Category: Design

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

Eae, tudo bele?

Você sabe o que é Branding, Marca e Identidade Visual? Sabe quais as diferenças e semelhanças entre eles?

Nesse mundo criativo existem muitas confusões e uma delas é justamente sobre a aplicação dos termos citados a cima. Algumas pessoas por não terem conhecimento acabam utilizando de forma errada algum desses termos, outros usam de forma deliberada a fim de conseguir uma melhorar valorização do seu job e até mesmo profissional. Mas o fato é que cada um desses termos, Branding, Marca e Identidade Visual, são coisas distintas apesar de serem semelhantes. Por isso neste artigo vamos destrinchar cada tópico para que você utilize esses termos da forma certa.

Vamos nessas?

Neste artigo você verá:

O que é Identidade VisualO que é MarcaO que é BrandingComo elas funcionam em conjuntoVídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

O que é Identidade Visual?

Identidade visual (IDV) é um conjuntos de elementos visuais que representam algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc.

Esse conjunto de elementos pode variar de acordo com cada projeto, mas é comum encontrar elementos como:

Paleta de cores – Uma esquema de cores é usada para identificação da marca. Embora a paleta de cores geralmente comece com o logotipo, essas cores devem ser reaproveitadas para todos os materiais da marca.Tipografia – É a forma ou o estilo do texto que você usa em uma marca.Padrões – São elementos que se repetem de maneira ilimitada para aplicação em qualquer superfície de maneira infinita e que ajuda a comunicar a personalidade de uma marca.Texturas – Aspecto de uma superfície usada para reforçar a personalidade de uma marca.Mascotes – Animal, pessoa ou coisa, que representa visualmente uma marca ajudando a criar um vínculo com o público. Ícones – São os elementos gráficos, tradicionalmente pequenos, usados ​​para fornecer informações rapidamente e que agregam valor à marca.Entre outros.

Dentre esses elementos temos o Logo, que é assinatura visual da empresa, também conhecida por marca gráfica. A partir desse elemento que todos os outros tomam forma, ou seja, todos os componentes de um projeto de Identidade Visual são oriundos e circundam o elemento principal que é o Logo.

Todos esses outros elementos de um projeto de IDV atuam como coadjuvantes da marca com o objetivo de potencializá-la, como se fossem escudeiros de um cavaleiro, afim de fixa-la na mente do seu público.

É muito comum algumas pessoas confundirem ou associarem identidade visual apenas ao Logo. Obviamente que isso faz sentido, pois como vimos trata-se do principal ator de projeto de IDV. Todavia um projeto desses não é composto apenas por este único elemento. Um projeto de Identidade Visual trata-se de do conjunto de elementos visuais que possuem a finalidade de representar e distinguir algum produto, serviço, etc.

O profissional responsável por um projeto de IDV é justamente um Designer, ou uma equipe de Designers.

Aplicações da Identidade visual

Normalmente um projeto de identidade visual é acompanhado por um manual de marca, que é um documento onde se coloca todas as diretrizes de aplicação e utilização correta da Identidade Visual. E as diretrizes podem reger aplicações para:

Papelaria institucional; Embalagens;Aparência do PDV;Uniformes;SinalizaçãoSites, aplicativos e redes sociais, entre outros.

Caso queira saber mais sobre um projeto de Identidade Visual e mais sobre manual de marca, nós temos aqui no Chief um artigo exclusivo sobre manual de marca. Clique aqui para acessar.

O que é Marca?

Essa pergunta pode ter mais de uma resposta dependendo da área e do pensamento de cada um. Se perguntares para um designer, ele provavelmente responderá:

“Marca é um símbolo gráfico visual que representa algo, como uma empresa, produto, serviço, pessoa, entre outros; com a função de identificá-la e distingui-la de um modo imediato.”

Por outro lado se você perguntar para um publicitário, ou alguém de marketing, provavelmente terá como resposta algo semelhante a seguinte afirmação:

“Marca é o conjunto de valores, percepções e experiência que ela passa ou representa para o seu público. Com isso marca não é somente um símbolo gráfico, mas sim a representação de um todo perante o seu nicho de atuação e também ao seu público.”

E o fato é que as duas afirmações estão corretas. Caso você siga a linha mais do design, é justamente a primeira resposta. Porém se você seguir uma linha mais estratégia e publicitária, será segunda resposta. As duas estão corretas e se complementam, afinal não basta apenas criar um símbolo gráfico e achar que ele será uma marca reconhecida mundialmente. Existe todo um trabalho para que aquela representação simbólica visual realmente se firme passando bons valores e percepções par ao seu público e mercado de atuação.

Por isso é comum alguns profissionais usarem o termo “marca gráfica” quando se referem exclusivamente ao símbolo gráfico e não a todas as outras questões que envolvem a conceituação e estratégia da marca.

O que é Branding?

Como vimos anteriormente, não basta apenas criar uma marca gráfica. É preciso muito trabalho de estratégia e posicionamento para se alcançar os objetivos planejados. E para isso temos o Branding.

Branding é o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público. Então, todas as questões de valores, experiências e percepções planejadas para a marca, são executadas por ações de Branding.

Todos os pontos de contato do público com a marca, são planejados ou gerenciados pelo Branding. Esse trabalho ajuda tanto a fidelizar os clientes quanto prospectar novos clientes.

Por isso que Branding tem um valor fundamental no processo de construção de uma marca perante ao mercado e o público-alvo. Para isso o Branding utiliza dos elementos de identidade visual, desde a marca gráfica até a paleta de cores, por exemplo, alinhados as estratégias de comunicação e posicionamento da marca.

Esse trabalho é normalmente elaborado por uma equipe multidisciplinar composta por designers, publicitários, social medias, atendimento, etc. Por exigir uma equipe multidisciplinar, comumente, e principalmente quando se trata de grandes empresas, esse trabalho é executado por agências especializadas.

Como Branding, Marca e Identidade Visual funcionam em conjunto?

Como vimos, todos os 3 elementos fazem parte de uma cadeia estratégica da comunicação visual de uma empresa que convergem entre si para alcançar o objetivo estratégico de comunicação e posicionamento da marca.

Apesar dessas sinergias, existem diferenças e não são iguais, logo nem todos os profissionais estão hábeis para executar todas as tarefas. Não é porque você cria uma identidade visual que necessariamente você está habilitado para fazer o Branding. Da mesma maneira não é porque você entende e trabalha com Branding que você saberá construir com maestria a Identidade Visual.

Portanto, saiba qual parte do processo você faz parte e não utilize os termos de forma deliberadamente errada para conseguir possíveis ganhos financeiros. Por mais que seja tentador e por mais que possa até dar resultado a primeira vista, ao longo do tempo você poderá prejudicar a sua carreira e literalmente “queimar o seu filme” no mercado. Cuidado.

Vídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

Para aprofundar mais no assunto e levantar pontos que seriam difíceis de apresentar em texto, eu criei um vídeo que está em nosso canal no Youtube, onde falo sobre esse três tópicos e complemento as informações apresentadas aqui neste artigo. Sugiro fortemente que assista ao vídeo abaixo para completar o raciocínio e a explanação sobre o assunto. Confira abaixo o vídeo sobre o que é Branding, Marca e Identidade Visual.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você. E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]

Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço._

Fonte das imagens:

Shuttterstock – https://shutr.bz/2SlCLjM
The post O que é Identidade Visual, Branding e Marca? appeared first on Chief of Design.

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?
Fonte: Chef of Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

Eae! Tudo bele?

UI Design. Este é um tema com dúvidas frequentes nos canais do Chief of Design. E eu não poderia ficar insensível aos pedidos de meus seguidores e decidi responder as dúvidas daqueles que estão iniciando e daqueles que ainda estão nas primeiras pesquisas sobre o que faz um UI Designer.

Separei as questões mais relevantes, algumas até frequentes para montar esse conteúdo.

Lógico que não é possível cobrir todos os aspectos em um só artigo, mas acredito que os principais, para quem é iniciante, está sendo abordado por aqui.

Então com você as 20 questões sobre UI Design, para iniciantes, respondidas.

Aproveite e confira! Espero muito que você encontre uma questão semelhante àquela dúvida que ainda pairando em sua mente.

Vamos para as questões?

Antes só quero te lembrar que nós temos o nosso próprio curso de UI Design, o UI EXPERT. 

No Curso UI EXPERT você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

1 – O que faz um UI Designer?

UI Designer (Designer de interfaces) é o profissional responsável por projetar o layout e os elementos interativos destes.

Partindo do princípio que a área de UI design (Design de interface de usuário) estuda o meio pela qual existe uma interação entre o indivíduo e um dispositivo, software, ou aplicativo, a função do UI Designer é garantir que a interação seja bem-sucedida resultante de uma facilidade de uso e acesso à interface gráfica.

O UI Designer deve projetar interfaces claras e objetivas para que a utilização do usuário seja intuitiva e sem entraves.
2 – Como anda o mercado brasileiro para UI Designers?
O mercado favorece o UI Designer destacadamente pela crescente necessidade de criação de desenvolvimento de aplicativos móveis.

O Brasil, junto da índia e da Indonésia, está entre os mercados que mais executaram download no quarto trimestre de 2017 dos aplicativos do Google Play, trimestre esse que foi considerado de maior desempenho para download. Os downloads ultrapassaram a marca de 19 bilhões.

Segundo outra pesquisa, realizada pela App Annie, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países com maior número de apps utilizados por mês, mais de 40. E o mesmo estudo aponta que os brasileiros, em um período de 24 horas, abrem em média quase 10 aplicativos, colocando nosso país no topo da lista.

E não podemos esquecer também a demanda de UI Designers para criação de interfaces para web sites em um cenário onde temos 51,3 consumidores obrigando o empresariado a possuir uma presença online para divulgar seus produtos e serviços.
3 – Onde pode trabalhar um UI Designer?

O UI Designer pode atuar em todos tipos empresas que necessitam de desenvolver interfaces, principalmente quando se trata de interfaces digitais.

Podem ser tanto empresas que prestam serviços do tipo, como agências e escritórios de Design, startups, consultorias, empresas de TI, até empresas que tem setores apenas para cuidar das suas interfaces como bancos, ecommerces, entre outros.
4 – Quanto ganha um UI Designer?
Segundo a Love Mondays, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário médio para UI Designer, baseado em 192 salários postados por funcionários na plataforma e que atuam nesta profissão, é de R$ 4.284,00 por mês.

Mais esse números podem variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa entre outros. A própria Love Mondays alerta que o salário pode variar de R$ 824,00 a R$ 11.487,00.
5 – Existe algum requisito para começar a aprender sobre UI Design?
Não há um pré-requisito. Mas algumas coisas que você se identifica ou alguns comportamentos podem indicar que você pode se dar bem na área como: gostar de tecnologia, comunicação, design, criatividade, dar grande atenção aos detalhes e resolver problemas.

