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Quais foram as senhas mais usadas em 2016?

Quais foram as senhas mais usadas em 2016?

Digite “como descobrir a senha” no campo de buscas do Google e você encontrará mais de 420 mil resultados em menos de 1 minuto. Agora, se você digitar “como descobrir a senha do Facebook” – uma das sugestões do autocomplete – esse número aumenta consideravelmente. Mais de 9 milhões de resultados aparecerão em sua tela.
Assustado? Parece que sempre terá alguém tentando descobrir a senha do outro, seja a das redes sociais, a do e-mail, do Wi-Fi, do cartão de crédito… Por isso, todo cuidado é pouco.
Como você já deve estar cansado de saber, sua senha precisa ser forte. Uma combinação entre números, letras e caracteres como %&*#@ e que não tenha a ver com sua vida pessoal (como o nome de seus pais, data de nascimento, nome do cachorro) pode ser mais difícil de ser descoberta.
Só que, ainda assim, muitas pessoas acabam indo pela comodidade e continuam a utilizar senhas um tanto óbvias para protegerem suas informações pessoais. A Keeper, empresa de segurança, realiza uma pesquisa anual com as senhas mais usadas no mundo durante o ano.
Para o estudo são analisadas 10 milhões de combinações vazadas em violações de dados. Como já era de se esperar, entre as mais populares de 2016 encontram-se: 123456, google e 666666. Sendo que a  primeira opção foi a escolha de um em cada cinco usuários!
Confira a lista com as 10 senhas mais usadas do mundo em 2016:
– 123456
– 123456789
– qwerty
– 12345678
– 111111
– 1234567890
– 1234567
– password
– 123123
– 987654321
A Keeper, além de divulgar as senhas, também deu dicas para que você consiga proteger bem as suas:
– Não use senhas sequenciais de seis caracteres;
– Varie a combinação de caracteres, com números, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais;
– Utilize um gerenciador de senhas para poder lembrar as suas combinações e simplificar o gerenciamento delas.
Continue se preocupando com a construção de suas senhas! Utilize as dicas para criá-las e esteja mais seguro. Ah, e se você gosta de Star Wars, sabia que em 2015 “starwars” foi uma das senhas mais usadas? Que a Força esteja com a gente – e com nossas combinações – em 2017! ;)
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Quais foram as senhas mais usadas em 2016?
Fonte: Locaweb

Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Nayane Nathalie

Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Nayane Nathalie

Eae! Td bele?
Último hangout dessa série especial para as mulheres :). É claro que não deixarei de trazer mulheres que atuam na área, mas esse mês foi especial.
No vídeo de hoje converso com a Designer Nayane Nathalie.
Mais um hangout com troca de ideias sobre a profissão, mercado, clientes, trabalho remoto, freela e muito mais.
Confira abaixo a entrevista completa:

Sobre a Designer Nayane Nathalie
Designer gráfico com foco de atuação em branding, formada pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Natural de Florianópolis, atualmente mora na Alemanha, e possui como paixão branding, tipografia e café.
Conheça o trabalho da Nayane Nathalie:
http://www.behance.net/nayanenathalie
http://www.nayanenathalie.com
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Até Mais.
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Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Nayane Nathalie
Fonte: Chef of Design

Instalando o PostgreSQL no Ubuntu 16.04

Instalando o PostgreSQL no Ubuntu 16.04

Instalar o PostgreSQL no Ubuntu 16.04 é uma tarefa bem simples, pois os repositórios padrão já disponibilizam os pacotes que precisamos.
Para isso basta digitar os seguintes comandos

$ sudo apt update
$ sudo apt install postgresql

Feito isso, já temos nosso software instalado em nosso computador. Para testar se está tudo certo, precisamos antes entender dois aspectos da instalação.
Primeiro aspecto: a instalação criará um usuário em nosso sistema operacional chamado Postgres, ao qual você pode conferir com o seguinte comando

