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Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Um bom UI Design aumenta as chances de levar o usuário até o fechamento da venda / Autor: rupixen.com / Fonte: Unsplash.com

Eae, tudo bele?

Você conhece a importância do UI Design para seu e-commerce nichado?

Antes de falarmos sobre isso, vale a pena lembrar que UI Design é uma sigla em inglês para User Interface Design, que em português quer dizer Design de Interface do Usuário. 

Na realidade, o conceito basicamente se preocupa em facilitar a navegabilidade do usuário através dos botões – e outros fatores – disponíveis no site. 

Tá curioso para saber mais? Vamos nessa!

Neste artigo você vai aprender:

Importância de um bom UI DesignDicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Importância de um bom UI Design

Um bom projeto de UI Design vai permitir que o usuário navegue facilmente dentro do seu e-commerce. O projeto precisa pensar em botões que sejam intuitivos e conduzam sua audiência para seus produtos. Afinal, o objetivo final é transformar seus visitantes em clientes, não é mesmo?

A importância é bastante simples: um e-commerce organizado tem grande potencial de vender mais. Para isso, ele precisa garantir uma ótima acessibilidade,cuidar da usabilidade, proporcionar uma boa experiência de uso e ser responsivo e eficiente.

Um ponto importante também é ser honesto e evitar usos de más práticas como o uso indiscriminado de dark patterns. 

Dicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Não importa qual seja o seu negócio na vida real, a sua loja virtual precisa alinhar os objetivos de negócios com o os anseios do seus clientes. Para ficar mais fácil, vamos pensar em um exemplo, imagine que você possui um sex shop online, ok? (caso você não saiba, esse mercado é um dos que mais faturam todos os anos em todo o mundo).

O padrão importa: mantenha a consistência.

Diferente da leitura com livro, jornal e revista, na web as pessoas tendem a ler no formato de F. Isso quer dizer que a maioria dos usuários vai passar os olhos primeiramente no sentido horizontal, no topo do site. Depois, um pouco abaixo vai ler em horizontal novamente, sem ir até o fim da tela. Por fim, seguirá no sentido vertical na parte esquerda, formando um F com os olhos. 

Um e-commerce bem diagramado deve colocar o conteúdo mais importante dentro desse padrão. Nunca insira informações essenciais do seu sex shop online fora desse campo de visão. 

Ainda sobre padrão, aposte em um e-commerce organizado por categorias. Esse formato é chamado de breadcrumps. Ele simplifica a navegação, indica ao usuário onde ele está e o leva facilmente para onde deseja ir. Pensando no padrão F, você pode posicionar essas categorias no topo do site para a leitura da primeira linha horizontal. 

Outro ponto super importante é manter a consistência visual do design. Não crie variações desconexas entre uma página e outra. Mantenha uma padrão nos tamanhos dos textos, nas cores, no uso de grafismos e imagens, no posicionamentos, espaçamentos…Deixe o design consistente ao longo de toda a interface.

Diminua os esforços do seu usuário sempre que possível

Você precisa prever as possíveis ações do seu visitante e conduzi-lo para compra da forma mais fácil possível. Se ele está visitando seu e-commerce é porque deseja comprar acessórios eróticos para apimentar sua relação ou quem sabe utilizar sozinho.  

Quanto menos esforço ele precisar fazer, quanto menos botões encontrar em seu caminho e quanto mais curta e clara for a mensagem para chegar ao carrinho, mais chances você tem de vender. 

Imagine que ele tenha o interesse de comprar um vibrador, sendo esse um dos produtos mais vendidos, uma solução simples – mas efetiva – pode ser deixar todos os modelos acessíveis com apenas um clique na página principal do site. Lembra das categorias e do formato F? Você pode criar uma categoria inteira para diferentes vibradores ao alcance da primeira batida de olhos na tela.

Outro botão que merece sua atenção nesse aspecto é a barra de pesquisa. Posicione a ferramenta em um local facilmente visível e use cores que contrastem para chamar atenção. Visitantes que usam a barra de pesquisas são compradores em potencial, facilite o caminho até a compra. 

Crie CTAs atrativos

Call To Action (CTA) ou Chamada Para Ação são botões que convidam o usuário a tomar uma ação, bem como o nome sugere. Eles fazem uma diferença enorme nas taxas de conversão. Aposte em cores chamativas e use palavras imperativas, como “Compre agora com 1 clique”.

Um bom CTA precisa ser atrativo e se destacar dentro do site. Seu cliente pode adorar ver os brinquedos eróticos mais recentes, que tal criar um Call To Action “Veja as novidades mais quentes”?

O carrinho precisa ser alterado facilmente

A página do carrinho precisa ser editada facilmente, sem que para isso, o usuário precise voltar muitas etapas ou ficar abrindo novas abas. 

Pode ser que seu visitante – que está tentando se tornar um cliente – tenha se arrependido do vibrador que escolheu, ou quem sabe queira adicionar mais um do mesmo modelo. Um bom UI Design vai proporcionar alterações facilmente executáveis na página de check out, porém, mais do que isso, essas ações precisam ser intuitivas. 

Outro exemplo prático é permitir que o usuário calcule o frete sem dificuldade. Não há nada mais desestimulador do que tentar concluir a compra e não conseguir saber o preço total incluindo o valor do frete ou quantos dias o seu vibrador levará para chegar na sua casa em poucos cliques. 

Ele não deve perceber a facilidade, e sim não sentir dificuldade em realizar ações que deveriam ser simples. 

Uma página de check out simples tem mais chances de ser concluída com sucesso / Autor: PhotoMIX Company / Fonte: Pexels.com

Seja claro, criativo e amigável na sua linguagem

Para se comunicar com eficiência você precisa entender seu visitante e usar a linguagem que ele utiliza. Se ele está comprando on-line pode ser que tenha vergonha de comprar produtos eróticos. Então imagina receber uma encomenda na portaria do prédio com o selo da sua loja? 

Nesse caso, é importante entender suas necessidades e oferecer discrição e segurança na entrega. E para isso, você precisa comunicar isso de forma clara, amigável e criativa na sua página. Quando você compra em uma loja física nota a qualidade do atendimento. No e-commerce não é diferente. 

O UI Design coloca em prática as ações planejadas para melhor experiência do usuário. 

Considerações Finais.

Desenvolver uma boa interface de e-commerce é um desafio. Existe muito conteúdo e ações para serem pensadas, organizadas e planejadas a fim de encontrar a convergência ideal entre as questões de negócios e os desejos dos usuários.

É óbvio que este artigo não tem a pretensão de ser o manual que explica sobre todos os vários aspectos que compõem um projeto dessa magnitude, mas as dicas expressas aqui com certeza vão ajudar a sua loja virtual a chegar mais perto do patamar ideal.

Se você tiver mais alguma dica ou sugestão, deixe nos comentários a sua opinão.Até mais.Forte abraço.
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Fonte: Chef of Design

O que é Visual Design?

O que é Visual Design?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai saber o que é Visual Design. Esse termo ganhou força recentemente entre designers e não é raro você encontrar vagas e profissionais se categorizando com esse nome.

Fora do Brasil, também vejo muitos conteúdos que utilizam o termo Visual Design para se referir a uma parte específica do design, apesar de sabermos que design não se limita apenas a parte estética e visual.

Então vamos entender nesse conteúdo o que é Design Visual, de onde ele vem e a relação com outras áreas do design.

Neste artigo você vai aprender:

O que é o Visual Design?De onde vem o termo o Design Visual?Fundamentos do Design VisualImportância do Visual Design para empresasFormação em Design Visual

O que é o Visual Design?

O Design Visual ou Visual Design é um ramo do design que se debruça ao estudo da comunicação visual. Para tanto, um bom profissional da área precisará ter expertise no manuseio dos softwares gráficos (como Adobe Photoshop, Adobe Ilustrator, Figma, entre várias outros) mas também, e principalmente, deverá conhecer os fundamentos do Design Visual, como tipografia, cores, gestalt, grid, semiótica, entre outros.

Vale ressaltar que não existe um consenso normativo sobre essa área ou termo, na verdade, se pararmos para analisar, o termo em si diz respeito ao trato da programação visual, portanto, um profissional de outras áreas do design, tais como o design gráfico, poderiam se enquadrar nesse como Visual Designer.Isso porque ambas as áreas dizem respeito a comunicação visual e utilizam de elementos visuais, tais como signos,imagens, gráficos, dentre outros recursos, que juntos, compõem um projeto de comunicar uma ideia e conceito

Apesar disso, trata-se sim de uma criação sistematizada, onde é possível observar um projeto de design com as etapas de planejamento, a pesquisa, as soluções, as prototipações, etc.

De onde vem o termo o Design Visual?

Diferentemente de outras áreas e termos do design, o Visual Design é uma terminologia que não se tem muitos estudos sobre como e onde surgiu, porém, sabe-se que se trata de uma nova terminologia que começou a ganhar força na mesma época que o UX e UI design, talvez, justamente para diferenciar e segmentar as camadas do design dentro de um projeto de um produto digital.

Basicamente o termo em si diz respeito ao design gráfico, só que voltado a produtos digitais. Ele seria mais uma etapa dentro de um projeto de digital, onde temos várias etapas no processo.

Desse modo, de forma resumida e prática, esse novo termo foi,ou é, uma alternativa para Designers gráfico se realocarem ou prospectarem novas oportunidades no mercado criativo, principalmente no digital.

É importante ressaltar que além desses sentidos associados ao termo, a expressão em si pode ganhar novos sentidos a partir do uso e de quem usa, por exemplo:

Existem designers que utilizam o termo com o objetivo de mostrarem que são designers especializados em design visual e estética, enquanto outros utilizam para se referir a uma forma mais abrangente, ou seja, que podem fazer design gráfico, mas também web design, ui design e outras coisas dentro do campo do design visual.

