Category: Design

Desygner – milhares de imagens da Shutterstock de GRAÇA!

Desygner – milhares de imagens da Shutterstock de GRAÇA!

Uma das grandes mazelas dos designers e profissionais criativos no geral, é a falta de recursos de qualidade para poder compor e criar seus projetos com excelência. Mas fique tranquilo porque a Desygner veio para te ajudar nessa questão.

Muitos profissionais de edição de vídeos, criação de materiais publicitários e também pequenos empreendedores sempre tiveram dificuldades em conseguir um banco de imagens que fosse gratuito, de qualidade e também tivesse uma grande quantidade de material gráfico para ser usado de uma forma rápida.

Até antigamente, esse era um problema muito sério, mas a Desygner, uma plataforma de que trouxe a possibilidade de qualquer, chegou para resolver e ajudar todas essas pessoas. Se você ainda não conhece essa plataforma, hoje vamos aprender mais sobre ela, o que ela pode te oferecer e como ela pode transformar todo seu trabalho de design muito mais simples.

A plataforma Desygner hoje já é usada por mais de 60 milhões de pessoas, que não estão dispostas a pagar os grandes orçamentos que muitos profissionais de edição pedem por suas criações.

E se você um Designer Gráfico, Web Designer, UI designer, que deseja trazer o nível de suas artes, projetos e até mesmo publicidade da sua empresa para outro patamar, é importante contar com uma plataforma de edição de material publicitário de qualidade. Hoje, mais de 60 mil pequenas e médias empresas confiam na Desygner para ser a principal base de material para seus folhetos e material gráfico online.

Versão Gratuita com inúmeros recursos de graça na Desygner

Ao contrário de outras plataformas de material gráfico, o Desygner possui um plano gratuito, que oferece muitas opções para quem está começando seu negócio e tem ainda poucos recursos para investir em publicidade.

O Desygner possuo uma grande opção de recursos, que vão facilitar a vida de todos os usuários, dos mais inexperientes aos mais avançados. Entre os recursos de destaque, podemos destacar as milhares de artes vetoriais, imagens e fundos de uso gratuito, disponíveis em apenas um clique.

O banco de dados do Desygner é um dos maiores do mercado, e compete em pé de igualdade com os outros bancos de imagens mais caros do mercado. Além disso, o Desygner possui um recurso que até mesmo algumas plataformas pagas não oferecem aos seus usuários – a criação de banners online sem a necessidade de instalar outros programas pesados em seu computador.

E não é só na criação de banners que a Desygner oferece uma solução completa e fácil de usar. Na plataforma também é possível criar cabeçalhos para seus blogs, sites e lojas virtuais, além de contar com imagens e outros materiais de marketing exclusivos da plataforma.

Se você deseja atrair cada vez mais interessados em sua marca ou na marca de seus clientes através das redes sociais, a Desygner oferece uma solução perfeita para a criação de imagens e postagens perfeitas para subir diretamente nas redes sociais.

Você não vai precisar mais ficar mudando o tamanho ou o formato das imagens para usar em suas postagens nas redes sociais. Todos os recursos da plataforma já estão disponíveis no formato e no tamanho correto para o uso correto em todas as redes.

Além desse ambiente voltado a criação de material publicitário para as redes sociais de destaque, a Desygner também oferece aos seus clientes que criam peças publicitárias para as redes de pesquisa, como o Google, uma solução completa e muito fácil de usar.

Sabemos que nem sempre é fácil ficar corrigindo os detalhes dos anúncios que são recusados pela gigante da internet. Até mesmo os detalhes mais pequenos são percebidos pela empresa líder do mercado, por isso é importante contar com uma plataforma de criação que também conheça e respeite as diretrizes do Google.

A plataforma Desygner também oferece uma gama de recursos para quem trabalha na criação de apresentações e documento. Uma apresentação bem feita é essencial para se vender qualquer ideia ou produto, e contar com uma plataforma especialista em material gráfico pode tornar essa missão um pouco mais fácil. CLIQUE AQUI para conhecer a Desygner

Versão PRO da Desygner – Poder de 96 milhões de imagens da Shutterstock para você utilizar no seu design  

E se você está pensando que somente pequenas empresas e profissionais em começo de carreira confiam na Desygner para seus trabalhos, saiba que algumas das maiores empresas do mundo confiam seus trabalhos internos a Desygner.

Entre elas, a gigante do mundo da informática CISCO, a maior provedora de internet da argentina, a Fibertel, a rede Domino´s de pizza, toda a rede Carrefour e também a maior empresa global de consultoria de gestão, a Accenture.

Todas essas empresas confiam no Desygner pela sua facilidade na criação de conteúdo. A plataforma oferece uma ferramenta intuitiva, que pode ser acessada até mesmo nos aparelhos que possuem pouco poder de processamento, como tablets e celulares mais antigos.

Com todas as ferramentas sendo do estilo arrasta e solta, até mesmo as pessoas que possuem pouca ou nenhuma experiência em edição de conteúdo poderá usar seus benefícios sem problemas. Dessa forma, é possível modificar imagens, textos, slogans, cores e também posicionamento dos itens de uma forma simples.

Um outro grande benefício da plataforma é o seu sistema de salvamento dinâmico, que é muito importante para quem precisa produzir conteúdo diariamente. Se você já perdeu horas de trabalho pelo não salvamento de qualquer projeto, sabe muito bem do que estamos falando.

Com diversos templates prontos e editavéis para serem usados pelos profissionais, a Desygner oferece uma biblioteca de recursos que compreende todos os mercados. Do mercado pet ao mercado de hoteleiro, existem diversos modelos prontos para serem alterados de acordo com a necessidade do cliente.

Mesmo que você tenha uma grande demanda de peças publicitárias dos seus clientes ou da sua empresa, não se preocupe em ficar sem imagens ou ideias para suas criações. A Desygner conta uma incrível quantidade de imagens e gráficos, para você usar como quiser.

Além disso, você poderá contar com um plano empresarial da ferramenta, a Desygner Business, e ainda ter a sua disposição todas as imagens de outra plataforma muito usada pelos designers de todo o mundo, a Shutterstock. No total, você terá acesso a mais de 125 milhões de imagens, de todos os mercados.

A impressão de documentos também é um desafio para quem está começando a fazer suas primeiras peças publicitárias, e a Desygner também se destaca nessa tarefa. Muitas plataformas obrigam os usuários a baixar os documentos prontos, e alterarem as configurações para conseguir uma impressão correta.

Mas com a Desygner é diferente. A plataforma conta com todos os recursos necessários para que a impressão sempre aconteça de forma otimizada, sem gastar mais tempo do profissional. Na hora da impressão, você vai se surpreender com todos os recursos que a Desygner oferece para tirar seus projetos da tela, e transferir para o papel.

E não é somente no momento da impressão que a Desygner se destaca. Se você trabalha em equipe, já deve ter passado por maus momentos quando tentou compartilhar algum documento urgente, e teve que baixar e enviar por outras formas de comunicação.

Pensando que muitos profissionais trabalham em equipes dinâmicas, a Desygner criou uma solução de compartilhamento perfeita para seus usuários. Na plataforma, é possível compartilhar diretamente todos os projetos pelo Instagram, pelo Facebook e também por outras redes sociais.

Além disso, a Desygner oferece uma solução de impressão completa para todos os usuários. Na plataforma, é possível solicitar a impressão dos projetos, que são entregues em sua casa. Uma ideia simples, mas que pode te fazer economizar muito tempo e recursos, aumentando muito assim sua produtividade.

A Desygner também se destaca pela área de apresentação de projetos já finalizados. Com a autorização dos usuários, a plataforma exibe milhares de projetos prontos, que podem servir de inspiração para suas próximas criações.

Edição online e criativa através da ferramentas da Desygner

Uma facilidade que muitos usuários fazem questão de comentar a respeito da plataforma é a opção de redimensionar os projetos para que sejam usados em diferentes lugares, como nas redes sociais e também nas campanhas de anúncios pagos.

Podendo alterar o tamanho e a largura das artres, os usuários economizam muito tempo, pois não precisam mais ficar alterando as dimensões para cada meio de comunicação que será usado. Além disso, a plataforma conta com uma opção de redimensionamento automático, que coloca seus projetos nos tamanhos recomendados para qualquer plataforma.

Além do incrível poder da plataforma na criação de peças publicitárias, ela também oferece aos seus usuários um ambiente completo de edição de documentos em pdf. Muitas empresas precisam assinar planos pagos para terem toda a liberdade na edição desses documentos, e com a Desygner, esse gasto pode ser retirado das obrigações de qualquer empresa.

Outro grande diferencial da plataforma Desygner é o oferecimento de profissionais para te auxiliarem em seus projetos, ou até mesmo para serem responsáveis por eles. A Desygner conta com uma equipe super qualificada, que pode realizar qualquer tipo de serviço que você precise. De um simples folheto a uma campanha de ano inteiro de material gráfico, os especialistas da Desygner podem te oferecer um serviço premium por um preço muito menor em comparação a muitas plataformas de freelancers que existem.

Nem sempre mantemos todos nossos arquivos organizados no computador, e pensando nisso, a Desygner oferece muito espaço para que todos os usuários deixem gravados seus projetos. Mesmo se tratando de peças criadas a muito tempo, a Desygner permite o salvamento e o compartilhamento de todos os arquivos já criados na plataforma.

O armazenamento de todos os logotipos, materiais prontos e também as imagens criadas especialmente para sua empresa ou de seus clientes em um mesmo local efetivamente economiza muito tempo de qualquer profissional, que não precisa mais ficar procurando os arquivos no computador no momento da criação.

A Desygner também oferece uma opção de integração com as duas mais poderosas formas ferramentas de integração da internet, o Google Drive e o Dropbox. A solução da Google oferece até 15 gigas gratuitos para todos os usuários, e o com o Dropbox, quase dois teras de espaço de armazenamento.

Além disso, a Desygner oferece a todos os usuários a possibilidade de criação de templates próprios da sua marca. Dessa forma, todos os responsáveis se sentirão muito mais seguros na hora de criar novas peças, tendo a certeza que estão respeitando todas as diretrizes pertencentes a sua identidade visual. Durante a criação dos templates, é possível restringir a edição de algumas áreas do documento, um grande benefício que somente a Desygner oferece para seus usuários.

Claro, tudo isso sem aquela irritante marca de água que algumas plataformas insistem em colocar em algumas peças publicitárias durante o download. A Desygner ainda se destaca pelo uso em alguns sistemas operacionais não suportados por outras plataformas, como o Android e o IOS, da Apple.

Falando em suporte, a Desygner oferece aos seus usuários diversas formas de comunicação, através do e-mail, suporte ao vivo via chat, e também oferece vários treinamentos e tutoriais em seu blog, que possui muitos artigos e tutoriais em português.

Considerações finais

Sem dúvida, a Desygner é uma plataforma que vai elevar sua marca para outro patamar, e vai facilitar muito sua rotina, caso você seja um designer que está procurando sempre melhorar sua produtividade.

Com um sistema de armazenamento e integração sem igual, a plataforma irá facilitar todo o seu trabalho. Além disso, a plataforma conta com um sistema de criação de templates perfeito, que irá reduzir muito o tempo de criação de cada projeto.

Para conferir mais sobre a empresa, conheça o Instagram da Desygner. Lá, além de atualizações, você vai conhecer mais sobre os serviços e a sua forma de se relacionar com os clientes.

Portanto, aproveite a versão free. Teste, confira todos os recursos e se gostar adquira a versão PRO. CLIQUE AQUI para conhecer a DesygnerAté mais.
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Desygner – milhares de imagens da Shutterstock de GRAÇA!
Fonte: Chef of Design

Em quais áreas um Designer Gráfico pode atuar?

Em quais áreas um Designer Gráfico pode atuar?

Eae! Tudo bele?

Você já parou para pensar que o Design Gráfico está em toda parte? Quando você utiliza um aplicativo para entrega de comida ele está lá, quando você observa um poster ele também está lá.

Mas a maioria das pessoas não tem noção de como o Design Gráfico é muito mais abrangente. 

Um Designer Gráfico pode ir além de manipular imagens no Photoshop. Ele possui um 

conjunto de habilidades e conhecimentos que o ajudam a pensar sobre o propósito de um design antes mesmo de abrir um software gráfico.

E esse conjunto de habilidades e conhecimentos servem como base para que você inicie diferentes ramificações do Design, mesmo que originalmente, sua formação não cubra todos os requisitos das funções destinadas a essas áreas. 

Neste artigo eu vou apresentar as principais aplicações de Design Gráfico para você, que é aspirante, possa explorar.

Design Gráfico para identidade visual

Aqui está um ramificação do Design Gráfico muito interessante para atuar e com grandes oportunidades. Trabalhar com criação de Identidades Visuais possibilita para você usar seus conhecimentos de design com intuito de manipular um conjunto de elementos visuais que representarão algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc.

Esse conjunto de elementos visuais serão a identidade de marca, com formas e cores, a fim de dar vida à história da marca.

Se você optar por trabalhar com construção de Identidade Visuais você poderá definir a logo, paleta de cores, tipografia, padrões, texturas, mascotes, ícones , entre outros que poderão ser em diferentes aplicações como:

Papelaria institucional;Embalagens;Aparência do PDV;Uniformes;Sinalização;Sites, aplicativos e redes sociais;entre outros.

