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Audacity: editor de áudio estreia funções de IA

Audacity: editor de áudio estreia funções de IA

Audacity agora conta com ferramentas de IA para edição de áudio (Imagem: Pexels)

O Audacity, popular editor de áudio gratuito, divulgou nesta semana a estreia de recursos de IA no programa. Agora, os usuários poderão utilizar ferramentas como a de cancelamento de ruído, transcrição de áudio e remoção de voz. Essas novas funcionalidades utilizam a tecnologia OpenVINO da Intel e são otimizadas para os processadores da empresa.

Para instalar esses novos recursos do Audacity, o usuário precisa baixar as ferramentas da OpenVINO através do GitHub e usar uma versão mais antiga do editor, a versão 3.4.2. Na página do GitHub estão as instruções de como instalar o OpenVINO.

Como instalar os recursos de IA no Audacity

Recursos de IA ficam disponíveis no menu Efeitos (Imagem: Reprodução/Audacity)

Após baixar o OpenVINO e o Audacity 3.4.2, o usuário precisa copiar o conteúdo das pastas para o local onde o Audacity está instalado. Feito isso, ao rodar o editor de áudio, é necessário clicar em “Editar” e em seguida na opção “Preferências”.

Após essa etapa, selecionar o menu “Módulos” e mudar o “mod-openvino” para Habilitado. Agora o usuário terá que fechar e abrir o Audacity novamente. Se a instalação foi feita corretamente, a opção OpenVINO AI Effects estará disponível no menu Efeitos. Importante: o Audacity conta com tradução para português.

Recursos de IA do Audacity podem gerar disputas autorais

Dois recursos anunciados pelo Audacity podem entrar no debate sobre IAs e direitos autorais: a ferramenta Style Remix e Music Generation (Geração de Música). A primeira cria uma nova música baseada em músicas pré-existentes.

Já a segunda é explicada pelo seu próprio nome, ela cria uma canção através de um prompt. Essas ferramentas utilizam a tecnologia da Stable Diffusion e Riffusion para gerar novas músicas e remixes.

Os recursos de remoção de ruídos e transcrição de áudio, de acordo com o Audacity, é focado para podcasts e entrevistas. A ferramenta de transcrição utiliza a Whisper, tecnologia de inteligência artificial da OpenAI.

A Music Separation é uma função que permite separar a voz de uma música dos instrumentos ou de cada instrumento separado. Por exemplo, o usuário pode querer remover a guitarra de uma música para colocar uma outra gravação.

Com informações: XDA-Developers e PCWorld
Audacity: editor de áudio estreia funções de IA

Audacity: editor de áudio estreia funções de IA
Fonte: Tecnoblog

Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

Microsoft tem planos de transformar Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 em dispositivos feitos para IA. Imagem ilustrativa (Imagem: Divulgação/Microsoft)

A Microsoft estaria desenvolvendo dois novos modelos dos laptops Surface com foco em inteligência artificial. O Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 (este um dispositivo dois em um) seriam os primeiros aparelhos da linha a ter duas opções de processadores: Intel e Arm — usando um Snapdragon X Series neste caso. Junto desses laptops, a Microsoft pode apresentar uma nova versão do Windows.

A informação foi publicada pelo site Windows Central, um dos principais sites sobre Microsoft e Windows. De acordo com fontes, o Surface Laptop 6 e o Surface Pro 10 serão os primeiros PCs verdadeiramente preparados para tarefas de inteligência artificial, trazendo a próxima geração das Unidades de Processamento Neural (NPU, em inglês).

Desde de que a Microsoft passou a investir pesado em ferramentas como Windows Copilot e Microsoft Copilot, os rumores sobre um novo Windows focado em IA e PCs preparados para uma maior integração com a tecnologia vem ganhando força. Sobre os novos Surfaces, neste ano, a Microsoft não atualizou a linha Surface e Surface Pro — o que torna crível a ideia de novas versões em 2024.

Surfaces prontos para brigar com Macbooks

Linhas Surface Laptop e Surface Pro não tiveram novos modelos em 2023 (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Com o novo Surface Laptop 6 e o 2-em-1 Surface Pro 10, a Microsoft espera lançar dispositivos capazes de rivalizar com o Macbook Air. O Surface Pro 10, por causa do seu segmento, também é um concorrente do iPad Pro.

Para atingir essa meta, a Microsoft fornecerá esses dois Surfaces com duas opções de processadores: Intel 14ª geração ou o Snapdragon X Series — ambos lançados em outubro. Essa configuração também marcaria a primeira vez em que as arquiteturas x86 e Arm seriam ofertadas em um único dispositivo da Microsoft.

Com a nova geração de NPUs, o Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 terão maior desempenho para rodar os recursos de IA esperados para o Windows 12 (nome especulado), cotado como o Windows mais inteligente já feito.

Para entender melhor o plano da Microsoft e de outras empresas no desenvolvimento de dispositivos preparados para IA, podemos relembrar do artigo da Apple sobre um novo método de executar tarefas de IA sem depender da nuvem. O que as fabricantes buscam são meios de rodar os modelos de linguagem grande (LLM) direto no hardware do aparelho.

O problema é que a tecnologia atual exige muito consumo de energia e tempo para executar um prompt de IA generativa direto de um notebook, por exemplo. Com 2024 dando “oi”, não falta muito tempo para vermos como será o desempenho da nova geração de NPUs.
Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

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Fonte: Tecnoblog

O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

Thunderbolt é uma interface de transmissão de dados criada pela Intel para conectar periféricos externos a um computador. Foi desenvolvida em parceria com a Apple e equipa principalmente Macs, monitores de vídeo profissionais e dispositivos que exigem altas velocidades de transferência de informações.

O que é o Thunderbolt, tecnologia usada em cabos de alta velocidade (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A conexão Thunderbolt foi lançada em 2011 e é conhecida por seu símbolo de seta em formato de raio. Desde a versão 4, as entradas e os cabos Thunderbolt adotam o conector USB-C, e não é mais necessário pagar royalties à Intel. Entenda, a seguir, o funcionamento do Thunderbolt e as diferenças entre as versões.

ÍndiceComo funciona a conexão Thunderbolt?Para que serve a entrada Thunderbolt?Quais são as versões da tecnologia Thunderbolt?Thunderbolt 1Thunderbolt 2Thunderbolt 3Thunderbolt 4Thunderbolt 5Como identificar uma porta Thunderbolt?Qual é a diferença entre Thunderbolt e USB-C?O que é o Thunderbolt Alternate Mode do USB-C?Cabo Thunderbolt funciona em porta USB-C?Cabo USB-C funciona na entrada Thunderbolt?Qual é a diferença entre Thunderbolt e DisplayPort?Qual é a diferença entre Thunderbolt e FireWire?

Como funciona a conexão Thunderbolt?

O Thunderbolt funciona por meio da combinação entre as interfaces PCI Express e DisplayPort, mais conhecidas por conectarem placas de vídeo e monitores externos, respectivamente. Os sinais do Thunderbolt são combinados em um único cabo, que pode fornecer energia elétrica com potência suficiente para alimentar um notebook.