Pelo que vi, li e pesquisei, vejo que não existe um consenso e cada um acaba utilizando com um significado diferente.

Fundamentos do Design Visual

Os Fundamentos do Design Visual são um conjunto de conhecimentos essenciais para quem trabalha com comunicação visual e que podem ser utilizados em qualquer segmentação do design, como por exemplo, na web, etc.

Entendendo isso, você precisará aprender sobre várias coisas, já que trata-se de uma área multidisciplinar. Podemos listar algumas mais técnicas como por exemplo:

formas;imagens;texturas;composição;cores;tipografia;gestalt;grids, entre outros.

Para aprender sobre esses assunto e aprimorar a sua parte conceitual, nós temos o curso Fundamentos do Design Visual. Nesse curso você terá aulas que te proporcionaram uma base essencial para atuar com Design Visual. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS.

Importância do Visual Design para empresas

O Visual Design é um segmento do design que pode ser aplicado em diversas áreas. Sendo assim, pensando no uso para empresas, a sua principal contribuição é uma melhor composição visual de produtos, serviços e da identidade da empresa.

Para isso é preciso ter um profissional que ajude a sistematizar, concatenar e ajustar os elementos visuais com os propósitos da marca ou produto.

Manter uma estética agradável, uma identidade visual, e coerência visual é de extrema importância para qualquer negócio. Isso porque você consegue comunicar a ideia principal de uma empresa, e conectar, de forma natural, o público a sua marca.

Formação em Design Visual?

Se você ficou interessado no Design Visual, e está querendo seguir profissionalmente essa área, você tem duas opções: a primeira é realizar uma graduação na área, e a segunda é se especializar nesse seguimento por meio de cursos oferecidos on-line e offline.

São poucas as graduações que utilizam o termo de Visual Design. Por isso um caminho é fazer uma faculdade de design ou curso de design gráfico.

Já o outro caminho, de cursos livres, pode ser feito tanto com ou sem faculdade. Aqui você tem as opções de cursos mais curtos e diretos, porém sem o mesmo peso acadêmico do que o anterior. Você também pode fazer uma faculdade e depois tentar fazer um curso focado em Design Visual para se especializar.

É válido ressaltar que optando por essa alternativa, a experiência será sua principal aliada.

Vídeo – O que é Design Visual?

Para complementar o conteúdo deste artigo e explicar com mais detalhes determinadas partes, segue o vídeo que gravei para o meu canal no youtube sobre Visual Design. Assista abaixo:

Considerações Finais

Como vimos ao longo do conteúdo, Design Visual nada mais é que comunicação visual e essa matéria já era tratada por outras áreas do design muito antes do surgimento ou fortalecimento desse termo.

Apesar de não ser errado utilizar o termo Visual Design, você como Designer deve saber que trata-se apenas mais de um termo que é usado para categorizar e até mesmo uma tentativa de valorizar o trabalho de um designer que trabalha com programação visual.

Independente de termos, nomes e novas definições que possam surgir, penso que o mais importante é você pensar em design de forma mais ampla e nunca resuma design apanas ao visual, apesar de ser uma parte intrínseca e importante dentro de um projeto.Seja designer sempre se mantendo atualizado e aberto a novos conhecimentos, você sempre terá que estudar bastante sobre vários assuntos, já que é uma área multidisciplinar.

E você já sabia o que era Visual Design? Tem algum comentário ou susgestão?Deixe abaixo o seu comentário ou dúvida.

Forte abraço.

Até mais.
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O que é Visual Design?
Fonte: Chef of Design

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

Eae, tudo bele?Neste artigo vamos falar sobre o que é, e o que faz um Product Designer. Você provavelmente chegou até aqui, para entender mais sobre Product Design e neste artigo irei te explicar sobre área, e sobre exatamente o que faz um Product Designer e quais são as habilidades necessárias para ser um.

E já te antemão, mais uma informação importante!

Não se trata de uma profissão nova! Apesar ser recente, o uso do termo Product Designer (se você tem uma conta no Linkedin, você deve saber disso), trata-se de uma profissão que já existe desde a Revolução Industrial.

Fique até o final deste artigo para que você consiga entender exatamente tudo o que compreende o trabalho de um Product Designer.

O que é Product Design?Quais são as etapas da criação de um produto?O que faz um Product Designer?Onde estudar Product Design?Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?Vídeo – O que faz um Product Designer?

O que é Product Design?

Product Design, em tradução literal, significa Design de Produto. E como talvez você já saiba, design de produto não é algo super, mega novo. Aqui no Brasil era utilizado o termo Design Industrial para se referir a essa área.

E é fundamental entendermos como surgiu um termo, e para isso recorrermos à história. Vale a pena nos atentarmos há alguns aspectos da história do design.

O design, como um todo, teve o inicio a partir da revolução industrial. A criação de produtos que era de forma artesanal passou a ser produzido em série proporcionando que a criação de produtos tivessem processos de produção industriais.

Um dos primeiros registros de um design, e de um Product Designer é de Michael Thonet (1796-1971), grande produtor de móveis e máquinas industriais alemãs dando destaque a sua criação: a máquina de fabricar móveis de madeira curvada, sendo um de seus projetos mais conhecidos a cadeira Bentwood.

Poderíamos citar vários designers ao longo do tempo que trabalhavam como product design mesmo antes da internet. Como nos trabalho do Designer Alemão Dieter Rams, do Designer da Apple Jonthan Ive e do casal de designers Charles e Ray Eames. Sem falar que também encontramos muito sobre design de produto na maior escola de Design que já tivemos: a Bauhaus.

Tudo isso nos mostra que o Product Design já existia antes da era digital. O termo ganhou força, e inclusive sendo usado apenas em inglês, por causa dos produtos digitais que temos nos dias atuais. Então denominou-se, por convenção, utilizar o termo Product Design quando se trata também de produtos digitais.

Quais são as etapas da criação de um produto?

A seguir veremos um exemplo de processo simples de criação de um produto. Essas etapas são comuns, mas isso não significa que precisam ser seguidas a risca ou que todo o projeto necessitam tê-las exatamente da forma como será explicado aqui.

Etapa 1: Entendimento

É de fundamental importância saber o que é a persona, para qual se destina o produto que irá ser desenvolvido. Caso você não saiba o que é uma persona, irei dar uma breve explicação. 

Trata-se de um indivíduo fictício, que representa o seu cliente ideal. A persona tem nome, desejos, dificuldades, dores, planos, sonhos, dúvidas, hobbies e etc. Ou seja, é uma variável muito mais detalhada que o tão conhecido público-alvo. 

Por que um Product Design deve se preocupar com isso? O motivo é simples! Se você busca criar um produto que vá agradar o cliente final, que vai atender as necessidades dessa pessoa, é fundamental partir de uma persona bem feita.

Etapa 2: Ideação

Depois que você já definiu a persona, já conseguiu entender as dores, os planos, os objetivos e todas as demais característica do seu cliente ideal. Chegou a hora de criar o máximo de hipóteses que você puder.

É o momento de idealizar como será o produto que a persona irá receber.

Etapa 3: Definição

Agora que você já fez o seu brainstorming, é necessário escolher as melhores ideias que você teve, para conseguir definir a melhor hipótese para o projeto e assim ter um protótipo, que será usado na próxima etapa.

Etapa 4: Prototipação

Aqui é o momento em que o Product Design crie um protótipo do produto, para testar as hipóteses que você levantadas e escolhidas na etapa anterior. Mas cabe lembrar que não se pode perder muito tempo nessa etapa.

Afinal de contas é um protótipo e não o produto final.

Etapa 5: Validação

Quinta e última etapa! Agora é hora de pegar seu protótipo e validar. Lembra do trabalho realizado na primeira etapa? Então, agora é o momento de pegar sua persona e buscar pessoas que se enquadrem nela. 

Essas pessoas irão testar o produto de forma a validar todo o projeto. Cabe observar que se a primeira etapa não foi executada com maestria, inevitavelmente a etapa de validação será um fracasso.

O que faz um Product Designer?.

O Designer de produto nada mais é do que a pessoa que concebe a criação de um produto, seja ele físico ou digital, participando de todo o processo.

Ele (o Product Designer ou Designer de Produto) tem como função criar um produto ou resolver um problema, utilizando uma abordagem, e se engajando nessa construção desde o início. Os passos utilizados são muito semelhantes aos citados em Design Thinking (Entendimento, Definição, Ideação, Prototipação e Teste).

O Product Designer não necessariamente vai trabalhar com pixels, diretamente com softwares gráficos. Ele é uma espécie de gestor das etapas fundamentais na criação de um produto.

Basicamente o Designer de Produto trabalha de forma mais generalista, preocupado com as etapas da criação de um produto. É necessário que cada uma dessas etapas seja executada de forma excelente, para o final do processo seja positivo.

Imagine que um Designer de Produto seja como um maestro de uma orquestra. Não será que tocará os instrumentos do concerto, mas ele sabe como cada um funciona e dirige para quais melodias onde eles devem ir, como eles devem soar. Um Product Designer funciona mais ou menos assim.

Claro que em muitos caso, principalmente em projetos menores, um Product Designer pode fazer todo o processo, desde a ideação até a parte prática, porém dificilmente, principalmente em projetos digitais, ele estará sozinho, pois estará dentro de um equipe, comumente, multidisciplinar que ajudará no processo de concepção do projeto.

Portanto, um designer especializado nessa área deve ter uma visão holística de todo o processo de criação, desde a criação até questões como custos de manutenção, operação, industrialização, desenvolvimento e entrega. Ele também precisa saber ouvir e acolher os feedbacks que os usuários podem dar sobre o produto.