Possuir um conhecimento geral de todos os tipos de design gráfico te ajudará a criar elementos da Identidade Visual que sejam adequados em todas as mídias visuais.

No mundo moderno somos bombardeados com ações de marketing e publicidade que visam divulgar ideias, produtos e serviços.

Design gráfico para marketing e publicidade

As empresas precisam aplicar esforços nessas ações para explorar o processo de tomada de decisão de seu público-alvo e sobreviver em um mercado cada vez mais concorrido.

E como o Design Gráfico pode contribuir nessas ações?

O Design Gráfico ajuda as empresas a se promover e se comunicar com mais eficácia porque proporciona ao público-alvo a sensação de um conteúdo visual mais envolvente.

Você que pretende atuar com Design Gráfico para marketing e publicidade poderá trabalhar com proprietários de empresas, diretores, gerentes ou profissionais de marketing para planejar e criar peças para estratégias de marketing.

Entre as aplicações mais comuns podemos destacar:

Cartazes, banners e outdoors;Anúncios em revistas e jornais;Folhetos (impressos e digitais);Envoltórios de veículos;Sinalização e displays para feiras;Infográficos;Apresentações em PowerPoint;Modelos de marketing por email;Anúncios, banners e gráficos nas redes sociais;Imagens para sites e blogs.

Praticamente o Design Gráfico para marketing e publicidade nasceu para impressão, mas evoluiu para incluir peças digitais, especialmente para uso em marketing de conteúdo e publicidade digital. 

Cresceu tanto que podemos destacar o Design centrado em Social Media, que pode demandar uma dedicação integral do profissional e praticamente ser um nicho exclusivo de atuação. Por isso, dedicamos um tópico à parte só para esse tipo.

Design gráfico para marketing e publicidade (Social Media)

Não dá para negar como o advento das redes sociais foi e ainda é impactante na vida das pessoas.

Conforme o acesso a internet fica mais facilitado, mais tempo as pessoas ficam conectadas às redes sociais e passam uma parte do seus dias navegando e interagindo nas principais redes sociais.

Percebendo isso, as empresas viram aí uma oportunidade de divulgar suas ações de marketing e publicidade dentro destas redes sociais. 

E para isso precisavam construir peças específicas para cada canal, visando que o público que usa as mídias sociais percebam a marca como autoridade e passa a acompanhá-la e consumir os produtos que ela oferece.

Hoje em dia temos profissionais especialistas em Social Media que planejam, criam e monitoram ações para as mídias sociais.

O que acontece é que as marcas, para continuarem sendo relevantes para o público dentro das redes sociais, precisam de um volume muito alto de peças que valorizam os conteúdos que serão compartilhados. 

Dependendo do projeto o cronograma de postagens pode ser intenso.

E adivinha que criar essas peças? O Designer Gráfico.

Pode ser chamado também de Social Media Designer,e terá as funções de usar os conceitos de design para aplicar a identidade visual de determinada empresa na comunicação em redes sociais como Facebook, Instagram, Youtube, entre outras.

Se você tem interesse em atuar como Designer Gráfico para Social Media trabalho não faltará, pois o mercado de trabalho para o profissional desta área está em constante ascensão.

Você pode saber um pouco mais neste artigo.

Design de produto

O Design de produto, ou Product Design é um termo que identifica a área de atuação do Designer de produto, também chamado de Product Designer, nada mais é do que a pessoa que concebe a criação de um produto, seja ele físico ou digital, participando de todo o processo.

Se você optar por ingressar nessa área se tornará em uma espécie de gestor das etapas fundamentais na criação de um produto e não necessariamente mexerá com softwares gráficos.

As etapas fundamentais são: Entendimento, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Se você quiser entender melhor sobre o que faz um Product Designer tem um artigo dedicado no Chief of Design. Mas saiba de antemão que para atuar nesta área você precisará entender e transitar por outras áreas do design, como por exemplo, A (Arquitetura da informação), UI Design (Design de Interface), IxD Design (Design de Interação), UX. (Experiência do Usuário) e Design Visual.

Logicamente que você não precisa ser especialista em todas elas, mas sim ter conhecimento necessárias saber gerenciar as pessoas que atuam nessas áreas

Design gráfico para interface do usuário

Outra área importante que um Designer Gráfico pode atuar é com a construção de interfaces. 

UI Design ou User Interface Design (Design de Interface do Usuário) é a área que estuda o meio pelo qual uma pessoa interage ou controla um dispositivo, software ou aplicativo.

E é trabalho do IU Designer equilibrar apelo estético com funcionalidade técnica nas interfaces.

A interface é o meio pelo qual o usuário interage com o sistema. Essa interação pode ser feita através de elementos que forneçam ações entre o dispositivo e o usuário, como por exemplo, botões, links, menus e qualquer outro elemento que permita uma interação.

E só neste contexto percebemos a importância desta área nos dias atuais pela quantidade de dispositivos de interação que existem e com a possibilidade de surgir muitos outros.

Um UI Designer pode criar aplicativos de desktop, aplicativos móveis, aplicativos da web e jogos, websites, até para smartwatches. 

E não podemos esquecer que atuar com UI Design proporcionar focar de forma constante com a experiência do usuário e possivelmente gerar uma estreita colaboração com profissionais de UX. 

Design gráfico para animações 

File:Motion-.gif: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Motion-.gif

Por muito tempo os projetos de animações eram reservados para TV e cinema, mas com os avanços tecnológicos o custo de produção se tornou mais acessível e o processo mais veloz possibilitando a produção também para plataformas digitais.

Conhecido também como Motion Design, o Design gráfico para animações é uma técnica audiovisual que utiliza-se de recursos visuais e elementos gráficos para diversas plataformas.

Logicamente que os fundamentos do design são aliados da aplicação das técnicas de animação para que se obtenha os melhores resultados.

Podemos ver o uso de animações em:

Anúncios;Apps;Apresentações;Banners;Gifs;Jogos de vídeo;Logotipos animados;Sites;Vídeos promocionais;Vídeos tutoriais.

Design gráfico para produção impressa

Niels Heidenreich Portfolio: https://www.flickr.com/photos/schoschie/179953464

O design para produção impressa é um tipo clássico de design. O enfoque é em publicações onde o Designer tem a função de definir a tipografia, criar layouts, capas, gráficos entre outros elementos de modo a transmitir a mensagem de seu trabalho e facilitar a compreensão pelo leitor.

Quando pensamos neste tipo de design pensamos logo em livros , jornais, revistas e catálogos. Mas o Designer que atua com publicações pode atuar também com  publicação online, visto que seus conhecimentos também são aplicados para construção de ebooks, jornais e revistas digitais.

Portanto, se você quer trabalhar nesta área é válido conhecer os processos que envolvem a  impressão e também se aventurar com a publicação digital.

A publicação deste tipo de design gráfico se dá em:

Boletins informativos;Catálogos;Jornais;Livros;Relatórios anuais;Revistas.

Design de embalagem

Happy Cow- Smolyar Design: http://www.smolyardesign.com/happy/cow

O design de embalagens é uma área que abrange muitas disciplinas. Geralmente o desenvolvimento de embalagens é mais direcionada para profissionais de Desenho Industrial ou Product Design.

Mas como já mencionado esta é uma área que abrange muitas disciplinas e o Designer Gráfico pode dar um imensa contribuição quando participa de uma equipe multidisciplinar para desenvolvimento de uma embalagem.

Os profissionais da área de produto estarão focados em como cada tipo de embalagem poderá proteger o produto, como ela se comporta durante o armazenamento, distribuição e venda, como será a utilização pelo usuário e até questões referente à sustentabilidade.

Já o Designer Gráfico poderá contribuir com outros ativos para o produto, como fotografia, ilustração e adequação da identidade visual à embalagem.

Design ambiental

File:Link wayfinding (4284654122).jpg: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Link_wayfinding_(4284654122).jpg

Segundo a SEGD (Society for Environmental Graphic Design), Design Gráfico Ambiental é uma prática multidisciplinar que abrange disciplinas de design, arquitetura, urbanismo, interiores e desenho industrial, todos preocupados com os aspectos visuais da sinalização, identidade e comunicação, informação e formação da ideia de lugar.

Projetos de Design ambiental tem como objetivos informar, orientar, identificar e ambientar espaços. Esta prática reúne conceitos de sinalização, sinalética e wayfinding. Basicamente, na aplicação destes conceitos, são utilizados elementos visuais que auxiliam e orientam o público sobre como se deslocar em um ambiente sem dificuldades, necessidade de ajuda ou interpretação errada de informações.

Normalmente são implementados em lugares de grande acesso como shoppings, museus, supermercados, terminais de transporte, aeroportos, rodoviárias, estradas, hospitais, edifícios complexos, parques, feiras, eventos, faculdades, stands e lugares públicos em geral.

Aqui no Chief of Design tem um artigo sobre sinalética que compartilha uma introdução interessante sobre o assunto.

Conclusão

Neste artigo podemos ver que existem muitas opções disponíveis para aspirantes a designers.

Logicamente que será necessário mais estudos para que você possa avançar profissionalmente nessas áreas. 

Mas como já foi dito aqui você possui um conjunto de habilidades e conhecimentos que servem como base para que você inicie diferentes ramificações do Design.

A questão que fica agora é: Qual será o próximo passo?

Aqui no Chief of Design você pode pesquisar sobre diferentes temas que podem te orientar qual caminho seguir como Designer Gráfico. Sugiro que você vá até o topo do site e aprecie nosso menu de opções.

E você. Em qual vertente do design você atua ou pretende atuar?
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Em quais áreas um Designer Gráfico pode atuar?
Fonte: Chef of Design

Podcast de Design – 5 podcasts de design para você seguir

Podcast de Design – 5 podcasts de design para você seguir

Eae, tudo bele?

Você já ouviu algum Podcast de Design? Caso você não saiba, existem muitos podcasts, sobre vários temas, de diferentes formas, espalhados pelas plataformas de streaming. E claro, que temos também vários sobre a área de design.

Os podcasts sobre design são populares entre a galera da área. Seja no trabalho, cozinhando ou lavando roupas – podcasts são ótimos para ouvir paralelamente. O conhecimento é transmitido de maneira descontraída. Para nós do mercado de design, os podcasts podem ser verdadeiros colegas de trabalho.

Se você é um amante do áudio e música, já pode ter o hábito de ouvir esses programas regularmente. Se você é novo neste assunto de podcast, pode esperar conversas inspiradoras, conselhos úteis, dicas e tópicos relevantes sobre a área criativa. Isso aumenta sua criatividade e pode ajudar a sua carreira como designer, desenvolvedor, fotógrafo, cinegrafista, escritor, ilustrador, enfim, você de área criativa ou de tecnologia.

E nós aqui do Chief of Design temos o nosso próprio podcast de design, que é o Pitacos do Chief. O Podcast do Chief é um bate-papo entre o David Arty e seus inscritos e convidados de forma livre, aberta e sempre com humor e pitacos de ironia e sarcarmo. A ideia aqui é poder desenvolver as ideias e conversar de forma direta e simples com Designers e profissionais do mercado criativo.

Para ouvir os episódios do Pitacos do Chief, basta nos seguir no Spotify ou na sua plataforma de podcast favorita. CLIQUE AQUI para conhecer.

Mas afinal, você sabe o que realmente é um podcast, como você pode se beneficiar dessa oferta gigantesca de conteúdo, e como você pode ouvi-lo? Descubra agora neste artigo!

Neste artigo você verá:

O que é um podcast?Como posso ouvir podcasts?Por que ouvir podcasts?Podcasts x blogs?

O que é um podcast?

A palavra podcast tem duas partes: a primeira parte da palavra “ pod” vem do Apple iPod, a segunda parte vem do termo de rádio inglês “broadcast”.

No entanto, você não precisa ter um dispositivo Apple para ouvir um podcast, pois é possível ter acesso com qualquer dispositivo, seja iPhone, iPod, dispositivo Android ou até, dependendo do podcast, com um reprodutor de MP3. Você pode pensar no meio de podcast como uma gravação de rádio digital que está disponível sob demanda.

Na maioria dos casos, há um ou mais palestrantes que falam e discutem um tópico específico. Ele pode ser gravado ou ao vivo. porém a maioria é gravado.

Podcasts não se limitam ao formato de áudio, mas também pode ser usado para gravações de vídeo e discussões.

Como os podcasts estão disponíveis sob demanda, eles podem ser consumidos a qualquer momento, seja no carro, na banheira, durante uma corrida ou em qualquer outro lugar. O único requisito para ouvir um podcast é um dispositivo no qual o podcast possa ser armazenado ou transmitido.

O consumo simples e flexível deste meio é provavelmente uma das principais razões do seu sucesso. E para pessoas como eu, designers, a possibilidade de ouvir um bom programa no escritório e na sala de estar é um ponto que me ganha.

Embora o meio de podcast já exista há muito tempo, ele realmente só decolou recentemente.

Em quase todos os setores existem inúmeros podcasts, para que qualquer pessoa interessada em um determinado tópico possa aprender algo novo, aprofundar seus conhecimentos ou – simplesmente – se divertir. Para nós, Designers, temos uma grande variedade de podcast de design e sobre diversos temas como UX Design, Design gráfico, Freelancer, SEO, entre outros.

Finalmente, um dos meus aspectos favoritos dos podcasts é que eles não têm limite de tempo. Um podcast pode durar de 10 minutos a algumas horas, para que possa caber na programação de qualquer pessoa.