$ cut -d: -f1 /etc/passwd
phsil
geoclue
mysql
smmta
smmsp
guest-atgpth
postgres

A saída deste comando vai depender de quantos usuários você já tem criados em seu Ubuntu, mas como podemos ver o usuário Postgres está por ali.
Segundo aspecto: foi criada uma role com nome postgres. O Postgres tem um sistema de autenticação e autorização baseado em roles (regras). Muitas pessoas confundem roles com usuários, mas na verdade nós não temos usuários, somente roles.
O motivo para essas duas coisas acontecerem é que inicialmente o Postgres é configurado para autenticar utilizando a técnica de ident. De uma maneira bem simplificada, isso significa que o nome da role do banco e o nome do usuário do Ubuntu devem ser iguais para que seja possível a autenticação. Isso acontece por conta do tipo de autenticação, a qual funciona associando a role a uma conta do Ubuntu relacionada.
Você pode constatar isso fazendo um simples teste no console interativo do Postgres, o psql. Tente autenticar com o seu usuário padrão digitando no terminal

$ psql
psql: FATAL: role “phsil” does not exist

Como o usuário do meu Ubuntu se chama phsil e eu não tenho nenhuma role criada no banco para esse usuário, recebo erro fatal do psql. Se você quiser autenticar com o sua conta padrão do Ubuntu, terá que criar uma role para ela. Para isso, podemos então, utilizar o usuário do postgres para entrar no psql

$ sudo -u postgres psql

O que estamos querendo dizer com este comando é “Ubuntu, execute o psql utilizando o usuário postgres”. Se tudo deu certo, agora estamos dentro do psql. O psql nos poupa bastante escrever queries em SQL por conta de já ter vários comandos pré-definidos pelo Postgres.
Uma vez dentro do psql, já sabemos que nossa instalação funcionou e estamos preparados para começar a utilizar nosso banco de dados. Vamos então criar uma role para o nosso usuário padrão do Ubuntu, que no meu caso é o phsil. Antes, vamos listar as roles já existentes

postgres= du

Como podemos ver, a única role que eu tenho é a do postgres. Vamos criar então a nova role

postgres= create role phsil;
CREATE ROLE
postgres= du

Com o comando acima eu criei uma role, mas como eu não passei nenhum parâmetro, essa role não tem nenhuma permissão, nem conseguimos logar ainda no psql com ela. Vamos então atualizar essa role para ser um superusuário e, então, poder logar no sistema e para poder criar um banco de dados

postgres= alter role phsil with superuser login createdb;
ALTER ROLE
postgres= du

A role createdb é necessária. Ainda não conseguiremos logar no psql sem antes criarmos um banco de dados com o mesmo nome de nossa role. O nosso sistema de autenticação assume que isso precisa acontecer para que ele autorize a autenticação. Vamos listar quais bancos já estão criados

postgres= l

Não temos ainda o banco pshil e então precisamos criá-lo

postgres= create database phsil;
CREATE DATABASE
postgres= l

Não vamos nos preocupar agora com a estrutura deste banco porque na maioria das vezes nem o utilizamos.
Feito isso, estamos preparados para fazer nosso teste final. Vamos enfim logar no psql com o nosso usuário padrão do Ubuntu

postgres= q
$ psql

psql (9.5.5)
Type “help” for help.

phsil=

E voilá. Tudo certo e nosso banco está prontinho. Você agora está preparado para criar aplicações fantásticas. Qualquer dúvida, fala comigo nos comentários! Abraço e até a próxima.
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Fonte: Locaweb

Na mesa do Chief – Entrevista com as fundadoras do Codesign

Na mesa do Chief – Entrevista com as fundadoras do Codesign

Eae! Td bele?
Neste post, trago um mega hangout com as meninas do Codesign: a Gabriela Rosa Iohana Pereira
Nesse super hangout falamos bastante sobre coisas úteis para você que atua na área ou que pretende como: a profissão designer, o mercado (principalmente para mulheres), clientes, agência, faculdade entre outras coisas.
Assista abaixo esse bate-papo:

Sobre a Codesign
Youtube: www.youtube.com.br/canalcodesign
Instagram: www.instagram.com/sigacodesign
Facebook: www.facebook.com.br/sigacodesign
Conheça o trabalho da Gabriela Rosa:
Instagram: http://www.instagram.com/gabrielarosadesigner
Facebook: https://www.facebook.com/gabrielarosadesigner
Conheça o trabalho da Iohana Pereira:
Facebook: https://www.facebook.com/iohana.cristina
Links citados nos vídeos:
Tumblr sobre machismo em agências: https://ligadasheroinas.tumblr.com/
Grupo design das manas: https://www.facebook.com/groups/designdasmanas/
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Fonte: Chef of Design

Gerenciando múltiplas chaves SSH no Linux

Gerenciando múltiplas chaves SSH no Linux

Quem trabalha com desenvolvimento web provavelmente já deve ter ficado louco em algum momento com tantas chaves SSH para gerenciar. É chave para Github, chave para servidor de teste, chave para servidor de produção… O SSH config é uma mão na roda nessas horas.
Alias
Quando eu comecei a trabalhar com SSH, tinha apenas duas chaves para gerenciar eeu simplesmente chamava assim:

$ ssh -i ~/.ssh/chave_privada usuario@servidor

O problema com esse comando é que são muitas coisas pra digitar e é muito fácil de esquecê-las. Foi então que alguém me falou: “- Ei! Usa um Alias no Shell e para de sofrer…”. Como faz isso? Você precisa abrir seu .bashrc e adicionar o seguinte:

alias ssh_server1=’ssh -i ~/.ssh/chave_privada usuario@servidor’

Agora, sempre que eu quiser acessar o servidor em questão, abro o meu terminal e digito

$ ssh_server1

Config file
Eu costumo ser bem chato com organização. Hoje tenho cerca de cinco chaves para gerenciar e utilizar Alias para todas não parecia ser o mais legal. Na verdade, estava bem feio. Foi aí que descobri que o próprio open-ssh disponibiliza um arquivo de configuração para gerenciar as chaves.
Veja como é fácil converter o exemplo anterior para o arquivo de configurações:

O primeiro passo é acessar o diretório ~/.ssh e criar o arquivo config:


$ cd ~/.ssh
$ touch config

Agora você deve definir os parâmetros de sua conexão ssh:


Host server1
User usuario
HostName server1.com
IdentityFile ~/.ssh/chave_privada_do_server1

Agora, para acessar o server1 por ssh, rode o comando:

$ ssh server1

Simples assim!
Você também pode gerenciar as chaves utilizadas em repositórios GIT. Digamos que o seu repositório esteja hospedado sob o endereço repositorios.com. Então, ao invés de utilizar o ssh-agent para configurar a chave privada a ser utilizada, você pode criar uma nova entrada no arquivo de configuração ~/.ssh/config

Host repos
HostName repositorios.com
IdentityFile ~/.ssh/chave_privada_do_repositório
IdentitiesOnly yes

e utilizar o seguinte comando para clonar o repositório

$ git clone git@repos:seu_repositorio.git

O IdentitiesOnly yes serve para dar prioridade à chave privada definida em IdentityFile. Sem essa opção, a primeira tentativa de chave a ser utilizada seria a chave id_rsa
Essa dica é bem simples e vai ajudar bastante na organização de suas chaves. Outras dicas podem ser encontradas na documentação oficial do open-ssh, ou aqui no blog em um próximo post!
Até a próxima!
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Gerenciando múltiplas chaves SSH no Linux
Fonte: Locaweb

Ser ágil é ser rápido?

Ser ágil é ser rápido?