Um cabo Thunderbolt pode transportar sinais de DisplayPort e PCIe por meio da técnica de multiplexação, que combina múltiplos canais de informação em um único meio de transmissão. Depois, um controlador Thunderbolt presente nos dispositivos separa novamente os sinais de vídeo e dados em suas interfaces originais.

MacBook Pro com processador M1 Max, um notebook com portas Thunderbolt 4 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como o Thunderbolt é baseado no PCIe, uma de suas capacidades é a conexão de placas de vídeo externas (eGPUs). Assim, notebooks com chips gráficos simples podem ser atualizados para lidar com tarefas como renderização de vídeos e execução de jogos com gráficos complexos, incluindo aqueles com ray tracing.

Desde que foi apresentado pela primeira vez, o foco do Thunderbolt esteve em transmissão de vídeo e dados em alta velocidade. O Thunderbolt 1 já suportava taxas de transferência de 10 Gb/s, o dobro do USB 3.0 e 12 vezes mais rápido que o FireWire 800, duas interfaces concorrentes disponíveis na época.

Para que serve a entrada Thunderbolt?

A conexão Thunderbolt é mais conhecida pela transmissão rápida de dados, mas também assume outras funcionalidades, como:

Transmissão de vídeo: a interface DisplayPort envia sinais de vídeo de um computador para um monitor de vídeo, que pode ter resolução de até 16K no Thunderbolt 4;

Conexão para placas de vídeo externas: uma eGPU com PCI Express pode ser conectada a um notebook com Thunderbolt, o que permite expandir o desempenho gráfico sob demanda para renderização de imagem, jogos, edição de vídeo e outras aplicações profissionais;

Dispositivos de armazenamento externo de alta capacidade: como o Thunderbolt suporta velocidades de múltiplos gigabits por segundo, ele é usado em unidades de armazenamento profissionais, como dispositivos de NAS (Network Attached Storage), para salvar e transferir arquivos muito grandes;

Conexão de rede via Ethernet: o Thunderbolt pode conectar um computador a uma rede com fio, por meio de um cabo Ethernet, em situações nas quais a tecnologia Wi-Fi não tiver velocidade ou confiabilidade suficiente.

Razer Core X permite conectar uma placa de vídeo externa a um notebook com Thunderbolt (Imagem: Divulgação/Razer)

Quais são as versões da tecnologia Thunderbolt?

O Thunderbolt tem cinco versões, que se diferenciam em características como velocidades de transferência de dados, resoluções de imagem suportadas e limite de potência. As versões do Thunderbolt estão diretamente ligadas às atualizações do PCI Express e DisplayPort.

A seguir, entenda as características do Thunderbolt 1 ao Thunderbolt 5.

Thunderbolt 1

O Thunderbolt 1 foi lançado em 2011 no MacBook Pro. Suporta velocidades de transferência de 10 Gb/s e monitores com resolução até 2560×1600 pixels a 60 Hz, como o Apple Thunderbolt Display de 27 polegadas, anunciado no mesmo ano.

A tecnologia havia sido anunciada em 2009 pela Intel com o nome Light Peak, em uma referência aos cabos de fibra óptica usados na fase de desenvolvimento. A Apple, que propôs a adoção de fios de cobre, registrou a marca Thunderbolt, mas posteriormente transferiu os direitos de uso para a fabricante de chips.

Thunderbolt 2

O Thunderbolt 2 foi lançado em 2013 no Mac Pro. Suporta velocidades de transferência de 20 Gb/s e monitores com resolução até 4K por meio do protocolo DisplayPort 1.2. Foi a última versão do Thunderbolt a usar o conector Mini DisplayPort (mDP), que era incomum no mercado.

A principal novidade do Thunderbolt 2 é a agregação de canais. Enquanto a primeira versão do Thunderbolt era formada por dois canais de 10 Gb/s, a sucessora juntou a dupla em um único canal lógico, o que permitiu dobrar a largura de banda para transmissão de dados.

MacBook Pro (2013) com tela Retina tinha portas Thunderbolt 2 no padrão Mini DisplayPort (Imagem: Divulgação/Apple)

Thunderbolt 3

O Thunderbolt 3 foi lançado em 2015 em notebooks com chipset Intel Skylake. Suporta velocidades de transferência de 40 Gb/s e monitores com resolução até 4K por meio do protocolo DisplayPort 1.2.

É a base do padrão USB4 e o primeiro a usar o conector USB-C. A popularização do Thunderbolt 3 foi maior que nas versões anteriores porque, em 2017, a Intel parou de cobrar royalties pela adoção da tecnologia. Além disso, foram incorporados recursos como o USB Power Delivery, para carregar dispositivos a até 100 watts.

Thunderbolt 4

O Thunderbolt 4 foi lançado em 2020 em PCs com CPU Intel Core de 11ª geração. Suporta a mesma velocidade de transferência de 40 Gb/s da versão anterior, mas traz o novo protocolo DisplayPort 2.0, que adiciona compatibilidade com resoluções de tela superiores a 8K em 60 Hz. Carrega dispositivos a uma potência de até 100 watts.

A interface de vídeo do Thunderbolt 4 permite transmitir imagens a uma largura de banda real de aproximadamente 77 Gb/s, o que é suficiente para conectar um monitor com resolução 16K (15360×8640 pixels), quatro vezes o número de pixels de uma tela 8K.

Thunderbolt 5

O Thunderbolt 5 foi anunciado em setembro de 2023 e deve equipar computadores a partir de 2024. Suporta velocidades de transferência de 80 Gb/s e possui um modo especial de largura de banda de 120 Gb/s para transmitir vídeo simultaneamente a dois monitores de 8K a 60 Hz. Carrega dispositivos a uma potência de até 240 watts.

O padrão é compatível com o USB4 2.0, uma atualização do USB4 que permite taxas de transferência de até 80 Gb/s. Segundo a Intel, dispositivos com Thunderbolt 5 podem suportar três monitores 4K de 144 Hz ou, para gamers, telas com taxas de atualização de até 540 Hz.

Thunderbolt 5 pode conectar dois monitores 8K e carregar dispositivos a 240 W (Imagem: Divulgação/Intel)

Como identificar uma porta Thunderbolt?

Uma porta Thunderbolt é identificada por uma seta em formato de raio apontando para baixo. A entrada é do tipo Mini DisplayPort nas versões 1 e 2. Já o padrão USB-C é usado no Thunderbolt 3, 4 e 5.

Em alguns computadores, como o MacBook Air e o MacBook Pro com chip Apple Silicon, todas as portas USB-C também são Thunderbolt, ainda que não tenham o símbolo de raio estampado.

Portas USB-C com Thunderbolt são identificadas pelo símbolo de raio (Imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre Thunderbolt e USB-C?

Thunderbolt é uma interface de transmissão de dados, enquanto USB-C é um tipo de conector reversível presente em uma série de interfaces, incluindo o USB, o Thunderbolt e o DisplayPort.

O que é o Thunderbolt Alternate Mode do USB-C?

Thunderbolt Alternate Mode é uma especificação do USB que permite transmitir sinais de Thunderbolt por meio de um mesmo cabo USB-C.