E se você acredita que pode se dar bem é quer saber onde estudar aqui no blog tem um artigo que pode te ajudar a escolher um bom curso de UI Designer.
6 – Vale pena ser UI Designer?
Sim. Principalmente se você se enquadra no perfil do tópico anterior que é algo que aumenta as chances de você gostar de Design de interfaces.

Gostar de algo é o que nos faz enfrentar os desafios diariamente.
7 – Onde encontramos UI Design?

Uma interface á a ponte visual entre um usuário (humano) e uma máquina, serviço, sistema, produto. O UI Design se aplicar principalmente a interfaces gráficas.

Por isso algumas pessoas podem alegar que UI Design trata de interfaces para sistemas virtuais encontrados principalmente em computadores, smartphones, vídeo-games e realidade virtual.

Porém, podemos encontrar uma interface em qualquer objeto projetado para disponibilizar um meio para interação com o usuário de forma eficaz.

Você pode encontrar UI Design, seja através de interface gráfica ou física, em painéis de controle em máquinas industriais, em equipamentos para área de saúde, sistemas automotivos e de aviação, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, softwares de computadores e dispositivos móveis, aplicativos, websites, entre tantos.

Apesar dessa grande variedades, a maioria dos empregos para UI Designer são para desenvolvimento de interfaces de app e web.
8 – Qual a diferença entre UI e UX Designer?
Basicamente o que difere é que o UI Designer desenvolve interface e o UX Designer se preocupa em como o usuário vai se sentir ao interagir com a interface e se encontrará valor quando interagir com os produtos ou serviços de uma empresa.

UI Design e UX Design são áreas que se complementam e colaboram uma com a outra. UI Design possibilita que uma ideia se concretize na interface e que o usuário consiga aproveitar o que está sendo apresentado. E o UX Design faz com o seja apresentado na interface garante boas sensações de uso.

Eu tenho um vídeo onde falo especificamente sobre isso.

9 – Web Design e UI Design não são parecidos?
Sim, são parecidos em partes. Mas precisamos entender um pouco do perfil de cada para identificar as semelhanças

Um Web Designer pode executar peças como criação de banners, pequenas animações, e artes para redes sociais, design para aplicativos, entre outras.

Mas a tarefa principal de um Web Designer é criar websites, ponto.

Agora o que faz um UI Designer?

O UI Design faz a ligação entre o usuário e um dispositivo ou sistema. O UI Designer é responsável por projetar a interface que promove a essa ligação.

Existem diferentes tipos de interface em diferentes produtos. Imagine o display de um micro-ondas. Aquilo é uma interface. O Designer de interfaces pode projetar todo tipo de interface inclusive as digitais e para web, como os websites. E é por isso que o Web Design e o UI Design são “parecidos”.

Na verdade o Web Design é mais amplo e o UI Design é uma área do conhecimento abrangida pelo Web Design. Para entender melhor eu gravei um vídeo que explica melhor as diferenças entre as duas áreas. Veja a seguir:

10 – Por quais conteúdos eu devo começar a aprender?
Alguns conhecimentos podem te ajudar nos primeiros passos como os Fundamentos de Design, usabilidade, elementos da interface, anatomia de interfaces, prototipagem e procurar dominar algum software gráfico.
11 – É possível entrar na área sem realizar um curso especializado? Eu consigo aprender tudo sobre UI Design sozinho?
A internet é um bom recurso para você aprender e dar seus primeiros passos.

No Youtube você pode adquirir conhecimentos como autodidata sem gastar um centavo ao realizar buscas sobre “ui design” e “Design de interface do usuário”. Inclusive encontrará diversos vídeos do Chief of Design que falam sobre o assunto. Aconselho até que acompanhe nosso canal para saber mais clique neste link.

A mesma pesquisa você pode executar no Google. A comunidade web dispõe artigos em blogs que explicam sobre área.

O grande problema é que dá muito trabalho angariar conteúdo que estão espalhados. Sem contar que você não tem conhecimento prévio sobre diversos assuntos e fica difícil saber o que pesquisar quando nunca se viu falar na vida sobre determinado assunto, técnica ou ferramenta.

Para agrupar em um só lugar conteúdos que você levaria muito tempo pesquisando, para preencher lacunas que conteúdos do internet não cobrem e para atender pessoas que não tem como frequentar um curso presencial eu disponibilizo o UI EXPERT

Neste curso você vai aprender os principais conceitos de UI Design para interfaces digitais para iniciar a sua jornada na área. Além das aulas, ao vivo e gravadas, você terá suporte diretamente comigo.

Para saber mais sobre as próximas turmas do curso CLIQUE AQUI.
12 – Quais as principais ferramentas que um UI Designer precisa saber utilizar para se destacar na área?
Entre as principais ferramentas se destacam o Sketch App, (para Mac) o Abode XD, o InVison, Balsamiq e Axure para prototipagem, InVision Studio, Figma e Photoshop.
13 – É preciso saber desenhar?
Saber desenhar o básico ajuda. Você não precisa ser exatamente um ilustrador, um artista, mas conseguir criar traços no papel para expressar as ideias visualmente e se fazer se entender o mínimo é de grande valia.

Desenhar ajuda em alguns processos, mas não é mandatório.
14 – Quais as principais características de um bom UI Designer?
É uma pergunta difícil de responder porque em um grupo de bons UI Designers podem existir profissionais com características muitos diferentes. Sem contar que empregadores podem considerar que as competências do profissional têm um peso maior para definir que ele é bom em relação as características comportamentais.

Entretanto podemos relatar algumas propriedades da área que pode favorecer um ou outro perfil. Vamos a algumas:

Criatividade é uma característica que permeia toda a área de Design, portanto ser criativo colabora muito para que você seja considerado bom UI Designer.

Apesar de UI Design mexer com a criatividade esta é uma área que também preza por uma organização sistemática que visa garantir a melhor interação. Portanto em alguns momentos vale a pena o fato de ser metódico.

Um UI Designer precisa muito se relacionar com equipes em diferentes etapas do processo. Portanto além de ser bom comunicador na comunicação visual ele deve ser bom na comunicação verbal.

Pensar e agir com UI Design é dar grande atenção aos detalhes. Portanto ser detalhista é uma boa característica também.

O trabalho de UI Designer está todo centrado no usuário. Suas decisões de Design vão definir o bom resultado da interação.

Então ter empatia por quem vai interagir na interface projetada é um grande passo para que as coisas resultem bem. A empatia fará você enxergar todas as nuances do processo desde a pesquisa do público-alvo até a execução da interface.

Essas são algumas características importantes. Se você acha que outras características devem ser mencionadas, agradeço se você contribuir na seção de comentários com mais conteúdo para esse artigo.
15 – Qual dica você me daria para garantir uma boa execução de UI Design?
Existem uma relação de boas práticas para serem executadas, mas se for para escolher uma só eu te indicaria não querer inventar a roda. E o que eu quero dizer com isso?

Quero dizer que nem sempre você precisará criar uma solução nova porque existentes ótimos padrões para você adaptar no seu projeto. Se tratam de padrões familiares de UI.

Ao adaptar alguns destes padrões tirados de um ambiente similar você ganhará tempo e também a certeza de estar utilizando algo que já foi testado.

Você com certeza já interagiu com o ícone hambúrguer. Ele é um padrão que vem sendo bastante disseminado quando pensamos em mobile. A limitação de espaço existente em interfaces destinadas a dispositivos menores criou a necessidade de adotar esse padrão para suportar os tradicionais menus.

A melhor forma de encontrar padrões é pesquisando por onde o público-alvo do projeto interage a maior parte do tempo.

Pesquise elementos de interface em redes sociais, sites de notícias, sites de bancos, sites de universidades, aplicativos de mensagens instantânea, algum software específico, etc.
16 – Como manter a clareza nas interfaces?
Manter a clareza na interface é a qualidade de não inserir “ruídos”.

Uma boa forma de manter a clareza é evitar elementos que não deixam claro sua função. O usuário deve precisar daquele elemento, ele não deve ser um entrave.

Elementos necessários são sucintos e fazem sentido.

Eu tenho um artigo e vídeo aqui no blog onde falo sobre Gestalt (clique aqui para conferir). Acredito que tal conteúdo possa te ajudar nessa tarefa.
17 – O que é Style Guide?

O Style Guide determina quais as regras e padrões devem ser utilizadas em um sistema. Serve como guia para que as equipes de trabalhos estejam alinhadas ao propósito do projeto e que o produto final tenha consistência.

Ele estabelece um padrão visual e gera todos componentes necessários para interface.

Como isso você estabelece o padrão visual de componentes como cores, tipografia, botões, navegação, listas, formulários, entre outros.
18 – Não tenho experiência de trabalho com UI Design. O que fazer para ser contratado?
Parece óbvio. Mas você deve obter experiência. Você deve correr atrás dela.

Não. Você não procurará emprego e muito menos deve se preocupar em ganhar muito dinheiro agora. Tudo que você tem que fazer é se cadastrar em plataformas de trabalhos freelance e se candidatar a jobs que correspondem ao seu nível de habilidade atual.

Ao acumular jobs concluídos você, além de conquistar experiência, poderá criar um portfólio. Se você não sabe como criar um portfólio clique neste link e conheça nossa guia para construir um.

Com um portfólio em mãos você tem como comprovar uma certa experiência para disputar vagas. Porém pode acontecer de você ter se dado bem como freelancer e conquistados contatos que não queira mais um emprego.
19 – É possível trabalhar remotamente como UI Designer?
Sim. O trabalho remoto vem cada vez mais sendo adotado por grandes e pequenas empresas. Existem empresas que são totalmente remotas.
20 – Vale a pena migrar do Design Gráfico para o UI Design?
Vale a pena se você se vê encantado pela possibilidade de gerar resultados planejando interfaces. Também vale a pena porque a média salarial e as possibilidade de ganhos, financeiros e profissionais, são maiores.

O Design Gráfico é sim uma área que desempenha um papel muito importante. Mas pode ser que você se sente desmotivado agora. Pode se algo passageiro. Entretanto se você anda flertando com novas tecnologias sugiro que pesquise bastante que nem você está fazendo agora.

Leia bastante sobre assunto e converse com profissionais da área para que você comece a fazer uma migração de forma tranquila se esta vier a ser sua vontade.
Considerações finais
Neste artigo procurei abordar questões relevantes e recorrentes sobre UI Design. Pode ser que alguma dúvida que você possui não tenha sido abordada. Por isso peço que você utilize a seção de comentários e compartilhe conosco o seu pensamento.

Espero que as respostas sirvam para te dar um norte e te direcione de forma positiva as suas decisões. UI Design é a uma área que está em expansão e que vem despertando grande interesse de contratantes por isso procurar informação é questão valiosa para que não exista decepções com as possíveis escolhas.

Espero que você tenha gostado do artigo!

