Tag: artigos

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro

Um cometa conhecido que recebeu o nome de Siding Spring ou (C/2013 A1), que havia sido descoberto por cientistas em janeiro do ano passado, passou perto de Marte neste último domingo (19).
Segundo Gustavo Rojas, pesquisador da Universidade Federal de São Carlos, a proximidade do planeta vermelho era de 139.500 quilômetros, distância esta que pode ser comparada a metade do espaço entre a Terra e a Lua. Ainda segundo o pesquisador, o cometa é dez vezes menor do que os que costumam passar pela Terra.
O nome dado ao corpo celeste descoberto “Siding Spring”, faz referência ao observatório australiano responsável pela descoberta.

Cometa passará perto de Marte em 19 de Outubro
Fonte: Revista W

A importância dos menus, cabeçalhos e rodapés para o SEO do seu site

A importância dos menus, cabeçalhos e rodapés para o SEO do seu site

Em um momento em que a presença virtual é fundamental para a existência dos negócios, o Search Engine Optimization (SEO) surge como uma possível  esperança para as empresas. É através das boas técnicas de SEO que as pessoas encontrarão sua página na internet.

Stephen Phillips – Hostreviews.co.uk – unsplash.com

Um artigo escrito pelo especialista em eletrônicos Ricardo Fernandes e publicado no MagoDaTecnologia explica bem o tamanho da importância dessas práticas: “Depois da pandemia, praticamente todas as empresas tiveram que migrar para o virtual para se salvar. O ambiente que já era concorrido se tornou ainda mais. Por isso, quem conseguir estabelecer as melhores ações para otimizar o desempenho nos buscadores estará sempre um passo à frente. Por isso, lembrar de todos os elementos da página pode ajudar muito.”

O que Fernandes quis dizer é que muitas empresas e lojas virtuais se atentam apenas aos textos, usando as palavras chave e esperando bons resultados. No entanto, a estrutura do site também pesa muito para o desempenho nas buscas. Por isso, é importantíssimo que o Web Designer tenha noções de SEO, para dar a atenção necessária aos menus, cabeçalhos e rodapés.

Cabeçalhos

Existem seis níveis de hierarquia para os cabeçalhos do site, que vão do H1 até o H6. Para que não haja problemas, o ideal é utilizar esses seis níveis de maneira ordenada. Muita gente utiliza os cabeçalhos apenas para destacar informações ou utilizar algo com uma fonte maior. Porém, eles são importantíssimos para a detecção do seu site nos buscadores. Então, tente encaixar suas palavras chave de maneira orgânica nos cabeçalhos, de modo que sirvam tanto para auxiliar os visitantes da página na navegação, quanto para que o SEO seja valorizado.

Evite utilizar dois H1 na mesma página, pois isso poderá afetar o desempenho do site. Também não coloque frases vagas apenas para funcionar como palavras-chave, pois isso prejudicará a navegação. Encontrar o equilíbrio é o grande desafio.

Rodapé

O rodapé da página é um elemento muito importante para valorizar o seu site através da implementação de links com palavras âncoras. Por isso, o ideal é organizar o seu rodapé com links de acesso às principais páginas do seu site (aquelas que você deseja atrair visitantes). Além de ajudar no SEO, isso também poderá colaborar para a navegação do usuário, que terá fácil acesso às informações importantes em qualquer página do site. Entretanto, evite exageros. A recomendação é colocar no máximo 10 links no rodapé.

Menus

Os menus são os elementos mais importantes para facilitar a navegação dos usuários em seu site. Além disso, você pode aproveitar o espaço para melhorar o seu SEO. Por isso, tente encontrar um equilíbrio entre experiência do usuário e palavras chave. Por exemplo: em vez de criar um menu com palavras genéricas, como “Conheça nossa loja”, aproveite esse espaço para definir a sua loja em poucas palavras, implementando as palavras chaves pesquisadas que levarão até o seu site. Para não prejudicar o desempenho, evite colocar um número exagerado de links nos menus, sendo direto e objetivo.
The post A importância dos menus, cabeçalhos e rodapés para o SEO do seu site appeared first on Chief of Design.

A importância dos menus, cabeçalhos e rodapés para o SEO do seu site
Fonte: Chef of Design

3 preocupações além do trabalho que todo freela não pode deixar de lado

3 preocupações além do trabalho que todo freela não pode deixar de lado

Legenda: Freela, cuidado para não se tornar um workaholic! / Autor: Gustavo Fring / Fonte: Pexels

Olá, Como vai?

Hoje eu vim trazer um alerta. Chega um momento na vida do freela que tudo vira trabalho. Depois de um período de luta, os projetos vão chegando, os clientes se fidelizando e a credibilidade do freelancer aumentando. 

Parece ótimo, não é mesmo? Mas se não ficar atento quando você menos perceber já estará almoçando na frente do computador e vendo seus amigos uma vez por mês – e olhe lá. 

E você pode estar se perguntando. “Isso por acaso é um problema, David?”. E eu afirmo que é sim!

Embora essa seja uma fase bem lucrativa, vale lembrar que tanto a saúde física quanto a mental nunca devem ser sacrificadas. Equilíbrio é tudo. E mais ainda…extremamente necessário para um freela poder produzir com qualidade, sem matar sua criatividade. Por isso listei três preocupações que todo freela nunca deve ignorar: 

1 – Vida social

Você precisa sim ver seus amigos e familiares com frequência. Você sabia que a solidão adoece? E por trabalhar de casa o freela já passa bastante tempo na sua própria companhia. Mas se relacionar com outras pessoas é importante para bem-estar emocional e saúde física. 

Bons relacionamentos podem afastar as doenças mentais, como depressão. Os amigos ainda nos ajudam a diminuir tensões do dia a dia. Compartilhar momentos alegres com pessoas que nos deixam felizes eleva nossa energia.

2 – Alimentação 

Quer produzir com qualidade e ser criativo comendo batata frita e tomando coca-cola né? Pode não rolar. De acordo com Katrine Rubæk, proprietária da marca de suplementos Sundt, pesquisas têm mostrado que a alimentação pode ajudar ou acabar com sua produtividade. “Os nutrientes são indispensáveis nesse processo, por isso pessoas com uma dieta rica em frutas e vegetais têm um desempenho melhor”, explica. 