O sucesso dos podcasts do Brasil

Apesar de ser algo relativamente antigo, e de termos alguns podcasts famosos com o coisa de nerd, o sucesso veio desse tipo de programa veio a tona em 2020 graças ao Flow Podcast. Comandando por Igor 3k e Monark, o Flow Podcast foi lançado em 2018, baseado em um modelo americano, o Flow cresceu e se tornou um dos maiores sucessos recentes na produção de conteúdo de áudio e vídeo e principalmente da internet brasileira.

Hoje é mais do que um podcast: o Flow passa ao vivo na Twitch, tem pílulas e cortes das conversas em canais no YouTube, e ainda está disponível nas plataformas de áudio, no formato de podcast. Esse programa inspirou vários outros tipos de canais que seguiram o sucesso do Flow, por isso é muito fácil encontrar vários canais de podcast hoje em dia.

Por que as pessoas gostam de ouvir podcasts?

Os podcasts explodiram, e por boas razões. Existem muitos podcasts para escolher, e você pode encontrar um programa sobre qualquer tópico do seu interesse. Quer um podcast político? Há. Interessado em tecnologia? Há muitos. Mesmo livros, filmes e videogames individuais costumam ter podcasts. 

Usando o Google ou apenas pesquisando palavras-chave relacionadas a um tópico de seu interesse, você pode encontrar um podcast que vale a pena ouvir. Além disso, ouvir a maioria dos podcasts é grátis, então você não precisa se preocupar em ter que pagar uma assinatura mensal ou gastar muito dinheiro. 

No entanto, não é apenas um ótimo negócio para os ouvintes: os criadores de podcast também podem fazer seu próprio programa com apenas alguns acessórios. Embora algumas configurações de podcast sejam muito caras e os podcasters profissionais provavelmente tenham que investir em equipamentos mais caros, você realmente só precisa de um microfone e um computador para colocar seu podcast em funcionamento.

Como posso ouvir podcasts?

Existem várias maneiras de ouvir podcast de design. De aplicativos como Spotify, Deezer, Apple Podcast e até mesmo no Youtube.

Alguns podcasters carregam seus podcasts em seus próprios sites, portanto, você pode reproduzir o arquivo de áudio diretamente no site ou salvá-los em seu computador para reproduzi-los de lá. Porém, a grande maioria utiliza plataformas comuns, como o Spotify.

Existe um aplicativo pré-instalado chamado Podcasts para o iPhone. Assim que você abrir este aplicativo, você pode escolher entre destaques, gráficos e diferentes categorias.

No canto inferior direito do aplicativo, você encontrará um ícone que pode ser usado para pesquisar nomes ou termos específicos.

Isso significa que você pode pesquisar facilmente os tópicos de seu interesse sem saber o nome de provedores de podcast específicos.

Em dispositivos Android, você pode baixar vários aplicativos, gratuitos ou pagos, para ouvir podcasts. Para fazer isso, vá para a Google Play Store e pesquise podcasts.

Por que ouvir podcasts?

Sim, o obstáculo parece grande no início: o que são podcasts, onde posso obtê-los e quando diabos devo ouvi-los? Não é tão complicado assim. Onde você pode obtê-los e quais valem a pena, o Google responde muito rapidamente, de acordo com o que você procura. A maioria dos maiores canais do Youtube, que falam de assuntos específicos, já começaram a produzir conteúdos exclusivos para seus canais de podcasts.

Acho que todos podem se beneficiar com os podcasts, mas ainda há uma grande quantidade da população que não os consome.  Para nós criativos, podcast de design pode ser um companheiro naqueles momentos que trabalhamos com o fone de ouvido.

Se você é alguém que passa muito tempo se locomovendo, se exercitando ou tem muito tempo livre sem ser produtivo, os podcasts podem ser a opção perfeita para você. Geralmente, eles são mais acessíveis do que ler um livro ou assistir a um vídeo, e você pode levá-los aonde quer que vá. 

Podcast em númerosO mundo do podcast é grande; em junho de 2019 , estimava-se que havia mais de 750.000 podcasts e mais de 30 milhões de episódios individuais. 70% das pessoas ouvem podcasts em smartphones com os outros 30% sintonizando em tablets e computadores desktop. Quanto aos locais onde as pessoas ouvem, 50% afirmam ouvir em casa , enquanto os outros 50% são compostos por quem está em movimento e por quem consegue ouvir no trabalho. Como o rádio, o apelo do podcast é a capacidade de ouvir enquanto você está fazendo outras coisas, mas, ao contrário do rádio, a escolha e o tempo do programa dependem de você.

Se você quiser ouvir algo que seja menos formal e mais coloquial, os podcasts são indiscutivelmente a melhor escolha. Como a maioria dos podcasts é criada por apresentadores próprios e apaixonados pelo seu tema, eles não têm uma empresa ou um chefe que lhes diga o que fazer ou o que dizer. 

Isso significa que os podcasts vêm com uma autenticidade que pode faltar em muitos outros meios de comunicação convencionais (por outro lado, também significa que os podcasts variam significativamente em termos de qualidade). 

Áudio: um meio que não é mais subestimado

Sim, sempre gostei de ler e ainda leio muito. Ler é muito restritivo, no entanto: você precisa de tempo, um lugar agradável e, claro, um livro – então ler se torna uma experiência relaxante. 

Assistir TV / Netflix também obriga sempre a manter os olhos na tela. Não é assim com podcasts: olhos e mãos estão livres – você pode fazer algo ao mesmo tempo. 

E ainda assim é possível mergulhar em um novo mundo de tópicos, já que o cérebro reage com extrema sensibilidade ao que é dito. Também existem podcasts que o ajudam a adormecer ou dão um novo impulso à sua vida profissional. Sim, apenas ouvir o conteúdo é uma experiência completamente nova que você deve dar aos seus ouvidos e cérebro pelo menos uma chance.

Novos tópicos – novas perspectivas

Ao contrário do rádio, você não precisa depender do que a estação de rádio padrão está tocando ou falando. Você pode escolher seu próprio tema. Quer você assista a um podcast sobre novas descobertas científicas em biologia evolutiva, um sobre problemas de relacionamento ou um sobre viagens longas. Seja qual for o tópico.

Você também pode ouvir tópicos que lhe interessam há muito tempo, mas o livro ainda está embrulhado na estante. Sobre a psicologia, por exemplo. Ou finanças. Ou um esporte pelo qual você pode ficar animado. 

Nada enrolação ou publicidade chata, mas muita informação sobre pequenos tópicos que realmente interessam a você. O bom é que geralmente você obtém um ponto de vista pessoal, ouve uma experiência e também histórias engraçadas dos seus podcasters preferidos.

Conteúdo sem anúncios no cenário da mídia

Claro, é claro que a indústria da publicidade ficou sabendo dos atraentes podcasts e já se agarrou a alguns podcasts de sucesso. A maioria, no entanto, ainda está isenta disso – então você realmente tem um meio que entrega conteúdo interessante gratuitamente e sem publicidade, sem interrupção. 

Muitos podcasts conhecidos ainda se mantém sem publicidade. Você sempre quis aprender a meditar? Em seguida, escolha um podcast sobre isso. Ou você quer informações sobre uma dieta saudável? Existem centenas! Ou debater a situação política atual? Aprender inglês? Resolver crises familiares? Não tem problema – existe um podcast adequado para isso.

Um podcast é realmente diferente do rádio ou da TV? 

A maioria dos podcasts são apenas arquivos mp3 e geralmente não incorporam vídeos. Embora os episódios possam ser carregados no YouTube, o vídeo geralmente consiste apenas em cabeças falantes ou uma imagem estática. 

Em segundo lugar, os podcasts são otimizados para conversas longas. Isso significa que as pessoas podem ter conversas mais longas sobre um tópico (ou tópicos) sem restrições de tempo ou interrupções de comerciais (embora muitos podcasts apresentem anúncios). 

Ainda, os podcasts estão acessíveis onde quer que você vá e não são urgentes. Você pode ouvir um episódio de podcast em seu trajeto ao escritório, enquanto faz exercícios, ou até mesmo enquanto lava a louça e assim por diante. Esta é uma das maiores vantagens dos podcasts. Como você pode baixar os episódios, pode ouvi-los sempre que quiser, enquanto os programas de rádio provavelmente serão agendados.

Enquanto as estações de rádio devem apelar para uma ampla demografia para atrair receita de publicidade ou cumprir outros requisitos de licenciamento, os podcasts não. Frequentemente, eles têm um escopo muito mais restrito e apelam a interesses mais especializados. Do verdadeiro crime ao marketing de mídia social por meio da pesca da carpa, haverá um podcast e uma comunidade de ouvintes dedicados a ele.  Tudo o que o podcast requer é uma ideia, um microfone e o desejo de compartilhar e se comunicar com pessoas que pensam da mesma maneira em todo o mundo. 

Podcast de design x Blog

Os blogs e os podcasts são populares, e muitos criadores de conteúdo optam por usar ambos. Os blogs são lidos enquanto os podcasts são ouvidos. 

Tanto blogs quanto podcasts tendem a se concentrar em nichos ou tópicos específicos. Por exemplo, alguém pode criar um blog de viagens e também hospedar um podcast sobre histórias de viagens interessantes. Outro exemplo pode ser alguém escrever um blog sobre trilhas para caminhadas em seus países enquanto exibe um podcast sobre atividades ao ar livre. 

Podcast é uma forma de mídia mais moderna. Eles ainda estão em alta e o podcast está crescendo. Os blogs ainda são populares, mas a atmosfera geral e a empolgação em torno dos blogs parecem ter morrido. Os podcasts podem ter um futuro maior do que os blogs, no entanto, isso é especulativo.

Podcast de Design: Lista com 5 podcasts sobre design

Agora que você já sabe o que são podcast, segue a lista com 5 podcasts de Design que indico que você escute e favorite aí na sua plataforma de podcasts preferida.

Pitacos do Chief – Podcast do Chief of Design

Se você gostaria de um podcast sobre design que seja autentico, criativo e objetivo recomendo o Pitacos do Chief. O Podcast do Chief é um bate-papo entre eu (David Arty) e os inscritos e convidados de forma livre, aberta e com humor. A ideia aqui é poder desenvolver as ideias e conversar de forma direta e simples com Designers e profissionais do mercado criativo.

Acesse já – Podcast do Chief:

Podcast Design Team

Liderados por Rodrigo Lemes e Rafael Burity, o podcast do Design Team aborda assuntos relacionados a design e liderança principalmente a que se refere produtos digitais. Acesse já – Podcast do Design Team:

Papo de UX

Papo de UX é um podcast criado pelo meu amigo Luan Mateus para falar sobre o universo do UX Design. Cada episódio traz um convidado especial partilhando conhecimento de acordo com as suas experiências sobre este fantástico universo. Acesse Podcast papo de UX:

Movimento UX

Podcast de entrevistas com líderes de UX Design e Research no Brasil e no mundo. Produzido e apresentado pela Izabela de Fátima.

Acesse Podcast Movimento UX:

PodCrê

Esse episódio é sobre como o sistema educacional nos motiva de forma errada a aprender e como criar acionáveis para continuar motivado e estudando. Apoie a produção desse podcast e entre na comunidade (conteúdo exclusivo, bastidores, conversas de parque com outros ouvintes e com a gente): podcre.com.br Criação: Lucas Morello do @botanarua e Tiago Henriques do @tira.do.papel Edição criativa: @podfazer

PÍLULAS de DESIGN

Criatividade, Design, Inovação e Empreendedorismo, em pequenas doses. Episódios todas as sextas-feiras!

Episódios completos no YouTube no fim da participação de cada entrevistado no endereço: https://bit.ly/31Zr0WW

Considerações finais

Podcasts vieram para ficar e podem ser uma ótima fonte de conhecimento. A forma como o conteúdo é passado e como você pode consumi-lo é totalmente aberto e isso traz muita riqueza para esse formato.

Neste artigo tentamos lhe apresentar essa oportunidade e listamos alguns para você seguir, obviamente que existem muitos outros ótimos podcasts de design espalhados por aí.

Por isso, se você tem alguma dica de outro podcast, deixe nos comentários. Nós vamos adorar

E você já escuta algum podcast? Conhecia o que era e também os listados aqui?

Deixe o seu comentário.

Forte abraço.

Até mais.
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Podcast de Design – 5 podcasts de design para você seguir
Fonte: Chef of Design

Curso de Identidade Visual

Curso de Identidade Visual

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre curso de Identidade Visual?

Você sabe o que é Identidade Visual e como funciona um curso de Identidade Visual? Pois bem, neste artigo você vai entender tudo isso e verá também como você pode sim aprender a desenvolver marcas únicas e de personalidade.

Toda empresa, não importa qual (seja ela grande ou pequena, não interessa), precisa de uma identificação visual. E mais do que se distinguir, cada vez mais, em um mundo super competitivo, elas precisam passar através da sua comunicação visual credibilidade, clareza e originalidade. E você designer de marcas, ou aspirante a designer, pode ser o grande responsável por essa tarefa tão importante e precisa dentro de uma corporação.

Ao contrário que muitos pensam, você não precisa de dom ou talento para criar logos que atendam as necessidade dos seus clientes. Tudo pode ser aprendido, e desde que você siga uma metodologia correta de criação tudo é possível no mercado de design de marcas.Design é ciência, portanto utilizamos de pesquisa, testes, cálculos e embasamento teórico, mais a prática, para criarmos soluções eficientes que resolvem determinado problema. E como você pode perceber isso tudo nada tem a ver com “dom divino”.