Compartilhe com seus amigos que queiram conhecer um pouco mais sobre a área e deixe seu comentário também.

E não deixe de conhecer o nosso Curso UI EXPERT que é focado para você aprender do zero até ao avançado em UI Design e migrar para uma área que valoriza o design.

Forte abraço!

Até mais!The post O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design appeared first on Chief of Design.

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design
Fonte: Chef of Design

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

Eae, tudo bele?

Vamos falar sobre UX Design e UI Design. Essas duas áreas estão muito em alta e confundi-las é muito comum, principalmente para quem está iniciando. Por isso não fique acanhado caso você não saiba o que é ou as diferenças entre UX Design e UI Design.

Independente da nomenclatura, do nome, etc. O fato é que as duas áreas são importantes e as duas áreas tem grande sinergias. Apesar de diferentes e de tratarem de determinadas camadas dentro de um projeto, elas trabalham em conjunto.

E elas estão com bastante visibilidade ultimamente, principalmente porque designers e criativos em geral, enxergam nessas áreas possibilidades de melhores ganhos financeiros e reconhecimento profissional.

Por isso neste artigo vou passar para você o que é cada área, falar sobre as suas diferenças e também das coisas em comum que compartilham. Bele?

Nós aqui do Chief of Design temos o Curso UI EXPERT. Em nosso curso de UX/UI você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

Então, vamos começar a brincadeira 😀

Neste artigo você vai aprender:

O que é UI Design.
O que é UX Design.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design.
Vídeo UX Design e UI Design.

O que UI Design?
UI Design significa User Interface Design (Design de Interface do Usuário).

UI é área do Design que elabora, cria e planeja  o meio pela qual uma pessoa (chamado normalmente de usuário) interage e controla um determinado dispositivo. Esse dispositivo pode ser um sistema, software, produto, serviço, aplicativo, etc.

Essa interação e controle são feitas através de um interface. Essa interface pode ser composta por botões, menus e qualquer elemento que possibilite a interação entre o usuário e o dispositivo.

Imagem ilustrativa de um UI Designer prototipando um projeto.Por MIND AND I /Shutterstock
Portanto o profissional UI Designer vai utilizar de conhecimentos de diversas disciplinas para criar essa interface.

E nós lidamos como interfaces a todo momento. Apesar de sempre associarmos interfaces a telas digitais, aplicativos mobiles e websites. Interfaces existem antes de tais tecnologias existirem.

Um exemplo clássico disso seria o controle de uma televisão. O controle de uma TV é por onde interagimos com a aparelho, determinando qual canal queremos sintonizar, qual o volume mais adequado entre tantas outras funções disponíveis através da interação que temos com o controle remoto.

E um bom projeto de Design de Interface do Usuário, independente se seja o controle de uma TV ou um aplicativo web, é projetado de forma a antecipar as reais necessidades de utilização do usuário.

Uma boa interface é simples de aprender e é fácil de usar. A ideia principal da interface é que o usuário consiga realizar o que ele pode, quer e espera realizar. Tudo isso de modo simples, fácil e com uma boa experiência, a chamada “user-friendly”, ou seja, experiência amigável. Sobre experiência, veremos mais a frente.

E sobre UI Design eu tenho outros artigos, mais detalhados, sobre o assunto. Também tenho uma playlist no Youtube. Por isso vou encerrar por aqui e deixar esses links para depois você continuar os estudos sobre UI Design.

Seguem os artigos:

O que é User Interface Design:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-design/

10 Princípios fundamentais de design para um UI Designer:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-designer/

Web Design x UI Design

https://www.chiefofdesign.com.br/web-design-ou-ui-design/

Posto isso, agora vamos para o UX Design. A seguir falarei sobre UX Design antes de entendermos as diferenças entre eles. Vamos nessa?
O que é UX Design?
UX Design significa User Experience Design( Design de Experiência do Usuário).

UX lida com as emoções e experiências dos usuários. É parte do Design que pensa exclusivamente na relação do usuário com o produto ou serviço.

A meta do UX é  torna mais amigável ( olha o “user-friendly”, aqui de novo), natural e simples a experiência de uso de um determinado serviço ou produto.

Logo os UX Designers estudam e projetam com base no comportamento humano. E não só isso. Com base, essencialmente também, nos comportamentos do público usuário em questão.

Criativo Web Designer planejamento de aplicativos e desenvolvimento de layout modelo, quadro para o telefone móvel. Conceito de experiência do usuário (UX).Por MIND AND I /Shutterstock
O objetivo é oferecer um serviço que garanta uma boa experiência, gerando satisfação  e evitando frustrações no usuário. Projetar experiências que encantem e fidelizem clientes é o cenário mais do que ideal.

Portanto o UX Design está diretamente relacionado ao uso do serviço, a interação, e como isso afeta as emoções e experiências do usuário.

Existem um outro artigo onde falo um pouco mais sobre experiência do usuário. Você pode conferir clicando aqui.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design?
A principal diferença entre UX Design e UI Design no papel que cada um tem um projeto e como você já percebeu, apesar de UX Design e UI Design serem termos semelhantes, os significados são diferente.

O UI Design está mais conectado com camada física, tangível e prática do projeto. Afinal, a interface que será utilizada diretamente pelo usuário.

É nessa parte onde se cria e estiliza os botões, menus e todos os artefatos que tornaram possível essa utilização. E para isso o profissional UI Designer normalmente utiliza de ferramentas (quando falamos de interfaces digitais) como Sketch app, Adobe XD, Figma, entre outros.

Por outro lado, o UX Designer é profissional o que estuda e planeja como o usuário se sentirá ao usar interface. Então ao invés de focar na cor ou no formato do botão, ele irá pelo lado do projeto que pensa como serão as experiências e emoções ao interagir com aquela interface.

Tem sempre uma imagem que gosto de utiliza que mostra o UI Design como uma ponte que liga o que foi planejado pelo UX Design com o Usuário.

Então enquanto o UI Design cuida da interação da interface e usuário o UX Design cuida do lado emocional, sempre focando em como proporcionar a melhor experiência ao usuário.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design?
UI e UX Design tem muitas coisas em comum. Como diz a gíria do popular brasuca, “é tudo junto e misturado”.

É inconcebível pensar em um UI Designer projetar sem pensar na experiência do usuário, da mesma maneira não tem aplicar tudo que foi pensado no UX Design sem ajuda do UI. O UI design é o que torna viável essa experiências.

E podemos considerar a experiência do usuário como conjunto de fatores e o UI Design é um entre esses fatores.

Existe uma imagem desenvolvida por Dan Saffer (que apesar de ser de 2008 ainda é atual) que demonstra que UX  união de vários aspectos. Todos eles influenciarão e ajudarão a compor a experiência final do usuário.

Nele, inclusive, podemos ver outras áreas que são ligadas e estão relacionadas como Visual Design e Product Design.

Também temos o famoso guarda-chuva de UX que demonstra que UI é um fator para um projeto de UX Design.

Não tem como desligar as áreas. Até por isso os vários profissionais se apresentar como UX/UI Designer.

E também, mas metologias, tarefas e projetos como Design Sytem, Design Sprint e Design Thinking, ambos os lados podem participar e realizar em seus cotidianos.
Vídeo UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Para sintetizar tudo o que foi escrito neste artigo e também para acrescentar mais itens importantes a essa questão, que eu gravei um vídeo exclusivo sobre o assunto falando sobre UX Design e UI Design e qual é a diferença entre eles.

Sugiro fortemente que assista o vídeo, pois ele é um complemento valioso de tudo o que foi apresentado até aqui.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você.

E caso não seja inscrito, se inscreva em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]

Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço.The post UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles? appeared first on Chief of Design.

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Fonte: Chef of Design

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Um bom UI Design aumenta as chances de levar o usuário até o fechamento da venda / Autor: rupixen.com / Fonte: Unsplash.com

Eae, tudo bele?

Você conhece a importância do UI Design para seu e-commerce nichado?

Antes de falarmos sobre isso, vale a pena lembrar que UI Design é uma sigla em inglês para User Interface Design, que em português quer dizer Design de Interface do Usuário. 

Na realidade, o conceito basicamente se preocupa em facilitar a navegabilidade do usuário através dos botões – e outros fatores – disponíveis no site. 

Tá curioso para saber mais? Vamos nessa!

Neste artigo você vai aprender:

Importância de um bom UI DesignDicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Importância de um bom UI Design

Um bom projeto de UI Design vai permitir que o usuário navegue facilmente dentro do seu e-commerce. O projeto precisa pensar em botões que sejam intuitivos e conduzam sua audiência para seus produtos. Afinal, o objetivo final é transformar seus visitantes em clientes, não é mesmo?

A importância é bastante simples: um e-commerce organizado tem grande potencial de vender mais. Para isso, ele precisa garantir uma ótima acessibilidade,cuidar da usabilidade, proporcionar uma boa experiência de uso e ser responsivo e eficiente.

Um ponto importante também é ser honesto e evitar usos de más práticas como o uso indiscriminado de dark patterns. 

Dicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Não importa qual seja o seu negócio na vida real, a sua loja virtual precisa alinhar os objetivos de negócios com o os anseios do seus clientes. Para ficar mais fácil, vamos pensar em um exemplo, imagine que você possui um sex shop online, ok? (caso você não saiba, esse mercado é um dos que mais faturam todos os anos em todo o mundo).

O padrão importa: mantenha a consistência.

Diferente da leitura com livro, jornal e revista, na web as pessoas tendem a ler no formato de F. Isso quer dizer que a maioria dos usuários vai passar os olhos primeiramente no sentido horizontal, no topo do site. Depois, um pouco abaixo vai ler em horizontal novamente, sem ir até o fim da tela. Por fim, seguirá no sentido vertical na parte esquerda, formando um F com os olhos. 

Um e-commerce bem diagramado deve colocar o conteúdo mais importante dentro desse padrão. Nunca insira informações essenciais do seu sex shop online fora desse campo de visão. 

Ainda sobre padrão, aposte em um e-commerce organizado por categorias. Esse formato é chamado de breadcrumps. Ele simplifica a navegação, indica ao usuário onde ele está e o leva facilmente para onde deseja ir. Pensando no padrão F, você pode posicionar essas categorias no topo do site para a leitura da primeira linha horizontal. 

Outro ponto super importante é manter a consistência visual do design. Não crie variações desconexas entre uma página e outra. Mantenha uma padrão nos tamanhos dos textos, nas cores, no uso de grafismos e imagens, no posicionamentos, espaçamentos…Deixe o design consistente ao longo de toda a interface.

Diminua os esforços do seu usuário sempre que possível

Você precisa prever as possíveis ações do seu visitante e conduzi-lo para compra da forma mais fácil possível. Se ele está visitando seu e-commerce é porque deseja comprar acessórios eróticos para apimentar sua relação ou quem sabe utilizar sozinho.  