Deixar de consumir frutas e vegetais e, consequentemente, reduzir os níveis de vitaminas e minerais, por exemplo, pode reduzir o desempenho em 93%. É claro que você pode comer batata frita, mas uma dieta balanceada é essencial. Equilíbrio é tudo, lembra?

3 – Exercícios físicos

Sabia que a prática de exercícios físicos regulares pode te deixar mais criativo? Aposto que como freelancer já teve um estressante período de bloqueio que tudo que você precisava era de uma pausa e caminhada ao ar livre. Pesquisas revelam essas atividades estimulam a imaginação e a criatividade.

Além do mais, exercícios físicos combinados com uma boa alimentação atuam na saúde física, que influencia diretamente na qualidade de vida do freela. 

Agora você já sabe?! Nada de passar 16 horas do seu dia na frente do computador. Reserve momentos para cuidar da sua alimentação, praticar sua atividade física preferida e conversar com seus amigos. 

Para ter uma carreira de freela de sucesso não basta ser um workaholic, é preciso de equilíbrio para preservar sua saúde e manter sua produtividade elevada! 

Até mais. Grande abraço!
The post 3 preocupações além do trabalho que todo freela não pode deixar de lado appeared first on Chief of Design.

3 preocupações além do trabalho que todo freela não pode deixar de lado
Fonte: Chef of Design

Temas Filhos WordPress – Para que servem e como criar?

Temas Filhos WordPress – Para que servem e como criar?

Se você quiser ter uma série de dores de cabeça com seu site WordPress, começa por alterar o tema de sua instalação sem criar um tema filho antes. Você precisa conhecer sobre TEMAS FILHOS!

Como dor de cabeça é algo que você não quer, esse artigo visa te explicar para que serve e como criar Temas Filhos e como esses temas podem salvar sua paz quando você precisa fazer uma modificação em seu site.

Muitas pessoas se queixam por terem perdidos suas alterações por total desconhecimento sobre os Temas Filhos. A queixa vão desde funcionalidades que deixaram de funcionar (códigos de terceiros que sumiram), até banners que sumiram das páginas.

Entender esse recurso te possibilita fazer alterações em um tema original do WordPress e não sofrer com as perdas destas em futuras atualizações.

Então simbora para o conteúdo!!!

O que é um Tema Filho?

A melhor definição para Tema Filho é definição encontrada no site oficial do WordPress:

“Um tema filho é um tema que herda as funcionalidades e estilos de outro tema, chamado de tema pai”.

Quando você cria um tema filho, ele é todo “baseado” em um tema já existente. No momento que você cria um Tema Filho o tema existente se torna Tema Pai.

Não existe Tema Filho sem Tema Pai, pois ele depende completamente de seu pai para funcionar. Ele não fará nada e nem poderá ser ativado, sem o tema original presente. 

O tema filho é quem vai receber as alterações no lugar do Tema Pai. Essa é a grande vantagem de usá-lo e é isso que vai livrar sua vida de certas dores de cabeça.

Você vai entender isso melhor no próximo tópico.

Por que usar temas filhos?

Existem dois grandes motivos:

O primeiro grande motivo é preservar as características e funcionalidades do tema pai que foram alteradas e que fatalmente seriam perdidas em uma atualização futura.

O segundo grande motivo é fazer alterações, mas considerando herdar as funcionalidades principais do tema original.

Quando usar um Tema Filho?

Você usará o Tema Filho quando você precisar entregar algo personalizado, mas de forma ágil e que mantenha as principais funcionalidades do tema original. Ou quando você precisar fazer pequenas alterações no tema.

Quando não é indicado usar Temas Filhos?

Não é indicado usar o tema filho quando você pretende alterar drasticamente o Tema.

Ao fazer isso você deixa de herdar as funcionalidades do tema principal e gasta muito tempo em desenvolvimento o que contraria uma das principais características do uso dos Temas Filhos que é a agilidade.

Neste caso é indicado que se construa um Tema do Zero.

Como criar um Tema Filho

Agora vamos para um passo a passo explicando como criar Temas Filhos e que você já poderá aplicar os conhecimentos adquiridos aqui em sua instalação.

Mas se você quiser aprender com mais riquezas de detalhes, no Curso Web Designer PRO temos um módulo inteiro sobre Temas Filhos.

1 – Criando a pasta do Tema

A primeira coisa é acessar o diretório na instalação WordPress onde se localiza os temas. Acessando, via FTP, o diretório onde se localiza os arquivos da instalação do WordPress, ele fica em “wp-content/themes”.

Na pasta “themes” você encontrará uma relação de temas. Você deve criar uma nova pasta neste diretório, pasta esta que receberá os arquivos do Tema Filho.

Você deverá renomear esta pasta para o nome que você pretende usar no Tema Filho. Não use espaços no nome para não ocasionar erros.

No exemplo deste artigo a pasta se chamará “fundamentos-do-design-theme” que corresponde a nome Fundamentos do Design Theme.

Esse pasta deverá possuir dois arquivos que você criará (style.css e functions.php) e que será o mínimo para que seu Tema Filho funcione.

Resumindo teremos:

a pasta do tema filho;o arquivo style.css;o arquivo functions.php.

2 – Criando a folha de estilos (style.css)

O arquivo “style.css” é obrigatório para que o Tema Filho funcione.

Você pode usar um editor HTML para criar esse arquivo. Com bloco de notas já é possível criar este arquivo se certificando que a extensão seja “.css”.

No topo do arquivo deverá ser inserido um cabeçalho com informações sobre o novo tema e referenciando o Tema Pai.

No nosso exemplo, o Tema Filho será construído a partir do tema “Twenty Twenty” que é um tema padrão do WordPress e que deve estar presente na instalação.

No seu caso você terá um tema próprio a qual pretenderá criar o Tema Filho.