Com o Alternate Mode, um cabo USB-C serve ainda para conectar dispositivos com HDMI, DisplayPort e MHL, além do próprio USB.

Cabo Thunderbolt funciona em porta USB-C?

Sim, desde que o cabo seja compatível com Thunderbolt 3 ou superior e, portanto, tenha um conector USB-C. Em geral, eles são chamados de “cabos ativos”, custam mais caro e suportam toda a potência e a largura de banda da porta USB do dispositivo.

Cabo USB-C funciona na entrada Thunderbolt?

Sim, mas pode haver limitações de velocidade de transmissão de dados ou potência de carregamento se o cabo USB-C não for ativo. Em geral, cabos USB-C mais simples não suportam as resoluções de tela e as taxas de transferência maiores da interface Thunderbolt.

Qual é a diferença entre Thunderbolt e DisplayPort?

Thunderbolt e DisplayPort são duas interfaces de transmissão de dados que se complementam. O DisplayPort é um padrão aberto criado para reproduzir imagens em monitores. Já o Thunderbolt é uma tecnologia proprietária que incorpora o DisplayPort e o PCI Express, juntando os dois sinais em um único cabo.

Qual é a diferença entre Thunderbolt e FireWire?

Thunderbolt é uma tecnologia de transmissão de dados que substituiu o FireWire (IEEE 1394). O FireWire foi criado pela Apple na década de 1990 e chegou a ser usado em periféricos voltados para profissionais, como HDs externos e dispositivos de rede. Entrou em desuso no final dos anos 2000.
O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão
Fonte: Tecnoblog

Notebook Lenovo com Core i7 e Ray Tracing tem desconto histórico em oferta

Notebook Lenovo com Core i7 e Ray Tracing tem desconto histórico em oferta

Se você estava em busca de um notebook gamer para chamar de seu com desconto bacana, essa é a sua chance. Nessa oferta da Fast Shop, o Lenovo IdeaPad Gaming 3i sai por R$ 5 mil, um dos menores preços históricos dele no varejo. A versão em oferta traz processador Intel Core i7 de 11ª Geração e GPU RTX 3050 na Nvidia como principais destaques.

Notebook Lenovo IdeaPad Gaming 3i (Imagem: Divulgação/Lenovo)

Ao clicar no link da promoção do notebook da Lenovo, você será redirecionado para a página do produto no Zoom. Lá, basta localizar a oferta da Fast Shop e clicar em “Ir à loja”. Então, você poderá optar por fazer ou não login no Zoom antes de seguir para a loja. Em seguida, você será redirecionado para a Fast Shop.

Segundo o histórico de preços, o valor médio do Lenovo IdeaPad Gaming 3i (modelo 82MG0003BR) ficou em torno dos R$ 6 mil nos últimos meses. Já nessa oferta selecionada pelo Achados do TB, ele fica R$ 1 mil abaixo da média. Ainda de acordo o histórico, este é o segundo melhor preço já registrado por ele em oferta.

O que é o Achados do TB?
O Achados é o time do Tecnoblog responsável por fazer uma curadoria de ofertas em itens de tecnologia no varejo. Sendo que algumas são selecionadas para aparecerem aqui no site, enquanto a maioria é publicada quase todos os dias nos nossos grupos abertos no Telegram e WhatsApp. Assim, você conta com nossos reviews e guias para te ajudar na decisão de compra, e com o Achados para comprar pelo menor preço!

O que o Lenovo IdeaPad Gaming 3i oferece aos gamers?

Agora que você já sabe por que o preço está valendo a pena, vamos falar da ficha técnica. Primeiramente, do processador. Esse notebook vem equipado com um processador Intel Core i7 11370H, que faz parte do segmento de alto desempenho entre as CPUs da Intel. Consequentemente, tornando-o mais apto para jogos pesados e outras tarefas que exigem mais do dispositivo.

Em seguida, na GPU, o Lenovo IdeaPad Gaming 3i 82MG0003BR traz uma RTX 3050 da Nvidia. Uma placa de vídeo de entrada capaz de entregar bom desempenho para jogos em Full HD a 60 FPS, lançada para suprir quem já não consegue rodar jogos modernos como Marvel’s Guardians of the Galaxy com a GTX 1650. Além disso, traz suporte às tecnologias de Ray Tracing e DLSS, que melhoram os gráficos na jogatina.

Por fim, o dispositivo ainda traz uma RAM de 16 GB e armazenamento SSD de 512 GB, números expressivos, apesar de esperados para a categoria. E não só a ficha técnica, como também o design se alinha ao segmento gamer, trazendo teclado retroiluminado (que não poderia faltar) e detalhes nas bordas. Vale ainda dizer que o sistema operacional é o Windows 11, que deve facilitar as coisas na hora de trabalhar e estudar.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Notebook Lenovo com Core i7 e Ray Tracing tem desconto histórico em oferta

Notebook Lenovo com Core i7 e Ray Tracing tem desconto histórico em oferta
Fonte: Tecnoblog

Notebook Lenovo com Nvidia GTX 1650 tem menor preço histórico na Amazon

Notebook Lenovo com Nvidia GTX 1650 tem menor preço histórico na Amazon

Ele pode não ser o modelo mais avançado entre os notebooks gamers atualmente, mas deve dar conta do recado. Durante o festival gamer da Intel, você encontra o Lenovo Ideapad Gaming 3i por R$ 3.402 à vista com o cupom INTEL10. Além da GPU da Nvidia, o notebook ainda vem equipado com um processador da linha Intel Core de 11ª Geração.

Notebook Lenovo IdeaPad Gaming 3i (Imagem: Divulgação/Lenovo)

Achados do TB
Mas quem compra um notebook, ainda mais para jogos, uma hora ou outra precisa dos acessórios. Headset, mouse, teclado, webcam… E de nada adianda economizar em um e não no resto, certo?Por isso, a minha dica para você é participar do Achados no TB pelo Telegram ou WhatsApp. Nos nossos grupos, as ofertas de periféricos são recorrentes, e às vezes rola até uma dica da galera ou review de alguém do time que já testou. É só vir e aproveitar!

Segundo o histórico de preços do Zoom, o preço médio no varejo pelo Ideapad Gaming 3i (82MG0009BR) é de R$ 3.600. Enquanto nessa oferta da Amazon, o notebook da Lenovo já sai por quase R$ 3.400 com o cupom INTEL10 — desconto aplicado na finalização da compra, via Pix ou boleto. Mas o principal destaque da promoção é este ser o menor preço histórico do notebook, que está mais barato até que na Black Friday!

Lenovo Ideapad Gaming 3i: o que ele tem de legal?

Quando olhamos para a ficha técnica, um dos principais chamarizes é a placa de vídeo dedicada da Nvidia. O modelo, GTX 1650, inclusive, é o mais utilizado entre os jogadores da Steam. Junto com ele, temos o processador Intel Core i5 de 11ª Geração, que assim como a GPU não o último dos lançamentos, mas ainda oferece bom desempenho.

Além disso, o notebook ainda traz um SSD com 512 GB de armazenamento, que em geral aparece mais em modelos mais caros (ponto para o custo-benefício). E 8 GB de memória RAM — padrão de notebooks gamer mais “modestos” ou dispositivos para trabalho — expansíveis até 32 GB.