É válido ressaltar, mais uma vez, que grande parte dos produtos advindos desse ramo do design, atualmente, são em sua maioria digitais. Dessa forma, há uma diferenciação entre o design de produtos e as demais áreas como UX e UI Design. Essa diferença está justamente em acompanhar todo o projeto, do início ao fim, e o produto final em si, já que ambas as áreas possuem habilidades parecidas.

Onde estudar Product Design?

Infelizmente, atualmente não existe uma faculdade específica para se tornar um Product Designer, no que se refere a produtos digitais.

Antigamente as universidades voltadas para o design, o curso se denominava Desenho (Design) Industrial, que era específica para produtos físicos e industriais.Também encontramos faculdades de Design onde eram cursadas disciplinas comuns nos 3 primeiros anos, e em seguida, o estudante deveria optar por design gráfico ou design de produtos físicos.

Hoje, existe a faculdade de Design, mas ela não busca profissionalizar alguém para a área específica de Product Design. Por isso, muitos dos designers de produtos conhecidos migraram de outras áreas, como UX e UI.

Portanto fazer uma faculdade de Design vai te ajudar se capacitar, assim como fazer outros cursos, porém você vai precisar continuar prosseguindo com os estudos e especializar em Product Design.

Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?

Como vimos, o designer de produtos é alguém que transita por outras áreas do design, então ele trabalha desde a criação de produtos até a pesquisa com usuários e análise de dados.

Além da formação, um bom designer de produtos dever ter as seguintes habilidades:

Visão holística sobre um projeto de design;Visão macro sobre fatores internos e externos;Conhecimentos gerais em design e processo de design;Alinhamento e estratégia de negócios;Design de serviço;IA (Arquitetura da informação).UI Design (Design de Interface)IxD Design (Design de Interação)UX, ou seja, entendimento do público, sabendo o que usuário necessita e deseja.Design visual.

Vale ressaltar que ele não precisa ser especialista em todas elas, mas deve sim ter conhecimento para saber gerenciar as pessoas dessas áreas (como citado no exemplo do maestro).

Portanto, esse profissional deve saber liderar grupos, administrar bem o tempo, os recursos e as atividades, e conseguir ter uma boa interação com pessoas.

Não basta o Product Designer dominar questões técnicas específicas de sua formação. É necessário que ele desenvolva competências acessórias, ou seja, habilidades extras que serão cruciais no processo de criação e inovação de um projeto.

Abaixo vou explicar as principais competências para atuar na área de Product Design, mas que talvez você nem imaginava:

Liderança

O Product Designer precisa ser um líder, ainda que não esteja formalmente como líder de uma equipe. Uma das características desse profissional é conseguir com que as pessoas façam o que for necessário para o alcance de um objetivo.

Ou seja, para que uma equipe consiga trabalhar junto em um projeto é importante que todos entendam a importância desse projeto e isso o líder consegue fazer, através do uso da empatia.  

Gestão de processos

Se o Product Designer não consegue gerir o processo de criação e inovação de um produto, ele corre o grande risco de não ter sucesso em seus projetos. Uma vez que cada etapa é essencial. 

Alinhamento e estratégia de negócios

Todo produto que é gerado precisa satisfazer o cliente e também as questões de negócios da empresa. Por isso, o Designer de produto precisa estar alinhado com as estratégias da empresa para que ele possa criar algo útil para os usuários, mas também algo que venda, algo que gere algum bem, seja ela financeira ou não, para a empresa.

Inovação e criatividade

Pode parecer algo básico, mas é importante reforçar que um Product Designer trabalha com inovação e por isso ele necessita utilizar da criatividade para propor novas soluções e criar novos produtos.

Vale ressaltar, que inovação não está ligado necessariamente a criação de novos produtos, ou seja, inovar é tornar uma ideia possível e essa ideia pode ser uma melhoria, uma atualização, uma nova visão sobre algo que já existe.

Trata-se de tirar do campo das ideias algo útil e que vai solucionar o problema, seja com a criação de algo novo ou com uma proposta de alguma melhoria, por exemplo.. É isso que um Product Design precisa ser, pois não adianta pensar numa ideia, é preciso torná-la possível.

Vídeo – O que é O que é Product Designer?  

Para complementar e acrescentar mais informações a todo o conteúdo apresentado aqui, eu deixo um vídeo que gravei para falar especificamente sobre o que é e o que faz um Product Designer. Assista abaixo o vídeo para aprender mais.

Considerações finais

A profissão de Product Designer ou Designer de Produto, se pensarmos um pouco e analisando tudo o que foi dito aqui, não é algo novíssimo como às vezes se coloca, talvez apenas o termo estrangeiro que passou a ser mais usado por nós brasileiros.

E por mais que tenhamos agora produtos digitais, que esses sim é um fato mais recente em nossa história, basta olhar para trás e ver que possuímos diversos produtos que foram criados por designers de produtos, tais como câmeras, cadeiras, micro-ondas e mais uma infinidade de objetos que utilizamos no dia a dia.

Por isso, se você quer ser Product Designer, estude um pouco sobre história e tudo que cerca, mesmo antes da era digital, essa ofício. Para ser um profissional de Design de Produto é preciso não se fechar em apenas uma única área do design ou do conhecimento. Além de dominar a sua área, também entender de outras áreas e assuntos, porque um Designer de Produtos é um profissional multidisciplinar e disso não tem como escapar.

E você já atua ou pretender ser um Prodcut Designer?

Aproveite o espaço abaixo para deixar o seu comentário.

Até mais.

Forte abraço.

Referências

UILAB. Product designer: quem é e o que faz? Disponível em: https://medium.com/ui-lab-school/product-designer-quem-%C3%A9-e-o-que-faz-64be9cd88358. Acesso em: 7 abr. 2020.

O que é Product Designer?  https://www.youtube.com/watch?v=ZUuiGwre0N0
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O que é Product Design? O que faz um Product Designer?
Fonte: Chef of Design

O que é Design System?

O que é Design System?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai aprender o que é e a importância do Design System em um projeto de design que visa manter a consistência visual e de interação de uma organização.

O termo Design System vem ganhando cada vez mais notoriedade, principalmente graças aos produtos digitais que vem sendo criados nesse cenário tecnológico que vivemos.

Antes de começar, quero salientar que este artigo não tem a pretensão de definir ou determinar todos os aspectos de um Design System, já que se trata de um complexo trabalho de design e que pode sim ter variações e abordagens diferentes dependendo da forma de pensar e de criá-lo.

A ideia aqui é te apresentar para que você aprenda sobre o que é, para que depois você mesmo possa continuar estudando, fazer seus experimentos e testar as suas decisões de design, ok?

Portanto, neste artigo você aprenderá sobre:

O que é Design System.Como surgiu o Design System Quando construir um Design SystemO Design System e Atomic DesignA diferença entre Design System e Style GuideOs elementos que compõem um Design System

O que é um Design System?

Design System – ou sistema de design – trata-se de um conjunto de padrões de componentes de design elaborados a fim de manter a consistência visual e funcional de um certo produto, sistema ou organização.

Um exemplo clássico para se explicar o Design System é pensar em peças do brinque Lego.

Seguindo essa analogia, imagina esse sistema de design, como um conjunto de pecinhas padronizadas, que seguem a mesma consistência de design. Cada pecinha poderia ser considerada um componente.

Mas não para por aí. As peças de lego (ou componentes) já estão predefinidas, você precisa apenas selecionar as que você precisa e montá-las dentro de um padrão. Esses componentes podem se relacionar, se juntando e criando a partir disso novos componentes. E esses novos componentes por sua vez poderiam se juntar com outros e assim por diante.

Outro exemplo que temos, e que lidamos no dia a dia, são alguns softwares, como o Microsoft Office e o Creative Cloud Adobe. Essas famílias de programas seguem uma linha visual e todos estão dentro de uma consistência de visual e funcional, por exemplo, desde o visual até atalhos pré-definidos por seus criadores .

Independente de quando você adquiriu o programa ou de que país seja ou de que língua você fale, esses padrões serão os mesmo para cada ferramenta. Isso facilita bastante a vida de quem vai utilizar esses programas, pois possibilita a uma coerência de uso e estética.

Com isso essa famílias formam um padrão que facilita a execução de tarefas, além de tornar o sistema atrativo e organizado visualmente.

Uma frase muito famosa dita por Nathan Curtis sobre o assunto é que “o Design System é um produto servindo outros produtos”.

Portanto o Design System é um projeto de design que abastece outros projetos visando sempre manter a consistência de design e proporcionando mais rapidez para as equipes de design e de tecnologia criarem os projetos ou protótipos. O Design System é um documento de extrema importância para empresas que querem uma maior integração de suas ideias no desenvolvimento de produtos.

Como surgiu o Design System?

Não se tem uma definição fechada do que seja o Design System, porém sabe-se que não se trata de um conceito tão inovador como se vende. Ao longo da história encontramos projetos de sistemas de design.

Se você procurar sobre a escola alemã “Bahaus”, se estudar os manuais de marca de projetos do grande Designer Gráfico brasileiro Alexandre Wollner, se olhar o projeto para as olimpíadas de Munich de 1972, Otl Aicher , ou analisar o projeto de design do metrô de Nova York…Entre tantos outros exemplos que temos por aí… Você encontrará Design System, ou seja, algo que foi planejado de forma pragmática, calculada afim de manter uma consistência visual.

A demanda por produtos bem construídos, marcas consolidadas e design cada vez mais inovadores fez com que os grandes designers buscassem automatizar o máximo possível sem perder a consistência de design em grandes projetos.

E nos dias atuais, com o avanço da tecnologia, e o advento de produtos digitais, o ramo tecnológico precisou se adaptar e começou a utilizar cada vez mais o Design System.

O Design System e Atomic Design

O Design System conversa muito com outra abordagem de design que é conhecido como Atomic Design (design atômico). O Atomic Design, como o próprio nome já nos indica, utiliza de uma analogia entre elementos e componentes de um projeto de design com o comportamento dos átomos, moléculas e organismos.

