Tag: artigos

O que é Visual Design?

O que é Visual Design?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai saber o que é Visual Design. Esse termo ganhou força recentemente entre designers e não é raro você encontrar vagas e profissionais se categorizando com esse nome.

Fora do Brasil, também vejo muitos conteúdos que utilizam o termo Visual Design para se referir a uma parte específica do design, apesar de sabermos que design não se limita apenas a parte estética e visual.

Então vamos entender nesse conteúdo o que é Design Visual, de onde ele vem e a relação com outras áreas do design.

Neste artigo você vai aprender:

O que é o Visual Design?De onde vem o termo o Design Visual?Fundamentos do Design VisualImportância do Visual Design para empresasFormação em Design Visual

O que é o Visual Design?

O Design Visual ou Visual Design é um ramo do design que se debruça ao estudo da comunicação visual. Para tanto, um bom profissional da área precisará ter expertise no manuseio dos softwares gráficos (como Adobe Photoshop, Adobe Ilustrator, Figma, entre várias outros) mas também, e principalmente, deverá conhecer os fundamentos do Design Visual, como tipografia, cores, gestalt, grid, semiótica, entre outros.

Vale ressaltar que não existe um consenso normativo sobre essa área ou termo, na verdade, se pararmos para analisar, o termo em si diz respeito ao trato da programação visual, portanto, um profissional de outras áreas do design, tais como o design gráfico, poderiam se enquadrar nesse como Visual Designer.Isso porque ambas as áreas dizem respeito a comunicação visual e utilizam de elementos visuais, tais como signos,imagens, gráficos, dentre outros recursos, que juntos, compõem um projeto de comunicar uma ideia e conceito

Apesar disso, trata-se sim de uma criação sistematizada, onde é possível observar um projeto de design com as etapas de planejamento, a pesquisa, as soluções, as prototipações, etc.

De onde vem o termo o Design Visual?

Diferentemente de outras áreas e termos do design, o Visual Design é uma terminologia que não se tem muitos estudos sobre como e onde surgiu, porém, sabe-se que se trata de uma nova terminologia que começou a ganhar força na mesma época que o UX e UI design, talvez, justamente para diferenciar e segmentar as camadas do design dentro de um projeto de um produto digital.

Basicamente o termo em si diz respeito ao design gráfico, só que voltado a produtos digitais. Ele seria mais uma etapa dentro de um projeto de digital, onde temos várias etapas no processo.

Desse modo, de forma resumida e prática, esse novo termo foi,ou é, uma alternativa para Designers gráfico se realocarem ou prospectarem novas oportunidades no mercado criativo, principalmente no digital.

É importante ressaltar que além desses sentidos associados ao termo, a expressão em si pode ganhar novos sentidos a partir do uso e de quem usa, por exemplo:

Existem designers que utilizam o termo com o objetivo de mostrarem que são designers especializados em design visual e estética, enquanto outros utilizam para se referir a uma forma mais abrangente, ou seja, que podem fazer design gráfico, mas também web design, ui design e outras coisas dentro do campo do design visual.

Pelo que vi, li e pesquisei, vejo que não existe um consenso e cada um acaba utilizando com um significado diferente.

Fundamentos do Design Visual

Os Fundamentos do Design Visual são um conjunto de conhecimentos essenciais para quem trabalha com comunicação visual e que podem ser utilizados em qualquer segmentação do design, como por exemplo, na web, etc.

Entendendo isso, você precisará aprender sobre várias coisas, já que trata-se de uma área multidisciplinar. Podemos listar algumas mais técnicas como por exemplo:

formas;imagens;texturas;composição;cores;tipografia;gestalt;grids, entre outros.

Para aprender sobre esses assunto e aprimorar a sua parte conceitual, nós temos o curso Fundamentos do Design Visual. Nesse curso você terá aulas que te proporcionaram uma base essencial para atuar com Design Visual. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS.

Importância do Visual Design para empresas

O Visual Design é um segmento do design que pode ser aplicado em diversas áreas. Sendo assim, pensando no uso para empresas, a sua principal contribuição é uma melhor composição visual de produtos, serviços e da identidade da empresa.

Para isso é preciso ter um profissional que ajude a sistematizar, concatenar e ajustar os elementos visuais com os propósitos da marca ou produto.

Manter uma estética agradável, uma identidade visual, e coerência visual é de extrema importância para qualquer negócio. Isso porque você consegue comunicar a ideia principal de uma empresa, e conectar, de forma natural, o público a sua marca.

Formação em Design Visual?

Se você ficou interessado no Design Visual, e está querendo seguir profissionalmente essa área, você tem duas opções: a primeira é realizar uma graduação na área, e a segunda é se especializar nesse seguimento por meio de cursos oferecidos on-line e offline.

São poucas as graduações que utilizam o termo de Visual Design. Por isso um caminho é fazer uma faculdade de design ou curso de design gráfico.

Já o outro caminho, de cursos livres, pode ser feito tanto com ou sem faculdade. Aqui você tem as opções de cursos mais curtos e diretos, porém sem o mesmo peso acadêmico do que o anterior. Você também pode fazer uma faculdade e depois tentar fazer um curso focado em Design Visual para se especializar.

É válido ressaltar que optando por essa alternativa, a experiência será sua principal aliada.

Vídeo – O que é Design Visual?

Para complementar o conteúdo deste artigo e explicar com mais detalhes determinadas partes, segue o vídeo que gravei para o meu canal no youtube sobre Visual Design. Assista abaixo:

Considerações Finais

Como vimos ao longo do conteúdo, Design Visual nada mais é que comunicação visual e essa matéria já era tratada por outras áreas do design muito antes do surgimento ou fortalecimento desse termo.

Apesar de não ser errado utilizar o termo Visual Design, você como Designer deve saber que trata-se apenas mais de um termo que é usado para categorizar e até mesmo uma tentativa de valorizar o trabalho de um designer que trabalha com programação visual.

Independente de termos, nomes e novas definições que possam surgir, penso que o mais importante é você pensar em design de forma mais ampla e nunca resuma design apanas ao visual, apesar de ser uma parte intrínseca e importante dentro de um projeto.Seja designer sempre se mantendo atualizado e aberto a novos conhecimentos, você sempre terá que estudar bastante sobre vários assuntos, já que é uma área multidisciplinar.

E você já sabia o que era Visual Design? Tem algum comentário ou susgestão?Deixe abaixo o seu comentário ou dúvida.

Forte abraço.

Até mais.
The post O que é Visual Design? appeared first on Chief of Design.

O que é Visual Design?
Fonte: Chef of Design

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?

Eae, tudo bele?Neste artigo vamos falar sobre o que é, e o que faz um Product Designer. Você provavelmente chegou até aqui, para entender mais sobre Product Design e neste artigo irei te explicar sobre área, e sobre exatamente o que faz um Product Designer e quais são as habilidades necessárias para ser um.

E já te antemão, mais uma informação importante!

Não se trata de uma profissão nova! Apesar ser recente, o uso do termo Product Designer (se você tem uma conta no Linkedin, você deve saber disso), trata-se de uma profissão que já existe desde a Revolução Industrial.

Fique até o final deste artigo para que você consiga entender exatamente tudo o que compreende o trabalho de um Product Designer.

O que é Product Design?Quais são as etapas da criação de um produto?O que faz um Product Designer?Onde estudar Product Design?Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?Vídeo – O que faz um Product Designer?

O que é Product Design?

Product Design, em tradução literal, significa Design de Produto. E como talvez você já saiba, design de produto não é algo super, mega novo. Aqui no Brasil era utilizado o termo Design Industrial para se referir a essa área.

E é fundamental entendermos como surgiu um termo, e para isso recorrermos à história. Vale a pena nos atentarmos há alguns aspectos da história do design.

O design, como um todo, teve o inicio a partir da revolução industrial. A criação de produtos que era de forma artesanal passou a ser produzido em série proporcionando que a criação de produtos tivessem processos de produção industriais.

Um dos primeiros registros de um design, e de um Product Designer é de Michael Thonet (1796-1971), grande produtor de móveis e máquinas industriais alemãs dando destaque a sua criação: a máquina de fabricar móveis de madeira curvada, sendo um de seus projetos mais conhecidos a cadeira Bentwood.

Poderíamos citar vários designers ao longo do tempo que trabalhavam como product design mesmo antes da internet. Como nos trabalho do Designer Alemão Dieter Rams, do Designer da Apple Jonthan Ive e do casal de designers Charles e Ray Eames. Sem falar que também encontramos muito sobre design de produto na maior escola de Design que já tivemos: a Bauhaus.

Tudo isso nos mostra que o Product Design já existia antes da era digital. O termo ganhou força, e inclusive sendo usado apenas em inglês, por causa dos produtos digitais que temos nos dias atuais. Então denominou-se, por convenção, utilizar o termo Product Design quando se trata também de produtos digitais.

Quais são as etapas da criação de um produto?

A seguir veremos um exemplo de processo simples de criação de um produto. Essas etapas são comuns, mas isso não significa que precisam ser seguidas a risca ou que todo o projeto necessitam tê-las exatamente da forma como será explicado aqui.

Etapa 1: Entendimento

É de fundamental importância saber o que é a persona, para qual se destina o produto que irá ser desenvolvido. Caso você não saiba o que é uma persona, irei dar uma breve explicação. 

Trata-se de um indivíduo fictício, que representa o seu cliente ideal. A persona tem nome, desejos, dificuldades, dores, planos, sonhos, dúvidas, hobbies e etc. Ou seja, é uma variável muito mais detalhada que o tão conhecido público-alvo. 

Por que um Product Design deve se preocupar com isso? O motivo é simples! Se você busca criar um produto que vá agradar o cliente final, que vai atender as necessidades dessa pessoa, é fundamental partir de uma persona bem feita.

Etapa 2: Ideação

Depois que você já definiu a persona, já conseguiu entender as dores, os planos, os objetivos e todas as demais característica do seu cliente ideal. Chegou a hora de criar o máximo de hipóteses que você puder.

É o momento de idealizar como será o produto que a persona irá receber.

Etapa 3: Definição

Agora que você já fez o seu brainstorming, é necessário escolher as melhores ideias que você teve, para conseguir definir a melhor hipótese para o projeto e assim ter um protótipo, que será usado na próxima etapa.

Etapa 4: Prototipação

Aqui é o momento em que o Product Design crie um protótipo do produto, para testar as hipóteses que você levantadas e escolhidas na etapa anterior. Mas cabe lembrar que não se pode perder muito tempo nessa etapa.

Afinal de contas é um protótipo e não o produto final.

Etapa 5: Validação

Quinta e última etapa! Agora é hora de pegar seu protótipo e validar. Lembra do trabalho realizado na primeira etapa? Então, agora é o momento de pegar sua persona e buscar pessoas que se enquadrem nela. 

Essas pessoas irão testar o produto de forma a validar todo o projeto. Cabe observar que se a primeira etapa não foi executada com maestria, inevitavelmente a etapa de validação será um fracasso.

O que faz um Product Designer?.

O Designer de produto nada mais é do que a pessoa que concebe a criação de um produto, seja ele físico ou digital, participando de todo o processo.

Ele (o Product Designer ou Designer de Produto) tem como função criar um produto ou resolver um problema, utilizando uma abordagem, e se engajando nessa construção desde o início. Os passos utilizados são muito semelhantes aos citados em Design Thinking (Entendimento, Definição, Ideação, Prototipação e Teste).

O Product Designer não necessariamente vai trabalhar com pixels, diretamente com softwares gráficos. Ele é uma espécie de gestor das etapas fundamentais na criação de um produto.

Basicamente o Designer de Produto trabalha de forma mais generalista, preocupado com as etapas da criação de um produto. É necessário que cada uma dessas etapas seja executada de forma excelente, para o final do processo seja positivo.

Imagine que um Designer de Produto seja como um maestro de uma orquestra. Não será que tocará os instrumentos do concerto, mas ele sabe como cada um funciona e dirige para quais melodias onde eles devem ir, como eles devem soar. Um Product Designer funciona mais ou menos assim.