E quem vai usá-lo para trabalho ou estudos também deve ficar satisfeito com o sistema operacional Windows 11 de fábrica, que facilita o acesso às ferramentas Microsoft. Por fim, uma última característica legal do Ideapad Gaming 3i é o teclado retroiluminado, que combina bem com a estética de setup gamer e ainda pode ser útil em viagens à noite, por exemplo.
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Notebook Lenovo com Nvidia GTX 1650 tem menor preço histórico na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Samsung lança Galaxy Book 3 Ultra no Brasil com Nvidia RTX 4070; veja preço

Samsung lança Galaxy Book 3 Ultra no Brasil com Nvidia RTX 4070; veja preço

A Samsung iniciou as vendas do Galaxy Book3 Ultra no Brasil. O novo notebook topo de linha da fabricante sul-coreana é equipado com processador Intel Core i9 13ª geração e placa de vídeo Nvidia RTX 4070 — trazendo ray tracing para o laptop. O valor sugerido no lançamento é R$ 24.999.

Galaxy Book3 Ultra chega por R$ 24.999 (Imagem: Divulgação/Samsung)

Apesar de absurdamente caro, o valor do laptop é (infelizmente) “padrão” no segmento premium e “gamer” — a Samsung não chega a divulgar o produto como notebook gamer. Alguns laptops gamers e com processador e GPU de geração anteriores ao do Galaxy Book3 Ultra custam facilmente mais de R$ 14.000.

Notebook é fabricado no Brasil e traz algo “pioneiro”

Segundo a Samsung, o Galaxy Book3 Ultra é o primeiro notebook com processador Intel Core i9 13900H ( 13ª geração de codinome Raptor Lake) fabricado no Brasil. A 13ª geração dos CPUs da Intel foi lançada em outubro de 2022, mas as versões mobile só foram apresentadas em janeiro deste ano.

Assim como os processadores da 12ª geração, os Intel Core Raptor Lake utilizam a arquitetura híbrida. Essa configuração é idêntica aos SoCs de celulares, com núcleos para tarefas de alto desempenho e outros para ações menos exigentes.

No caso do i9 de 13ª geração, são 6 núcleos de performance e 8 de eficiência. O total de threads são 20, sendo que somente os núcleos para alto desempenho realizam o multi-thread.

Galaxy Book3 Ultra tem tela Dynamic Amoled 2X (Imagem: Divulgação/Samsung)

A Samsung não chegou a revelar a expectativa de duração da bateria, mas a configuração de núcleos híbridos deve dar um bom tempo de uso.

Porém, se você exigir muito dessa boa combinação entre Intel Core i9 e Nvidia RTX 4070, é bem provável que o seu tempo de uso seja bem encurtado — exemplo, jogando um Red Dead Redemption 2 com a melhor configuração possível para o Galaxy Book3 Ultra.

A Nvidia RTX 4070 possui 8 GB de memória VRAM do tipo GDDR6. Para exibir os gráficos gerados pela GPU, a Samsung equipou o Galaxy Book3 Ultra com um tela Dynamic AMOLED 2X. A resolução máxima é de 3K.

O Book3 Ultra possui 32 GB de memória RAM e sai de fábrica com um SSD de 1 TB de capacidade.
Samsung lança Galaxy Book 3 Ultra no Brasil com Nvidia RTX 4070; veja preço

Samsung lança Galaxy Book 3 Ultra no Brasil com Nvidia RTX 4070; veja preço
Fonte: Tecnoblog

Turbo Boost e Turbo Core: o que é o modo turbo em processadores?

Turbo Boost e Turbo Core: o que é o modo turbo em processadores?

Turbo Boost e Turbo Core são tecnologias desenvolvidas pela Intel e AMD, respectivamente, que elevam dinamicamente a frequência (clock) dos processadores. Também conhecido como modo turbo, esse tipo de recurso faz a CPU ter aumento de desempenho em tarefas que exigem muito processamento.

O que é o modo turbo em processadores? (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

ÍndicePara que serve o modo turbo do processador?O que é o Intel Turbo Boost?Quais são as versões do Intel Turbo Boost?O Intel Turbo Boost impulsiona todos os núcleos?Como saber se o processador tem Turbo Boost?O que é o AMD Turbo Core?O AMD Turbo Core impulsiona todos os núcleos?Como saber se o processador tem Turbo Core?É seguro usar o modo turbo no processador?Qual é a diferença entre modo turbo e overclock?

Para que serve o modo turbo do processador?

O modo turbo permite aos núcleos do processador funcionarem com uma taxa de clock acima da frequência base (padrão). O procedimento faz a CPU ter um aumento de desempenho temporário para otimizar a execução de tarefas complexas.

O ajuste do clock no modo turbo ocorre de forma dinâmica, ou seja, é aplicado proporcionalmente à demanda de processamento e somente durante o tempo necessário. Esse controle evita que o processador gaste energia desnecessariamente.

Como o modo turbo tende a aumentar o consumo energético, o chip também pode gerar mais calor. Porém, o recurso é implementando em uma margem de segurança para não haver risco de superaquecimento, mesmo que o clock atinja velocidade máxima.

Fabricantes podem adotar nomenclaturas diferentes para se referir a esse mecanismo, como o Intel Turbo Boost e o AMD Turbo Core.

O que é o Intel Turbo Boost?

Intel Turbo Boost é uma tecnologia que realiza um aumento dinâmico da velocidade de clock em determinados processadores de linhas como Intel Core e Intel Xeon. O procedimento ocorre gradativamente até alcançar a frequência adequada para a tarefa em execução ou atingir o clock máximo do chip.

Quais são as versões do Intel Turbo Boost?

O Intel Turbo Boost foi introduzido em 2008 e, com o passar do tempo, ganhou novas versões. São elas:

Turbo Boost 1.0: a primeira versão surgiu nas CPUs Core i7 (Bloomfield) lançadas no final de 2008 para aumentar a taxa de clock sob demanda, desde que os limites de TDP e temperatura não sejam excedidos;

Turbo Boost 2.0: introduzida em 2011 com os chips Sandy Bridge, adiciona um controle de tempo para a sua ativação, o que a torna mais eficiente. Também tem recursos que podem ser regulados pelos fabricantes de PCs;

Turbo Boost Max 3.0: lançada em 2019, essa é uma tecnologia que aumenta a eficiência dos núcleos mais potentes da CPU, aplicando ajustes de frequência individualmente e direcionados às cargas de trabalho mais pesadas a eles.

A tecnologia Turbo Boost Max 3.0 não substitui o Turbo Boost 2.0, mas o complementa. Por isso, muitos processadores da Intel contam com as duas tecnologias, principalmente os modelos de alto desempenho.

Os chips Intel Core de 13ª geração mais avançados têm Turbo Boost (imagem: divulgação/Intel)

O Intel Turbo Boost impulsiona todos os núcleos?

A tecnologia Intel Turbo Boost pode aumentar dinamicamente a frequência de todos os núcleos da CPU. A exceção fica para a variação Turbo Boost Max 3.0, que impulsiona somente a frequência dos núcleos mais potentes.