Vamos ao exemplo (leia cada instrução):

/*Theme Name: Fundamentos do Design Theme (Aqui vai o nome do Tema Filho)Theme URI: https://wordpress.org/themes/twentytwenty/ (Aqui vai o endereço do Tema no Diretório de Temas do site do WordPress, caso houver)Description: Twenty Twenty Child Theme (Aqui descreve que o Tema é filho do tema Twenty Twenty)Author: David ArtyAuthor URI: https://davidarty.com (Site do autor do tema)Template: twentytwenty (Parte fundamental e obrigatória para o funcionamento – Este nome corresponde ao nome da pasta do Tema Pai)Version: 1.0.0 (Versão)License: GNU General Public License v2 or later (Licença)License URI: http://www.gnu.org/licenses/gpl-2.0.html (Endereço da Licença)Tags: light, dark, two-columns, right-sidebar, responsive-layout, accessibility-ready (Tags que descrevem características do Tema)Text Domain: twentytwenty (Possibilita que os metadados do tema seja traduzidos)*/

Na verdade, grande parte deste código não é necessário, caso seu tema não seja distribuído para comunidade. Então você pode resumi-lo com as partes mais importantes para a funcionalidade do tema. Veja a seguir:

/*Theme Name: Fundamentos do Design ThemeDescription: Twenty Twenty Child ThemeTemplate: twentytwentyText Domain: twentytwenty*/

Reforço aqui atenção para o nome presente na linha Template. Este nome deve corresponde ao nome da pasta do Tema Pai para que tudo funcione.

As próximas linhas do arquivo são dedicadas aos estilos CSS que irão substituir os estilos do Tema Pai.

Após essa edição no arquivo você deve subi-lo para sua hospedagem, na pasta do tema filho, e poderá ativar o Tema no WordPress.

Na hora que você for ativar o Tema Filho no painel do WordPress, lá em Aparência/Temas, você notará que ele não tem uma capa. Mas resolveremos esta questão em um tópico mais a frente.

Você também poderá também testar o tema novo visitando uma página do site. E se surpreenderá com uma página sem estilo algum.

Página sem estilos CSS

Mas não se preocupe! Estamos no caminho certo! Isso será corrigido na próxima etapa ao enfileirar os arquivos CSS usando o arquivo “functions.php”.

3 – Enfileirar as folhas de estilo do tema pai e do tema filho através do arquivos “functions.php”

O “functions.php” é um arquivo presente em seu tema WordPress, e ele é carregado antes de qualquer arquivo de template do tema.

Este arquivo é poderoso, pois ele determina diversas funcionalidades de um tema. Para quem tem conhecimentos avançados de PHP e da documentação do WordPress será possível usar este arquivo para substituir, ou editar funcionalidades presentes no Tema Pai.

Mas aqui usaremos para enfileirar as folhas de estilo usando wp_enqueue_scripts action e wp_enqueue_style() no tema filho.

Crie um arquivo chamando “functions” em seu editor e salve com a extensão “.php”. Insira o código a seguir:

<?php function theme_enqueue_styles() {

$parent_style = ‘parent-style’;

wp_enqueue_style( $parent_style, get_template_directory_uri() . ‘/style.css’ );
wp_enqueue_style( ‘child-style’, get_stylesheet_directory_uri() . ‘/style.css’, array( $parent_style )
);
}
add_action( ‘wp_enqueue_scripts’, ‘theme_enqueue_styles’ );
?>

Após a edição suba o arquivo “functions.php” para a pasta do Tema Filho em sua hospedagem para testar.

Uma coisa importante a frisar é que diferentemente do que ocorre com os estilos, o “functions.php” do Tema Pai é carregado antes do que o do Tema Filho.

Veja agora que ao visitar uma página do site o estilo visual será carregado. Mas, apesar de ser o mesmo do Tema Pai, o estilo que predomina sempre será do Tema Filho.

O que acontece é que no momento estão sendo carregados os estilos do Tema Pai. Mas basta sobrescrevê-los alterando valores das propriedades no arquivo “style.css” do Tema filho e que o visual se modifica.

Testando um tema filho com pequenas alterações

Para verificar a efetividade da criação do Tema Filho você pode testar fazendo certas edições. Para isso você deve dominar no mínimo as Linguagens CSS e HTML.

Existem diferentes níveis de edição para um Tema Filho de acordo com a complexidade.

Edições de complexidade baixa

Onde você edita com CSS algum elemento HTML existente no Tema Pai sem alterar ou outros Elementos HTML.

Um exemplo simples que serve para testar se o tema filho está funcionando é alterar a cor de um título de uma página. Veja um exemplo a seguir.

Passo 1:

Primeiro inspecionamos o elemento HTML através do Inspetor do navegador em uso para identificar o nome do seletor CSS.

Passo 2:

Agora pegamos os seletor identificado no código HTML e o usamos para definir uma nova cor para o títulos através de CSS no arquivo “style.css” do Tema Filho.

Salvamos o arquivo e subimos para pasta do Tema Filho. Recarregamos a página para averiguar se o título principal mudou para cor vermelha.

A mudança da cor do título para a cor vermelha é a confirmação final de que o Tema Filho está funcionando.

Se você conseguir chegar até aqui você está habilitado para configurar um Tema Filho.

O que foi exposto até este momento é fundamental para que partir deste ponto possa se fazer alterações mais complexas. Entretanto os tipos de edição tratadas a seguir seria indicado conhecer um pouco de PHP.

Edições de complexidade média

Esta edição é quando você precisa alterar um elemento HTML em um arquivo PHP do tema. Neste caso é preciso subir uma cópia do arquivo do Tema Pai para a pasta do Tema Filho.

Os temas WordPress são compostos por diversos arquivos de modelos em PHP (além de CSS e JS). São arquivos modulares e reutilizáveis, usados ​​para gerar as páginas da web em seu site WordPress. Alguns arquivos de modelo (como o modelo de cabeçalho e rodapé) são usados ​​em todas as páginas do seu site, enquanto outros são usados ​​apenas em condições específicas.

Você poderá ver a relação destes arquivos na Hierarquia de Modelos no site WordPress.

As alterações destes arquivos serão feitas no Tema Filho. Ao subir um destes arquivos para a Pasta do Tema Filho ele assumirá todas as funções em detrimento do arquivo existente no Tema Pai.

Use esse recurso com parcimônia. Se você acredita que deva editar uma quantidade muita grande de arquivos que compõem o Tema, considere se não é mais adequado criar um Tema do zero em vez de um Tema Filho.

Sem contar que qualquer ajuste que o desenvolvedor do Tema fizer em algum arquivo original não será repassado para o Tema Filho em futuras atualizações. O Tema filho só herda as funcionalidades do arquivos que estão somente no diretório do Tema Pai.

Um exemplo simples é incluir um subtítulo (tags Headline) no arquivo responsável por exibir o cabeçalho do site (header.php).

Observação: Para não ocorrer um erro PHP evite fazer edição entre as tags de abertura e fechamento do PHP (“<?php” e “?”>) se você não tem certeza do que está fazendo.