Claro que em muitos caso, principalmente em projetos menores, um Product Designer pode fazer todo o processo, desde a ideação até a parte prática, porém dificilmente, principalmente em projetos digitais, ele estará sozinho, pois estará dentro de um equipe, comumente, multidisciplinar que ajudará no processo de concepção do projeto.

Portanto, um designer especializado nessa área deve ter uma visão holística de todo o processo de criação, desde a criação até questões como custos de manutenção, operação, industrialização, desenvolvimento e entrega. Ele também precisa saber ouvir e acolher os feedbacks que os usuários podem dar sobre o produto.

É válido ressaltar, mais uma vez, que grande parte dos produtos advindos desse ramo do design, atualmente, são em sua maioria digitais. Dessa forma, há uma diferenciação entre o design de produtos e as demais áreas como UX e UI Design. Essa diferença está justamente em acompanhar todo o projeto, do início ao fim, e o produto final em si, já que ambas as áreas possuem habilidades parecidas.

Onde estudar Product Design?

Infelizmente, atualmente não existe uma faculdade específica para se tornar um Product Designer, no que se refere a produtos digitais.

Antigamente as universidades voltadas para o design, o curso se denominava Desenho (Design) Industrial, que era específica para produtos físicos e industriais.Também encontramos faculdades de Design onde eram cursadas disciplinas comuns nos 3 primeiros anos, e em seguida, o estudante deveria optar por design gráfico ou design de produtos físicos.

Hoje, existe a faculdade de Design, mas ela não busca profissionalizar alguém para a área específica de Product Design. Por isso, muitos dos designers de produtos conhecidos migraram de outras áreas, como UX e UI.

Portanto fazer uma faculdade de Design vai te ajudar se capacitar, assim como fazer outros cursos, porém você vai precisar continuar prosseguindo com os estudos e especializar em Product Design.

Quais as habilidades para se tornar um Product Designer?

Como vimos, o designer de produtos é alguém que transita por outras áreas do design, então ele trabalha desde a criação de produtos até a pesquisa com usuários e análise de dados.

Além da formação, um bom designer de produtos dever ter as seguintes habilidades:

Visão holística sobre um projeto de design;Visão macro sobre fatores internos e externos;Conhecimentos gerais em design e processo de design;Alinhamento e estratégia de negócios;Design de serviço;IA (Arquitetura da informação).UI Design (Design de Interface)IxD Design (Design de Interação)UX, ou seja, entendimento do público, sabendo o que usuário necessita e deseja.Design visual.

Vale ressaltar que ele não precisa ser especialista em todas elas, mas deve sim ter conhecimento para saber gerenciar as pessoas dessas áreas (como citado no exemplo do maestro).

Portanto, esse profissional deve saber liderar grupos, administrar bem o tempo, os recursos e as atividades, e conseguir ter uma boa interação com pessoas.

Não basta o Product Designer dominar questões técnicas específicas de sua formação. É necessário que ele desenvolva competências acessórias, ou seja, habilidades extras que serão cruciais no processo de criação e inovação de um projeto.

Abaixo vou explicar as principais competências para atuar na área de Product Design, mas que talvez você nem imaginava:

Liderança

O Product Designer precisa ser um líder, ainda que não esteja formalmente como líder de uma equipe. Uma das características desse profissional é conseguir com que as pessoas façam o que for necessário para o alcance de um objetivo.

Ou seja, para que uma equipe consiga trabalhar junto em um projeto é importante que todos entendam a importância desse projeto e isso o líder consegue fazer, através do uso da empatia.  

Gestão de processos

Se o Product Designer não consegue gerir o processo de criação e inovação de um produto, ele corre o grande risco de não ter sucesso em seus projetos. Uma vez que cada etapa é essencial. 

Alinhamento e estratégia de negócios

Todo produto que é gerado precisa satisfazer o cliente e também as questões de negócios da empresa. Por isso, o Designer de produto precisa estar alinhado com as estratégias da empresa para que ele possa criar algo útil para os usuários, mas também algo que venda, algo que gere algum bem, seja ela financeira ou não, para a empresa.

Inovação e criatividade

Pode parecer algo básico, mas é importante reforçar que um Product Designer trabalha com inovação e por isso ele necessita utilizar da criatividade para propor novas soluções e criar novos produtos.

Vale ressaltar, que inovação não está ligado necessariamente a criação de novos produtos, ou seja, inovar é tornar uma ideia possível e essa ideia pode ser uma melhoria, uma atualização, uma nova visão sobre algo que já existe.

Trata-se de tirar do campo das ideias algo útil e que vai solucionar o problema, seja com a criação de algo novo ou com uma proposta de alguma melhoria, por exemplo.. É isso que um Product Design precisa ser, pois não adianta pensar numa ideia, é preciso torná-la possível.

Vídeo – O que é O que é Product Designer?  

Para complementar e acrescentar mais informações a todo o conteúdo apresentado aqui, eu deixo um vídeo que gravei para falar especificamente sobre o que é e o que faz um Product Designer. Assista abaixo o vídeo para aprender mais.

Considerações finais

A profissão de Product Designer ou Designer de Produto, se pensarmos um pouco e analisando tudo o que foi dito aqui, não é algo novíssimo como às vezes se coloca, talvez apenas o termo estrangeiro que passou a ser mais usado por nós brasileiros.

E por mais que tenhamos agora produtos digitais, que esses sim é um fato mais recente em nossa história, basta olhar para trás e ver que possuímos diversos produtos que foram criados por designers de produtos, tais como câmeras, cadeiras, micro-ondas e mais uma infinidade de objetos que utilizamos no dia a dia.

Por isso, se você quer ser Product Designer, estude um pouco sobre história e tudo que cerca, mesmo antes da era digital, essa ofício. Para ser um profissional de Design de Produto é preciso não se fechar em apenas uma única área do design ou do conhecimento. Além de dominar a sua área, também entender de outras áreas e assuntos, porque um Designer de Produtos é um profissional multidisciplinar e disso não tem como escapar.

E você já atua ou pretender ser um Prodcut Designer?

Aproveite o espaço abaixo para deixar o seu comentário.

Até mais.

Forte abraço.

Referências

UILAB. Product designer: quem é e o que faz? Disponível em: https://medium.com/ui-lab-school/product-designer-quem-%C3%A9-e-o-que-faz-64be9cd88358. Acesso em: 7 abr. 2020.

O que é Product Designer?  https://www.youtube.com/watch?v=ZUuiGwre0N0
The post O que é Product Design? O que faz um Product Designer? appeared first on Chief of Design.

O que é Product Design? O que faz um Product Designer?
Fonte: Chef of Design

O que é Design System?

O que é Design System?

Eae, tudo bele?Neste artigo você vai aprender o que é e a importância do Design System em um projeto de design que visa manter a consistência visual e de interação de uma organização.

O termo Design System vem ganhando cada vez mais notoriedade, principalmente graças aos produtos digitais que vem sendo criados nesse cenário tecnológico que vivemos.

Antes de começar, quero salientar que este artigo não tem a pretensão de definir ou determinar todos os aspectos de um Design System, já que se trata de um complexo trabalho de design e que pode sim ter variações e abordagens diferentes dependendo da forma de pensar e de criá-lo.

A ideia aqui é te apresentar para que você aprenda sobre o que é, para que depois você mesmo possa continuar estudando, fazer seus experimentos e testar as suas decisões de design, ok?

Portanto, neste artigo você aprenderá sobre:

O que é Design System.Como surgiu o Design System Quando construir um Design SystemO Design System e Atomic DesignA diferença entre Design System e Style GuideOs elementos que compõem um Design System

O que é um Design System?

Design System – ou sistema de design – trata-se de um conjunto de padrões de componentes de design elaborados a fim de manter a consistência visual e funcional de um certo produto, sistema ou organização.

Um exemplo clássico para se explicar o Design System é pensar em peças do brinque Lego.

Seguindo essa analogia, imagina esse sistema de design, como um conjunto de pecinhas padronizadas, que seguem a mesma consistência de design. Cada pecinha poderia ser considerada um componente.

Mas não para por aí. As peças de lego (ou componentes) já estão predefinidas, você precisa apenas selecionar as que você precisa e montá-las dentro de um padrão. Esses componentes podem se relacionar, se juntando e criando a partir disso novos componentes. E esses novos componentes por sua vez poderiam se juntar com outros e assim por diante.

Outro exemplo que temos, e que lidamos no dia a dia, são alguns softwares, como o Microsoft Office e o Creative Cloud Adobe. Essas famílias de programas seguem uma linha visual e todos estão dentro de uma consistência de visual e funcional, por exemplo, desde o visual até atalhos pré-definidos por seus criadores .

Independente de quando você adquiriu o programa ou de que país seja ou de que língua você fale, esses padrões serão os mesmo para cada ferramenta. Isso facilita bastante a vida de quem vai utilizar esses programas, pois possibilita a uma coerência de uso e estética.

Com isso essa famílias formam um padrão que facilita a execução de tarefas, além de tornar o sistema atrativo e organizado visualmente.

Uma frase muito famosa dita por Nathan Curtis sobre o assunto é que “o Design System é um produto servindo outros produtos”.

Portanto o Design System é um projeto de design que abastece outros projetos visando sempre manter a consistência de design e proporcionando mais rapidez para as equipes de design e de tecnologia criarem os projetos ou protótipos. O Design System é um documento de extrema importância para empresas que querem uma maior integração de suas ideias no desenvolvimento de produtos.

Como surgiu o Design System?

Não se tem uma definição fechada do que seja o Design System, porém sabe-se que não se trata de um conceito tão inovador como se vende. Ao longo da história encontramos projetos de sistemas de design.

Se você procurar sobre a escola alemã “Bahaus”, se estudar os manuais de marca de projetos do grande Designer Gráfico brasileiro Alexandre Wollner, se olhar o projeto para as olimpíadas de Munich de 1972, Otl Aicher , ou analisar o projeto de design do metrô de Nova York…Entre tantos outros exemplos que temos por aí… Você encontrará Design System, ou seja, algo que foi planejado de forma pragmática, calculada afim de manter uma consistência visual.

A demanda por produtos bem construídos, marcas consolidadas e design cada vez mais inovadores fez com que os grandes designers buscassem automatizar o máximo possível sem perder a consistência de design em grandes projetos.

E nos dias atuais, com o avanço da tecnologia, e o advento de produtos digitais, o ramo tecnológico precisou se adaptar e começou a utilizar cada vez mais o Design System.

O Design System e Atomic Design

O Design System conversa muito com outra abordagem de design que é conhecido como Atomic Design (design atômico). O Atomic Design, como o próprio nome já nos indica, utiliza de uma analogia entre elementos e componentes de um projeto de design com o comportamento dos átomos, moléculas e organismos.

Portanto, assim como vimos no exemplo do brinquedo lego, aqui lidamos com os componentes de forma crescente, saindo do menor para o maior. Portanto temos dentro dessa ordem os átomos, moléculas, organismos, templates e páginas (como visto na imagem dentro deste tópico).

Átomos: aqui podemos incluir ícones, botões, cores, imagens, tipografia etc.Moléculas: aqui seria o resultado da interação dos itens pertencentes a categoria átomos. Então poderíamos citar como exemplo uma sidebar, um card, uma barra de menu.Organismos: aqui se enquadra os resultados da interação das moléculas, como exemplo podemos citar um header de um site, que contém um menu e outros ícones.Templates: aqui seria o resultado da interação de todos os componentes citados anteriormente, montando um produto modelo que pode ser utilizado por qualquer pessoa, sofrendo alguns ajustes.Páginas: já essa etapa seria mais próximo do produto pronto final, sendo o mais completo do que um template

Essa forma de lidar com os elementos do design, dentro de um projeto, trata-se de uma metodologia estruturada, racional e lógica de dar função e forma ao projetos, com base conceitual e de forma relativamente simples de entender.

O pensamento do Atomic Design encaixa bem com o que se propõe quando estamos criando um Design System. Por isso, um bom caminho para iniciar um sistema de design é justamente começar estudando sobre design atômico.

Quando construir um Design System?

