendo assim, caso uma pessoa que tenha criado um boleto e não tenha efetuado o pagamento entre no site de pesquisa do Google e busque por um termo dessa campanha de Links Patrocinados, o anunciante aceita pagar até 500% a mais pelo clique. Para esse usuário que é mais relevante, o objetivo do CPC maior é melhorar o posicionamento do anúncio.
Também é possível criar peças diferentes, oferecer descontos ou facilidades, para recuperar essa possível compra. Afinal o usuário já entrou no seu site e demonstrou interesse. Alguns veículos criam pelas dinâmicas de acordo com o que visualizamos no site, como é o caso da Criteo, por exemplo.
Ao pensar numa estratégia de Remarketing é preciso estruturar todo um plano de mídia, para que uma campanha não sobreponha a outra. Você precisa entender o comportamento de seu cliente e ajustar o tempo máximo para reimpactar esse usuário, de acordo com os resultados que as campanhas trouxerem.
Vale pensar em qual métrica será mais importante para a sua campanha e acompanhar se, com a criação de uma campanha de Remarketing, os números melhoraram!
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O que é e como funciona o Remarketing ou Retargeting?
Fonte: Locaweb

#Como #usar #hashtags #da #forma #certa

#Como #usar #hashtags #da #forma #certa

– Você realmente sabe o que é e para que serve uma hashtag?
Contrariando os textos que falam sobre o assunto, começo este artigo com uma pergunta, um questionamento simples, despretensioso. Não que eu esteja lhe subestimando, caro leitor, longe de mim. Talvez você use muito bem nosso querido jogo da velha nas redes sociais, mas provavelmente conhece alguém que não faça o mesmo. Ou quem sabe, uma empresa que não faça o mesmo.
É preciso ter em mente que uma hashtag não é um adereço, nem “modinha”.
Ela tem uma função – bem importante, por sinal. Serve como palavra-chave e auxilia em buscas por determinado assunto em redes sociais como Twitter, Facebook e Instagram.
Se você está pesquisando por imagens de bicicleta, por exemplo, ao digitar #bicicleta ou clicar na #bicicleta, encontrará outros materiais sobre o tema – dependendo da rede, não apenas imagens, mas também textos e vídeos.
Uma hashtag torna uma postagem acessível para pessoas que gostam das mesmas coisas – sejam elas seus seguidores ou não. Essa é a oportunidade de aumentar as visitas em seu perfil, seu número de likes e a visibilidade de sua marca.
// Como usar #hashtags em 4 passos:
#1 – Descubra se a hashtag escolhida tem a ver com o tema que você abordou
Antes de usar uma hashtag, pesquise sobre ela. Será que ela tem boa aceitação entre seu público? Será que ela tem a ver com o que você postou? Algumas hashtags podem estar em alta no momento, mas será que vale sua marca usá-la e entrar nessa roda de assunto? Novamente, # não são adereços, elas têm uma função, lembre-se disso quando escolher as suas.
#2 – Não use hashtags muito longas
Se você utilizar o Twitter, só tem 140 caracteres – se a hashtag for muito longa, você terá menos caracteres para escrever. Além disso, hashtags muito longas podem confundir o usuário. Seja o mais objetivo possível. Utilize termos que combinem com o tema, uma palavra ou expressão curta.
#3 – Cuidado com o número de hashtags na mesma postagem
Use as hashtags com moderação. Quando há muitas # em uma postagem, podem remeter que você está desesperado por novos seguidores. Selecione as que realmente tenham a ver com seu público. Ao usar hashtags mais genéricas, como #instagood, você pode até ganhar novos seguidores, mas talvez eles não façam parte do público que deseja impactar.
E, por favor, não use #TBT (throwback thursday) sem ser na quinta-feira – que essa fotografia não tenha sido tirada no mesmo dia, hein? Estamos de olho! O.O
#4 – #Não #separe #uma #frase #com #hashtags
Não tem coisa mais chata do que uma frase inteira escrita com hashtags. #Não #faça #isso #por #favor. Até porque, relembrando, uma hashtag pode conectar pessoas à sua marca. Palavras aleatórias, que não tenham conexão com seu produto/serviço, seguidas por # não fazem sentido nas redes sociais. #Cuidado!
E, agora, para descontrair, que tal um vídeo sobre o uso excessivo de hashtags? #AtéMais  ;)

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#Como #usar #hashtags #da #forma #certa
Fonte: Locaweb