Oras, se você estiver se referindo ao significado do adjetivo ágil, contido no dicionário e que se refere a algo “que se movimenta com excesso de facilidade; que se move de maneira rápida; veloz”, pode até ser que sim. Agora, se você estiver se referindo ao ágil dentro do contexto de software, então com certeza não!
Ainda lembro quando estava estagiando na SAP da Hungria, primeiro lugar em que realmente tive experiência com desenvolvimento de software, e, em minha entrevista, o gerente falou que eles eram ágeis.
Eu já havia feito um minicurso de Scrum em um evento da universidade e para mim até então, saber Scrum era ser ágil. Logo, sem hesitar, falei para eles que achava legal o fato de utilizarem a metodologia e estava me gabando por saber o que significava ágil (mal sabia eu, que se eles não utilizassem Scrum mesmo, talvez eu nem tivesse conseguido a vaga :D).
Outra coisa que eu havia colocado em minha cabeça é que ser ágil é realmente ser mais rápido. Pode até que isso realmente aconteça em algumas situações, mas essa não é a regra do mindset, de maneira alguma.
E você não precisa ler aqueles livros de páginas sobre as mais diferentes abordagens que dão para o ágil por aí. Basta ler o manifesto ágil. Sim, simples assim. Tem até o link aqui para ficar ainda mais fácil.
Agora, faça o seguinte: abra a busca de texto do seu navegador na página do manifesto e procure pelas palavras “rápido” e “veloz”. Achou? Pois é!
Para iniciar no ágil, essa é a primeira coisa que você tem que colocar em sua cabeça: desenvolvimento de software ágil não é necessariamente desenvolvimento de software rápido. Não! Uma das melhores definições para o ágil que eu já vi é a seguinte:
 
“The point of Agile is reducing the cost of change and uncertainty.”.
 
Não é uma maravilha? Esse sim é o ponto do ágil: reduzir os custos das mudanças e incertezas. O que o seu cliente quer hoje, amanhã pode não querer mais e não é porque ele é indeciso (pode até ser, vai :D), mas porque o mercado muda e os objetivos também. E toda essa mudança e incerteza não são colocados na conta dos processos antigos que existiam e ainda existem por aí.
 
Mas então por que o ágil consegue responder às mudanças e outras metodologias não?
Ué, por entregar software mais rápido! Êpaaaa! Como assim, Pablo? Você acabou de dizer que não tem nada a ver com rapidez!
Então, são unidades do software final que gerem algum valor para que o cliente entenda se está tudo bem; se a ideia é essa mesmo, se é esse o valor que ele estava esperando. E isso sim é mais rápido.
O que eu estou querendo mostrar é que não adianta pensar que um projeto que você demoraria um ano para entregar utilizando waterfall, agora você vai entregar com dois meses utilizando ágil. O que vai acontecer é que, mesmo que você demore o mesmo ano (o que provavelmente será menos), o valor que você vai gerar para o seu cliente será certeiro.
O software entregue será o que ele realmente estava precisando, ao invés de chegar no final do ano de desenvolvimento com waterfall – e descobrir que seu cliente queria uma moto vermelha mas você acabou entregando um barco azul.
Tenha na cabeça que ágil não é uma metodologia milagrosa. As incertezas sempre estarão lá e o seu cliente sempre vai mudar, isso é algo natural. O que o ágil faz é permitir que você responda às mudanças sem ter que esperar muito tempo. E como já dizia Benjamin Franklin “Tempo é dinheiro”!
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Ser ágil é ser rápido?
Fonte: Locaweb

Instalando Node.js 6.x e npm no Ubuntu 16.04

Instalando Node.js 6.x e npm no Ubuntu 16.04

Node.js é uma plataforma Javascript que permite que os desenvolvedores criem aplicações de rede escaláveis e de maneira rápida. É utilizada no mundo todo e mantida por uma grande comunidade.
Outro importante elemento é o gerenciador de pacotes npm (node package manager). Com o npm é possível ter acesso a um repositório online onde existem milhares de projetos de código-aberto para o Node e, claro, gerenciar todas as dependências e versões que precisarmos. Dito isso, vou mostrar duas maneiras de instalar o node e também como instalar o npm no seu Ubuntu 16.04. Vamos lá?
Utilizando os repositórios do Ubuntu
A maneira mais simples de instalar o node no Ubuntu é obtendo-o dos repositórios padrões do sistema operacional. Geralmente não será a última versão, mas será uma versão estável. Primeiro, precisamos ter certeza que nossos repositórios e os pacotes do sistema estão atualizados