Imagine que uma empresa sempre está modificando seus times, seja demitindo ou contratando novas pessoas. Imagine também que sempre que novas pessoas aparecem, também surgem novas ideias e palpites acerca de um projeto.

Muita das vezes essas ideias que surgem, já foram discutidas e definidas; mas com a correria da rotina e a falta de um documento contendo essas informações, um membro do time de design – por exemplo – irá gastar mais tempo testando novas ideias, que talvez nem tenha coerência com o projeto. Para evitar situações como essas, é necessário ter um bom Sistema de Design.

Outro ponto que já citamos aqui no artigo é para manter uma consistência e coerência de design, seja visual, funcional e até mesmo de padrões de códigos. A ideia é manter um organismo homogêneo, mesmo ele sendo composto por elementos diferentes.

Portanto a construção do Design System é ideal para projetos maiores, onde existem vários produtos ou pontos de contato com a marca e é preciso evitar uma incoerência visual. Também quando envolvem várias profissionais e é preciso criar uma padronização para ser seguida pela equipe.

Por demandar mais tempo e estudo, para projetos menores é mais provável que um Style Guide (guia de estilo) já seja o suficiente.

A diferença entre Design System e Style Guide

Ao estudar o design, nos deparamos com o Style Guide, que é facilmente confundido com o Design System. Na prática, o Style Guide também compõe com informações dentro do Design System.

O Style Guide ou Guia de estilo é um sistema de organização menor e mais restrito para a parte visual que o Design System. Isso porque ele é responsável por criar um estilo de trabalho de um produto, permitindo que apenas os designers e criadores entendam o que está acontecendo.

É como se o Style Guide fosse uma fatia e o Design System uma pizzainteira. O Sistema de Design é um apanhado de informações de várias áreas do design, como o Motion, UI e até códigos de programação.

A ideia é que o Design System seja um documento que garanta uma melhor consistência nos projetos, produtos e que dialogue com todas as áreas envolvidas, não somente a identidade visual ou com características visuais.

Os elementos que compõem um Design System

Como dito anteriormente, o sistema de design é como se fosse uma pizza e cada fatia é um setor que agrega informações. Sendo assim, é essencial que o Design System possua:

Objetivos e valores

Antes de pensar em grid, tipografia e cores precisamos pensar nos objetivos e valores da empresa. Esses fundamentos guiarão todas as escolhas feitas, evitando projetos sem coesão com os princípios da instituição.

Guia de Estilo

Aqui os designers irão pensar na identidade visual, seguindo os objetivos e valores. Um guia de estilo é fundamental para definir os princípios de design, identidade da marca, cores, tipografia, etc. Esse é o momento de definir diretrizes, para que todos os designers envolvidos usem as combinações estabelecidas.

Em um primeiro momento, isso pode soar como se precisasse seguir rigidamente regras determinadas e deixar de fora a criatividade dos designers. Pode ter certeza que a criatividade não ficará de fora.

Na verdade quando esses elementos visuais são definidos, a criatividade será utilizada para definir combinações e como será usado as cores, ilustrações, ícones, tipografias, animações – por exemplo – criando, assim, uma identidade visual coesa.

Biblioteca de componentes e padrões

Após ter estabelecido a identidade visual, é hora de definir como será construído esse projeto e, nesse momento, uma biblioteca de componentes e padrões podem ajudar.

Na prática, uma biblioteca de componentes e padrões são elementos que serão utilizados no desenvolvimento de um produto. Imagine que você precise de um componente para criar um site, por exemplo, e lembra especificamente de um que utilizou em projetos anteriores. Até você procurar os projetos que ele foi utilizado, observar como ele se comporta, custaria um tempo precioso dentro do seu prazo.

Para aumentar sua produtividade, uma boa solução é ter em mãos todos oscomponentes e padrões que serão utilizados na construção do seu produto. Para criar essa biblioteca podem entrar desenvolvedores e UI Designers.

Os componentes e padrões são essenciais na construção do sistema e em como ele irá funcionar. Ui/Web kit: esses seriam um kit desses componentes citados acima, interligados, formando um template construídos com base nos componentes do sistema.

Portanto, estamos falando sobre UI kit, que seria um kit de componentes de UI Design citados acima, e também estamos falando sobre os estados dos componentes que aqui é relativo ao estado dos componentes citados, se estão ativos, se são o padrão, se estão inativos, dentre outros.

Ao criar uma biblioteca com esses elementos, você irá garantir uma experiênciaconsistente no seu produto. Não acaba por aqui, você pode adicionar mais informações que achar necessário.

Isto é somente um pontapé inicial, ajudando a condensar todas as ideias, princípios e valores da empresa em todos os seus produtos.

Códigos

Dependendo do projeto podemos incluir padrões de códigos, como nome de classes, ids, indentação, formatação e organização. Um projeto de um sistema de design pode lidar com a integração entre design e a parte de desenvolvimento front-end.

É super importante, quando há a necessidade, que a integração entre as áreas para que o Design System funcione como o esperado. Apesar do nome (Design System) poder lembrar em um primeiro momento apenas a questão visual, design não se trata apenas disso e questão funcional também é importante.

Você pode conferir alguns exemplos de Design System disponíveis na internet no site Adele UX Pin.

Vídeo – O que é Design System

Para complementar esse artigo eu gravei um vídeo para explicar de forma mais didática e também para complementar o que foi dito neste artigo. Então, confira o vídeo abaixo e complemente os seus estudos sobre Design System.

Considerações Finais

Percebemos que o Design System é uma forma de
organização para grandes empresas que não é novidade. Novidade mesmo é sua
forma de uso na atualidade, aplicada a produtos digitais.

O uso desse sistema traz inúmeros benefícios para o produto, bem como para a equipe engajada no projeto, permitindo que todos contribuam para o produto final, mesmo tendo visões e profissões diversas, mantendo a consistência do projeto.

Por isso, o Design System possui inúmeros benefícios, tais como dinamicidade, fácil atualização, redução de custos e de tempo de trabalho, otimização de tarefas e da força de trabalho, dentre outros.

Você já criou o particiou de um projeto de design ssytem? Qual a sua opinião sobre o assunto? Você pode deixar aqui nos comentários a sua dúvida ou relato sobre.

Até mais.

Forte abraço.

Fontes:

Diego Prado – Design Systems: organização e escalabilidade para design e desenvolvimento: https://medium.com/trinca137/design-systems-organiza%C3%A7%C3%A3o-e-escalabilidade-para-design-e-desenvolvimento-6a0a4d8780b

Ux Collective Br – Entendendo Design Systems : https://brasil.uxdesign.cc/entendendo-design-system-f375bbb6f704
The post O que é Design System? appeared first on Chief of Design.

O que é Design System?
Fonte: Chef of Design

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário

Eae, tudo bele? Vamos falar sobre Design thinking?

Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre o termo, principalmente se você atua em um mercado criativo.

Neste artigo trago a ponta do iceberg de conhecimento sobre o Design Thinking, para você entender um pouco mais do seu conceito, para que serve e uma das maneiras de utilizá-lo, a fim que você inicie os estudos e dê os primeiros passos nessa abordagem e modelo de pensar o design.

O Design Thinking pode proporcionar uma abordagem capaz de combinar empatia com o usuário, dentro do contexto de um problema, com questões de negócios e de tecnologia.

Por tudo isso que neste artigo vamos falar sobre o famoso Design Thinking. Preparado? Vamos nessa?

Neste artigo você vai aprender:

Como surgiu o termo Design Thinking? O que é e para que serve o Design Thinking? Os 3 Pilares da abordagem 5 passos essenciais do Design Thinking

Como surgiu o termo Design Thinking?

Apesar do termo ter ganho popularidade nos anos 2000, a sua origem, mesmo que ainda não tivesse o nome design thinking, começou muito antes, entre as décadas de 1950 e 1960. É possível encontrar trabalhos de vários designers e profissionais de outras áreas que contribuíram para o design thinking como o conhecemos hoje. Nomes como Buckminister Fuller, Herbert Simon, Victor Papanek, Horst Rittel e Melvin M. Webber, entre outros, foram importantes para o “pensar design”.

“Um designer é uma síntese emergente de um artista, inventor, mecânico, economista objetivo e estrategista evolucionário.” Buckminister Fuller

O Design Thinking como ficou mais conhecido e aplicado em diferentes empresas e projetos, foi cunhado por Tim Brown e David Kelley, ambos designers e fundadores da empresa IDEO (empresa internacional de design e consultoria em inovação), onde eles começaram a aplicar essa nova abordagem, já em 1991.

Durante os anos seguintes, a IDEO teve o êxito de convidar várias pessoas altamente influentes e experts de diferentes áreas, desde antropologia até administração de negócios, para estudar design thinking.

Aliando o conhecimento teórico da academia com a efetiva prática do design, a ideia era criar times multidisciplinares para aumentar e qualificar as suas equipes e processos de design.

A IDEO ganhou reconhecimento e com isso eles conseguiram disseminar essa abordagem. Termos como design thinking e design centrado no ser humano, ganharam popularidade, tanto entre designers quanto entre profissionais de outras áreas. Programas educacionais foram lançados, como na d.school e também em outras universidades prestigiadas de todo o mundo.

Além desses programas educacionais, existem dois livros que são os pilares dessa abordagem e que foram os grandes agentes da popularização do termo. São eles:

Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation.

E o livro Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brown.

Essas duas obras são responsáveis por explicitar mais a abordagem, e fundamentar alguns conceitos ligados à área da tecnologia e do design.

O que é e para que serve o Design Thinking?

Se você é da área do design, seja qual for o seu segmento (design gráfico, web design, ui design, product designer), provavelmente já deve ter escutado esse termo, seja em workshops, palestras ou cursos… Mas afinal, o que é esse tal Design Thinking?

De acordo com o livro do próprio Tim Brown, esse não deve ser entendido como uma metodologia, e sim como uma abordagem, ou seja, uma forma de agir e de enxergar o design.

Dessa maneira, essa
abordagem se diferencia das demais porque não está focada simplesmente no
processo de criação e no retorno do mercado, mas também, e principalmente, está
preocupado no ser humano, ou seja, no usuário. Por esse motivo, leva em
consideração as questões do público, do negócio e da tecnologia.

Sendo assim, esse tipo de abordagem pode ajudar ao designer, ou quem estiver aplicando essa abordagem, a resolver problemas para criar produtos, por exemplo, focando nas pessoas, além de outros problemas, como problemas de comunicação visual, de acesso, de usabilidade, de proposta de valores para melhorar situações e status.

Mas engana-se quem acha que esse design é utilizado somente no design propriamente dito! O Design Thinking pode ser aproveitado no âmbito empresarial, organizacional etc.

É muito comum vermos pessoas que não são designers falarem sobre Design Thinking, por não se trata apenas de design, e muito menos de design visual, e sim de uma forma de pensar e abordar os problemas, seja eles de um projeto de design ou não.

A abordagem Design Thinking utiliza de uma visão sistemática de um projeto levando em consideração 3 pontos fundamentais que são: desejabilidade, tecnicalidade e viabilidade.

Desejabilidade

Trata-se de quanto o usuários querem aquilo e para que desejam, qual a finalidade para elas, se será útil e de qual maneira. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: Será que existe procura por isso? Se sim, por quê? Como? Será que as pessoas gostariam disso? Gostaria de usar? Qual o benefício que elas podem obter com esse projeto?

Tecnicalidade

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de tecnologia. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É tecnicamente possível criar o que está propondo? Quais tecnologias serão envolvidas? Do que é preciso do ponto de vista técnico para publicar o projeto?

Viabilidade de negócio

Trata-se da viabilidade do projeto em termos de negócio. Para isso pode-se se fazer algumas perguntas, como: É possível comercializar o projeto? As pessoas pagariam por isso? Quanto o usuário estaria disposto a investir nisso? Existe algo parecido no mercado?

Esses pontos são a primeira parte do projeto e devem ser discutido e avaliados por todos os envolvidos. Após isso, é preciso entender também os pilares do Design Thinking. A seguir entenderemos sobre isso com os pilares do DesignThinking.