Quanto menos esforço ele precisar fazer, quanto menos botões encontrar em seu caminho e quanto mais curta e clara for a mensagem para chegar ao carrinho, mais chances você tem de vender. 

Imagine que ele tenha o interesse de comprar um vibrador, sendo esse um dos produtos mais vendidos, uma solução simples – mas efetiva – pode ser deixar todos os modelos acessíveis com apenas um clique na página principal do site. Lembra das categorias e do formato F? Você pode criar uma categoria inteira para diferentes vibradores ao alcance da primeira batida de olhos na tela.

Outro botão que merece sua atenção nesse aspecto é a barra de pesquisa. Posicione a ferramenta em um local facilmente visível e use cores que contrastem para chamar atenção. Visitantes que usam a barra de pesquisas são compradores em potencial, facilite o caminho até a compra. 

Crie CTAs atrativos

Call To Action (CTA) ou Chamada Para Ação são botões que convidam o usuário a tomar uma ação, bem como o nome sugere. Eles fazem uma diferença enorme nas taxas de conversão. Aposte em cores chamativas e use palavras imperativas, como “Compre agora com 1 clique”.

Um bom CTA precisa ser atrativo e se destacar dentro do site. Seu cliente pode adorar ver os brinquedos eróticos mais recentes, que tal criar um Call To Action “Veja as novidades mais quentes”?

O carrinho precisa ser alterado facilmente

A página do carrinho precisa ser editada facilmente, sem que para isso, o usuário precise voltar muitas etapas ou ficar abrindo novas abas. 

Pode ser que seu visitante – que está tentando se tornar um cliente – tenha se arrependido do vibrador que escolheu, ou quem sabe queira adicionar mais um do mesmo modelo. Um bom UI Design vai proporcionar alterações facilmente executáveis na página de check out, porém, mais do que isso, essas ações precisam ser intuitivas. 

Outro exemplo prático é permitir que o usuário calcule o frete sem dificuldade. Não há nada mais desestimulador do que tentar concluir a compra e não conseguir saber o preço total incluindo o valor do frete ou quantos dias o seu vibrador levará para chegar na sua casa em poucos cliques. 

Ele não deve perceber a facilidade, e sim não sentir dificuldade em realizar ações que deveriam ser simples. 

Uma página de check out simples tem mais chances de ser concluída com sucesso / Autor: PhotoMIX Company / Fonte: Pexels.com

Seja claro, criativo e amigável na sua linguagem

Para se comunicar com eficiência você precisa entender seu visitante e usar a linguagem que ele utiliza. Se ele está comprando on-line pode ser que tenha vergonha de comprar produtos eróticos. Então imagina receber uma encomenda na portaria do prédio com o selo da sua loja? 

Nesse caso, é importante entender suas necessidades e oferecer discrição e segurança na entrega. E para isso, você precisa comunicar isso de forma clara, amigável e criativa na sua página. Quando você compra em uma loja física nota a qualidade do atendimento. No e-commerce não é diferente. 

O UI Design coloca em prática as ações planejadas para melhor experiência do usuário. 

Considerações Finais.

Desenvolver uma boa interface de e-commerce é um desafio. Existe muito conteúdo e ações para serem pensadas, organizadas e planejadas a fim de encontrar a convergência ideal entre as questões de negócios e os desejos dos usuários.

É óbvio que este artigo não tem a pretensão de ser o manual que explica sobre todos os vários aspectos que compõem um projeto dessa magnitude, mas as dicas expressas aqui com certeza vão ajudar a sua loja virtual a chegar mais perto do patamar ideal.

Se você tiver mais alguma dica ou sugestão, deixe nos comentários a sua opinão.Até mais.Forte abraço.
The post Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais appeared first on Chief of Design.

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais
Fonte: Chef of Design

O que é Visual Design?

O que é Visual Design?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai saber o que é Visual Design. Esse termo ganhou força recentemente entre designers e não é raro você encontrar vagas e profissionais se categorizando com esse nome.

Fora do Brasil, também vejo muitos conteúdos que utilizam o termo Visual Design para se referir a uma parte específica do design, apesar de sabermos que design não se limita apenas a parte estética e visual.

Então vamos entender nesse conteúdo o que é Design Visual, de onde ele vem e a relação com outras áreas do design.

Neste artigo você vai aprender:

O que é o Visual Design?De onde vem o termo o Design Visual?Fundamentos do Design VisualImportância do Visual Design para empresasFormação em Design Visual

O que é o Visual Design?

O Design Visual ou Visual Design é um ramo do design que se debruça ao estudo da comunicação visual. Para tanto, um bom profissional da área precisará ter expertise no manuseio dos softwares gráficos (como Adobe Photoshop, Adobe Ilustrator, Figma, entre várias outros) mas também, e principalmente, deverá conhecer os fundamentos do Design Visual, como tipografia, cores, gestalt, grid, semiótica, entre outros.

Vale ressaltar que não existe um consenso normativo sobre essa área ou termo, na verdade, se pararmos para analisar, o termo em si diz respeito ao trato da programação visual, portanto, um profissional de outras áreas do design, tais como o design gráfico, poderiam se enquadrar nesse como Visual Designer.Isso porque ambas as áreas dizem respeito a comunicação visual e utilizam de elementos visuais, tais como signos,imagens, gráficos, dentre outros recursos, que juntos, compõem um projeto de comunicar uma ideia e conceito

Apesar disso, trata-se sim de uma criação sistematizada, onde é possível observar um projeto de design com as etapas de planejamento, a pesquisa, as soluções, as prototipações, etc.

De onde vem o termo o Design Visual?

Diferentemente de outras áreas e termos do design, o Visual Design é uma terminologia que não se tem muitos estudos sobre como e onde surgiu, porém, sabe-se que se trata de uma nova terminologia que começou a ganhar força na mesma época que o UX e UI design, talvez, justamente para diferenciar e segmentar as camadas do design dentro de um projeto de um produto digital.

Basicamente o termo em si diz respeito ao design gráfico, só que voltado a produtos digitais. Ele seria mais uma etapa dentro de um projeto de digital, onde temos várias etapas no processo.

Desse modo, de forma resumida e prática, esse novo termo foi,ou é, uma alternativa para Designers gráfico se realocarem ou prospectarem novas oportunidades no mercado criativo, principalmente no digital.

É importante ressaltar que além desses sentidos associados ao termo, a expressão em si pode ganhar novos sentidos a partir do uso e de quem usa, por exemplo:

Existem designers que utilizam o termo com o objetivo de mostrarem que são designers especializados em design visual e estética, enquanto outros utilizam para se referir a uma forma mais abrangente, ou seja, que podem fazer design gráfico, mas também web design, ui design e outras coisas dentro do campo do design visual.

Pelo que vi, li e pesquisei, vejo que não existe um consenso e cada um acaba utilizando com um significado diferente.

Fundamentos do Design Visual

Os Fundamentos do Design Visual são um conjunto de conhecimentos essenciais para quem trabalha com comunicação visual e que podem ser utilizados em qualquer segmentação do design, como por exemplo, na web, etc.

Entendendo isso, você precisará aprender sobre várias coisas, já que trata-se de uma área multidisciplinar. Podemos listar algumas mais técnicas como por exemplo:

formas;imagens;texturas;composição;cores;tipografia;gestalt;grids, entre outros.

Para aprender sobre esses assunto e aprimorar a sua parte conceitual, nós temos o curso Fundamentos do Design Visual. Nesse curso você terá aulas que te proporcionaram uma base essencial para atuar com Design Visual. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS.

Importância do Visual Design para empresas

O Visual Design é um segmento do design que pode ser aplicado em diversas áreas. Sendo assim, pensando no uso para empresas, a sua principal contribuição é uma melhor composição visual de produtos, serviços e da identidade da empresa.

Para isso é preciso ter um profissional que ajude a sistematizar, concatenar e ajustar os elementos visuais com os propósitos da marca ou produto.

Manter uma estética agradável, uma identidade visual, e coerência visual é de extrema importância para qualquer negócio. Isso porque você consegue comunicar a ideia principal de uma empresa, e conectar, de forma natural, o público a sua marca.

Formação em Design Visual?

Se você ficou interessado no Design Visual, e está querendo seguir profissionalmente essa área, você tem duas opções: a primeira é realizar uma graduação na área, e a segunda é se especializar nesse seguimento por meio de cursos oferecidos on-line e offline.

São poucas as graduações que utilizam o termo de Visual Design. Por isso um caminho é fazer uma faculdade de design ou curso de design gráfico.

Já o outro caminho, de cursos livres, pode ser feito tanto com ou sem faculdade. Aqui você tem as opções de cursos mais curtos e diretos, porém sem o mesmo peso acadêmico do que o anterior. Você também pode fazer uma faculdade e depois tentar fazer um curso focado em Design Visual para se especializar.

É válido ressaltar que optando por essa alternativa, a experiência será sua principal aliada.

Vídeo – O que é Design Visual?

Para complementar o conteúdo deste artigo e explicar com mais detalhes determinadas partes, segue o vídeo que gravei para o meu canal no youtube sobre Visual Design. Assista abaixo:

Considerações Finais

Como vimos ao longo do conteúdo, Design Visual nada mais é que comunicação visual e essa matéria já era tratada por outras áreas do design muito antes do surgimento ou fortalecimento desse termo.

Apesar de não ser errado utilizar o termo Visual Design, você como Designer deve saber que trata-se apenas mais de um termo que é usado para categorizar e até mesmo uma tentativa de valorizar o trabalho de um designer que trabalha com programação visual.

Independente de termos, nomes e novas definições que possam surgir, penso que o mais importante é você pensar em design de forma mais ampla e nunca resuma design apanas ao visual, apesar de ser uma parte intrínseca e importante dentro de um projeto.Seja designer sempre se mantendo atualizado e aberto a novos conhecimentos, você sempre terá que estudar bastante sobre vários assuntos, já que é uma área multidisciplinar.

E você já sabia o que era Visual Design? Tem algum comentário ou susgestão?Deixe abaixo o seu comentário ou dúvida.

Forte abraço.

Até mais.
The post O que é Visual Design? appeared first on Chief of Design.

O que é Visual Design?
Fonte: Chef of Design

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

Eae, tudo bele?Neste artigo vamos falar sobre o que é, e o que faz um Product Designer. Você provavelmente chegou até aqui, para entender mais sobre Product Design e neste artigo irei te explicar sobre área, e sobre exatamente o que faz um Product Designer e quais são as habilidades necessárias para ser um.

E já te antemão, mais uma informação importante!

Não se trata de uma profissão nova! Apesar ser recente, o uso do termo Product Designer (se você tem uma conta no Linkedin, você deve saber disso), trata-se de uma profissão que já existe desde a Revolução Industrial.

Fique até o final deste artigo para que você consiga entender exatamente tudo o que compreende o trabalho de um Product Designer.