Portanto, assim como vimos no exemplo do brinquedo lego, aqui lidamos com os componentes de forma crescente, saindo do menor para o maior. Portanto temos dentro dessa ordem os átomos, moléculas, organismos, templates e páginas (como visto na imagem dentro deste tópico).

Átomos: aqui podemos incluir ícones, botões, cores, imagens, tipografia etc.Moléculas: aqui seria o resultado da interação dos itens pertencentes a categoria átomos. Então poderíamos citar como exemplo uma sidebar, um card, uma barra de menu.Organismos: aqui se enquadra os resultados da interação das moléculas, como exemplo podemos citar um header de um site, que contém um menu e outros ícones.Templates: aqui seria o resultado da interação de todos os componentes citados anteriormente, montando um produto modelo que pode ser utilizado por qualquer pessoa, sofrendo alguns ajustes.Páginas: já essa etapa seria mais próximo do produto pronto final, sendo o mais completo do que um template

Essa forma de lidar com os elementos do design, dentro de um projeto, trata-se de uma metodologia estruturada, racional e lógica de dar função e forma ao projetos, com base conceitual e de forma relativamente simples de entender.

O pensamento do Atomic Design encaixa bem com o que se propõe quando estamos criando um Design System. Por isso, um bom caminho para iniciar um sistema de design é justamente começar estudando sobre design atômico.

Quando construir um Design System?

Imagine que uma empresa sempre está modificando seus times, seja demitindo ou contratando novas pessoas. Imagine também que sempre que novas pessoas aparecem, também surgem novas ideias e palpites acerca de um projeto.

Muita das vezes essas ideias que surgem, já foram discutidas e definidas; mas com a correria da rotina e a falta de um documento contendo essas informações, um membro do time de design – por exemplo – irá gastar mais tempo testando novas ideias, que talvez nem tenha coerência com o projeto. Para evitar situações como essas, é necessário ter um bom Sistema de Design.

Outro ponto que já citamos aqui no artigo é para manter uma consistência e coerência de design, seja visual, funcional e até mesmo de padrões de códigos. A ideia é manter um organismo homogêneo, mesmo ele sendo composto por elementos diferentes.

Portanto a construção do Design System é ideal para projetos maiores, onde existem vários produtos ou pontos de contato com a marca e é preciso evitar uma incoerência visual. Também quando envolvem várias profissionais e é preciso criar uma padronização para ser seguida pela equipe.

Por demandar mais tempo e estudo, para projetos menores é mais provável que um Style Guide (guia de estilo) já seja o suficiente.

A diferença entre Design System e Style Guide

Ao estudar o design, nos deparamos com o Style Guide, que é facilmente confundido com o Design System. Na prática, o Style Guide também compõe com informações dentro do Design System.

O Style Guide ou Guia de estilo é um sistema de organização menor e mais restrito para a parte visual que o Design System. Isso porque ele é responsável por criar um estilo de trabalho de um produto, permitindo que apenas os designers e criadores entendam o que está acontecendo.

É como se o Style Guide fosse uma fatia e o Design System uma pizzainteira. O Sistema de Design é um apanhado de informações de várias áreas do design, como o Motion, UI e até códigos de programação.

A ideia é que o Design System seja um documento que garanta uma melhor consistência nos projetos, produtos e que dialogue com todas as áreas envolvidas, não somente a identidade visual ou com características visuais.

Os elementos que compõem um Design System

Como dito anteriormente, o sistema de design é como se fosse uma pizza e cada fatia é um setor que agrega informações. Sendo assim, é essencial que o Design System possua:

Objetivos e valores

Antes de pensar em grid, tipografia e cores precisamos pensar nos objetivos e valores da empresa. Esses fundamentos guiarão todas as escolhas feitas, evitando projetos sem coesão com os princípios da instituição.

Guia de Estilo

Aqui os designers irão pensar na identidade visual, seguindo os objetivos e valores. Um guia de estilo é fundamental para definir os princípios de design, identidade da marca, cores, tipografia, etc. Esse é o momento de definir diretrizes, para que todos os designers envolvidos usem as combinações estabelecidas.

Em um primeiro momento, isso pode soar como se precisasse seguir rigidamente regras determinadas e deixar de fora a criatividade dos designers. Pode ter certeza que a criatividade não ficará de fora.

Na verdade quando esses elementos visuais são definidos, a criatividade será utilizada para definir combinações e como será usado as cores, ilustrações, ícones, tipografias, animações – por exemplo – criando, assim, uma identidade visual coesa.

Biblioteca de componentes e padrões

Após ter estabelecido a identidade visual, é hora de definir como será construído esse projeto e, nesse momento, uma biblioteca de componentes e padrões podem ajudar.

Na prática, uma biblioteca de componentes e padrões são elementos que serão utilizados no desenvolvimento de um produto. Imagine que você precise de um componente para criar um site, por exemplo, e lembra especificamente de um que utilizou em projetos anteriores. Até você procurar os projetos que ele foi utilizado, observar como ele se comporta, custaria um tempo precioso dentro do seu prazo.

Para aumentar sua produtividade, uma boa solução é ter em mãos todos oscomponentes e padrões que serão utilizados na construção do seu produto. Para criar essa biblioteca podem entrar desenvolvedores e UI Designers.

Os componentes e padrões são essenciais na construção do sistema e em como ele irá funcionar. Ui/Web kit: esses seriam um kit desses componentes citados acima, interligados, formando um template construídos com base nos componentes do sistema.

Portanto, estamos falando sobre UI kit, que seria um kit de componentes de UI Design citados acima, e também estamos falando sobre os estados dos componentes que aqui é relativo ao estado dos componentes citados, se estão ativos, se são o padrão, se estão inativos, dentre outros.

Ao criar uma biblioteca com esses elementos, você irá garantir uma experiênciaconsistente no seu produto. Não acaba por aqui, você pode adicionar mais informações que achar necessário.

Isto é somente um pontapé inicial, ajudando a condensar todas as ideias, princípios e valores da empresa em todos os seus produtos.

Códigos

Dependendo do projeto podemos incluir padrões de códigos, como nome de classes, ids, indentação, formatação e organização. Um projeto de um sistema de design pode lidar com a integração entre design e a parte de desenvolvimento front-end.

É super importante, quando há a necessidade, que a integração entre as áreas para que o Design System funcione como o esperado. Apesar do nome (Design System) poder lembrar em um primeiro momento apenas a questão visual, design não se trata apenas disso e questão funcional também é importante.

Você pode conferir alguns exemplos de Design System disponíveis na internet no site Adele UX Pin.

Vídeo – O que é Design System

Para complementar esse artigo eu gravei um vídeo para explicar de forma mais didática e também para complementar o que foi dito neste artigo. Então, confira o vídeo abaixo e complemente os seus estudos sobre Design System.

Considerações Finais

Percebemos que o Design System é uma forma de
organização para grandes empresas que não é novidade. Novidade mesmo é sua
forma de uso na atualidade, aplicada a produtos digitais.

O uso desse sistema traz inúmeros benefícios para o produto, bem como para a equipe engajada no projeto, permitindo que todos contribuam para o produto final, mesmo tendo visões e profissões diversas, mantendo a consistência do projeto.

Por isso, o Design System possui inúmeros benefícios, tais como dinamicidade, fácil atualização, redução de custos e de tempo de trabalho, otimização de tarefas e da força de trabalho, dentre outros.

Você já criou o particiou de um projeto de design ssytem? Qual a sua opinião sobre o assunto? Você pode deixar aqui nos comentários a sua dúvida ou relato sobre.

Até mais.

Forte abraço.

Fontes:

Diego Prado – Design Systems: organização e escalabilidade para design e desenvolvimento: https://medium.com/trinca137/design-systems-organiza%C3%A7%C3%A3o-e-escalabilidade-para-design-e-desenvolvimento-6a0a4d8780b

Ux Collective Br – Entendendo Design Systems : https://brasil.uxdesign.cc/entendendo-design-system-f375bbb6f704
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O que é Design System?
Fonte: Chef of Design

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre Design thinking?

Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o termo, principalmente se você atua em um mercado criativo.

Neste artigo trago a ponta do iceberg de conhecimento sobre o Design Thinking, para você entender um pouco mais do seu conceito, para que serve e uma das maneiras de utilizá-lo, a fim que você inicie os estudos e dê os primeiros passos nessa abordagem e modelo de pensar o design.

O Design Thinking pode proporcionar uma abordagem capaz de combinar empatia com o usuário, dentro do contexto de um problema, com questões de negócios e de tecnologia.

Por tudo isso que neste artigo vamos falar sobre o famoso Design Thinking. Preparado? Vamos nessa?

Neste artigo você vai aprender:

Como surgiu o termo Design Thinking? O que é e para que serve o Design Thinking? Os 3 Pilares da abordagem 5 passos essenciais do Design Thinking

Como surgiu o termo Design Thinking?

Apesar do termo ter ganho popularidade nos anos 2000, a sua origem, mesmo que ainda não tivesse o nome design thinking, começou muito antes, entre as décadas de 1950 e 1960. É possível encontrar trabalhos de vários designers e profissionais de outras áreas que contribuíram para o design thinking como o conhecemos hoje. Nomes como Buckminister Fuller, Herbert Simon, Victor Papanek, Horst Rittel e Melvin M. Webber, entre outros, foram importantes para o “pensar design”.

“Um designer é uma síntese emergente de um artista, inventor, mecânico, economista objetivo e estrategista evolucionário.” Buckminister Fuller

O Design Thinking como ficou mais conhecido e aplicado em diferentes empresas e projetos, foi cunhado por Tim Brown e David Kelley, ambos designers e fundadores da empresa IDEO (empresa internacional de design e consultoria em inovação), onde eles começaram a aplicar essa nova abordagem, já em 1991.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas, desde antropologia até administração de negócios, para estudar design thinking.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a efetiva prática do design, a ideia era criar times multidisciplinares para aumentar e qualificar as suas equipes e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso eles conseguiram disseminar essa abordagem. Termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas. Programas educacionais foram lançados, como na d.school e também em outras universidades prestigiadas de todo o mundo.