Os 3 Pilares da abordagem

Esse conceito se trata de uma abordagem, uma maneira de resolver os problemas, e, portanto, não há um passo a passo que deve ser seguido a risca para um bom aproveitamento. Por isso, o sucesso do Design Thinking está em como você entende e adapta essa abordagem!

Entretanto, existem 5 passos essenciais, que independente do seu entendimento, devem ser seguidos. Mas antes de tudo, você deve ter em mente que para o design funcionar, você deve entender os 3 pilares da abordagem: empatia, colaboração e experimentação.

Empatia: está relacionada ao entendimento do próximo, ou seja, imergir no problema do outro, sem pré-julgamento e preconceitos. Por isso, eu costumo chamar também esse pilar de Empatia Prática, porque você busca imergir de cabeça no problema.Colaboração: está relacionada a um mesmo fato poder ter várias interpretações. Ou seja, um mesmo problema pode ter visões diferentes, assim como, modos diversos de serem resolvidos. Dessa maneira, o Design Thinking trabalha com equipes multidisciplinares, para que as soluções e criações sejam pensadas por várias pessoas para potencializar a chance de encontrar o melhor caminho para solução daquele problema.Experimentação: está relacionada com a experimentação do produto propriamente dito, ou seja, a fase de colocar para testar na prática se tudo aquilo que foi pensado e planejado faz realmente sentido e se funciona como o esperado.

Esses pilares são fundamentais dentro do Design Thinking e todos os passos a seguir estão inclusos dentro desses pilares.

5 passos essenciais do Design Thinking

Como falado anteriormente, o Design Thinking é subdividido em 5 etapas. Essas etapas e as sua realização podem variar de acordo com a interpretação de cada um, já que a intenção nunca foi ser algo fechado. Um dos pontos positivos do Design Thinking é justamente essa liberdade na abordagem.

São elas: Entendimento/Observação, Definição, Ideação, Prototipação e Teste.

Entendimento/ Observação:

O primeiro passo é marcado pela organização da equipe, isso inclui separação de tarefas, confecção do cronograma etc. Nesse momento, você irá utilizar o primeiro pilar do Design Thinking, e aplicar a empatia, em busca de entender o outro e o problema, e as diversas formas de resolução. Para tanto, você poderá utilizar as ferramentas de pesquisa de campo, conversa, testes e mapas de empatia.

Definição:

Neste passo você irá utilizar as informações obtidas no passo anterior, e, a partir disso definir um problema e sua solução. Essa etapa tem relação direta com as etapas do que tem que ser feito.

Ideação:

Como o próprio nome diz, aqui você unirá todo o conhecimento adquirido nos passos anteriores para ajudar a conceber a sua ideia. Ou seja, você começará a tirar da parte das ideias e começar a por em prática as soluções para o seu problema. Para isso, você pode utilizar as ferramentas de brainstorming para trazer ideias de como colocar em prática.

Prototipação:

Aqui você irá juntar ou definir as ideias para criar algo que possa ser utilizado e testado em campo por usuários. E será com esse protótipo que você começar a testá-la. Para tanto, você pode, por exemplo, utilizar um MVP, que em português seria Mínimo Produto Viável .

Teste:

Por fim, temos a fase de teste em campo, com os usuários, do seu Design Thinking. O divertido e importante dessa parte é que você receberá feedbacks, e, assim poderá melhorar e validar o seu produto.

É válido ressaltar que mesmo com essas etapas pré definidas, esse processo não é algo fechado. Sendo assim, algumas pessoas podem subdividir algumas dessas etapas, como por exemplo, a quinta etapa, que pode ser dívida em uma sexta etapa denominada de “interação”.

Além disso, é recomendado que durante todo o processo a equipe seja multidisciplinar, para obter óticas diferentes e dar opções diferentes para o mesmo problema.

Vídeo : O que é Design Thinking?

Para contribuir ainda mais com o aprendizado sobre o assunto, eu decidi gravar um vídeo onde explico sobre a abordagem Design Thinking. Nesse vídeo eu falo sobre as vantagens de se utilizar essa abordagem explicando cada parte do processo e como você pode iniciar os seus estudos sobre essa forma de encarar o design e o processo criativo.

Considerações Finais

Você viu ao longo deste artigo quão benéfico pode ser aplicar essa abordagem. Mas devo te alertar sobre uma coisa: essa abordagem não se trata de uma poção mágica para resolver todos os seus problemas de design.

O Design Thinking é ótimo, mas não é a solução para tudo. Essa abordagem e modo de pensar está aqui mais para guiar, ou seja, ser um facilitador/professor. Nesse sentindo, essa abordagem busca acima de tudo te ensinar sobre o que é o projeto que você está trabalhando. É uma abordagem que trabalha acima de tudo com o entendimento e pensamento pratico do projeto.

E, embora haja um passo a passo e por vezes possa parecer algo distante de nós, o Design Thinking é algo intrínseco, se pararmos para pensar com calma, da função de um Designer, e que já deveria ter por essência a facilidade e a disposição para trabalhar em grupo, gerar empatia e desenvolver uma visão sistemática intuitiva afim de resolver o problema do projeto.

E você já utilizou ou usa o Design Thinking em seus projetos? Tem algo a acrescentar a este artigo? Deixe o seu comentário abaixo. Ele será bem-vindo. 🙂Forte abraço.

Até mais.

Fontes: https://www.ilabs.services/post/2018/06/26/a-origem-do-design-thinking-e-quem-fez-isso-acontecer

https://brasil.uxdesign.cc/design-thinking-para-leigos-2f018a30a3a0

Livro: Design Thinking: Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias, ambos do autor Tim Brow
The post Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário appeared first on Chief of Design.

Design Thinking: uma abordagem centrada no usuário
Fonte: Chef of Design

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre

Eae, td bele?
Hoje irei falar sobre o trabalho remoto. Eu atualmente trabalho desse jeito. Já trabalhei em agência, empresa de tecnologia, startup, estúdio e até banco, mas confesso que prefiro, sempre que posso escolher, trabalhar de forma de remoto por certos motivos que irei mostrar para você neste artigo. Porém trabalhar a distância ou em casa também tem certos pontos fracos. Esse tipo de trabalho com certeza não é para qualquer um. A cada dia que passa tenho mais certeza disso.
E praticamente todo mundo que trabalha com design/comunicação/criatividade/tecnologia sabe o que é trabalhar assim, seja atuando em um freela ou trabalhando para uma empresa.
Portanto, neste artigo tentarei te passar o máximo, e de forma verdadeira, o que sei sobre trabalhar desse jeito. Eu adquiri conhecimento trabalhando desse modo e tenho quase 3 anos de experiência (juntando o tempo de duas oportunidades que tive ao longo da minha jornada) sobre essa modalidade de emprego.
Ok? Então, vamos nessa!
Neste artigo você vai saber sobre:

O que é o trabalho remoto
As empresas e o trabalho remoto
Para quem é o trabalho remoto
Para quem NÃO é o trabalho remoto
Pontos fortes do trabalho remoto
Pontos fracos do trabalho remoto
Dicas para  quem quer trabalhar a distância/homeoffice

O que é o Trabalho Remoto
O trabalho remoto nada mais é do que o trabalho a distância. Você trabalhar de casa ou de qualquer lugar do País e quiçá do mundo (aí deve-se levar em conta o fuso horário). Trabalhar desse jeito não tem nada de demais e é como qualquer outro trabalho: você pode ter metas, tarefas e horários à cumprir, mas o diferencial e que você não precisa ir para a empresa todo dia. Você pode trabalhar do seu quarto ou de um coworking, por exemplo. Você só precisa apenas de um PC, ou Notebook, e uma conexão estável com a internet.

Usa-se muito o termo home office, ou escritório/trabalho em casa, para o trabalho remoto. Todavia, como já disse anteriormente, trabalhar de forma remoto não significa somente trabalhar de casa. Claro que na maior parte do tempo você estará em casa, mas você tem a opção em um dia que tem visitas na sua casa e você não terá silêncio, ir até uma cafeteria e trabalhar de lá, por exemplo.
E o trabalho remoto pode servir para quem é funcionário (o cara com carteira registrada, por exemplo), para o freelancer e até mesmo para quem é empresário. Existe muita gente por aí que tem a sua própria empresa trabalhando apenas de casa e o melhor: faturando milhões.
O mercado e o trabalho remoto
As possibilidades que temos hoje em dia de se comunicar através de voz, mensagem e vídeo facilitam demais essa modalidade de emprego.
Cada dia mais softwares de gestão evoluem e ficam mais acessíveis para todos.
A velocidade e o acesso a internet que, apesar de ser muito lenta e cara aqui no Brasil, vem melhorando evoluindo a cada dia.

A aquisição de tecnologia como tablets, smartphones e computadores em geral também a cada dia está mais fácil.
Com tudo isso que temos hoje fica mais fácil poder trabalhar e/ou gerenciar o trabalho da sua empresa de casa.
Cada vez mais as empresas vem compreendendo que o trabalho remoto para certas funções pode ser muito vantajoso e lucrativo:

As empresas muitas vezes pagam menos encargos (podem não pagar vale transporte e alimentação, por exemplo);
O número de faltas por questões médicas diminui;
A produtividade dos funcionários na maioria dos casos aumenta;
A satisfação e o prazer de trabalhar dos colaboradores também aumentam;
Pode trazer uma grande redução de custos operacionais.

Existem muito mais vantagens para as empresas sobre o trabalho remoto. É claro que nem toda profissão pode se dar ao luxo de trabalhar assim, mas na área criativa e de tecnologia isso não é problema e as empresas desses segmentos estão entendendo isso.
Em países de primeiro mundo, por exemplo, o trabalho remoto já é muito mais desenvolvido e é uma tendência global. No Brasil o trabalho a distância só cresce. Cada vez mais está mais comum, apesar de toda a burocracia da nossa legislação e também do nosso “jeitinho brasileiro de ser”, trabalhar a distância. 😀
Para quem NÃO é o trabalho remoto

Pode parecer brincadeira, mas o que vou dizer agora é a pura verdade: trabalhar em casa não é para qualquer um. E não ter o perfil para trabalhar em casa não significa que isso seja algo ruim. Todo mundo tem um jeito e perfil diferente.
“Ah David, mas eu fico o dia todo em frente ao PC no Facebook. Para mim isso é moleza!”
Aí que você se engana, Galucho. Trabalhar em casa precisa de muito mais foco e responsabilidade. E ficar em casa o dia todo no Facebook é muito diferente do que trabalhar em casa.
Portanto ao invés de começar falando para quem é o trabalho remoto, irei falar para quem não é o trabalho remoto. O trabalho remoto NÃO é para quem:

Necessita de pessoas por perto no trabalho;
Perde o foco fácil;
Necessita de um chefe em cima para cumprir o determinado;
Precisa de um chefe para dizer tudo o que você deve fazer;
Tem dificuldades com a vida social;
É desorganizado;
Mora em um ambiente muito agitado;
Não sabe dizer “NÃO”.