Para o Turbo Boost entrar em ação, parâmetros como TDP (Thermal Design Power), tensão e temperatura são monitorados. Se as medições indicarem que há margem para que esses parâmetros aumentem dentro de um patamar seguro e funcional, a frequência de cada núcleo é elevada de acordo com a distribuição da carga de trabalho.

Embora o Turbo Boost possa modificar o clock de mais de um núcleo ao mesmo tempo, esse ajuste é feito em nível single core, isto é, se limita à capacidade máxima de aumento de cada núcleo.

O processador Core i5-13600K é um exemplo. Ele tem seis núcleos de alto desempenho e oito núcleos de eficiência energética (menos potentes). As frequências máximas que esses núcleos alcançam são as seguintes:

Core i5-13600KNúcleos de alto desempenhoNúcleos de eficiência energética Quantidade68 Frequência base3,5 GHz2,6 GHz Turbo Boost máximo5,1 GHz3,9 GHz 

Como saber se o processador tem Turbo Boost?

A maneira mais prática de saber se o seu processador suporta a tecnologia Turbo Boost é pesquisando pelo nome exato do modelo do site da Intel. A página do produto informa todas as especificações do chip, incluindo se há suporte à tecnologia e em quais frequências máximas.

Para descobrir o nome do seu processador, no Windows 10 ou 11, basta acessar o Gerenciador de Tarefas a partir do campo de pesquisa da Barra de Tarefas ou com o atalho de teclado Ctrl + Shift + Esc. Vá em Desempenho e CPU. O nome da CPU aparece no canto superior da tela.

Se você usa uma distribuição Linux, pode descobrir o nome da CPU digitando o comando lscpu em um terminal.

Nome da CPU no Gerenciador de Tarefas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que é o AMD Turbo Core?

Turbo Core é a tecnologia de dimensionamento de frequência dinâmica da AMD, que permite aumentar temporariamente o clock quando há cargas de trabalho exigentes, de modo a otimizar o desempenho do processador. Trata-se de uma tecnologia similar ao Intel Turbo Boost.

A tecnologia Turbo Core está presente em linhas de CPUs como AMD Ryzen e AMD Epyc, mas foi introduzida em 2010, junto com os chips Phenom II X6.

Nos chips Ryzen, mais atuais, a tecnologia traz alguns incrementos importantes, como o modo Precision Boost, uma evolução que eleva a frequência de operação para o nível mais elevado possível, mas ainda dentro de padrões de segurança.

O AMD Turbo Core impulsiona todos os núcleos?

A tecnologia AMD Turbo Core pode impulsionar o funcionando de todos os núcleos simultaneamente, dependendo das especificações de cada chip e da carga de trabalho a ser processada.

O processo é feito de modo incremental, até o clock atingir um patamar correspondente ao TDP máximo do chip. Alguns mecanismos, como o thermal throttling (redução da frequência para controle da temperatura), entram em ação para evitar que o Turbo Core ultrapasse limites de consumo ou temperatura.

Como saber se o processador tem Turbo Core?

O Turbo Core está presente em linhas como AMD Ryzen e AMD Epyc. Para ter certeza de que seu processador suporta a tecnologia, pesquise pelo nome do chip no site da AMD. Se a página do produto indicar um clock máximo em modo boost ou o uso da tecnologia Precision Boost, o Turbo Core está presente.

Se você não souber o nome exato de sua CPU, consulte o Gerenciador de Tarefas (área Desempenho / CPU) do Windows ou use o comando lscpu no Linux para obter essa informação.

Os chips Ryzen 7000 têm Turbo Core / Precision Boost (imagem: divulgação/AMD)

É seguro usar o modo turbo no processador?

As tecnologias de modo turbo são seguras, pois fazem ajuste automático da frequência. Isso permite que a velocidade de clock seja aumentada para o nível mais apropriado e evita consumo excessivo de energia e superaquecimento.

Processadores modernos também contam com mecanismos de segurança que reduzem o clock em caso de elevação exagerada de temperatura. Mesmo assim, é importante adotar alguns cuidados, como instalar um sistema de resfriamento apropriado para o chip em uso.

Qual é a diferença entre modo turbo e overclock?

O modo turbo realiza um ajuste automático que aumenta a velocidade de clock durante a execução de tarefas pesadas. O procedimento é controlado pela própria CPU e mantido dentro de seus limites de operação. Já o overclock do processador é um aumento de frequência configurado pelo próprio usuário, ou seja, é um processo manual.

Em linhas gerais, o modo turbo é mais seguro porque a tecnologia aplica apenas os acréscimos de clock necessários para a carga de trabalho em execução. O procedimento é revertido automaticamente se a temperatura do chip atingir níveis perigosos.

O overclock é mais arriscado porque toda ou parte da configuração aplicada é definida pelo usuário. Porém, o procedimento tem a vantagem de permitir ajustes mais minuciosos no clock quando feito por alguém com conhecimentos sobre o assunto e com o uso de mecanismos avançados de resfriamento.
Turbo Boost e Turbo Core: o que é o modo turbo em processadores?

Turbo Boost e Turbo Core: o que é o modo turbo em processadores?
Fonte: Tecnoblog

O que é Apple Silicon? Saiba quais são os modelos de chips da Apple

O que é Apple Silicon? Saiba quais são os modelos de chips da Apple

Apple Silicon é a linha de processadores desenvolvida pela Apple. Os chips são baseados na arquitetura Arm e usados principalmente em Macs e iPads. Saiba quais são os modelos de SoCs da Apple e suas especificações.

MacBook Pro (2020) com Apple M1 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

ÍndiceQual é a arquitetura do Apple Silicon?Quais são os componentes de um Apple Silicon?O que é a memória unificada do Apple Silicon?O que são os núcleos da GPU do Apple Silicon?Quando o Apple Silicon foi lançado?Quais são os modelos de processadores Apple Silicon?Apple M1, M1 Pro, M1 Max e M1 UltraApple M2, M2 Pro, M2 Max e M2 UltraApple A16, A15, A14 e maisApple S8, S7, S6 e maisApple R1Linhas Apple H, T, U e WQuem fabrica os chips Apple Silicon?O Apple Silicon é diferente de outros chips com arquitetura Arm?Mac com Apple Silicon roda jogos?Por que o Mac tem menos jogos que o Windows?Mac com Apple Silicon roda Windows?Qual a diferença entre Apple Silicon e Intel?Apple Silicon é mais rápido que Intel?Apple Silicon gasta menos bateria que Intel?Apps feitos para Intel rodam no Apple Silicon?Como saber se meu Mac tem processador Intel ou Apple Silicon?

Qual é a arquitetura do Apple Silicon?

A arquitetura do Apple Silicon é baseada em Arm. Os chips são projetados pela Apple no conceito de System-on-a-Chip (SoC), que consiste em incluir múltiplos tipos de processadores em um único circuito integrado, como uma CPU, uma GPU e um Neural Engine.

Quais são os componentes de um Apple Silicon?