Então prossiga a leitura para você entender tudo sobre Curso de Identidade Visual e como você pode ser tornar uma designer de marcas.Neste artigo você vai aprender:

O que é Identidade Visual;A diferença entre logo, logotipo, símbolo e identidade visual;O que é marca publicitária?;O que é branding?;O que é necessário para se criar uma identidade visual;Como escolher um curso de Identidade Visual.

O que é Identidade Visual?

Identidade visual (IDV) é um conjuntos de elementos visuais que representam algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc. Trata-se de um programa visual determinado e orientado para representar a empresa no âmbito da comunicação visual.

Esse conjunto de elementos pode variar de acordo com cada projeto, mas é comum encontrar elementos como paleta de cores, tipografia, padrões, texturas, mascotes, ícones, entre outros.

Dentre esses elementos temos o Logo, que é assinatura visual da empresa, também conhecida por marca gráfica. A partir desse elemento que todos os outros tomam forma, ou seja, todos os componentes de um projeto de Identidade Visual são oriundos e circundam o elemento principal que é o Logo.

Todos esses outros elementos de um projeto de IDV atuam como coadjuvantes da marca com o objetivo de potencializá-la, como se fossem escudeiros de um cavaleiro, afim de fixa-la na mente do seu público.

Algumas pessoas confundem ou associam identidade visual apenas ao Logo. É muito comum. Obviamente que isso faz sentido, pois como vimos trata-se do principal ator de projeto de IDV. Todavia um projeto desses não é composto apenas por este único elemento. Um projeto de Identidade Visual trata-se de do conjunto de elementos visuais que possuem a finalidade de representar e distinguir algum produto, serviço, etc.

O profissional responsável por um projeto de IDV é justamente um Designer, ou uma equipe de Designers.

Normalmente um projeto de identidade visual é acompanhado por um manual de marca, que é um documento onde se coloca todas as diretrizes de aplicação e utilização correta da Identidade Visual.

Caso queira saber mais sobre manual de marca, nós temos aqui no Chief um artigo exclusivo sobre manual de marca. Clique aqui para acessar.E para aprender a criar identidades visuais, conheça o nosso Curso de identidade Visual.

A diferença entre logo, logotipo, símbolo e identidade visual

Apesar de serem termos semelhantes e muitas vezes usados como sinônimos, existem diferença entre eles.

Talvez para uma pessoa que não seja da área, que não seja realmente o profissional que lida com a criação desses elementos, identificar tais diferenças seja insignificante e sem uso, mas você designer gráfico tem que saber as diferenças e como funciona cada um.Então a seguir vamos entender e conversar sobre cada um deles.

O que é um Logo?

Um logo (marca gráfica) é um símbolo gráfico facilmente reconhecível que identifica uma empresa, um produto comercial ou qualquer entidade pública ou privada. É uma das formas de distinguir uma marca num mundo competitivo, repleto de elementos gráficos que procuram chamar a nossa atenção todos os dias. Um logotipo é geralmente uma combinação de tipografias, símbolos, gráficos e cores. É um elemento gráfico que faz parte da identidade visual de uma marca, normalmente o principal elemento de programa de comunicação visual.

Portanto, a principal função de logo é a identificação. Um logo identifica uma empresa ou produto por meio do uso de uma bandeira, símbolo ou assinatura. Um logo não vende ou descreve diretamente um negócio, são funções diferentes.

De uma forma mais simples, podemos definir um logo como um símbolo que identifica uma empresa sem explicação ou descrição anterior. Para ilustrar esse conceito, acho que um logotipo pode representar uma pessoa. Quais são as qualidades, as diferenças que a distinguem de outras pessoas?

Preferimos ser chamados por nossos nomes – como Mário, Maria, João – ao invés da descrição confusa de nossa entidade como “o cara que sempre usa rosa e tem cabelo loiro “. Da mesma forma, um logo não deve descrever literalmente o que a empresa faz, mas sim, identifica a empresa de uma forma que seja reconhecível e memorável.

Também é importante notar que somente após um período de tempo o logo se torna familiar (falaremos sobre isso na parte de marca e branding), porque nesse ponto, o cérebro memorizou o símbolo que identifica nossa empresa. O logo identifica uma empresa ou produto em sua forma mais simples.

Você certamente está familiarizado com os logotipos de empresas famosas: Nike, McDonald’s, Nescafé, BMW, Heineken, Disney e Gillette – para citar algumas empresas que estão no top 100 das marcas mais poderosas do mundo.

O que é um Logotipo e um símbolo?

Existe muita confusão entre logo e logotipo, segundo a literatura nacional.

Começando pelo Logotipo, ele se refere à tipografia ou letras que identificam a marca. É bom lembrar que existem marcas que apenas são feitas por logotipo como por exemplo a marca do Fedex.

O símbolo trata o ícone gráfico da marca, pode ser um ícone com representação literal ou abstrato.

Portanto, o logo seria o conjunto de logotipo mais símbolo gráfico.

E para maior aprendizado, saiba que existe diferenças entre logo e logotipo. Para entender a diferença veja o vídeo abaixo:

O que é Identidade Visual?

Como já vimos anteriormente a Identidade visual (IDV) é um conjuntos de elementos visuais que representam algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc.

Logo, logotipo e símbolo não devem ser confundidos com Identidade visual. Na verdade eles são integrantes da Identidade Visual e podem ser chamados de marca gráfica.

Falaremos melhor de marca na tópico a seguir, mas marca gráfica, assim como todos elementos da Identidade Visual (paleta de cores, tipografia, padrões, texturas, mascotes, ícones, entre outros) são ativos tangíveis que representam uma marca afim de fixa-la na mente do seu público.

O que é Marca?

Você pode encontrar diferentes conceitos sobre Marca dependendo da área.

O pessoal que trabalha com design geralmente pode explicar o conceito de marca com algo similar ao seguinte pensamento:

“Marca é um símbolo gráfico visual que representa algo, como uma empresa, produto, serviço, pessoa, entre outros; com a função de identificá-la e distingui-la de um modo imediato.”

Por outro lado se você perguntar o pessoal que trabalha com marketing ou publicidade, provavelmente eles terão como resposta algo semelhante a seguinte afirmação:

“Marca é o conjunto de valores, percepções e experiência que ela passa ou representa para o seu público. Com isso marca não é somente um símbolo gráfico, mas sim a representação de um todo perante o seu nicho de atuação e também ao seu público.”

Ambas afirmações estão corretas e se complementam, afinal não basta apenas criar um símbolo gráfico e achar que ele será uma marca reconhecida mundialmente. Será preciso também elaborar estratégias de marketing e publicidade para que a marca seja reconhecida.

Essas estratégias em conjunto visam fazer que a representação simbólica visual realmente se firme passando bons valores e percepções par ao seu público e mercado de atuação.

Por isso é comum alguns profissionais usarem o termo “marca gráfica” quando se referem exclusivamente ao símbolo gráfico e não a todas as outras questões que envolvem a conceituação e estratégia da marca.

O que é Branding?

Como só ter uma marca gráfica não se consegue um posicionamento estratégico para alcançar objetivos planejados, precisamos criar e executar ações relacionadas com todas as questões de valores, experiências e percepções planejadas para a marca. E nessa hora que entra em campo o Branding.

Branding é o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público.

Todos os pontos de contato do público com a marca, são planejados ou gerenciados pelo Branding. Esse trabalho ajuda tanto a fidelizar os clientes quanto prospectar novos clientes.

Com isso enxergamos que no processo de construção de uma marca perante ao mercado e o público-alvo o Branding tem um valor fundamental. Para isso o Branding alinha as estratégias de comunicação e posicionamento da marca utilizando-se dos elementos de identidade visual.

Esse trabalho é normalmente elaborado por uma equipe multidisciplinar composta por designers, publicitários, social medias, atendimento, etc. Por exigir uma equipe multidisciplinar, comumente, e principalmente quando se trata de grandes empresas, esse trabalho é executado por agências especializadas.

Para melhor entendimento, você pode conferir o vídeo abaixo onde explico as diferenças de forma completa.

O que é necessário para criar uma identidade visual?

Para criar uma identidade visual você precisa aprender sobre design gráfico: metodologia de projeto e fundamentos do design.

É difícil especificar tudo o que você precisará ao longo da sua trajetória, mas esses dois tópicos sintetizam tudo o que você precisa e dentro do nosso curso de Identidade Visual, daremos para você a conhecimento sobre esses temas.

O primeiro item, a metodologia de projeto, trata-se do entendimento de como começar e elaborar uma forma cartesiana.

Por isso, você deve entender sobre abordagem, briefing, mapa mental, processo criativo, métodos de pesquisa, entre outros temas.

Já no tópico fundamentos do design, você precisa ter conhecimento sobre tipografia, cores, gestalt, semiótica e tudo que cerceia o design gráfico e visual.

A parte de metodologia se refere ao pensamento e planejamento, já a parte de fundamentos trata da aplicação e execução conforme o elaborado no passo anterior.

Para criar um projeto de identidade visual coeso, você precisa unir essas duas partes e saber utilizá-las de forma racional e com técnica.

Como escolher um curso de Identidade Visual?

Se você quer começar ou aprimorar a criação de identidades visuais, fazer um bom curso de identidade visual vai te poupar tempo e te dar o direcionamento correto para você seguir. Mas é preciso tomar cuidado para não investir em um curso que não te passa uma metodologia cartesiana e nem te instiga a ter independência e um pensamento crítico sobre o tema.

O nosso curso de identidade visual tem como objetivo desenvolver a sua técnica junto com o seu pensamento analítico e critico. Em nosso curso não queremos que você vire um papagaio que apenas imita o que foi te passado. O nosso objetivo é fazer você agir e projetar como um Designer profissional faz.

Mais do que mostrar tal tendência, tal técnica…O nosso objetivo é realmente trabalhar o seu lado projetista, afinal, um Designer é um projetista e um curso de identidade visual tem que instigar e te provocar para você desenvolver esse músculo profissional.

Por aqui no curso de marcas nós temos aulas sobre:

Definições e termosMetodologia de projetoProcesso criativoConceitos de DesignExecução práticaDesafios para a criação de projetos.

Outros pontos a considerar antes de adquirir um Curso de Identidade Visual

Se o acesso é ilimitado, e você pode ver e rever as aulas quantas vezes achar necessário pelo prazo contratado.Se os conteúdos são disponibilizados em uma plataforma 24 horas no ar, e que você possa assistir às aulas a qualquer hora e qualquer lugar que tenha um dispositivo com acesso a internet. Se o curso tem certificação.Se o curso dispõe de um prazo de garantia mínima para que você possa avaliar o conteúdo para saber se é isso mesmo que você quer, e se ele atende às suas necessidades. Se o curso oferece um plus que beneficie seu aprendizado como conteúdos bônus que complementam o conteúdo principal do curso, ou alguma comunidade para interação entre alunos e suporte.

Agora que você já verificou alguns requisitos que beneficiam seu aprendizado em um curso online- o saiba que ao adquiri nosso curso você tem diversas vantagens como:

Atualizações gratuitas;Grupo fechado exclusivos de alunos;Certificado que comprovará que você realizou atividades complementares externas à Faculdade;Você pode assistir as aulas de qualquer local que tenha uma conexão com a internet e a qualquer hora;Entre outras vantagens.

Para saber mais eu te convido a conhecer a página do curso onde você encontrará mais detalhes sobre o conteúdo do curso, preço, garantia, formas de pagamentos, entre outros.

Clique neste link para ser redirecionado a página do curso.

Conclusão

Então é isso, Galucho! Essas são considerações que acreditamos ser importantes na hora de pesquisar sobre Cursos de Identidade Visual. E gostaríamos que você relatasse o que você acha importante na hora de escolher um curso.

Compartilhe a sua opinião, dúvida e/ou experiência deixando o seu comentário abaixo, bele?

Se você gostou desse post compartilhe com seus amigos que tiverem interesse em criar Identidades Visuais.

Aproveito aqui é reforço o convite para você conhecer nosso treinamento. Clique neste link para ser redirecionado para a página do curso.

Abraço!!!
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Curso de Identidade Visual
Fonte: Chef of Design

O que é Semiótica? Como aplicar a Semiótica no Design

O que é Semiótica? Como aplicar a Semiótica no Design

Eae! Tudo bele?Neste artigo vamos tratar sobre a Semiótica. Esse é assunto frequente quando lidamos com design e comunicação visual, principalmente quando se refere ao design gráfico.

O entendimento e estudo da Semiótica podem ser de grande valia para um designer, pois ajudará a compreender como nós (seres humanos) lidamos com as representações que somos expostos diariamente. Se você trabalha com Design, deve saber que esse assunto está diretamente ligado ao seu ofício.

Portanto, vamos entender o que é semiótica e como ela  pode ser aplicada ao Design através de seus elementos.Está preparado? Bora, começar? Então vamos nessa 😀Neste artigo você verá:

O que é semiótica?De onde vem a semiótica?O que é um Signo?O que são íconesO que são índiceO que são símbolosO público-alvo (decodificador)Vídeo-aula sobre semiótica

O que é semiótica?