Além desses programas educacionais, existem dois livros que são os pilares dessa abordagem e que foram os grandes agentes da popularização do termo. São eles:

Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation.

E o livro Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brown.

Essas duas obras são responsáveis por explicitar mais a abordagem, e fundamentar alguns conceitos ligados à área da tecnologia e do design.

O que é e para que serve o Design Thinking?

Se você é da área do design, seja qual for o seu segmento (design gráfico, web design, ui design, product designer), provavelmente já deve ter escutado esse termo, seja em workshops, palestras ou cursos… Mas afinal, o que é esse tal Design Thinking?

De acordo com o livro do próprio Tim Brown, esse não deve ser entendido como uma metodologia, e sim como uma abordagem, ou seja, uma forma de agir e de enxergar o design.

Dessa maneira, essa
abordagem se diferencia das demais porque não está focada simplesmente no
processo de criação e no retorno do mercado, mas também, e principalmente, está
preocupado no ser humano, ou seja, no usuário. Por esse motivo, leva em
consideração as questões do público, do negócio e da tecnologia.

Sendo assim, esse tipo de abordagem pode ajudar ao designer, ou quem estiver aplicando essa abordagem, a resolver problemas para criar produtos, por exemplo, focando nas pessoas, além de outros problemas, como problemas de comunicação visual, de acesso, de usabilidade, de proposta de valores para melhorar situações e status.

Mas engana-se quem acha que esse design é utilizado somente no design propriamente dito! O Design Thinking pode ser aproveitado no âmbito empresarial, organizacional etc.

É muito comum vermos pessoas que não são designers falarem sobre Design Thinking, por não se trata apenas de design, e muito menos de design visual, e sim de uma forma de pensar e abordar os problemas, seja eles de um projeto de design ou não.

A abordagem Design Thinking utiliza de uma visão sistemática de um projeto levando em consideração 3 pontos fundamentais que são: desejabilidade, tecnicalidade e viabilidade.

Desejabilidade

Trata-se de quanto o usuários querem aquilo e para que desejam, qual a finalidade para elas, se será útil e de qual maneira. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: Será que existe procura por isso? Se sim, por quê? Como? Será que as pessoas gostariam disso? Gostaria de usar? Qual o benefício que elas podem obter com esse projeto?

Tecnicalidade

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de tecnologia. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É tecnicamente possível criar o que está propondo? Quais tecnologias serão envolvidas? Do que é preciso do ponto de vista técnico para publicar o projeto?

Viabilidade de negócio

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de negócio. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É possível comercializar o projeto? As pessoas pagariam por isso? Quanto o usuário estaria disposto a investir nisso? Existe algo parecido no mercado?

Esses pontos são a primeira parte do projeto e devem ser discutido e avaliados por todos os envolvidos. Após isso, é preciso entender também os pilares do Design Thinking. A seguir entenderemos sobre isso com os pilares do DesignThinking.

Os 3 Pilares da abordagem

Esse conceito se trata de uma abordagem, uma maneira de resolver os problemas, e, portanto, não há um passo a passo que deve ser seguido a risca para um bom aproveitamento. Por isso, o sucesso do Design Thinking está em como você entende e adapta essa abordagem!

Entretanto, existem 5 passos essenciais, que independente do seu entendimento, devem ser seguidos. Mas antes de tudo, você deve ter em mente que para o design funcionar, você deve entender os 3 pilares da abordagem: empatia, colaboração e experimentação.

Empatia: está relacionada ao entendimento do próximo, ou seja, imergir no problema do outro, sem pré-julgamento e preconceitos. Por isso, eu costumo chamar também esse pilar de Empatia Prática, porque você busca imergir de cabeça no problema.Colaboração: está relacionada a um mesmo fato poder ter várias interpretações. Ou seja, um mesmo problema pode ter visões diferentes, assim como, modos diversos de serem resolvidos. Dessa maneira, o Design Thinking trabalha com equipes multidisciplinares, para que as soluções e criações sejam pensadas por várias pessoas para potencializar a chance de encontrar o melhor caminho para solução daquele problema.Experimentação: está relacionada com a experimentação do produto propriamente dito, ou seja, a fase de colocar para testar na prática se tudo aquilo que foi pensado e planejado faz realmente sentido e se funciona como o esperado.

Esses pilares são fundamentais dentro do Design Thinking e todos os passos a seguir estão inclusos dentro desses pilares.

5 passos essenciais do Design Thinking

Como falado anteriormente, o Design Thinking é subdividido em 5 etapas. Essas etapas e as sua realização podem variar de acordo com a interpretação de cada um, já que a intenção nunca foi ser algo fechado. Um dos pontos positivos do Design Thinking é justamente essa liberdade na abordagem.

São elas: Entendimento/Observação, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Entendimento/ Observação:

O primeiro passo é marcado pela organização da equipe, isso inclui separação de tarefas, confecção do cronograma etc. Nesse momento, você irá utilizar o primeiro pilar do Design Thinking, e aplicar a empatia, em busca de entender o outro e o problema, e as diversas formas de resolução. Para tanto, você poderá utilizar as ferramentas de pesquisa de campo, conversa, testes e mapas de empatia.

Definição:

Neste passo você irá utilizar as informações obtidas no passo anterior, e, a partir disso definir um problema e sua solução. Essa etapa tem relação direta com as etapas do que tem que ser feito.

Ideação:

Como o próprio nome diz, aqui você unirá todo o conhecimento adquirido nos passos anteriores para ajudar a conceber a sua ideia. Ou seja, você começará a tirar da parte das ideias e começar a por em prática as soluções para o seu problema. Para isso, você pode utilizar as ferramentas de brainstorming para trazer ideias de como colocar em prática.

Prototipação:

Aqui você irá juntar ou definir as ideias para criar algo que possa ser utilizado e testado em campo por usuários. E será com esse protótipo que você começar a testá-la. Para tanto, você pode, por exemplo, utilizar um MVP, que em português seria Mínimo Produto Viável .

Teste:

Por fim, temos a fase de teste em campo, com os usuários, do seu Design Thinking. O divertido e importante dessa parte é que você receberá feedbacks, e, assim poderá melhorar e validar o seu produto.

É válido ressaltar que mesmo com essas etapas pré definidas, esse processo não é algo fechado. Sendo assim, algumas pessoas podem subdividir algumas dessas etapas, como por exemplo, a quinta etapa, que pode ser dívida em uma sexta etapa denominada de “interação”.

Além disso, é recomendado que durante todo o processo a equipe seja multidisciplinar, para obter óticas diferentes e dar opções diferentes para o mesmo problema.

Vídeo : O que é Design Thinking?

Para contribuir ainda mais com o aprendizado sobre o assunto, eu decidi gravar um vídeo onde explico sobre a abordagem Design Thinking. Nesse vídeo eu falo sobre as vantagens de se utilizar essa abordagem explicando cada parte do processo e como você pode iniciar os seus estudos sobre essa forma de encarar o design e o processo criativo.

Considerações Finais

Você viu ao longo deste artigo quão benéfico pode ser aplicar essa abordagem. Mas devo te alertar sobre uma coisa: essa abordagem não se trata de uma poção mágica para resolver todos os seus problemas de design.

O Design Thinking é ótimo, mas não é a solução para tudo. Essa abordagem e modo de pensar está aqui mais para guiar, ou seja, ser um facilitador/professor. Nesse sentindo, essa abordagem busca acima de tudo te ensinar sobre o que é o projeto que você está trabalhando. É uma abordagem que trabalha acima de tudo com o entendimento e pensamento pratico do projeto.

E, embora haja um passo a passo e por vezes possa parecer algo distante de nós, o Design Thinking é algo intrínseco, se pararmos para pensar com calma, da função de um Designer, e que já deveria ter por essência a facilidade e a disposição para trabalhar em grupo, gerar empatia e desenvolver uma visão sistemática intuitiva afim de resolver o problema do projeto.

E você já utilizou ou usa o Design Thinking em seus projetos? Tem algo a acrescentar a este artigo? Deixe o seu comentário abaixo. Ele será bem-vindo. 🙂Forte abraço.

Até mais.

Fontes: https://www.ilabs.services/post/2018/06/26/a-origem-do-design-thinking-e-quem-fez-isso-acontecer

https://brasil.uxdesign.cc/design-thinking-para-leigos-2f018a30a3a0

Livro: Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brow
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Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário
Fonte: Chef of Design

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Eae, tudo bele?

Uma peça fundamental na carreira de um profissional que trabalha com design é a elaboração de bom portfolio. Como você deve saber um bom portfolio vale muito mais que um currículo, pois ele apresenta com provas o que você sabe fazer, o seu estilo e a qualidade do seu trabalho.

Para criar um portfolio online existem várias ferramentas, uma delas é justamente o Behance, a comunidade para designer e criativos da Adobe. Com certeza, o Behance é uma das principais opções quando se pensar em ter um portfólio online. Além da possibilidade de expor os seus trabalhos, também você pode fazer parte de um rede social de criativos, conquistando seguidores e fãs.

Por isso, decidi criar este conteúdo para te ajudar a criar o seu portfolio no Behance, e não só isso! Também para te ajudar a ter mais engajamento e consequentemente mais sucesso nessa plataforma. A seguir veremos 11 dicas que vão potencializar o seu portfolio no Behance. Vamos nessa?

O que é o Behance?

O site Behance é uma rede social para designers gráficos, fotógrafos, ilustradores e criativos em geral, onde é possível criar um perfil e a apresentação do seu trabalho, através de um portfolio online.