O trabalho a distância é um trabalho como qualquer um, porém exige muito mais responsabilidade do colaborador já que não tem ninguém para “vigiá-lo”.
E desses itens que citei o principal é o saber dizer não.
Quando você trabalha em casa muitas vezes as pessoas entendem de forma errada que você está disponível a todo momento.
Por isso pessoas que não sabem dizer “não” para tais situações, mesmo que seja para pessoas da família e amigos, não são indicadas para trabalhar de forma remoto.
Outro ponto a se destacar é que não são todas as profissões que podem atuar desta maneira. Isso é meio óbvio, mas é bom salientar. Entretanto para a área criativa e de tecnologia o trabalho remoto é uma alternativa muito bem-vinda e que pode proporcionar inúmeros benefícios.
Para quem é o trabalho remoto

Exceto os perfis citados no tópico anterior, o trabalho remoto serve praticamente para qualquer profissional, principalmente para os criativos. Então se você é:

Organizado e responsável;
Cumpre datas sem precisar de alguém em cima te cobrando;
Não necessita de gente ao seu lado para trabalhar, na verdade prefere um fone de ouvido;
Não é depressivo, carente e é bem resolvido pessoalmente;
Mora em um ambiente tranquilo ou não muito agitado;
Sabe dizer “NÃO” quando precisa;

Agora que você já sabe para qual tipo de perfil serve o trabalho a distância, vamos falar das vantagens e desvantagens. Vamos começar pelas vantagens!
Pontos fortes do trabalho remoto
Como qualquer tipo de trabalho, o trabalho remoto tem seus pontos fortes e fracos. Abaixo vou começar pelos pontos fortes, bele? Vamos lá!
Qualidade de vida

Com certeza o maior ponto forte de se trabalhar à distância é a melhora na qualidade de vida.  Irei listar algumas coisas que influenciam nessa melhora:

Você não tem estresse com trânsito e/ou transporte público;
Você consegue, muitas vezes, dormir mais e melhor;
Você come mais comida caseira e menos condimentada e de fast-food (se você não for preguiçoso e quiser cozinha, claro kkkkk);
Você não tem chefe atrás do seu computador como um cão de guarda olhando tudo o que você faz;
Você não tem que lidar com pessoas chatas e inconvenientes que praticamente toda empresa tem;
Você tem mais tempo para sua família;
Você tem mais tempo para fazer o que gosta;
Você tem mais liberdade para trabalhar e, no caso dos criativos, para criar;
Você não precisa ir trabalhar com roupa social e ficar sofrendo com ar condicionados super gelados ou que não funcionam;
Você não fica triste quando chega segunda feira.

Existem muito mais coisas que poderia citar, mas acho que essas já são suficientes. Trabalhando em casa você tem muito menos estresse. Claro que estresse sempre tem, não tem como, todo trabalho é assim, mas só de você não ter tudo isso ( de pegar trânsito, aguentar gente chata,etc) já diminui muito o seu estresse e melhora automaticamente a sua qualidade de vida.
Mais Liberdade

Um ponto importante a se destacar é a liberdade. Para quem trabalha com criação sabe o quão é ruim trabalhar sobre fortíssima pressão (não que não exista pressão trabalhando a distância, porém ela é menor) e sem poder buscar referências na net porque a “empresa” bloqueia todos os sites onde você busca referências.
No caso da liberdade é importante não confundi-la com libertinagem. É preciso não se deixar levar por redes sociais e afins.Sabendo fazer as coisas esse fator ajuda muito nós criativos.
Flexibilidade no horário

Por mais que você possa ter um horário a cumprir no trabalho remoto, você tem sim mais flexibilidade nesse quesito. Você consegue encaixar compromissos pessoais, se preciso, de forma muito mais fácil. Comumente o mais importante mesmo é você cumprir o prazo estabelecido e com qualidade.  Então você pode eventualmente ir resolver algo de dia e terminar o trabalho mais a noite, principalmente se você for freelancer.
Mais produtividade

Segundo um estudo patrocinado pela Dell, O Global Evolving Workforce, 54% dos brasileiros se consideram mais produtivos ao trabalhar em casa. E isso é uma verdade, principalmente para quem trabalha com tecnologia e criação.
Todos os fatores que já citei neste artigo contribuem para isso, porém podemos adicionar mais um que é o maior tempo de trabalho efeito, ou seja, tempo em que você realmente trabalha.
Existem vários estudos que apontam que em um trabalho de 8 horas em uma empresa normalmente trabalhamos apenas 6 ou 5 horas. No trabalho remoto com certeza as horas trabalhadas aumentam. Isso porquê você tem menos interrupções (se você souber dizer não e estiver em um ambiente tranquilo, como já citei a cima) e mais concentração no trabalho.
Na verdade o trabalho em casa tem muito menos o famoso “migué”.
Por mais que você pare um pouco “para respirar”, você não perderá tanto tempo como, por exemplo, quando vai ir tomar um café com o pessoal da empresa e perde vários minutos falando da vida alheia, mulher, futebol, da rotina da empresa, etc.
E mesmo que você perca o mesmo tempo, quando você volta normalmente você se concentra muito mais rápido na tarefa.
Você não fica contando as horas para chegar logo às “18h” para sair correndo. E nem fica enrolando das 17:30 até as 18h quando já está cheio daquele ambiente de escritório.
Bom para você, para a empresa e para o meio ambiente

Como já falei a empresa também pode ganhar com tal modalidade de trabalho, mas além dela e de você, o meio ambiente e a sociedade também podem ganhar.
Por mais que você gaste mais energia elétrica em casa, etc, você gasta muito menos do que na empresa.  Você também não sai com seu carro na rua (você é menos um em cidade cada vez mais cheia), você não vai ficar ilhado na avenida alagada, não vai brigar com um passageiro do metrô, entre outros.
Se o seu trabalho pode ser executado a distância, com certeza todos ganham e inclusive o mundo.
Possibilidade de morar em cidades mais distantes

Como o trabalho é a distância você pode morar na capital ou lá no meio do mato, sem problemas. Desde que você tenha uma conexão estável com a internet, tá valendo.
Dependendo do caso você pode morar até em outro país sem problema.
E isso também é muito bom porque pode te possibilitar viajar mesmo que não esteja de férias.
Pontos fracos do trabalho remoto
Agora irei listar os possíveis “calcanhares de Aquiles” do trabalho remoto. Alguns nem considero defeitos, mas é bom citar. Vamos conferir?
Isolamento/ solidão
Trabalhar a distância significa que você não terá um monte de gente ao seu lado todo dia. Você não verá todo dia o seu chefe, o seu amigo de time ou a moça da copa. Em praticamente todo o tempo você estará sozinho. E por mais que você possa ir trabalhar onde tem gente, em coworks, por exemplo, mesmo assim ainda você estará sozinho no seu trabalho. Você não tem com quem falar sobre “aquela task que passaram para você”.

Por mais que hoje tenhamos Skype, hangout, whatsapp, etc; nada se compara a interação pessoal.
Existem pessoas que podem não se adaptar a essa situação, pois gostam de falar, de interagir com pessoas, de ir na mesa do colega ao lado, de ir no barzinho na sexta a noite entre outros.
Portanto se você é desse tipo de pessoa que precisa de tal convívio, o trabalho remoto não é indicado para você.
Comunicação

Nada substitui a comunicação pessoal, nada. No trabalho a distância a gente depende de ferramentas e principalmente se a outra pessoa está online, ou se está afim de te responder.
Isso é muito diferente, por exemplo, quando temos um problema no trabalho e para agilizar vamos na mesa do colega e perguntamos como podemos resolver aquilo na hora.
Apesar disso cada dia mais está mais fácil de se comunicar a distância, tanto por vídeo, áudio ou texto, então essa não chega a ser uma questão tão grave assim principalmente se você tiver pessoas trabalhando com você que estão comprometidas com o trabalho e na mesma sincronia.
Possíveis mais custos domésticos

Como você ficará na maior parte do tempo em casa, você muito provavelmente não terá vale transporte, vale refeição e etc. Além disso você provavelmente consumirá mais energia elétrica, água, gás, internet, equipamentos, etc.
Se você mora com sua família talvez nem sinta diferença, mas se mora sozinho talvez sinta. Mesmo valendo o custo benefício é importante saber que tais gastos podem aumentar.
Falta de entendimento da sociedade
O trabalho a distância no Brasil ainda é bem novo e mal compreendido. Quando você fala que trabalha a distância não é raro você ver aquele “sorriso” sarcástico no rosto das pessoas do tipo: “ah é moleza, que mamata”.
Normalmente associam o trabalho remoto como “o não faz nada o dia todo” ou “isso não é trabalho de verdade” e por aí vai.
E isso aumenta, por incrível que pareça, se você for do sexo masculino e dependendo da região em que você mora.

E eu sei bem o que é isso. Na verdade, muitas vezes até evito falar que trabalho assim. Não porquê tenho vergonha e etc, mas simplesmente só para evitar perguntas e comentários imbecis. E sobre esse tipo de comentários e perguntas o ideal é que você não dê bola.Apenas ignore!
O trabalho remoto cresce cada vez mais no Brasil e no mundo inteiro. As coisas estão mudando e com certeza esses pensamentos toscos cada dia mais irão se dissipar.
Mais horas de trabalho
Isso vale principalmente se você trabalhar por conta própria. No trabalho em casa é normal você não fazer 1 hora de almoço. Você vai parar pouco (ou quase não para no trabalho), você vai trabalhar até mais tarde, quiçá até de madrugada, e também poderá trabalhar mais aos finais de semana.

Quando você trabalha em casa não tem aquela coisa de “bateu 18h partiu casa, dane-se a task, amanhã eu termino”. Como o trabalho tá ali para você todo dia a toda hora, se você tiver terminando algo e ver que não vai conseguir até as 18h você vai continuar até às 19h,20h,21h…
Do mesmo modo, não tem aquela coisa “ ah tenho que terminar até as 18h de hoje para entregar amanhã às 10h”. Caso você não consiga até as 18h, você pode parar descansar, respirar, ver tv, etc, e voltar par aa tarefa às 21h, por exemplo.
É importante que você saiba dosar a sua vida pessoal e descanso com o trabalho. Por mais que você trabalhe um pouco a mais, você não pode ficar somente nele. Tudo tem seu tempo e você precisará de um tempo para descansar e curtir a vida também. Você não quer ficar que nem o personagem principal do filme “ O Click”, né?
Trabalha sempre e o máximo que puder
Quando você está atuando em uma empresa e você acorda mal, indisposto, com gripe e etc, mesmo que dê para você ir, você pode preferir ir no médico, ver o que tem, e no outro dia dar a declaração médica, para justificar a falta, para o seu chefe.
No trabalho remoto não tem isso e principalmente se você trabalhar para si.
Como você trabalha na maior parte do tempo em casa, você provavelmente ficará menos doente. E mesmo que fique doente, uma gripe por exemplo, você vai trabalhar do mesmo jeito. Você pode até ir no médico pegar declaração e apresentar para sua empresa, mas quando voltar do médico você vai acabar trabalhando um pouco.
Você só vai parar de trabalhar se realmente ficar muito ruim, tiver que operar e etc.
A declaração médica é só um exemplo, pois na verdade isso vale para qualquer tipo de “migué” ou desculpa.
Falta de legislação específica
Ainda não temos uma legislação específica para o trabalho remoto no Brasil. Então, tanto empresas quanto funcionários podem estar perdendo benefícios e sendo prejudicados por isso.
Com o crescimento desse tipo de trabalho com certeza daqui há alguns anos teremos leis específicas sobre ele (tomará!). Por momento nos basta esperar.
Dicas para você que quer trabalhar à distância.
Depois de tudo isso que falei, vou dar algumas dicas me baseando em tudo o que vi, li e principalmente no meu conhecimento empírico da coisa. Seguem as dicas:

Procure manter uma rotina. Tente acordar e começar a trabalhar sempre no mesmo horário. Crie um espaço confortável para você. Isto vai te ajudar na organização e no seu bem-estar;
Leve seu trabalho a sério. Não perca muito tempo com redes sociais e etc. Não se deixe levar pelas distrações da sua casa e da internet;
Mantenha o espaço de trabalho limpo e o mais organizado possível;
Não esqueça da sua vida particular. A vida não é só trabalho. Organize seus horários e tenha horas de folgas. Saía, divirta-se, faça o que gosta;
Participe de cursos presenciais, eventos, trabalhe algumas vezes em lugares diferentes. Faça contatos e não se isole;
No final do ano passado li uma frase muito interessante: “Quem não tem agenda acaba virando agenda dos outros. ” Portanto, diga não quando precisar! Tenha sua agenda definida e não vire agenda dos outros;
Seja responsável e cumpra sua palavra. Sua palavra vale muito mais no trabalho a distância. Se definiu uma data cumpra o prazo e caso não consiga seja honesto e relate o que aconteceu. Não perca a confiança do seu time;
Mantenha tudo o que for necessário para trabalhar perto de você;
Não ligue para opiniões alheias;
Procure ao máximo estar acessível (pelo menos no horário comercial ou horário de trabalho) quando o chefe e/ou cliente ligar e de preferência em um ambiente silencioso;