Edições de alta complexidade

Aqui você precisa de bons conhecimentos de PHP e da documentação WordPress.

Este tipo de edição visa alterar alguma linha de código PHP em um arquivo específico e como no tópico anterior deve ser usado com parcimônia. Ou alterar uma funcionalidade do tema pai através do arquivo “functions.php” ou também incluir uma funcionalidade nova.

Conclusão sobre Temas Filhos

Se você precisa fazer alterações pontuais e não quer que essas alterações sejam perdidas em atualizações futuras o uso de Temas Filhos WordPress é o caminho a seguir.

É comum pessoas e queixarem por terem perdidos alterações em seus sites WordPress e os Temas Filhos tem função de evitar isso. Mas como citado no artigo, use de forma consciente para não perder todo o potencial do Tema principal e de forma que faça o processo de desenvolvimento ser ágil para seu projeto.

Agora me diga nos comentários o que você acha sobre os Temas Filhos.

Aproveite e compartilhe esse conteúdo com seus amigo!!!

Abraço!!
The post Temas Filhos WordPress – Para que servem e como criar? appeared first on Chief of Design.

Temas Filhos WordPress – Para que servem e como criar?
Fonte: Chef of Design

Curso de UI Design – Tudo o que você precisa saber para escolher o melhor treinamento

Curso de UI Design – Tudo o que você precisa saber para escolher o melhor treinamento

E ae? Tudo bele?

Se você chegou até aqui a procura de informações sobre Curso de UI Design é porque já deve ter percebido que as pessoas estão interagindo em interfaces que vão além dos tradicionais websites.

E possivelmente concluiu que aí reside oportunidades para profissionais qualificados a criar interfaces para os diferentes dispositivos existentes. Dispositivos estes que são objetos de desejo de grande parte do público interessado em tecnologias modernas. Não é mesmo?

Então esse artigo visa orientar você que quer se qualificar e está a procura de um bom Curso de UI, que poderá te ajudar a ingressar na área com maior confiança.

Neste artigo você saberá:

O que faz um UI Designer;Tipos de Cursos de UI Design;O que devo avaliar na hora de escolher um curso de UI Design.

Então vamos ao conteúdo!

O que faz um UI Designer?

Caso você já saiba o que faz um UI Designer você já pode passar para o próximo tópico.

UI Design significa User Interface Design (Design de Interface do Usuário).

O profissional UI Designer elabora, cria e planeja a interface pela qual uma pessoa (chamado normalmente de usuário) interaja e controle um determinado dispositivo. Esse dispositivo pode ser um sistema, software, produto, serviço, aplicativo, etc.

Durante o processo de planejamento e criação da interface o UI Designer vai utilizar de conhecimentos de diversas disciplinas.

Este profissional trabalha bastante com a parte visual de um projeto, entretanto o resultado das ações vão além da estética/aparência. O foco principal, sobretudo, sempre deve ser como será realizada a interação entre o usuário e a interface para garantir uma boa experiência de uso.

Imagem ilustrativa de um UI Designer prototipando um projeto.Por MIND AND I /Shutterstock

Caso você queira saber mais sobre o que faz um UI Designer e sobre o mercado de trabalho para este profissional dê uma conferida neste artigo.

Tipos de Cursos de UI Designer

Cursos são uma ótima forma de você adquirir um conhecimento específico. E dependo do tipo, ele pode ter um conteúdo que vai direto ao ponto e atualizado para as necessidades do mercado.

Mas uma coisa você sempre deve ter em mente, principalmente em áreas relacionadas a Design. Um curso será muito importante quando ao final, ou no decorrer dele, você conseguir demonstrar o que aprendeu na prática. Ou seja, a qualificação depende muito de seu esforço e partir daí o curso terá valor em seu currículo.

Faculdade

Para aqueles que procuram um curso superior, não existe uma faculdade específica de UI Designer, nem mesmo curso técnico. 

Um caminho normal seria fazer a Faculdade de Design Gráfico, ou atuar mesmo sem curso superior como Designer Gráfico, e daí procurar por treinamentos na área de UI Design.

Então os tipos que encontramos são os cursos livres e especializações. 

Cursos livres e especializações

Começando pelas especializações, elas são destinadas a pessoas que já concluíram a graduação e que buscam obter conhecimentos aprofundados em uma área profissional.

Entretanto os cursos disponíveis para formação de UI Designers são cursos de UX Design que inclui na grade conhecimentos de UI Design.

A seguir deixo um vídeo que explica as diferenças e semelhanças entre as áreas de UI e UX Design.

Então para você que quer uma formação mais objetiva e específica em UI Design os cursos livres, sejam online ou presencial, são os mais indicados.

O que devo avaliar na hora de escolher um curso de UI Design?

Uma coisa muito importante que você deve ter em mente; nenhum curso vai te ensinar tudo sobre a área e a profissão.

É sua missão sempre se manter atualizado através de cursos, livros, conteúdos na internet, eventos, contatos com outros profissionais e principalmente vivenciando na prática.

Mas algumas coisas podem sim ser levadas em consideração no momento em que você estiver pesquisando sobre um Curso de UI Design que possa atender suas necessidades. Vou passar agora alguns itens para você avaliar na hora da escolha.

O curso oferece conteúdos de Fundamentos de Design?

Pode ser que você conheça bem esses fundamentos e não faria diferença a presença de conteúdos sobre eles em um curso. Porém ele sendo oferecido, mostra que o treinamento se preocupa com o público que nunca teve acesso ao básico para entender a área, e essa empatia com o usuário é um bom sinal. Isso porque é um pensamento que vai de encontro com o UI Design.

Sem contar que a presença destes conteúdos serve para você pode reforçar seus conhecimentos se quiser.

O curso oferece conteúdos de conceitos referentes a Interação Homem-computador?

Nãos sei se todos cursos se atentam a estes conceitos. Mas como a área UI Design entende-se como Design de Interface do Usuário, podemos entender que conhecimentos da área de IHC são bem-vindos porque relacionam o usuário e a interface, que são protagonistas da interação.

O curso abrange os conceitos que vão além de criar telas com visual bonito?

Os conceitos apresentados no curso devem focar principalmente nas interações e usabilidade de uma interface.

O curso ensina a mexer com as principais ferramentas de edição aplicada a UI Design?

Quando o foco é a construção de interfaces digitais é interessante o curso oferecer conteúdos sobre ferramentas como Sketch app, Adobe XD, Figma, entre outros, mesmo que de forma introdutória.