$ sudo apt update
$ sudo apt upgrade

E logo então podemos instalar o node (aqui precisei de sudo)

$ sudo apt install nodejs

E por último o npm (também precisei de sudo)

$ sudo apt install npm

Para verificar que tudo foi instalado corretamente, vamos conferir as versões que foram instaladas (pode ser que você já tenha instalado uma versão mais atual)

$ node -v
v6.9.4
$ npm -v
3.10.10

Utilizando um PPA
PPA (Personal Package Archives) são pacotes pessoais que não pertencem as atualizações ou softwares padrões do Ubuntu; criados e mantidos pela comunidade. Geralmente são utilizadas para manter as versões mais atualizadas dos softwares, que não estão nos repositórios padrões. Eu não vou entrar aqui no assunto se PPAs são seguros ou não, porque nesse caso o PPA que vou indicar para vocês é indicado pelo site oficial do node.
Primeiro precisamos instalar uma dependência do pacote python-software-properties caso você ainda não o tenha


$ sudo apt install python-software-properties

e agora basta adicionar o PPA

$ curl -sL https://deb.nodesource.com/setup_6.x | sudo -E bash -

Feito isso

$ sudo apt install nodejs

Utilizando o PPA, o npm é instalado automaticamente junto com o node. Novamente testando a instalação


$ node -v
v6.9.4
$ npm -v
3.10.10

No momento em que escrevi este artigo, a versão mais atual do Node.js é a v7.4.0, mas ela ainda não estava com LTS (Long Term Support), o que não impede você de testá-la ou usá-la. Se quiser fazer isso, simplesmente repita a instalação via PPA, mas com o seguinte repositório


$ curl -sL https://deb.nodesource.com/setup_7.x | sudo -E bash -

Verá que as versões foram atualizadas


$ node -v
v7.4.0
$ npm -v
4.0.5

É isso ai pessoal! Tem alguma dúvida? Me deixe uma mensagem nos comentários. Até a próxima!

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Instalando Node.js 6.x e npm no Ubuntu 16.04
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Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Cristiane Amaral

Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Cristiane Amaral

Eae! Td bele? Mais um hangout para vocês. :) No vídeo de hoje converso com a Designer Cris Amaral. Nesse hangout falamos sobre a profissão, mercado, clientes, entre outras coisas. Assista abaixo esse bate-papo: Sobre a Designer Cris Amaral Formada em Design de Interiores (CAD) e Design Gráfico pela Universidade Federal de Santa Catarina, experiência como […]
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Na mesa do Chief – Entrevista com a Designer Cristiane Amaral
Fonte: Chef of Design

APPs híbridos com Cordova

APPs híbridos com Cordova

Desde que tive meu primeiro smartphone, sempre quis entender como os aplicativos eram feitos. Eu achava aquilo um máximo! Por isso, ainda na faculdade, em minhas horas vagas, depois que eu aprendi a programar, sempre ficava me aventurando no mundo do Android. Aprendi o suficiente para saber fazer aplicativos básicos e até elementos um pouco mais avançados.
Mas ainda não era suficiente, porque eu queria saber como desenvolver aplicativos para iOS e Windows Phone (sim, acreditem :D) também. Então naquela época eu fiz algumas aulas de Objective C e de C# e acabei até fazendo meus primeiros aplicativos para as duas plataformas.
O problema é que é muito complicado você manter o mesmo APP em três linguagens diferentes e eu não tinha vontade para aprender Objective C (com seus infinitos colchetes) e nem memória no PC para manter o Visual Studio e programar com C# :D
Foi aí que em um belo dia ouvi falar do PhoneGap, basicamente um framework mobile multiplataforma baseado nas tecnologias padrões da web. Isso significa que o mesmo código de um aplicativo rodaria nas três plataformas que eu mencionei e em mais algumas que o Phonegap dava suporte. Sensacional, não?
 