Semiótica é a ciência dos signos e de seus processos significativos, ou seja, estuda todos os meios que o homem se comunica, sejam eles linguagens verbais ou não verbais.

Normalmente sempre associamos a semiótica a imagens, mas seu estudo é mais amplo e pode se referir a outros tipos de linguagens como gestos, sons, cheiros, entre outros.

Por isso a semiótica também é difundida como a ciência de todas as linguagens e praticamente tudo que existe pode ser estudado e analisado a partir da semiótica.

De onde vem a semiótica?

Primeiro vamos começar pela etimologia.  Semiótica é um termo que deriva da palavra grega ‘semeion‘, que significa signo e ótica que significa ciência.Apesar da disciplina surgir no início do século XX, a história da semiótica é mais antiga e os primeiros estudos sobre sinais, foram executados pelos gregos. Historiadores indicam que estão entre os precursores da semiótica Platão e Aristóteles, através de seus estudos sobre signos e como poderiam ser interpretados, suas  linguagens e percepções.Platão foi o primeiro a observar a estrutura triádica do signo, composta por: onona (o nome), eidos ou logos (a noção, idéia) e pragma (a coisa referente).  Já Aristóteles utiliza  o signo no campo da Lógica e da Retórica, como sendo  “uma premissa que leva a uma conclusão”.

Também encontra-se na idade média, a partir dos trabalhos de Santo Agostinho, mais estudos sobre os signos, como encontrados na obra  “De doctrina Christiana” que diz:

“O signo é, portanto, uma coisa que, além da impressão que  nos produz sentidos, faz com que outra coisa venha à mente como consequência de si mesmo.”Ele definiu a existência dos signos verbais

(convencionais) e não-verbais (naturais).Signos convencionais diz respeito aqueles que utilizamos para demonstrar “sentimentos da mente”, já os naturais seriam signos que são gerados sem a intenção de serem signos, mas que levariam ao entendimento de algo.

Mesmo que o estudo do signo de Santo Agostinho tenha sido realizado na esfera

da teologia, tal fundamentação serviu para estudos posteriores, já na semiótica moderna.

Muitos outros estudiosos continuaram a estudar sobre, mas ao final do século XIX e início do XX surgem dois acadêmicos com destaques sobre o signo:

Charles Sanders Peirce, filósofo americano e Ferdinand Saussure, cientista suíço e o pai da linguística científica.

Esses são os principais expoentes e criadores das duas teorias mais importantes sobre signos: a semiologia, associada a Saussure e a semiótica, associada a Peirce. E embora trabalhassem de forma independente, existem muitos pontos em comuns em ambos os estudos.

Saussure, em seu trabalho de signos, propõe a semiologia que seria a ciência que estuda os processos de representação e significação, onde a linguística seria uma parte dessa representação. Até por isso, os seus estudos tem uma ligação mais forte com termos linguísticos verbais. 

Ele discorre sobre a relação dual de um signo que é entre o significante e o significado. Nessa linha toda linguagem seria um sistema de signos.O significante seria uma imagem acústica, uma primeira impressão mental do signo. Já o significado seria uma ideia ou conceito que o significante representa. A soma dos dois resultaria no signo e no sentido que ele carrega.E a origem poderia ser tanto natural( um trovão, por exemplo) quanto artificial, ou seja, produzida pelo homem (a escrita, por exemplo).

Em paralelo aos estudos de Saussure, e sem que tivessem contato, Charles Sanders Peirce. 

Ele adiciona mais um elemento no estudo do signo, que  a conceberia a triádica do signo (imagem abaixo) onde temos o pensamento ou referência, o símbolo e o referente.Então um signo tem como o primeiro elemento perceptível o representament que é determinado por um objeto, que por sua vez vai determinar um interpretante  para identificarmos o signo em questão

Sobre a história e as escolas semióticas ( de Saussure e Peicer) vamos parar um pouco por aqui, para o artigo não ficar tão denso, mas sugiro que você pesquise mais sobre. O assunto é bem vasto.  

Porém para a aplicação da semiótica no design, vamos prosseguir, neste artigo, utilizando como base a escola Peirce .

O que é um Signo?

Semiótica é o estudo dos signos, dos significados, de como esses signos permeiam pela comunicação (transmitindo informações), sua classificação e seus usos. Aqui, vale lembrar que os signos não são os popularmente conhecidos e relacionados à astrologia e horóscopos, mas sim, signos como algo que dá sentido à outra coisa.

Um signo é uma coisa que representa um objeto para um interpretante, ou seja, segundo Peirce, um signo é dividido em três partes, portanto temos o signo triádico.

A coisa que tem esse caráter, eu denomino REPRESENTAMEN, o efeito mental, ou pensamento, seu INTERPRETANTE, e a coisa que ela se coloca no lugar seu OBJETO.Livro Collected Papers of Charles Sanders Peirce, voume 1.

Neste contexto, existe ainda o termo “Semiose”, que nada mais é que o processo de significação desses três pilares. Como por exemplo quando uma imagem, ou um conjunto de imagens e palavras, representam uma câmera fotográfica e o nosso processo de interpretação.

Abaixo temos uma imagem que representa como funciona cada parte da compreensão e mensagem de um signo.

Você deve ter se perguntado até aqui, onde é que o design entra nessa história? E é justamente aqui.

O design, como conceituação rápida, é o processo de resolução de problemas, utilizando imagens, símbolos, atributos visuais, entre outras ferramentas, como a semiótica.

Mas como pode ser feito isso?

No processo da semiose, já citada anteriormente, temos três (03) formas em que um signo conceitua algo, e são eles: ÍCONE, SÍMBOLOS E ÍNDICE.

A seguir utilizaremos como exemplo, na posição de objeto o um Leão, para entendermos como funciona essas conceituações.

Ícones

Ícones são os mais fáceis de serem compreendidos e representados, pois são a representação literal da forma do objeto ou item o qual estão representando. 

Como por exemplo um desenho de cachorro, ou de balde de pipoca, ou até mesmo o desenho de sol para representar um dia ensolarado.

Índice

O índice requer um conhecimento prévio do que é representado, algum tipo e nível de experiência ou fato ocorrido.

Quando utilizamos uma câmera fotográfica, por exemplo, para representar uma fotografia, certos “emojins” para indicar os sentimentos e emoções, ou um halter (peso de academia) para representar a musculação.

Então, a assimilação acontece por indução ou aproximação do signo representado.

Símbolos

Os símbolos são signos adotados para representar algo, mas que não necessariamente possuem sentido ou leitura literal com aquilo que o signo quer conceituar. Um exemplo disso são as representações dos números, que nada mais são do que desenhos adotados como convenção para designar o “um”, o “dois” e todos os outros números. 

Aqui a assimilação acontece em razão a convenções, hábitos e a um processo de relembrança (ou precisa de uma explicação prévia).

Existem, no entanto, elementos que mesclam entre símbolos e ícones, como um desenho de telefone para indicar o contato de algum estabelecimento.

Agora temos todas as peças dentro do processo e como elas se relacionam:

Conheça o público (decodificador).

O símbolo só faz sentido quando o sujeito que está lendo o signo tem repertório para interpretá-lo de determinada maneira, ou seja, se você apresentar um símbolo para um publico que não sabe o que ele significa, a mensagem não será transmitida.

Imagine, por exemplo, o símbolo da medicina.

Para uma pessoa que não é e nem tem conhecimentos sobre a área, não fará nenhum sentindo. No máximo a pessoa verá uma cobra emaranhada em um caule. O que pode remeter até uma mensagem de perigo, ou algo que traga uma sensação ruim.

Porém, se você apresentar a mesma figura em um congresso de medicina, todos entenderam que se trata do símbolo da medicina, que nada mais é que uma serpente enrolada ao bastão de Esculápio, ou Asclépio, nome do deus grego que simbolizava a Medicina.

Vídeo: Semiótica no Design – Entenda o que é semiótica e como aplicar no Design

A seguir assista a um vídeo que gravei sobre o tema. Nessa super aula eu falo sobre o que é semiótica passando por todos os pontos listados até aqui, além de dar mais exemplos práticos sobre a semiótica no design. Confira abaixo.

Conclusão

A partir do momento em que você pensa, com mais cautela, sobre qual o problema que está resolvendo, e com qual a clareza que transmite a informação, fica mais fácil de trabalhar e de atingir o objetivo que você quer.

Claro que existem alguns casos em que se deseja que fique subentendido aquilo que quer passar, mas no fundo está ali. Um exemplo? Repare no logotipo da “Amazon”. Você já percebeu que há um desenho de seta indicando de “a” à “z” e que a frase que os define é “tudo de a à z”?

Neste caso, se pararmos para observar, houve o uso de símbolos, ícones e índices, não é mesmo?

A semiótica, então, não é tão complicada quanto parece, e sim uma ferramenta para te ajudar a ajudar, inovar e comunicar de maneira mais eficiente.

Você como designer precisa entender sobre o tema para poder comunicar da maneira mais eficaz possível e a semiótica pode ser aplicada de forma pensa e estratégica dentro de um projeto de design, principalmente em projetos de identidade visual.

Que tal começar a utilizar a Semiótica agora mesmo?

Forte abraço

Até mais.
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O que é Semiótica? Como aplicar a Semiótica no Design
Fonte: Chef of Design

Ferramentas essenciais para o dia a dia do designer

Ferramentas essenciais para o dia a dia do designer

A profissão de designer cresce a cada dia, tornando o mercado de trabalho cheio e concorrido. É preciso se destacar em meio a tantos profissionais bem qualificados, mas para isso é necessário ser um especialista da área, sabendo trabalhar bem com as diferentes ferramentas disponíveis, especialmente na internet.

Uma dica de prontidão é salvar os sites mais usados em pastas nos favoritos do seu navegador. Isso facilitará na hora do trabalho.

Softwares e sites essenciais

A família Adobe será sua companhia diária em seus trabalhos. Dentre os inúmeros programas disponíveis pela plataforma, algumas lhe serão indispensáveis:

Photoshop

Uma das ferramentas mais usadas no mundo, o Photoshop é considerado o líder no mercado dos editores de imagem profissionais. Com ele você poderá manipular, corrigir e compor o que quiser e como quiser.

Illustrator

Outro software importante da Adobe, o Illustrator foca na criação de objetos vetoriais, podendo aumentar ou diminuir suas artes sem perda de qualidade (diferente do Photoshop). Com a ferramenta você poderá produzir ilustrações, logos, entre outros elementos, seja 2D ou 3D.

InDesign

O InDesign é a ferramenta ideal para trabalhar com a editoração de projetos como livros, revistas, jornais, ebooks, infográficos e demais formatos.

Cores

Saber trabalhar com as cores corretamente é algo essencial para o profissional de design, afinal, ela é a base de qualquer criação gráfica.

Adobe Color

A própria Adobe tem uma plataforma de cores. Completamente gratuita, com o Adobe Color você poderá consultar e compor como bem entender, aplicando facilmente a harmonia de cores sem erro.

COLOURlovers

Nesse site você terá ajuda sobre quais tons usar em seus projetos. Na comunidade, o  COLOURlovers te permite criar, compartilhar e baixar paletas personalizadas, cores específicas e texturas.

Tipografia

Outra parte importantíssima para quem trabalha com design é a tipografia. Encontrou uma fonte legal em alguma imagem, mas não sabe qual é para usar em seus projetos? O WhatTheFont foi criado exatamente para te ajudar! Tire um printscreen da imagem e envie para o site; com base nestas informações, o site lhe falará qual fonte foi utilizada.

Google Fonts

Obrigatório para todo bom designer, o Google Fonts é uma biblioteca de fontes livres e licenciadas. Para quem trabalha com design de sites é melhor ainda, pois as fontes “hospedadas” nele possuem um carregamento mais rápido para os sites.

Imagens

Apesar de o designer poder criar o projeto do zero, muitas vezes ele precisará de imagens prontas, e o melhor lugar para isso são os bancos de imagens. Há muitos bancos famosos e pagos, como o Shutterstock, mas é possível encontrar plataformas com conteúdos excelentes e gratuitos.

O Pexels possui milhares de imagens de altíssima qualidade e totalmente gratuitas, porém é necessário fazer as buscas em inglês, então se você não tem conhecimento da língua ou simplesmente prefere trabalhar com o português, o Pixabay será uma excelente escolha.

Ícones

Mais um item importantíssimo na vida do designer, os ícones estarão presentes a todo momento. O Freepik é um dos sites mais famosos desse meio. Ele tem uma gama enorme gratuita, variando entre ícones, imagens e vetores. Outra boa opção é o Flaticon. Nele você encontrará ícones que possuem a mesma identidade visual ou que fazem parte de um grupo específico.

Objetos físicos

Obviamente você precisará de um computador (ou notebook) para fazer o seu trabalho diário. Você pode trabalhar apenas com o mouse? Com certeza! Mas pode confiar que todo bom designer terá uma mesa digitalizadora. Com ela seu desempenho aumentará completamente, deixando o mouse apenas como um complemento do seu dia a dia!

Com a mesa você conseguirá realizar movimentos mais precisos, deixando seus projetos muito mais profissionais e bonitos.

Você também precisará de uma boa cadeira para aguentar as várias horas de trabalho em frente ao computador. Por isso é muito importante saber escolher a cadeira certa. Nós aqui do Chief indicamos as cadeiras da Elements Gaming.Veja um review sobre as cadeiras da Elements aqui neste outro artigo e pegue um super cupom de desconto para adquirir a sua cadeira.