Por que você deveria ter um blog

Por que você deveria ter um blog

Há alguns anos tivemos uma febre de blogs no Brasil e no mundo. Na época haviam verdadeiras celebridades virtuais que viviam de seus blogs e da receita que era feita deles, tal como acontece hoje com youtubers e celebridades do vídeo.
A febre passou, os blogs deixaram de ser tão lucrativos, mas continuaram sendo uma fonte importante de informação em diversos nichos, incluindo a área tecnológica.
Para muito além do lucro financeiro, os blogs ainda podem te trazer lucro pessoal. Se você ainda não tem certeza se ter um blog é algo que você quer, vou te apresentar alguns bons motivos para você começar e, com alguma dedicação, colher ótimos frutos no futuro.
// Você não precisa gastar um centavo
Existem diversas plataformas gratuitas onde você pode criar uma conta, escolher o visual do seu blog e sair escrevendo em questão de minutos.
Atualmente temos o Medium, WordPress e outras ferramentas que permitem que você publique seus textos usando Github ou Gitlab sem qualquer custo financeiro.
As únicas coisas que você vai precisar investir são: tempo e dedicação.
// Você aprende a se expressar
Engana-se quem pensa que um profissional nos dias de hoje pode se dar ao luxo, ou à vida triste, de se trancar numa caixa, receber a tarefa de um lado e devolvê-la concluída do outro.
Você precisa aprender a se expressar, seja para explicar seu ponto de vista, seja para negociar com um cliente, com seu chefe ou com sua equipe, ou mesmo para poder se comunicar decentemente.
É triste ver pessoas discutindo nas redes sociais sem a capacidade de formular duas frases que façam sentido ou conversando na rua sem conseguir expor suas ideias de forma clara e concisa.
Quando você se propõe a escrever para outras pessoas, você passa a praticar a escrita, para que seus leitores possam entender seu ponto de vista. Quando você se propõe a escrever sobre um assunto, você passa a praticar a leitura, pesquisando e estudando o tópico antes de simplesmente despejar um caminhão de palavras por aí.
Dessa forma, pouco a pouco, praticando, tentando, acertando e errando, sua capacidade de se expressar vai melhorando e aumentando. Depois de alguns meses você vai olhar para seus textos mais antigos e vai perceber o quanto você progrediu na arte de expor as ideias.
// Você se torna conhecido
Um dos efeitos colaterais mais positivos de se ter um blog é que, com um pouco de dedicação, você pode se tornar uma referência em determinado assunto.
Isso pode abrir portas profissionalmente e criar oportunidades para que você conheça pessoas interessantes e que compartilham dos mesmos gostos e interesses que você.
Você pode, inclusive, ser chamado para falar em algum evento sobre algo que você publicou e pode virar fonte de pesquisa.
Você pode também ajudar pessoas que estão começando, compartilhando experiências e mostrando o caminho das pedras para quem está passando pelas mesmas dores que você passou.
// Você pode descobrir que nasceu para isso
Assim como aprender a tocar um instrumento musical não é algo que acontece de um dia para o outro, escrever pode ser cansativo e frustrante no início.
Porém, com o tempo e com dedicação, você pode descobrir que gosta mesmo daquilo.
Quanto mais você escreve, mais fácil fica e mais ideias você tem para os próximos textos. Com o tempo você aprende a se organizar melhor, a fazer o texto fluir mais; aprende a trazer o leitor para dentro do seu texto, do seu mundo.
Já se imaginou escrevendo e publicando um livro? Posso pessoalmente garantir que não é nada de outro mundo depois de escrever parágrafos e mais parágrafos em blogs por aí.
// Você vai se divertir
Finalmente, assim como alguém que aprendeu a tocar um instrumento musical e pegou gosto pela coisa, você vai achar divertido escrever.
Você vai se interessar em escrever sobre os mais diversos temas. Se você escreve textos técnicos, por que não tentar escrever um conto ou um romance?
Se sua especialidade é a prosa, por que não tentar uma poesia de vez em quando?
Mesmo grandes escritores, apesar de não terem escrito em blogs, gostavam de variar o estilo.
Pode até ser que sua poesia seja bem ruim comparada com a sua prosa, e temos aí Machado de Assis que não nos deixa mentir, mas com certeza você vai sentir o desafio e a diversão de tentar algo que não é sua especialidade.
Até porque, no final das contas, lá no começo você nem ao menos tinha o hábito de escrever, lembra?
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Por que você deveria ter um blog
Fonte: Locaweb