A tecnologia
O que deu vida ao PhoneGap foi um conjunto de APIs móveis open-sources chamado de Apache Cordova, gerenciado pela Apache foundation.
Basicamente, o que o Cordova faz é prover APIs que permitem acessar os elementos nativos dos dispositivos móveis e computadores tais como, câmera, gps, NFC, áudio, etc., via JavaScript.
Como é o Cordova que vai fazer com que nossas chamadas via Javascript sejam interpretadas por cada uma das plataformas que desejarmos, temos aí uma maneira universal para programar nossos apps sem termos que nos preocupar com Java, Swift ou C#, mas somente com HTML, CSS e qualquer framework JavaScript que estivermos dispostos a usar.
Uma vez combinado com um framework UI (Interface de usuário), as possibilidades para criar aplicativos utilizando somente as linguagens web que mencionei, eram infinitas. Essa modalidade de aplicativos ficou então conhecida como aplicativos híbridos.
Desde os tempos iniciais do PhoneGap até os dias de hoje, a plataforma evoluiu bastante e já é possível utilizá-la inclusive para criar aplicativos para Windows, Ubuntu e OS X, ultrapassando as barreiras do mobile.
 
Frameworks e mais frameworks
Falando em frameworks, o PhoneGap já não está mais sozinho no universo Cordova. Existe um verdadeiro ecossistema de frameworks open-source que permitem que você construa aplicativos híbridos.
Um deles é o ionic, um dos melhores atualmente. Ele foi construído utilizando Angular e é uma plataforma que já permite até mesmo integrar serviços como push notifications e analytics.
A grande vantagem do ionic é a extensa comunidade que ele já possui e com isso a vasta gama de elementos UI que ele possui. Só para você ter uma ideia, enquanto escrevia esse artigo, o projeto já tinha mais de 27 mil estrelas no GitHub.
Além do ionic, existem diversos outros que talvez você possa se interessar: jQuery Mobile, Sencha Touch, Ratchet e Lungo. Esses são os que eu conheço, mas existem muitos outros por ai.
 
Nativo X Híbrido
Eu já falei da principal vantagem que vejo em se fazer aplicativos híbridos: a complexidade de desenvolvimento multiplataforma que é bastante facilitada. Ainda assim, pense que é preciso uma equipe com expertise nas plataformas para as quais iremos desenvolver por conta dos testes que realizaremos. Afinal, garantir o funcionamento do produto em todas as plataformas continua sendo uma obrigação de quem desenvolveu o produto, não é mesmo?
É por isso que por mais que diminua a complexidade de desenvolvimento, o custo de desenvolver para múltiplas plataformas continuará sendo alto em outros aspectos. Nós sabemos que desenvolver software de qualidade ainda é uma tarefa complexa e cara. Mesmo assim é possível utilizar tecnologias híbridas para desenvolver um software mobile multiplataforma de qualidade; basta estarmos dispostos a pagar o preço para isso.
Atualmente, muitas empresas utilizam os APPs híbridos como MVP (Minimum Viable Product) porque conseguem desenvolver rapidamente os aplicativos para várias plataformas, a fim de testá-los e validá-los com seu público-alvo. É realmente uma das finalidades que eu indicaria para que você utilizasse essa tecnologia, pois a um custo baixo, você poderia errar ou acertar rapidamente (agora eu vi vantagem :D).
Muitos APPs híbridos acabam virando nativos mais tarde, quando atingem uma base considerável de usuários, muitas vezes por conta de performance. Eu não vou entrar muito no assunto de performance porque os softwares como o Cordova estão cada vez mais evoluídos e já permitem, como disse anteriormente, a utilização de recursos nativos dos aparelhos em contrapartida dos apps “fakes” feitos com WebView.
Mas é fato que se você precisar desenvolver um código nativo (em C por exemplo), como muitas empresas de games precisam, ou se precisar de uma performance absurda, então realmente escolher o híbrido não seria uma boa ideia. É melhor então começar a pensar em montar suas equipes para cada uma das plataformas que pretende atuar.
E você, o que acha? Nativo ou híbrido?
Dúvidas? Deixe um comentário, que eu terei prazer em responder! Até a próxima!
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APPs híbridos com Cordova
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Instalando o Cordova 6.x no Ubuntu e Mac OS X