O Behance é de propriedade da Adobe, a mesma produtora do Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. Ao contrário de outros sites, qualquer um pode subir o seu trabalho no Behance. Você não precisa de convite para criar um portfolio no Behance.

No Behance você pode criar o seu portfolio de forma totalmente online e grátis. Para criar um portfólio no Behance basta ter uma conta no Creative Cloud da Adobe, e depois subir os seus projetos de acordo com as opções do site.

O site conta com milhares de trabalhos de profissionais de todo o mundo, por isso trata-se de uma ótima fonte de inspiração. E o Behance reconhece os trabalhos mais notórios dentro da comunidade, com os famosos “selos”. Esses selos são um reconhecimento do site para um trabalho bem feito e existem vários tipos de selos como nas categorias de design gráfico, design de interface, photoshop, illustrator, e por aí vai.

O mito da qualidade do trabalho no Behance!

Existe um pensamento de auto sabotagem em alguns designers que pensam que apenas trabalhos excepcionais podem ser expostos no Behance. Com tal visão, muitos deles acabam não postando os seus trabalhos na plataforma com medo ou vergonha de que os seus trabalhos não estejam no “nível Behance” de qualidade e com isso acabam não usando o site.

Esse pensamento é mais comum com designers iniciantes que ficam se comparando a profissionais mais tarimbados e que possuem os “selos” na plataforma.

Se você, que está lendo este artigo, pensa dessa maneira, saiba que você está totalmente errado.

O Behance é livre, é gratuito e qualquer pessoa pode postar o seu trabalho no site. A plataforma não é uma curadoria dos melhores trabalhos do mundo, muito menos uma seleção ou algo do tipo. O Behance é um local onde designers e criativos em geral expõem os seus trabalhos, independente do nível e experiência profissional.

Portanto, se você deseja usar o Behance, saiba que não existe nada disso de “qualidade Behance”. Tudo isso é fruto da insegurança e medo de críticas dos profissionais. O site é livre para uso, mesmo que você esteja começando agora.

A seguir vou te passar dicas para você criar um portfolio coeso e profissional para que você se aproxime mais do reconhecimento do Behance, alcançando os famosos selos!

1 – Preencha o seu perfil profissional.

Um dos erros primários dos criativos ao criarem o seu portfolio no Behance é justamente não preencher corretamente o seu perfil profissional.

É importante que você preencha o seu perfil profissional de forma completa e coesa. Claro que não é necessário, e muito menos indicado, escrever “um livro” em sua descrição profissional, mas também deixá-lo a esmo não vai ajudar você passar uma imagem digna para quem pesquisar e achar o seu portfólio.

2 – Adicione na imagem de perfil a sua marca ou uma boa foto do seu rosto

Pode parecer algo trivial, mas é ponto que com certeza interfere na sua apresentação profissional que é simplesmente a foto. Muitos profissionais esquecem dessa parte adicionando fotos que não tem nada a vê com uma postura profissional.

Essa questão fácil e simples de resolver: adicione uma foto normal, sóbria, em seu perfil ou coloque o símbolo da sua marca pessoal.

3 – Crie uma imagem de capa atrativa para o seu projeto

Dicas simples e também fácil de fazer. Crie uma imagem de capa (a miniatura) que atrai as pessoas a clicar. É importante que ela seja uma parte importante do seu projeto, que possa resumir de certa forma, ali em uma imagem, todo o rico conteúdo do seu projeto.

Então pense bem e elabore uma boa imagem para apresentar e chamar a atenção para o seu projeto.

4 – Crie uma apresentação ampla e detalhada do seu projeto

Se tem algo em comum em praticamente todo projetos de sucesso no Behance é justamente a apresentação ampla e detalhada. Por isso explique, apresente e mostre o seu trabalho com detalhes e contando a história do seu projeto.

Grande parte dos profissionais ao subirem um trabalho no Behance se esquecem de apresentar de forma adequada e contando todo o processo criativo até a conclusão do projeto. É necessário explicar o que você fez, como você fez e usar imagens que a valorizem o seu trabalho.

Mostre todo o processo criativo e apresente o problema que você resolveu com o seu design, assim além de trazer mais valor ao seu trabalho você também alcançará mais engajamento no Behance.

5 – Apresente o seu trabalho em inglês

O Behance é uma plataforma mundial, por isso se você deseja ter um maior alcance é importante colocar o seu trabalho em inglês.

Utilize a ferramenta de texto do site para descrever o seu projeto em português e também em inglês. Com isso você aumenta as chances de ser reconhecido de ganhar um selo no Behance.

6. Divulgação do seu projeto (principalmente nas primeiras 24hrs)

Para ter um maior alcance no Behance você precisa divulgar massivamente o seu trabalho. Por isso não tenha vergonha de divulgar o seu trabalho. Dissemine o que você fez o máximo que puder, claro que sempre com cautela para não incomodar e nem fazer spam. Faça isso principalmente nas primeiras 24hrs.

Quanto maior for o acesso ao seu trabalho, principalmente nas primeiras 24hrs, maiores serão as chances de você conseguir ter um maior engajamento na plataforma.

Não tenha vergonha ou receio de divulgar o seu projeto, pois isso é parte fundamental para que você alcance o seu objetivo.

7. Tenha uma linha Projetual

Ter foco é também é importante. Defina o seu tema. Ele pode ser: marcas, interfaces, produto, fotografia, ilustração, etc.

Escolha o seu seguimento favorito e trabalhe em cima dele, não importa qual seja. Mas é muito melhor para o seu perfil seguir uma linha projetual do que um aglomerado de trabalhos de diferentes áreas.

Ter um foco também vai te ajudar a conseguir mais seguidores e autoridade na comunidade. E quanto mais seguidores você tiver, maior será o seu engajamento no Behance.

8. Participe da comunidade

É importante que você participe da comunidade do Behance. Quanto mais você participar, maiores são as chances de conseguir seguidores e consequentemente audiência.

Então comente os trabalhos de outros profissionais, faça críticas e sugestões construtivas, elogios e também curta os trabalhos.

9. Priorize os seus melhores trabalhos

Um portfólio não é uma restropectiva da sua vida, nem um longa-metragem. Um portfolio seria mais como um álbum onde você insere os melhores momentos dela.

Portanto, priorize os seus trabalhos por importância e qualidade. Não se preocupe em retirar alguns que não estão tão legais ou que são de uma época onde você estava em nível inferior.

10. Dê os créditos para outras pessoas que participaram do trabalho

Caso o projeto tenha a participação de outras pessoas, não esqueça de dar os devidos créditos para os profissionais que colaboraram. Além de ser o certo a se fazer, essa atitude também será vista com bons olhos por quem está acessando o seu portfolio.

11. Tenha zelo e cuide do seu portfolio: mantenha atualizado

O seu portfolio traduz o que faz, uma parte do que você é e isso transparece para quem está vendo. Portanto não deixe o seu portfolio, e também o seu perfil, no Behance as moscas. Atualize sempre que tiver algum trabalho legal, participe do site e divulgue o máximo o seu link para que você ganhe seguidores e curtidas nos projetos.

Como ter engajamento no seu portfolio Behance para alcançar o primeiro selo?

Para te dar mais dicas, apresentar outra perspectiva e apresentar as possibilidades com o Behance de uma outra forma, eu criei um vídeo exclusivo para você criar o portfolio no Behance da melhor maneira possível e quem sabe conquistar o famoso selo.Assista ao vídeo agora aprenda muito mais. Não perca tempo:

Considerações Finais

Pode parecer difícil para quem está iniciando criar um portfolio, mas é importante começar o quanto antes. Não tem como você conseguir freelas, contratado por empresas, seja como empregado ou freelancer, e participar de projetos legais sem ter um portfolio.

Para te ajudar a dar os primeiros passos com o seu portfolio, eu te ofereço de graça o ebook mias baixado do Chief, o Guia Definitivo sobre Portfolio.

Nesse eBook eu te falo como você pode fazer para dar os primeiros passos na construção do seu portfolio, mesmo que você não tenha clientes reais. Aproveita agora e baixe aqui o eBook!

Espero que esse conteúdo tenha sido útil para ti.

Se você tem algum comentário ou informação que venha contribuir com esse artigo, não se acanhe, deixe um comentário logo abaixo.Forte abraço.Até mais.
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Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?
Fonte: Chef of Design

O que é design digital? O que faz um designer digital?

O que é design digital? O que faz um designer digital?

Eae? Td bele!

Existem tantos nome e terminologias referentes ao Design, que vira e mexe temos que abordar sobre elas nos canais do Chief, na web, para esclarecer as dúvidas dos Galuchos. A terminologia da vez é o Design Digital.

Se você atua com criação e utiliza os fundamentos do design você verá que o Design Digital tem muita similaridade como por exemplo, o Design Gráfico e o Web Design.

E se você quer saber mais sobre a profissão de Designer Digital, neste artigo você encontrará as principais informações sobre esta profissão e poderá assim decidir se esse caminho que você quer seguir profissionalmente.

E neste artigo você saberá:

O que é Design Digital?;Diferenças e semelhanças entre o Design Digital e o Design Gráfico;O que faz um Designer Digital?;O Perfil de um Designer Digital;Conhecimentos fundamentais;O Mercado de trabalho;Quanto ganha um Designer Digital?;Precisa de diploma para ser Designer Digital?Quais outras opções de cursos?

O que é Design Digital?

Design Digital é um segmento do Design Visual em que o Designer projeta soluções funcionais para telas de dispositivos diversos.

Para que as soluções se tornem funcionais, nessas telas, o profissional da área utiliza-se da aplicação de conceitos e técnicas específicas para desenvolvimento de layout em telas e dos fundamentos de design necessários.