Outros pontos a considerar antes de adquirir um curso de UI Design

Principalmente se o curso que você está pesquisando for online (a maioria é) é interessante verificar alguns requisitos que beneficiam seu aprendizado. Entre eles destaco:

Se o acesso é ilimitado, e você pode ver e rever as aulas quantas vezes achar necessário pelo prazo contratado.Se os conteúdos são disponibilizados em uma plataforma 24 horas no ar, e que você possa assistir às aulas a qualquer hora e qualquer lugar que tenha um dispositivo com acesso a internet. Se o curso tem certificação.Se o curso dispõe de um prazo de garantia mínima para que você possa avaliar o conteúdo para saber se é isso mesmo que você quer, e se ele atende às suas necessidades. Se o curso oferece um plus que beneficie seu aprendizado como conteúdos bônus que complementam o conteúdo principal do curso, ou alguma comunidade para interação entre alunos e suporte.

Conclusão

Então é isso, Galucho! Essas são considerações que acreditamos ser importantes na hora de pesquisar sobre Cursos de UI Design. E gostaríamos que você relatasse o que você acha importante na hora de escolher um curso.

Compartilhe a sua opinião, dúvida e/ou experiência deixando o seu comentário abaixo, bele? 😀

Se você gostou desse post compartilhe com seus amigos que tiverem interesse em UI Design. 😀

Caso tenha mais dúvidas eu vou deixar abaixo alguns links com mais conteúdos esclarecedores sobre a área de UI Design.

https://www.chiefofdesign.com.br/ui-design/

https://www.chiefofdesign.com.br/o-que-faz-um-ui-designer/

https://www.chiefofdesign.com.br/ux-design-e-ui-design/

https://www.chiefofdesign.com.br/migrar-para-ui-design/

https://www.chiefofdesign.com.br/web-design-ou-ui-design/
The post Curso de UI Design – Tudo o que você precisa saber para escolher o melhor treinamento appeared first on Chief of Design.

Curso de UI Design – Tudo o que você precisa saber para escolher o melhor treinamento
Fonte: Chef of Design

Introdução a IHC – Interação Humano Computador

Introdução a IHC – Interação Humano Computador

Seja bem-vindo(a)!

Qual seria a melhor forma para que softwares tenham real sucesso em um mercado competitivo, receber bons feedbacks, ser recomendado e atrair mais consumidores?

Independente da estratégia de marketing que será adotada, acredito que a primeira preocupação é oferecer um produto com interface amigável, ou seja, de fácil utilização e com possibilidade de interagir de forma intuitiva nas funcionalidades básicas.

Um produto com essas características possibilita experiências que impactam positivamente na vida da pessoas.

Neste artigo apresento a área de IHC – Interação Humano Computador. Área esta que foca no lado humano da interação com sistemas computacionais que promovem experiências positivas para o público e consequentemente contribuem para o sucesso do produto.

Preparado? então venha comigo!

Neste artigo você aprenderá sobre:

Abordagens “De dentro para fora” e “De fora para dentro”;O que é IHC (Interação Humano Computador)?;Elementos envolvidos no processo de interação;Objetivos de IHC;Benefícios de IHC;Áreas relacionadas à IHC.

Abordagens “De dentro para fora” e “De fora para dentro”

Para que se entenda o que a área de IHC pretende enfatizar precisamos conhecer duas abordagens de desenvolvimento de sistemas de interação. São elas as abordagens “De dentro para fora” e “De fora para dentro”.

Ocorre um problema quando sistemas interativos são construídos com foco apenas nos aspectos físicos da construção. Podemos denominar essa abordagem de “De Dentro para Fora”.

Abordagem de desenvolvimento de sistemas de interação “de dentro para fora”

Esses sistemas são desenvolvidos com maior preocupação na qualidade da construção, processo de construção, custo, durabilidade e outras questões que pouco consideram a qualidade de uso pelo usuário.

Essa abordagem se caracteriza por:Desprezo pela interface;Maior foco no sistema;Design de software desconsiderado;Processo de desenvolvimento inadequado;Interação usuário-sistema não avaliada.

Esse maior foco com a parte de “de dentro” causam prejuízos na experiência do usuário porque resultam em sistemas interativos inadequados.

Felizmente cada vez mais é crescente o número de desenvolvedores, projetistas e empresas desenvolvedoras preocupadas com a melhoria e qualidade do uso das interfaces projetadas.

Abordagem de desenvolvimento de sistemas de interação “de fora para dentro”

Ao focar nessa melhoria elas usam a abordagem de “De Fora para Dentro”, abordagem está que garante uma maior competitividade no mercado.

O que é IHC (Interação Humano Computador)?

A área de IHC trabalha com abordagem de “fora para dentro”. Usarei aqui a definição de Hewett para explica o que é IHC.

“Interação Humano-Computador (IHC) é uma disciplina voltada para o projeto, avaliação e implementação de sistemas computacionais interativos para uso humano e com o estudo de fenômenos importantes que os rodeiam.” (Hewett et al., 1992).

Foi em meados dos anos 80 que a IHC foi difundido como uma área de estudo. Isso devido a histórica conferência de Gaithersburg em 1982 “Human Factors in Computer Systems” (traduzindo; “Fatores Humanos em Sistemas Computacionais”). A partir daí o IHC se tornou uma atividade internacional de impacto industrial em todo o mundo.

Sendo a área IHC envolvida com os estudo de fenômenos que acontecem na interação do ser humano com os sistemas computacionais é de suma importância conhecer os elementos envolvidos no processo de interação.

Elementos envolvidos no processo de interação

A seguir vou mostrar conceitos que permitem identificar os elementos envolvidos na interação usuário–sistema. Sendo o primeiro conceito de Contexto de uso já demonstra muito bem sobre a função de cada um destes elementos.

Contexto de uso

O Contexto de uso é caracterizado por toda situação relevante para interação com o sistema. Inclui-se no contexto, quando o sistema é utilizado e onde ocorre a interação (o ambiente físico, social e cultural).

A figura anterior ilustra um usuário em determinado contexto de uso, procurando alcançar um objetivo, ao interagir com a interface de um sistema interativo.

No momento que eu, Ed Francisco (USUÁRIO), em meu escritório (CONTEXTO DE USO),  edito este artigo, me vejo em um PROCESSO DE INTERAÇÃO, onde eu digito e formarto o texto, e insiro imagens usando o Gerenciador de Conteúdo WordPress (SISTEMA) para que ele seja publicado no blog do Chief of Design (OBJETIVO).