Home Office – Como ser produtivo trabalhando em casa?
Para complementar o conteúdo passado neste artigo, deixo abaixo um vídeo onde falo sobre o trabalho remoto e home office.
Nesse vídeo sobre o tema, eu passo dicas valiosas da minha experiência atuando como home office há anos a bastante tempo, de forma contínua.
Confira abaixo, e se gostar deixe um like no vídeo:

Conclusão
Muitas empresas já estão adotando o sistema para que seus funcionários trabalhem no mínimo alguns dias da semana em casa. Outras já tem departamentos inteiros totalmente remotos.
O trabalho a distância só cresce no Brasil e isso vale principalmente para as pessoas que atuam com tecnologia e criatividade. É um novo caminho que está ficando cada vez mais forte. Essa nova opção pode beneficiar muitas pessoas e empresas. Vejo que as vantagens são muito maiores que as desvantagens.
Talvez uma das maiores pedras que temos seja o entendimento das pessoas e a falta de legislação específica.
Me lembro uma vez que quando estava no ambiente acadêmico, eu comentei, por lapso meu, que tinha voltado a trabalhar em casa. Muitos dos meus colegas tinham ideias toscas (como já citei neste artigo) e por isso de vez em quando sempre soltavam alguma piadinha sobre. E por mais que falassem “na brincadeira” você sabe que sempre tem um ponta de verdade.
Eu sempre levei de boa (entra por um ouvido e sai por outro) e enquanto eles falavam tais coisas eu pensava:
Vai nessa… Enquanto você está se sacrificando todo dia para ir trabalhar, pegando condução lotada eu to em casa ganhando 2 ou 3 vezes mais que você. Fica fazendo piada aí mesmo!
E inclusive essa é uma questão que pega neste tópico: dinheiro.
Então por mais que as pessoas tenham esse pensamento, enquanto você estiver com dinheiro, pagando as coisas para elas e etc; está tudo bem e elas te respeitarão. Agora se você estiver trabalhando em casa e na pendura aí vão querer criticá-lo. É assim que as coisas funcionam no mundo.
Galucho, tanto na bonança quanto na pendura é importante você sempre se lembrar dos seus objetivos, dos seus sonhos e da sua verdade. Mantenha o foco nisso e visualize o seu futuro e bem-estar. Isto é o que deve importar para você. Se trabalhar a distância é uma boa para você, pessoalmente, financeiramente e profissionalmente, então siga em frente.
E antes de começar a trabalhar em casa analise muito bem se você tem o perfil para trabalhar em casa/remoto. E em caso de dúvidas faça um teste, bele?
Espero que esse artigo tenha sido útil para você 😀
Até mais.
Forte abraço!
Referências:

Home office: o futuro das relações profissionais reside no trabalho remoto


The post Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre appeared first on Chief of Design.

Trabalho Remoto: 7 Pontos Fundamentais que Você Precisa Saber Sobre
Fonte: Chef of Design

Editor grátis de PHP, HTML, CSS, JavaScript – Codelobster IDE

Editor grátis de PHP, HTML, CSS, JavaScript – Codelobster IDE

Neste artigo, iremos te mostrar um editor gratuito de linguagens da web, o Codelobster IDE. Esse editor que está no mercado há muito tempo e ganha muitos fãs.

O IDE Codelobster permite a você editar arquivos PHP, HTML, CSS e JavaScript. Ele destaca a sintaxe e fornece dicas para tags, funções e parâmetros. Este editor lida facilmente com os arquivos que contêm um conteúdo misto, ou seja, que contém mais de uma linguagem.

Se você inserir o código PHP no seu modelo HTML, o editor destacará corretamente as tags HTML e as funções PHP. O mesmo se aplica ao código CSS e JavaScript, que está contido nos arquivos HTML.

O programa inclui a função de preenchimento automático, que acelera bastante o seu trabalho de programar e elimina a possibilidade de erros.

O IDE Codelobster fornece ajuda contextual em todas as linguagens de programação suportadas, porque ele usa a documentação mais atualizada no momento, baixando-a de sites oficiais. Assim, podemos obter rapidamente uma descrição de qualquer tag HTML, atributo CSS, função PHP ou JavaScript pressionando a tecla F1.

O depurador PHP integrado permite executar scripts PHP passo a passo, movendo-se sequencialmente pelas linhas de código. Você pode atribuir pontos de verificação, visualizar o processo de trabalho de loops e monitorar os valores de todas as variáveis ​​durante a execução do script.

Você pode visualizar os modelos HTML diretamente no editor, destacar os elementos interessantes na página e explorar os estilos CSS associados. O inspetor HTML e CSS funciona de acordo com o princípio de todos os inspetores de códigos conhecidos.

Outras funções e recursos úteis do IDE:

Um par destacando parênteses e tags – você nunca precisará contar parênteses ou aspas, o editor cuidará disso.Destaque de blocos, seleção e recolhimento de trechos de código, indicadores para facilitar a navegação no arquivo editado, reconhecimento e construção da estrutura completa dos projetos PHP – essas funções garantem um trabalho fácil com projetos de qualquer escala.Suporte para 17 idiomas da interface do usuário, entre eles inglês, alemão, russo, espanhol, francês e claro, que o português-br.O programa funciona nos seguintes sistemas operacionais: Windows 7, Windows 8, Windows 10, Mac OS, Linux, Ubuntu, Fedora, Debian.

E a versão PRO do Codelobster IDE oferece ao programador ainda mais recursos.

Por exemplo, você tem a oportunidade de trabalhar com projetos em um servidor remoto com o uso do cliente FTP embutido. Você pode editar os arquivos selecionados, visualizar os resultados e sincronizar as alterações com os arquivos da hospedagem. Para quem trabalha com WordPress é uma mão na roda.

Além disso, a versão PRO inclui um extenso conjunto de plug-ins:

Suporte totalmente implementado para bibliotecas JavaScript, como jQuery, Node.js, AngularJS, BackboneJS e MeteorJS.Um grande conjunto de extensões que ajudam a trabalhar com estruturas PHP – CakePHP, CodeIgniter, Laravel, Phalcon, Smarty, Symfony, Twig e Yii.Plugins para trabalhar com o CMS mais popular – Drupal, Joomla, Magento e WordPress.

Você pode baixar e instalar qualquer estrutura diretamente do programa sem nos distrair das tarefas principais.

O IDE Codelobster funciona rápido, não trava e nos permite trabalhar mesmo em grandes projetos PHP e com ótima avaliação dos seus usuários.

Acesse agora o site do Codelobster e faça o download do IDE Codelobster no site oficial http://codelobsteride.com.
The post Editor grátis de PHP, HTML, CSS, JavaScript – Codelobster IDE appeared first on Chief of Design.

Editor grátis de PHP, HTML, CSS, JavaScript – Codelobster IDE
Fonte: Chef of Design

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?

Eae, tudo bele?

Uma peça fundamental na carreira de um profissional que trabalha com design é a elaboração de bom portfolio. Como você deve saber um bom portfolio vale muito mais que um currículo, pois ele apresenta com provas o que você sabe fazer, o seu estilo e a qualidade do seu trabalho.

Para criar um portfolio online existem várias ferramentas, uma delas é justamente o Behance, a comunidade para designer e criativos da Adobe. Com certeza, o Behance é uma das principais opções quando se pensar em ter um portfólio online. Além da possibilidade de expor os seus trabalhos, também você pode fazer parte de um rede social de criativos, conquistando seguidores e fãs.

Por isso, decidi criar este conteúdo para te ajudar a criar o seu portfolio no Behance, e não só isso! Também para te ajudar a ter mais engajamento e consequentemente mais sucesso nessa plataforma. A seguir veremos 11 dicas que vão potencializar o seu portfolio no Behance. Vamos nessa?

O que é o Behance?

O site Behance é uma rede social para designers gráficos, fotógrafos, ilustradores e criativos em geral, onde é possível criar um perfil e a apresentação do seu trabalho, através de um portfolio online.

O Behance é de propriedade da Adobe, a mesma produtora do Adobe Photoshop e Adobe Illustrator. Ao contrário de outros sites, qualquer um pode subir o seu trabalho no Behance. Você não precisa de convite para criar um portfolio no Behance.

No Behance você pode criar o seu portfolio de forma totalmente online e grátis. Para criar um portfólio no Behance basta ter uma conta no Creative Cloud da Adobe, e depois subir os seus projetos de acordo com as opções do site.

O site conta com milhares de trabalhos de profissionais de todo o mundo, por isso trata-se de uma ótima fonte de inspiração. E o Behance reconhece os trabalhos mais notórios dentro da comunidade, com os famosos “selos”. Esses selos são um reconhecimento do site para um trabalho bem feito e existem vários tipos de selos como nas categorias de design gráfico, design de interface, photoshop, illustrator, e por aí vai.

O mito da qualidade do trabalho no Behance!

Existe um pensamento de auto sabotagem em alguns designers que pensam que apenas trabalhos excepcionais podem ser expostos no Behance. Com tal visão, muitos deles acabam não postando os seus trabalhos na plataforma com medo ou vergonha de que os seus trabalhos não estejam no “nível Behance” de qualidade e com isso acabam não usando o site.

Esse pensamento é mais comum com designers iniciantes que ficam se comparando a profissionais mais tarimbados e que possuem os “selos” na plataforma.

Se você, que está lendo este artigo, pensa dessa maneira, saiba que você está totalmente errado.

O Behance é livre, é gratuito e qualquer pessoa pode postar o seu trabalho no site. A plataforma não é uma curadoria dos melhores trabalhos do mundo, muito menos uma seleção ou algo do tipo. O Behance é um local onde designers e criativos em geral expõem os seus trabalhos, independente do nível e experiência profissional.

Portanto, se você deseja usar o Behance, saiba que não existe nada disso de “qualidade Behance”. Tudo isso é fruto da insegurança e medo de críticas dos profissionais. O site é livre para uso, mesmo que você esteja começando agora.

A seguir vou te passar dicas para você criar um portfolio coeso e profissional para que você se aproxime mais do reconhecimento do Behance, alcançando os famosos selos!

1 – Preencha o seu perfil profissional.

Um dos erros primários dos criativos ao criarem o seu portfolio no Behance é justamente não preencher corretamente o seu perfil profissional.

É importante que você preencha o seu perfil profissional de forma completa e coesa. Claro que não é necessário, e muito menos indicado, escrever “um livro” em sua descrição profissional, mas também deixá-lo a esmo não vai ajudar você passar uma imagem digna para quem pesquisar e achar o seu portfólio.

2 – Adicione na imagem de perfil a sua marca ou uma boa foto do seu rosto

Pode parecer algo trivial, mas é ponto que com certeza interfere na sua apresentação profissional que é simplesmente a foto. Muitos profissionais esquecem dessa parte adicionando fotos que não tem nada a vê com uma postura profissional.

Essa questão fácil e simples de resolver: adicione uma foto normal, sóbria, em seu perfil ou coloque o símbolo da sua marca pessoal.

3 – Crie uma imagem de capa atrativa para o seu projeto

Dicas simples e também fácil de fazer. Crie uma imagem de capa (a miniatura) que atrai as pessoas a clicar. É importante que ela seja uma parte importante do seu projeto, que possa resumir de certa forma, ali em uma imagem, todo o rico conteúdo do seu projeto.

Então pense bem e elabore uma boa imagem para apresentar e chamar a atenção para o seu projeto.

4 – Crie uma apresentação ampla e detalhada do seu projeto

Se tem algo em comum em praticamente todo projetos de sucesso no Behance é justamente a apresentação ampla e detalhada. Por isso explique, apresente e mostre o seu trabalho com detalhes e contando a história do seu projeto.

Grande parte dos profissionais ao subirem um trabalho no Behance se esquecem de apresentar de forma adequada e contando todo o processo criativo até a conclusão do projeto. É necessário explicar o que você fez, como você fez e usar imagens que a valorizem o seu trabalho.

Mostre todo o processo criativo e apresente o problema que você resolveu com o seu design, assim além de trazer mais valor ao seu trabalho você também alcançará mais engajamento no Behance.