CPU: é o processador central, responsável por lidar com a maioria das tarefas genéricas, como cálculos matemáticos e operações lógicas. Possui núcleos batizados de Firestorm (alto desempenho) e Icestorm (baixo consumo) desde o A14 Bionic;

GPU: chip que processa gráficos, como os existentes em jogos 3D, softwares de edição de vídeo e aplicações de realidade virtual. Beneficia-se diretamente de APIs gráficas, como a Metal;

NPU (Neural Engine): foca em tarefas de inteligência artificial e redes neurais, o que é útil para aplicações de reconhecimento de imagem, processamento de linguagem natural (NLP) e realidade aumentada;

ISP (processador de imagem): lida com fotos e vídeos capturados pelos sensores das câmeras, otimizando a definição e reduzindo o ruído das imagens em conjunto com outros chips, como o Neural Engine;

Secure Enclave: área protegida e isolada do Apple Silicon que guarda informações sensíveis, como os dados biométricos do Face ID e Touch ID;

Memória cache: memória volátil de alta velocidade que armazena dados temporários da CPU, em três níveis hierárquicos (L1, L2 e L3), para agilizar o acesso às informações frequentemente requisitadas pelo chip;

Controladores: são responsáveis por gerenciar as conexões do equipamento, como portas Thunderbolt, HDMI e USB.

Ilustração de um Apple Silicon em uma tela de MacBook Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

O que é a memória unificada do Apple Silicon?

A memória unificada do Apple Silicon é uma arquitetura que permite que CPU e GPU acessem simultaneamente a mesma área da RAM.

A arquitetura de memória unificada reduz o tempo de acesso aos dados (latência) e permite atingir maiores larguras de banda (velocidades de transferência), o que melhora o desempenho do sistema.

Nos processadores Apple Silicon da linha M, o SoC e a RAM são montadas em um mesmo System-in-Package (SiP).

O que são os núcleos da GPU do Apple Silicon?

Os núcleos de GPU do Apple Silicon são os componentes responsáveis pelo processamento gráfico. Uma mesma geração de SoC da Apple pode ser equipada com diferentes combinações de núcleos de CPU e GPU.

Quanto maior o número de núcleos de GPU, maior tende a ser o desempenho em tarefas visuais. Por exemplo, no benchmark 3DMark Wild Life Unlimited, um MacBook Air M2 com GPU de 8 núcleos faz 21.009 pontos, enquanto uma versão com GPU de 10 núcleos atinge 24.885 pontos (18,4% a mais).

MacBook Pro M1 Max tem GPU de 32 núcleos para melhor desempenho em aplicações gráficas (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Quando o Apple Silicon foi lançado?

O nome Apple Silicon foi revelado pela primeira vez em 22 de junho de 2020, durante a conferência para desenvolvedores WWDC 2020, quando a Apple anunciou a transição de Intel para chips próprios nos Macs.

Os primeiros Macs com Apple Silicon foram anunciados em 10 de novembro de 2020. O MacBook Pro e o Mac Mini tinham um chip Apple M1 com 8 núcleos de CPU e 8 núcleos de GPU. O MacBook Air foi oferecido também em uma versão com 7 núcleos de GPU na configuração mais básica.

Evento de apresentação do Apple Silicon, quando foi anunciada a transição de arquitetura

Evento de lançamento dos primeiros Macs com processador Apple M1

No entanto, quando nos referimos a “Apple Silicon” como a linha de SoCs projetados pela Apple, podemos dizer que o primeiro processador da marca foi o Apple A4, lançado em 2010 no primeiro iPad. O chip tinha núcleos Arm Cortex-A8 e era fabricado pela Samsung.

Quais são os modelos de processadores Apple Silicon?

Apple M1, M1 Pro, M1 Max e M1 Ultra

O Apple M1 é o primeiro SoC da Apple para Macs. Foi lançado em 10 de novembro de 2020 nos computadores MacBook Pro, MacBook Air e Mac Mini, que tinham o mesmo design das versões com chips da Intel lançadas em anos anteriores.

Em outubro de 2021, a Apple lançou o M1 Pro e o M1 Max, que prometiam desempenho de CPU até 70% maior que o M1 e equipavam o novo MacBook Pro de 16 polegadas, que trazia um design renovado e tela com notch para o Face ID.

O M1 Ultra foi revelado em março de 2022 e adotou pela primeira vez a tecnologia UltraFusion, uma arquitetura de encapsulamento da Apple que juntou dois chips M1 Max em um único SoC.

ProcessadorLançamentoNúcleos de CPUNúcleos de GPUNúmero de transistoresProcesso de fabricaçãoMemória unificadaApple M1202087 ou 816 bilhões5 nm8 ou 16 GB LPDDR4XApple M1 Pro20218 ou 1014 ou 1633,7 bilhões5 nm16 ou 32 GB LPDDR5Apple M1 Max20211024 ou 3257 bilhões5 nm32 ou 64 GB LPDDR5Apple M1 Ultra20222048 ou 64114 bilhões5 nm64 ou 128 GB LPDDR5

Comparativo de tamanho da Apple entre os chips M1, M1 Pro, M1 Max e M1 Ultra (Imagem: Divulgação/Apple)

Apple M2, M2 Pro, M2 Max e M2 Ultra

O Apple M2 é a segunda geração do chip da Apple para Macs, anunciado em 6 de junho de 2022. O processador trouxe melhorias na arquitetura para aumentar o desempenho da CPU em 18%, da GPU em 35% e do Neural Engine em 40%.

Apesar das melhorias no desempenho por núcleo, o M2 era inferior ao M1 Pro, M1 Max e M1 Ultra em performance multi-core. A maior velocidade dos núcleos da CPU do M2 acontecia, em parte, devido à maior frequência (clock), que atingia 3,49 GHz, contra 3,2 GHz no M1.

Versões mais poderosas do Apple M2 foram anunciadas apenas em 2023. O mais potente da linha, o M2 Ultra, trouxe pela primeira vez um Neural Engine de 32 núcleos, capaz de realizar 31,6 trilhões de operações por segundo.

ProcessadorLançamentoNúcleos de CPUNúcleos de GPUNúmero de transistoresProcesso de fabricaçãoMemória unificadaApple M2202288 ou 1020 bilhões5 nm8, 16 ou 24 GB LPDDR5Apple M2 Pro202310 ou 1216 ou 1940 bilhões5 nm16 ou 32 GB LPDDR5Apple M2 Max20231230 ou 3867 bilhões5 nm32, 64 ou 96 GB LPDDR5Apple M2 Ultra20232460 ou 76134 bilhões5 nm64, 128 ou 192 GB LPDDR5

Lançamento do MacBook Air (2022), com processador Apple M2 (Imagem: Felipe Ventura/Tecnoblog)

Apple A16, A15, A14 e mais

Processadores Apple da linha A são usados principalmente em iPhones. A Apple projeta seus chips desde o Apple A4, lançado em 2010 no iPad de 1ª geração e depois no iPhone 4.

Os chips A16 Bionic, A15 Bionic e A14 Bionic têm como características a arquitetura Arm de 64 bits, a litografia de 5 nanômetros e a fabricação pela TSMC. Todos são do tipo SoC (System-on-a-Chip) e incluem CPU, GPU, ISP, Neural Engine e outros processadores no mesmo chip de silício.