O que é Product Design?Quais são as etapas da criação de um produto?O que faz um Product Designer?Onde estudar Product Design?Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?Vídeo – O que faz um Product Designer?

O que é Product Design?

Product Design, em tradução literal, significa Design de Produto. E como talvez você já saiba, design de produto não é algo super, mega novo. Aqui no Brasil era utilizado o termo Design Industrial para se referir a essa área.

E é fundamental entendermos como surgiu um termo, e para isso recorrermos à história. Vale a pena nos atentarmos há alguns aspectos da história do design.

O design, como um todo, teve o inicio a partir da revolução industrial. A criação de produtos que era de forma artesanal passou a ser produzido em série proporcionando que a criação de produtos tivessem processos de produção industriais.

Um dos primeiros registros de um design, e de um Product Designer é de Michael Thonet (1796-1971), grande produtor de móveis e máquinas industriais alemãs dando destaque a sua criação: a máquina de fabricar móveis de madeira curvada, sendo um de seus projetos mais conhecidos a cadeira Bentwood.

Poderíamos citar vários designers ao longo do tempo que trabalhavam como product design mesmo antes da internet. Como nos trabalho do Designer Alemão Dieter Rams, do Designer da Apple Jonthan Ive e do casal de designers Charles e Ray Eames. Sem falar que também encontramos muito sobre design de produto na maior escola de Design que já tivemos: a Bauhaus.

Tudo isso nos mostra que o Product Design já existia antes da era digital. O termo ganhou força, e inclusive sendo usado apenas em inglês, por causa dos produtos digitais que temos nos dias atuais. Então denominou-se, por convenção, utilizar o termo Product Design quando se trata também de produtos digitais.

Quais são as etapas da criação de um produto?

A seguir veremos um exemplo de processo simples de criação de um produto. Essas etapas são comuns, mas isso não significa que precisam ser seguidas a risca ou que todo o projeto necessitam tê-las exatamente da forma como será explicado aqui.

Etapa 1: Entendimento

É de fundamental importância saber o que é a persona, para qual se destina o produto que irá ser desenvolvido. Caso você não saiba o que é uma persona, irei dar uma breve explicação. 

Trata-se de um indivíduo fictício, que representa o seu cliente ideal. A persona tem nome, desejos, dificuldades, dores, planos, sonhos, dúvidas, hobbies e etc. Ou seja, é uma variável muito mais detalhada que o tão conhecido público-alvo. 

Por que um Product Design deve se preocupar com isso? O motivo é simples! Se você busca criar um produto que vá agradar o cliente final, que vai atender as necessidades dessa pessoa, é fundamental partir de uma persona bem feita.

Etapa 2: Ideação

Depois que você já definiu a persona, já conseguiu entender as dores, os planos, os objetivos e todas as demais característica do seu cliente ideal. Chegou a hora de criar o máximo de hipóteses que você puder.

É o momento de idealizar como será o produto que a persona irá receber.

Etapa 3: Definição

Agora que você já fez o seu brainstorming, é necessário escolher as melhores ideias que você teve, para conseguir definir a melhor hipótese para o projeto e assim ter um protótipo, que será usado na próxima etapa.

Etapa 4: Prototipação

Aqui é o momento em que o Product Design crie um protótipo do produto, para testar as hipóteses que você levantadas e escolhidas na etapa anterior. Mas cabe lembrar que não se pode perder muito tempo nessa etapa.

Afinal de contas é um protótipo e não o produto final.

Etapa 5: Validação

Quinta e última etapa! Agora é hora de pegar seu protótipo e validar. Lembra do trabalho realizado na primeira etapa? Então, agora é o momento de pegar sua persona e buscar pessoas que se enquadrem nela. 

Essas pessoas irão testar o produto de forma a validar todo o projeto. Cabe observar que se a primeira etapa não foi executada com maestria, inevitavelmente a etapa de validação será um fracasso.

O que faz um Product Designer?.

O Designer de produto nada mais é do que a pessoa que concebe a criação de um produto, seja ele físico ou digital, participando de todo o processo.

Ele (o Product Designer ou Designer de Produto) tem como função criar um produto ou resolver um problema, utilizando uma abordagem, e se engajando nessa construção desde o início. Os passos utilizados são muito semelhantes aos citados em Design Thinking (Entendimento, Definição, Ideação, Prototipação e Teste).

O Product Designer não necessariamente vai trabalhar com pixels, diretamente com softwares gráficos. Ele é uma espécie de gestor das etapas fundamentais na criação de um produto.

Basicamente o Designer de Produto trabalha de forma mais generalista, preocupado com as etapas da criação de um produto. É necessário que cada uma dessas etapas seja executada de forma excelente, para o final do processo seja positivo.

Imagine que um Designer de Produto seja como um maestro de uma orquestra. Não será que tocará os instrumentos do concerto, mas ele sabe como cada um funciona e dirige para quais melodias onde eles devem ir, como eles devem soar. Um Product Designer funciona mais ou menos assim.

Claro que em muitos caso, principalmente em projetos menores, um Product Designer pode fazer todo o processo, desde a ideação até a parte prática, porém dificilmente, principalmente em projetos digitais, ele estará sozinho, pois estará dentro de um equipe, comumente, multidisciplinar que ajudará no processo de concepção do projeto.

Portanto, um designer especializado nessa área deve ter uma visão holística de todo o processo de criação, desde a criação até questões como custos de manutenção, operação, industrialização, desenvolvimento e entrega. Ele também precisa saber ouvir e acolher os feedbacks que os usuários podem dar sobre o produto.

É válido ressaltar, mais uma vez, que grande parte dos produtos advindos desse ramo do design, atualmente, são em sua maioria digitais. Dessa forma, há uma diferenciação entre o design de produtos e as demais áreas como UX e UI Design. Essa diferença está justamente em acompanhar todo o projeto, do início ao fim, e o produto final em si, já que ambas as áreas possuem habilidades parecidas.

Onde estudar Product Design?

Infelizmente, atualmente não existe uma faculdade específica para se tornar um Product Designer, no que se refere a produtos digitais.

Antigamente as universidades voltadas para o design, o curso se denominava Desenho (Design) Industrial, que era específica para produtos físicos e industriais.Também encontramos faculdades de Design onde eram cursadas disciplinas comuns nos 3 primeiros anos, e em seguida, o estudante deveria optar por design gráfico ou design de produtos físicos.

Hoje, existe a faculdade de Design, mas ela não busca profissionalizar alguém para a área específica de Product Design. Por isso, muitos dos designers de produtos conhecidos migraram de outras áreas, como UX e UI.

Portanto fazer uma faculdade de Design vai te ajudar se capacitar, assim como fazer outros cursos, porém você vai precisar continuar prosseguindo com os estudos e especializar em Product Design.

Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?

Como vimos, o designer de produtos é alguém que transita por outras áreas do design, então ele trabalha desde a criação de produtos até a pesquisa com usuários e análise de dados.

Além da formação, um bom designer de produtos dever ter as seguintes habilidades:

Visão holística sobre um projeto de design;Visão macro sobre fatores internos e externos;Conhecimentos gerais em design e processo de design;Alinhamento e estratégia de negócios;Design de serviço;IA (Arquitetura da informação).UI Design (Design de Interface)IxD Design (Design de Interação)UX, ou seja, entendimento do público, sabendo o que usuário necessita e deseja.Design visual.

Vale ressaltar que ele não precisa ser especialista em todas elas, mas deve sim ter conhecimento para saber gerenciar as pessoas dessas áreas (como citado no exemplo do maestro).

Portanto, esse profissional deve saber liderar grupos, administrar bem o tempo, os recursos e as atividades, e conseguir ter uma boa interação com pessoas.

Não basta o Product Designer dominar questões técnicas específicas de sua formação. É necessário que ele desenvolva competências acessórias, ou seja, habilidades extras que serão cruciais no processo de criação e inovação de um projeto.

Abaixo vou explicar as principais competências para atuar na área de Product Design, mas que talvez você nem imaginava:

Liderança

O Product Designer precisa ser um líder, ainda que não esteja formalmente como líder de uma equipe. Uma das características desse profissional é conseguir com que as pessoas façam o que for necessário para o alcance de um objetivo.

Ou seja, para que uma equipe consiga trabalhar junto em um projeto é importante que todos entendam a importância desse projeto e isso o líder consegue fazer, através do uso da empatia.  

Gestão de processos

Se o Product Designer não consegue gerir o processo de criação e inovação de um produto, ele corre o grande risco de não ter sucesso em seus projetos. Uma vez que cada etapa é essencial. 

Alinhamento e estratégia de negócios

Todo produto que é gerado precisa satisfazer o cliente e também as questões de negócios da empresa. Por isso, o Designer de produto precisa estar alinhado com as estratégias da empresa para que ele possa criar algo útil para os usuários, mas também algo que venda, algo que gere algum bem, seja ela financeira ou não, para a empresa.

Inovação e criatividade

Pode parecer algo básico, mas é importante reforçar que um Product Designer trabalha com inovação e por isso ele necessita utilizar da criatividade para propor novas soluções e criar novos produtos.

Vale ressaltar, que inovação não está ligado necessariamente a criação de novos produtos, ou seja, inovar é tornar uma ideia possível e essa ideia pode ser uma melhoria, uma atualização, uma nova visão sobre algo que já existe.

Trata-se de tirar do campo das ideias algo útil e que vai solucionar o problema, seja com a criação de algo novo ou com uma proposta de alguma melhoria, por exemplo.. É isso que um Product Design precisa ser, pois não adianta pensar numa ideia, é preciso torná-la possível.

Vídeo – O que é O que é Product Designer?  

Para complementar e acrescentar mais informações a todo o conteúdo apresentado aqui, eu deixo um vídeo que gravei para falar especificamente sobre o que é e o que faz um Product Designer. Assista abaixo o vídeo para aprender mais.

Considerações finais

A profissão de Product Designer ou Designer de Produto, se pensarmos um pouco e analisando tudo o que foi dito aqui, não é algo novíssimo como às vezes se coloca, talvez apenas o termo estrangeiro que passou a ser mais usado por nós brasileiros.

E por mais que tenhamos agora produtos digitais, que esses sim é um fato mais recente em nossa história, basta olhar para trás e ver que possuímos diversos produtos que foram criados por designers de produtos, tais como câmeras, cadeiras, micro-ondas e mais uma infinidade de objetos que utilizamos no dia a dia.

Por isso, se você quer ser Product Designer, estude um pouco sobre história e tudo que cerca, mesmo antes da era digital, essa ofício. Para ser um profissional de Design de Produto é preciso não se fechar em apenas uma única área do design ou do conhecimento. Além de dominar a sua área, também entender de outras áreas e assuntos, porque um Designer de Produtos é um profissional multidisciplinar e disso não tem como escapar.

E você já atua ou pretender ser um Prodcut Designer?

Aproveite o espaço abaixo para deixar o seu comentário.

Até mais.