Entenda-se que o Design Digital tem como uma peculiaridade de fazer com que os layouts projetados funcionem, na maioria dos casos, em dispositivos de diferentes tamanhos. Hoje no mercado temos uma variedade de tamanhos de telas que vai desde telas dos Smartwatches, passando pelos smartphones e chegando até as Smart TVs.

Design Digital versus Design Gráfico

Existe muita similaridade entre o Design Gráfico e o Design Digital, isso porque ambos usam praticamente os mesmos fundamentos. O que diferencia é onde os fundamentos são aplicados, já que cada um deles trabalha em “plataformas” diferentes. Sendo assim, o Designer Gráfico atua em processos gráficos, impressão e podendo até criar peças digitais. O Designer Digital é mais específico para projetar para telas de dispositivos.

O que faz um Designer Digital?

O Designer Digital é o profissional especializado em programação visual que aplica-o em diversos meios digitais.

Ele utiliza recursos como imagens, textos e ilustrações que são distribuídos harmoniosamente aplicando-se os fundamentos do design necessários para expressar os objetivos de comunicação do projeto.

Com esses recursos em mãos esse profissional desempenha importante papel em tarefas que envolvam o planejamento e produção de comunicação visual para:

Sites;Interfaces digitais;Animação/Motion Design;eBooks;Editoração eletrônico;Social Media;Games.

Mas podendo também fazer:

Identidade visual;Peças gráficas;Direção de arte;UX;Arquitetura de informação;Outros.

Perfil de um Designer Digital

Os desafios encontrados em áreas correlacionados do Design são muitos parecidos e geralmente são focados em soluções de problemas, e na maioria dos casos, relacionados a pessoas.

Por isso acredito que as que as principais característica que te favorecem a ser um bom Designer Digital são a vontade de aprender, a empatia e gostar de resolver problemas de forma criativa.

Mas logicamente que existem outras características podem indicar se você tem o perfil para atuar na área. Dentre elas se destacam:

Gostar de artes e eventos culturais – Quanto maior é o seu repertório, mais abrangente de elementos visuais, mais a sua criatividade aflora e contribuí na composição de seus projetos. Portanto assistir filmes, ir em exposições, ler livros e revistas, e até analisar a composição gráfica destes podem aumentar seu repertório.

Ter bom senso estético – Você precisa saber julgar e decidir não só o que é belo, mas também agradável aos sentidos do ser humano.

Saber expressar ideias através do desenho – Isso não quer dizer que você precisa ser um exímio desenhista, não é isso. Basta que com alguns traços você consiga rascunhar uma ideia.

Gostar de tecnologia – Atualmente Design e tecnologia caminham juntos. Um Designer passa boa parte do tempo manuseando softwares gráficos e pesquisando referências na internet.

Saber trabalhar em equipe – Você pode até trabalhar de forma independente como freelancer, mas de qualquer forma em muitos projetos você precisará interagir com profissionais de outras áreas e equipes para debater sobre planejamento e outras questões.

Comprometimento com os resultados – Se comprometer com o que foi acordado garante que você entregue de acordo com os requisitos e dentro do prazo.

Conhecimentos fundamentais

Para que você possa entregar soluções que tragam resultados a seus clientes você precisa se munir de conhecimentos fundamentais. Vou apresentar alguns deles dividindo em duas categorias: os fundamentos e as ferramentas.

Fundamentos:

Me refiro aqui a fundamentos como proximidade, alinhamento, unidade, equilíbrio, formas, ergonomia, semiótica, gestalt, cor, tipografia, grids, diagramação,imagens, etc.

Ferramentas:

Fundamental também é dominar softwares diversos que vão desde editores gráficos, passando para editores de vídeo, até construtores de interfaces e editores de códigos. 

Destacamos o Photoshop, Illustrator, Corel Draw, InDesign, After Effects, Premiere, Figma, Adobe XD, Invision, Sketch e Sublime Text.

Mercado de trabalho – Onde trabalha um Designer Digital

Basicamente o Designer Digital atua com Web Design, Design para APPs, Animação Digital, Design de informação, Design de interação, Edição de vídeo, Social Media, Criação de Games, entre outros.

O Designer Digital é requisitado por empresas de comunicação e indústrias de diversos setores. Ele pode trabalhar tanto em Instituições públicas, privadas e do terceiro setor que demandem criação projetos de comunicação visual.

Ele pode atuar em:

agências de publicidade;empresas de TI;departamento de comunicação e marketing de empresas;escritórios e estúdios de design;produtoras de vídeo e cinema, emissoras de TV;produtoras de games e animações;startups;empresas que precisam de programação visual em geral.

Ele também pode atuar como freelancer pessoa física ou jurídica.

Quanto ganha um Designer Digital?

Segundo o site Glassdoor, plataforma que ajuda profissionais a encontrar a empresa ideal e a descobrir salários em mais de 100.000 empresas, o salário de um Designer Digital está entre R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00.

Mas esse valor pode variar por causa de fatores como a região, segmento da empresa, sua experiência, entre outros.

Precisa de diploma para ser Designer Digital? Precisa ter Curso Superior?

Para que uma pessoa trabalhe como Designer Digital não é exigida a formação superior, pois a profissão ainda não é regulamentada. 

Portanto a experiência de mercado e um bom portfólio que comprove que você é capaz de executar as tarefas inerentes a área, podem ser (normalmente são) mais importantes e os suficientes para que você atue no mercado de trabalho.

Óbvio que um curso superior sempre terá um peso extra. Inclusive se você quiser saber mais sobre faculdade de Design Digital, sugiro pesquisar no Quero Bolsa.

O site Quero Bolsa disponibiliza bolsas com até 75% em cursos superior, tecnólogo ou bacharel ,e de pós-graduação em design.

Se você vai entrar na faculdade, antes de qualquer coisa sugiro fortemente que acesse agora o Quero Bolsa e veja se não tem nenhuma bolsa na faculdade que você deseja entrar. Eu mesmo usei o Quero Bolsa e foi muito útil na minha época. Não perca tempo! CLIQUE AQUI e saiba mais.

Quais outras opções de cursos o mercado oferece para mim?

Além do Curso Superior (Bacharelado e Tecnólogo), as outras opções de aprender sobre Design Digital são:

Cursos livres (presenciais): cursos presenciais de curta duração;Cursos online: cursos no formato EAD, onde você pode estudar de casa com um preço, comumente, mais barato. Aqui no Chief of Design nós possuímos o curso Web Designer PRO que apesar da nomenclatura, ele oferece um sua grade importantes conceitos e técnicas para quem quer atuar com Design Digital.Curso Técnico;Curso de Especialização, Pós-Graduação;Mestrado.

Material complementar

Para mais detalhes sobre a área de Design Digital eu disponibilizo a seguir uma material extra em vvídeo a seguir.

Considerações Finais

A área de Design Digital é uma área dinâmica que vai de encontro com as tecnologias mais modernas abrindo espaço para o profissional possa até se aventurar por ramificações do design como UX Design, UI Design, Web Design, Design de Games só para citar alguns.

Caso você queira contar com uma fonte de conteúdos que abrange conhecimentos fundamentais do Design Digital eu te indico conhecer o Curso Web Designer PRO onde você será apresentado a técnicas e fundamentos importantes para construção de interfaces para diferentes dispositivos.

⭐️Curso Web Designer PRO⭐️

Saiba mais ➡ https://www.webdesignercursos.com.br/

Então é isso, Galucho! Se você gostou desse artigo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos eu tiverem interesse 😀

Deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de Design Digital, nos comentários abaixo, bele? 😀

Até mais.

Forte abraço.
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O que é design digital? O que faz um designer digital?
Fonte: Chef of Design

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais

Eae, tudo bele?

Neste artigo,vamos falar sobre o aplicativo Adobe Spark, da Creative Cloud da Adobe.

Adobe Spark é um software da Adobe, criado para ser uma alternativa para criativos, Designers e aspirantes a Designers. Ele é totalmente gratuito e está disponível na versão web, via navegador, e para celulares iOS (iPhone) ou Android.

Com a adesão das redes sociais para o trabalho com
marketing, programas que ofereçam a oportunidade de criação de imagens que
chamem a atenção tornou-se necessidade.

Pensando nisso, a Adobe criou um programa para aquelas
pessoas que não entendem muito sobre criação de imagens para redes sociais e impressos.

Você conhece o Adobe Spark? Gostaria de entender o funcionamento deste programa de edição? Continue acompanhando este artigo que vamos te explicar.

O que é Adobe Spark?

O Spark é um programa ideal para pessoas que não tem muito conhecimento em programas de edição. Diferente de outros produtos da marca, como Photoshop e InDesign, o Adobe Spark possuí uma plataforma de fácil uso, semelhante ao Canva.

O programa é dividido em três subcategorias:

Spark Post

Ideal para a criação e edição de imagens, pode ser utilizado
para a criação de anúncios, publicações e capas para as redes sociais. Além
disso, é possível criar artes para folhetos, cartões de visitas e vários outros tipos de designs para impressão.

Spark Page

Com o Adobe Spark Page, o usuário pode criar páginas de web
no estilo revista digital. O programa oferece diversos templates e layouts
projetados para a criação de um bom trabalho.

Spark Vídeo

Como o nome já diz, ele é ideal para a criação de vídeos. O programa edita vozes, coloca música de fundo e gráficos de movimento. Além disso, existem outras opções para serem exploradas.

Se você acessar pelo computador, você terá essas três opções diretamente no seu browser, sem precisar instalar nada. Caso queira fazer uso via celular, aí cada categoria é um aplicativo diferente que você pode instalar de forma individual.

Para quem é o Adobe Spark?