Apple S8, S7, S6 e mais

Processadores Apple da linha S são usados principalmente no Apple Watch. Esses chips têm como características uma CPU mais econômica (geralmente dual-core) e um processo de fabricação mais antigo que o da linha A.

Os modelos S8, S7 e S6 também são chamados pela Apple de S8 SiP, S7 SiP e S6 SiP, respectivamente. Isso acontece porque eles são organizados em um System-in-Package, ou seja, um pacote que contém outros chips, como o W3 (conexão sem fio) e o U1 (banda ultralarga) no caso do SiP usado no Apple Watch Series 8.

Apple R1

Apple R1 é o processador usado no headset de realidade mista Apple Vision Pro, com previsão de lançamento em 2024.

Linhas Apple H, T, U e W

O Apple Silicon é composto por outros chips menores, como o Apple T2, focado em segurança; o Apple U1, para reconhecimento espacial; e o Apple H1, para fones de ouvido. As linhas de chips incluem:

Apple H: usado em fones de ouvido sem fio e dispositivos de áudio, como AirPods e AirPods Pro, para gerenciar a conectividade e processar o algoritmo de cancelamento ativo de ruído (ANC). Inclui os chips H1 e H2;

Apple T: usado em segurança e controle de sistema, encontrado em vários modelos de Macs, como MacBook Pro e iMac. Inclui os chips Apple T1 e T2;

Apple U: usado em dispositivos com tecnologias de reconhecimento espacial e de ultra-wideband (UWB), como iPhone 11 e versões posteriores. Inclui o chip Apple U1;

Apple W: usado para gerenciar a conectividade em fones de ouvido sem fio mais antigos da Apple, como AirPods de 1ª geração e Beats Studio 3 (Apple W1), e Apple Watch (Apple W2 e W3).

AirPods Pro, fones de ouvido com chip Apple H1 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Quem fabrica os chips Apple Silicon?

Os chips Apple Silicon para Macs são fabricados pela TSMC. Processadores da linha A também já foram fabricados pela Samsung.

A Apple é uma empresa de processadores do tipo fabless, ou seja, não possui fábricas de semicondutores. Ela é responsável pelo projeto do chip e terceiriza a fabricação para outras companhias.

O Apple Silicon é diferente de outros chips com arquitetura Arm?

O Apple Silicon possui diferenças estruturais em relação a outros chips baseados em arquitetura Arm.

Isso acontece porque a Arm desenvolve núcleos próprios de CPU com a marca Cortex e também permite que suas licenciadas, como a Qualcomm e a Apple, criem suas próprias otimizações de microarquitetura. Por isso, um chip Arm nem sempre pode ser diretamente substituído por outro em um mesmo sistema.

Além disso, um SoC baseado em Arm incorpora diversos processadores além da CPU, o que impede a compatibilidade entre marcas diferentes. Chips da Apple geralmente têm GPU compatível com a API Metal, Neural Engine para processamento de IA e Secure Enclave para armazenamento criptografado de dados.

Mac com Apple Silicon roda jogos?

Macs com Apple Silicon rodam jogos, mas a variedade de títulos é menor que em outras plataformas, como PCs com Windows.

Games para macOS podem ser baixados na App Store, e Macs com Apple Silicon são capazes de executar nativamente jogos feitos para iPhone e iPad. O serviço de assinatura Apple Arcade também inclui jogos para Macs.

Por que o Mac tem menos jogos que o Windows?

Macs não costumavam ter GPUs suficientemente potentes para rodar jogos de última geração antes da transição para o Apple Silicon. Em geral, MacBooks eram equipados com chips gráficos integrados da Intel, enquanto computadores mais caros, como o Mac Pro, traziam uma placa de vídeo da AMD otimizada para uso profissional.

A Apple tem demonstrado interesse em mudar esse cenário desde que passou a incluir seus próprios chips gráficos nos Macs. Na WWDC 2023, a empresa anunciou o Game Porting Toolkit, ferramenta que traduz jogos Windows x86 para Apple Silicon.

Mac com Apple Silicon roda Windows?

Macs com Apple Silicon podem rodar Windows por meio de virtualização. Softwares como o Parallels Desktop são capazes de executar o Windows 10 e o Windows 11 em suas versões Arm (Windows on Arm). Há limitações, como a ausência de suporte à API gráfica DirectX 12.

Não é possível instalar o Windows por meio do Bootcamp em um Mac com Apple Silicon. A ferramenta da Apple, que permitia a instalação direta do sistema operacional da Microsoft em Macs com Intel, foi descontinuada.

Qual a diferença entre Apple Silicon e Intel?

Apple Silicon é uma linha de processadores baseada em arquitetura Arm, enquanto a Intel produz chips para PCs com a arquitetura x86.

O Arm é uma arquitetura do tipo RISC (Reduced Instruction Set Computer) e tende a ser mais eficiente em termos de consumo de energia, enquanto o x86 é uma arquitetura CISC (Complex Instruction Set Computer) e pode trazer instruções mais complexas para tarefas específicas.

Apple Silicon é mais rápido que Intel?

O Apple M1 do MacBook Air se mostrou entre 12% e 17% mais rápido que um Intel Core de 11ª geração (Tiger Lake) em notebooks da mesma categoria, como o Dell XPS 13 e o Asus ZenBook 13, no Geekbench 5.

Um teste realizado pelo Tecnoblog mostrou que um MacBook Pro de 13 polegadas com Apple M1 renderizou um vídeo 4K a 30 fps no Final Cut Pro em 8min32s, contra 10min29s de um MacBook Pro de 16 polegadas com Intel Core i9 e AMD Radeon Pro 5500M. O desempenho do M1 foi 18,7% superior com menor gasto de bateria.

MacBook Pro (2020) com Apple M1 (à esquerda) e MacBook Pro (2019) com Core i9 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

No entanto, não é possível afirmar genericamente que um Apple Silicon seja mais rápido que um processador da Intel. Além disso, a Intel produz chips que oferecem mais performance gastando mais energia, como o Core i9-12900HK (Alder Lake), que se mostrou mais rápido que o Apple M1 Max no mesmo teste de desempenho.

Apple Silicon gasta menos bateria que Intel?

Processadores da Apple gastam menos energia para oferecer o mesmo desempenho que um equivalente da Intel.

O Apple M1 Max do MacBook Pro de 16 polegadas chegou a 12.375 pontos no teste de desempenho CineBench R23 Multi-Core com um consumo de 34 watts, enquanto o Intel Core i9-11980HK obteve 12.830 pontos (3,7% a mais) ao atingir uma potência de 82,6 watts (158% a mais).

Apps feitos para Intel rodam no Apple Silicon?

Sim. No anúncio da transição de Intel para Apple Silicon, a Apple lançou o Rosetta 2, um software de tradução de códigos binários que funciona de forma similar a um emulador. O Rosetta 2 traduz códigos x86 para Arm no momento da instalação de um aplicativo legado.

Testes de desempenho feitos com o Geekbench 5 mostraram que um Apple M1 executando um aplicativo originalmente feito para Intel mantinha entre 78% e 79% do desempenho de um aplicativo nativo para Arm.