Considerações Finais.

Existem muitos outros itens que fazem parte do dia a dia de um designer e que podem variar de acordo com o nicho que você atua e também com a necessidade do projeto.

Por isso, faça uma lista do você precisa para atuar da maneira mais produtiva e confortável.

E não esqueça que além de investir em programas e equipamentos, é necessário aprender design para que você possa utilizar todos esses itens em seu máximo.

Se você quiser saber mais, conheça o nosso curso de Design Visual. O curso Fundamentos do Design Visual é focado nos fundamentos, conceitos e princípios do Design Visual. Clique no link abaixo e conheça

⭐️Curso Fundamentos do Design Visual⭐️Saiba mais ➡ https://www.fundamentosdodesign.com.br

Até mais.

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Ferramentas essenciais para o dia a dia do designer
Fonte: Chef of Design

Como Criar um Currículo Criativo?

Como Criar um Currículo Criativo?

Eae!
Td bele?
Neste artigo vou falar de algo que todo mundo que está à procura de um emprego precisa ter: um currículo (curriculum vitae, CV).
Mas eu não vou falar de um currículo comum feito no “word”. Eu vou falar de um currículo de um criativo. Sim, isso mesmo! O seu currículo também precisa ser criativo se você está procurando um trampo nessa área.
Muitas vezes o currículo pode ser sua carta de visitas, o passe para você ser selecionado para outro estágio da seleção ou até mesmo conseguir o emprego em definitivo.
Então a seguir você verá dicas para criar o seu currículo de forma criativa, bele?
Vamos nessa! 😀
A importância de um currículo criativo
Se você é designer, trabalha com comunicação, com criatividade e afins; é super importante que você tenha um currículo bem desenvolvido e atualizado.
Em muitas oportunidades o seu CV será a primeira impressão que seu futuro empregador/cliente terá sobre você.
Um currículo com certeza pode ser o determinante para a sua contratação ou não. Através dele a pessoa que está te contratando poderá conhecer o seu perfil profissional e verificar se você tem potencial ou não para atender as expectativas da empresa/cliente.
Um currículo bem construído pode fazer a diferença e chamar a atenção do empregador se destacando em meio aos concorrentes.

Me lembro uma vez que criei um currículo basicamente com tons de azul e com orientação de paisagem(horizontal). Um dia enviei este CV para uma vaga e depois fui selecionado para uma entrevista pessoalmente. Ao chegar na empresa o entrevistador logo falou: “ Ah, você é o David do CV azul, né?  Muito legal. Eu gostei dele. Foi marcante. ”
Esse é só um exemplo que aconteceu comigo sobre como um CV criativo pode te ajudar a conquistar aquela vaga dos seus sonhos.
Coloque somente o essencial
Não se engane ao pensar que criando um currículo de 3 páginas contando a sua história desde o maternal será eficaz e vai te ajudar a conseguir um emprego. Seu currículo deve ser sucinto e conter somente as informações relevantes para quem irá te contratar. Normalmente as informações que se coloca em CV criativo são:

 Identificação: seu logo, nome, marca.
Dados de contato: e-mail, rede sociais, site, telefone
Sobre: uma breve descrição (eu disse breve!) sobre você, sobre o que gosta, sobre como trabalha, sobre suas qualidades e etc.
Formação:  onde estudou, cursos que fez, faculdade, etc;
Experiência: normalmente no máximo os três ou quatros últimos empregos já está bom, caso tenha passado por várias empresas. Aqui você também pode detalhar em poucas palavras o que você fazia nos cargos anteriores.
Habilidades:  seu nível de habilidade em determinada área, softwares, etc.
Objetivo: qual o cargo e/ou área que você quer atuar.

Um currículo com 1 ou no máximo 2 folhas já é o suficiente para você colocar todas as informações necessárias.
Seja criativo e mostre o seu potencial
Você deve encarar o CV como a criação de uma peça de comunicação, como se fosse um “job” mesmo. Leve a sério e crie algo legal. Elimine aquele tradicional currículo feito no Microsoft Word. Use algum software de edição visual (o Photoshop, Illustrator, Indesign, etc) para criar. Use formas e cores (caso necessite) para expor da melhor maneira possível tanto o seu perfil como mostrar que você tem potencial e criatividade para criar.

Então, pense com cuidado na(s) fonte(s) que irá usar, nas cores, no contrate, no elementos gráficos e utilize um grid para te ajudar. [clique aqui para saber mais sobre grids].
Aplique seu estilo no CV
Procure manter originalidade no seu currículo. Aplique seu estilo de criação. Mostre quem você é também através da arte do seu currículo. Caso já tenha um portfólio é interessante criar algo que faça uma conexão com seu portfólio.  Muitas vezes ele será uma extensão do seu portfólio online. Como no exemplo abaixo do meu xará gringo. 😛

Salve e envie em formato PDF
O formato PDF de arquivos (Portable Document Format ou Formato Portátil de Documento) é um tipo de arquivo padrão. Quase todos (ou todos) sistemas operacionais consegue abri-lo sem problemas. Além disso as pessoas também já familiarizadas com tal tipo de documento.
Portanto na hora de exportar nada de JPG e PNG que podem até ser facilmente manipulados. Exporte seu CV no formato PDF e de preferência coloque uma proteção com senha (claro que portas podem ser destrancadas, ainda mais se tratando de web, mas não é por isso que você vai deixar sua casa aberta para qualquer um, né?).
Um currículo bom na tela e bom no papel
Na grande maioria das vezes o seu currículo será visto somente na tela de um computador, porém em alguns casos ele poderá ser impresso. Portanto cuidado com certas “estripulias visuais” e fontes pouco legíveis [saiba mais sobre como escolher uma fonte legal, clicando aqui].

Crie um CV que caiba numa folha A4
Você pode criar um currículo na vertical ou horizontal, tanto faz.  O mais importante é que ele caiba e fique legal em uma folha A4. Isso porquê normalmente se o entrevistador precisar imprimir o seu CV ele o fará em uma impressora doméstica e em um papel A4 comum. E também o mesmo serve para você caso tenha que levá-lo impresso no dia da entrevista.
Mantenha seu CV atualizado e pronto para qualquer ocasião
Sempre deixe seu CV atualizado com as últimas informações, mesmo que não esteja procurando um emprego. Toda mudança na sua carreira, como novos cursos, qualificações e experiências devem ser inclusas no CV.

Cuidado com a escrita
Tome cuidado com a redação do seu currículo. Leia e releia. E também se possível peça par alguém ler também. Erros de português e de digitação podem passar a impressão de que você é alguém desleixado podendo colocar tudo a perder. Tenha atenção a essa parte também.
Não crie só mais de currículo e sim uma carta de vendas, ou se precisar, várias cartas de vendas
Seu currículo pode ser muito mais que apenas uma simples folha onde você coloca suas experiências e objetivos. Ele pode ser uma carta de vendas.
Mude sua mentalidade sobre um CV. Apresente suas experiências e projetos como verdadeiros casos de sucesso. Coloque informações que mostrem que você pode solucionar os problemas do seu cliente. Mas tome cuidado para não inflar demais o seu ego e colar informações não verdadeiras, bele?
E você também pode criar currículos específicos para determinado cargo ou empresa assim como um técnico de futebol ajusta seu time dependendo do adversário. Por exemplo:
A empresa “X” dispõe de uma vaga que você deseja. Só que a maioria das qualificações que você tem não será utilizada no cargo. Então o que fazer?
Customize o campo de qualificações retirando estas informações desnecessárias e dê destaque para as outras qualificações que realmente se enquadram e serão aproveitadas caso você conquiste a vaga. Com isso você estará passando informações reais sobre você focando naquilo que a empresa espera de um novo colaborador.
As qualificações que não são necessárias para este cargo podem até não estarem de encontro com os objetivos do cargo. Todavia, isso não quer dizer que não possam ser utilizadas em promoções dentro da empresa. Quando surgir a oportunidade volte a customizar seu currículo.
RESUMINDO: Para cada jogo, um esquema tático específico. Para cada empresa ou vaga, faça um currículo diferente.
O Currículo é um braço do seu Portfólio, não um substituto.
Não basta ter apenas um currículo legal. É importante que você tenha um portfólio também. Normalmente um CV é uma extensão resumida do seu portfólio e feito para ser utilizado em determinada ocasiões. Por isso é essencial deixar claro e visível o endereço do seu portfólio online.  Um portfólio é sempre mais importante e tem mais peso.

E se você quiser saber mais sobre como construir um bom portfólio, eu te indico fortemente que você baixe gratuitamente o ebook sobre portfólio do Chief of Design.
Comece a enviar o seu currículo agora mesmo!
Não adianta nada você pensar no currículo, diagramá-lo da melhor maneira e expor com maestria todas as informações sobre o seu perfil se você não o submete para vagas. Por isso não pare por aqui: entre em sites de empregos e envie o seu currículo.
Uma dica de site muito boa é o Jooble.org. Nesse site você encontrará vagas especificas para o mercado criativo e de tecnologia como Web Design, Design, Desenvolvedor, Analista de sistemas, Programador, Analista , entre outros.
Acesse agora o site da Jooble e envie o seu currículo para as vagas. CLIQUE AQUI PARA CONHECER!
Conclusão
Criar um currículo diferente, criativo e com um bom design pode fazer toda a diferença entre conseguir ou não uma boa oportunidade. Claro que você não deve colocar todas as suas fichas no seu CV criativo, ele deve ser a aliado a um bom portfólio. Use-o como uma carta de visitas que abrirá portas para você.
Caso não tenha muitas ideias por onde começar, faça uma pequena pesquisa na internet sobre currículos criativos (você já viu alguns exemplos aqui neste artigo). Você encontrará desde currículos de outros profissionais até modelos já prontos. Use tais referências apenas para se inspirar e evite usar modelos prontos e nunca plagie o CV de alguém. Crie o seu próprio CV e exponha toda sua criatividade.
E se você quiser mais dicas sobre como criar um currículo e inclusive sobre os erros que você não pode cometer ao elaborar o seu CV, basta você baixar o e-book sobre portfólio neste link.
Até mais.
Forte abraço!
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Como Criar um Currículo Criativo?
Fonte: Chef of Design

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

O que é Identidade Visual, Branding e Marca?

Eae, tudo bele?

Você sabe o que é Branding, Marca e Identidade Visual? Sabe quais as diferenças e semelhanças entre eles?

Nesse mundo criativo existem muitas confusões e uma delas é justamente sobre a aplicação dos termos citados a cima. Algumas pessoas por não terem conhecimento acabam utilizando de forma errada algum desses termos, outros usam de forma deliberada a fim de conseguir uma melhorar valorização do seu job e até mesmo profissional. Mas o fato é que cada um desses termos, Branding, Marca e Identidade Visual, são coisas distintas apesar de serem semelhantes. Por isso neste artigo vamos destrinchar cada tópico para que você utilize esses termos da forma certa.

Vamos nessas?

Neste artigo você verá:

O que é Identidade VisualO que é MarcaO que é BrandingComo elas funcionam em conjuntoVídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

O que é Identidade Visual?

Identidade visual (IDV) é um conjuntos de elementos visuais que representam algo, como por exemplo, uma empresa, um produto, um serviço, etc.

Esse conjunto de elementos pode variar de acordo com cada projeto, mas é comum encontrar elementos como:

Paleta de cores – Uma esquema de cores é usada para identificação da marca. Embora a paleta de cores geralmente comece com o logotipo, essas cores devem ser reaproveitadas para todos os materiais da marca.Tipografia – É a forma ou o estilo do texto que você usa em uma marca.Padrões – São elementos que se repetem de maneira ilimitada para aplicação em qualquer superfície de maneira infinita e que ajuda a comunicar a personalidade de uma marca.Texturas – Aspecto de uma superfície usada para reforçar a personalidade de uma marca.Mascotes – Animal, pessoa ou coisa, que representa visualmente uma marca ajudando a criar um vínculo com o público. Ícones – São os elementos gráficos, tradicionalmente pequenos, usados ​​para fornecer informações rapidamente e que agregam valor à marca.Entre outros.

Dentre esses elementos temos o Logo, que é assinatura visual da empresa, também conhecida por marca gráfica. A partir desse elemento que todos os outros tomam forma, ou seja, todos os componentes de um projeto de Identidade Visual são oriundos e circundam o elemento principal que é o Logo.

Todos esses outros elementos de um projeto de IDV atuam como coadjuvantes da marca com o objetivo de potencializá-la, como se fossem escudeiros de um cavaleiro, afim de fixa-la na mente do seu público.

É muito comum algumas pessoas confundirem ou associarem identidade visual apenas ao Logo. Obviamente que isso faz sentido, pois como vimos trata-se do principal ator de projeto de IDV. Todavia um projeto desses não é composto apenas por este único elemento. Um projeto de Identidade Visual trata-se de do conjunto de elementos visuais que possuem a finalidade de representar e distinguir algum produto, serviço, etc.

O profissional responsável por um projeto de IDV é justamente um Designer, ou uma equipe de Designers.

Aplicações da Identidade visual

Normalmente um projeto de identidade visual é acompanhado por um manual de marca, que é um documento onde se coloca todas as diretrizes de aplicação e utilização correta da Identidade Visual. E as diretrizes podem reger aplicações para:

Papelaria institucional; Embalagens;Aparência do PDV;Uniformes;SinalizaçãoSites, aplicativos e redes sociais, entre outros.