Interação

A possibilidade de interação acontece quando um sistema oferece uma interface para o usuário agir.

Segundo a definição de Hix e Hartson (1993): “Em geral, a interação usuário–sistema pode ser considerada como tudo o que acontece quando uma pessoa e um sistema computacional se unem para realizar tarefas, visando a um objetivo”.

Interface

A interface é o contato entre o usuário e o sistema. Se trata da porção do sistema que mantém o contato durante a interação. O hardware e softwares utilizados durante a interação possibilita o contato físico na interface.

O teclado possibilita o contato físico na interface.

O usuário pode interagir com o sistema de forma ativa através de dispositivos de entrada como teclados, mouse e webcam. Enquanto os dispositivos de saídas como os alto-falantes e impressoras transmitem a reações dos sistemas que o usuário recebe de forma passiva.

Affordance

Um botão desenhado na interface gráfica de um sistema sugere ao observador a possibilidade de pressionar (um tipo de uso) para atingir um objetivo. Então ele usa o mouse para isso.

Portanto Affordance refere-se às características dos objetos físicos que permitem identificar suas funcionalidades através de seus atributos.

Objetivos de IHC

Os objetivos de IHC se caracterizam em como definir métodos para projetar sistemas computacionais interativos confiáveis, úteis, de fácil utilização pelo usuário e que levem em consideração fatores culturais, cognitivos, emocionais, e intelectuais do público a ser atingido.

Esses objetivos vão de encontro com o conceito de Aceitabilidade de Sistemas proposto pelo renomado Consultor de Usabilidade para web, Jakob Nielsen.

Aceitabilidade de Sistemas 

A aceitabilidade de um sistema se divide em aceitabilidade social e aceitabilidade prática. 

A aceitabilidade social diz respeito à aceitação do sistema. Verifica-se aí se os usuários acreditam que o sistema pode melhorar o andamento de suas atividades sem entraves.

A aceitabilidade prática diz respeito a parâmetros como custo, compatibilidade e confiabilidade,  etc., e também uma categoria denominada “usefulness”.

Na categoria “Usefulness” verifica-se se um sistema poder ser usado para atingir um determinado objetivo. Trabalha-se aí com atributos de utilidade e usabilidade.

Sobre a Utilidade verifica-se se o sistema faz o que deve ser feito conforme o objetivo proposto. Já usabilidade está relacionada a quão bem os usuários podem utilizar uma ferramenta do sistema a fim de realizar uma tarefa específica.

Benefícios da Interação Humano Computador

O estudo e a prática de IHC devem ser estimulados porque podem proporcionar benefícios diretos ao usuário e também para a sociedade de uma forma geral.

Benefícios para os usuários:

Elevação da produtividade de usuários;Redução do número dos erros;Redução da gravidade dos erros.

Benefícios para as empresas:

Vantagem competitiva;Aumento das vendas.Redução de custo com treinamento;Redução do custo com suporte técnico;Redução de custo com desenvolvimento;

Áreas relacionadas à IHC

Logicamente sendo a IHC uma área, cujo resultado final de suas ações é o bem-estar do usuário, envolveria outras área do conhecimento humano.

A complexidade para analisar fatores relacionados com o usuário como saúde, conforto, segurança, e características comportamentais, com a interface do usuário, com as funcionalidades do sistemas, com a tarefas a serem executadas, com as restrições e com as questões de produtividade, justifica a utilização de conhecimentos técnicos de várias áreas.

Portanto a IHC se beneficia não só da Computação, mas também de conhecimentos e métodos de outras áreas, o que faz dela multidisciplinar. Muitos desses conhecimentos técnicos são importados para serem adaptados às suas necessidades. 

Dentre as áreas que contribuem para estudos dos fenômenos da interação temos:

sistemas de informação;ciências da computação;engenharia;psicologia;sociologia;antropologia;filosofia;design gráfico;ergonomia;inteligência artificial.

Considerações finais sobre a Interação Humano Computador

A interação com sistemas é algo mais que comum atualmente na rotina das pessoas. Portanto não pode existir espaço para produtos que não forneçam uma boa experiência interativa e que não se preocupam com o comportamento e sentimos destes usuários. 

Um profissional sério deve levar esses aspectos em consideração na hora de projetar as interfaces de seus sistemas. E os conhecimentos sobre IHC podem supri-lo com as melhores diretrizes.

Felizmente a área de IHC conta com a contribuição de profissionais de áreas diversas que com esforços somados constroem os melhores caminhos para o desenvolvimento dos mais adequados sistemas de interação para usuários. Sejam profissionais que dominam tecnologia e são capacitados para desenvolver sistemas, ou profissionais que estudam sobre homem, sobre a sociedade e são capacitados para prover informações sobre a capacidade humana.

Então é isso! Se você gostou desse artigo deixe o seu like e compartilhe com seus amigos que tiverem interesse no assunto.😀

Aproveite e deixe a sua opinião, dúvida e/ou experiência na área de IHC, nos comentários abaixo.

Abraço!
The post Introdução a IHC – Interação Humano Computador appeared first on Chief of Design.

Introdução a IHC – Interação Humano Computador
Fonte: Chef of Design

Como conseguir freela em design de interiores?

Como conseguir freela em design de interiores?

Monte seu portfólio e ofereça seu trabalho / Autor: Sidekix Media / Fonte: Unsplash

Eae, tudo bele?

Você já deve ter percebido que a pandemia causada pelo Covid-19 transformou muita coisa no mundo, especialmente quando falamos em trabalho remoto. A comodidade de trabalhar de casa vem conquistando corações e muitas pessoas estão migrando para o mercado freelancer. Algumas por falta de opção, já que o desemprego serviu como empurrão para tirar aquele projeto antigo da gaveta e oferecer na web. Mas como conseguir oportunidades na área de design de interiores?

Primeiro passo > Escolha seu estilo!

Um design de interiores pode montar projetos nos mais variados estilos. Decorar salas com móveis clássicos, usar de recursos rústicos, optar por ambientes minimalistas ou ainda ter uma pegada mais contemporânea. Embora ter a capacidade de abraçar vários estilos te traga mais oportunidades no começo, escolher os estilos que você mais gosta e focar naquilo vai te tornar mais especialista.