A primeira versão do Rosetta (Rosetta 1) foi lançada em 2006, como parte da transição da arquitetura PowerPC para Intel nos Macs.

Como saber se meu Mac tem processador Intel ou Apple Silicon?

Clique no menu Apple (canto superior esquerdo da tela) e depois no item Sobre Este Mac. O nome do chip será exibido na tela que surgir, podendo ser um Intel (Core i3, i5, i7, i9 e similares) ou um Apple Silicon (Apple M1, Apple M2 e similares).

Um Mac Mini com processador Intel Core i3 (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O que é Apple Silicon? Saiba quais são os modelos de chips da Apple

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Fonte: Tecnoblog

Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta

Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta

Pensado para o público gamer, o notebook da Lenovo traz características interessantes, como o processador Intel Core i7 e a GPU da Nvidia com suporte a Ray Tracing e DLSS. E nessa oferta no site da Americanas, o Lenovo IdeaPad Gaming 3i sai por R$ 5.820,10. Esta é o melhor desconto já registrado pelo produto, segundo o buscador de preços do Zoom.

Notebook Lenovo IdeaPad Gaming 3i (Imagem: Divulgação/Lenovo)

Para aproveitar esse achado, você deve adquirir o notebook gamer da Lenovo por R$ 5.820,10 à vista, no Pix. O modelo é vendido e entregue pela própria Lenovo, mas anunciado via marketplace da Americanas. De acordo com a varejista, ela oferece garantia para a compra do pedido à entrega do produto.

Um oferecimento do Achados
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Lenovo IdeaPad Gaming 3i tem RTX 3050 e Core i7

Dentre as especificações técnicas do IdeaPad Gaming 3i (código 82MG0003BR), está o processador Intel Core i7 de décima primeira geração. E a placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce RTX 3050, que traz as tecnologias de Ray Tracing e DLSS por um preço mais em conta. Segundo a marca, a GPU deve atender quem já não consegue jogar jogos mais modernos com placas de gerações anteriores, como a GTX 1650.

O notebook traz ainda um SSD de 512 GB de memória e RAM de 16 GB — ótimos números para cumprir ao que ele se propõe. Assim como o sistema operacional Windows 11 de fábrica, que deve atender bem às necessidades da maioria dos consumidores.

Por fim, a tela Full HD de 15.6″ tem tecnologia WVA Antirreflexo, que promete imagens nítidas e livres de distorções independentemente do ângulo de visão. Enquanto o teclado retroiluminado, além de útil para as jogatinas noturnas, é outro destaque legal e que marca o segmento do produto. O IdeaPad Gaming 3i tem duas portas USB, uma USB-C, uma HDMI, uma Ethernet e uma de áudio de 3.5 mm.
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Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta
Fonte: Tecnoblog

Intel abandona o “i” nos chips Core i3, i5 e i7, e cria marca Core Ultra

Intel abandona o “i” nos chips Core i3, i5 e i7, e cria marca Core Ultra

Nesta quinta-feira (15), A Intel anunciou a surpreendente decisão de descontinuar as nomenclaturas Core i3, i5, i7 e i9. No lugar delas entrarão as marcas Intel Core 3, 5 e 7, além de Intel Core Ultra 5, 7 e 9. A mudança começa a valer no segundo semestre, quando os chips Meteor Lake (14ª geração) forem revelados.

Selo Intel Core Ultra (imagem: reprodução/Intel)

O anúncio confirma os rumores que surgiram no começo de maio, depois que um chip identificado como “Intel Core Ultra 5 1003H” apareceu em um benchmark. Na sequência, Bernard Fernandes, diretor global de comunicações da Intel, usou o Twitter para confirmar que uma mudança de marcas estava mesmo em curso.

Intel Core e Core Ultra: agora sem o “i”

A mudança consiste em organizar os processadores Core em duas linhas principais. Repare que, em todas elas, não existe mais a letra “i” antes do número do modelo:

Intel Core 3, 5 e 7: destinada a computadores convencionais para uso pessoal ou corporativo

Intel Core Ultra 5, 7 e 9: destinada a computadores de alto desempenho para jogos ou atividades que exigem processamento pesado

A Intel afirma que, com a nova nomenclatura, não irá mais destacar a geração da CPU em materiais de marketing ou no próprio chip. Porém, uma sequência de números após o nome do processador continuará sendo usada para dar essa informação, bem como identificar o modelo do chip.

Nesse sentido, é provável que o tal Intel Core Ultra 5 1003H, se for lançado, seja renomeado para algo como “Intel Core Ultra 5 14500H”, com o “14” fazendo referência à 14ª geração de processadores Core.

As marca Intel Evo (para notebooks avançados) e Intel vPro (plataforma com recursos para computadores corporativos) serão mantidas.

Novas marcas Intel Core (imagem: reprodução/Intel)

Por que a Intel mudou o nome dos chips Core?

A Intel se limitou a informar que a nova estrutura de marcas foi desenvolvida para as próximas gerações de seus processadores. A companhia também deu a entender que a mudança tornará mais fácil para os clientes identificar os produtos mais adequados às suas necessidades.

É um argumento que gera desconfiança, afinal, os nomes “i3, i5, i7 e i9” são muito bem aceitos no mercado. Além disso, a nova nomenclatura lembra a abordagem da AMD, que adota denominações como “Ryzen 9 7950X”.

Para completar, os novos nomes podem causar alguma confusão com “Intel 7”, “Intel 4” e “Intel 3”, denominações que identificam as tecnologias de fabricação da companhia.

É possível que o plano da Intel com a nova nomenclatura seja apenas o de marcar uma nova e mais moderna fase para os seus produtos. Para isso, talvez valha a pena se desfazer de marcas que estão há muito tempo no mercado. Algo semelhante aconteceu em setembro de 2022, quando os nomes Pentium e Celeron deixaram de ser usados em processadores para notebooks.

Nesse sentido, vale destacar que os chips Meteor Lake serão baseados no processo Intel 4, com litografia de 7 nanômetros. Eles também serão equipados com o AI Boost, mecanismo dedicado de inteligência artificial.

Marcas Core Ultra (imagem: reprodução/Intel)

Core i3, i5 e i7 estavam no mercado há 15 anos

Prova de que essa mudança é ousada está no fato de as marcas Core i3, Core i5 e Core i7 estarem no mercado desde 2008, quando os chips Nehalem foram lançados. Além do apelo comercial, essa nomenclatura cumpriu o papel de facilitar a identificação do segmento ao qual cada processador da linha se destina:

Core i3: computadores de entrada

Core i5: computadores intermediários

Core i7: computadores de alto desempenho

Essa estrutura funcionou tão bem que, em 2017, a Intel introduziu os chips Core i9 junto com a família Skylake-X. Eles sugiram com desempenho ainda mais elevado, razão pela qual são direcionados ao segmento gamer ou a estações de trabalho (workstations).

A nova fase pode ser mais promissora, mas os velhos nomes farão falta.
Intel abandona o “i” nos chips Core i3, i5 e i7, e cria marca Core Ultra

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Fonte: Tecnoblog