5 – Apresente o seu trabalho em inglês

O Behance é uma plataforma mundial, por isso se você deseja ter um maior alcance é importante colocar o seu trabalho em inglês.

Utilize a ferramenta de texto do site para descrever o seu projeto em português e também em inglês. Com isso você aumenta as chances de ser reconhecido de ganhar um selo no Behance.

6. Divulgação do seu projeto (principalmente nas primeiras 24hrs)

Para ter um maior alcance no Behance você precisa divulgar massivamente o seu trabalho. Por isso não tenha vergonha de divulgar o seu trabalho. Dissemine o que você fez o máximo que puder, claro que sempre com cautela para não incomodar e nem fazer spam. Faça isso principalmente nas primeiras 24hrs.

Quanto maior for o acesso ao seu trabalho, principalmente nas primeiras 24hrs, maiores serão as chances de você conseguir ter um maior engajamento na plataforma.

Não tenha vergonha ou receio de divulgar o seu projeto, pois isso é parte fundamental para que você alcance o seu objetivo.

7. Tenha uma linha Projetual

Ter foco é também é importante. Defina o seu tema. Ele pode ser: marcas, interfaces, produto, fotografia, ilustração, etc.

Escolha o seu seguimento favorito e trabalhe em cima dele, não importa qual seja. Mas é muito melhor para o seu perfil seguir uma linha projetual do que um aglomerado de trabalhos de diferentes áreas.

Ter um foco também vai te ajudar a conseguir mais seguidores e autoridade na comunidade. E quanto mais seguidores você tiver, maior será o seu engajamento no Behance.

8. Participe da comunidade

É importante que você participe da comunidade do Behance. Quanto mais você participar, maiores são as chances de conseguir seguidores e consequentemente audiência.

Então comente os trabalhos de outros profissionais, faça críticas e sugestões construtivas, elogios e também curta os trabalhos.

9. Priorize os seus melhores trabalhos

Um portfólio não é uma restropectiva da sua vida, nem um longa-metragem. Um portfolio seria mais como um álbum onde você insere os melhores momentos dela.

Portanto, priorize os seus trabalhos por importância e qualidade. Não se preocupe em retirar alguns que não estão tão legais ou que são de uma época onde você estava em nível inferior.

10. Dê os créditos para outras pessoas que participaram do trabalho

Caso o projeto tenha a participação de outras pessoas, não esqueça de dar os devidos créditos para os profissionais que colaboraram. Além de ser o certo a se fazer, essa atitude também será vista com bons olhos por quem está acessando o seu portfolio.

11. Tenha zelo e cuide do seu portfolio: mantenha atualizado

O seu portfolio traduz o que faz, uma parte do que você é e isso transparece para quem está vendo. Portanto não deixe o seu portfolio, e também o seu perfil, no Behance as moscas. Atualize sempre que tiver algum trabalho legal, participe do site e divulgue o máximo o seu link para que você ganhe seguidores e curtidas nos projetos.

Como ter engajamento no seu portfolio Behance para alcançar o primeiro selo?

Para te dar mais dicas, apresentar outra perspectiva e apresentar as possibilidades com o Behance de uma outra forma, eu criei um vídeo exclusivo para você criar o portfolio no Behance da melhor maneira possível e quem sabe conquistar o famoso selo.Assista ao vídeo agora aprenda muito mais. Não perca tempo:

Considerações Finais

Pode parecer difícil para quem está iniciando criar um portfolio, mas é importante começar o quanto antes. Não tem como você conseguir freelas, contratado por empresas, seja como empregado ou freelancer, e participar de projetos legais sem ter um portfolio.

Para te ajudar a dar os primeiros passos com o seu portfolio, eu te ofereço de graça o ebook mias baixado do Chief, o Guia Definitivo sobre Portfolio.

Nesse eBook eu te falo como você pode fazer para dar os primeiros passos na construção do seu portfolio, mesmo que você não tenha clientes reais. Aproveita agora e baixe aqui o eBook!

Espero que esse conteúdo tenha sido útil para ti.

Se você tem algum comentário ou informação que venha contribuir com esse artigo, não se acanhe, deixe um comentário logo abaixo.Forte abraço.Até mais.
The post Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo? appeared first on Chief of Design.

Como ter engajamento no seu Behance para alcançar o seu primeiro selo?
Fonte: Chef of Design

Curso de Elementor WordPress – Crie sites, landingpages ou blogs de forma descomplicada!

Curso de Elementor WordPress – Crie sites, landingpages ou blogs de forma descomplicada!

Eae, tudo bele? Eu sou David Arty e neste artigo vamos falar sobre curso de Elementor WordPress.

Este artigo é especialmente para você que está pesquisando sobre o plugin e também sobre como aprender a usar o Elementor.

Veremos aqui tudo o que você precisa saber, antes de qualquer coisa, tanto sobre o page builder mais famosos do mundo, ou seja o Elementor WordPress, quanto sobre o que você deve se atentar antes de adquirir algum curso de Elementor WordPress.

Vamos nessa?

O que é Elementor WordPress?

Antes de qualquer coisa você precisa saber o que é o Elementor WordPress e porque ele é tão popular na área de criação de sites.

O Elementor WordPress é plugin de page-builder (construtor de página web, em português) para o CMS WordPress. Com ele é possível criar páginas de sites em uma interface real-time e do tipo “drag&drop”, ou seja, clicando e arrastando.

O plugin Elementor é um dos mais populares na comunidade WordPress, se tornando o principal page-builder da plataforma. Para utilizar o Elementor, basta ter um site em WordPress.

Apenas para te introduzir no assunto, caso ainda não conheça, o WordPress é o CMS mais popular do mundo. Estima-se que mais de 70% dos sites de todo o mundo utilizam o WordPress.

CMS é o acrônimo de Content Management System, ou seja, estamos falando de uma plataforma de Gerenciamento de conteúdo, onde podemos criar vários tipos de sites, desde blogs, sites institucionais até lojas virtuais e redes sociais.

Caso você não saiba instalar o WordPress ou nem sabe do que se trata, sugiro que leia esse outro artigo.

O Elementor é um plugin que adiciona recursos fantásticos para a criação de sites em WordPress.

Abaixo você pode conferir uma live que fiz utilizando a ferramenta e como em pouco menos de 1 hora eu criei um site sem mexer em código, praticamente apena “clicando e arrastando”.

Por que o Elementor WordPress é tão popular?

A resposta é simples: pela sua qualidade. O Elementor foi um dos primeiros pages builders a funcionar de forma mais estável, com o código cada vez mais otimizado e com uma usabilidade facilitada.

Se hoje em dia temos vários plugins de pages builders no mercado, muito se deve ao sucesso obtido pelo Elementor.

O Elementor nos possibilitou poder criar páginas de modo rápido, simples (clicando e arrastando) e sem precisar mexer em código. Por isso existem vários benefícios que o plugin proporcionou para quem trabalha com Web Design, como:

A curva de aprendizagem é relativamente rápida e simples;Você não precisa comprar a versão pro (mas é muito bom se puder);Existem vários produtores de temas, plugins e addons;É um dos plugins mais utilizados pela comunidade do WordPress;Não precisa de conhecimentos em programação (mas é bom se souber);Não precisa de conhecimentos em HTML e CSS (mas é muito bom se souber);Ele funciona independente do tema que estiver utilizando, permitindo adicionar e deletar elemento em páginas e posts.

O que preciso para começar a usar o Elementor WordPress?

A primeira coisa que você precisa é instalar o plugin. E isso é muito simples!

Ele possuí versões gratuita e paga. Para instalar o Elementor, independente da versão, é preciso ter um site em WordPress. Depois basta instalar o plugin pelo próprio repositor de plugins do WordPress e pronto. Você já pode começar a utilizá-lo.

É possível criar coisas incríveis na versão free e existem muitos plugins gratuitos que adicionam recursos ao Elementor. Mas é óbvio que existem certas limitações, por isso, caso tenha condições super indico que você adquira o Elementor PRO.

A segunda coisa necessário para iniciar é saber como usar o Elementor WordPress. Para isso você tem a chance de fazer um curso focado em Elementor que pega na sua mão e te mostra o passo a passo da utilização da ferramenta, para que você não perca tempo pesquisando inúmeros conteúdos por aí e já comece o quanto antes a criar os seus sites e até fazer dinheiro com eles.

A seguir vamos falar sobre como você pode escolher um curso de Elementor WordPress.

Como aprender a usar o Elementor WordPress?

O Elementor WordPress pode ser um divisor de águas para você que deseja criar sites. O mercado de sites sempre se mantém ativo e quente, pois a todo momento surgem empresas e profissionais que necessitam de sites institucionais, sites para campanhas de marketing, sites de vendas de produtos e etc.

Por isso, para acelerar o seu aprendizado eu te apresento o Curso de Elementor WordPress do Chief of Design o WP ELEMENTOR

Neste curso você aprenderá criar projetos de websites que realmente funcionem, de uma maneira simples e objetiva. Sem enrolação! E o melhor de tudo: aplicando o seu design, criando o site de forma personalizada e não com cara de template.

O curso de Elementor WordPress é 100% online, com um conteúdo prático e direto com foco na criação de sites utilizando de design estratégico.

Ele é ideal para designers, criativos, freelancers, publicitários, donos de agência,  empreendedores digitais que desejam, ou melhor, que necessitam alavancar seus resultados através de páginas personalizadas, feitas com o seu design, de forma simples e otimizada, sem precisar mexer em códigos ou ficar dependente de temas.

O nosso blog é uma parceiro oficial do Elementor graças a qualidade e alcance do conteúdo de Elementor que produzimos.

O que você vai aprender no curso de Elementor WordPress?

O curso de Elementor WordPress traz um conteúdo prático e direto com foco na criação de sites utilizando o WordPress mais o plugin Elementor. O curso é indicado para designers e donos de agência de marketing digital que desejam aprender a criar as suas páginas de forma mais rápida e prática. Dentro do curso você irá aprender:

Configurar e instalar o Elementor, pago ou gratuito, no WordPress;Trabalhar os diferentes widgets e elementos;Criar templates, importar e exportar templates;Composição na criação de sites;Slides de Imagem e Vídeo;Design responsivo com Elementor;Criar menus responsivos;Instalar pixels do Facebook e Google;Criação e integração de formulários;e muito, muito mais…

O conteúdo do curso tem aproximadamente 7h de duração. E você pode aprender com o curso mesmo use apenas o a versão gratuita do curso.

Além dos módulos tradicionais, você conta com uma série de bônus que auxiliaram você ainda mais no seu processo de aprendizagem como:

Guia de WordPress;Hospedagem e Domínio;Design para Conversão ;Processo Criativo;Design responsivo com Elementor;Fluência em HTML e CSS.

E um super bônus dentro do curso é a possibilidade de adquirir chaves do Elementor WordPress com desconto.

Também disponibilizamos no curso templates prontos, para você baixar e instalar no seu WordPress, editando e adaptando do jeito que você quiser.

Qual a Garantia do curso WP Elementor?

Você pode ficar tranquilo, pois o risco é todo nosso. Isso mesmo que você leu! Satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta.

Se você por algum motivo não quiser mais o curso, nós vamos devolver 100% do seu dinheiro de volta. Sem enrolação, basta me mandar um e-mail e pronto.

Para isso você tem até 7 dias de garantia. Dentro desse período, você tem a nossa garantia e também a do sistema de pagamento.

O curso Elementor WordPress tem certificado?

Sim, o curso de Elementor conta com certificado digital de conclusão do curso. Ao concluir as aulas e apresentar as atividades você receberá um certificado de especialista em Elementor WordPress.

Vale a pena curso de Elementor?

Sim, pois ele vai acelerar e potencializar o seu caminho na criação de sites. Você pode tentar aprender tudo sozinho, estudando por conta, garimpar os conteúdos espalhados pela web e etc; todavia, como você deve saber, tempo é dinheiro e o tempo de aprendizagem que você pode economizar com o curso, você pode usar para vender os sites que você construiu, por exemplo.