“Dessa forma, você consegue se concentrar em estudar técnicas e buscar tendências dentro dos estilos que escolheu”, reforça Juliana Perin, designer de interiores e redatora do SweetestHome. Definir o estilo do seu trabalho é como construir uma identidade no aspecto profissional.

Legenda: Construa sua identidade profissional definindo seu estilo / Autor: Jon’Nathon Stebbe / Fonte: Unsplash

Segundo passo > Construa um portfólio irresistível!

Definido seu(s) estilo(s) é hora de montar um portfólio irresistível. Montar um portfólio todo freelancer monta, em qualquer área. Mas como você pode se destacar no meio da multidão? É hora de ser autêntico e mostrar o diferencial do seu trabalho. Faz incríveis esboços à mão? Inclua-os nesse arquivo.

Dentro de um bom portfólio, especialmente de um designer, cada detalhe importa. Comece colocando tudo que for mais importante nas primeiras páginas, são elas que vão fisgar a pessoa para continuar vendo seu trabalho.

E por favor, esqueça do Power Point. Um designer de interiores precisa montar seu portfólio em ferramentas como Adobe InDesign. Afinal, você é um designer. E nesse caso, até mesmo a fonte importa, Arial é sempre uma boa opção.

Terceiro passo > Joga na rede!

Existem plataformas que servem como uma boa vitrine do seu trabalho. Você encontra dezenas de sites para freelancers onde você pode começar divulgando seu portfólio e oferecendo seu serviço. Dá uma conferida no UpWork, Workana, 99Freelas e Freelancer.

O site archsplace.com.br também é uma plataforma para pessoas que procuram fazer projeto on-line. Lá, o cliente encontra arquitetos e designers de diferentes estilos. É uma plataforma específica para freelancers da área. Você pode se cadastrar e tentar uma oportunidade.

Estar nas redes sociais com uma conta profissional também pode fazer diferença, invista no Pinterest e Instagram. Porém, vale lembrar que as possibilidades não terminam aí. Até porque depender de plataformas de terceiros pode ser perigoso. Que tal construir seu próprio site para oferecer seu trabalho freelancer?

Mãos à obra!

Não deixe para começar a construir amanhã o projeto que pode garantir um trabalho hoje. Quanto antes você começar a preparar o terreno, mais rápido terá seu projeto erguido dentro do mundo freela.

E se você quiser saber sobre Cores para Design de Interiores, temos uma live com o canal Reambientando do seu Jeito. Assita abaixo essa live sobre psicologia das cores.

Boa sorte nessas etapas. Até mais!

Abraços!
The post Como conseguir freela em design de interiores? appeared first on Chief of Design.

Como conseguir freela em design de interiores?
Fonte: Chef of Design

3 maneiras de dar um up na sua produtividade

3 maneiras de dar um up na sua produtividade

Eae, tudo bele?

Manter a produtividade é um dos maiores desafios para o designer freelancer, ainda mais em tempos de pandemia, quando a rotina está de cabeça para baixo. O trabalho remoto também possui uma série de particularidades, o que exige que o profissional faça uma série de adequações em seu cotidiano para se dar bem. Veja as nossas dicas para mudar alguns hábitos e dar um up em sua produtividade:

Torne o seu ambiente de trabalho confortável e agradável

O ambiente onde trabalhamos interfere diretamente na qualidade do que fazemos. Inicialmente, é preciso adequar os móveis ergonomicamente. Caso contrário, os dias de serviço se transformarão em dores nas costas e será cada vez mais difícil se concentrar.

O silêncio no ambiente também é essencial, pois o barulho compromete a criatividade – essencial para os designers. Assim, uma das melhores maneiras de reforçar a produtividade é utilizar um fone de cancelamento de ruído. Em pouco tempo você sentirá a diferença.

Até a decoração do cômodo de trabalho tem poder sobre nossa produtividade. Deixar o escritório com a sua cara pode ajudar a transmitir boas sensações e evitar estresse. Uma ótima dica é a utilização de plantas.

Cuide da sua alimentação

A disposição, o foco e a concentração passam diretamente pelos nutrientes que ingerimos em nossas refeições. Portanto, a sua dieta tem um enorme poder de aumentar a produtividade no trabalho. Segundo Romina Cerutti, nutricionista e consultora do Saudável&Forte, são vários os nutrientes que podem interferir positivamente na produtividade, como o magnésio, o manganês, a vitamina A e o ferro.

Reforçando a alimentação, não precisamos recorrer apenas ao café para ganhar energia, evitando os perigos da cafeína em excesso.

Se você é daqueles que não sabe nada de culinária, uma boa alternativa é a adoção de uma suplementação energética. Isso ajuda muitos designers na manutenção do equilíbrio do organismo. Evidentemente, isso deve ser discutido com um profissional da saúde antes.

Administre seu tempo

As pausas são essenciais para manter a produtividade. Afinal, nossa mente se cansa da mesma maneira que nosso corpo. E nós não conseguimos passar três horas seguidas praticando exercícios. Então, mesmo que o prazo esteja apertado, se controle para não trabalhar por muito tempo sem intervalos. A paralisação ajuda a limpar a mente, promove reflexões e pode até trazer novas ideias para destravar o projeto.

Os horários também são importantes para a produtividade. Cada pessoa possui momentos do dia de maior disposição, então saiba usar isso a seu favor. Não fique preso ao horário convencional comercial, caso você perceba que trabalha melhor à noite, por exemplo. Porém, respeite os horários fixos que você estabelece, para não se sobrecarregar e conseguir conciliar as obrigações com a vida pessoal.
The post 3 maneiras de dar um up na sua produtividade appeared first on Chief of Design.

3 maneiras de dar um up na sua produtividade
Fonte: Chef of Design

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais

Um bom UI Design aumenta as chances de levar o usuário até o fechamento da venda / Autor: rupixen.com / Fonte: Unsplash.com

Eae, tudo bele?

Você conhece a importância do UI Design para seu e-commerce nichado?

Antes de falarmos sobre isso, vale a pena lembrar que UI Design é uma sigla em inglês para User Interface Design, que em português quer dizer Design de Interface do Usuário. 

Na realidade, o conceito basicamente se preocupa em facilitar a navegabilidade do usuário através dos botões – e outros fatores – disponíveis no site. 

Tá curioso para saber mais? Vamos nessa!