Forte abraço.

Referências

UILAB. Product designer: quem é e o que faz? Disponível em: https://medium.com/ui-lab-school/product-designer-quem-%C3%A9-e-o-que-faz-64be9cd88358. Acesso em: 7 abr. 2020.

O que é Product Designer?  https://www.youtube.com/watch?v=ZUuiGwre0N0
The post O que é Product Design? O que faz um Product Designer? appeared first on Chief of Design.

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?
Fonte: Chef of Design

O que é Design System?

O que é Design System?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai aprender o que é e a importância do Design System em um projeto de design que visa manter a consistência visual e de interação de uma organização.

O termo Design System vem ganhando cada vez mais notoriedade, principalmente graças aos produtos digitais que vem sendo criados nesse cenário tecnológico que vivemos.

Antes de começar, quero salientar que este artigo não tem a pretensão de definir ou determinar todos os aspectos de um Design System, já que se trata de um complexo trabalho de design e que pode sim ter variações e abordagens diferentes dependendo da forma de pensar e de criá-lo.

A ideia aqui é te apresentar para que você aprenda sobre o que é, para que depois você mesmo possa continuar estudando, fazer seus experimentos e testar as suas decisões de design, ok?

Portanto, neste artigo você aprenderá sobre:

O que é Design System.Como surgiu o Design System Quando construir um Design SystemO Design System e Atomic DesignA diferença entre Design System e Style GuideOs elementos que compõem um Design System

O que é um Design System?

Design System – ou sistema de design – trata-se de um conjunto de padrões de componentes de design elaborados a fim de manter a consistência visual e funcional de um certo produto, sistema ou organização.

Um exemplo clássico para se explicar o Design System é pensar em peças do brinque Lego.

Seguindo essa analogia, imagina esse sistema de design, como um conjunto de pecinhas padronizadas, que seguem a mesma consistência de design. Cada pecinha poderia ser considerada um componente.

Mas não para por aí. As peças de lego (ou componentes) já estão predefinidas, você precisa apenas selecionar as que você precisa e montá-las dentro de um padrão. Esses componentes podem se relacionar, se juntando e criando a partir disso novos componentes. E esses novos componentes por sua vez poderiam se juntar com outros e assim por diante.

Outro exemplo que temos, e que lidamos no dia a dia, são alguns softwares, como o Microsoft Office e o Creative Cloud Adobe. Essas famílias de programas seguem uma linha visual e todos estão dentro de uma consistência de visual e funcional, por exemplo, desde o visual até atalhos pré-definidos por seus criadores .

Independente de quando você adquiriu o programa ou de que país seja ou de que língua você fale, esses padrões serão os mesmo para cada ferramenta. Isso facilita bastante a vida de quem vai utilizar esses programas, pois possibilita a uma coerência de uso e estética.

Com isso essa famílias formam um padrão que facilita a execução de tarefas, além de tornar o sistema atrativo e organizado visualmente.

Uma frase muito famosa dita por Nathan Curtis sobre o assunto é que “o Design System é um produto servindo outros produtos”.

Portanto o Design System é um projeto de design que abastece outros projetos visando sempre manter a consistência de design e proporcionando mais rapidez para as equipes de design e de tecnologia criarem os projetos ou protótipos. O Design System é um documento de extrema importância para empresas que querem uma maior integração de suas ideias no desenvolvimento de produtos.

Como surgiu o Design System?

Não se tem uma definição fechada do que seja o Design System, porém sabe-se que não se trata de um conceito tão inovador como se vende. Ao longo da história encontramos projetos de sistemas de design.

Se você procurar sobre a escola alemã “Bahaus”, se estudar os manuais de marca de projetos do grande Designer Gráfico brasileiro Alexandre Wollner, se olhar o projeto para as olimpíadas de Munich de 1972, Otl Aicher , ou analisar o projeto de design do metrô de Nova York…Entre tantos outros exemplos que temos por aí… Você encontrará Design System, ou seja, algo que foi planejado de forma pragmática, calculada afim de manter uma consistência visual.

A demanda por produtos bem construídos, marcas consolidadas e design cada vez mais inovadores fez com que os grandes designers buscassem automatizar o máximo possível sem perder a consistência de design em grandes projetos.

E nos dias atuais, com o avanço da tecnologia, e o advento de produtos digitais, o ramo tecnológico precisou se adaptar e começou a utilizar cada vez mais o Design System.

O Design System e Atomic Design

O Design System conversa muito com outra abordagem de design que é conhecido como Atomic Design (design atômico). O Atomic Design, como o próprio nome já nos indica, utiliza de uma analogia entre elementos e componentes de um projeto de design com o comportamento dos átomos, moléculas e organismos.

Portanto, assim como vimos no exemplo do brinquedo lego, aqui lidamos com os componentes de forma crescente, saindo do menor para o maior. Portanto temos dentro dessa ordem os átomos, moléculas, organismos, templates e páginas (como visto na imagem dentro deste tópico).

Átomos: aqui podemos incluir ícones, botões, cores, imagens, tipografia etc.Moléculas: aqui seria o resultado da interação dos itens pertencentes a categoria átomos. Então poderíamos citar como exemplo uma sidebar, um card, uma barra de menu.Organismos: aqui se enquadra os resultados da interação das moléculas, como exemplo podemos citar um header de um site, que contém um menu e outros ícones.Templates: aqui seria o resultado da interação de todos os componentes citados anteriormente, montando um produto modelo que pode ser utilizado por qualquer pessoa, sofrendo alguns ajustes.Páginas: já essa etapa seria mais próximo do produto pronto final, sendo o mais completo do que um template

Essa forma de lidar com os elementos do design, dentro de um projeto, trata-se de uma metodologia estruturada, racional e lógica de dar função e forma ao projetos, com base conceitual e de forma relativamente simples de entender.

O pensamento do Atomic Design encaixa bem com o que se propõe quando estamos criando um Design System. Por isso, um bom caminho para iniciar um sistema de design é justamente começar estudando sobre design atômico.

Quando construir um Design System?

Imagine que uma empresa sempre está modificando seus times, seja demitindo ou contratando novas pessoas. Imagine também que sempre que novas pessoas aparecem, também surgem novas ideias e palpites acerca de um projeto.

Muita das vezes essas ideias que surgem, já foram discutidas e definidas; mas com a correria da rotina e a falta de um documento contendo essas informações, um membro do time de design – por exemplo – irá gastar mais tempo testando novas ideias, que talvez nem tenha coerência com o projeto. Para evitar situações como essas, é necessário ter um bom Sistema de Design.

Outro ponto que já citamos aqui no artigo é para manter uma consistência e coerência de design, seja visual, funcional e até mesmo de padrões de códigos. A ideia é manter um organismo homogêneo, mesmo ele sendo composto por elementos diferentes.

Portanto a construção do Design System é ideal para projetos maiores, onde existem vários produtos ou pontos de contato com a marca e é preciso evitar uma incoerência visual. Também quando envolvem várias profissionais e é preciso criar uma padronização para ser seguida pela equipe.

Por demandar mais tempo e estudo, para projetos menores é mais provável que um Style Guide (guia de estilo) já seja o suficiente.

A diferença entre Design System e Style Guide

Ao estudar o design, nos deparamos com o Style Guide, que é facilmente confundido com o Design System. Na prática, o Style Guide também compõe com informações dentro do Design System.

O Style Guide ou Guia de estilo é um sistema de organização menor e mais restrito para a parte visual que o Design System. Isso porque ele é responsável por criar um estilo de trabalho de um produto, permitindo que apenas os designers e criadores entendam o que está acontecendo.

É como se o Style Guide fosse uma fatia e o Design System uma pizzainteira. O Sistema de Design é um apanhado de informações de várias áreas do design, como o Motion, UI e até códigos de programação.

A ideia é que o Design System seja um documento que garanta uma melhor consistência nos projetos, produtos e que dialogue com todas as áreas envolvidas, não somente a identidade visual ou com características visuais.

Os elementos que compõem um Design System

Como dito anteriormente, o sistema de design é como se fosse uma pizza e cada fatia é um setor que agrega informações. Sendo assim, é essencial que o Design System possua:

Objetivos e valores

Antes de pensar em grid, tipografia e cores precisamos pensar nos objetivos e valores da empresa. Esses fundamentos guiarão todas as escolhas feitas, evitando projetos sem coesão com os princípios da instituição.

Guia de Estilo

Aqui os designers irão pensar na identidade visual, seguindo os objetivos e valores. Um guia de estilo é fundamental para definir os princípios de design, identidade da marca, cores, tipografia, etc. Esse é o momento de definir diretrizes, para que todos os designers envolvidos usem as combinações estabelecidas.

Em um primeiro momento, isso pode soar como se precisasse seguir rigidamente regras determinadas e deixar de fora a criatividade dos designers. Pode ter certeza que a criatividade não ficará de fora.

Na verdade quando esses elementos visuais são definidos, a criatividade será utilizada para definir combinações e como será usado as cores, ilustrações, ícones, tipografias, animações – por exemplo – criando, assim, uma identidade visual coesa.

Biblioteca de componentes e padrões

Após ter estabelecido a identidade visual, é hora de definir como será construído esse projeto e, nesse momento, uma biblioteca de componentes e padrões podem ajudar.

Na prática, uma biblioteca de componentes e padrões são elementos que serão utilizados no desenvolvimento de um produto. Imagine que você precise de um componente para criar um site, por exemplo, e lembra especificamente de um que utilizou em projetos anteriores. Até você procurar os projetos que ele foi utilizado, observar como ele se comporta, custaria um tempo precioso dentro do seu prazo.

Para aumentar sua produtividade, uma boa solução é ter em mãos todos oscomponentes e padrões que serão utilizados na construção do seu produto. Para criar essa biblioteca podem entrar desenvolvedores e UI Designers.

Os componentes e padrões são essenciais na construção do sistema e em como ele irá funcionar. Ui/Web kit: esses seriam um kit desses componentes citados acima, interligados, formando um template construídos com base nos componentes do sistema.

Portanto, estamos falando sobre UI kit, que seria um kit de componentes de UI Design citados acima, e também estamos falando sobre os estados dos componentes que aqui é relativo ao estado dos componentes citados, se estão ativos, se são o padrão, se estão inativos, dentre outros.

Ao criar uma biblioteca com esses elementos, você irá garantir uma experiênciaconsistente no seu produto. Não acaba por aqui, você pode adicionar mais informações que achar necessário.

Isto é somente um pontapé inicial, ajudando a condensar todas as ideias, princípios e valores da empresa em todos os seus produtos.

Códigos

Dependendo do projeto podemos incluir padrões de códigos, como nome de classes, ids, indentação, formatação e organização. Um projeto de um sistema de design pode lidar com a integração entre design e a parte de desenvolvimento front-end.