Instalando o Cordova 6.x no Ubuntu e Mac OS X

Instalar o Cordova no Ubuntu e no Mac OS X é uma tarefa bem simples se já tivermos com o Node.js e npm instalados. Caso você ainda não tenha essas dependências, você pode instalá-las utilizando um destes dois guias, para Ubuntu ou para Mac OS X.
Bom, agora que você já tem as dependências necessárias, vamos utilizar o npm para instalar o Cordova. Neste guia, eu estou utilizando o Ubuntu 16.04, mas os mesmos comandos podem ser utilizados para instalar no Mac OS X também. Para instalar o framework, simplesmente digite em seu terminal

$ npm install -g cordova

Aqui eu precisei de sudo, por conta de algumas permissões de pastas do meu computador. A saída desse comando, deve ser mais ou menos a seguinte (pode mudar dependendo de quantas dependências do cordova você já tiver instaladas)

Para ter certeza que tudo está certo, vamos então criar uma aplicação de teste bem simples. Todos os comandos que vamos precisar para criar essa aplicação serão feitos através da CLI (command-line interface) do Cordova.
Entre em um diretório de sua preferência onde deseja criar a aplicação. No meu caso

$ pwd
/home/pablo
$ cd repos

Uma vez no diretório, digite

$ cordova create appTest
Creating a new cordova project.

Se nenhum erro apareceu, a aplicação inicial foi criada. Aqui não estamos falando de nenhuma plataforma, simplesmente estamos testando nosso framework. Por isso, vamos utilizar o nosso navegador mesmo para testar nossa aplicação, pois não vamos precisar instalar nenhuma dependência de plataforma. Com a aplicação criada, entre no diretório em que ela está

$ cd appTest

Agora vamos adicionar uma plataforma ao nosso projeto, neste caso como disse o próprio navegador (é possível que ele instale algumas dependências automaticamente)

$ cordova platform add browser
Adding browser project…
Running command: /home/phsil/.cordova/lib/npm_cache/cordova-browser/4.1.0/package/bin/create /home/phsil/repos/MyApp/platforms/browser io.cordova.hellocordova HelloCordova
Creating Browser project. Path: platforms/browser
Discovered plugin “cordova-plugin-whitelist” in config.xml. Adding it to the project
Fetching plugin “cordova-plugin-whitelist@1” via npm
Installing “cordova-plugin-whitelist” for browser

Uma vez que o nosso projeto agora tem suporte para o navegador, vamos então rodar nossa aplicação para confirmar que tudo deu certo

$ cordova run browser
Running command: /home/phsil/repos/MyApp/platforms/browser/cordova/build
Cleaning Browser project
Running command: /home/phsil/repos/MyApp/platforms/browser/cordova/run –nobuild
Static file server running @ http://localhost:8000/index.html
CTRL + C to shut down

Como você pode ver, foi criado um servidor estático no endereço http://localhost:8000/index.html. Abra seu navegador (se ele não foi aberto automaticamente) e digite o endereço do servidor.
Se tudo deu certo, você verá a seguinte tela:

Parabéns, você criou sua primeira aplicação utilizando o Cordova.
Você pode saber muito mais sobre o framework, olhando sua documentação neste link. É uma documentação bem completa que vai te ajudar a entender melhor os aspectos do framework e começar a desenvolver para outras plataformas, como Android e iOS.
Ficou alguma dúvida? Escreva aí nos comentários! Até a próxima!
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Instalando o Cordova 6.x no Ubuntu e Mac OS X
Fonte: Locaweb