Essa ferramenta da Adobe foi criado com o objetivo de ser mais acessível e ajudar os seguintes perfis de usuários:

Pessoas que desejam criar alguma arte rápida para rede social, por exemplo, mas que não dominam as ferramentas mais avançadas de como Photoshop, Illustrator, Premiere, InDesign,entre outros. Para quem está iniciando e deseja fazer experimentos e pequenas artes, mas que ainda não possui grana para adquirir o Creative Cloud da Adobe.Para Designers e criativos que eventualmente não estão em frente ao seus computadores, mas precisam criar alguma arte de forma rápida, como por exemplo, um post criativo para o Instagram.

O que eu posso fazer no Adobe Spark?

Ideal para pessoas que não tem muita prática com design, o
Adobe Spark pode ser utilizado para uma infinidade de criações digitais e
gráficas. Entre elas podemos destacar:

Colagem de fotosPublicações para Facebook, Instagram e PinterestCapa para Facebook e TwitterMiniatura para o YoutubeBannersPostersVídeos TeasersConvitesFolhetos e panfletosVídeos explicativosInformativosInfográficosApresentaçõesDesign para blogsCartão de visitasCapa de playlistsPortfólios

Gratuito, o Spark permite que qualquer um crie imagens, flyers, posts para redes sociais, layouts para sites e blogs, slideshows e até mesmo vídeos, com direito a som e animações simples. Além da versão web acessível via navegador, o Spark pode ser usado em celulares com iOS (iPhone) ou Android.

O Adobe Spark possui templates prontos para atender qualquer necessidade criativa. Há modelos para criar postagens para redes sociais, levando em conta as dimensões toleradas em cada plataforma.

Confira abaixo um tesear sobre a ferramenta.

Como funciona o Adobe Spark?

Para acessar a ferramenta, o usuário precisa ter uma conta da Adobe, chamada de Adobe ID. É a mesma usada pela empresa na distribuição dos softwares integrantes da Creative Cloud. Caso precise criar uma, é possível vincular o Adobe Spark ao Facebook ou Google. É gratuito.

O programa pode ser acessado através do computador ou
baixando o aplicativo para celular. Após isto, deve ser feito um cadastro e o
usuário pode optar pelo programa gratuito ou uma das opções pagas, que
disponibilizam mais recursos.

Por mais que exista a opção de pacotes pagos, não significa
que o programa gratuito seja ruim. Ele fornece diversos tamanhos para a criação
de diversos tipos de imagens.

O Spark é bem organizado quanto à divisão de etapas para as criações. É possível criar layouts incríveis, pois o programa disponibiliza ótimos templates, imagens, paletas de cores e opções de edição.

Além disso, você tem acesso aos projetos criados anteriormente, podendo desta forma re-editar, copiar e duplicar o que já existe. Mostrando preocupação com o cliente, a Adobe disponibiliza vídeos que ensinam como utilizar o programa.

Vale a pena o Adobe Spark?

A proposta do Adobe Spark é ajudar aqueles que precisam criar ates para as redes sociais, mas que não tem domínio de ferramentas mais completas, como o Adobe Photoshop. Como em todo programa existem prós e contras, mas o Adobe Spark é muito útil para quem está começando agora ou como alternativa para quem está os outros softwares. Como pontos positivos, os principais são:

Ferramenta fácil de usar e que não requer grandes habilidades;Possuí vasta biblioteca com recursos, templates e imagens;Ideal para pessoas que não conhecem funcionamentos de programas como Photoshop e inDesign;Bom para quem trabalha com redes sociais;Pode ser utilizado tanto no computador através da web como no celular, através do aplicativo.

Já experimentou o Adobe Sparks? Sugiro fortemente que você faça um teste.

Para conhecer mais a ferramenta e testá-la agora, de graça, acesse o site do Adobe Spark e comece agora a utilizar a ferramenta.

Deixe nos comentários a sua experiência!

Forte abraço.

Até mais.
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Adobe Spark – Crie artes e vídeos para as redes sociais
Fonte: Chef of Design

Canva Online – O que é? Como usar? Vale a pena? Funciona?

Canva Online – O que é? Como usar? Vale a pena? Funciona?

Eae, tudo bele?

Você conhece o aplicativo Canva Design? Neste artigo vamos falar sobre esse software de Design que é gratuito e totalmente online.

Muito provavelmente se você não trabalha com Design e procurou na internet por algo para te ajudar a criar alguma peça gráfica, sem a necessidade de contratar um Designer, você deve ter encontrado a opção do Canva Online.

Independente do que você tenha necessidade de criar, como por exemplo, um post no Instagram ou Facebook, a capa para o seu canal no Youtube, um flyer para a balada que você tá agitando ou até mesmo um banner para o trabalho da faculdade… O Canva sempre aparece nos resultados de buscas, não é mesmo?

Por isso neste artigo eu destrinchar esse software e mostrar como você pode usá-lo. Lembrando que o que será apresentado aqui pode ser até para Criativos e Designers, pois essa ferramenta pode acelerar o seu processo de criação, além de ser mais uma opção e que você acessar e usar independente da configuração do seu computador. Dá para até para fazer pelo celular.Então vamos ver se o Canva Online é realmente bom e como funciona! Vamos nessa?

O que é o Canva Design Online?

O Canva Design é uma das ferramentas de criação de peças gráficas para diversas mídias. Com o Canva você pode criar artes para redes sociais (Instagram, Youtube, Facebook, entre outras), panfletos, cartazes, currículos, capas de livro, mural de fotos, infográficos, convites, cartão de visitas, entre muitos outros.A ideia é que qualquer um possa criar as suas própria peça sem precisar de conhecimentos rebuscados em Design. Para isso, para que você possa usar de forma mais simples, existem milahres de templates que você pode usar como base para a sua criação.

O Canvas Online pode ser uma alternativa para quem não domina o Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, conhecimentos de Design, mas que deseja começar a criar por si só as suas peças gráficas.

Com uma interface bem simples de utilizar e sendo acessado diretamente pelo navegador, ou seja, não precisa de instalação de nada, a proposta é pluralizar e tornar mais acessível o acesso a ferramentas gráficas de edição.

E como já dito, com ele você pode criar inúmeras artes. Segue a lista com algumas delas:

Capa para Facebook Capa para KindleCapa para YoutubeCapa para TwitterCapa para eBBoksSocial MediaAnimações para Social MediaPinterestArtes para BlogFlyersApresentações e slidesConvitesCartões de VisitaPostersConteúdos com medidas personalizada.Entre outros.

Para quem é Canva Online?

O Canva é para basicamente para aquelas pessoas que precisam criar alguma arte, mas que não querem, ou não podem, contratar um profissional para fazê-lo.

É uma ferramenta muito utilizada por pequenos empreendedores, produtores de conteúdos, freelancers, redatores, entre outros. Mas qualquer um pode utilizar o programa.

Também é um aplicativo que serve para quem precisa de algo pontual ou esporádico, como criar um convite para um evento.

O Canva Design também pode ser a porta de entrada para alguns que desejam se aventurar no ramo do Design, mas que estão no começo e por isso não tem condições de adquirir outras ferramentas mais complexas. E o mais legal é que ele é totalmente em português brasileiro.

O Canva pode ser útil até para quem trabalha com Design, como Designer Gráfico, Web Designer, entre outros. Por ser totalmente online, de fácil uso e acesso, pode ser uma alternativa a ferramentas como o Adobe Photoshop. Aliado ao conhecimentos conceituais e técnicos que um Designer tem, é possível criar no Canva peça profissionais e prontas para serem publicadas.

Ao contrário que alguns possam alegar, de maneira nenhuma o Canva prejudica ou toma trabalhos de um Designer, pois nada substitui o conhecimento e a criatividade humana. Então encare o aplicativo como mais uma ferramenta que pode otimizar o seu trabalho no dia a dia.

Como começar a usar o Canva?

Para começar a usar Canva Online, é muito simples. Mais fácil que roubar doce de criança. Siga os passos a seguir:

Acesse agora o site do Canvas Design Online (CLIQUE AQUI)

Depois você vai criar um login e senha. Para agilizar você pode acessar através da sua conta do Google ou Facebook.

Feito isso, você já estará logado no Canva Online e pronto para começar a criar!

O Canva Online é pago?

Não. Você não precisa pagar nada para usá-lo. Obviamente que a ferramenta oferece a versão paga, que conta com uma infinidade de recursos, mas ela não é obrigatória.

Com a versão PREMIUM do Canva Online você tem direito a:

Garanta a uniformidade visual da sua marca com o Kit de Marca. Transforme uma imagem em várias graças ao redimensionamento com um único clique. Crie fundos transparentes para poder usar o seu design em qualquer lugar. Acesse milhões de imagens e templates exclusivos. Além de muitos outros recursos que vão agilizar o seu trabalho.

E caso você goste do aplicativo e queira testar antes de comprar a versão PREMIUM, saiba que é super possível.

Você pode testar por 30 dias a ferramenta na sua versão completa. Isso mesmo: sem compromisso. Se por acaso você não gostar ou quiser mudar, não terá que arcar com custo algum.

Vale a pena usar o Canva Online?

Sim, com certeza. Após a apresentação de todos esses benefícios, não tem como dizer o contrário, não é?

Como diz no próprio site do Canva Online:

Diferente de outros geradores de gráficos online, o Canva não é complicado nem demorado. Não existe uma curva de aprendizagem. Você consegue criar um gráfico ou diagrama em minutos para deixar os dados brutos visualmente atraentes e fáceis de entender. canvas.com

Sem falar da variedade de templates gratuitos, criados por profissionais, que o Canva Online te oferece.

Para começar a criar, tudo o que você precisa fazer é alterar o conteúdo para criar peças gráficas de forma simples e rápida.

Simples, rápido, direto e confiável. O Canva proporciona a melhor experiência quando o assunto é gerador gráfico online.

Acessa agora o site do Canva e confira por você mesmo. Você não vai se arrepender.

Até mais.

Forte abraço.
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Canva Online – O que é? Como usar? Vale a pena? Funciona?
Fonte: Chef of Design