É super importante, quando há a necessidade, que a integração entre as áreas para que o Design System funcione como o esperado. Apesar do nome (Design System) poder lembrar em um primeiro momento apenas a questão visual, design não se trata apenas disso e questão funcional também é importante.

Você pode conferir alguns exemplos de Design System disponíveis na internet no site Adele UX Pin.

Vídeo – O que é Design System

Para complementar esse artigo eu gravei um vídeo para explicar de forma mais didática e também para complementar o que foi dito neste artigo. Então, confira o vídeo abaixo e complemente os seus estudos sobre Design System.

Considerações Finais

Percebemos que o Design System é uma forma de
organização para grandes empresas que não é novidade. Novidade mesmo é sua
forma de uso na atualidade, aplicada a produtos digitais.

O uso desse sistema traz inúmeros benefícios para o produto, bem como para a equipe engajada no projeto, permitindo que todos contribuam para o produto final, mesmo tendo visões e profissões diversas, mantendo a consistência do projeto.

Por isso, o Design System possui inúmeros benefícios, tais como dinamicidade, fácil atualização, redução de custos e de tempo de trabalho, otimização de tarefas e da força de trabalho, dentre outros.

Você já criou o particiou de um projeto de design ssytem? Qual a sua opinião sobre o assunto? Você pode deixar aqui nos comentários a sua dúvida ou relato sobre.

Até mais.

Forte abraço.

Fontes:

Diego Prado – Design Systems: organização e escalabilidade para design e desenvolvimento: https://medium.com/trinca137/design-systems-organiza%C3%A7%C3%A3o-e-escalabilidade-para-design-e-desenvolvimento-6a0a4d8780b

Ux Collective Br – Entendendo Design Systems : https://brasil.uxdesign.cc/entendendo-design-system-f375bbb6f704
The post O que é Design System? appeared first on Chief of Design.

O que é Design System?
Fonte: Chef of Design

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre Design thinking?

Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o termo, principalmente se você atua em um mercado criativo.

Neste artigo trago a ponta do iceberg de conhecimento sobre o Design Thinking, para você entender um pouco mais do seu conceito, para que serve e uma das maneiras de utilizá-lo, a fim que você inicie os estudos e dê os primeiros passos nessa abordagem e modelo de pensar o design.

O Design Thinking pode proporcionar uma abordagem capaz de combinar empatia com o usuário, dentro do contexto de um problema, com questões de negócios e de tecnologia.

Por tudo isso que neste artigo vamos falar sobre o famoso Design Thinking. Preparado? Vamos nessa?

Neste artigo você vai aprender:

Como surgiu o termo Design Thinking? O que é e para que serve o Design Thinking? Os 3 Pilares da abordagem 5 passos essenciais do Design Thinking

Como surgiu o termo Design Thinking?

Apesar do termo ter ganho popularidade nos anos 2000, a sua origem, mesmo que ainda não tivesse o nome design thinking, começou muito antes, entre as décadas de 1950 e 1960. É possível encontrar trabalhos de vários designers e profissionais de outras áreas que contribuíram para o design thinking como o conhecemos hoje. Nomes como Buckminister Fuller, Herbert Simon, Victor Papanek, Horst Rittel e Melvin M. Webber, entre outros, foram importantes para o “pensar design”.

“Um designer é uma síntese emergente de um artista, inventor, mecânico, economista objetivo e estrategista evolucionário.” Buckminister Fuller

O Design Thinking como ficou mais conhecido e aplicado em diferentes empresas e projetos, foi cunhado por Tim Brown e David Kelley, ambos designers e fundadores da empresa IDEO (empresa internacional de design e consultoria em inovação), onde eles começaram a aplicar essa nova abordagem, já em 1991.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas, desde antropologia até administração de negócios, para estudar design thinking.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a efetiva prática do design, a ideia era criar times multidisciplinares para aumentar e qualificar as suas equipes e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso eles conseguiram disseminar essa abordagem. Termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas. Programas educacionais foram lançados, como na d.school e também em outras universidades prestigiadas de todo o mundo.

Além desses programas educacionais, existem dois livros que são os pilares dessa abordagem e que foram os grandes agentes da popularização do termo. São eles:

Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation.

E o livro Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brown.

Essas duas obras são responsáveis por explicitar mais a abordagem, e fundamentar alguns conceitos ligados à área da tecnologia e do design.

O que é e para que serve o Design Thinking?

Se você é da área do design, seja qual for o seu segmento (design gráfico, web design, ui design, product designer), provavelmente já deve ter escutado esse termo, seja em workshops, palestras ou cursos… Mas afinal, o que é esse tal Design Thinking?

De acordo com o livro do próprio Tim Brown, esse não deve ser entendido como uma metodologia, e sim como uma abordagem, ou seja, uma forma de agir e de enxergar o design.

Dessa maneira, essa
abordagem se diferencia das demais porque não está focada simplesmente no
processo de criação e no retorno do mercado, mas também, e principalmente, está
preocupado no ser humano, ou seja, no usuário. Por esse motivo, leva em
consideração as questões do público, do negócio e da tecnologia.

Sendo assim, esse tipo de abordagem pode ajudar ao designer, ou quem estiver aplicando essa abordagem, a resolver problemas para criar produtos, por exemplo, focando nas pessoas, além de outros problemas, como problemas de comunicação visual, de acesso, de usabilidade, de proposta de valores para melhorar situações e status.

Mas engana-se quem acha que esse design é utilizado somente no design propriamente dito! O Design Thinking pode ser aproveitado no âmbito empresarial, organizacional etc.

É muito comum vermos pessoas que não são designers falarem sobre Design Thinking, por não se trata apenas de design, e muito menos de design visual, e sim de uma forma de pensar e abordar os problemas, seja eles de um projeto de design ou não.

A abordagem Design Thinking utiliza de uma visão sistemática de um projeto levando em consideração 3 pontos fundamentais que são: desejabilidade, tecnicalidade e viabilidade.

Desejabilidade

Trata-se de quanto o usuários querem aquilo e para que desejam, qual a finalidade para elas, se será útil e de qual maneira. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: Será que existe procura por isso? Se sim, por quê? Como? Será que as pessoas gostariam disso? Gostaria de usar? Qual o benefício que elas podem obter com esse projeto?

Tecnicalidade

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de tecnologia. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É tecnicamente possível criar o que está propondo? Quais tecnologias serão envolvidas? Do que é preciso do ponto de vista técnico para publicar o projeto?

Viabilidade de negócio

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de negócio. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É possível comercializar o projeto? As pessoas pagariam por isso? Quanto o usuário estaria disposto a investir nisso? Existe algo parecido no mercado?

Esses pontos são a primeira parte do projeto e devem ser discutido e avaliados por todos os envolvidos. Após isso, é preciso entender também os pilares do Design Thinking. A seguir entenderemos sobre isso com os pilares do DesignThinking.

Os 3 Pilares da abordagem

Esse conceito se trata de uma abordagem, uma maneira de resolver os problemas, e, portanto, não há um passo a passo que deve ser seguido a risca para um bom aproveitamento. Por isso, o sucesso do Design Thinking está em como você entende e adapta essa abordagem!

Entretanto, existem 5 passos essenciais, que independente do seu entendimento, devem ser seguidos. Mas antes de tudo, você deve ter em mente que para o design funcionar, você deve entender os 3 pilares da abordagem: empatia, colaboração e experimentação.

Empatia: está relacionada ao entendimento do próximo, ou seja, imergir no problema do outro, sem pré-julgamento e preconceitos. Por isso, eu costumo chamar também esse pilar de Empatia Prática, porque você busca imergir de cabeça no problema.Colaboração: está relacionada a um mesmo fato poder ter várias interpretações. Ou seja, um mesmo problema pode ter visões diferentes, assim como, modos diversos de serem resolvidos. Dessa maneira, o Design Thinking trabalha com equipes multidisciplinares, para que as soluções e criações sejam pensadas por várias pessoas para potencializar a chance de encontrar o melhor caminho para solução daquele problema.Experimentação: está relacionada com a experimentação do produto propriamente dito, ou seja, a fase de colocar para testar na prática se tudo aquilo que foi pensado e planejado faz realmente sentido e se funciona como o esperado.

Esses pilares são fundamentais dentro do Design Thinking e todos os passos a seguir estão inclusos dentro desses pilares.

5 passos essenciais do Design Thinking

Como falado anteriormente, o Design Thinking é subdividido em 5 etapas. Essas etapas e as sua realização podem variar de acordo com a interpretação de cada um, já que a intenção nunca foi ser algo fechado. Um dos pontos positivos do Design Thinking é justamente essa liberdade na abordagem.

São elas: Entendimento/Observação, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Entendimento/ Observação:

O primeiro passo é marcado pela organização da equipe, isso inclui separação de tarefas, confecção do cronograma etc. Nesse momento, você irá utilizar o primeiro pilar do Design Thinking, e aplicar a empatia, em busca de entender o outro e o problema, e as diversas formas de resolução. Para tanto, você poderá utilizar as ferramentas de pesquisa de campo, conversa, testes e mapas de empatia.

Definição:

Neste passo você irá utilizar as informações obtidas no passo anterior, e, a partir disso definir um problema e sua solução. Essa etapa tem relação direta com as etapas do que tem que ser feito.

Ideação:

Como o próprio nome diz, aqui você unirá todo o conhecimento adquirido nos passos anteriores para ajudar a conceber a sua ideia. Ou seja, você começará a tirar da parte das ideias e começar a por em prática as soluções para o seu problema. Para isso, você pode utilizar as ferramentas de brainstorming para trazer ideias de como colocar em prática.

Prototipação:

Aqui você irá juntar ou definir as ideias para criar algo que possa ser utilizado e testado em campo por usuários. E será com esse protótipo que você começar a testá-la. Para tanto, você pode, por exemplo, utilizar um MVP, que em português seria Mínimo Produto Viável .

Teste:

Por fim, temos a fase de teste em campo, com os usuários, do seu Design Thinking. O divertido e importante dessa parte é que você receberá feedbacks, e, assim poderá melhorar e validar o seu produto.

É válido ressaltar que mesmo com essas etapas pré definidas, esse processo não é algo fechado. Sendo assim, algumas pessoas podem subdividir algumas dessas etapas, como por exemplo, a quinta etapa, que pode ser dívida em uma sexta etapa denominada de “interação”.

Além disso, é recomendado que durante todo o processo a equipe seja multidisciplinar, para obter óticas diferentes e dar opções diferentes para o mesmo problema.

Vídeo : O que é Design Thinking?

Para contribuir ainda mais com o aprendizado sobre o assunto, eu decidi gravar um vídeo onde explico sobre a abordagem Design Thinking. Nesse vídeo eu falo sobre as vantagens de se utilizar essa abordagem explicando cada parte do processo e como você pode iniciar os seus estudos sobre essa forma de encarar o design e o processo criativo.