Caso queira saber mais sobre um projeto de Identidade Visual e mais sobre manual de marca, nós temos aqui no Chief um artigo exclusivo sobre manual de marca. Clique aqui para acessar.

O que é Marca?

Essa pergunta pode ter mais de uma resposta dependendo da área e do pensamento de cada um. Se perguntares para um designer, ele provavelmente responderá:

“Marca é um símbolo gráfico visual que representa algo, como uma empresa, produto, serviço, pessoa, entre outros; com a função de identificá-la e distingui-la de um modo imediato.”

Por outro lado se você perguntar para um publicitário, ou alguém de marketing, provavelmente terá como resposta algo semelhante a seguinte afirmação:

“Marca é o conjunto de valores, percepções e experiência que ela passa ou representa para o seu público. Com isso marca não é somente um símbolo gráfico, mas sim a representação de um todo perante o seu nicho de atuação e também ao seu público.”

E o fato é que as duas afirmações estão corretas. Caso você siga a linha mais do design, é justamente a primeira resposta. Porém se você seguir uma linha mais estratégia e publicitária, será segunda resposta. As duas estão corretas e se complementam, afinal não basta apenas criar um símbolo gráfico e achar que ele será uma marca reconhecida mundialmente. Existe todo um trabalho para que aquela representação simbólica visual realmente se firme passando bons valores e percepções par ao seu público e mercado de atuação.

Por isso é comum alguns profissionais usarem o termo “marca gráfica” quando se referem exclusivamente ao símbolo gráfico e não a todas as outras questões que envolvem a conceituação e estratégia da marca.

O que é Branding?

Como vimos anteriormente, não basta apenas criar uma marca gráfica. É preciso muito trabalho de estratégia e posicionamento para se alcançar os objetivos planejados. E para isso temos o Branding.

Branding é o gerenciamento e posicionamento estratégico da marca. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas para a construção dos valores e percepções planejados para o seu público. Então, todas as questões de valores, experiências e percepções planejadas para a marca, são executadas por ações de Branding.

Todos os pontos de contato do público com a marca, são planejados ou gerenciados pelo Branding. Esse trabalho ajuda tanto a fidelizar os clientes quanto prospectar novos clientes.

Por isso que Branding tem um valor fundamental no processo de construção de uma marca perante ao mercado e o público-alvo. Para isso o Branding utiliza dos elementos de identidade visual, desde a marca gráfica até a paleta de cores, por exemplo, alinhados as estratégias de comunicação e posicionamento da marca.

Esse trabalho é normalmente elaborado por uma equipe multidisciplinar composta por designers, publicitários, social medias, atendimento, etc. Por exigir uma equipe multidisciplinar, comumente, e principalmente quando se trata de grandes empresas, esse trabalho é executado por agências especializadas.

Como Branding, Marca e Identidade Visual funcionam em conjunto?

Como vimos, todos os 3 elementos fazem parte de uma cadeia estratégica da comunicação visual de uma empresa que convergem entre si para alcançar o objetivo estratégico de comunicação e posicionamento da marca.

Apesar dessas sinergias, existem diferenças e não são iguais, logo nem todos os profissionais estão hábeis para executar todas as tarefas. Não é porque você cria uma identidade visual que necessariamente você está habilitado para fazer o Branding. Da mesma maneira não é porque você entende e trabalha com Branding que você saberá construir com maestria a Identidade Visual.

Portanto, saiba qual parte do processo você faz parte e não utilize os termos de forma deliberadamente errada para conseguir possíveis ganhos financeiros. Por mais que seja tentador e por mais que possa até dar resultado a primeira vista, ao longo do tempo você poderá prejudicar a sua carreira e literalmente “queimar o seu filme” no mercado. Cuidado.

Vídeo: O que é Branding, Marca e Identidade Visual?

Para aprofundar mais no assunto e levantar pontos que seriam difíceis de apresentar em texto, eu criei um vídeo que está em nosso canal no Youtube, onde falo sobre esse três tópicos e complemento as informações apresentadas aqui neste artigo. Sugiro fortemente que assista ao vídeo abaixo para completar o raciocínio e a explanação sobre o assunto. Confira abaixo o vídeo sobre o que é Branding, Marca e Identidade Visual.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você. E não esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube [CLIQUE AQUI ]

Deixe a sua opinião, dúvida e experiência nos comentários aqui abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço._

Fonte das imagens:

Shuttterstock – https://shutr.bz/2SlCLjM
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O que é Identidade Visual, Branding e Marca?
Fonte: Chef of Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design

Eae! Tudo bele?

UI Design. Este é um tema com dúvidas frequentes nos canais do Chief of Design. E eu não poderia ficar insensível aos pedidos de meus seguidores e decidi responder as dúvidas daqueles que estão iniciando e daqueles que ainda estão nas primeiras pesquisas sobre o que faz um UI Designer.

Separei as questões mais relevantes, algumas até frequentes para montar esse conteúdo.

Lógico que não é possível cobrir todos os aspectos em um só artigo, mas acredito que os principais, para quem é iniciante, está sendo abordado por aqui.

Então com você as 20 questões sobre UI Design, para iniciantes, respondidas.

Aproveite e confira! Espero muito que você encontre uma questão semelhante àquela dúvida que ainda pairando em sua mente.

Vamos para as questões?

Antes só quero te lembrar que nós temos o nosso próprio curso de UI Design, o UI EXPERT. 

No Curso UI EXPERT você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

1 – O que faz um UI Designer?

UI Designer (Designer de interfaces) é o profissional responsável por projetar o layout e os elementos interativos destes.

Partindo do princípio que a área de UI design (Design de interface de usuário) estuda o meio pela qual existe uma interação entre o indivíduo e um dispositivo, software, ou aplicativo, a função do UI Designer é garantir que a interação seja bem-sucedida resultante de uma facilidade de uso e acesso à interface gráfica.

O UI Designer deve projetar interfaces claras e objetivas para que a utilização do usuário seja intuitiva e sem entraves.
2 – Como anda o mercado brasileiro para UI Designers?
O mercado favorece o UI Designer destacadamente pela crescente necessidade de criação de desenvolvimento de aplicativos móveis.

O Brasil, junto da índia e da Indonésia, está entre os mercados que mais executaram download no quarto trimestre de 2017 dos aplicativos do Google Play, trimestre esse que foi considerado de maior desempenho para download. Os downloads ultrapassaram a marca de 19 bilhões.

Segundo outra pesquisa, realizada pela App Annie, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países com maior número de apps utilizados por mês, mais de 40. E o mesmo estudo aponta que os brasileiros, em um período de 24 horas, abrem em média quase 10 aplicativos, colocando nosso país no topo da lista.

E não podemos esquecer também a demanda de UI Designers para criação de interfaces para web sites em um cenário onde temos 51,3 consumidores obrigando o empresariado a possuir uma presença online para divulgar seus produtos e serviços.
3 – Onde pode trabalhar um UI Designer?

O UI Designer pode atuar em todos tipos empresas que necessitam de desenvolver interfaces, principalmente quando se trata de interfaces digitais.

Podem ser tanto empresas que prestam serviços do tipo, como agências e escritórios de Design, startups, consultorias, empresas de TI, até empresas que tem setores apenas para cuidar das suas interfaces como bancos, ecommerces, entre outros.
4 – Quanto ganha um UI Designer?
Segundo a Love Mondays, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário médio para UI Designer, baseado em 192 salários postados por funcionários na plataforma e que atuam nesta profissão, é de R$ 4.284,00 por mês.

Mais esse números podem variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa entre outros. A própria Love Mondays alerta que o salário pode variar de R$ 824,00 a R$ 11.487,00.
5 – Existe algum requisito para começar a aprender sobre UI Design?
Não há um pré-requisito. Mas algumas coisas que você se identifica ou alguns comportamentos podem indicar que você pode se dar bem na área como: gostar de tecnologia, comunicação, design, criatividade, dar grande atenção aos detalhes e resolver problemas.

E se você acredita que pode se dar bem é quer saber onde estudar aqui no blog tem um artigo que pode te ajudar a escolher um bom curso de UI Designer.
6 – Vale pena ser UI Designer?
Sim. Principalmente se você se enquadra no perfil do tópico anterior que é algo que aumenta as chances de você gostar de Design de interfaces.

Gostar de algo é o que nos faz enfrentar os desafios diariamente.
7 – Onde encontramos UI Design?

Uma interface á a ponte visual entre um usuário (humano) e uma máquina, serviço, sistema, produto. O UI Design se aplicar principalmente a interfaces gráficas.

Por isso algumas pessoas podem alegar que UI Design trata de interfaces para sistemas virtuais encontrados principalmente em computadores, smartphones, vídeo-games e realidade virtual.

Porém, podemos encontrar uma interface em qualquer objeto projetado para disponibilizar um meio para interação com o usuário de forma eficaz.

Você pode encontrar UI Design, seja através de interface gráfica ou física, em painéis de controle em máquinas industriais, em equipamentos para área de saúde, sistemas automotivos e de aviação, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, softwares de computadores e dispositivos móveis, aplicativos, websites, entre tantos.

Apesar dessa grande variedades, a maioria dos empregos para UI Designer são para desenvolvimento de interfaces de app e web.
8 – Qual a diferença entre UI e UX Designer?
Basicamente o que difere é que o UI Designer desenvolve interface e o UX Designer se preocupa em como o usuário vai se sentir ao interagir com a interface e se encontrará valor quando interagir com os produtos ou serviços de uma empresa.

UI Design e UX Design são áreas que se complementam e colaboram uma com a outra. UI Design possibilita que uma ideia se concretize na interface e que o usuário consiga aproveitar o que está sendo apresentado. E o UX Design faz com o seja apresentado na interface garante boas sensações de uso.

Eu tenho um vídeo onde falo especificamente sobre isso.

9 – Web Design e UI Design não são parecidos?
Sim, são parecidos em partes. Mas precisamos entender um pouco do perfil de cada para identificar as semelhanças

Um Web Designer pode executar peças como criação de banners, pequenas animações, e artes para redes sociais, design para aplicativos, entre outras.

Mas a tarefa principal de um Web Designer é criar websites, ponto.

Agora o que faz um UI Designer?

O UI Design faz a ligação entre o usuário e um dispositivo ou sistema. O UI Designer é responsável por projetar a interface que promove a essa ligação.

Existem diferentes tipos de interface em diferentes produtos. Imagine o display de um micro-ondas. Aquilo é uma interface. O Designer de interfaces pode projetar todo tipo de interface inclusive as digitais e para web, como os websites. E é por isso que o Web Design e o UI Design são “parecidos”.

Na verdade o Web Design é mais amplo e o UI Design é uma área do conhecimento abrangida pelo Web Design. Para entender melhor eu gravei um vídeo que explica melhor as diferenças entre as duas áreas. Veja a seguir:

10 – Por quais conteúdos eu devo começar a aprender?
Alguns conhecimentos podem te ajudar nos primeiros passos como os Fundamentos de Design, usabilidade, elementos da interface, anatomia de interfaces, prototipagem e procurar dominar algum software gráfico.
11 – É possível entrar na área sem realizar um curso especializado? Eu consigo aprender tudo sobre UI Design sozinho?
A internet é um bom recurso para você aprender e dar seus primeiros passos.

No Youtube você pode adquirir conhecimentos como autodidata sem gastar um centavo ao realizar buscas sobre “ui design” e “Design de interface do usuário”. Inclusive encontrará diversos vídeos do Chief of Design que falam sobre o assunto. Aconselho até que acompanhe nosso canal para saber mais clique neste link.

A mesma pesquisa você pode executar no Google. A comunidade web dispõe artigos em blogs que explicam sobre área.

O grande problema é que dá muito trabalho angariar conteúdo que estão espalhados. Sem contar que você não tem conhecimento prévio sobre diversos assuntos e fica difícil saber o que pesquisar quando nunca se viu falar na vida sobre determinado assunto, técnica ou ferramenta.

Para agrupar em um só lugar conteúdos que você levaria muito tempo pesquisando, para preencher lacunas que conteúdos do internet não cobrem e para atender pessoas que não tem como frequentar um curso presencial eu disponibilizo o UI EXPERT

Neste curso você vai aprender os principais conceitos de UI Design para interfaces digitais para iniciar a sua jornada na área. Além das aulas, ao vivo e gravadas, você terá suporte diretamente comigo.

Para saber mais sobre as próximas turmas do curso CLIQUE AQUI.
12 – Quais as principais ferramentas que um UI Designer precisa saber utilizar para se destacar na área?
Entre as principais ferramentas se destacam o Sketch App, (para Mac) o Abode XD, o InVison, Balsamiq e Axure para prototipagem, InVision Studio, Figma e Photoshop.
13 – É preciso saber desenhar?
Saber desenhar o básico ajuda. Você não precisa ser exatamente um ilustrador, um artista, mas conseguir criar traços no papel para expressar as ideias visualmente e se fazer se entender o mínimo é de grande valia.

Desenhar ajuda em alguns processos, mas não é mandatório.
14 – Quais as principais características de um bom UI Designer?
É uma pergunta difícil de responder porque em um grupo de bons UI Designers podem existir profissionais com características muitos diferentes. Sem contar que empregadores podem considerar que as competências do profissional têm um peso maior para definir que ele é bom em relação as características comportamentais.