4 razões para você ter um site

4 razões para você ter um site

Sabemos que hoje em dia é praticamente impossível pensar em negócios e não pensar em Internet. Na verdade, é impossível pensar em qualquer coisa sem relacionar de alguma forma com a web.
Quando falamos de Brasil, pesquisas apontam que mais da metade dos brasileiros já acessam a Internet e não para por aí. Pela primeira vez os smartphones ultrapassaram o computador como dispositivo mais utilizado por quem navega o que nos evidencia que o mobile hoje já é uma realidade. Mas a pergunta é: será que as pequenas e médias empresas enxergam e exploram o potencial que Internet tem?
Pensando nisso e em ajudar você, leitor, a enxergar um pouco mais sobre o que estou falando, listei quatro razões para você ter um site:
// Encontrabilidade
Para mim essa é uma das principais razões para uma empresa ter um site na internet. Além de ficar acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano, com uma página na web fica muito mais fácil da sua empresa ser encontrada. A razão disso é bem clara, as pessoas não saem nas ruas procurando empresas e serviços, elas buscam isso na internet, que facilita, agiliza e qualifica essa pesquisa. Se a sua empresa não tem um endereço na Internet dificilmente será encontrada pelas pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada em 2016 descobrir, pesquisar e localizar marcas, produtos, serviços e lojas online já representa cerca de 70% das pesquisas online.
// Credibilidade
Para esse ponto eu gostaria de te fazer uma pergunta: se você fosse comprar um produto ou contratar um serviço e estivesse em dúvida entre duas empresas, uma delas tem um site com dados sobre a empresa, endereço, telefone e outras informações profissionais e a outra não. De qual das duas você compraria? Eu tenho quase certeza que a sua resposta seria que compraria da primeira empresa, e a razão disso é muito clara: ela passa muito mais confiança do que a primeira.
// Divulgação
Quem nunca ouviu a velha frase “a propaganda é a alma do negócio”? Eu, particularmente, cresci ouvindo isso. Hoje em dia é muito comum encontrar pequenos empreendedores que querem divulgar seu negócio em redes sociais ou por meio de outras ferramentas, como e-mail marketing, sem sequer ter um site. Um dos principais enganos de quem empreende é não encarar o site da empresa como uma poderosa ferramenta de divulgação. A Internet não tem fronteiras. Com um site você transforma o seu negócio local em global e utilizando ferramentas para integração com redes sociais, os visitantes do seu site podem compartilhar informações sobre os seus produtos e serviços diretamente para o Facebook, Twitter e outras redes. Sem falar em campanhas de aquisição de novos clientes que você pode fazer através de e-mail marketing e outras estratégias, mas isso eu vou deixar para falarmos em uma próxima oportunidade.
// Relacionamento
Como comentei ali em cima uma das principais vantagens de estar na Internet é que você está online 24 horas por dia, 365 dias por ano. Então, para estar próximo do seu público mesmo estando distante fisicamente dele é essencial você disponibilizar canais diretos de comunicação com ele. Redes Sociais, e-mail e telefone de contato são bem legais para estreitar o relacionamento com seus clientes. Os formulários de contato também podem ser aproveitados para gerar leads, novas oportunidades de negócios e uma base de e-mails para você se relacionar. Sem falar que o site da sua empresa é a forma mais fácil de informar seu cliente sobre promoções, ofertas e outras informações que são importantes para o seu público.
Essas são algumas razões para você ter um site da sua empresa. É claro que não são as únicas, poderíamos falar e especificar uma dezena de motivos para sua empresa ter um endereço na web mas o conteúdo desse artigo ficaria um pouco extenso e esse não é o meu objetivo. Lembre-se, minha intenção é aqui mostrar a você o potencial que a Internet oferece para você aproveitar e alavancar os seus negócios.
Espero que tenha gostado e fique sempre de olho em nosso blog para acompanhar dicas e informações para você que já empreende ou tem vontade de empreender.
Até mais!
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4 razões para você ter um site
Fonte: Locaweb

Lojas virtuais recuperaram R$ 500 milhões em ano de crise

Lojas virtuais recuperaram R$ 500 milhões em ano de crise

Ferramentas de retentativa e retargeting trabalham contra indisponibilidade no pagamento, carrinhos abandonados e erros no preenchimento de cartões
Problemas técnicos, falta de crédito no cartão ou desistência na última hora. Vários são os motivos para que uma compra não seja concluída, e esse volume pode representar centenas de milhões de Reais em um mercado que faturou R$ 48,2 bilhões em 2015, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Desse total, R$ 506 milhões em vendas que seriam perdidas foram resgatados por ferramentas de pagamento e retargeting que permitem aumentar a taxa de conversão.
Retentativa automática
Quando as transações são negadas por indisponibilidade de serviço do adquirente (Rede, Cielo, GetNet, Stone), como o famoso “tempo de resposta excedido”, a retentativa automática de pagamento é um dos recursos do gateway de pagamento da MundiPagg, que recuperou R$ 259,5 milhões em 690 mil pedidos para 40% do e-commerce nacional em 2015. Quando o pagamento não é autorizado, a ferramenta encaminha automaticamente para outra credenciadora contratada, que aprova instantaneamente, em questão de segundos, sem que o consumidor perceba.
“Apesar da infraestrutura avançada de Internet e meios de pagamento no Brasil, é comum que compras sejam negadas pelas adquirentes por ineficiências técnicas, ou mesmo instabilidade, o que pode causar o cancelamento de transações. O recurso da retentativa pode aumentar até 25% da receita”, afirma Guilherme Pizzini, diretor da MundiPagg.
Recaptura por e-mail e redes sociais
Muitos consumidores chegam até a última etapa de uma compra, mas abandonam o carrinho virtual por diversos motivos, como preço do frete, falta de crédito no cartão ou preço mais barato encontrado em outro site. Com uma plataforma para recaptura de carrinhos abandonados com ações personalizadas em tempo real (retargeting), a ShopBack conseguiu convencer por e-mail marketing ou notificação no Facebook 687 mil consumidores a retornarem às lojas e concluírem suas compras oferecendo benefícios, resgatando R$ 247 milhões para mais de 300 e-commerces.
“O retargeting por comportamento proporciona muitas possibilidades para abordar o cliente, sempre respeitando sua privacidade, com baixo investimento e risco zero para a empresa”, ressalta Isaac Ezra, CEO da ShopBack.

Fonte: Revista W