Considerações Finais

Você viu ao longo deste artigo quão benéfico pode ser aplicar essa abordagem. Mas devo te alertar sobre uma coisa: essa abordagem não se trata de uma poção mágica para resolver todos os seus problemas de design.

O Design Thinking é ótimo, mas não é a solução para tudo. Essa abordagem e modo de pensar está aqui mais para guiar, ou seja, ser um facilitador/professor. Nesse sentindo, essa abordagem busca acima de tudo te ensinar sobre o que é o projeto que você está trabalhando. É uma abordagem que trabalha acima de tudo com o entendimento e pensamento pratico do projeto.

E, embora haja um passo a passo e por vezes possa parecer algo distante de nós, o Design Thinking é algo intrínseco, se pararmos para pensar com calma, da função de um Designer, e que já deveria ter por essência a facilidade e a disposição para trabalhar em grupo, gerar empatia e desenvolver uma visão sistemática intuitiva afim de resolver o problema do projeto.

E você já utilizou ou usa o Design Thinking em seus projetos? Tem algo a acrescentar a este artigo? Deixe o seu comentário abaixo. Ele será bem-vindo. 🙂Forte abraço.

Até mais.

Fontes: https://www.ilabs.services/post/2018/06/26/a-origem-do-design-thinking-e-quem-fez-isso-acontecer

https://brasil.uxdesign.cc/design-thinking-para-leigos-2f018a30a3a0

Livro: Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brow
The post Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário appeared first on Chief of Design.

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário
Fonte: Chef of Design

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Eae, tudo bele?

Uma peça fundamental na carreira de um profissional que trabalha com design é a elaboração de bom portfolio. Como você deve saber um bom portfolio vale muito mais que um currículo, pois ele apresenta com provas o que você sabe fazer, o seu estilo e a qualidade do seu trabalho.

Para criar um portfolio online existem várias ferramentas, uma delas é justamente o Behance, a comunidade para designer e criativos da Adobe. Com certeza, o Behance é uma das principais opções quando se pensar em ter um portfólio online. Além da possibilidade de expor os seus trabalhos, também você pode fazer parte de um rede social de criativos, conquistando seguidores e fãs.

Por isso, decidi criar este conteúdo para te ajudar a criar o seu portfolio no Behance, e não só isso! Também para te ajudar a ter mais engajamento e consequentemente mais sucesso nessa plataforma. A seguir veremos 11 dicas que vão potencializar o seu portfolio no Behance. Vamos nessa?

O que é o Behance?

O site Behance é uma rede social para designers gráficos, fotógrafos, ilustradores e criativos em geral, onde é possível criar um perfil e a apresentação do seu trabalho, através de um portfolio online.

O Behance é de propriedade da Adobe, a mesma produtora do Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. Ao contrário de outros sites, qualquer um pode subir o seu trabalho no Behance. Você não precisa de convite para criar um portfolio no Behance.

No Behance você pode criar o seu portfolio de forma totalmente online e grátis. Para criar um portfólio no Behance basta ter uma conta no Creative Cloud da Adobe, e depois subir os seus projetos de acordo com as opções do site.

O site conta com milhares de trabalhos de profissionais de todo o mundo, por isso trata-se de uma ótima fonte de inspiração. E o Behance reconhece os trabalhos mais notórios dentro da comunidade, com os famosos “selos”. Esses selos são um reconhecimento do site para um trabalho bem feito e existem vários tipos de selos como nas categorias de design gráfico, design de interface, photoshop, illustrator, e por aí vai.

O mito da qualidade do trabalho no Behance!

Existe um pensamento de auto sabotagem em alguns designers que pensam que apenas trabalhos excepcionais podem ser expostos no Behance. Com tal visão, muitos deles acabam não postando os seus trabalhos na plataforma com medo ou vergonha de que os seus trabalhos não estejam no “nível Behance” de qualidade e com isso acabam não usando o site.

Esse pensamento é mais comum com designers iniciantes que ficam se comparando a profissionais mais tarimbados e que possuem os “selos” na plataforma.

Se você, que está lendo este artigo, pensa dessa maneira, saiba que você está totalmente errado.

O Behance é livre, é gratuito e qualquer pessoa pode postar o seu trabalho no site. A plataforma não é uma curadoria dos melhores trabalhos do mundo, muito menos uma seleção ou algo do tipo. O Behance é um local onde designers e criativos em geral expõem os seus trabalhos, independente do nível e experiência profissional.

Portanto, se você deseja usar o Behance, saiba que não existe nada disso de “qualidade Behance”. Tudo isso é fruto da insegurança e medo de críticas dos profissionais. O site é livre para uso, mesmo que você esteja começando agora.

A seguir vou te passar dicas para você criar um portfolio coeso e profissional para que você se aproxime mais do reconhecimento do Behance, alcançando os famosos selos!

1 – Preencha o seu perfil profissional.

Um dos erros primários dos criativos ao criarem o seu portfolio no Behance é justamente não preencher corretamente o seu perfil profissional.

É importante que você preencha o seu perfil profissional de forma completa e coesa. Claro que não é necessário, e muito menos indicado, escrever “um livro” em sua descrição profissional, mas também deixá-lo a esmo não vai ajudar você passar uma imagem digna para quem pesquisar e achar o seu portfólio.

2 – Adicione na imagem de perfil a sua marca ou uma boa foto do seu rosto

Pode parecer algo trivial, mas é ponto que com certeza interfere na sua apresentação profissional que é simplesmente a foto. Muitos profissionais esquecem dessa parte adicionando fotos que não tem nada a vê com uma postura profissional.

Essa questão fácil e simples de resolver: adicione uma foto normal, sóbria, em seu perfil ou coloque o símbolo da sua marca pessoal.

3 – Crie uma imagem de capa atrativa para o seu projeto

Dicas simples e também fácil de fazer. Crie uma imagem de capa (a miniatura) que atrai as pessoas a clicar. É importante que ela seja uma parte importante do seu projeto, que possa resumir de certa forma, ali em uma imagem, todo o rico conteúdo do seu projeto.

Então pense bem e elabore uma boa imagem para apresentar e chamar a atenção para o seu projeto.

4 – Crie uma apresentação ampla e detalhada do seu projeto

Se tem algo em comum em praticamente todo projetos de sucesso no Behance é justamente a apresentação ampla e detalhada. Por isso explique, apresente e mostre o seu trabalho com detalhes e contando a história do seu projeto.

Grande parte dos profissionais ao subirem um trabalho no Behance se esquecem de apresentar de forma adequada e contando todo o processo criativo até a conclusão do projeto. É necessário explicar o que você fez, como você fez e usar imagens que a valorizem o seu trabalho.

Mostre todo o processo criativo e apresente o problema que você resolveu com o seu design, assim além de trazer mais valor ao seu trabalho você também alcançará mais engajamento no Behance.

5 – Apresente o seu trabalho em inglês

O Behance é uma plataforma mundial, por isso se você deseja ter um maior alcance é importante colocar o seu trabalho em inglês.

Utilize a ferramenta de texto do site para descrever o seu projeto em português e também em inglês. Com isso você aumenta as chances de ser reconhecido de ganhar um selo no Behance.

6. Divulgação do seu projeto (principalmente nas primeiras 24hrs)

Para ter um maior alcance no Behance você precisa divulgar massivamente o seu trabalho. Por isso não tenha vergonha de divulgar o seu trabalho. Dissemine o que você fez o máximo que puder, claro que sempre com cautela para não incomodar e nem fazer spam. Faça isso principalmente nas primeiras 24hrs.

Quanto maior for o acesso ao seu trabalho, principalmente nas primeiras 24hrs, maiores serão as chances de você conseguir ter um maior engajamento na plataforma.

Não tenha vergonha ou receio de divulgar o seu projeto, pois isso é parte fundamental para que você alcance o seu objetivo.

7. Tenha uma linha Projetual

Ter foco é também é importante. Defina o seu tema. Ele pode ser: marcas, interfaces, produto, fotografia, ilustração, etc.

Escolha o seu seguimento favorito e trabalhe em cima dele, não importa qual seja. Mas é muito melhor para o seu perfil seguir uma linha projetual do que um aglomerado de trabalhos de diferentes áreas.

Ter um foco também vai te ajudar a conseguir mais seguidores e autoridade na comunidade. E quanto mais seguidores você tiver, maior será o seu engajamento no Behance.

8. Participe da comunidade

É importante que você participe da comunidade do Behance. Quanto mais você participar, maiores são as chances de conseguir seguidores e consequentemente audiência.

Então comente os trabalhos de outros profissionais, faça críticas e sugestões construtivas, elogios e também curta os trabalhos.

9. Priorize os seus melhores trabalhos

Um portfólio não é uma restropectiva da sua vida, nem um longa-metragem. Um portfolio seria mais como um álbum onde você insere os melhores momentos dela.

Portanto, priorize os seus trabalhos por importância e qualidade. Não se preocupe em retirar alguns que não estão tão legais ou que são de uma época onde você estava em nível inferior.

10. Dê os créditos para outras pessoas que participaram do trabalho

Caso o projeto tenha a participação de outras pessoas, não esqueça de dar os devidos créditos para os profissionais que colaboraram. Além de ser o certo a se fazer, essa atitude também será vista com bons olhos por quem está acessando o seu portfolio.

11. Tenha zelo e cuide do seu portfolio: mantenha atualizado

O seu portfolio traduz o que faz, uma parte do que você é e isso transparece para quem está vendo. Portanto não deixe o seu portfolio, e também o seu perfil, no Behance as moscas. Atualize sempre que tiver algum trabalho legal, participe do site e divulgue o máximo o seu link para que você ganhe seguidores e curtidas nos projetos.

Como ter engajamento no seu portfolio Behance para alcançar o primeiro selo?

Para te dar mais dicas, apresentar outra perspectiva e apresentar as possibilidades com o Behance de uma outra forma, eu criei um vídeo exclusivo para você criar o portfolio no Behance da melhor maneira possível e quem sabe conquistar o famoso selo.Assista ao vídeo agora aprenda muito mais. Não perca tempo:

Considerações Finais

Pode parecer difícil para quem está iniciando criar um portfolio, mas é importante começar o quanto antes. Não tem como você conseguir freelas, contratado por empresas, seja como empregado ou freelancer, e participar de projetos legais sem ter um portfolio.

Para te ajudar a dar os primeiros passos com o seu portfolio, eu te ofereço de graça o ebook mias baixado do Chief, o Guia Definitivo sobre Portfolio.

Nesse eBook eu te falo como você pode fazer para dar os primeiros passos na construção do seu portfolio, mesmo que você não tenha clientes reais. Aproveita agora e baixe aqui o eBook!

Espero que esse conteúdo tenha sido útil para ti.

Se você tem algum comentário ou informação que venha contribuir com esse artigo, não se acanhe, deixe um comentário logo abaixo.Forte abraço.Até mais.
The post Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo? appeared first on Chief of Design.

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?
Fonte: Chef of Design