Além do mais, existem recursos e conhecimentos que são exclusivos e que raramente você achará por aí e o curso conta com suporte para você te ajudar no seu processo.

E o curso conta com bônus exclusivos, dentre eles, a possibilidade de adquirir a chave do Elementor PRO por um preço super baixo, pago em real e não em dólar.

EU QUERO O CURSO WP ELEMENTOR

Agora é com você!

O Elementor page builder é um ótima ferramenta e que vai te ajudar a criar os seus sites de forma mais simples e rápida. Todas as novas landing pages do Chief of Design utilizam o Elementor PRO e eu utilizo em projetos freelancers também, ou seja, faço dinheiro com ele e conheço várias outras pessoas que fazem dinheiro seja em produtos digitais, seja produzindo sites em Elementor para seus clientes e agências.

Para que você aprenda a utilizar todo o potencial do Elementor, para que você possa acelerar a sua curva de aprendizagem, para que você comece com um auxilio de quem sabe o que faz, o curso de Elementor WordPress está a sua disposição.

Faça a decisão sábia e opte pelo seu crescimento. Clique aqui e conheça agora o melhor Curso de Elementor WordPress.

Te espero do outro lado 😀

Forte abraço!

Até mais.

The post Curso de Elementor WordPress – Crie sites, landingpages ou blogs de forma descomplicada! appeared first on Chief of Design.

Curso de Elementor WordPress – Crie sites, landingpages ou blogs de forma descomplicada!
Fonte: Chef of Design

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo

Uma das primeiras tarefas de um futuro empreendedor é escolher um nome e um logo para a sua empresa. Muitas vezes, este assunto precede até mesmo a reflexão sobre a estratégia da empresa, o plano de negócios ou as projeções financeiras. Contudo, pensar em um logo, é pensar na empresa!

Quando se trata de criar o branding da sua marca, é importante começar definindo claramente os objetivos da sua empresa, pensar em uma estratégia corporativa e, acima de tudo, garantir a coerência de todos os elementos que vão compor a imagem da marca. A imagem da marca é um ativo da empresa. Ela tem seu valor, mesmo que seja difícil de quantificar.

Muitos componentes são usados para criar uma imagem corporativa e cada um deles deve ser cuidadosamente estudado.

O produto ou serviço

O produto ou serviço, por sua forma, suas características, seu preço e sua engenhosidade, é o primeiro ator e, muitas vezes, o principal agente criador da imagem da empresa. Muitas empresas nascem como resultado de uma ideia de produto ou serviço. Essa ideia inicial frequentemente modela a imagem na qual o público terá em relação a empresa.

Nome e identidade visual

A empresa molda a sua imagem principalmente através do nome e da identidade visual, portanto, não pode ser apenas uma fachada sem alma. Está claro que essas coisas não podem ser destacadas de nenhum interesse comercial.

História e experiência

A imagem também é criada de acordo com a história, a visão e os valores da empresa, o know-how dos líderes, os pontos fortes e fracos, a experiência de compra e venda, as compras online ou offline, o serviço pós-venda e os funcionários.

De qualquer forma, criar um logo é um trabalho complexo. Além da elegância e peculiaridade do design, é preciso revelar uma marca que seja memorável e transmita os valores da sua empresa. E isso tudo deve estar contido em um nome, em um logo.

Existem muitas opções para você criar uma ótima marca – designers, editores gráficos, serviços e ferramentas online. Aquela que você vai escolher depende apenas do seu orçamento, habilidade e tempo. Uma das maneiras mais rápidas é usar um criador de logo online, por exemplo, o Logaster. Por quê? Porque todo o processo de design estará em suas mãos e para criar um logo forte, você não precisará ter habilidades especiais, apenas um pouco de imaginação, desejo e tempo. Tudo o que você precisa fazer é inserir o nome da sua empresa, escolher um dos logos propostos e, se desejar, editar a paleta de cores, texto, layout, tamanhos dos elementos, formas, etc. Além disso, você poderá obter um kit de marca para mídia social com o seu logo otimizado para as principais redes sociais: Pinterest, Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube, etc.

Mas e quais são as características de um bom logo? Trazemos algumas respostas.

1. Singularidade

Ele deve revelar os produtos ou serviços da sua empresa e se conectar com os seus clientes existentes ou clientes em potencial. Ele deve refletir a sua identidade, destacar-se dos logos das outras empresas e, acima de tudo, evitar transmitir confusão, principalmente com o logotipo dos concorrentes.

2. Falar por si só

Seu significado deve ser claro e óbvio. Seu logo deve carregar a mensagem da sua empresa. Ele deve incorporar os seus valores e traduz visualmente a sua cultura.

3. Simplicidade

O design sóbrio de um logo inspira confiança nas pessoas. Quanto mais simples for o seu logo, mais ele ficará na memória. Muitos exemplos vêm à mente: Apple, Nike, VW, CNN, etc. Qualquer que seja o campo de atividade, as empresas de maior renome mundial optaram por logos simples e facilmente reconhecíveis em todo o mundo.

4. Fácil de lembrar

Ele deve ser reconhecido facilmente e associado à sua empresa, mesmo que nenhuma tipografia esteja presente no logo. Observe que a percepção das cores é imediata. Elas são percebidas primeiro, antes do reconhecimento das formas e da leitura do texto.

designer de marca de design de logotipo. Por REDPIXEL.PL / Shutterstock

5. Flexibilidade

Seu logo deve ser funcional e capaz de ser aplicado nos diversos meios de comunicação: papelaria, site, assinatura de e-mail, redes sociais… Ele deve permanecer legível e compreensível em qualquer circunstância, mesmo quando exibido em versões pequenas ou em preto e branco.

6. Sem limites

Ele deve atravessar eras e durar com o tempo. Um bom logo não segue qualquer tendência e não muda a cada nova moda. Se bem pensado, exigirá, após vários anos de uso, apenas uma reformulação, ou seja, uma atualização.

7. Equilíbrio

As proporções de um logo são ainda mais importantes, pois a mente percebe um design harmonioso como naturalmente agradável e atraente. Para alcançar essa harmonia, seu logo deve apostar no equilíbrio entre gráficos, cores, ícones e tipografia. As dimensões do seu logo também são importantes: não se esqueça de testar a legibilidade dele em tamanhos diferentes.

O design efetivo de um logo não é improvisado, é um trabalho que deve ser feito por um profissional que dedica tempo para ouvir você e entender a sua atividade, para depois poder traduzir tudo em uma identidade visual. Contudo, você que tem facilidade com novas tecnologias, também pode chegar a um resultado muito bom. Basta pensar em seus valores e objetivos.
The post Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo appeared first on Chief of Design.

Lista de verificação obrigatória para criar um design de sucesso de um logotipo
Fonte: Chef of Design

Google Tag Manager. O que é? Para que serve?

Google Tag Manager. O que é? Para que serve?

Você já precisou inserir manualmente um pixel do Facebook em algum site? E precisou repetir o processo para inserir qualquer outro tipo de código de terceiros? E se você pudesse gerenciar todos esses códigos em um só lugar sem precisar mexer nos arquivos hospedados no servidor? É então hora de você conhecer o Google Tag Manager.
Eu sou Ed Francisco e estou aqui para te mostrar como você pode adicionar e gerenciar scripts de terceiros em seus sites e sites de clientes de forma simples e sem riscos com o Google Tag Manager.
Antes de entendermos como funciona esta ferramenta devemos primeiros conhecer as tags. Vamos começar?
O que são tags?
Existem ações fundamentais no marketing digital. Muitas destas ações visam aumentar o número de vendas. Entender o comportamento do usuário que visita um site, alimentá-lo com publicidade pós-visita e acompanhar e otimizar conversões se destacam entre as estratégias para alavancar as vendas.
Para que essas estratégias funcionem é necessário adotar de rastreadores que acompanham as ações. Se tratam de pequenos códigos javascript inseridos nos sites que realizam uma infinidade de tarefas, muitas delas relacionadas a estratégias de marketing digital. Esses códigos são tratados como tags.
Alguns tipos de tags famosas que possivelmente você já teve contato são:

Código de acompanhamento do Google Analytics;
Pixel de acompanhamento de conversão do Google Ads;
Pixel de remarketing do Google Ads;
Pixel de acompanhamento de conversão do Facebook Ads;
Pixel de remarketing do Facebook Ads.

O que é Google Tag Manager?
O Google Tag Manager é uma ferramenta gratuita que permite que você inclua os scripts de terceiros apenas em um lugar e sem a necessidade de acessar seu servidor.
Por que usar o Google Tag Manager?
A inserção das tags é um processo corriqueiro para quem trabalha com Marketing Digital. E esse processo não é uma tarefa fácil para quem não tem familiaridade com códigos HTML.
Existe um grande risco de quebra do site se uma pessoa sem conhecimento adequado mexer em algum arquivo que está n o servidor.
A adoção do Google Tag Manager traz a grande vantagem de não precisar acessar esse arquivos dependendo apenas de inserir um pequeno código uma vez e todos os outros que futuramente você precise inserir pode ser executado de forma simples e prática dentro da interface gráfica do Google Tag Manager.
E com uma outra vantagem de que se algo der errado você pode recorrer à uma versão anterior instalada.
Com a possibilidade de você administrar suas tags, pixels e scripts em um só lugar as pessoas que administram esse códigos terão mais autonomia sem precisar buscar ajudas de profissionais de TI que já podem estar bastante atarefados.
Como começar?
Para começar é preciso possuir uma conta no Google e logar com seus dados no site do Google Tag Manager.
Depois disso você precisa criar uma conta que pode ser o nome de sua empresa. Em seguida criará um contêiner que pode ser o nome de seu site ou aplicativo.
O processo continua com aceitação dos termos e a inserção de códigos específicos em seu site. Lembrando que depois destes os próximos códigos serão inseridos na interface do Google Tag Manager.
A seguir apresento um vídeo que além de falar sobre o Google Tag Manager demonstra como fazer essa configuração inicial.

Principais funcionalidades do Google Tag Manager
As principais funcionalidades do Google Tag Manager consistem na criação das tags e de acionadores que disparam quando é preciso que as tags entrem em ação.
Criação de Tags
Basicamente tags são os scripts que você que você quer incluir em um site, O Google Tag Manager oferece uma gama de tipos de tags pré-configurados como o Google Analytics, as tags de remarketing do Google Ads.
Caso o Google Tag Manager não ofereça uma pré-configuração para um script específico é possível adicioná-lo a partir do HTML personalizado. Caso este na inserção dos Pixels do Facebook.
Criação de acionadores
Os acionadores determinam em quais eventos uma tag deve funcionar. Um bom exemplo de acionador é quando determinada tag é acionada quando o usuário visita uma página.
Esta página foi definida na criação do acionadores. Lá você pode definir diferentes tipos de eventos e quando ele deve ser acionado.
Caso escolha o evento visualização de páginas você pode definir que o evento ocorra em todas as páginas ou em algumas específicas.
É indicado você criar os acionadores antes das tags porque eles deverão ser selecionados durante a criação das tags.
Modo de visualização
Quando configuramos nossas tags basta clicar em publicar para que as mesmas entrem em funcionamento. Mas é aconselhado que antes de publicar você ative o Modo de Visualização para que averigue se as tags estão funcionando no devido momento ou não.

Instalação de scripts do Google e pixels do Facebook no Google Tag Manager
No vídeo a seguir eu demonstro como criar e suas tags e pixels do Google e Facebook para que sejam instalados em sites WordPress. Confira!

Conclusão
O uso do Google Tag Manager se mostra uma ação vantajosa para inserção de scripts de terceiros de forma prática.
Ao adotar essa ferramenta a equipe de marketing passa a ter mais autonomia para gerenciar suas tags a não depender de outros profissionais para inserção dos códigos.
Agora me diga. Como você instala suas tags? Você já utilizou o Google Tag Manager?
Deixe seu comentário e aproveite e compartilhe esse artigo com os amigos.
Abraço!
The post Google Tag Manager. O que é? Para que serve? appeared first on Chief of Design.

Google Tag Manager. O que é? Para que serve?
Fonte: Chef of Design