Entretanto podemos relatar algumas propriedades da área que pode favorecer um ou outro perfil. Vamos a algumas:

Criatividade é uma característica que permeia toda a área de Design, portanto ser criativo colabora muito para que você seja considerado bom UI Designer.

Apesar de UI Design mexer com a criatividade esta é uma área que também preza por uma organização sistemática que visa garantir a melhor interação. Portanto em alguns momentos vale a pena o fato de ser metódico.

Um UI Designer precisa muito se relacionar com equipes em diferentes etapas do processo. Portanto além de ser bom comunicador na comunicação visual ele deve ser bom na comunicação verbal.

Pensar e agir com UI Design é dar grande atenção aos detalhes. Portanto ser detalhista é uma boa característica também.

O trabalho de UI Designer está todo centrado no usuário. Suas decisões de Design vão definir o bom resultado da interação.

Então ter empatia por quem vai interagir na interface projetada é um grande passo para que as coisas resultem bem. A empatia fará você enxergar todas as nuances do processo desde a pesquisa do público-alvo até a execução da interface.

Essas são algumas características importantes. Se você acha que outras características devem ser mencionadas, agradeço se você contribuir na seção de comentários com mais conteúdo para esse artigo.
15 – Qual dica você me daria para garantir uma boa execução de UI Design?
Existem uma relação de boas práticas para serem executadas, mas se for para escolher uma só eu te indicaria não querer inventar a roda. E o que eu quero dizer com isso?

Quero dizer que nem sempre você precisará criar uma solução nova porque existentes ótimos padrões para você adaptar no seu projeto. Se tratam de padrões familiares de UI.

Ao adaptar alguns destes padrões tirados de um ambiente similar você ganhará tempo e também a certeza de estar utilizando algo que já foi testado.

Você com certeza já interagiu com o ícone hambúrguer. Ele é um padrão que vem sendo bastante disseminado quando pensamos em mobile. A limitação de espaço existente em interfaces destinadas a dispositivos menores criou a necessidade de adotar esse padrão para suportar os tradicionais menus.

A melhor forma de encontrar padrões é pesquisando por onde o público-alvo do projeto interage a maior parte do tempo.

Pesquise elementos de interface em redes sociais, sites de notícias, sites de bancos, sites de universidades, aplicativos de mensagens instantânea, algum software específico, etc.
16 – Como manter a clareza nas interfaces?
Manter a clareza na interface é a qualidade de não inserir “ruídos”.

Uma boa forma de manter a clareza é evitar elementos que não deixam claro sua função. O usuário deve precisar daquele elemento, ele não deve ser um entrave.

Elementos necessários são sucintos e fazem sentido.

Eu tenho um artigo e vídeo aqui no blog onde falo sobre Gestalt (clique aqui para conferir). Acredito que tal conteúdo possa te ajudar nessa tarefa.
17 – O que é Style Guide?

O Style Guide determina quais as regras e padrões devem ser utilizadas em um sistema. Serve como guia para que as equipes de trabalhos estejam alinhadas ao propósito do projeto e que o produto final tenha consistência.

Ele estabelece um padrão visual e gera todos componentes necessários para interface.

Como isso você estabelece o padrão visual de componentes como cores, tipografia, botões, navegação, listas, formulários, entre outros.
18 – Não tenho experiência de trabalho com UI Design. O que fazer para ser contratado?
Parece óbvio. Mas você deve obter experiência. Você deve correr atrás dela.

Não. Você não procurará emprego e muito menos deve se preocupar em ganhar muito dinheiro agora. Tudo que você tem que fazer é se cadastrar em plataformas de trabalhos freelance e se candidatar a jobs que correspondem ao seu nível de habilidade atual.

Ao acumular jobs concluídos você, além de conquistar experiência, poderá criar um portfólio. Se você não sabe como criar um portfólio clique neste link e conheça nossa guia para construir um.

Com um portfólio em mãos você tem como comprovar uma certa experiência para disputar vagas. Porém pode acontecer de você ter se dado bem como freelancer e conquistados contatos que não queira mais um emprego.
19 – É possível trabalhar remotamente como UI Designer?
Sim. O trabalho remoto vem cada vez mais sendo adotado por grandes e pequenas empresas. Existem empresas que são totalmente remotas.
20 – Vale a pena migrar do Design Gráfico para o UI Design?
Vale a pena se você se vê encantado pela possibilidade de gerar resultados planejando interfaces. Também vale a pena porque a média salarial e as possibilidade de ganhos, financeiros e profissionais, são maiores.

O Design Gráfico é sim uma área que desempenha um papel muito importante. Mas pode ser que você se sente desmotivado agora. Pode se algo passageiro. Entretanto se você anda flertando com novas tecnologias sugiro que pesquise bastante que nem você está fazendo agora.

Leia bastante sobre assunto e converse com profissionais da área para que você comece a fazer uma migração de forma tranquila se esta vier a ser sua vontade.
Considerações finais
Neste artigo procurei abordar questões relevantes e recorrentes sobre UI Design. Pode ser que alguma dúvida que você possui não tenha sido abordada. Por isso peço que você utilize a seção de comentários e compartilhe conosco o seu pensamento.

Espero que as respostas sirvam para te dar um norte e te direcione de forma positiva as suas decisões. UI Design é a uma área que está em expansão e que vem despertando grande interesse de contratantes por isso procurar informação é questão valiosa para que não exista decepções com as possíveis escolhas.

Espero que você tenha gostado do artigo!

Compartilhe com seus amigos que queiram conhecer um pouco mais sobre a área e deixe seu comentário também.

E não deixe de conhecer o nosso Curso UI EXPERT que é focado para você aprender do zero até ao avançado em UI Design e migrar para uma área que valoriza o design.

Forte abraço!

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O que faz um UI Designer? 20 perguntas e respostas sobre UI Design
Fonte: Chef of Design

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?

Eae, tudo bele?

Vamos falar sobre UX Design e UI Design. Essas duas áreas estão muito em alta e confundi-las é muito comum, principalmente para quem está iniciando. Por isso não fique acanhado caso você não saiba o que é ou as diferenças entre UX Design e UI Design.

Independente da nomenclatura, do nome, etc. O fato é que as duas áreas são importantes e as duas áreas tem grande sinergias. Apesar de diferentes e de tratarem de determinadas camadas dentro de um projeto, elas trabalham em conjunto.

E elas estão com bastante visibilidade ultimamente, principalmente porque designers e criativos em geral, enxergam nessas áreas possibilidades de melhores ganhos financeiros e reconhecimento profissional.

Por isso neste artigo vou passar para você o que é cada área, falar sobre as suas diferenças e também das coisas em comum que compartilham. Bele?

Nós aqui do Chief of Design temos o Curso UI EXPERT. Em nosso curso de UX/UI você aprende a criar interfaces digitais que proporcionam as melhores experiências aos usuários e que te trará maior visibilidade no mercado de trabalho.

Para saber mais sobre o Curso de UI Design, clique aqui, ou na imagem abaixo.

Então, vamos começar a brincadeira 😀

Neste artigo você vai aprender:

O que é UI Design.
O que é UX Design.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design.
Vídeo UX Design e UI Design.

O que UI Design?
UI Design significa User Interface Design (Design de Interface do Usuário).

UI é área do Design que elabora, cria e planeja  o meio pela qual uma pessoa (chamado normalmente de usuário) interage e controla um determinado dispositivo. Esse dispositivo pode ser um sistema, software, produto, serviço, aplicativo, etc.

Essa interação e controle são feitas através de um interface. Essa interface pode ser composta por botões, menus e qualquer elemento que possibilite a interação entre o usuário e o dispositivo.

Imagem ilustrativa de um UI Designer prototipando um projeto.Por MIND AND I /Shutterstock
Portanto o profissional UI Designer vai utilizar de conhecimentos de diversas disciplinas para criar essa interface.

E nós lidamos como interfaces a todo momento. Apesar de sempre associarmos interfaces a telas digitais, aplicativos mobiles e websites. Interfaces existem antes de tais tecnologias existirem.

Um exemplo clássico disso seria o controle de uma televisão. O controle de uma TV é por onde interagimos com a aparelho, determinando qual canal queremos sintonizar, qual o volume mais adequado entre tantas outras funções disponíveis através da interação que temos com o controle remoto.

E um bom projeto de Design de Interface do Usuário, independente se seja o controle de uma TV ou um aplicativo web, é projetado de forma a antecipar as reais necessidades de utilização do usuário.

Uma boa interface é simples de aprender e é fácil de usar. A ideia principal da interface é que o usuário consiga realizar o que ele pode, quer e espera realizar. Tudo isso de modo simples, fácil e com uma boa experiência, a chamada “user-friendly”, ou seja, experiência amigável. Sobre experiência, veremos mais a frente.

E sobre UI Design eu tenho outros artigos, mais detalhados, sobre o assunto. Também tenho uma playlist no Youtube. Por isso vou encerrar por aqui e deixar esses links para depois você continuar os estudos sobre UI Design.

Seguem os artigos:

O que é User Interface Design:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-design/

10 Princípios fundamentais de design para um UI Designer:

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-designer/

Web Design x UI Design

https://www.chiefofdesign.com.br/web-design-ou-ui-design/

Posto isso, agora vamos para o UX Design. A seguir falarei sobre UX Design antes de entendermos as diferenças entre eles. Vamos nessa?
O que é UX Design?
UX Design significa User Experience Design( Design de Experiência do Usuário).

UX lida com as emoções e experiências dos usuários. É parte do Design que pensa exclusivamente na relação do usuário com o produto ou serviço.

A meta do UX é  torna mais amigável ( olha o “user-friendly”, aqui de novo), natural e simples a experiência de uso de um determinado serviço ou produto.

Logo os UX Designers estudam e projetam com base no comportamento humano. E não só isso. Com base, essencialmente também, nos comportamentos do público usuário em questão.

Criativo Web Designer planejamento de aplicativos e desenvolvimento de layout modelo, quadro para o telefone móvel. Conceito de experiência do usuário (UX).Por MIND AND I /Shutterstock
O objetivo é oferecer um serviço que garanta uma boa experiência, gerando satisfação  e evitando frustrações no usuário. Projetar experiências que encantem e fidelizem clientes é o cenário mais do que ideal.

Portanto o UX Design está diretamente relacionado ao uso do serviço, a interação, e como isso afeta as emoções e experiências do usuário.

Existem um outro artigo onde falo um pouco mais sobre experiência do usuário. Você pode conferir clicando aqui.
Quais as diferenças entre UX Design e UI Design?
A principal diferença entre UX Design e UI Design no papel que cada um tem um projeto e como você já percebeu, apesar de UX Design e UI Design serem termos semelhantes, os significados são diferente.

O UI Design está mais conectado com camada física, tangível e prática do projeto. Afinal, a interface que será utilizada diretamente pelo usuário.

É nessa parte onde se cria e estiliza os botões, menus e todos os artefatos que tornaram possível essa utilização. E para isso o profissional UI Designer normalmente utiliza de ferramentas (quando falamos de interfaces digitais) como Sketch app, Adobe XD, Figma, entre outros.

Por outro lado, o UX Designer é profissional o que estuda e planeja como o usuário se sentirá ao usar interface. Então ao invés de focar na cor ou no formato do botão, ele irá pelo lado do projeto que pensa como serão as experiências e emoções ao interagir com aquela interface.

Tem sempre uma imagem que gosto de utiliza que mostra o UI Design como uma ponte que liga o que foi planejado pelo UX Design com o Usuário.

Então enquanto o UI Design cuida da interação da interface e usuário o UX Design cuida do lado emocional, sempre focando em como proporcionar a melhor experiência ao usuário.
Quais as semelhanças e sinergias entre UX Design e UI Design?
UI e UX Design tem muitas coisas em comum. Como diz a gíria do popular brasuca, “é tudo junto e misturado”.

É inconcebível pensar em um UI Designer projetar sem pensar na experiência do usuário, da mesma maneira não tem aplicar tudo que foi pensado no UX Design sem ajuda do UI. O UI design é o que torna viável essa experiências.

E podemos considerar a experiência do usuário como conjunto de fatores e o UI Design é um entre esses fatores.

Existe uma imagem desenvolvida por Dan Saffer (que apesar de ser de 2008 ainda é atual) que demonstra que UX  união de vários aspectos. Todos eles influenciarão e ajudarão a compor a experiência final do usuário.

Nele, inclusive, podemos ver outras áreas que são ligadas e estão relacionadas como Visual Design e Product Design.

Também temos o famoso guarda-chuva de UX que demonstra que UI é um fator para um projeto de UX Design.

Não tem como desligar as áreas. Até por isso os vários profissionais se apresentar como UX/UI Designer.

E também, mas metologias, tarefas e projetos como Design Sytem, Design Sprint e Design Thinking, ambos os lados podem participar e realizar em seus cotidianos.
Vídeo UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Para sintetizar tudo o que foi escrito neste artigo e também para acrescentar mais itens importantes a essa questão, que eu gravei um vídeo exclusivo sobre o assunto falando sobre UX Design e UI Design e qual é a diferença entre eles.

Sugiro fortemente que assista o vídeo, pois ele é um complemento valioso de tudo o que foi apresentado até aqui.

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse vídeo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse 😀

Espero que esse vídeo tenha sido útil para você.

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UX Design e UI Design – Qual a diferença entre eles?
Fonte: Chef of Design