Neste artigo você vai aprender:

Importância de um bom UI DesignDicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Importância de um bom UI Design

Um bom projeto de UI Design vai permitir que o usuário navegue facilmente dentro do seu e-commerce. O projeto precisa pensar em botões que sejam intuitivos e conduzam sua audiência para seus produtos. Afinal, o objetivo final é transformar seus visitantes em clientes, não é mesmo?

A importância é bastante simples: um e-commerce organizado tem grande potencial de vender mais. Para isso, ele precisa garantir uma ótima acessibilidade,cuidar da usabilidade, proporcionar uma boa experiência de uso e ser responsivo e eficiente.

Um ponto importante também é ser honesto e evitar usos de más práticas como o uso indiscriminado de dark patterns. 

Dicas práticas para melhorar o UI Design no seu e-commerce e vender mais

Não importa qual seja o seu negócio na vida real, a sua loja virtual precisa alinhar os objetivos de negócios com o os anseios do seus clientes. Para ficar mais fácil, vamos pensar em um exemplo, imagine que você possui um sex shop online, ok? (caso você não saiba, esse mercado é um dos que mais faturam todos os anos em todo o mundo).

O padrão importa: mantenha a consistência.

Diferente da leitura com livro, jornal e revista, na web as pessoas tendem a ler no formato de F. Isso quer dizer que a maioria dos usuários vai passar os olhos primeiramente no sentido horizontal, no topo do site. Depois, um pouco abaixo vai ler em horizontal novamente, sem ir até o fim da tela. Por fim, seguirá no sentido vertical na parte esquerda, formando um F com os olhos. 

Um e-commerce bem diagramado deve colocar o conteúdo mais importante dentro desse padrão. Nunca insira informações essenciais do seu sex shop online fora desse campo de visão. 

Ainda sobre padrão, aposte em um e-commerce organizado por categorias. Esse formato é chamado de breadcrumps. Ele simplifica a navegação, indica ao usuário onde ele está e o leva facilmente para onde deseja ir. Pensando no padrão F, você pode posicionar essas categorias no topo do site para a leitura da primeira linha horizontal. 

Outro ponto super importante é manter a consistência visual do design. Não crie variações desconexas entre uma página e outra. Mantenha uma padrão nos tamanhos dos textos, nas cores, no uso de grafismos e imagens, no posicionamentos, espaçamentos…Deixe o design consistente ao longo de toda a interface.

Diminua os esforços do seu usuário sempre que possível

Você precisa prever as possíveis ações do seu visitante e conduzi-lo para compra da forma mais fácil possível. Se ele está visitando seu e-commerce é porque deseja comprar acessórios eróticos para apimentar sua relação ou quem sabe utilizar sozinho.  

Quanto menos esforço ele precisar fazer, quanto menos botões encontrar em seu caminho e quanto mais curta e clara for a mensagem para chegar ao carrinho, mais chances você tem de vender. 

Imagine que ele tenha o interesse de comprar um vibrador, sendo esse um dos produtos mais vendidos, uma solução simples – mas efetiva – pode ser deixar todos os modelos acessíveis com apenas um clique na página principal do site. Lembra das categorias e do formato F? Você pode criar uma categoria inteira para diferentes vibradores ao alcance da primeira batida de olhos na tela.

Outro botão que merece sua atenção nesse aspecto é a barra de pesquisa. Posicione a ferramenta em um local facilmente visível e use cores que contrastem para chamar atenção. Visitantes que usam a barra de pesquisas são compradores em potencial, facilite o caminho até a compra. 

Crie CTAs atrativos

Call To Action (CTA) ou Chamada Para Ação são botões que convidam o usuário a tomar uma ação, bem como o nome sugere. Eles fazem uma diferença enorme nas taxas de conversão. Aposte em cores chamativas e use palavras imperativas, como “Compre agora com 1 clique”.

Um bom CTA precisa ser atrativo e se destacar dentro do site. Seu cliente pode adorar ver os brinquedos eróticos mais recentes, que tal criar um Call To Action “Veja as novidades mais quentes”?

O carrinho precisa ser alterado facilmente

A página do carrinho precisa ser editada facilmente, sem que para isso, o usuário precise voltar muitas etapas ou ficar abrindo novas abas. 

Pode ser que seu visitante – que está tentando se tornar um cliente – tenha se arrependido do vibrador que escolheu, ou quem sabe queira adicionar mais um do mesmo modelo. Um bom UI Design vai proporcionar alterações facilmente executáveis na página de check out, porém, mais do que isso, essas ações precisam ser intuitivas. 

Outro exemplo prático é permitir que o usuário calcule o frete sem dificuldade. Não há nada mais desestimulador do que tentar concluir a compra e não conseguir saber o preço total incluindo o valor do frete ou quantos dias o seu vibrador levará para chegar na sua casa em poucos cliques. 

Ele não deve perceber a facilidade, e sim não sentir dificuldade em realizar ações que deveriam ser simples. 

Uma página de check out simples tem mais chances de ser concluída com sucesso / Autor: PhotoMIX Company / Fonte: Pexels.com

Seja claro, criativo e amigável na sua linguagem

Para se comunicar com eficiência você precisa entender seu visitante e usar a linguagem que ele utiliza. Se ele está comprando on-line pode ser que tenha vergonha de comprar produtos eróticos. Então imagina receber uma encomenda na portaria do prédio com o selo da sua loja? 

Nesse caso, é importante entender suas necessidades e oferecer discrição e segurança na entrega. E para isso, você precisa comunicar isso de forma clara, amigável e criativa na sua página. Quando você compra em uma loja física nota a qualidade do atendimento. No e-commerce não é diferente. 

O UI Design coloca em prática as ações planejadas para melhor experiência do usuário. 

Considerações Finais.

Desenvolver uma boa interface de e-commerce é um desafio. Existe muito conteúdo e ações para serem pensadas, organizadas e planejadas a fim de encontrar a convergência ideal entre as questões de negócios e os desejos dos usuários.

É óbvio que este artigo não tem a pretensão de ser o manual que explica sobre todos os vários aspectos que compõem um projeto dessa magnitude, mas as dicas expressas aqui com certeza vão ajudar a sua loja virtual a chegar mais perto do patamar ideal.

Se você tiver mais alguma dica ou sugestão, deixe nos comentários a sua opinão.Até mais.Forte abraço.
The post Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais appeared first on Chief of Design.

Dicas para melhorar o UI Design do seu e-commerce de nicho e vender mais
Fonte: Chef of Design